Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

08
Jan 19

[Alguma Vez Explorado Pelo Homem: ULTIMA (a esfera maior) THULE (a esfera menor), numa extensão de mais de 30Km. Dificilmente habitável, talvez para sinalização ou para mineração.]

 

Entrando em nossa casa logo após a Passagem de Ano

 

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O KBO

(Kuiper Belt Object)

Ultima Thule

(um sistema binário constituído por duas-esferas-unidas)

 

Passagem no passado dia 1 de Janeiro de 2019 (dia de Ano Novo) da sonda automática NEW HORIZONS (de origem norte-americana) nas proximidades do objeto transnetuniano ULTIMA THULE (localizado no Cinturão de KUIPER), quando a mesma (sonda) se encontrava (meia-hora antes de atingir o ponto de maior aproximação) a cerca de 28.000Km de distância (do KBO). Numa imagem capturada pelo instrumento ótico LORRI instalado na dita sonda. Com a sua forma/aparência (de assinalar) por poucas vezes observada, podendo fornecer informações (adicionais) sobre a formação de planetas (há 4,5 biliões de anos no passado).

 

"This flyby is a historic achievement. Never before has any spacecraft team tracked down such a small body at such high speed so far away in the abyss of space. New Horizons has set a new bar for state-of-the-art spacecraft navigation."

(Alan Stern/New Horizons Principal Investigator of the Southwest Research Institute in Boulder, Colorado/sciencedaily.com)

 

Um KBO (ultrapassado o planeta-anão PLUTÃO) localizado a uma distância de aproximadamente 44,6 UA do Sol (ou seja muito perto dos 6.700 milhões de Km), tomando como referência de velocidade máxima atingida por uma nave espacial – a sonda solar PARKER com os seus 692.000Km/h (mais de 190Km/s) – demorando mais de 400 dias a lá chegar (viagem Terra/Ultima Thule).

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:27

01
Jan 19

[Passagem de Ano em Albufeira

Não pensando na Terra mas no Céu]

 

Passagem de Ano 2018/19

1 Janeiro 2019

O que revelam os Sinais recebidos pela NASA da sonda NEW HORIZONS

Que passou pelo objeto mais distante já explorado?

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Da Terra a Ultima Thule

A Caminhada da sonda New Horizons

Os Sinais confirmaram que a sonda conseguiu sobrevoar, fazer captura de imagens e análises científicas do corpo celeste conhecido como ULTIMA THULE

Um Mundo que está a cerca de 6,5 ​​bilhões de quilômetros de distância da TERRA e se tornou o objeto celeste Mais Distante já Explorado pela Humanidade.

(BBC Brasil/metrojornal.com.br)

 

E tal como prometido pela NASA com a sonda automática NEW HORIZONS depois de ter ultrapassado o planeta-anão PLUTÃO (antes de despromovido sendo o nono e mais longínquo planeta do Sistema Solar) a dirigir-se de seguida rumo ao CINTURÃO de KUIPER – para aí se encontrar com um dos inúmeros KBO (Kuiper Belt Object) neste caso ULTIMA THULE – e tal como o efetuado com o planeta-anão anterior durante o espaço-tempo disponibilizado, fotografá-lo e estudá-lo profundamente: ou não fosse ULTIMA THULE o Mundo mais distante até hoje atingido e estudado pelo HOMEM.

 

NASA's New Horizons spacecraft flew past Ultima Thule in the early hours of New Year's Day, ushering in the era of exploration from the enigmatic Kuiper Belt, a region of primordial objects that holds keys to understanding the origins of the solar system.”

(jhuapl.edu)

 

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Imagem do KBO e planeta-anão Ultima Thule

(na aproximação da sonda New Horizons a esse Objeto do Cinturão de Kuiper ou KBO)

 

Na Passagem de Ano de 2018 para 2019 e por volta das 05:30 da madrugada (em Portugal) do 1º dia de Janeiro deste Ano Novo de 2019 (por volta das 00:30 em Washington) com as câmaras (de alta-resolução) da NEW HORIZONS através da utilização do seu instrumento ótico LORRI (e na sua aproximação final ao seu objetivo) a fornecerem-nos as primeiras imagens (uma composição de duas imagens) de um dos parentes mais próximos e relevantes de PLUTÃO, o KBO denominado como ULTIMA THULE: aparentemente (e a partir das imagens e dados já recolhidos) com as suas dimensões a estarem próximas dos 16Km de largura e dos 32Km de comprimento e com a sua forma a aparentar a de um amendoim mais largo nas pontas e mais estreito no meio – podendo ser um único objeto (como que fundido a meio) ou então um sistema binário (integrando dois objetos, muito próximos e interligados). Com ULTIMA THULE girando no seu movimento de rotação (em torno de um Eixo virtual) como a figura seguinte sugere:

 

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Eixo de rotação virtual

(do KBO Ultima Thule)

 

"New Horizons performed as planned today, conducting the farthest exploration of any world in history — 4 billion miles from the Sun."

(jhuapl.edu)

 

Segundo os responsáveis da NASA (pela missão levada a cabo pela sonda NEW HORIZONS) debruçando-se agora sobre o Objeto Celestial mais afastado da TERRA neste preciso momento (1 de Janeiro de 2019) a ser visitado, fotografado e estudado pelo HOMEM – e depois de confirmado o movimento de rotação (e respetivo período) associado a ULTIMA THULE (antes nunca tendo sido confirmado), esperando-se agora (e deixando entusiasmados/excitados todos os cientistas) e tal como sucedido com Plutão, a chegada das primeiras imagens (em Alta-Resolução) deste NOVO MUNDO (situado nos confins do nosso Sistema e nunca visto por nós em imagens feitas por perto): tiradas a uns 4 BILIÕES de KM da TERRA por alguém já com fama (veja-se Plutão) de ser grande “fotógrafo".

 

"New Horizons holds a dear place in our hearts as an intrepid and persistent little explorer, as well as a great photographer."

(jhuapl.edu)

 

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New Horizons em aproximação a Ultima Thule

(a 31 de Dezembro de 2018)

 

Ultima Thule, 2014 MU69 ou 486958:

 

Um objeto celeste transnetuniano localizado no Cinturão de Kuiper (integrando o Sistema Solar), descoberto a 26 de Junho de 2014 pelo telescópio espacial Hubble, em relação ao Sol distando aproximadamente entre 42 UA (periélio) e 47 UA (afélio) – ou seja e em média 6.630 milhões de Km – e tendo um período orbital um pouco inferior a 300 anos, neste 1º de Janeiro de 2019 e pouquíssimo tempo após a Passagem de Ano sendo visitado pela 1ª vez por uma nave terrestre (para os potenciais visitados um artefacto alienígena), fazendo-lhe uma rasante de uns míseros 3000Km a 4000Km. O mais longínquo objeto alguma vez visitado (pelo Homem):

 

The New Horizons spacecraft will continue downloading images and other data in the days and months ahead, completing the return of all science data over the next 20 months. Nine years into its journey, the spacecraft began its exploration of the Kuiper Belt with a flyby of Pluto and its moons. Almost 13 years after the launch, the spacecraft will continue its exploration of the Kuiper Belt until at least 2021. Team members plan to propose more Kuiper Belt exploration.

(jhuapl.edu)

 

(imagens: NASA)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:36

31
Dez 18

[De 31 de Dezembro de 2018 para 1 de Janeiro de 2019 e de Albufeira para Ultima Thule.]

 

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Novo Ano de 2019

Nova Exploração

(New Horizons e Ultima Thule)

 

Num Mundo onde aparentemente os factos relevantes do ano de 2018 (e os seus Protagonistas) se dividiram internamente entre Trumpistas e N/Trumpistas

 

– Assumindo ainda (e como sempre) os EUA como o Centro desse Mundo, com os primeiros a serem os maiores apologistas da resolução de problemas através da sua própria definição de Guerra (Militares & Armas) e os segundos (como se tal fosse uma alternativa) através da sua própria definição de Paz (Média/Fake News) –

 

Com esses factos uma-vez-por-outra a serem perturbados por outros sub-artistas (pretensamente autorretratando-se cmo artistas)

                       

– Julgando-se igualmente protagonistas por apenas integrarem a Hierarquia Superior do Poder (ainda não entendendo a sua posição essencialmente decorativa a qualquer momento podendo ser sujeita a reciclagem/renovação) –

 

O ano de 2019 parece ainda de Previsão um pouco incerta (pelo menos internamente) agora que estamos a poucas horas do seu tiro-de-partida (pelo menos em Portugal o nosso Centro/Local do Mundo):

 

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Ultima Thule

Provavelmente um sistema binário

(Ilustração)

 

Chegando ainda até nós (hoje) fragmentos de Jamal Khasoggi (desmembrado e saindo em sacos do consulado saudita)

 

– E do genocídio brutal e civil (de muito antes de ontem) em curso no Iémen (sob os olhares do Ocidente e dos Católico-Romanos) –

 

Já amanhã o imenso (e em todos os aspetos riquíssimo) território que é o Brasil (depois da terraplanagem do seu povo e território, recorrendo à obliteração da sua Memória e Cultura, surgindo a oportunidade e o extremista de nome Jair Bolsonaro)

 

E em perspetiva futura (já agora para o ano 2019 e para ver se acerto) o Irão (depois da Venezuela?) com Guerra ou Provocação ao Novo Eixo do Mundo (naturalmente do Mal com Chineses & Russos).

 

Ah: e cuidado (desde já) com a Huawei (como todos nós sabemos) transportando um chinês (bem escondido) lá dentro.

 

UltimaPoster.jpg

Com a aventura da New Horizons

Estendendo-se da Terra para além de Plutão

(E atingindo agora Ultima Thule)

 

Mas felizmente para Lá deste Mundo, existindo pelo menos um outro, ocupando o Exterior.

 

E por coincidência (e como noticiado hoje pelo SAPO) pouco depois da Passagem de Ano (de 2018 p/2019) com um artefacto de origem Terrestre e fabricado pelo Homem a atingir um outro Mundo, neste caso Exterior (à orbita da Terra) e localizado a muitos milhões de Km (a cerca de 6.400 milhões de Km de nós):

 

Inserido no Cinturão de Kuiper e dentro de pouco tempo (menos de 12 horas) sendo o mais distante objeto (celestial) visitado (filmado/fotografado como um dos principais objetivos) por uma sonda automática

 

– A sonda NEW HORIZONS depois de nos fornecer fotos únicas e espetaculares de Plutão podendo-o fazer agora com Ultima Thule.

 

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A Grande Viajem e Aventura da sonda New Horizons

Prometendo-nos a oferta da imagem

Do Mundo mais distante alguma vez observado

 

Iniciado o dia 1 de Janeiro de 2019 por volta 05:30 da madrugada hora de Portugal (00.30 em Washington) com a sonda NEW HORIZONS a passar pertíssimo de ULTIMA THULE

 

– Depois de já o ter feito com o seu colega mais próximo PLUTÃO (igualmente um planeta-anão depois de despromovido de planeta principal do Sistema Solar) –

 

Fazendo-lhe uma tangente (se secante colidindo e dada a grande aproximação podendo tal suceder) a uma velocidade superior a 14Km/s:

 

Depois de 4728 dias de missão reassumindo o protagonismo e oferecendo aos terrestres, imagens (via NASA e mais ou menos em direto) do objeto Transnetuniano Ultima Thule (ou 2014 MU69 de cerca de 32Km de diâmetro).

 

Para a Passagem de Ano e para os que a passam em casa (na Terra em Albufeira).

 

[E a cerca de nove horas e meio do acontecimento!]

 

(imagens: NASA/THE REGISTER/NASA/WORLD NEWS LIVE 4 YOU)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:37

05
Set 16

New Horizons e Quaoar

 

A NASA surpreende-nos mais uma vez com a divulgação de mais uma imagem oriunda da sonda NEW HORIZONS, agora que ultrapassado o planeta-anão PLUTÃO (um dos objetivos da missão) a mesma se embrenha cada vez mais no interior da região do espaço onde se localiza o Cinturão de KUIPER (o outro objetivo da missão): estendendo-se este para lá do último planeta do Sistema Solar (NETUNO) numa região distando entre 30/50 UA de distância do SOL – e a caminho dos limites da NUVEM de OORT.

 

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Registo das câmaras da sonda New Horizons

Acompanhando a órbita de um planeta localizado no interior do Cinturão de Kuiper

O planeta Quaoar com metade do tamanho de Plutão

(assinalado com um círculo a vermelho)

PIA 21024

 

Dirigindo-se agora e após a passagem no seu ponto de maior aproximação ao planeta-anão PLUTÃO (verificada há mais de um ano) para um novo objeto integrando o CINTURÃO de KUIPER: o KBO denominado 2014 MU69. Encontrando desde já na vizinhança do seu caminho (em direção a este KBO/KUIPER BELT OBJECT) um outro planeta com aproximadamente metade do tamanho de Plutão e distando mais de 6 biliões de Km do SOL. De nome QUAOAR e na imagem circulando a mais de 2 biliões de Km da sonda NEW HORIZONS.

 

Mantendo-o o mistério destes corpos localizados bem para lá da órbita de NETUNO, uns mundos provavelmente frios e desérticos mas onde certamente existirá Água (talvez vida) – ao contrário dos mundos recentemente descobertos e ditos potencialmente habitáveis e que, entre condições ambientais incompatíveis como presenças de intensas forças eletromagnéticas e radiações exteriores extremas, não dará qualquer tipo de hipótese à sobrevivência do Homem. Só mesmo um louco pensaria o contrário, acreditando na ilusão.

 

Dawn e Ceres

 

Quanto à outra missão da NASA tendo agora como protagonista a sonda espacial DAWN (e cujo objetivo era o estudo dos protoplanetas VESTA/d = 500Km e CERES/d = 1.000Km) a imagem reporta-se à solitária montanha de AHUNA MONS localizada no planeta-anão Ceres numa perspetiva lateral simulada (ampliada 2X) de modo a se obter uma melhor noção da amplitude topográfica do seu relevo. Tendo como grande vantagem no estudo comparativo com o outro planeta-anão bastante conhecido (Plutão/d = 2.400Km mencionado anteriormente como sendo um dos objetivos da missão da sonda New Horizons) localizar-se muito mais perto da Terra em plena Cintura de Asteroides (a 2,5/3,0 UA do Sol numa região do Sistema Solar situada entre as órbitas de Marte e de Vénus).

 

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Registo das câmaras da sonda Dawn

Numa imagem parcialmente simulada/ampliada de Ceres

A montanha gelada Athuna Mons em plena Cintura de Asteroides

(como que irrompendo pela superfície do planeta-anão)

PIA 20915

 

Um protótipo de planeta localizado a menos de 450 milhões de Km do SOL (mais de 1.000X a distância Terra/Lua), orbitando-o num período temporal muito próximo dos 4 anos e movimentando-se numa região do Espaço juncada por um número incontável de maiores ou menores objetos bem diferenciados e dispersos, talvez originados num passado já bastante longínquo num outro planeta entretanto destruído e desparecido (ordenando-o a partir do Sol o 5.ºplaneta do Sistema Solar).

 

Em mais esta imagem da NASA mostrando-os um corpo celeste que poderia muito bem passar por uma lua de um outro planeta qualquer (a nossa Lua tem um d = 2X d Ceres), mas que ao contrário de outras ainda apresenta vestígios de atividade geológica bastante intensa e recente, como o próprio monte Athuna Mons o comprova (ao mesmo tempo que nos surpreende e maravilha): com esta montanha certamente de origem vulcânica a expulsar para o exterior (e oriunda do interior do planeta-anão) grandes massas de material vulcânico não idênticas às da Terra (como por exemplo os silicatos) mas outros materiais em que o protagonista seria a ÁGUA. Sugerindo-nos uma outra imagem (no passado real) de um enorme volume de água sujeito no interior do planeta a elevadíssimas pressões (ao ser lançado para o meio ambiente exterior), atravessando o interior e a superfície de Ceres e aparecendo no final aos nossos olhos como um geiser gigante essencialmente constituído por água e outros materiais aglomerados – num espetáculo que deixaria qualquer terrestre de boca aberta e de olhos esbugalhados, não só por se encontrar num deserto (neste caso agora gelado) como pela enormíssima quantidade desse líquido disponível. Aqui (PIA 20915) talvez expressando a sua última erupção (de água) e o seu imediato congelamento – de momento numa fase de inatividade vulcânica nesta região de Ceres (e num resultado nunca visto no Sistema Solar).

 

Num mundo que poderá ainda possuir uma ténue atmosfera originada no passado (e ainda mantendo-se no presente) como natural consequência dos fenómenos de transferência de grandes volumes de água (H2O) a elevadíssimas pressões entre o seu interior e exterior: “While Ahuna Mons may have erupted liquid water in the past, Dawn has detected water in the present, Exposed water-ice is rare on Ceres, but the low density of Ceres, the impact-generated flows and the very existence of Ahuna Mons suggest that Ceres' crust does contain a significant component of water-ice.” (nasa.gov)

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:01

01
Set 15

A viagem da sonda New Horizons continua

 

Se olharmos do exterior em direção à VIA LÁCTEA verificaremos a existência numa das suas extremidades de um pequeno sistema planetário a que chamamos SISTEMA SOLAR. Tendo no seu centro a sua estrela de referência o SOL, um pouco mais afastado o único planeta habitado a TERRA, ainda dois filtros intermédios de proteção (as duas cinturas) e na sua fronteira a NUVEM de OORT.

 

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Neste momento a New Horizons movimenta-se já no interior da Cintura de Kuiper
(desde que ultrapassou a órbita de Neptuno)

 

Continuando a sua longa travessia do Sistema Solar iniciada em 19 de Janeiro de 2006 em Cabo Canaveral (há 3511 dias atrás), a sonda norte-americana NEW HORIZONS (e já depois da sua passagem pelo planeta anão PLUTÃO há 49 dias) encaminha-se agora para a CINTURA DE KUIPER.

 

Tendo (para já) como destino um pequeno corpo celeste aí situado e descoberto há pouco mais de um ano pelo telescópio espacial HUBBLE: o objeto 2014 MU69 com pouco mais de 30km de dimensão (situado a 42/47 UA do Sol). Uma pequena rocha gelada tendo na sua composição entre outros elementos ÁGUA.

 

Atualmente a sonda da NASA viaja a uma velocidade aproximada de 14km/s (relativamente a Plutão), encontrando-se já a cerca de 60 milhões de quilómetros do referido planeta (e a quase 33 UA da Terra). No mínimo 10 UA de viagem (e se viajássemos à velocidade da luz pouco mais de 80 minutos – ou quase 14 anos à velocidade do som).

 

(1 UA ≈ 150.000.000Km)

 

A chegada da sonda a 2014 MU69 está prevista para o início de 2019, após mais de 1,6 biliões de quilómetros percorridos desde Plutão e já bem no interior da Cintura de Kuiper: uma região do Sistema Solar situada para além da órbita de NEPTUNO, estendendo-se até aos seus limites (do sistema) e contendo mais de 10.000 objetos.

 

(imagem: redliontrader.com/nasa)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:07

18
Jul 15


JÁ FORAM!


“A sonda NEW HORIZONS viaja agora a uma velocidade perto dos 14km/s encontrando-se já a 5 milhões de quilómetros de Plutão.”

 

pluto-and-charon-01.jpg

As duas maiores estrelas – Plutão e Charon

 

Lançada a 19 de Janeiro de 2006 de CABO CANAVERAL por um foguetão ATLAS V-551, a sonda norte-americana NEW HORIZONS na sua trajectória em direcção à longínqua CINTURA DE KUIPER (onde pretende visitar mais um ou outro mundo gelado), passou no passado dia 14 de Julho de 2015 no ponto da sua trajectória mais perto do planeta (anão) PLUTÃO. Nesse dia após nove anos e meio de viagem iniciada no planeta TERRA (localizado a 5 biliões de quilómetros de distância) a sonda passou a cerca de 12.000km da superfície de Plutão a uma velocidade vertiginosa de quase 14km/s. Durante este período restrito entre o atingir do ponto de maior aproximação a Plutão e a continuação da sua viagem rumo a outros objectivos desconhecidos e mais distantes (situados na Cintura de Kuiper), as câmaras da sonda da NASA registaram imagens de Plutão (e das suas luas particularmente a maior delas CHARON) com boa definição e proximidade, o que terá permitirá a partir de agora uma análise e estudo mais aprofundado deste misterioso corpo celeste. Um mundo surpreendentemente jovem, com actividade geológica, água e atmosfera. No entanto foram ainda escassas as imagens fornecidas pela NASA deste sobrevoo de Plutão, continuando nós à espera de outras novidades surpreendentes sobre mais este planeta gelado, pelo menos idênticas (em surpresas) ao do seu irmão o planeta anão CERES. Entretanto e na prossecução da sua missão interplanetária através do SISTEMA SOLAR, a sonda da NASA já se encontra bem longe de Plutão, a cerca de 5 milhões de quilómetros de distância do Encontro Histórico com Plutão (caminhando agora em direcção de 2014 MU69 e 2014 PN70).

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:03

17
Jul 15

Enquanto a NEW HORIZONS não actua (a artista principal)

a NASA serve-se de um duplo (a sonda CASSINI-HUYGENS).

 

Três dias após o seu encontro com PLUTÃO (terça-feira dia 14) continuamos sem poder observar as prometidas imagens desta missão da NASA (ontem mesmo prometidas para hoje dia 17), recentemente enviadas para a TERRA pela sonda NEW HORIZONS. O que até nos leva a pensar que a agência espacial norte-americana poderá ter descoberto algo de extraordinário em Plutão (ou no seu sistema de luas), encontrando-se de momento a digerir as informações recebidas para as mostrar na hora certa (e com impacto comunicacional): momento de que a NASA tanto necessita e cada vez com maior urgência (como de pão para a boca), agora que a mesma se limita a enviar DRONES telecomandados de um qualquer edifício de escritórios em direcção ao Espaço (e que até os militares a querem despachar, criando a sua agência espacial). De descobertas e para já só mesmo H₂O.

 

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O ponto do meio é Plutão
(utilizando as câmaras da sonda Cassini a 4 biliões de quilómetros de distância)

 

E já depois de termos recebido imagens sem grande definição de Plutão e de Charon (registadas ainda antes do encontro), de posteriormente as terem ressuscitado com novas cores falsas para se tornarem mais bonitas e expressivas e até de nos terem presenteado com uma imagem extra de HYDRA (uma outra das cinco luas de Plutão aqui apresentada ao mundo como um conjunto de quadrados mais claros ou escuros de baixa resolução), eis que para nos brindar e simultaneamente tendo uma ideia genial de comunicação e de propaganda (à falta de imagens fornecidas pela artista principal a sonda NEW HORIZONS) nos surge uma imagem de Plutão como se fosse visto de SATURNO. Inicialmente ainda pensei que a imagem tivesse a Terra como ponto de referência, mas rapidamente percebi que a sonda que estava mais à mão na altura e que poderia ser desviada mais facilmente para esta função de marketing e de substituição (temporária), seria a sonda CASSINI-HUYGENS actualmente pelos lados de Saturno.

 

E assim passaremos mais um dia de VERÃO à espera de PLUTÃO.

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:52

14
Jul 15

Antes das duas da madrugada de quarta-feira (amanhã) a NASA começará a receber as mais próximas e nítidas imagens alguma vez obtidas do misterioso planeta PLUTÃO.

 

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Plutão a 13 de Julho

 

Vista parcial de PLUTÃO (imagem da passada segunda-feira) quando a sonda NEW HORIZONS se encontrava ainda a mais de 700.000km de distância do planeta anão. Tendo atingido entretanto o seu ponto de maior aproximação a Plutão (o que aconteceu hoje a pouco mais de 12.000km da superfície do planeta), aguarda-se agora na TERRA a chegada das primeiras imagens deste extraordinário acontecimento (previstas para dentro de pouco mais de nove horas).

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:53

14 de Julho de 2015
“Finalmente Plutão, o Décimo Planeta do Sistema Solar!”
(como aprendi na minha escola primária)

 

No preciso momento em que a sonda NEW HORIZONS se encontra a pouco mais de 570.000km do seu ponto de trajectória mais próximo de PLUTÃO (faltam pouco mais de 11 horas para lá chegar) e viajando a uma velocidade perto dos 14km/s, os cientistas que acompanham esta missão de mais um DRONE telecomandado da NASA (convencidos depois da conquista da LUA, que os humanos terão sempre problemas ao atravessarem o Cinturão radioactivo de VAN ALLEN), descobriram que o planeta é na realidade maior do que o previsto e que poderá conter ainda mais água do que antes imaginado.

 

new-horizons-size-pluto-charon.jpgCharon e Plutão

(comparação de tamanhos)

 

Já hoje (dia 14) pouco antes das 13 horas portuguesas a sonda da NASA atingirá Plutão, pondo fim a mais de 3.462 dias de viagem e a biliões de quilómetros percorridos. Esperamos que a NASA nos recompense da nossa perseverança e dedicação revelada ao longo destes últimos anos e em homenagem à propalada excelência de resolução das suas câmaras a bordo da NEW HORIZONS, nos proporcione belas e espectaculares imagens de PLUTÃO e das suas cinco luas. Com o seu próximo objectivo a ser o CINTURÃO de KUIPER (e a procura de outros corpos celestes que nos ajudem a compreender melhor a História do nosso Universo).

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:03

13
Jul 15

TERÇA-FEIRA A TERRA CHEGA A PLUTÃO

 

Na sua longa viagem a caminho do planeta anão PLUTÃO a sonda NEW HORIZONS envia-nos agora uma imagem de uma das suas luas CHARON: uma dos cinco do planeta, a maior delas e por sinal apresentando metade do seu tamanho (ou seja sendo bastante grande).

 

071215_Charon_Alone.jpg

CHARON a 11 de Julho de 2015

 

Uma imagem de CHARON que levou de imediato os cientistas a afirmar que a superfície desta grande lua (comparativamente com a dimensão do planeta) revelava um corpo celeste cheio de crateras (como a maior bem visível nas proximidades do pólo sul e com cerca de 100km de comprimento) e grandes abismos (como o localizado à direita na imagem, maior e mais profundo que o Grand Canyon na Terra).

 

A cratera terá sido originada através do impacto de um pequeno corpo celeste sobre a superfície provavelmente gelada de CHARON (num passado recente da lua e em termos geológicos), o que justificará a parte mais brilhante da superfície em torno da zona de colisão; com a zona escura central a ser justificada pelo menor poder de reflexão dos cristais produzidos após o choque brutal.

 

Contribuindo para adensar ainda mais todo o mistério envolvendo PLUTÃO e todo o seu sistema planetário (no mínimo com cinco luas conhecidas), a grande região escura situada no pólo norte.

 

No dia 14 de Julho deste mês a sonda NEW HORIZONS atingirá finalmente o seu ponto mais próximo do planeta PLUTÃO, após uma viagem de mais de 9 anos iniciada no planeta TERRA (a cerca de dia e meio de distância da sua chegada, encontra-se a pouco mais de 1,7 milhões de quilómetros de Plutão). Partindo de seguida em direcção da CINTURA de KUIPER e dos limites desconhecidos do nosso Sistema Solar.

 

(dados e imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:44

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