Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

24
Ago 19

[Envolvendo o Continente Americano e o Futuro do Mundo.]

 

Teoria da Conspiração baseada numa Premonição

(Eleitoral/Primária/Presidencial)

Candidato Presidencial derrotado nas Primárias Republicanas de 2016

(nos EUA)

Nelas saindo vitorioso o seu rival Donald Trump.

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Ted Cruz

Mais tarde com TRUMP enfrentando e vencendo nas Presidenciais (surpreendentemente)

A candidata Democrata Hillary Clinton.

Confirmando-se a PREMONIÇÃO de TED CRUZ

E cumprido o 1º Segredo,

(do “Botão Incinerador”)

Depois dos primeiros sinais,

(abandono do TNP)

Seguindo-se a Revelação do 2º Segredo

(do “Botão Nuclear”)

– De acordo com o autor da premonição,

Só mesmo com o dedo de Trump,

Por acaso estando lá.

(sobre o botão)

Faltando apenas confirmar o Alvo.

(para nervosismo da Rainha da Dinamarca)

 

“Face ao cenário do “PULMÃO DO NOSSO PLANETA A ARDER (a AMAZÓNIA), sendo HIPÓCRITA que a maior parte das críticas venham de quem já destruiu o “OUTRO PULMÃO (nesse caso, estando os países integrando o G7) − face aos seus negócios aí instalados/a instalar, pouco se importando até hoje com o estado de saúde do (pulmão) SOBREVIVENTE.”

 

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Bolsonaro e o seu Botão Incinerador

 

Com o TRUMP SUL-AMERICANO (JAIR BOLSONARO) a carregar no BOTÃO INCINERADOR e a deitar FOGO à AMAZÓNIA − e em SÃO PAULO certamente por feitiçaria, transformando o DIA em NOITE – poder-se-á confirmar o cenário há dois anos previsto por TED CRUZ do TRUMP NORTE-AMERICANO (DONALD TRUMP) carregar no BOTÃO NUCLEAR – confirmando-se a premonição, tendo como alvo não só a RAINHA mas também a DINAMARCA (mas poupando o investimento, a Gronelândia):

 

“I don’t know anyone who would be comfortable

with someone who behaves this way

having his finger on the [nuclear] button.

We’re liable to wake up one morning and Donald,

if he were president,

would’ve nuked Denmark.”

(Ted Cruz − New Hampshire − February 2016)

 

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Trump e o seu Botão Nuclear

 

Revelando-nos como é tão fácil destruir a TERRA (recorrendo a um Evento Apocalíptico Artificial), bastando para tal colocar na mão de indivíduos – ou seja do HOMEM − os privilégios próprios de um Deus, sendo o seu utilizador (e usufrutuário dessas prerrogativas) apenas uma das suas Criações (uma réplica do molde original, mas não o original). Nem sequer ainda tendo percebido a presa (já depois de duas Guerras Mundiais, milhões de morte e campos de concentração) os processos de encantamento inicial (sob diversas máscaras) do predador.

 

(imagens:  Shutterstock/Mark Wilson/Getty/people.com − Emmanuel Macron/@Emmanuel Macron/twitter.com/rt.com − Reuters/Stringer/rt.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:53

14
Mai 19

“Com o Homem e o Camarão,

há já 74 anos,

partilhando a mesma Luta.

A Favor da Vida e Contra o Nuclear!”

 

 

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Com toda esta história a começar e a estender-se (intensa e inicialmente) durante um período de 18 anos (1945/1963), com o registo de cerca de 500 testes envolvendo a detonação de Bombas Nucleares (testes maioritariamente norte-americanos e russos, mas contando ainda com a participação inglesa e francesa) – com mais de 75% dessas explosões a decorrerem na Atmosfera – sujeitando todo um Ecossistema local a uma Brutal Agressão (com uma coordenada de espaço e de impacto, mas propagando no tempo e ao longo deste, os seus efeitos como uma onda) e levantando então a questão das consequências para os aí tendo nascido e residido −ou seja (vivendo aí ou nos arredores, mais ou menos distantes) para a Vida e Sobrevivência do Homem: por alguma razão ou pretexto passados 56 anos (desde o seu fim) e já no interior de outro século (XXI), mantendo-se a questão e o problema “Suspenso e ainda no Limbo”, falando-se antes num crustáceo pela aparência “primo” do CAMARÃO (outro animal/local que não o Homem, por acaso sem voz, irracional) e ignorando-se (pelos vistos sendo apontada como vítima colateral) quem que lhe está acima na Cadeia Alimentar, aquele que o Come, o HOMEM.

 

'Bomb Carbon' from Cold War Nuclear Tests Found in the Ocean's Deepest Trenches

(Mindy Weisberger/Live Science/May 13, 2019)

 

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Como a Natureza nos demonstra mais uma vez e tal como sucede com o Homem

 

E como não poderia deixar de ser, acolhendo-o e protegendo-o como uma das partes de um todo e sendo uma das réplicas do molde original,

 

Ser um Organismo Vivo e organizado, capaz de processar (percecionar/sentir) e de arquivar (memorizar)

 

– E desse modo Evoluir, transformando-se e adaptando-se ou seja sobrevivendo (algo de natural de modo a não só nos proteger dos perigos interiores/exteriores, como e igualmente extremamente relevantes para manter o equilíbrio entre as várias espécies) e dessa forma mantenho de todas as formas possíveis e imagináveis (complementadas pelas impossíveis/utópicas mas por algum motivo sendo resilientes) intacto, este único (só conhecemos este) e Maravilhoso Ecossistema (permitindo-nos nele viver e dele usufruir)

 

− Ou não fosse ele o nosso Berço (talvez e completando um Ciclo, num Salto Evolutivo, introduzindo-nos/reintroduzindo-nos), posteriormente o nosso Lar (a nossa Cápsula Protetora) e dado finalmente o Sinal (da necessidade de abandonarmos obrigatoriamente, como nómadas e sobreviventes que somos, a nossa Zona de Conforto), o nosso Novo Desígnio e Ponto de Partida (Evolutivo e se não nos quisermos tornar extintos), depois da Aventura da Descoberta dos Oceanos (Aventura Interior) virando-nos agora para a Extraordinária Aventura no Espaço (Aventura Exterior) −“abrindo-nos ainda mais os olhos, os sentidos, a nossa mente” − e daí originando um novo  e revolucionária composto, incorporando e conjugando nele toda a experiência e conhecimento (de um, do todo) − adquirido, aplicado e sucessivamente replicado (por aceite/não rejeitado) – assente (tendo como Base de Sustentação)

 

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No Mundo Mineral (a nossa Base ou Coluna Vertebral);

No Mundo Orgânico (o que deu Conteúdo/Objetivo a essa Base);

No Mundo Material (assente na Energia, na Matéria e no Movimento);

No Mundo Espiritual (segundo o ponto de vista, mais religioso ou mais científico) incorporando de um lado, forças pela esmagadora maioria nunca vistas (comprovadas) como o Espírito ou a Alma e do outro forças igualmente para muitos invisíveis (não sendo diretamente sentidas) como o será Magnetismo.

 

[Mas para tal suceder

Só mesmo largando Thomas Edison

Adotando NIKOLA TESLA]

 

E com esta história bio nuclear prosseguindo por meados de 2019 (Maio, com o artigo publicado) − e como sempre e estrategicamente concluindo-se “De Momento” – com uma notícia envolvendo cientistas e investigadores trabalhando na Fossa das Marianas, tendo detetado níveis elevados de carbono radiativo numa determinada espécie marinha (de crustáceos), as Hirondellea gigas (um Amphipoda) um “parente” do Camarão: entre umas 7.000 espécies conhecidas tendo de 5/17cm (dimensão), vivendo a uns 10.000 metros da superfície (do nível médio do mar) e alimentando-se de plantas marinhas (de elementos delas obtido como o “sunken”).

 

Crustaceans that live in the deepest part of the ocean carry radioactive carbon in their bodies, a legacy of nuclear tests performed during the Cold War.

(Mindy Weisberger/Live Science)

 

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No caso das Hirondellas (gigas pelo seu tamanho), com estas criaturas marinhas vivendo no oceano Pacífico (no seu lado Ocidental) para lá dos 10.000 metros pelas bandas da Fossa das Marianas (região chegando a atingir mais de 11.000 metros de profundidade), a apresentarem níveis elevados e anormais de radiocarbono (no seu corpo), claramente como consequência – e “LEGADO” − dos testes nucleares aí realizados durante o período da Guerra Fria (de 1945 fim da II Guerra Mundial a 1991 fim da URSS): através da transmissão entre sucessivas gerações destas criaturas “sem concha e semelhantes a um camarão”, devido à ingestão de alimentos provenientes da superfície e carregados do isótopo carbono 14 – “Bomba-de-Carbono” – com estes animais marinhos a levarem consigo a assinatura da presença de Radioatividade no seu Corpo (e tal como no presente com os Plásticos, invadindo/poluindo ainda mais os Oceanos). Como se tal fosse necessário (o estudo, a investigação, a conclusão) postos frente-a-frente a Hiroshima e Nagasaki (mais de 250.000 mortos de imediato/curto-prazo, fora os incontáveis/indefiníveis de médio/longo prazo que se lhe seguiram) aqui envolvendo a Espécie Dominante – na Terra e na atualidade o Homem − e ainda hoje vitimando esta (por acaso a nossa espécie). Coisas de cientistas talvez mesmo preocupados, num presente (antecedendo um futuro provavelmente idêntico, com primeiras e segundas linhas − hierárquicas/de prioridade − e com o Homem ocupando a segunda) onde para além da recordação de milhares e milhares de pessoas “Instantaneamente” mortas (entre civis, mulheres, velhos, crianças e restantes inocentes e como tal, apanhados completamente de surpresa, num Genocídio “mais que criminoso por inútil” e levado a cabo sem Punição) ainda no presente (2019, a fazer 74 anos sobre o lançamento das bombas atómicas, Little Boy/Hiroshima e Fatman/Nagasaki) trazendo grande sofrimento aos que sobreviveram (alguns deles ainda vivos) e às gerações (filhos, netos e por aí fora) que até hoje se lhes seguiram:

 

As consequências das bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki foram desastrosas. O poder consumidor das bombas foi além da destruição de lugares e pessoas, atingindo a área da genética. Os efeitos causados fizeram com que os seus sobreviventes transmitissem as lesões para as próximas gerações. Até hoje, crianças nascem com problemas genéticos causados pela radiação das bombas.

(Recortes/Rejane Borges/obviousmag.org)

 

(imagens que n/pela ordem: Daiju Azuma U.S. Department of Energy/Talkuku Blog/talkutalku.com.ng − Los Alamos Daily Post/ladailypost.com − USA TODAY/usatoday.com − general-fmv/Andrei Marincas/Shutterstock/livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:40

10
Mai 18

Com a Ucrânia nem sequer passando de um sucedâneo (de reserva) da estratégia (atual) de supremacia global norte-americana (Até que ponto é que a Europa valerá algo/Até que ponto os europeus se quererão matar uns aos outros?), depois do fiasco na Síria após a intervenção russa (apoiando legalmente o regime de Assad) os EUA viram-se de novo para o seu verdadeiro objetivo: o controlo de todos os poços de petróleo daquela região (do Médio-Oriente) nele integrando o Irão, um dos maiores produtores.

 

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Ao mesmo tempo que o Presidente dos EUA Donald Trump se retirava esta terça-feira (dia 8 de Maio) do Acordo Nuclear Iraniano estabelecido e assinado no ano de 2015 em Lausanne (Suíça) ‒ tendo de um lado os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (China, EUA, França, Reino Unido e Rússia) e do outro lado o Irão ‒ subscrito como se pôde constatar (na altura) por seis das maiores potências do Mundo e pelo então Presidente dos EUA Barack Obama (com a Administração Norte-Americana de então a ser um dos seus principais impulsionadores desse processo),

 

‒ Não deixando desde já de invetivar o Irão (e o regime iraniano atualmente no poder), acusando-o de continuar a mentir (ao Mundo) e avisando-o estarem os EUA preparados para se estrategicamente necessário (pondo em causa certamente o petróleo) dar a resposta imediata e apropriada (mais Bombas outra Guerra)

 

O mesmo anunciava desde já o recrudescimento das sanções a tomar dirigidas contra o Irão, certamente esperando que outros se lhe seguissem (no apoio à decisão dos EUA) ou não fossem seus Aliados ‒ certamente com a embaixadora dos EUA na ONU Nikky Haley a pegar no seu bloco de apontamentos e a registar aí (para memória futura) o nome dos (desleais) opositores.

 

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Com a tomada de posição do Presidente dos EUA (passados 3 anos depois de Barack Obama sendo agora Donald Trump) a ter respostas diferenciadas conforme a parte do Globo à qual ia chegando a informação, mas dada a real essência do problema (o amor ao Petróleo e o ódio ao Irão) e tomando em consideração a total ausência de justificação para tal atitude tão inopinada (como se oriunda de uma criança) como extrema (só mesmo assumindo a atitude confrangedora e extrema da dupla britânica May/Boris, optando pelo “quase que de certeza é verdade” em vez de simplesmente optar pela “verdade”),

 

Levando os restantes 4 signatários do Acordo Nuclear Iraniano a manterem o seu compromisso (assumido e dito vir a ser respeitado e nada havendo contra, não existindo razão óbvia para ser descontinuado) reiterando-o de novo conjuntamente com o Irão ‒ enquanto os EUA denunciavam unilateralmente o acordo que os próprios tinham promovido e assegurado respeitar, desrespeitando os outros (signatários), isolando-se mais um pouco (do Mundo tal como no caso do problema Ambiental) e talvez preparando-se para a sua única escapatória ‒ perdido interna e externamente ‒ se quiser resistir (até ao fim do seu mandato) e ainda poder voltar a ser eleito (para um 2º mandato): da série Os Militares e a Guerra (destruído o Afeganistão, o Iraque, a Líbia, a Síria e o Iémen e regressados os Excecionais ‒ os mesmos que levaram todo o Mundo atrás das Armas de Destruição Maciça ‒ seguindo-se agora o cenário para um novo palco o Irão) numa Nova Temporada.

 

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E com o Mundo preocupado (caso do Continente Europeu), com outros a festejarem (Israel e Arábia Saudita) e com um outro à espera (o Irão para já sossegado) ‒ e com os ditos terroristas (sempre preparados para agir) apenas à espera das ordens oriundas do Irão (Hezbollah/os terroristas referidos como maus) ou então da Arábia Saudita (Al-Qaeda e Exército Islâmico/os terroristas referidos como bons). E até com a Boeing a sair agora prejudicada (depois das declarações de Trump) sendo mesmo obrigada a cancelar o seu negócio (de muitos milhões) de venda de aviões (de carreira) ao Irão. E com os Europeus com receio (avisando os EUA para não tentarem de qualquer fórmula bloquear ou destruir o acordo), com os Países do Golfo jubilantes (aliados da Arábia Saudita e logo tendo como grande inimigo o Irão), com Israel a aproveitar (a ocasião proporcionada por Trump) para atacar mais uma vez a Síria (Damasco) e lá ao fundo ainda quietinho e sem se manifestar o Irão, assegurando aos restantes países a manutenção pela sua parte do Acordo de 2015.

 

E no meio de tudo isto com o maior perigo a vir de Israel e da Arábia Saudita (com os seus poderosos e bem-equipados ‒ direta/indiretamente pelos EUA ‒ mercenários da Al-Qaeda e ISIS/ISIL), querendo tal como os EUA a destruição do Irão. Tentando de uma forma ou de outra uma intervenção direta por parte dos EUA (difícil de momento de acreditar) reeditando a Guerra do Golfo, mas agora tendo como objetivo o único país ainda intacto naquela tão martirizada (por submetida a terraplanagem e genocídio) região (destruídos Iraque e Síria) o Irão.

 

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Restando ao Mundo aguardar a evolução do guião desta série televisiva ‒ de muita ação e de guerra ‒ de origem norte-americana e numa reedição de anteriores (de sucesso para uma Indústria), nesta nova temporada (da Administração da Casa Branca) mudando um pouco o cenário (de base semelhante) mas mantendo o mesmo elenco (terroristas/mercenários), alterando radicalmente com a sua reorientação (obviamente e como sempre o Irão) o ambiente exterior de mais esta penetração: proporcionando na pior das hipóteses ao Irão o estatuto dos demais (territórios intervencionados pelos EUA). E com uma Nova Ordem Mundial (NWO) surgindo da aplicação da teoria (da Evolução) via Terra Queimada.

 

(imagens: moddb.com/dailycaller.com/demotivation.me/israeltoday.co.il)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:20

08
Mai 18

 

Última Hora

“President Trump declared on Tuesday that he was pulling out of the Iran nuclear deal, unraveling the signature foreign policy achievement of his predecessor, Barack Obama, and isolating the United States among its Western allies.”

(nytimes.com/08.05.2018)

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Donald Trump e a sua conferência de imprensa de 8 de Maio em que anunciou a sua retirada do acordo nuclear iraniano, aproveitando a ocasião (contrastando com a sua atitude face à Coreia do Norte) ‒ A Ocasião Faz o Ladrão ‒ para atacar o Irão.

E dando Uma no Cravo e Outra na Ferradura ‒ “não se comprometendo, utilizando argumentos dúbios, defendendo ambos os lados de uma contenda” (dicionárionet.com) ‒ o atual Líder dos Estados Unidos da América (45º Presidente e Republicano), simultaneamente ainda milionário do ramo Imobiliário, da Restauração, dos Concursos de Beleza e dos Casinos ‒ o nova-iorquino de 71 anos Donald Trump ‒ depois se oferecer inesperadamente à Coreia do Norte e ao seu líder (o ditador Kim Jong-un) para dialogar ‒ tendo anteriormente prometido Fogo & Fúria ‒ vem agora denunciar (esta terça-feira 8 de Maio) o acordo nuclear iraniano assinado pelo seu antecessor Barack Obama (estabelecido em 27 de Setembro de 2013 e acordado/concluído em 14 de Julho de 2015 com a assinatura dos EUA e do Irão e das nações integrando o P5+1 ‒ China, EUA, França, Reino Unido, Rússia e ainda o Irão) ameaçando desde já o Irão e prometendo-lhe se necessário uma resposta à base de bombas. E depois de outros acordos quebrados unilateralmente pela Administração da Casa Branca (Ambientais e Económicos) abrindo-se agora um novo e preocupante Cenário ‒ de Guerra (para os EUA e para o Resto do Mundo) ‒ dado o Irão ter Petróleo (ao contrário da Síria e da Coreia do Norte). Faltando-se apenas saber o que pensam a Rússia e a China (entalados como estão França e Reino Unido) ‒ e já agora da ONU ‒ da chantagem de Donald Trump (prometendo mais sansões) aos países não apoiantes.

 

“Trump deserves Nobel Prize if he solves Iran, Korea crises, says Boris Johnson.

UK foreign secretary is trying to persuade Trump not to scrap the Iran deal.”

(politico.eu/08.05.2018)

 

“Obama got Nobel before he did anything.”

(Boris Johnson/sky.co/06.05.2018)

 

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Benjamin Netanyahu

A prova irrefutável das mentiras iranianas

(proferidas pelos mesmos que afirmando terem os iraquianos Armas de Destruição Maciça ‒  Químicas e Nucleares ‒  terraplanaram o Iraque e praticaram genocídio)

 

“Will Trump pull out from Iran deal? The world will know today.”

(oneindia.com/08.05.2018)

 

Enquanto no nosso planeta e observando-o apenas segundo uma perspetiva Geográfico-Natural as maiores concentrações demográficas e simultaneamente as sociedades atualmente mais desenvolvidas se encontram esmagadoramente localizadas no Hemisfério Norte ‒ ou seja acima da linha do Equador ‒ se lhe acrescentarem na sua análise um outro parâmetro artificial por estritamente político-ideológico (separando Religiosamente o Bem do Mal segundo as diretivas Católico-Romanas e as leis do Capitalismo Ocidental), poderemos para sermos mais rigorosos e para nossa salvaguarda (e do o Mundo Ocidental) dividir a Terra não em 2 Hemisférios (Norte e Sul) mas em 4 Quadrantes: para nós Ocidentais com o 1º Quadrante a ser o Líder Mundial (englobando os Excecionais EUA e os seus Aliados Europeus) e o representante do Eixo do Bem, com o 2º Quadrante (localizado a leste) dominado pela Rússia e pela China (assim como pelo Irão) a ser o Inimigo Público Nº1 do Ocidente e o representante do Eixo do Mal e com os 3º/4º Quadrantes dada a grande potencialidade dos quadrantes anteriores (1º/2ºQ) e ao seu significativo atraso cientifico-tecnológico face aos primeiros (do 3º/4ºQ), a serem certamente a futura reserva de mão-de-obra (ou se preferirem e face à automatização, de escravos) para os tempos incertos que aí vêm: não sendo por acaso o controlo quase total dos EUA sobre o Continente Americano (América do Norte e do Sul) ‒ com exceções como Cuba e a Venezuela a sentirem as consequências da sua desobediência ‒ e o assalto de norte-americanos (com armas) e de chineses (com bens) ao Continente Africano tentando aí exercer o seu domínio e a sua supremacia. E com o Eixo Económico-Financeiro Mundial a deslocar-se progressiva e irreversivelmente para a Ásia (face à grave e pelos vistos irreversível Crise Económica, Financeira, Cultural e Moral atravessando todo o Continente) deixando a Europa descalça e de mãos estendidas (aos dinheiros e negócios Russos e Chineses) além de ajoelhada (frente ao poder do Dólar e Militar Norte-Americano) ‒ e humilhada pela atuação do Novo Dançarino francês: depois de Sarkosy seguindo-se Macron.

 

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2 Ditaduras (Coreia Norte e Irão) e a teoria dos 2 pesos e das 2 medidas

& An Olive Branch for North Korea, but Bombs for Iran (a tal teoria de novo)

U.S. Secretary of State Mike Pompeo is greeted by Saudi Foreign Minister Adel al-Jubeir in Riyadh, Saudi Arabia, on April 28, 2018.

 

“No reward for North Korea without irreversible denuclearization.”

(Secretário de Estado norte-americano Mike Pompeo/Reuters.com/12.04.2018)

 

Ultrapassado mais um fim-de-semana neste 1º Quadrante da Terra (englobando os EUA, a Europa Ocidental e já agora a sua principal instituição a NATO) no qual poderemos integrar Portugal (por direito geográfico, católico-romano, europeu e ocidental), destacando-se alguns Eventos mais passados ou presentes com maior ou menor impacto (suponhamos que os ocorridos entre 1/terça-feira e 7 de Maio/segunda-feira): em países limítrofes como Portugal ultima e prioritariamente direcionados para a Indústria Hoteleira e Turística (e afins como o da Construção e do Imobiliário) e para os omnipresentes Serviços (numa Monocultura levando ao afunilamento da área e à estagnação das restantes) ‒ oferecendo às novas gerações um único destino e uma única opção (de miséria) mas de mais rápida absorção (ou tempo não fosse dinheiro) ‒ com nada de relevante a suceder a não ser a constatação (não surpreendente pelo poder da Cultura Intrusiva Estatal e pela contínua manipulação da Memória distorcendo sistematicamente a História) do poder ainda intacto da Tríade Fado/Futebol/Fátima (44 anos depois da Revolução ou Golpe de Estado de 25 de Abril) ‒ com o festival da Eurovisão da Canção a caminho (dando desde já uns quantos milhões de prejuízo à RTP), com o Campeão de Futebol decidido (do Porto ficando as migalhas para Lisboa) e ainda com os Peregrinos na estrada dirigindo-se para o Santuário de Fátima (para as Comemorações do 13 de Maio na Cova da Iria, recordando o Milagre aí ocorrido há cerca de 100 anos) ‒ enquanto no Mundo Ocidental domiciliado no 1º Quadrante e sob orientação Norte-Americana, com as notícias merecedoras de tal definição (depois de filtradas e como sempre condicionadas à estratégia das FAKE NEWS) a poderem ter factualmente e pela sua profunda difusão fontes centradas (mesmo que não localizadas) nos EUA (simultaneamente sede do Crime Organizado e da Polícia do Mundo), na Coreia do Norte (associada à China), na Síria e no Irão (associados à Rússia) e na Venezuela (associada a Cuba) ‒ e com a Ucrânia de reserva (e a sua Guerra Civil temporariamente suspensa) agora que se aproxima o Mundial de Futebol (a iniciar-se já em Junho) na Rússia (antecipada e desportivamente dopada apesar de nesta época ser a 6ºRM atrás dos EUA medalhado com Bronze) de Vladimir Putin. Segundo a lógica atual (norte-americana e inglesa) ‒ e podendo ter como declarante anedótico/perigoso o chefe da diplomacia britânica Boris Johnson ‒ sendo igualmente a razão (tendo o Povo todo Dopado) da recente reeleição de PUTIN.

 

(imagens: reuters.com e marchonpentagon.com/01.05.2018 c/legenda em inglês)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:26

09
Jan 18

Sendo necessários muitos mais até se lá chegar

(ao Botão)

 

Enquanto qualquer observador (interessado) ‒ situado num dos Continentes da Terra (sendo estes 5) e entendendo (minimamente) a distribuição dos diferentes Poderes (concentrados em Países e Corporações) a nível do nosso Planeta (de momento a Terra) ‒ se vai (mesmo que lentamente) apercebendo e interiorizando de tudo o que se passa (já que sendo bem visível, mesmo que a nível de consequências, sendo indesmentível) no Mundo, a conclusão imediata que tira (especialmente) desde a simultânea Eleição de Trump (permitida pelos REP) e o início da campanha Anti-Trump (promovida pelos DEM) ‒ tentando catalogá-lo como Louco e impulsionando-o como outro Louco para uma possível Loucura ‒ é que o Mundo que conhecemos está nestes dias do em que vivemos bastante menos Seguro.

 

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Os Botões

 

“North Korea best not make any more threats to the United States. They will be met with fire and fury like the world has never seen.”

(Donald Trump/08.08.2017)

 

Em 7 de Janeiro de 2018 e a poucos dias da passagem do 1ºaniversário sobre a tomada de posse do 45º Presidente Norte-Americano (20 de Janeiro de 2017) ‒ pelos Republicanos, o milionário Donald Trump ‒ com os conflitos Económicos um pouco por todo o lado e à escala Global a manterem-se ou a agravarem-se (com os EUA rasgando unilateralmente acordos), com a crise Financeira a parecer não querer ter fim iniciando uma nova (e talvez decisiva/definitiva) bipolarização Mundial (com a criação de um Novo Banco Mundial sediado na China) ‒ os Impérios erguem-se e caiem ‒  e finalmente (e o mais grave deste cenário que já vai passando entre os nossos dedos e da Comunidade Internacional) com os EUA acenando a partir da ONU com os seus infinitos Dólares (informando que quem recebe deve pagar), expondo a sua Supremacia Militar Global a todos Nós (sendo capazes de destruir a Terra mais vezes que todo o Mundo, incluindo russos, chineses e talvez uns quantos Alienas) e simultaneamente (parecendo um plano pré-planeado entre corporações e militares) iniciando desde já a implantação de raízes para potenciais (pelos vistos deles tirando proveito) novos e mais perigosos (o Homem mantem-se mas as Armas evoluem tomando o seu lugar transformando-nos em subobjectos) conflitos (como o que parece agora arrancar num dos países do Eixo do Mal o Irão, lançando o caos total naquela região e colocando a Europa em Alerta para uma nova ‒ e talvez fatal ‒ invasão).

 

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O Livro

 

I’ve had to put up with the Fake News from the first day I announced that I would be running for President. Now I have to put up with a Fake Book, written by a totally discredited author. Ronald Reagan had the same problem and handled it well. So will I!”

(@real DonaldTrump/twitter.com/07.01.2018)

 

Nos últimos dias e (talvez) devido à penúria informativa ainda oriunda da época de Natal (reforçada pela Passagem de Ano) ‒ não havendo notícias nada melhor que fabricar ou no mínimo redecorar ‒ à falta de melhor (mas mantendo-se a mesma Besta) falando-se de dois Botões e até (será memória, será cultura ou apenas mais Fake News?) de mais um Livro: de um lado com TRUMP e KIM cada um com o seu botão (um maior do que o outro) prestes a despoletarem uma Guerra Nuclear (como se outros países como o Paquistão e Israel não o pudesse também já fazer) e do outro lado com um escritor imitando o processo de produção e montagem do Código da Vinci mas aplicando-o ao Presente e a alguém vivo, baseando-se em suposições, mexeriquices e outros temas escaldantes (e tendo em atenção as capacidades deste escritor em construir um bom romance), edificando e solidificando (com o necessário suspense imposto pela mentira e o diz que diz) uma narrativa credível (por emocionante) e escrevendo um livro de arrasar (Donald Trump) ‒ e assim se passando a uma análise política tipo Passadeira Vermelha.

 

(imagens: Jeffrey Koterba/Omaha World Herald/CagleCartoons.com/ 2018/washingtonpost.com e Pablo Martinez Monsivais/Associated Press/breitbart.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:30

29
Nov 17

Do Grande Líder Norte-Coreano Kim Jong Un

 

“A Coreia do Norte é o "adversário mais antigo" dos Estados Unidos. Os norte-americanos ajudaram a dividir a península coreana no fim da Segunda Guerra Mundial e então travaram uma guerra contra a Coreia do Norte na década de 1950. A Guerra da Coreia começou quando a Coreia do Norte invadiu a Coreia do Sul. As Nações Unidas com os Estados Unidos como sua principal força vieram em ajuda aos sul-coreanos. A China por sua vez interveio em favor do norte com a União Soviética lhes dando apoio logístico e político.” (wikipedia.org)

 

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Figura 1/2

Reações em Pyongyang após o lançamento bem-sucedido do ICBM (míssil balístico intercontinental) norte-coreano em 29 de Novembro de 2017 (esta 4ª feira)

 

Mais uma vez desafiando os EUA (A Maior Potência Militar do Planeta) e colocando toda a restante Comunidade Internacional a Olhar para o Céu (como sempre sem saber o que fazer enquanto os norte-americanos não disserem algo) ‒ e naturalmente com a Rússia a olhar de longe e a China a olhar de perto (estando do outro lado da fronteira) ‒ a Coreia do Norte acaba de lançar um novo Míssil Balístico Intercontinental (e eventualmente nuclear) segundo os seus dirigentes (com o Grande líder Kim Jong Un à cabeça) capaz de atingir os Estados Unidos da América e de transportar uma Bomba (termonuclear e miniaturizada).

 

Com o míssil balístico a ser lançado de território norte-coreano esta quarta-feira dia 29 de Novembro (de 2017) e no seu trajeto ascendente (descrevendo um arco) atingindo uma altitude demonstrativa da sua capacidade de atingir território dos EUA; apesar de alguns especialistas afirmarem não ser afirmativa a possibilidade desse míssil transportar uma Bomba devido ao peso adicional da arma/ogiva nuclear então transportada (não suportando o peso).

 

No entanto com o mesmo míssil (Hwasong-15) a bater o recorde de velocidade e de altitude, elevando-se (com a sua carga) a mais de 4500Km e acabando por cair no mar do Japão passados pouco mais de 50 minutos e a cerca de 1000Km do seu local de lançamento (na base de Sain Ni na Coreia do Norte).

 

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Figura 3/4

Kim Jong Un autorizando o teste do ICBM norte-coreano (em 28/11/2017) e perante o que poderá ser uma arma termonuclear miniaturizada (a ser colocado no míssil)

 

Havendo sempre a possibilidade de dadas as capacidades demonstradas por este Míssil Balístico Intercontinental (até pelo seu arco de trajetória) o mesmo poder evitar (na sua passagem) o território japonês (passando a grande altitude e evitando o agudizar de conflitos políticos), atravessando todo o oceano (a uma V=27000Km/h) e tendo um alcance perto dos 13000Km (quando a costa oeste norte-americana dista de cerca de 10000Km da costa norte-coreana).

 

E face ao Perigo representado pela possível Arma Nuclear posta à disposição de um dos maiores inimigos da América ‒ o ditador e líder da Coreia do Norte KIM JONG UN ‒ com os EUA a pedirem a convocação de mais uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança da UN (uma forma de se manifestar deixando tudo na mesma) mais uma vez apoiado pelos seus Fieis Aliados/Subordinados (a Europa Ocidental) e sob o olhar atento e curioso da Rússia e da China: com a segunda a começar a ser gradualmente (e se nada se fizer exponencialmente) o novo Centro Económico e Financeiro Mundial, dominando o Novo Eixo Global e tendo a Coreia do Norte como fronteira (e aliado).

 

Nestes tempos de Guerra em que o Eixo Económico-Financeiro Mundial se tem vindo a deslocar progressivamente para o Continente Asiático (com a Europa Ocidental a ficar irremediavelmente para trás por delegação de competências nas chefias Aliadas sob comando norte-americano) ‒ substituindo o Eixo Velho/sediado na América (e na Europa Ocidental) pelo Eixo Novo/sediado na Ásia e tendo a sua base na China ‒ não se entendo o aparente processo de estender a Guerra a toda a Ásia, iniciada no Médio Oriente (e provocando os russos na Síria) e estendendo-se até à Península da Coreia (e provocando os chineses na Coreia do Norte): e com a Europa (EU) de permeio com a crise na Ucrânia (independente desde 1991 e entrando em Guerra Civil em 2014) e o seu conflito com a Rússia (de Vladimir Putin).

 

(imagens: 1/3 - latimes.com e 2/4 - businessinsider.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:14

14
Mar 17

Ou Seja Sem Dinheiro, Não Há Bem Bom!

(só para os vivos porque os outros já estão mortos)

 

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Explosão num dos reatores da Central Nuclear de Fukushima

(na sequência do violento sismo seguido de tsunami ocorrido em 11 de Março de 2011)

 

“I think it’s one of the evil words of our day – fukko (reconstruction) – because it excuses everything that is going on: the forced returns, the use of workers in very questionable circumstances and work environments, what is done to children.” (Norma Field, Professor of Japanese Studies, University of Chicago – greenpeace.org)

 

Os próximos Jogos Olímpicos a realizarem-se dentro de três anos no Japão, terão a sua Aldeia Olímpica instalada na capital do país – Tóquio. Uma capital escolhida pelo Comité Olímpico Internacional em 7 de Setembro de 2013, superiorizando-se a outras candidaturas apresentadas por Baku (Azerbaijão), Doha (Catar), Istambul (Turquia) e Madrid (Espanha). Numa 1ªfase sendo postas de lado as capitais Baku e Doha e na decisão final com a maioria do comité a apoiar o candidato asiático (Japão) face às duas candidaturas europeias (Espanha e Turquia). Numa decisão tomada em Setembro de 2013 dois anos depois de um violento sismo acompanhado de tsunami ter atingido o Japão (Março de 2011).

 

Após seis anos sobre a data do sismo de M9.0 acompanhado de tsunami que destruiu parcialmente a central nuclear de Fukushima (11 de Março de 2011), enquanto a população aí residente e dai evacuada na altura se mostra reticente ao início do seu regresso (a casa), por outro lado as autoridades japonesas indicam que estão criadas as condições para tal concretização: tudo controlado.

 

Mencionando-se este último facto apenas para recordar que esse tsunami atingiu à sua passagem a central nuclear de Fukushima, ocasionando um desastre nuclear de grandes proporções e levando-nos logo a compará-lo com o ocorrido em Chernobyl: colocando-nos de imediato a pensar qual dos dois seria o mais grave ou se não seriam ambos uma catástrofe. Tanto no caso de Chernobyl como no de Fukushima com toda a área envolvendo as centrais a ter que ser evacuada, deixando localidades desertas, campos e indústria abandonados, vidas feridas e destruídas e sobretudo um silêncio total e um forte sentimento de medo e de abandono. E uma dúvida com toda a certeza existencial: como é que tal foi possível?

 

Com as autoridades governamentais japonesas – e delegada essa responsabilidade ao Ministério da Energia e à Companhia de Eletricidade de Tóquio (a central é em Fukushima mas quem usufrui maioritariamente dela é a capital) – a terem como primeira prioridade o embelezamento superficial e paisagístico da região não fossem os turistas fugirem e as Olimpíadas fracassarem: com os japoneses a serem apenas peças decorativas mas agora de uma peça dramática. Tratando-se deles depois mas agora mostrando-os instalados em casa e felizes.

 

Mas aqui o que mais nos toca e fere profundamente (relembre-se que os efeitos provocados pela radioatividade poderão alastrar por todo o território terrestre ou marítimo, ao serem transportados por ar, terra ou mar) é a indiferença que parece acompanhar este tema (o nuclear) em decisões tão importantes como esta tomada pelo COI. Mas quem os poderá responsabilizar?

 

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O estádio central e coração dos Jogos Olímpicos de Verão Tóquio 2020

(uma obra do arquiteto japonês Arata Isozaki fazendo lembrar uma tartaruga)

 

O incidente ocorrido na central nuclear de Fukushima (240Km de Tóquio), não só nos faz lembrar o incidente na central nuclear de Chernobil (há 31 anos) – na semelhança que os efeitos nocivos induzidos pela intensa radioatividade podem provocar numa grande área populacional – como simultaneamente por todo o cenário envolvente e modelo replicador (sismo, tsunami, explosão, fugas e contaminação atmosférica do solo e das águas), podendo ser de um nível de perigosidade ainda não muito bem calculado.

 

É que se não fizermos nada e entrarmos na onda da situação, poderemos um dia e ao virar da esquina não sermos prejudicados na nossa vida e saúde como o foram os ucranianos no caso de Chernobyl (com as autoridades a secundarizarem a segurança da população em volta com falhas graves na manutenção e prevenção),

 

Passados 6 anos sobre a explosão na central nuclear de Fukushima e com indicações de que o nível de radiações emitidas por um dos seus reatores (danificado) está num dos níveis mais elevados desde esse incidente, eis que incompreensivelmente, contra a opinião esmagadora da população e sem dados suficientes que apoiem tal decisão (nem todos os dados são revelados) são as autoridades responsáveis pela manutenção da saúde (dessa população) a aconselharem-nas ao seu regresso: até porque suspensa a evacuação e libertada a área quem não voltar perderá o subsídio (de habitação).

 

Mas ao sê-lo feito de uma forma mais democrática e ocidental (ou seja perversa e sem vergonha) escolhendo a melhor forma de os acalmar (e poupar dinheiro) obrigando apenas as vítimas a regressar (esquecer e morrer) – ao lugar para onde foram declaradamente atirados para a infelicidade e para o terror.

 

Para se compreender o que um desastre Natural poderá provocar numa estrutura Artificial criada pelo Homem, basta referir-se que no sismo seguido de tsunami que varreu a costa leste do Japão em 11 de Março de 2011 (fez sábado 6 anos) – atingindo também Fukushima – morreram dezenas de milhares de pessoas, desapareceram alguns milhares e fugiram mais de centena e meia de outros milhares (nem 1/4 tendo já regressado).

 

Ou seja de uma forma inacreditável e criminosa, com o Governo japonês (ainda-por-cima cada vez mais pressionado com a aproximação dos Jogos Olímpicos) de um modo natural, como se nada se tivesse passado e de modo a tranquilizar os anteriormente considerados como potenciais doentes (agora tratados como saudáveis), “a obrigar essas mesmas vítimas a regressarem aos seus lares sob avisos de penas pesadas”.

 

The massive disaster that struck the east coast of Japan on 11 March 2011 has been referred to as a “triple disaster” – earthquake, tsunami, and triple reactor core meltdowns. The tsunami and earthquake claimed tens of thousands of lives and devastated coastal communities. The Fukushima Daiichi nuclear disaster forced many more people from their homes, communities, and livelihoods and has prevented their return. (greenpeace.org)

 

Quando o defeito não estava nas presas, mas na qualidade do ambiente proporcionado pelos seus predadores – neste caso utilizando o nuclear para o benefício que não certamente o das populações: com os trabalhos em torno da Central Nuclear de Fukushima a prosseguirem, com as fugas de material radioativo para o oceano a continuarem, com todas as áreas em torno da central a serem afetadas, colocando tudo e todos em risco (devido à presença de elementos radioativos no solo, no ar e na água) e mesmo assim não recuando declarando o Japão e Tóquio Livres (de poluição) e dando as boas vindas às Olimpíadas. Do povo se tal for necessário se tratará a seguir).

 

(imagens: ines7.info e sbs.com.au)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:06

19
Jul 16

Com Dedo para a Bomba

 

Num mundo cada vez mais cheio de psicopatas não identificados

– e porventura clonados!

Como dirão de Theresa May possuída por Margaret Thatcher.

 

“Theresa May confirms she is prepared to kill 100,000 men, women and children in a nuclear strike.”

 

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Primeiro-Ministro da Grã-Bretanha

Theresa May

Partido Conservador

 

Pergunta de George Kereva

(Membro Parlamento – Partido Nacional Escocês):

Is she prepared to authorise a nuclear strike

that would kill hundreds of thousands of men, women and children?”

 

Resposta de Theresa May

(Primeiro-Ministro da Grã-Bretanha):

Yes.”

 

Com a vitória do NÃO à EUROPA (para já e de ambos os lados) o sentimento geral Europeu é como se nunca tivesse existido (e muito recentemente) um referendo na Grã-Bretanha. Apenas saiu David Cameron e entrou Theresa May (mas sempre com o mesmo o partido). De resto tudo continuará a rolar, como sempre se verificou até agora. A única diferença residirá no facto de, se antes e ao afundar-se o Continente poderia levar a Ilha atrás de si (afogando-se com ele), agora com a sua autodeterminação e cortado definitivamente o cordão umbilical, para sempre estará protegida das hordas europeias invasoras. Com mísseis na Escócia e a companhia do Tio Sam: que até poderá ser um tal de Donald Trump.

 

(texto/inglês e imagem: mirror.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:29

11
Jun 16

Um dos mais perigosos?

Por ser atual e subtil (assim como Nobel da Iaz) talvez escolhendo BO.

Pelos seus contingentes de MORTOS nunca reconhecidos pelos DRONES.

E pelos seus Descendentes!

 

hillary-finger reclaimourrepublic.wordpress.com.jp620f50642483e3ab8cb3959a0932e4ff www.thedp.com.jpgTrump-Pointing-Chipmunk-900-1 instinctmagazine.com

Hillary Clinton – Barack Obama – Donald Trump

Qual a diferença?

 

Com uma campanha eleitoral eminente e deliberadamente contaminada – em que os potenciais eleitores apoiam aqueles que aparentemente e no meio desta nuvem extremamente tóxica lhes parecem algo diferentes e a cheirar menos mal – discute-se agora qual dos dois candidatos do sistema teria mais competência e credibilidade no exercício final da utilização decisiva do DEDO NUCLEAR.

 

Como se o mais importante fosse estudar o indivíduo possuidor do DEDO NUCLEAR e não todos aqueles que lhe poderão proporcionar essa última ocasião de provar que no final sempre tinha razão. Bastando para tal compreender que quem hoje manda no Mundo, já não é o Estado mas as grandes Corporações – pagando diretamente ao poder político (e generosamente como se vê) de modo a impor a sua Lei.

 

NUCLEAR: Uma questão que paralelamente ao RACISMO e ao tema da MULHER poderá levar à derrota do candidato DONALD TRUMP (Republicano) e em consequência à vitória dessa iniquidade HILLARY CLINTON (Democrata). Curiosamente com o primeiro a ser considerado o candidato antissistema (acompanhado do lado DEM pelo candidato BS) e catalogando o segundo como o mais forte apoiando o sistema (c/estreitas ligações às empresas e aos interesses de Wall Street).

 

E se em termo de dedos só mesmo DT nos convence (solidamente reforçado pela sua expressão facial), já no caso de BO a sugestão prevalece (com o dedo intermédio enviando-nos sinais) – e com uma HC inocente (disfarçada de mulher) recordando a sua presença e impondo a sua vez (invocando paridade masculina). Assim a resposta de DT será SIM (na indecisão pela opção) e a de HC será NÃO (na indecisão em não carregar no botão) – já que a de BO foi com os DRONES e o seu prémio Nobel da Paz.

 

Uma campanha agora numa fase de indefinição teórica (já que HC só se livrará de BS em Convenção DEM e pelo seu lado DT tenta ainda apaziguar a elite antes da Convenção REP), mas que na prática colocará alguns candidatos à partida sem a mínima hipótese (sem o apoio dos média) contra dois monstros da comunicação social norte-americana: o milionário e excêntrico DT (para os seus inimigos antes rico e agora louco) apoiado pela FOX (que remédio) e um dos dinossauros mais bem instaladas na poltrona do poder dos EUA (seja pública ou seja privada) e apoiada pela CNN a DEM HC.

 

(imagens: reclaimourrepublic.wordpress.com – thedp.com – instinctmagazine.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:56

07
Jan 16

A Coreia do Norte anunciou esta semana (a todo o Mundo) ter testado com êxito a sua primeira Bomba de Hidrogénio (atómica). Uma arma nuclear de enorme potência posta a partir de agora ao dispor dos militares norte-coreanos, assim como ao serviço do seu grande líder e proclamado ditador KIM JONG UN. Um único homem que pôs em poucos segundos todo o mundo em estado de alerta, suplantando no seu tempo de ação todo o espaço até aí concedido aos terroristas: e considerado como pertencendo ao grupo de países do Eixo do Mal (incluindo segundo George W. Bush no seu discurso sobre o Estado da União de 29 de Janeiro de 2002, o Iraque, o Irão e a Coreia do Norte). Agora dispondo do veículo (mísseis intercontinentais) e até de arma (bomba H).

 

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Se tudo for verdade (mísseis e bomba H) só falta mesmo carregar no botão
(HOWARD representando KIM JONG UN)

 

Um caso muito comum de aparência (da sua pretensa força) e simultaneamente de prepotência (exercida de forma bruta). E que desde logo provocou uma reação imediata por parte de toda a comunidade internacional (Grã-Bretanha, China, Rússia, Coreia do Sul, Japão, entre outros) mesmo antes da confirmação oficial do referido acontecimento (por parte dos EUA). Isto apesar de outros estados imprevisíveis dispondo (como o Paquistão) ou não (como a Arábia Saudita) de uma bomba nuclear, também serem governados por regimes (ditatoriais) como o norte-coreano: mas nestes dois casos considerados aliados (do Ocidente).O que não deixa de ser preocupante (sobretudo para a Europa) esquecendo-se outros assuntos muito mais importantes (como o da Ucrânia e do Médio Oriente).

 

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Um tipo de arma (nuclear) já ao alcance de vários países muitos deles instáveis
(como a Índia, o Paquistão e Israel)

 

Face a esta inesperada notícia que invadiu instantaneamente todos os meios de comunicação social (global), assim como face à gravidade que a mesma ameaça associada (a esta notícia) poderia acarretar, logo os quinze membros Conselho de Segurança se reuniram condenando fortemente a Coreia do Norte e o seu teste nuclear ilegal: impondo mais sanções económicas (será aí a quinta vez) desde que os norte-coreanos realizaram o seu primeiro teste (há uma década atrás). Com todo este espetáculo mediático a ser montado apesar de:

A explosão ser estimada num máximo de 10kt enquanto utilizando um dispositivo termo nuclear (como a bomba de hidrogénio) andaria pelas megatoneladas (Mt); pelo que o ensaio agora levado a cabo pelos norte-coreanos não passaria de um simples teste ao mecanismo de disparo da sua Bomba H, a mais um teste de mais uma bomba de fissão ou até mesmo a um teste falhado;

 

Os EUA ainda não terem confirmado este ensaio nuclear agora realizado pela Coreia do Norte com uma bomba de hidrogénio (muito mais potente e perigosa que uma bomba de fissão), apesar de todas as afirmações divulgadas nesse sentido pela rede da TV estatal norte-coreana; contando ainda com a contribuição de um tremor de terra de magnitude 5.1 registado por essa altura nessa região.

 

Colocando praticamente todos os continentes da Terra sob a ameaça dos mísseis intercontinentais norte-coreanos (talvez exceto África), sejam eles equipados com bombas de fissão ou com bombas de hidrogénio: tendo a China, a Coreia do Sul, o Japão, a Austrália, a Alemanha e até os EUA (como alvos privilegiados) ao seu alcance e debaixo da mira.

 

(imagens: stuff.co.nz/Howard e express.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:37

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