Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

23
Mai 18

No início da passada semana foi notícia a hipótese levantada por alguns cientistas (astrónomos) de que o corpo celeste 2015 BP 519 (orbitando o Sol a uma distância média superior ao do planeta Neptuno, o planeta mais distante do Sistema Solar),

 

‒ Um planeta-anão de 400/700Km de diâmetro, orbitando o Sol a 35/825 UA de distância (mínima/máxima) e tendo um período orbital de aproximadamente 8912 anos

 

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Objeto 2015 BP 519 e Nono Planeta

(possíveis órbitas)

 

Poderia esconder atrás de si um outro objeto maior movimentando-se nas proximidades dos limites virtuais (regiões fronteiriças) do nosso Sistema Solar, sendo este o responsável entre outros aspetos pela excentricidade extrema do planeta-anão 2015 BP 519 (0.92) e pela sua inclinação (54⁰), no cumprimento da sua elipse.

 

Confirmando assim uma notícia anterior (de 2016), com outros dois cientistas (igualmente astrónomos) a declararem a existência de um outro objeto circulando bem para além da órbita de Plutão (localizado para além de Neptuno e anteriormente, antes de ser despromovido, considerado o planeta mais afastado do Sol), muito possivelmente um planeta gigante com uma massa umas 10X superior à da Terra:

 

Não o Planeta X (o misterioso e lendário planeta integrando o nosso Sistema muito falado mas nunca encontrado) quando Plutão ainda o era, mas o Nono Planeta (integrando o Sistema Solar e apesar da sua órbita extrema, rodeando em maior proximidade ou distância o Sol e os seus planetas e podendo no seu trajeto intersetar em tangente ou secante outras órbitas) despromovido o mesmo.

 

E deste modo relançando (para a ribalta e de novo) o nosso SISTEMA SOLAR,

 

‒ Considerado pequeno ou grande com muitos Segredos ainda por desvendar ‒

 

Inserindo-nos no Real (projetado) e confirmando o (nosso) Imaginário, apresentando-nos como proposta um Mundo-Irmão talvez do passado e de novo em aproximação (e como tal ‒ compreensão, prevenção e segurança ‒ necessitando análise e discussão).

 

Com o novo corpo celeste (o tal Planeta-Gigante afetando o Planeta-Anão) circulando atualmente para lá dos limites do nosso Sistema mas podendo ter a sua referência e centro na mesma estrela o SOL.

 

E falando do acompanhante ‒ o corpo celeste 2015 BP 519 ‒ e do protagonista ‒ o tal Planeta Misterioso ‒  deste cenário compartilhado ‒ extrassolar mas vizinho (e tendo ainda como hipótese, poder mesmo integrar o Sistema) ‒ aproveitando para refletir mais um pouco sobre esse planeta enigmático (recorrendo à nossa Imaginação como parte da Realidade) ‒ conhecido (entre outros nomes) por Nibiru, Planeta X, Nono Planeta ‒ atravessando e resistindo ao Tempo como se realmente existisse no Espaço.

 

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A Nuvem de Oort e o Sistema Solar

(comparação de distâncias)

 

Tendo em consideração que um corpo celeste como a Terra (um planeta) integrando o Sistema Solar (um Sistema Planetário tendo como referência o Sol) e circulando a apenas 1 UA de distância do Sol demora 1 ano a cumprir a sua órbita,

 

‒ Com um corpo do Cinturão de Asteroides (localizado entre as órbitas de Marte e de Júpiter) como Ceres (planeta-anão) e localizado a 2.8 UA de distância a demorar 4,6 anos a cumprir a sua órbita, com outro como Júpiter (o maior planeta do Sistema Solar) a 5.2 UA demorando 11.8 anos, com Plutão (planeta-anão) a 39.4UA a demorar 248 anos e com Eris (planeta-anão) a 97UA a demorar 557 anos ‒

 

Facilmente se chegando para objetos inseridos na Nuvem de Oort assim como para todos os outros localizados para além do seu limite (circulando periodicamente nessa região do Espaço ou atravessando-o acidentalmente),

 

‒ Entre 5.000UA/100.000UA de distância ‒

 

A uma estimativa aproximada (trajetória/órbita) de objetos circulando a tão incríveis distâncias ‒ recordando-se entre outros objetos tendo o seu berço (e rampa de lançamento) na Nuvem de Oort, cometas como o Hyakutake: em 1996 passando perto da Terra (a uns 15 milhões de Km) depois de uma viagem de cerca de 17.000 anos desde a longínqua Nuvem de Oort.

 

[Aproveitando para referir o trabalho do jovem astrónomo português Pedro Lacerda (juntamente com a especialista em língua anglo-saxónica a italiana Marilina Cesario) tendo como objeto da investigação o estudo de corpos celestes (viajantes) oriundos de pontos bem distantes no Espaço, localizados nos limites e para além da fronteira do Sistema Solar (a nuvem de Oort estendendo-se a uma distância do Sol entre mais de 5000/100.000 UA) ‒ como será o caso dos Cometas ‒ que recorrendo a dados já existentes sobre estes “viajantes” (muitos deles provavelmente extrassolares) oriundos das mais diversas organizações científicas (como por exemplo as NASA) e comparando esses dados das suas passagens, trajetórias e órbitas com registos assinalados em documentos históricos antigos (aqui entrando a linguista italiana para análise dos escritos medievais/em tapeçarias referido ao período séc. IX/XI), tenta recuperar dados sobre essas e outras passagens anteriores e desse modo levar à descoberta de outros desses corpos entretanto perdidos mas um dia podendo retornar ao nosso Sistema (como será o caso dos cometas de curto/Kuiper ou longo curso/Oort). Como poderá ser o caso do misterioso Planeta X (em versão antiga) ou do Nono Planeta (versão moderna).]

 

Com a descoberta do asteroide 2015 BP 519 relançando-se de novo a hipótese da existência de um planeta extra no nosso Sistema Solar (e talvez mesmo de trajetória parcial/secante ou totalmente extrassolar/tangente ao nosso Sistema),

 

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Pedro Lacerda e Marilina Cesario

Investigadores da Universidade Queen’s em Belfast/Irlanda do Norte

(explorando o conhecimento medieval anglo-saxónico dos céus)

 

Aquando da sua aproximação (ao Sol) sendo talvez um dos responsáveis pelas alterações orbitais registadas nalguns dos corpos celestes integrando o nosso conjunto (planetário) centrado no Sol: um planeta cerca de 10 X maior que a Terra (um pouco como Júpiter) e localizado a cerca de 90.000.000.000Km do Sol (600UA/valor médio) ‒ ou seja abandonado o Cinturão de Kuiper (umas 100UA) e já no Espaço Profundo (600UA), a caminho da fronteira interior da longínqua Nuvem de Oort (bem para das 1000UA).

 

Um objeto no entanto com uma trajetória e período orbital só sugerido, mas ainda não conhecido nem sequer confirmado: mas certamente e pela distância (a que se encontrará existindo), com um período orbital bem superior ao de 2015 BP 519 (quase 9.000 anos) na ordem dos 10.000/20.000 anos (propostos para o Nono Planeta) ou ainda um pouco maior.

 

E sendo verdade a passagem em tempos anteriores no passado ‒ mais ou menos profundo (num Sistema com 4,5 biliões de anos de idade) ‒ e perto do nosso Sistema (e da Terra que hoje habitamos) de tal Planeta Gigante (possivelmente acompanhado pelo seu sistema de luas), sendo curioso associar tais possíveis passagens com Eventos (interligados) podendo ter ocorrido no mesmo (Sistema Solar) e afetando (simultânea e igualmente) a Terra:

 

Procurando a repercussão desses Eventos nos registos geológicos da Terra e associando-os aos seus principais momentos da sua Evolução (intimamente ligados à transformação/evolução das espécies) confirmando um com o outro.

 

(como terá sido o caso do mais conhecido impacto/extremo ocorrido há 65 milhões de anos, com um asteroide de 10Km a atingir o nosso planeta ‒ na América Central/Península do Iucatão/Golfo do México ‒ e a provocar a Extinção dos Dinossauros então a espécie dominante)

 

Um corpo celeste em possível aproximação ao Sistema, futuramente e confirmando-se, certamente enviando sinais (se por acaso já não o estiver a fazer, fazendo-se notar).

 

(imagens: quantamagazine.org ‒ wikipedia.org ‒ qub.ac.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:57

09
Dez 16

Poderá já estar de novo a caminho!

(do seu periélio)

 

“De acordo com as pesquisas de Sitchin, Nibiru e suas luas descreveriam uma órbita lenta e elíptica em torno de uma estrela não muito distante e passariam pelo interior do Sistema Solar a cada 3,6 mil anos, sendo uma espécie de intermediário entre essas duas regiões do universo. O cinturão de asteroides, os cometas, as crateras na superfície da Lua e até mesmo a própria Terra seriam resultado da colisão de Nibiru e Tiamat, outro planeta mítico citado por Sitchin, que ficaria entre Marte e Júpiter. Além de causar desequilíbrios cósmicos, a passagem de Nibiru pelo Sistema Solar ainda se faria sentir por meio de catástrofes naturais, a exemplo do dilúvio de Noé e do desaparecimento de Atlântida, e pela inversão dos polos magnéticos do planeta, causando imensa destruição.” (Planeta X: Teorias ganham novo fôlego – Cartola/Agência de conteúdo/terra.com.br)

 

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Nono Planeta do Sistema com a sua estrela o Sol ao fundo

 

Continuando à procura de outros lugares (de preferência distantes por proporcionarem o Desconhecido e a Aventura) que ainda possam completar o leque de objetivos determinados ou aleatórios que a Vida tal como conscientemente verificamos ainda não nos proporcionou, torna-se óbvio que um dos destinos preferenciais da nossa atenção até pelos problemas que o Homem constantemente nos coloca (pondo mesmo em causa a sobrevivência do nosso planeta) condicionando o nosso movimento e a nossa livre escolha (ou seja transformando-nos nus zombies), seja tudo o que nos envolve (e à Terra) e especialmente o Espaço profundo.

 

E se entretanto soubermos de alguma discrepância que nos coloque a dúvida (em vez de negativa e comodamente a eliminar de modo a não provocar outras ondas mais alterosas), ainda mais nos enfiamos todos entusiasmados no nosso buraco (belo por profundo), pois nele sabemos estar uma outra abertura e uma outra resposta, para mais uma questão de sobrevivência e de evolução (no movimento experimental se construindo o edifício do Conhecimento) não apenas de fé ou puramente existencial: como poderá ser o caso do nosso Sistema Solar com a ligeira inclinação axial do Sol (estrela de referência) a poder ser justificada com a existência de um outro planeta integrando esse sistema (que não o tão falado Planeta X).

 

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Os seis mais distantes objetos do Sistema Solar – e o possível Nono Planeta

 

O qual seria o substituto do despromovido planeta Plutão (agora transformado em planeta-anão) e pela sua ordem (de distância relativamente ao Sol) agora denominado como Nono Planeta. E até com cientistas a induzirem-nos nessa ideia (matematicamente credível) até por ser uma forma de tentar explicar a ligeira inclinação do eixo solar:

 

Solar Obliquity Induced by Planet Nine

 

“The six-degree obliquity of the Sun suggests that either an asymmetry was present in the solar system's formation environment, or an external torque has misaligned the angular momentum vectors of the Sun and the planets. However, the exact origin of this obliquity remains an open question. Batygin & Brown have recently shown that the physical alignment of distant Kuiper Belt orbits can be explained by a 5-20 m_ planet on a distant, eccentric, and inclined orbit, with an approximate perihelion distance of ~250 au. Using an analytic model for secular interactions between Planet Nine and the remaining giant planets, here, we show that a planet with similar parameters can naturally generate the observed obliquity as well as the specific pole position of the Sun's spin axis, from a nearly aligned initial state. Thus, Planet Nine offers a testable explanation for the otherwise mysterious spin–orbit misalignment of the solar system.” (authors.library.caltech.edu/71331)

 

E com os mesmos cientistas na prossecução das suas escavações arqueológicas levadas a cabo por todos os cantos do Sistema (Solar), extravasando os limites do mesmo (com as suas sondas e telescópios), ultrapassando as suas fronteira (eventualmente nas Nuvens de Oort), estendendo-se pela sua galáxia (Via Láctea) e sem grandes surpresas e apenas como confirmação, descobrindo um outro parente na figura de um planeta perdido: circulando próximo no Espaço, com o mesmo foco que a Terra, mas há muito emigrado e com visitas muito distantes (distanciadas no tempo). Um planeta localizado nos limites do nosso Sistema e que conforme previsto pelos seus descobridores (teóricos e experimentais) poderá ser o responsável (desde a formação do sistema Solar) não só pela estranha inclinação do eixo axial solar, como pelas ligeiras variações orbitais de alguns dos seus corpos celestes (como os localizados no Cinturão de Kuiper – os vizinhos mais próximos do pequenino Plutão).

 

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Mike Brown (o professor) e Konstanin Batygin (o assistente)

 

Um planeta de tal modo maciço e de eixo inclinado, que forçosamente provocará um acomodamento dos outros corpos celestes à passagem do gigante, até nas órbitas e na sua velocidade;

 

Movimentando-se em torno do Sol numa órbita cerca de 20 X mais distante que a órbita (média) de Neptuno (ou seja cerca de 4500 milhões de Km ou 30 UA) e apresentando uma dimensão cerca de 10 X Terra; e despertando a curiosidade não só destes cientistas (como de muitos outros eruditos e leigos) como de agências como a NASA, instituições como o Vaticano e até de bases de vários países situadas na Antártida (Polo Sul);

 

Agora mesmo à nossa porta (do Sistema Solar), espreitando entre os planetas e talvez caminhando para o seu periélio: o que leva os astrónomos Mike Brown e Konstanin Batygin a afirmar que de acordo com o seu modelo e se o mesmo estiver correto no prazo máximo de 16 meses o mesmo poderá ser visível confirmando-se a descoberta (a sua presença no Sistema Solar como o seu Nono Planeta) – em função da publicação do trabalho de ambos lá para os finais de Setembro (de 2017);

 

Provavelmente e dada a sua órbita não usual e não condizente com a dos seus restantes companheiros (os outros 8 planetas principais integrando o Sistema Solar) – numa órbita muitíssimo mais alongada – com os cientistas sugerindo que o mesmo poderá ter sido ejetado e expulso da região rodeando outro planeta gigante do Sistema (como o poderia ter sido o gigante gasoso Júpiter) ou então tendo aqui chegado já há muito e muito no tempo no passado atraído por outro possível objeto então ainda integrando o Sistema Solar. Talvez a zona do Espaço onde hoje vemos a Cintura de Asteroides e que no passado estaria ocupado por outro objeto qualquer (o Quinto Planeta entre Marte e Júpiter).

 

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Planeta X, Cinturão de Kuiper e gigantes gasosos

 

Talvez um Quinto (Planeta) expulso por outro (semelhante, próximo, incompatível), ejetado da sua órbita e lançado no espaço (num passado inicial do Sistema), mas sem nunca abandonar o conjunto (sistema planetário em torno do Sol) e regressando sempre como o filho pródigo (de histórias) – agora e por determinada ordem sendo o Nono Planeta. Mas onde e quando?

 

Tendo como referência o corpo celeste candidato a planeta-anão (diâmetro em torno dos 250Km) e denominado 2007 TG422, com o mesmo a localizar-se entre 35 UA (periélio) e 972 UA (afélio) de distância do Sol e com um período orbital entre os 10 e os 14 mil anos;

 

E com Sedna (outro potencial planeta-anão com diâmetro ultrapassando os 1000Km) a ter um período orbital de quase 11,5 mil anos;

 

Concluindo-se por alguma semelhança e simples associação (de um comum leigo) que o período orbital do antes falado (por imaginário) Planeta X e do agora sinalizado (por real) Nono Planeta, não deverão andar muito longe um do outro (10 a 20 mil anos);

 

Bastando para o situar tanto no tempo como no espaço e dando credibilidade a escritos antigos como o da civilização Suméria – com cataclismos terrestres constantemente associadas à sua passagem no ponto do seu periélio – consultar os arquivos da nossa História e aí descobrir um fator que seja comum à passagem do corpo celeste e a algum episódio trágico passado na Terra: logo à primeira o Dilúvio (segundo uma entre muitas versões motivado pela queda de um meteoro em pleno oceano Índico provocando um enorme tsunami).

 

(imagens: caltech.edu e carnegiescience.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:31

10
Mai 16

“Quando olhamos para os Céus estamos a olhar para a História do nosso Passado.

Que com o nosso Presente e entendida a mensagem do Passado, nos abrirá as portas para o nosso Futuro.”

 

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Ilustração de uma estrela Brown Dwarf com cerca de 10 milhões de anos de idade

Apresentando uma massa de 5/10X a de Júpiter e atingindo temperaturas de mais de 1.200⁰C

(PIA 20583)

 

Na procura incessante e maravilhada do misterioso e oculto PLANETA X, qualquer curioso com pretensões a experimentalista e cientista que se preze, deve aproveitar sem nunca recuar todos os indícios e vestígio que entretanto possa obter. Seja a sua fonte mais ou menos institucional ou oficial.

 

Como é o caso da NASA uma prestigiada agência espacial ligada ao Governo dos EUA, que no caso particular da possível existência do PLANETA X (ou Nono Planeta já que entretanto Plutão foi despromovido) já foi capaz de afirmar perentoriamente que Não, Sim e Talvez. Não como X e Sim ou Talvez já como IX.

 

Pelo que já se torna normal que por cada nova interpretação da NASA (para o mesmo acontecimento), os outros por uma questão de princípio (e de idoneidade) mantenham a mesma versão – não derivando para opções de constante negação, seja desacreditando o Planeta X, seja apoiando e duvidando (simultaneamente) de tudo sobre o Nono Planeta.

 

Acredito na sua existência não por uma questão de princípio empírico assente unicamente na escolha de uma opção considerada perfeita, mas unicamente porque os próprios princípios experimentalistas e práticos que levaram à dúvida e ao levantamento da questão, se alicerçavam em dados recolhidos na realidade do momento.

 

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Mapa celeste apresentando-nos a localização duma família de estrelas da constelação Hydrae

Á qual pertence a estrela WISEA situada a 175 anos-luz de distância do planeta Terra

(PIA 20582)

 

E se algumas alterações por mais pequenas, inexplicáveis e ainda por confirmar possam surgir, o tratamento que lhes devemos dar mesmo que entretanto o tempo vá passando sem o compreendermos em profundidade e na sua totalidade, terá que se pautar sempre na recolha de dados e na sua correta integração no conjunto.

 

Se assim for facilmente aceitaremos a existência de outros objetos no interior do nosso Sistema Solar, mais próximos do seu centro ou apenas muito periodicamente o visitando. Como é o caso desses verdadeiros espermatozoides deste Universo Vivo e infinito, os misteriosos e muito viajados cometas.

 

Pelo que por cada vez que nos falarem de planetas misteriosos e viajantes percorrendo através dos mais variados trajetos toda a região onde se integra o Sistema Solar (como parte da Via Láctea) – com órbitas de 10/20 milhares ou até milhões de anos – logo nos recordaremos do outro muito maior do que a Terra e talvez mesmo com Vida.

 

Seja como Planeta X ou como Nono Planeta o que este Evento significa (desde já, desde há muito) é que o Homem mesmo que não o reconhecendo procura no Espaço o destino das suas novas e necessárias Conquistas, fugindo assim de vez ao ambiente claustrofóbico e demente em que o seu Mundo o condenou a viver. Propondo-lhe como redenção a sua extinção.

 

(imagens: photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:38

05
Mai 16

“Se por acaso (ou por nossa necessidade de dirigir ou ser dirigido) existirem Outros Mundos além daquele que é o nosso (muito mais distantes de nós e muitos deles contemporâneos do BIG BANG), certamente que as suas sociedades serão comparativa e incomensuravelmente mais desenvolvidas a nível científico e tecnológico (provavelmente colocando a nossa civilização num estado de desenvolvimento ainda primitivo, por desvalorização da preservação da própria espécie pretensamente autodenominando-se a dominante). Logo se um dia algo ou alguém nos visitar, certamente que não será para connosco confraternizar – até nós matamos (do nada até um pouco de tudo) nem sequer hesitando perante a nossa própria espécie. Logo se eles vierem (vindos de Outros Mundos) será apenas para nos comerem. Usando a sua receita.”

 

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Provável localização do Nono Planeta

(ou Planeta X – antes da despromoção de Plutão)

 

Enquanto os astrónomos ainda se debatem sobre a possibilidade da existência de um NONO PLANETA no SISTEMA SOLAR (já que os planetas principais são agora oito, desde a despromoção de PLUTÃO a planeta-anão), outros astrónomos acompanhados por um grande contingente de curiosos continuam a afirmar que o mesmo existe, seja o nono ou o décimo planeta (o tão falado PLANETA X). Apoiando a teoria da existência desse Planeta Solar (que será o responsável por algumas anomalias detetadas nas características orbitais de corpos celestes localizados na região do CINTURÃO de KUIPER) e superando todas as expectativas, designando-o como o tantas vezes mencionado Planeta X (um planeta com uma orbita muito mais alongada, muito superior às dimensões de Júpiter, localizado a mais de 100 anos-luz do Sol e com um período orbital de alguns milhares de anos). A ser o caso (tão falado por historiadores alternativos e muitos teóricos da conspiração) tratando-se de um corpo celeste que nos visitaria com um intervalo talvez de 10.000/20.000 anos e que passando nas proximidades do nosso planeta, estaria associado ao aparecimento de grandes convulsões atmosféricas, geológicas e oceânicas na TERRA: provocadas por erupções, sismos e até impacto de meteoritos.

 

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Planeta X ou Nono Planeta – Imaginação ou Realidade

(qual a diferença?)

 

Segundo alguns teóricos (principalmente os mais tradicionalistas e os teóricos da conspiração) podendo este planeta não se encontrar isolado, mas pertencendo a um Sistema Planetário mais vasto e de que o mesmo faria parte (NIBIRU). Que para nossa infelicidade estaria em aproximação ao SOL (a caminho do seu periélio) e que devido às suas grandes dimensões e proximidade à Terra (provocando uma grande interação eletromagnética entre o mesmo e o nosso sistema planetário, sendo ele pela sua intrusão e dimensão a parte forte do conflito e a Terra a parte fraca e mais exposta até por ter VIDA) causaria por cá periodicamente grandes catástrofes e a extinção de muitas espécies – uma delas até podendo ser o próprio HOMEM. Numa receita para os mais extremistas a ser aplicada ainda este ano – tal como todos os outros que perdida a esperança (e na Terra já são muitos biliões), parecem desejar apenas que surja rapidamente o FIM-DO-MUNDO. Mas para já e que se saiba nada há ainda a temer: mesmo que se venha a confirmar a existência do Nono Planeta bem lá longe do (ou no) nosso Sistema, especialistas como os da NASA e de todas as outras agências espaciais ainda não o confirmaram, duvidam da sua existência e muito mais da sua enorme influência (sobre a Terra e sobre nós) – e logicamente das catástrofes naturais pelo mesmo provocado. Categoricamente afirmando nunca o terem observado e reafirmando mais uma vez que todas as suas pretensas imagens não passariam de erros induzidos pelos nossos órgãos dos sentidos (no caso a visão associada a alguns instrumentos óticos). Enquanto os outros ainda o associam com algumas datas importantes na Evolução do nosso planeta (como o da extinção dos dinossauros há mais de 60 milhões de anos, atribuída ao impacto de um asteroide).

 

(imagens: CNRS/AFP e El Chero/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:52

15
Abr 16

Enquanto se torna impossível nos dias de hoje e com a utilização da atual tecnologia de observação astronómica localizar um planeta das dimensões do hipotético Planeta X e do teórico Nono Planeta, com o início da construção dos novos telescópios e com a sua próxima entrada em funcionamento, poder-se-á finalmente desvendar esse prolongado mistério (sendo esse o caso do Grande Telescópio Sinótico localizado no Chile).

 

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A estrutura interna do misterioso planeta

(aqui retratado como Nono Planeta)

 

No cenário do nosso filme de ação e de aventura desenrolando-se no interior da Via Láctea, o foco central de toda esta narrativa cronológica e muito provavelmente real, acaba por se centrar num ponto minúsculo das extremidades dos braços dessa galáxia em espiral, assim como num dos seus mais pequenos elementos mas contendo uma pequena particularidade: sendo o ponto minúsculo o Sistema Solar e o pequeno elemento o planeta TERRA, um dos oito planetas que integram esse Sistema (onde o Sol é a estrela de referência) e onde todos nós somos a prova e as testemunhas presenciais da existência de Vida – organizada e inteligente. Com uma das estrelas principais integrando este grande elenco universal e avaliada em mais de 98% da sua massa total a ser o SOL e com o jovem premiado e ator revelação (a Terra) habitando a cerca de 150.000.000Km e com características de anão (raio 100X menor do que o Sol) compondo o octeto (os atuais oito planetas principais).

 

E como este filme é imaginado num cenário real apesar de o ser na sua concretização de antecipação, além de considerarmos que outros elementos indicados como secundários ou simplesmente como meros figurantes ao intervirem inopinadamente poderão provocar alterações inesperadas, outros atores noutros tempos já famosos mas apenas à última da hora convidados também o poderão fazer. E se sonharmos em espaços, concretizando realidades do tempo, talvez recordemos passados, há muito ignorados por nós: como poderá ser o da concretização da existência de um NONO PLANETA no nosso Sistema Solar (antes da despromoção de PLUTÃO conhecido como Décimo Planeta) apresentando uma órbita muito mais aberta e alongada e um período orbital aproximado de 3.600/10.000/20.000 anos – é só escolher. Em qualquer dos casos e pelos sinais até agora apresentados (oficiais e especulativos) podendo estar a caminho ou muito próximo do seu periélio, situando-se neste preciso momento senão já no interior do próprio Sistema Solar (talvez para lá de PLUTÃO) pelo menos às portas dos seus limites exteriores.

 

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A órbita do misterioso planeta

(aqui retratado como Planeta X)

 

Segundo muitos especialistas estando já a afetar o comportamento de alguns objetos conhecidos habitando a região do CINTURÃO de KUIPER (e habitualmente acompanhados nas suas trajetórias periódicas por diversas sondas e observatórios) e até a trajetória da própria sonda CASSINI-HUYGENS circulando de momento no interior da região dos Planetas Exteriores (e dos Gigantes Gasosos Júpiter e Saturno). E com a NASA à falta de melhor e de outras notícias mais profundas a simular a possibilidade da existência de um outro planeta, que não o das histórias de crianças (PLANETA X) mas o do reconhecimento dos adultos (9ºPlaneta). O que poderá significar que se a pior versão se vier a confirmar, durante o ano de 2016 além de ser eleito o novo Presidente da Excecional Nação Terrestre, anunciar-se-á um novo irmão e até a sua chegada: com todos aqui á espera para ver o que ele faz.

 

Mas então como será esse NONO PLANETA? Poderá ter 4X a dimensão da Terra, aproximadamente 10X a sua massa, temperaturas mínimas negativas na ordem dos 226⁰C, estar a uma distância de mais de 700UA do Sol e surgindo aos nossos olhos como um mundo versão Neptuno ou Úrano. No entanto e devido ao seu baixo poder refletor e apesar das suas dimensões (pelo menos 4X a da Terra) sendo quase impossível de detetar a não ser utilizando infravermelhos (e conhecendo previamente a sua localização). Numa hipótese estabelecida por dois astrofísicos da Universidade Suíça de Berna (Esther Linder e Christoph Mordasini) e numa sequência lógica do trabalho anteriormente desenvolvido por outra dupla de cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Konstantin Batygin e Mike Brown), incidindo sobre a teoria (e sua confirmação) da existência deste misterioso planeta, conhecido desde há muito tempo e utilizando vários nomes.

 

(imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:16

05
Fev 16

“Imaginemos o Sistema Solar como um óvulo enorme à espera do seu espermatozoide (fertilizador) e com a fusão de ambos a originar uma nova célula – o ovo. Nalgum momento da sua História com a sua membrana a ser penetrada e originando um evento brutal mas criador: criando um novo mundo por implosão do anterior. Um acontecimento cósmico até hoje não sucedido mas já anteriormente simulado em muito menor escala (em cenário real, em tempos diferenciados e com os mais variados corpos celestes – mas com todos eles estéreis).”

 

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RT – Dois planetas descobertos a 200 UA de distância do Sol
(difíceis de detetar na escuridão profunda do espaço e encobertos por Plutão)
FOX – O corpo celeste 2012 VP113 localizado a 80 UA de distância do Sol
(1,5X a distância do Sol a Neptuno e já bem para além do Cinturão de Kuiper)

 

Agora que se sucedem as notícias (é certo que duma forma compassada e ainda meio envergonhada) de que o Sistema Solar voltará a ter nove planetas (oito desde a despromoção de Plutão a planeta anão), num momento em que os primeiros astrónomos (face às mais recentes imagens obtidas) se atrevem a começar a confirmá-lo (tentando situá-lo na sua trajetória) e num período em que já poucos acreditavam na sua existência (como Hercolubus, Nibiru, ou Planet X), eis que o mesmo se apresenta ao serviço mas como um mensageiro do mal (talvez sendo esse o verdadeiro motivo porque muitos falam dele): esse misterioso planeta fazendo parte do Sistema Solar, por diversas vezes sugerido e mencionado em registos históricos bastante antigos (como tal tendo fontes de origem desconhecida e não confirmada e de imediato consideradas dúbias e inaceitáveis) e tendo como trajetória uma órbita muito mais alongada (excêntrica) em torno da sua estrela de referência (o Sol) conferindo-lhe um período de translação de cerca de 10 a 20 mil anos. Tal como representado na imagem seguinte:

 

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Órbita excêntrica do Planeta X

 

Um período de translação de 10 a 20 séculos de duração que neste momento e segundo alguns cientistas (que têm investigado o caso) poderia estar correr o seu momento de maior aproximação ao Sol (periélio) e que devido à passagem deste corpo celeste tão perto do Sol, por associação passando tão perto da Terra e por inerência no interior do próprio Sistema Solar (ou numa tangente ao mesmo), causaria certamente algumas anomalias visíveis no equilíbrio do sistema planetário e naturalmente sobre a Terra (temporárias e provavelmente ocorrendo a cada periélio – entre a chegada e a ida). Um período de translação com o qual alguns dos mais dedicados investigadores trabalhando sobre o caso não estão nada de acordo (especialmente os investigadores mais duros e clássicos), afirmando que o mesmo será de apenas 3600 anos, que o corpo celeste se encontra próximo do seu periélio (em aproximação e preparando-se para iniciar brevemente o seu trajeto de fuga) e que os verdadeiros efeitos provocados pela sua passagem (sobre o sistema e sobre a Terra) ainda estarão para vir. Apontando como suporte para a sua teoria um evento ocorrido aproximadamente há 3600 anos atrás (1600AC):

 

“A erupção minoica de Santorini, também referida como a erupção do Tera ou erupção de Santorini, foi uma catastrófica erupção vulcânica (de grande explosividade) com um Índice de Explosividade Vulcânica (IEV) de 6 ou 7 (numa escala de 0 a 8) e uma Densidade Lítica Equivalente (DLE) de 60 km³ (indicando o volume da erupção) que se estima ter ocorrido em meados do segundo milênio AC (entre o período de 1 650 a 1 450 AC). A erupção foi um dos maiores eventos vulcânicos na Terra registrados na história.” (wikipedia.org)

 

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Planeta ou anã-vermelha?

 

Um planeta que historicamente já transporta atrás de si muitos cenários de conteúdo apocalíptico e que ainda poderá acarretar consequências muito mais imprevisíveis e dramáticas se como muitos afirmam não se tratar na de um planeta mas na realidade de uma anã-vermelha: uma estrela pequena e fria que nunca chegou a vingar (como uma verdadeira estrela). Tendo o seu primeiro registo conhecido ocorrido há cerca de 34 anos (tendo como origem o IRAS – satélite astronómico de infravermelhos) e sendo posteriormente reconhecido (pelo Observatório Naval dos EUA) nove anos depois (1992 ou seja há já duas dúzias de anos) – numa sequência interessante:

 

“When further irregularities in the orbit of Uranus were first noticed in 1906 it sparked a search for a Planet X that was thought to be massive…In the 1980s, a Planet X was proposed by Robert S Harrington based on the irregular orbits of Neptune and Uranus…In December 2015, there was a hint of a large object 300AU away – about six times further than Pluto – in data from the Atacama Large Millimeter/submillimeter Array.” (phys.org)

 

Seja ele o que for um corpo celeste que terá entrado no Sistema Solar por volta do início do século XXI e que pelo andar da carruagem ainda estará por estes lados durante mais alguns anos. E que pela velocidade média conhecida dos oito planetas principais do Sistema Solar (variando entre os quase 4km/s de Plutão e os mais de 50km/s de Mercúrio) e partindo do princípio que se trata mesmo dum planeta, nos poderia indicar a que distância temporal estaria esse corpo celeste caso se encontra-se num destes três locais – (1), (2) ou (3):

 

Corpo (s) Celeste (s)

Distância ao Sol

(UA)

Tempo de Viagem (anos) Reportagem
(imagem inicial)
Cinturão Asteroides (1) 2/3 0.4/0.6 -
Planeta Neptuno 30 5.6 -
Cinturão de Kuiper (2) 50/55 9.5/10.5 -
2012 VP113 80 15.2 FOX
Planetas descobertos por astrónomos do Observatório de Madrid 200 38.1 RT
Planeta descoberto por astrónomos do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) 370 70.4 -
Nuvem de Ooort (3) ˃ 2000 380.5 -

(1 UA = 150.000.000km – Velocidade média considerada para o corpo celeste = 25km/s)

 

O que nos leva a concluir ao sermos colocados perante as últimas informações fornecidas por entidades oficiais mundialmente reconhecidas (científicas e credíveis no campo da investigação astronómica), que se tal facto for mesmo verdade então o mais provável é que esse planeta (estrela ou até um outro conjunto qualquer de corpos celestes) se deverá situar de momento ou na proximidade do Cinturão de Kuiper (10 anos de distância) ou muito mais longe na região da Nuvem de Oort (um problema mas para futuras gerações). Não estando como muitos poderão pensar no interior do Sistema Solar (isso provavelmente seria uma catástrofe e já o estaríamos a ver e a sentir há muito mais tempo), mas podendo muito bem localizar-se nas imediações da região do Cinturão de Kuiper ou da Nuvem de Oort – e mesmo assim fazendo sentir os efeitos da sua presença no longínquo e minúsculo planeta Terra. Numa tangente ao nosso Sistema que provavelmente não será a primeira e que em anos muito mais distantes até poderá ter sucedido com outro sistema qualquer (planetário).

 

Num conjunto de factos, teorias e hipóteses que supostamente manterão ainda aberta uma janela de oportunidade para este Evento nunca antes visto (existência e posterior confirmação do referido corpo celeste) e que pelo menos se manterá em suspenso (se entretanto nada acontecer) durante um período de tempo mínimo de mais alguns anos (tudo dependendo da periodicidade do pretenso planeta de momento variando entre quase 4.000 e 20.000 anos).

 

Nature_News_Planet_Nine_orbital_diagram_21.01.2016

Nova versão agora como Nono Planeta

 

Curiosidades

 

Se tomarmos em consideração algumas informações sobre este nono planeta do Sistema Solar (já conhecido como Planeta IX) e dermos largas à nossa imaginação aceitando os dados fornecidos por alguns dos maiores entusiastas da sua existência (muitos desses dados sendo especulativos) – cálculos que se baseiam na grande dimensão e densidade do mesmo e na fortíssima e extensa influência externa do seu enorme campo magnético – então a influência deste verdadeiro monstro (5X Júpiter) poderia estender-se por uma distância de quase 8 UA: podendo muito bem caso se situasse atualmente nas proximidades do Cinturão de Kuiper estar já a afetar (ou a começar a fazê-lo) o nosso planeta;

 

Por outro lado esse Planeta IX poderá estar a caminho do seu afélio ou então do seu periélio (neste último caso em aproximação ao Sol ou já na sua trajetória de fuga). Em qualquer dos casos (referidos ao seu periélio) e devido à sua maior proximidade ao Sistema e à Terra podendo provocar efeitos repetidamente anunciados por estes teóricos (com alguns mas ainda muito poucos começando a acreditar nessa hipótese), mas com a maioria deles e apesar da sua erudição a ser ainda catalogada como pouco credíveis ou mesmo como simples, banais e sobretudo ignorantes teóricos da conspiração (apontando alguns deles lá para 2020 o fim dessa influência e o regresso à normalidade habitual – por mais uns milhares de anos);

 

Mas nunca esquecendo (caso tudo isto seja verdade) que todo o cenário poderá ser muito mais grave, se por acaso se confirmarem as mais mencionadas e mais negras das previsões: e que referem insistentemente que esse misterioso e enorme corpo celeste não seria propriamente um planeta (versão que pelos vistos e segundo as últimas notícias organizações como a NASA pretendem agora adotar – já que a sua existência poderá ter sido agora semioficialmente confirmada) mas uma estrela acompanhada pelas suas respetivas luas (nem mais nem menos que uma espécie de mini sistema planetário). E isso seria o Fim.

 

(texto: o indicado – imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:16

21
Jan 16

(Certificado pela Instituto de Tecnologia da Califórnia – Pasadena/USA)

 

"This would be a real ninth planet"

 

Afinal de contas e contra todas as expetativas constantemente divulgadas pela maioria esmagadora da comunidade científica terrestre (de que a NASA é oficialmente um excelente exemplo), o Sistema Solar poderá mesmo incluir um outro planeta. Depois da despromoção de Plutão de planeta a planeta-anão (essencialmente devido à sua pequena dimensão) e do Sistema Soar ficar apenas com oito planetas principais, eis que surge um outro corpo celeste a reivindicar o seu lugar: um 9º Planeta localizado a uma enorme distância do Sol e até hoje perdido na imensa escuridão do Espaço profundo. Mais uma vez e por mera coincidência num caso muito semelhante ao exposto por outra teoria mais antiga (e tantas vezes incompreensivelmente menorizada, desprezada e colocada ao nível das teorias conspirativas), afirmando perentoriamente o mesmo e propondo a existência do Planeta X.

 

Planet-9-Art-NEWS-WEB.jpg

 

“The researchers, Konstantin Batygin and Mike Brown, discovered the planet's existence through mathematical modeling and computer simulations but have not yet observed the object directly.”

 

Pelo menos é isso o que afirmam os investigadores da CALTECH (Instituto de Tecnologia da Califórnia) indicando terem descoberto evidências da existência de um nono planeta orbitando a nossa estrela nos limites exteriores do Sistema Solar. Nono planeta que seria o responsável por algumas discrepâncias ainda não totalmente compreendidas no comportamento e evolução de muitos corpos celestes, por um lado afetando-lhes as órbitas mas pelo outro mantendo o equilíbrio no interior deste sistema planetário. Um planeta gigante e distante e ao contrário dos outros (oito) fazendo um trajeto orbital em torno do Sol muitíssimo mais alongado: demorando cerca de 10 a 20 mil anos a cumprir a sua órbita a uma distância média de 56 biliões de quilómetros do Sol e tendo uma massa aproximada de 10X a da Terra. Suficientemente grande para ser desde logo considerado um planeta (Massa 9º Planeta = 5000 X Massa Planeta Anão Plutão) e devido à sua grande massa exercendo o seu poder gravitacional não só no exterior do Sistema Solar como até no seu interior – aquando da sua maior proximidade ao Sol.

 

"For the first time in over 150 years, there is solid evidence that the solar system's planetary census is incomplete."

 

O que até poderá contribuir para uma explicação válida e compreensível para todos nós da formação, evolução e comportamento de certas regiões ainda pouco conhecidas do Sistema Solar, como seria o caso da Nuvem de Oort (distando umas extraordinárias 50.000 UA do Sol), do Cinturão de Kuiper (distando 30 UA do Sol) e até do Cinturão de Asteroides (distando pouco mais de 2 UA do Sol). Um planeta para já com existência apenas teórica (mas de existência previsível e esperada) – entretanto justificada através da utilização de vários processos e métodos de pesquisa (rigorosos cálculos matemáticos baseados em observações práticas e reais) – e que possivelmente a muito curto prazo e agora que as primeiras portas se abriram alguém um destes dias descobrirá (e reclamará como seu): do qual se conhece apenas a trajetória (em torno do Sol) não se sabendo bem onde se encontra.

 

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“Through a mechanism known as mean-motion resonance, the anti-aligned orbit of the ninth planet actually prevents the Kuiper Belt objects from colliding with it and keeps them aligned. As orbiting objects approach each other they exchange energy.”

 

Depois da recente e controversa despromoção de Plutão um novo alento para a redescoberta de todo o espaço do nosso mundo (interior e exterior), não só pelo alargamento (de novo) do nosso sistema planetário a nove planetas, como ao aumento do nosso campo visual e imaginário para lá dos limites do Sistema Solar. O que acontece com este Nono Planeta (mais uma vez e por justiça histórica conhecido por outros e há muito tempo por Planeta X) possuindo uma trajetória extremamente alongada e cumprindo integralmente o seu percurso em 10 a 20 mil anos. Que tanto poderá estar a caminho do seu Afélio ou do seu Periélio (neste último caso uma situação mais preocupante). E é isso que os dois investigadores da Caltech se propõe fazer, convidando todos os outros colegas a fazerem como eles: observar atentamente o céu, procura-lo seguindo a sua trajetória e com sorte e persistência, esperar que o mesmo esteja o mais perto possível de nós (e do seu periélio). Ele passará perto de nós (Sistema Solar) num destes dias do calendário cristão.

 

E o que diz a NASA?

 

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NASA's WISE Survey Finds Thousands of New Stars, But No 'Planet X'
(7 Março 2014 – nasa.gov)

 

Opinião expressa (na legenda anterior) que hoje parece já não ser bem a mesma que a consecutivamente emitida há alguns anos atrás, por coincidência divulgada no dia 20 de Janeiro de 2016 pelo diretor de Ciência Planetária da NASA Jim Green, logo após as ideias divulgadas pelos investigadores da CALTECH apontando para a existência de um 9º planeta no Sistema Solar localizado para além da órbita do planeta anão Plutão – ainda recentemente visitado e ultrapassado pela sonda NEW HORIZONS. Numa informação disponibilizada pela própria NASA/nasa.gov (através de uma ligação recomendada) e colocada há poucas horas no YOUTUBE/youtube.com por altura da publicação a 20 de Janeiro de um jornal científico sobre astronomia. E na qual Jim Green nos poucos segundos que lhe foram disponibilizados, não recusou nem pôs de novo de lado a hipótese da existência de um outro planeta no nosso Sistema Solar – seja ele o Planeta X ou o Planeta IX.

 

Mas na realidade existirá algum vestígio no Sistema Solar ou mesmo na superfície do planeta Terra que possa comprovar (pelo menos no passado mais recente) que tal planeta já passou por aqui perto? Tomando como referência o tempo máximo que o 9º Planeta demorará a cumprir a sua órbita (20.000 anos) e que a sua maior influência se poderia repercutir num quarto da sua trajetória, escolhi para a minha pesquisa um período próximo dos 15.000 anos. Recuei assim 15.000 anos na História da Terra e coloquei-me por volta de 13.000 DC. A questão colocada nas autoestradas da web foi muito simples: “O que aconteceu na Terra no ano de 13.000 BC?”. E a resposta à questão foi imediata mesmo já tendo sete anos (Scientific Anerican/Janeiro 2009):

 

Did a Comet Hit Earth 12,000 Years Ago?
Nanodiamonds found across North America suggest that major climate change could have been cosmically instigated.

 

Ou como diria anos mais tarde e noutro contexto um tabloide inglês (Daily Mail/Junho 2012):

 

Scientists have found compelling evidence that a meteorite storm hit the earth more than 12,000 years ago, and is likely to have been responsible for the extinction of a prehistoric people and giant animals including mammoths.

 

Perceberam?

 

(texto/negrito e imagens: caltech.edu – última imagem: deviantart.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:32

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