Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

14
Mar 21

Tal como noutros planetas solares ocorrendo tempestades dos mais diversos tipos e origens ─ na Terra por exemplo com as tempestades geomagnéticas e com as tempestades de areia ─ sendo natural pertencendo ao mesmo Sistema Planetário que o que ocorra num dos seus objetos, ocorra também noutros sendo seus semelhantes: desse modo existindo tempestades de areia na Terra, também o mesmo podendo suceder noutros planetas. E na realidade com este tipo de fenómeno ocorrendo não só por cá (tempestades de areia nos desertos) como igualmente em Marte (também seco e árido).

 

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Tempestade de Areia

Marte

 

Por mais rarefeita que seja, por mais fina que se apresente, existindo atmosfera, a componente geológica e a componente temperatura, formando-se vento e conjugando-se com a areia (dunar), surgindo mais densa ou mais fina, maior ou menor e inevitavelmente, as NUVENS: e num ambiente tóxico, de solos calcinados, sem água nem vida e (aparentemente) desprovido de movimento, surgindo “fenómenos de vento” pequenos, médios e até extremos ─ desde os redemoinhos (DUST DEVIL), passando por outras tempestades mais/menos intensas (como veremos uma a seguir) e chegando às Tempestades Marcianas Globais e de Areia (como a que liquidou recentemente o ROVER OPPORTUNITY).

 

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Região de Tharsis

Marte

 

E a partir das tempestades de areia existindo na Terra e pelos vistos em Marte, surgindo a história seguinte andando à volta de um vulcão (ARSIA MONS, localizado no planalto vulcânico de THARSIS ─ c/ cerca de 5.000Km de extensão ─ no equador de Marte) periodicamente submergido por nuvens ─ extensas e espessas de areia ─ transportadas pelo vento através da atmosfera marciana (podendo chegar a uma distância de 1.800Km), aparecendo (pelo início do dia) e horas depois desparecendo (por volta do meio-dia), sem se saber como nem porquê. Tendo o protagonista desta história ─ para além das Tempestades de Areia ─ o monte marciano ARSIA MONS (17Km de altitude), quase que com o dobro da altitude do monte terrestre EVEREST (9Km de altitude). Já para não falar de OLYMPUS MONS (mais de 20Km).

 

Descrevendo resumidamente o fenómeno (rodeando o vulcão situado a sul do equador de Marte): todos os anos por volta da Primavera e durando várias semanas ou meses com uma nuvem a formar-se numa parcela da região englobando o extenso planalto vulcânico de THARSIS (5 mil Km), mais precisamente próxima do vulcão ARSIA MONS (altitude de 17Km), diariamente e durante um tempo apreciável repetindo-se esse processo (ainda sem explicação científica), desde momentos antes do amanhecer até perto da hora do meio-dia (marciano). E no processo evolutivo de construção desta NUVEM (atingindo grandes proporções, estendendo-se por vários quilómetros) com a formação da mesma iniciando-se sobre o vulcão Arsia Mons (ao nascer-do-Sol) ─ a chamada Cabeça (do corpo de nuvens), de forma circular e podendo ter 50Km/250Km de extensão ─ posteriormente com a ajuda dos ventos (soprando na atmosfera, sobre a superfície do Planeta Vermelho) podendo estender-se por uns impressionantes 1.800Km de extensão e 200Km de largura (Tharsis/5.000Km) para no final e tal como no início (da sua formação) simples e repentinamente desaparecer (por volta do meio-dia) ─ recomeçando tudo de novo no dia seguinte.

 

Não temos nós

Animais Domésticos?

Nós?

Até os comemos!

 

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O Monólito do UTAH (USA)

Um estranho objeto descoberto numa zona desértica do território continental norte-americano

E Haim Eshed

EX- Chefe do Programa Espacial de Israel afirmando estarem os EUA há anos em contacto com os ET

 

Depois da afirmação recente de investigadores da Universidade de Nottingham (GB) indicando a existência no mínimo de “36 CIVILIZAÇÕES ALIENÍGENAS” no interior da nossa galáxia (VIA LÁTEA), porque não pensar e aceitar (o UNIVERSO é INFINITO, permitindo TUDO) que para além da nossa espécie “Uma outra mais EVOLUÍDA esteja há muito ENTRE NÓS”?

 

Estranho não é (?), mas certamente com uma explicação NATURAL (não chegando às nossas mãos a ARTIFICIAL): caso contrário podendo entrar em cena os CONSPIRADORES (e as suas teorias imaginativas) e com eles os EXTRATERRESTRES (de terrestres já estamos fartos, não nos levando a lado nenhum), talvez vivendo em MARTE em refúgios subterrâneos (seres de origem local) ou então sendo já agentes exteriores infiltrados (invasores INTERESTELARES, seres de outras galáxias) tendo como objetivo da sua missão a TERRA, o seu controlo, conquista e colonização, o que para muitos (desses teóricos da Conspiração) já está em curso ─ até com “Eles” vivendo entre nós ─ em ritmo (para os ET’S) de Cruzeiro.

 

(imagens: esa.int - Hernández-Bernal/syfy.com - AFP - Haim Eshed/Twitter)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:17

04
Fev 21

Quando julgava estar a assistir no céu (nas proximidades do aeroporto de Richmond, capital do estado da Virgínia/EUA) a um espetáculo de nuvens noctilucentes (“nuvens que brilham de noite”/wikipedia.org), eis que na realidade o que estava a observar (o norte-americano Curt Morse) era o resultado de um fenómeno artificial:

 

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Rocket clouds

(as nuvens artificiais)

 

Com este tipo de nuvens nunca aparecendo no Hemisfério Norte nesta altura do ano (spaceweather.com) nunca podendo estas ser definidas (ao aparecerem) como um fenómeno natural, restando apenas e como única alternativa a intervenção humana.

 

Cenário construído em torno de um evento levado a cabo no dia deste registo fotográfico (4 de fevereiro), o lançamento de um foguetão por parte da agência espacial privada Space X, de mais 60 satélites de comunicação (e internet) Starlink:

 

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Noctilucent clouds

(as nuvens naturais)

 

Apresentando-nos no céu noturno nuvens brilhantes, como resultado da ação na atmosfera dos gases de exaustão do foguetão.

 

[“As nuvens noctilucentes podem ser vistas somente à noite. São formadas nas imensas altitudes de 75/90 km. As primeiras registadas foram em 1883, alguns anos após a erupção do vulcão Krakatoa, o que faz certos estudiosos afirmarem que as nuvens noctilucentes e os vulcões estão relacionados.”] (kidbentinho.com)

 

(imagens: Curt/spaceweathergallery.com e wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:31

11
Nov 19

These are likely water-ice clouds about 19 miles (31 kilometers) above the surface. They are also "noctilucent" clouds, meaning they are so high that they are still illuminated by the Sun, even when it's night at Mars' surface. Scientists can watch when light leaves the clouds and use this information to infer their altitude.” (NASA/JPL-Caltech)

 

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Fig. 1

Céu de Marte

7 maio 2019

(SOL 2400/Curiosity Rover)

 

Ao contrário da Terra possuindo atmosfera (camada de gases envolvendo o nosso planeta) entre outros aspetos (como o das radiações ultravioletas) protegendo a Vida nela existente (e todo o seu Ecossistema)

 

E com uma pressão atmosférica de 101,3KPa

 

Marte possui uma atmosfera rarefeita (de baixa densidade) principalmente constituída por poeiras (em suspensão) e apresentando uma pressão atmosférica (média) de 0,6KPA (quase 170X menor que a da Terra).

 

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Fig. 2

Céu de Marte

12 maio 2019

(SOL 2405/Curiosity Rover)

 

E mesmo na sua composição atmosférica sendo diferentes a atmosfera da Terra, nela dominando o nitrogénio (N₂/78%) e o oxigénio (O₂/21%), enquanto no Planeta Vermelho desempenhando o mesmo papel, mas aqui como “filho-pródigo” o dióxido de carbono (CO₂/95%)

 

– Como componentes comuns destacando-se (entre outros) o argónio (Ar/0,9% na Terra e 1,6% em Marte – 3º na composição de Terra/Marte) e o metano (CH₄ − por poder significar, vida orgânica).

 

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Fig.3

Céu de Marte

17 maio 2019

(SOL 2410/Curiosity Rover)

 

Comparativamente com a atmosfera de Marte se comparada com a da Terra sendo praticamente inexistente.

 

Não oferecendo proteção (da radiação exterior, seja solar e/ou cósmica e nem tendo oxigénio/O₂, nem água/H₂O para poder sobreviver) sendo mortal para o Homem.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:52

24
Jan 18

“Dependendo do projetor, do projecionista, do realizador, do produtor, do argumentista e dos demais elementos integrando (e dando a volta) este Circuito fechado (por parametrizado).”

 

Mais um objeto voador (OVI ou OVNI) a ser identificado neste mês de Janeiro (de 2018) vagueando pelos Céus da Terra (o único planeta do Sistema Solar com existência de Vida confirmada), neste registo do dia 18 (de Janeiro) observado sobre um país da América do Sul (o Perú): fazendo-nos recordar de imediato as imagens do Falcon 9 (da Space-X de Elon Musk) aquando do seu lançamento (recente) iluminando espetacularmente (num conjunto de formas e de cores para nós um pouco estranho) os céus de Los Angeles.

 

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Nuvens nacaradas ou Madrepérola

(com os efeitos luminosos provocados, a serem devidos à sua iridescência)

 

Não se tratando neste caso de um fenómeno com impacto visual de origem artificial – Terrestre ou mesmo Extraterrestre (fosse um OVI ou um OVNI) mas apenas de mais um fenómeno de origem Natural (pelo peruano David Alvarado identificado como um conjunto de Nuvens Polares Estratosféricas) envolvendo o Sol, as Nuvens e a Terra (a sua curvatura e os mecanismos de reflexão): com as nuvens (no Inverno e entre os 15/25Km de altitude) aproveitando a curvatura da Terra, a refletirem na sua face inferior os primeiros/últimos raios do Sol (ao nascer e pôr-do-dia) e a projetarem-nos na Terra oferecendo-nos este maravilhoso espetáculo.

 

(texto: a partir de dados de ufosightingshotspot.blogspot.pt – imagem: David Alvarado/iLMeteo)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:08
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11
Ago 17

“The Hubble Space Telescope and spacecraft orbiting Mars have observed a band of clouds to appear near the Martian equator around the time of the Martian year when the planet is farthest from the Sun. With a more elliptical orbit than Earth's, Mars experiences more annual variation than Earth in its distance from the Sun. The most distant point in an orbit around the Sun is called the aphelion. The near-equatorial Martian cloud pattern observed at that time of year is called the "aphelion cloud belt." These new images from Curiosity were taken about two months before aphelion, but the morning clouds observed may be an early stage of the aphelion cloud belt.” (nasa.gov)

 

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Nuvens circulando no céu de Marte

(PIA 21841)

 

Como se tal fosse necessário ou relevante (ou não fosse Marte um corpo celeste da família da Terra e integrando o Sistema Solar) vem agora uma das câmaras instalada num dos veículos motorizados circulando sobre a superfície marciana (o Rover da sonda Curiosity) oferecer-nos mais uma imagem deste planeta vizinho (Marte) mas agora apontando a sua objetiva para o alto: apresentando-nos novamente e de uma forma talvez definitiva (sobretudo para os mais céticos ou 100% cegos) a prova da presença de uma camada envolvendo o planeta a que aqui (na Terra) chamaríamos de atmosfera.

 

No caso do planeta Marte e do aparecimento deste conjunto de nuvens (bem visíveis) atravessando o céu marciano (registadas a 17 de Julho deste ano no 1.758º dia da estadia da Curiosity no planeta) com o fenómeno atmosférico aí observado a fazer lembrar o aparecimento das nuvens cirrus (no planeta Terra), aqui como lá com as mesmas a serem compostas por cristais de gelo e deslocando-se por ação dos ventos (e da ação de outros parâmetros climáticos): sugerindo-nos a formação (dessas partículas constituintes das nuvens) através da utilização de processos de agregação desses cristais com a leve e fina poeira aí suspensa e circulando em altitude.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:10

16
Mar 17

Os Jatos Azuis são um fenómeno atmosférico envolvendo descargas atmosféricas verticais e ascendentes, entre nuvens intensamente carregadas e situadas a grandes altitudes: como se a Terra disparasse em direção aos Céus.

 

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Brasil – Paraíba – Campina Grande

(13.03.2017)

 

Numa manifestação atmosférica possível de ser vista a partir do interior do nosso ecossistema assim como de locais próximos do mesmo (a Terra) – e visível a partir da Estação Espacial Internacional orbitando o nosso planeta a uma distância próxima dos 400Km – podemos observar um fenómeno atmosférico causado pela presença de várias camadas de ar movimentando-se com diferentes cargas e intensidades elétricas (alta altitude), que quando circulando sobre zonas sob grandes tempestades (média/baixa altitude) e atingindo com os seus efeitos a superfície terrestre (relâmpagos e trovoadas), provocam o aparecimento num reduzido período de tempo de uma violenta descarga elétrica entre as camadas alta e média/baixa da atmosfera: um fenómeno com a sua ocorrência concentrada entre a parte mais alta da troposfera e a ionosfera, originado nas descargas entre nuvens com diferentes cargas e intensidades (como nos relâmpagos que tantas vezes observamos entre nuvens e o solo). Como o serão os fenómenos atmosféricos conhecidos como Elves, Sprites e Blue Jets.

 

No caso dos Blue Jets com os mesmos a serem produzidos por descargas entre nuvens em movimento situadas até altitudes de cerca de 50Km (alguns atingindo apenas metade dessa altitude), num jato ascendente, de curta duração e emitindo uma cor brilhante e caraterística destas descargas atmosféricas – o azul. Neste caso aqui retratado com o registo a ter sido feito no estado de Paraíba no Brasil na segunda-feira dia 13 de Março de 2017. Para sites como [ufosightingshotspot.blogspot.pt] um episódio já conhecido nos almanaques dos fenómenos atmosféricos terrestres e segundo esse aspeto sendo normal a sua ocorrência, mas por outro lado (o que torna esta extensão do nosso pensamento e da realidade que o mesmo transporta deveras fascinante, por libertar a nossa imaginação para outros planos mais fechados da realidade) pelo crescimento do seu aparecimento em lugares onde nunca tinha sido observado e pela falta de informação sobre o mesmo, poderá sempre levantar suspeitas de atrás deste fenómeno poder estar outro caso ou até um grande problema: como resultado das Alterações Climáticas (aquecimento global), de algum tipo de manipulação regional/global por parte do Homem (artificial e atmosférica) ou até por intervenção exterior (extraterrestre).

 

(imagem: bramonmeteor.org/ ufosightingshotspot.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:51

06
Dez 16

“A maioria do que vem à rede é peixe – e o peixe é um fenómeno natural”

 

Até prova em contrário todos os fenómenos a que assistimos (por mais incompreensíveis que sejam para nós) terão sempre uma explicação lógica e natural (tal como sempre nos ensinaram).

 

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País de Gales

Uma Nuvem de denso nevoeiro que uns dizem em forma de UFO

 

A Natureza tem destas coisas: aproveitando o estado de alerta meteorológico lançado pelas autoridades para todo o Reino Unido – dadas as correntes de ar frio que têm atravessado o país, atirando as temperaturas para os 4⁰C abaixo de zero – a mesma Natureza decidiu presentear algumas testemunhas residentes no norte do País de Gales, oferecendo-lhes de uma forma inesperada e surpreendente um “fenómeno inacreditável e parecendo formar sobre o solo uma cúpula perfeita”.

 

Num registo de 2 de Novembro de 2016, fotografado perto da localidade de Tremeirchion (País de Gales) e tendo como testemunha uma moradora local Hannah Blandford. Tal como ela tão bem descreve, com um objeto em forma de cúpula como que assente sobre o solo e passados alguns minutos com a sua forma e contornos a desvanecerem-se até desaparecerem.

 

Para um leigo como eu e dadas as condições climatéricas adversas que se passavam na altura um pouco por todo o Reino Unido como naturalmente por aquela localidade, não passando de uma nuvem de baixa altitude tocando o solo e com a forma de uma semiesfera.

 

(imagem: daillymail.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:32
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06
Abr 16

“Tornou-se curioso ver Marte com nuvens (como se fosse uma miragem)

E transportarmo-nos para lá (como se tal fosse possível).”

 

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Região marciana localizada nos limites da cratera de Endeavour

(onde se tem movimentado o rover da sonda Opportunity desde Janeiro de 2004)

 

Enquanto na Terra os seus 7 biliões de habitantes continuam a sua luta interminável pela sobrevivência da sua própria espécie – já que uma minoria dessa espécie acha que a esmagadora maioria da restante só aqui está presente para degradar e acabar com o perfeito molde original do qual estes Auto Iluminados se proclamam descendentes – no Espaço ainda maioritariamente desconhecido que rodeia a nossa Terra, as sondas enviadas a partir do nosso planeta em direção ao misterioso mundo exterior começam agora a revelar-nos certos cenários que para muitos de nós constituem uma grande surpresa: seja porque nos contaram sempre algo de diferente ou de nebuloso que os factos hoje desmentem (convém sempre manter o povo dentro de uma certa ignorância para melhor o controlar e manipular), seja porque certos indícios que por vezes alguns nos proporcionam (inadvertidamente ou deliberadamente) mesmo sendo posteriormente desmentidos (ou reeditados) são persistentes, visíveis e indesmentíveis. Nunca esquecendo no entanto que em função de todas as ferramentas a que só essa minoria Iluminada tem acesso exclusivo, existirão sempre grupos intermédios que tudo farão para ocultar e defender o seu Chefe, a Estrutura e o seu Bem-Estar.

 

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Imagem obtida pelo rover Opportunity no topo da colina de Knudsen Ridge

(num cenário de um dia marciano e aparentemente com algumas nuvens visíveis no céu)

 

E assim chegamos ao distante planeta Marte. E a mais uma imagem enviada pelas câmaras da sonda norte-americana OPPORTUNITY (NAVCAM) no seu 4336º dia de estadia no Planeta Vermelho. Neste caso particular registada a sul de MARATHON VALLEY num dos limites da cratera ENDEAVOUR (na parte superior das encostas de KNUDSEN RIDGE). Num cenário bastante comum num planeta árido e desértico como Marte, sem vestígios confirmados e utilizáveis de água à sua superfície e segundo os nossos mais conceituados cientistas, com um ambiente exterior completamente incompatível com a presença do Homem no local. O que apesar de tudo e à partida não torna impossível a presença de vida neste planeta (muito provavelmente tendo existido há muitos biliões de anos atrás na cronologia desconhecido da História de Marte), se pensarmos que nos ambientes mais extremos e terríveis existentes no planeta Terra, muitos organismos resistem e acabam por se adaptar. Em último caso com os terrestres a reintroduzirem a Vida em Marte (em experiências levadas a cabo em ambientes fechados e utilizando solo semelhante ao proporcionado atualmente pelo planeta Marte, já foi possível confirmar a adaptação e crescimento de alguns tipos de plantas sustentadas pelos minerais aí existentes – falta a água) e a assumirem finalmente o seu próximo destino (o Espaço) e a colonização do antes misterioso Planeta Vermelho.

 

E com um céu tão brilhante e familiar a todos nós (os terrestres) também aparecendo na dita imagem, apresentando (tal e qual) a aparência daquele céu que todos os dias observamos na Terra, como que suspenso sobre as nossas cabeças e muitas vezes com algumas Nuvens. Podendo ser verdadeiras ou um simples erro de edição – se existem ventos porque não a existência de nuvens (constituídas por pequenas e leves partículas, de meras poeiras suspensas)! Sim ou não ou outra coisa qualquer.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:09
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16
Jan 16

Como se já não bastasse podermos morrer ao viajarmos de avião (se avariarem no ar não existem paraquedas), só faltava mesmo podermos chocar em pleno voo com uma pessoa ou com uma cidade: nunca eu imaginei podermos morrer assim!

 

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Figura Humana

 

Segundo um dos passageiros de um dos voos da companhia EASY-JET realizado recentemente entre a Áustria e a Republica da Irlanda (Nick O'Donoghue por coincidência um profissional na área da informática/software), quando o seu avião já se encontrava a percorrer o sector do trajeto entre Londres e Cork e olhando casualmente pela janela, ele foi surpreendido por um cenário no mínimo extraordinário: caminhando sobre as nuvens e a cerca de 10.000m de altitude ele afirma ter visto e registado na sua câmara o que parecia ser uma figura com forma humana. Uma informação que entrando rapidamente (e também por mera coincidência) na também extraordinária e incontrolável autoestrada da Web (qualquer operador competente pode-a transformar no veículo de transporte de tudo aquilo que quiser) logo foi readaptada e sucessivamente replicada. E assim a partir de imagens de uma simples sombra deslocando-se sobre o topo das nuvens e tiradas no regresso dumas férias fantásticas compartilhadas com os seus colegas praticando ski nas montanhas austríacas, se conseguiu atingir o máximo que se poderia desejar para a concretização profissional e integral de uma verdadeira viagem turística (mesmo sendo pretensamente um momento de lazer, cobrada): de uma sombra passando-se a uma figura, talvez um robot de forma humana e parente do Homem-de-Aço ou do Homem-Michelin – e desse modo eternizando-se (no tempo só deles) e talvez ficando famosos (no espaço só dos outros). Mas se fosse eu a ver talvez também acreditasse: como assim não é todos os dias que se tem a notícia de que um passageiro de um avião viajando a 10km de altitude viu passar um tipo à frente da sua janela, passeando-se tranquilamente a pé sobre as nuvens como se o fizesse lá em baixo (em terra).

 

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Cidade Flutuante

 

Prefiro no entanto a história oriunda da China onde em dois grandes centros urbanos milhares de pessoas espantadas por tal extraordinária visão afirmam ter avistado surgindo entre as nuvens do céu uma Cidade Flutuante: talvez a confirmação da existência de Mundos Paralelos (e das suas inevitáveis manifestações noutros mundos). Provavelmente tanto num caso como no outro (Figura Humana e Cidade Flutuante) tratando-se apenas de ilusões de ótica – imagens provocadas pela deslocação de diversas camadas atmosféricas aí presentes e devido a diferentes pressões e temperaturas (versão científica e erudita). Mas sabe-se lá talvez não (versão não científica e leiga).

 

Pessoalmente já estive perante fenómenos que considero semelhantes. E até hoje não encontrei em nenhum desses fenómenos (temporários) nada de anormal ou de extraordinário (apenas fenómenos de reflexão e de refração).

 

(dados e imagens: tirados como não poderia deixar do britânico Daily Mail)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:19

21
Mar 15

“NASA’s MAVEN space probe, which is orbiting Mars and studying its atmosphere, has uncovered two separate new mysteries in the Martian atmosphere. It detected a strange high-altitude dust cloud (it extends from 150km above the planet’s surface to 300km) —the origin of which is unknown—as well as a dazzling aurora light show (similar to Earth’s northern lights) that’s much lower in the atmosphere than scientists anticipated (the electrons producing it must be really energetic).” (Adam Epstein – qz.com)

 

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As Nuvens de Marte

 

Em todos os casos existirão sempre pistas (escondidas).
Basta seguirem os trilhos (visíveis).

 

Ao observarem as imagens que todos os dias nos chegam da superfície do distante planeta Marte (actualmente a cerca de 100.000.000km da Terra), nunca tiveram um dia que fosse um desejo inesperado de pararem um pouco e confirmarem a veracidade das imagens das quais (desfrutando de todo o prazer de conhecer) estavam a usufruir?

 

Nunca se esqueçam que sondas como a SPIRIT e a OPPORTUNITY (e como consequência como a CURIOSITY) estavam projectadas para após a sua aterragem no solo marciano terem um período de vida máximo de cerca de 90 dias. No entanto e que se saiba enquanto que a sonda SPIRIT deixou entretanto de transmitir, a outra sonda OPPORTUNITY e passados 11 anos sobre a sua chegada ainda continua bem activa e a enviar-nos imagens.

 

Para os cientistas que projectaram esta missão e reflectiram sobre o período máximo de actividade das mesmas em ambiente marciano uma impossibilidade! Uma situação que para qualquer um de nós cria uma situação bastante embaraçosa: como pudemos ser tão estúpidos para não nos apercebermos que em função das condições extremas existentes à superfície de Marte (forte radioactividade, temperaturas elevadas, poeiras em suspensão), os veículos e particularmente os seus painéis solares que os faziam funcionar, ainda pudessem trabalhar não meses mas anos depois? Pela sua parte a sonda CURIOSITY já se encontra no planeta há pelo menos 3 anos e apesar de um recente problema num dos seus braços, lá continua alegremente o seu passeio marciano. Espectacular!

 

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As Auroras de Marte

 

Imediatamente nos surgem duas explicações (até para não nos sentirmos tão estúpidos): 1 - Tal como os teóricos da conspiração afirmavam os norte-americanos nunca tinham ido à Lua, o escudo protector/radioactivo de VAN ALLEN era inultrapassável e o Universo era uma tela de projecção. A NASA seria no fundo uma prostituta de luxo ao serviço de toda a indústria militar norte-americana e de uns quantos proeminentes alienígenas; o que víamos (subliminarmente e sem consciência desse facto) era apenas uma colaboração graciosamente prestada por residentes de Marte aos seus amigos da Terra (fossem indígenas ou colonos – existem outras formas de lá chegar), de modo a estes terem sempre os seus instrumentos limpos e usufruírem de um bom sinal de recepção; ou seja um embuste para clientes já alienados e com grande capacidade de absorção ou uma mera confissão de pecado e comprovativa de não existência (de substância);
2 – Ou em alternativa real uma deficiência de transmissão entre o operador e o utilizador.

 

Mas mais uma vez desmentidas por factos (científicos) e imediatamente aceites sem discussão (alternativas): ao contrário do que muitos afirmavam (alguém no local limparia os instrumentos) a manutenção diária da sonda CURIOSITY e do seu veículo motorizado seria realizado pelas forças presentes e actuando actualmente em Marte (electromagnéticas), as quais limpariam os instrumentos e os manteriam em funcionamento. E todo esse mecanismo era de fácil entendimento: com uma diminuta actividade magnética, com a não existência de atmosfera e com a forte possibilidade de através de forças eléctricas em presença (de origem electrostática e fundamentada no atrito) deslocarem material, era possível que a poeira simplesmente se erguesse e dirigindo-se para o exterior fizesse a sua função de limpeza e de verdadeiro aspirador.

 

Nesse sentido poderemos continuar a consultar com alguma confiança os sites da NASA. Teremos no entanto que compreender que, venham de onde vierem todas estas sensações que consecutivamente nos afectam os órgãos dos sentidos, elas representarão sempre uma parte da nossa realidade e se quisermos sobreviver de uma forma ou da outra teremos que a compreender, aceitar e se necessário modificar. Eles limitar-se-ão a manipular.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:00

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