Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

23
Mai 20

[Em princípio e em tempos de Covid-19, sem qualquer perigo físico e/ou mental, de contágio.]

 

Normal = Anormal

 

Screenshot_2020-05-23 OddJak Юрий Толоч

 

Entendendo a normalidade, como algo de inexistente, sendo obtida por uma maioria, podendo dar como resultado-padrão, num tempo e num determinado espaço, sendo repetido, mas nem sempre, resultando na normal-solução, apesar da alta probabilidade, da mesma poder ser a mais correta, para uma maioria indefinida, mas certa e mesmo matematicamente comum,

 

Screenshot_2020-05-23 OddJak Юрий Толоч

 

Um exemplo de como o conceito de normal, sendo uma regra reforçada, se confunde com a sansão social, pelos valores transmitidos e pelo comportamento humano adotado e numa construção centralizada, podendo ser o contrário tornando equivalentes por complementares os aí denominados opostos: por interligação e perfeição ─ outra nossa criação ─ tornando o normal anormal.

 

Screenshot_2020-05-23 OddJak Юрий Толоч

 

Com o “bodybuilder” (modelador de corpo) cazaque Yuri Tolochko, vivendo com a sua companheira Margot há já mais de um ano ─ e afirmando desde aí, ser inseparável da mesma ─ apesar das críticas à mulher obrigando-a a uma plástica, seguido por este bem longo período de confinamento, mantendo a sua forte intenção de concluído o mesmo, se casar por amor com a mesma.

 

Screenshot_2020-05-23 OddJak Юрий Толоч

 

Tratando-a como se deve tratar uma verdadeira mulher (por sinal com página no Instagram) e prometendo quando possível apresentá-la aos seus amigos: como aliás concretizou numa entrevista à estação de televisão RT, apresentando publicamente e em direto o seu novo amor, futura mulher. E mesmo com o confinamento concretizado a dois e esperando autorização oficial, mantendo o casamento marcado com esta “Boneca-Sexual”, Margot.

 

(imagens: Yuri Tolochko ─ yurii_tolochko/Astana ─ Cazaquistão ─ rt.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:06

10
Mai 20

Concluído mais este interlúdio na História da Humanidade ─ como o já foram e só para dar como exemplo uma mão cheia e  num período de cerca de um século, o da Gripe Espanhola de 1908, da Grande Depressão de 1929, da Segunda Guerra Mundial de 1945, dos Ataques do 11 de Setembro de 2001 e agora da Pandemia Covid-19 ─ e mantendo-se o mesmos protagonistas, cientificamente e sem necessidade de cálculos extras, mantendo-se infelizmente tudo na mesma.

 

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Num momento em que vários países se devem relevar por diversas considerações e estratégias adotadas ─ como por exemplo (e só para citar 6) os EUA, a GB, a China, a Rússia, o Brasil e já agora a Suécia ─ para além do mais colocando em questão o significado do que serão de um lado países Desenvolvidos e do outro lado países Subdesenvolvidos, a evidente e concludente constatação de que o Hemisfério Norte lidera esmagadoramente e a nível global, no número de vítimas mortais causadas pelo vírus SARS-CoV-2 e pela doença infeciosa pelo mesmo provocada, a Covid-19: Hemisfério Norte responsável por um total impressionante de 85% das mortes provocadas ─ sendo esta a metade da Terra a mais avançada tanto a nível científico como tecnológico, assim como a mais desenvolvida a nível Económico e Social. E, no entanto, se este surto Pandémico fosse o anúncio do já tão falado e próximo Fim-do-Mundo (nos EUA com os Democratas apontando-o para daqui a 12 anos), sendo este Hemisfério Norte o primeiro a perecer, restando os miseráveis do Hemisfério Sul, um ou outro animal (certamente irracional) e claro está os insetos.

 

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No caso (1º) dos EUA e da GB como atuais líderes do planeta, no caso (2º) da China e da Rússia como os novos pretendentes a esse título e no caso (3º) do Brasil e da Suécia, como estando aparentemente a percorrer uma via alternativa, um sendo a favor (do status quo) o outro sendo do contra (só para se distinguirem dos seus colegas do sul do continente, já mais mouros do que europeus): e se no 1º caso se comprova a destruição quase total que a prioridade absoluta dada à Economia Privada e Empresarial (através da utilização discricionária “por sem regras nem limites” dos Bancos) provocou na nossa Sociedade e Civilização Católico-Romana (destruindo todo o sector de salvaguarda da esmagadora maioria da população planetária ─ hoje ultrapassando os 7,6 biliões de almas ─ o sector Público ou Estatal), ao primeiro grande contratempo afetando toda a população civil e colocando o Mundo muito perto do colapso total ─ colocando todos de nós perante um dilema imposto pelo sistema e pelas suas autoridades de (na defesa dos seus direitos adquiridos, necessários e sempre presentes) “ou morrer de doença ou morrer de fome

 

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Em mais um sinal da sua decadência e no 2º caso até pelos mais diversos números apresentados (menor número de vítimas mortais por Covid-19, maior poderio económico, maiores reservas de ouro, maior conquista de mercado e maior número de trabalhadores), reforçando e comprovando a deslocação do Eixo Económico e Financeiro (para já ainda não Militar) do Mundo, longitudinalmente e para Oriente e aí transferindo a sede do Mundo de Washington para Pequim, já no 3º caso (Brasil como Suécia) e dependendo ambos os países dos outros dois casos anteriores (1º e 2º), com brasileiros e suecos sendo uma consequência do deserto nada inovador, monocórdico e erguendo-se em torno do objeto e da obtenção única de mais-valia (protegendo a “coisa” e subjugando o sujeito) a que o planeta se encontra atualmente entregue ─ uns querendo replicar os autodenominados Excecionais, os outros achando nem sequer necessitar de seguir nem os anteriormente referidos, nem ninguém ─ sendo pelos seus representantes e autoridades apanhados na armadilha, deixando-se levar e acabando inevitável e infelizmente por sofrer (nos dois casos havendo governos e/ou criminosos, passivos ou ativos, dando ordens e em ação).

 

Screenshot_2020-05-09 Ponto de Situação Atual em

 

Conscientes ou não do perigo assumido com as suas opções (pelos vistos antes, certezas) mas nunca se questionando antes (optando sempre pela Economia, como se esta não funcionasse à base de pessoas) no fundo optando sempre pela austeridade (democrata ou ditatorial, nestes tempos significando o mesmo), a nova forma (pensam eles que retocada, disfarçada) de Barbárie: no Brasil o péssimo exemplo com o número de mortos a ultrapassar já os 10.000 (mortalidade nos 7%) ─ e devido ao descontrolo em que o país se encontra devendo ser muito maior ─ e na Suécia até há dias o bom exemplo, ultrapassando já os 3.000 mortos (mortalidade acima dos 12%). Vergonha de países Pobres & Vergonha de países Ricos, mas como sempre só com vítimas (as presas) e nunca com culpados (predadores): pelo que ao contrário do que dizem os nossos governantes, o Mundo continuará como dantes (de 2020) e convictamente na mesma, pior apenas por mais perto do seu último espasmo (estertor) e do fim (do seu colapso económico e social) ─ e com uma Grande Guerra (WW3) e só em benefício de alguns ─ e chegando estes lá para além talvez dos insetos (a nossa futura alimentação, senão formos as deles) ─ a ser (para essa minoria) a única solução.

 

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Quanto ao nosso “Portugal dos Pequeninos” aparentemente isolado e esquecido na periferia deste continente (a Europa) lá se vai safando aparentemente tranquilo por pré-ajustado e por tradicional e culturalmente anestesiado (o povo), mantendo através dos seus intemporais por certificados representantes (governantes) a sua intocável atitude exemplar ─ de bom, modesto e humilde aluno ─ adaptando-se pelos vistos facilmente (apesar da tão propalada falta de recursos, agora pelos vistos sendo autossuficiente) aos novos tempos deste vírus invisível, intrusivo e perigoso, mesmo com a esmagadora maioria das vias de comunicação interrompidas e para não incomodar muito nem diretamente ninguém, postando-se de dedo bem esticado esperando pacientemente por uma boleia: esperando ser recompensado pela sua paciência e perseverança, sendo incluído na lista entre os convidados e os assistentes. Na primeira semana de confinamento e ultrapassadas as 1.000 mortes, preparando-se passo-a-passo para o regresso à “normalidade” ─ “mais normal” (apesar de todos ─ o original e os seus ecos ─ afirmarem o contrário) do que muitos pensam. Só assim se compreendendo a eternização, das ditas, familiares e complementares (liberais, selvagens, bárbaras) “democracias & ditaduras” (entre biliões, apenas de alguns).

 

(imagens: Nathalie Lees/economist.com ─ brighttv.co.th ─ richardcodor.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:24

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