Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

24
Set 16

“Todos os anos mais ou menos por esta altura e quase que perdida a Esperança (ainda-por-cima mais uma vez) os reformados da Terra e os seus fieis seguidores (pois com o andar dos ponteiros do relógio chegará a sua altura) procuram no Espaço exterior e no Universo Infinito o seu caminho para a Vida e a sua solução para a Morte.”

 

Com as persistentes e ininterruptas menções (e orientações) diariamente adicionadas nas intrincadas e por vezes obscuras redes de comunicação Global (agora disponibilizadas pela WEB) – de certos temas no mínimo bizarros neste caso particular tendo como tema a existência de pelo menos mais um planeta principal pertencendo ao nosso Sistema Solar – torna-se cada vez mais evidente por mais que se queira afunilar o tema (da existência de outros planetas), que o nosso conjunto planetário até pela definição de limite (uma mera abstração) poderá ser mais extenso do que o antes afirmado: apoiando-se em imagens reais mas de interpretação duvidosa para se afirmar perentoriamente a existência de um outro planeta (agora não sendo o X por despromoção de Plutão mas transformando-se no IX numa nova adaptação) numa órbita mais longa e muito mais distante.

 

Festa do Fim-do-Mundo

Este ano com Nibiru

 

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SOHO – LASCO C3

14-02.2016 – 01:42

 

“Neste ano de 2016 marcado pelas Presidenciais Norte-Americanas, com o tema recorrente e existencialmente necessário do Fim-do-Mundo Apocalíptico (até para nos desintoxicarmos do nosso miserável quotidiano, aventurando-nos numa outra forma de realidade o imaginário) a ser personificado por um corpo celeste capaz de nos destruir.”

 

O que em princípio seria uma tese de fácil aceitação não fossem as interpretações tão divergentes e até mesmo inaceitáveis (mesmo para qualquer leigo minimamente informado): indo desde um corpo celeste circulando em torno do Sol com um período orbital de milhares de anos (de mais de 3 a menos de 40) e movimentando-se para lá da órbita de Neptuno (apoiando-se em escritos de astrónomos sumérios), até ao cenário absurdo por coexistência impraticável de um corpo monstruoso colocado entre o Sol e a Terra. Só possível de existir na mente perturbada dos teóricos da conspiração (transformando um erro num facto e originando o Apocalipse) capazes de ver mais além mas numa visão distorcida (ou de outra realidade): neste Verão de 2016 e à falta de melhor tornada a primeira referência para o próximo Fim-do-Mundo. Num Evento anual de catarse emocional.

 

[Existem textos específicos sobre o Sistema Solar e o movimento dos planetas em torno do Sol, na sua ordem correta. Os Sumérios consideravam o Sistema Solar um conjunto de 12 planetas, contando o Sol e a Lua. O décimo planeta era chamado por eles de Nibiru, um planeta além de Plutão com uma orbita muito extensa. (wikipedia.org)]

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:30

24
Jan 15

Na passagem do penúltimo fim-de-semana do mês de Janeiro de 2015 – e enquanto português cambaleante assaltado por extremas contradições (a Europa prometia-nos ajuda e imediatamente Portugal avisava-nos da próxima subida dos preços dos combustíveis) – resolvi dedicar-me mais uma vez às notícias vindas do Espaço. Ainda fui dar uma vista de olhos à transmissão em directo realizada diariamente pela NASA a partir da ISS, mas mais uma vez as imagens fornecidas eram desinteressantes. Por tabela e curiosidade fui ter a algumas ligações contendo notícias envolvendo a NASA e a possível existência de outros planetas solares além dos até hoje conhecidos e daí até chegar ao Planeta X foi só um instante. E então surgiram nomes associados senão mesmo semelhantes como Nibiru, Hercolubus, Nemesis e tantos outros corpos celestes misteriosos (reais ou imaginários), que logo me transportaram pela magia da fantasia que me induziam, para outros mundos alternativos e susceptíveis ao aparecimento de cenários inovadores.

 

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02/01/2015, 5:45, Volta Redonda, RJ

 

Bioastronomia e o Planeta Nibiru

 

ENTREVISTA CEDIDA À LILÁS ALBA, JORNALISTA DE RIO CLARO, SP.
(Mirabel Krause – 13.01.2015 – mirabelkrause.com.br – texto parcial)

 

Luciano Aguiar de Matos Rocha

 

Astrônomo amador e membro de um grupo de outros sete astrônomos amadores do Rio de Janeiro, que entre outras pesquisas, estudam e acompanham as movimentações do planeta Marduk/Nibiru. Luciano Rocha é oficial aspirante do exército brasileiro, e fora de sua rotina no hospital do exército, ministra palestras sobre astrofísica em escolas e outras instituições. Acadêmico de Biologia pela UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro/CEDERJ e Física pela UNITAU – Universidade de Taubaté de SP.

 

Lilás Alba: O que é Nêmesis? Características.
Luciano Rocha: Nêmesis, dentro da astronomia teórica, seria uma provável estrela companheira do Sol, fazendo do sistema Solar um sistema binário de estrelas. Apesar de ainda não ser observada diretamente, Nêmesis é uma estrela escura e pequena, talvez uma Anã vermelha com uma órbita dezenas, centenas ou até milhares de vezes mais distante que a de Plutão (estrela binária é um sistema com dois sóis). Acredita-se que sua órbita ao redor do Sol dure algo em torno de 26 milhões de anos e que em determinado momento a estrela atravesse a Nuvem de Oort, arremessando bilhões de asteroides e cometas para todos os lados, muitos dos quais acabam vindo para o sistema solar e atingindo a Terra, causando assim grandes extinções da vida no planeta, como por exemplo, a extinção do período Cretáceo que ocorreu há 65 milhões de anos, considerando a hipótese de Nêmesis ter no mínimo de três a cinco vezes massas de Júpiter. Em ambos os casos, é praticamente indetectável no visível, mas muito brilhante no infravermelho. As características são bem indefinidas ainda, sabe-se que por fotos do satélite Wise da NASA, que por se apresentar muito pequeno, está muito longe e é muito lento (novas evidências estão sendo pesquisadas e investigadas).

 

Lilás Alba: Qual a localização agora, em janeiro de 2015?
Luciano Rocha: A localização do Planeta X, através de revisão de cálculos astrofísicos e matemáticos orbitais, considerando que o astro é treze vezes maior que Júpiter, 1,5 mil vezes mais distante do Sol do que da Terra, está interferindo em órbitas do cinturão de Kuiper, logo conclui-se que o Planeta X está no espaço interestelar há 2,5 anos-luz da Nuvem de Oort, 4,2 anos-luz do nosso Sol. (Dados obtidos por cálculos astrofísicos de astrônomos do Mundo, pela União Astronômica Internacional – U A I).

 

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17/09/2013 – 6:30 – Blumenau, SC

 

Lilás Alba: Se tornará visível? Como, quando?
Luciano Rocha: Sim, o Planeta X se tornará visível aos olhos do mundo inteiro, mas ainda não tem previsão de cálculos para estabelecer uma data provável. Sabe-se, que por cálculos astrofísicos, será visível por meados de 2017 (informação obtida por cálculos astrofísicos de astrônomos do mundo, pela União Astronômica Internacional – U A I). Em relação a como aparecerá, ao lado do Sol tendendo a se afastar a cada ciclo de sua translação com a magnitude aparente de -25,56 (nosso Sol possui magnitude de -25,74). Assim como vemos nas fotos, porém maior, tal quanto o Sol.

 

Lilás Alba: O que a ciência fala sobre isso?
Luciano Rocha: A Ciência fala de um imenso objeto celeste que se aproxima do nosso sistema solar em uma órbita excêntrica, via polo sul. Um objeto grande e inusitado entrando no sistema solar a caminho de seu interior. O Hubble ou algum outro “pássaro” (pássaro que me refiro são os satélites Norte americanos assim apelidados pela NASA) do governo dos EUA no espaço profundo provavelmente tenha tomado e registrado isso em imagens. Meu palpite é muito forte. A ciência atualmente afirma que tem a confirmação que a nós faltava durante anos: a instalação do novo telescópio, o South Pole Telescope (SPT). Muito mais poderoso e capaz de sobreviver a nave espacial IRAS 1983 e ao Telescópio Espacial Hubble juntos. Este observatório foi criado para acompanhar a chegada do novo astro já conhecido e chamado por vários nomes diferentes (Hercólubus, Planeta X, Absinto, NIBIRU, Brown Dwarf Star, etc…) mas que parece ser uma estrela Anã marrom que está se aproximando da Terra vindo da direção dos prístinos céus da Antártida, pelo polo Sul. Isto a ciência já comprovou.

 

Lilás Alba: Existe previsão de aproximação máxima?
Luciano Rocha: Sim. Segundos cálculos que foram feitos com margem de erro de 2% para mais ou para menos. Com periélio de 2,850 AU (1 AU = 150 milhões de km) afélio de 475, 000 U, está em 2015 doze vezes a distância de Plutão e o Sol. Planeta X orbita a maior parte no espaço interestelar próximo a nuvem de Oort. Segundo cálculos astronômicos para 2016 a distância do Planeta X ao Sol será de 11 AU. (Dados obtidos por cálculos astrofísicos de astrônomos do mundo, pela União Astronômica Internacional – U A I).

 

(texto: Crónicas de Outro Mundo – imagem: Luciano Rocha e Deisy Lara Ehmke)

 

O Mundo no qual actualmente vivemos é uma construção programada. Desde a nossa formação que somos condicionados a critérios apertados de disseminação, nunca demonstrando sermos capazes de fabricar qualquer tipo de alternativas prevalecentes. Aceitamos ser cobaias de uma experiência (talvez mesmo simulada), deixando-nos levar sem resistência (pela força corrente) sem sequer nos tentarmos agarrar. Assumindo com toda a naturalidade um conjunto elaborado de esquemas (pela banalização do espectáculo), sem mesmo querermos saber para o que servem. Deste modo não é de admirar que a vida da espécie humana se limite a uma repetição de gestos e de atitudes inúteis, que inevitavelmente só poderão terminar no nosso definhamento e extinção. Só um protótipo primitivo de máquina ou de ser biológico tomaria a afirmação do seu antecessor cronológico como verdadeira e definitiva (negando o Espaço e o Infinito), não conseguindo vislumbrar que para além dos factos percepcionados se esconde apenas um pouco de realidade: a restante deveria ser nossa.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:35
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09
Dez 13

Não é de espantar que um acontecimento do século mesmo que não se tenha confirmado continue no entanto a suscitar ainda muitas dúvidas: será que desapareceu de vez ou será que ainda nos poderá dizer algo?

 

Após a passagem e desintegração do cometa ISON na sua trajectória em direcção ao Sol e após ultrapassar o seu periélio – desintegração essa que se poderá ter dado mesmo antes do cometa atingir o seu ponto mais próximo do Sol registado em 28/11 – a nossa estrela continua em plena e normal actividade de acordo com o ciclo solar que atravessa: previsivelmente no seu momento de maior actividade e perto da mudança dos seus pólos magnéticos.


Vénus e Sol – Cor2-A – 6 Dezembro

 

A esperada passagem do cometa ISON nas proximidades do nosso planeta prevista para os finais deste ano – poderia ser visível a olho nu durante o mês de Dezembro, após a passagem pelo seu periélio nos finais de Novembro – deixou todo o mundo científico, astronómico e restantes entusiastas e curiosos, na expectativa de poderem estar prestes a presenciar um acontecimento raro de se assistir ao longo de uma vida: a passagem dum cometa perto de nós e sendo visível utilizando apenas os nossos olhos, com todos os efeitos visuais únicos e fantásticos que tal fenómeno poderia proporcionar.


Terra e Sol – HI1-A – 6 Dezembro

 

E então quando a NASA começou a falar sobre o cometa transformando-o no mais que provável Cometa do Século, a expectativa geral disparou explodindo (curiosamente tal como acabou por acontecer com o cometa) em todas as direcções, acabando todo o mundo por se virar para esta cometa em particular – mesmo que outros se aproximassem de nós e do Sol pela mesma altura, como foi o caso do cometa ENCKE, isto para já não falar dos asteróides.


Nada de cometa Ison – Bruce Gary – 8 Dezembro

 

No entanto e tal como Ignacio Ferrín afirmara há já vários meses atrás – através da análise da evolução de ISON e da sua posterior comparação com outros cometas com comportamentos semelhantes – este acabaria por se desintegrar e desaparecer completamente, para grande tristeza de todos aqueles que já o esperavam há algumas semanas ou mesmo meses. Mas como a esperança é a última coisa a morrer muitos cientistas, astrónomos e curiosos ainda tentam fazer um derradeiro esforço para confirmar se este morreu mesmo de vez ou se alguma parte dele ainda anda por aí.

 

Poderemos considerar o aparecimento de ISON apenas como um prenúncio para algo de diferente?


Manter a atenção em Ison ou dar a vez a Nibiru

 

Para finalizar e mais uma vez a presença dos adeptos da conspiração, dos grandes eventos catastróficos, do fim do mundo: como o Cometa do Século ISON provavelmente não contribuirá mais para esta campanha de construção de mais uma elaborada teoria conspirativa envolvendo os EUA, a NASA, os extraterrestres, sociedades secretas, enormes naves espaciais e até corpos celestes nunca vistos antes – apesar de no caso que se segue aparecer aparentemente registado e previsto em textos muito antigos e ter sido inicialmente aceite pela NASA no decorrer dos anos 70/80 como o possível décimo planeta – eis que surgem novas imagens dum corpo estranho e de grandes dimensões circulando nas proximidades do Sol, que segundo os seus comentadores poderá vir a provocar alterações dramáticas senão mesmo fatais para o nosso planeta.


Planeta X ou Nibiru – uma brown dwarf irmã do Sol

 

Esse seria o tal décimo planeta anunciado pela NASA no século passado, também conhecido por Nibiru: a imagem anterior seria portanto a original, registada antes de ser posteriormente tratada pelos responsáveis de edição, mas agora limpa de incorrecções – o que realidade acontece se consultarmos o SECCHI, onde não aparece o tal objecto desconhecido à esquerda da imagem. E o SOHO não contribui ainda em nada para desanuviar a cabeça de todos nós, ao estar neste momento e inexplicavelmente fora de serviço.

 

O que acontecerá a seguir? Provavelmente nada e como tal uma boa altura para observarmos à noite com toda a tranquilidade o céu estrelado e imaginarmos o Universo Infinito – como as histórias.

 

(imagens – secchi.nrl.navy.mil/spaceweather.com/ufosonline.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:32

04
Nov 11

Introdução

 

 

“Num mundo em que nos transformamos em meros objectos não catalogáveis, numa imensidão de seres sobrepondo-se sem regras, à superfície da Terra e em que chegamos ao cúmulo de nos renegarmos, perguntando-nos a nós próprios a razão e utilidade da nossa existência, o povo com as palas bem apertadas, só vê um caminho para se livrar da sua ignorância e perdição: esmagados pela hipocrisia financeira e pelos seus capatazes, desrespeitados como se fossemos matéria-prima contabilística, só nos restam as teorias conspirativas para com esperança, podermos ver, nem que seja em sonhos, um novo futuro para a humanidade – pelo menos os sonhos ainda são livres, pelo menos de acontecer. O problema é que a história gosta de se repetir, escrita pelos repetidores de muitas histórias, desde sempre normalizadas, ética e moralmente – e assim se destrói a memória e a cultura!”

 

 

“O Leão comeu a zebra diante dos olhos amedrontados e fixos das crianças – algumas choravam, outras tinham constantes convulsões e as mais desenrascadas, fugiam sem querer ver, o que ficava para trás. Tudo isto era normal, dentro das regras da ética, da moral e da hierarquia civilizacional.

Então veio outra zebra e comeu o Leão – aí as crianças ficaram confusas e correndo a gritar, fugiram para os braços dos pais. Estes, desesperados engoliram-nas, para mera protecção dos seus filhos e sem pensar, foram pedir explicações à dita zebra, que lhes deu um coice e os atirou para os dentes de outro leão. Que não se fazendo rogado comeu e agradeceu.E depois veio o pintor.”

 

Text

 

Eris/Nibiru

 

Ancient Indian religious texts are filled with stories of flying vehicles battling in the sky with unimaginable weapons that could level the land and decimate entire armies, causing crowds of warriors with steeds and elephants to be carried away as if they were the dry leaves of tress.

 

 

One crazy theory on 2012 introduces the idea of our sun having a twin star that has long ago died and shrunk to the size of a planet (a Brown Dwarf). When a star does this, it maintains it’s mass but the size changes. Resulting in a planet sized object with the same gravitational pull as a massive star (astronomers believe this is how black holes are created, but a much larger star would be needed for that to occur). The theory that our solar system was once a binary system is something that today’s scientists are starting to entertain.

 

 

So the wacky 2012 theory I’m proposing is that the Sun’s dead twin has held an elliptical orbit that takes thousands of years to complete. And that the next time the dead twin is due back in the vicinity of Earth coincides with the End of Times Date in 2012. The name of this planet is Nibiru (from ancient Sumerian text) and with it’s arrival comes the return of the Annunaki (the original creators of the human race). But let’s leave that part of the story alone and just imagine the consequences of a planetary object being introduced into our inner solar system, and one with the gravitational pull equal to that of the sun. Maybe the gravitational pull would be enough to cause Earth’s magnetic poles to switch? Maybe enough to cause the Earth’s virtual poles to shift?

 

 

And yet another side-step… the Earth’s magnetic poles are predicted to shift sometime in the next thousand or so years, but no one is so sure when this is to happen or how long it takes. But what is happening is that the magnetic poles are shifting, and are shifting faster on a daily basis. Could we not be experiencing the shift right now? And if we are, could the magnetic pole shift cause a shift in the Earth internally? I mean, the Earth’s core is made of iron and all (considering the effect of magnetism on metals)… And if something shifted internally, wouldn’t it affect the flow of magma and tension between tectonic plates?

 

(filteredmind.com & enchantedfolk.com & google.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:02

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