Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

15
Out 19

Humans Will Never Live on Another Planet, Nobel Laureate (Michel Mayor) Says

(livescience.com)

 

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Remetendo-nos à nossa minúscula dimensão − muito menor do que a de “um grão de areia– devendo-se perder a ilusão de alguma vez alcançar “Outros Mundos” e até “Outros Nossos Semelhantes– e assim devendo-se ficar pela Terra “Lar-Doce-Lar

 

Numa afirmação Misteriosa − de um dos galardoados com o Prémio Nobel da Física deste ano (de 2019) − ainda-por-cima tendo-o sido por “ter descoberto o primeiro planeta a orbitar uma estrela como a nossa, o Sol– não só por nem sequer conseguirmos manter o nosso (planeta, a Terra) – e desse modo como poderíamos colonizar outros, mesmo que próximos? (como Marte) – e porque a distância também se torna uma impossibilidade (de ultrapassar para os Humanos): limitada no seu cumprimento pelo Tempo, excluindo desde logo os EXOPLANETAS (motivo de estudo do próprio laureado).

 

"If we are talking about exoplanets, things should be clear: We will not migrate there."

(Michel Mayor)

 

Convidando-nos a tratar da Terra (desta, a única) e ficar por cá tendo fé (no sedentarismo geocêntrico) em mais uns milhões de anos − de evolução (e de inovação tecnológica revolucionária) − com a Terra ainda intacta e o Homem (apesar de estático) ainda presente. Sem Dinâmica e Expansão (no mínimo contraditório, estranho)?

 

"So that's where we stand, firmly on the Earth,

and unlikely to change for a very, very long time."

"We must take care of our planet,

it is very beautiful and still absolutely livable."

(Michel Mayor)

 

[Artigo: LIVESCIENCE − Humans Will Never Live on Another Planet, Nobel Laureate Says. Here's Why Yasemin Saplakoglu livescience.com/will-we-ever-live-exoplanet.html]

 

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De alguma forma negando-nos Mundos como TRAPPIST-1 (a uns 40 anos-luz da Terra) e KEPLER-16b (a uns 200 anos-luz da Terra), proporcionando-nos uma beleza noturna nunca vista ou um descanso relaxante sob a presença de dois Sóis

 

[Um forte Golpe na Teoria (pelos vistos talvez mais uma “Crença”, nestes tempos tornada inviolável por algum tipo de necessidade ou obrigação – pontual e de funcionamento do sistema − sendo assumida “pedagogicamente” por um “Iluminado”) de que “Não Estaremos Sós no Universo”, não só por nos ser comunicada por um erudito e especialista (dedicado, até pela atribuição do Nobel) na área (do estudo dos planetas exteriores ao nosso Sistema Solar − extrassolares, exo-planetas − tendo como referência uma determinada estrela, aqui o Sol), como pela sua (quase − aqui ou ali dando alguma hipótese, caso se verifique uma extraordinária Evolução Científica na conquista do “Espaço ao Tempo” deformando-o/encurtando-o) perentória afirmação de que “jamais habitaríamos outro planeta, traduzindo-se não só numa impossibilidade (nossa, do HOMEM) – de Viajarmos a grandes distâncias, dado o nosso conhecido limite de tempo − como numa confirmação de não existência (deles): jamais nos contactando, jamais nos querendo ver, provavelmente nem existindo, os Extraterrestres (do Espaço). E assim e pelos vistos estando todos nós condenados (no passado/presente/futuro) a continuarmos sós (ou então vivendo estes em charcos isolados como nós). Face à conjugação fatal da “Morte e da Solidão”, podendo-nos conduzir à Loucura e antecipadamente a uma (outra) atitude, alterada e Suicidária (levando-nos à Extinção).]

 

(de artigo e imagem: livescience.com/Shutterstock − imagens: exoplanets.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:41

29
Ago 14

No dia 12 de Dezembro de 2012 foi atribuída à União Europeia o prémio Nobel da Paz. A razão? Preservar a Paz na Europa!

 

Execution Headclamp of the Black Death

 

O problema é que passado pouco mais de um ano o continente europeu viu-se perante a Guerra Civil na Ucrânia.

 

Então qual tem sido o papel desempenhado pela União Europeia na resolução deste preocupante problema, até para assim poder confirmar posteriormente a justeza do prémio anteriormente atribuído?

 

De facto pior que nulo mais correctamente de sinal negativo: subalternizando-se completamente ao poder económico e esmagador do dólar a Europa política e financeira perante a falta de liderança da Alemanha, deixou-se levar pelos interesses dos Estados Unidos da América e pela única estrutura que ainda lhes interessa e como consequência domina a NATO.

 

Assim e mais uma vez as armas impuseram a sua poderosa e mortal voz na Europa – a última acontecera com o decorrer do processo de desagregação da Jugoslávia, contando também com a preciosa colaboração da Alemanha – contando agora nesta longa-metragem com a presença no elenco principal de países como a Ucrânia (a vítima), a Rússia, os EUA e os seus aliados (os predadores).

 

Outro local do mapa global onde um recente conflito já provocou mais de 2.000 mortos. Além dos milhares de feridos e indivíduos social e psicologicamente afectados, infra-estruturas destruídas e sem capacidade de fornecimento de qualquer tipo de serviços básicos, para além da tragédia das centenas de milhares de deslocados e refugiados, os Novos Sem Terra da Europa.

 

Felizmente que a Chanceler alemã Angela Merkel parece querer retomar o seu papel de Poliedro Perfeito – após constatar o papel intervencionista (e indiferente aos desastres ambientais e humanos causadas) dos norte-americanos no conflito – tentando de uma forma progressiva e inteligente voltar novamente ao diálogo e às trocas comerciais com a maior potência europeia (a Rússia): a Alemanha sabe que um Poliedro só é Perfeito se todas as suas faces também o forem (ou pelo menos parecerem). Não sei é se os norte-americanos aceitam.

 

Quanto a nós os portugueses estamos condenados a uma regressão provavelmente sem retorno, desde que a Chanceler alemã abandonou o idealismo europeu do Poliedro Imperfeito – em que países pobres como Portugal (uma das imperfeições) ainda tinham uma palavra a dizer. Agora – como o afirmou Paulo Portas – somos apenas um Protectorado. Se calhar até é bom: obedecemos sem questionar e em troca dão-nos de comer!

 

(imagem – dota-trade.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:27

13
Dez 11

Prémio Nobel da Paz 2011

 

Um exemplo de como as “minorias” deste mundo – neste caso as Mulheres – conseguem enfrentar a forte opressão que ainda as marginaliza, conseguindo levar as suas duras, violentas e muitas vezes solitárias lutas, até ao fim e liderar sem vacilar e muitas vezes com perigo da sua própria vida, as batalhas pela paz e pela democracia dos seus povos.

 

Da esquerda para a direita:

 

Tawakul Karman – jornalista iemenita

Leymah Gbowee – activista liberiana

Ellen Johnson Sirleaf – Presidente da Libéria

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:56

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