Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

07
Jan 19

Agora a 2 biliões de anos de distância:

Mesmo sabendo-se antes (de 31) da nova data da chegada do FIM-DO-MUNDO, só se divulgando depois (de 1) para não perturbar a PASSAGEM DE ANO.

 

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The Milky Way Galaxy and the Large and Small Magellanic Clouds

(texto/imagem: Nina McCurdy /Nick Risinger / NASA/sci-news.com)

 

Segundo um artigo publicado recentemente (a 13.11.2018) pela Royal Astronomic Society (organização de investigação astronómica, criada no início do século XIX e sediada em Londres), o Fim-do-Mundo na Terra está ainda mais próximo do que anteriormente se previa: um sinal deveras preocupante para todos nós (os animais racionais residentes neste planeta) para o Homem – quando um dos desejos mais prementes e sempre emergentes em qualquer tipo de conversa envolvendo o nosso ecossistema, o nosso quotidiano e a nossa sobrevivência, aponta não só para o Espaço disponibilizado (teoricamente sem problemas de aplicação por Infinito, apesar de pratica/tecnologicamente ainda não ser possível de concretização) como simultaneamente (e fundamentalmente – ou não fossemos católico-romanos dificilmente aceitando Lavoisier) para o Tempo atribuído (a cada um de nós) cronologicamente bem delimitado e extremamente curto – em tudo semelhante (quotidiano e tempo de serviço) à Vida ao nível de um inseto como será o caso Mosca.

 

The aftermath of the Great Collision between our Galaxy and the Large Magellanic Cloud

(Marius Cautun, Alis J Deason, Carlos S Frenk, Stuart McAlpine)

The Milky Way (MW) offers a uniquely detailed view of galactic structure and is often regarded as a prototypical spiral galaxy. But recent observations indicate that the MW is atypical: it has an undersized supermassive black hole at its centre; it is surrounded by a very low mass, excessively metal-poor stellar halo; and it has an unusually large nearby satellite galaxy, the Large Magellanic Cloud (LMC). Here, we show that the LMC is on a collision course with the MW with which it will merge in 2.4+1.2−0.8Gyr (68 per cent confidence level). This catastrophic and long-overdue event will restore the MW to normality. Using the EAGLE galaxy formation simulation, we show that, as a result of the merger, the central supermassive black hole will increase in mass by up to a factor of 8. The Galactic stellar halo will undergo an equally impressive transformation, becoming 5 times more massive. The additional stars will come predominantly from the disrupted LMC, but a sizeable number will be ejected on to the halo from the stellar disc. The post-merger stellar halo will have the median metallicity of the LMC, [Fe/H] = −0.5 dex, which is typical of other galaxies of similar mass to the MW. At the end of this exceptional event, the MW will become a true benchmark for spiral galaxies, at least temporarily.

(Royall Astronomical Society/2018)

 

E assim num momento em que no planeta Terra o Homem (o Ser Vivo Inteligente aí residente) caminha para os 8 biliões de indivíduos, repensando-se de novo e finalmente (numa ação interrompida há quase meio século) na exploração do Espaço e no relançamento dos voos tripulados – com norte-americanos, russos e chineses apontando para a Lua e para Marte (utilizando organizações governamentais ou privadas) – e como consequência dessa ação (inevitável se pretendermos evitar a nossa extinção, para tal sendo necessário movimento/evolução ou seja o abandono da zona anterior de conforto ou seja “de casa”) podendo posteriormente (o mesmo Homem) expandir o alcance destas expedições a outros corpos celestes, planetas (com as Viagens Interplanetárias) ou até mesmo galáxias (com as Viagens Intergalácticas) – estendendo-se de uns míseros 384 mil Km de distância (distância aproximada Terra/Lua), a centenas e milhares de UA (com a Nuvem de Oort a estender-se até umas 100.000UA e o sistema estelar Alpha Centauri/ o mais próximo da Terra a uns 4,37 anos-luz/mais de 63.000UA de distância) – com esta notícia a cair (literalmente em cima de nós) encurtando-nos ainda mais o tempo (já ínfimo a nível individual) e aconselhando-nos a acelerar: não daqui a 4 ou 5 biliões de anos ocorrendo o Fim-do-Mundo (tal com anteriormente previsto, devido à colisão da nossa galáxia/Via Láctea com a galáxia de Andrómeda) mas com tal Evento a ocorrer dentro de apenas 2 biliões de anos (com a colisão da Via Láctea com a Grande Nuvem de Magalhães, uma pequena galáxia rodando em torno da Via Láctea) – não existindo outro tipo de Evento (anterior) ao Nível da Extinção reduzindo a nossa permanência (na Terra) até uns 60%.

 

(imagem: a indicada)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:54

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