Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

28
Ago 19

[Esclarecimento importante para aqueles que ouviram Emmanuel Macron a dizer que a Amazónia produz 20% do oxigénio que respiramos − logo ardendo toda, podendo-se ficar com falta de ar, asfixiar e até morrer – quando na realidade a esmagadora maioria do oxigénio que respiramos tem origem não em terra mas nos oceanos, com as suas reservas estando previstas para perdurar ainda por mais alguns milhões de anos. Não sendo, portanto, necessário suster a respiração para se poupar.]

 

Amazon Wildfires Are Horrifying

But They're Not Destroying Earth's Oxygen Supply

(Scott Denning/livescience.com)

 

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Even if the entire Amazon rainforest burned down,

we'd be okay

 

Fires in the Amazon rainforest have captured attention worldwide in recent days. Brazilian President Jair Bolsonaro, who took office in 2019, pledged in his campaign to reduce environmental protection and increase agricultural development in the Amazon, and he appears to have followed through on that promise.

 

The resurgence of forest clearing in the Amazon, which had decreased more than 80% following a peak in 2004, is alarming for many reasons. Tropical forests harbor many species of plants and animals found nowhere else. They are important refuges for indigenous people, and contain enormous stores of carbon as wood and other organic matter that would otherwise contribute to the climate crisis.

 

Some media accounts have suggested that fires in the Amazon also threaten the atmospheric oxygen that we breathe. French President Emmanuel Macron tweeted on Aug. 22 that "the Amazon rain forest — the lungs which produces 20% of our planet's oxygen — is on fire."

 

The oft-repeated claim that the Amazon rainforest produces 20% of our planet's oxygen is based on a misunderstanding. In fact nearly all of Earth's breathable oxygen originated in the oceans, and there is enough of it to last for millions of years. There are many reasons to be appalled by this year's Amazon fires, but depleting Earth's oxygen supply is not one of them.

 

[Artigo inicial de Scott Denningm − seguido de Oxygen from plants, Oxygen production in the oceans e Don’t hold your breath – publicado originalmente em The Conversation/ theconversation.com/amazon-fires-are-destructive-but-they-arent-depleting-earths-oxygen-supply-122369]

 

[Numa inocente e bem intencionada calinada saída da boca do Presidente francês Emmanuel Macron − referindo-se às consequências dos Fogos na Selva Amazónica na produção do oxigénio que respiramos − alarmando-nos (caso a destruição continuasse, tornando-se total) com uma queda de 20% na sua produção, podendo até levar-nos à concretização de efeitos perigosos como “a falta de ar” − uma afirmação ERRADA quando a grande maioria tem origem nos oceanos a opção CORRETA – um momento de recordação e de associação a um caso extremamente semelhante e interessante (mesmo persistindo no erro, pois com o mesmo e sendo repetido se aprende) nele intervindo um outro posto da mesma hierarquia social mas a outro nível da estrutura, com uma professora a justificar o tempo quente que se fazia sentir na sua terra e no Verão, com a presença da TERRA (no cumprimento da sua órbita elíptica em torno da sua estrela)  mais perto do SOL: quando no outro hemisfério era Inverno. Erros mesmo que divulgados se tentados no mínimo ser esclarecidos, podendo no futuro (como método pedagógico de instrução recorrendo frequentemente ao erro para impulsionar ainda mais a dúvida e a questão) ser deveras instrutivos.]

 

(texto/inglês: Scott Denning/livescience.com − imagem: iStock/Getty Images Plus/livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:25

22
Mai 19

Portugal XXI Vs. Portugal XVI

 

Recordando onde Portugal andou durante os séculos XV e XVI (1415 a 1543) quando Grande Potência Mundial, na sua Grande Odisseia da “Aventura e Descoberta dos Oceanos” e utilizando as suas frágeis Caravelas, verificando a existência de outras terras até aí desconhecidas e distantes (localizadas para “Além do Horizonte”)

 

– “Outros Mundos

 

Tal como no presente e como se se tratasse de uma réplica da verdadeira “ação revolucionária” levada a cabo pelos “Marinheiros Portugueses”, o fazem os “Astronautas” e as suas naves lançando-se à “Aventura e à Conquista do Espaço”, ou seja, e numa 2ª fase à

 

Descoberta de Terras Ainda Mais Distantes e Para Além desses mesmos Oceanos”.

 

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E Se Mais Mundo Houvera Lá Chegara

Portugal dos Pequeninos

Inaugurado em 1940 durante o período do Estado Novo

Coimbra

 

Hoje dia 22 de Maio de 2019 quase meio milénio passado (476 anos) sobre o fim deste nosso Glorioso período e ao inadvertidamente “folhear uma página da Internet”, descobrindo um vestígio (mesmo que não original, mas contando-o) desse período de mais de Cem Anos (128) arquivado num parque infantil de Coimbra conhecido (entre cá e por todos, desde o tempo do fascismo) como o “Portugal dos Pequeninos (acedendo-o com alguns extras por apenas 12 €/um preço aceitável para qualquer tipo de turista):

 

Para além de reavivar agora (e mais uma vez) na cabeça das nossas novas gerações o Extraordinário passado de Memória e de Cultura dos Nossos pelos vistos “Gloriosos Antepassados (tendo sido durante mais de um século uma Grande Potência Global) − um aspeto positivo mas estático, se não tratado, não sendo evolutivo e degenerando – sendo uma demonstração clara (no entanto negativa) já no início de um novo Milénio (num fenómeno acelerado e visto como irreversível) de eventualmente sermos um povo cansado (esgotado), já tendo cumprido o seu dever (fado ou destino) e esperando pagamento justo (aos olhos de todo o Mundo) como natural retribuição (pelo sacrifício).

 

Ainda-por-cima depois de sermos “completamente abandonados” à nossa sorte (desde 1974, já lá vão 45 anos) pelos “nossos queridos irmãos Africanos”.

 

Hoje (e já depois da entrada na Comunidade Europeia) restando-nos o continente, a Madeira, os Açores e ainda as Berlengas (pelo “andar-da-carruagem” mesmo podendo vir a ser um dia chinês).

 

Um “Portugal dos Pequeninos”.

 

(imagem: tasjaber.blogspot.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:48

03
Mai 18

O Homem ‒ Da Conquista dos Oceanos à Conquista de Marte

 

I

 

“Inspirada em factos reais, ‘The Terror’ retrata a perigosa viagem em território inexplorado de uma tripulação em busca da passagem do Noroeste. Cercados por condições extremas, a lidar com recursos limitados, falta de esperança e medo ao desconhecido, a tripulação encontra-se constantemente a lutar pela sobrevivência. Enregelados, presos e isolados nos confins da terra, ‘The Terror’ mostra tudo o que pode correr mal quando um grupo de homens desesperados por sobreviver, lutam não só contra elementos externos, mas também entre si próprios.” (amctv.pt)

 

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The Terror

(Autor do livro: Dan Simmons ‒ Produtor do filme: Ridley Scott ‒ Estreia da série: 2018)

 

Numa Aventura realizada no passado (já lá vão mais de 170 anos) ‒ em zonas inexploradas e extremamente inóspitas (e mortais) do planeta Terra, tentando descobrir uma passagem entre Mundos ligando-os por desconhecidos, enormes e perigosos Oceanos ‒ e na altura podendo ser equiparada em múltiplos aspetos (senão mesmo em todos, por objetivos e condições de aplicação muito semelhantes) a uma outra Grande Aventura que o Homem pretende levar a cabo num futuro a muito curto-prazo (agora a um Outro Mundo que não a Terra) ‒ ao planeta Marte conquistando-o, colonizando-o e descobrindo uma Passagem para Outros Destinos ‒ poderemos, colocando-nos no lugar desses marinheiros, sentir e refletir um pouco mais (profundamente e por associação) sobre o que terá sido o sofrimento (físico e mental qual deles o pior) desses cerca de 100 homens perdidos e isolados num território hostil (para a sua sobrevivência), sabendo que muito possivelmente os seus barcos estariam definitivamente perdidos (progressivamente sendo esmagados pelo gelo) e que o socorro exterior nunca lá chegaria a tempo (devido a condições atmosféricas exteriores ‒ de Inverno no Círculo Polar Ártico/Polo Norte ‒ registando temperaturas impossíveis de suportar pelo Homem). Deixando-nos assim a pensar quase que dois séculos depois como será certamente a futura Conquista do Espaço (Depois da Conquista dos Oceanos), agora que todos falam na colonização de um Outro Mundo mas localizado não na Terra mas num outro planeta (localizado a uma distância de 228 milhões de Km do Sol): Marte.

 

II

 

“Primeiro livro do premiado escritor Dan Simmons no Brasil, O terror, que foi adaptado para a TV por Ridley Scott, com estreia nos EUA em novembro, é, ao mesmo tempo, uma aventura histórica e uma fantasia sombria. A partir de uma meticulosa pesquisa, o autor recria de maneira original uma das mais fascinantes histórias da exploração marítima no século XIX, a Expedição Franklin, como ficou conhecida a trágica investida da Marinha Britânica, em 1845, à cobiçada Passagem Noroeste, que liga os oceanos Atlântico e Pacífico através do Círculo Polar Ártico. Sob a liderança do renomado sir John Franklin e mesmo contando com os equipamentos mais avançados da época, a tripulação de mais de cem homens acabou presa nas geleiras ao norte do Canadá. A luta pela sobrevivência naquele ambiente hostil é o tema da narrativa de Simmons, que adiciona uma misteriosa ameaça aos bravos marinheiros: um predador desconhecido que tenta abrir caminho através dos cascos dos navios.” (travessa.com.br)

 

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The Terror

(série estreada pelo canal AMC em Março de 2018)

 

Associando a (1) Era dos Descobrimentos (séculos XV a XVII) ‒ com portugueses e espanhóis como pioneiros desta Grande Aventura Humana (dos Navegadores), a partirem à procura de novas rotas e destinos de comércio (com intensa troca de culturas e de memórias e como tal de conhecimentos), ligando entre si Oceanos e Continentes e contribuindo decisivamente para o desenvolvimento científico e tecnológico dos Tempos Modernos ‒ a (2) história real de The Terror (ocorrida no século XIX) com a exploração marítima de então (neste caso dos Britânicos) tentando ligar dois oceanos (Atlântico e Pacífico) atravessando o Oceano Ártico e dispensando a travessia por terra (praticamente impossível dadas as suas condições meteorológicas extremas) ‒ e a (3) futura colonização do planeta Marte (prevista para o século XXI) ‒ contando para além da agência espacial governamental NASA com projetos já em curso (e aparentemente mais avançados) da responsabilidade da iniciativa Privada norte-americana (como é o caso da SPACE X do milionário Elon Musk), para além de outros projetos similares entretanto anunciados por russos e chineses ‒

 

Constatando-se fácil e rapidamente ao assimilar estes três pontos (1/2/3) de referência (por fundamentais) na atual Evolução do Homem e da Civilização Humana, como ao longo da sua Evolução e nos últimos 600 anos (com os resultados a serem bem evidentes já no século XVIII, com a Boom Científico-Tecnológico-Industrial e a 1ª Revolução Industrial, seguida da 2ª/séc. XIX, da 3ª/séc. XX e da 4ª/a atual com a chegada do Mundo Digital e sua ligação com o mundo Real) o Homem se tem conseguido adaptar, desenvolver e transformar no interior do seu tão frágil como Fantástico Ecossistema e mesmo que limitando-se a replicar (uma característica fundamental da nossa aprendizagem, faltando no entanto conhecer/interiorizar tudo sobre esse mesmo processo de transformação), tendo sempre avançado em frente e igualmente nunca aceitando limites (pois parar é sinónimo de morte por ausência de Movimento). Ontem lançando-se pelos Oceanos hoje e amanhã pelo Espaço.

 

[A série “The Terror” é transmitida no canal por cabo AMC tendo já 5 dos seus 10 episódios transmitidos (6º episódio a 8 de Maio).]

 

(imagens: imdb.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:30

04
Jan 18

Porque será que tudo o que no Presente (e pelos vistos no Passado e no Futuro) nos vai sendo proposto como uma nova Descoberta (na realidade concluídas aquando da derrocada do outro lado, deixando de existir oponente como no tempo USA Vs. URSS), não passa apenas de mais uma Constatação já Experienciada e Vivida (por muitos, esmagadoramente leigos)? E no entanto sendo apenas divulgada em publicações (ditas) científicas, confirmando o que já há muito (tempo) todos nós já sentíamos (pelos tais denominados eruditos)!

 

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Satellite data enables scientists to map the seafloor, which is sinking under the weight of rising seas

(this map shows gravity anomalies in the western Indian Ocean)

 

“In recent decades, melting ice sheets and glaciers driven by climate change are swelling Earth's oceans. And along with all that water comes an unexpected consequence — the weight of the additional liquid is pressing down on the seafloor, causing it to sink.”

(livescience.com)

 

Com dois artigos recentemente publicados pelo site LiveScience (livescience.com) abordando dois fenómenos Naturais (mas certamente com contribuição Artificial) podendo influir (já no Presente) na Evolução do nosso Ecossistema Terrestre ‒ o Afundamento do Leito Oceânico e os Ciclones Bomba ‒ verificamos que no Meio Ambiente onde hoje vivemos (estendendo-se do infinitamente pequeno ao infinitamente grande, em réplicas sucessivas tendo como base o mesmo molde) e que nos proporciona todas as condições necessárias e suficientes para sermos resilientes e persistirmos (evitando assim a Extinção), todos os parâmetros não são demais para definirem o funcionamento de uma sua Estrutura (e de assim compreendermos todo o seu Mecanismo de Reprodução, nesta fase de Replicação): por vezes por esquecimento, incompreensão ou desprezo (uma Mega Distração) não conseguindo ver à sua frente aquilo que se ia tornando Evidente (como se usássemos uma pala indicando-nos o caminho a seguir) e no fundo apenas o fazendo (a esmagadora maioria dos 7,5 X 10↑12) por uma simples questão de ignorância e de pretensa sobrevivência (tornando-se um facto inquestionável face aos nossos Órgãos dos Sentidos, tendo o seu Processador central ativo e desde que não irremediavelmente infetado) ‒ como será o caso do crescimento dos Oceanos (obviamente com o seu nível a aumentar → devido ao degelo nos polos alimentando o seu volume) e do afundamento dos seus leitos (aumentando a pressão oceânica sendo a crosta terrestre elástica tendendo a afundar-se) e dos Ciclones Extremos e surpreendentemente Repentinos (para a grande maioria de nós, que nunca os viu ou sentiu imaginando-o apenas em filmes) capazes de reproduzir num instante e de uma forma radical (para muitos de nós apanhados desprevenidos podendo ser para Além do Limite) condições Meteorológicas originando ventos fortíssimos girando em direção ao centro de baixas pressões e entre outras consequências a descida (para nós) abrupta das temperaturas.

 

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Water vapor across the globe

(on Jan. 3, 2018)

 

“How does a system reach bomb-cyclone status? Its atmospheric pressure must drop so rapidly that it explodes in strength. This can happen when a cold air mass collides with a warm air mass, such as air over warm ocean waters. The formation of this rapidly strengthening weather system is a process called bombogenesis, which creates what is known as a bomb cyclone.”

(livescience.com)

 

Analisando de uma forma aberta todas as variantes (conhecidas e entendidas ou então no mínimo e por experiência previsíveis por expetáveis) envolvendo estes dois cenários (Oceanos e Atmosfera) fazendo parte de um Panorama mais geral (o Ecossistema da Terra), sendo lógicas as conclusões tiradas pelos cientistas (levando ao Afundamento e à Bomba) apenas não se compreendendo só agora sendo levadas em conta (pelos mesmos e por outros) para a reexposição do problema e para a sua solução. Desde logo aconselhando a leitura (dos dois artigos eruditos) para uma mais completa informação e um melhor entendimento (doutros eruditos e dos leigos): The Bottom of the Ocean is Sinking (Mindy Weisberger) e Bomb Cyclone Forecast to hit East Coast (Jeanna Bryner). Do lado cientifico-tecnológico e constando-se (o facto fundamental para a confirmação) cada vez mais o nosso retrocesso Civilizacional (onde está a vitória sobre o Tempo, onde está a ultrapassagem dos limites, onde estão as novas descobertas, onde estão os novos empreendimentos, onde está a conquista do Espaço, onde está o nosso desígnio, onde está a dita Utopia) ‒ bastando para tal (e apenas) olhar diretamente a Elite, perceber o seu papel na estrutura, conhecimentos, ambições e hierarquia e sentir no corpo o seu peso (sob a forma de objetos/casa, carro, frigorifico, TV, arma, etc. ou infiltrando o sujeito/de uma forma intrusiva impondo a guerra e a doença), daí nada saindo ‒ correndo-se o sério risco de um dia sermos ultrapassados pela NATUREZA envolvente (violada incessantemente e por todos em nome do lucro e do progresso, ditado por Auto Iluminados provavelmente em sobrecarga e a um passo de fundir), somente por ignorarmos que somos todos (nós) uma parte de um todo preenchido e insuflado (por Matéria e Energia) que um dia soube partir e nunca mais quis parar (o tal Movimento que caracteriza a Vida). Num Mundo que após o Colapso de um dos Grandes Blocos Políticos Globais (a URSS) perdendo o seu oponente (deixando como filho pródigo e único os USA) deixou-se então ficar ‒ doente, apodrecendo, decompondo-se e talvez abrindo caminho ao surgimento de uma Nova Espécie Dominante e Inteligente (e talvez Extraterrestre).

 

(legendas: livescience.com ‒ imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:28

06
Fev 17

No que poderia ser apenas mais uma imagem de um determinado número de tecidos (indústria têxtil) expostos à luz do dia numa tentativa de os secar sob os raios do Sol (pela cenário aqui exposto, sugerindo não serem assim tantos) – e talvez depois de passarem por uma tinturaria,

 

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O que na realidade aqui se apresenta são os 50 sacos de plástico, descobertos no interior da barriga de uma baleia. O que só confirma de uma vez por todas como os problemas associados à poluição se podem estender por terra, pelo ar e pelo mar e em todas as direções: com os veículos a poderem ser as baleias e até o Homem.

 

“It wasn’t like it was in just part of the stomach. It filled up the whole space.”

(huffingtonpost.com)

 

Uma espécie rara de baleia que deu à terra na costa na Noruega, tendo que se proceder à sua eutanásia – dado o sofrimento do animal, que com os intestinos cheios de plástico (e de miotos outros detritos) não se alimentava, mesmo estando esfomeado. Estimando-se atualmente em 150 milhões de toneladas de lixo espalhado pelos oceanos.

 

(imagem: University of Bergen)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 03:07

10
Dez 16

Taxonomic groups the Genus Bathochordaeus belongs to

(Taxonomic tree with all the different species)

 

Kingdom: Animalia – Phylum: Chordata – Class: Appendicularia – Order: Copelata – Family: Oikopleuridae – Genus: Bathochordaeus

(Bathochordaeus charon and Bathochordaeus stygius)

 

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SEA BLOB

(Bathochordaeus charon)

 

Um ser vivo de forma e consistência estranha (para os seres vivos de contornos e constituição bem definidas com quem habitualmente convivemos no nosso quotidiano diário) habitando as águas profundas dos oceanos (registos a partir dos 135Km de profundidade), levando-nos a pensar mais uma vez como a Vida se pode apresentar com aspetos tão diferenciados (e por vezes mesmo irreconhecíveis), à primeira vista e sob análise dos nossos órgãos dos sentidos (que como todos nós sabemos introduzem erros ao adaptarem-se à nossa realidade) nem o parecendo: quando muito um ser vivo pertencendo ao mundo vegetal, ao mundo mineral ou a um outro subconjunto destes (podendo ser partilhados e ter algo de orgânico) – e inferior num contexto de hierarquia de classes (no fundo tratando-se de uma simples larva), de persistente falta de notoriedade (ausência prolongada), de insuficiente definição física (e transparência excessiva) e sobretudo seguindo um ponto de vista estritamente racista (social e cultural) tão característico da nossa Sociedade e Civilização (o que nos define como inteligentes), antissocial, marginal e parecendo mesmo um Extraterrestre.

 

Não sendo esse o caso do nosso ser vivo SEA BLOB pois sendo imensa a diversidade de vida existente neste fantástico ecossistema que envolve o nosso planeta, muitas serão as visões do mundo propostas pelo conjunto dessa espetacular e sempre imprevista variedade biológica – rapidamente aceites e integradas pela Natureza que esta Esfera suporta. Um ser vivo diferente, presente, complementar: usando uma túnica (a película que o envolve) vivendo no fundo do oceano (podendo por vezes surgir perto da superfície), em colónias ou em solitário e sendo hermafrodita. Semelhante a uma larva (com cauda), envolvida por uma camada gelatinosa (que elas próprias produzem), conservando ainda a corda dorsal e como animais marinhos vivendo nas profundezas dos oceanos alimentando-se de plâncton e outros compostos orgânicos (como detritos).

 

Uma larva gigante (Bathochordaeus charon) de aspeto bem psicadélico envolvida por uma nuvem de muco completamente transparente e transformada na concretização do seu ciclo de vida (e apenas flutuando) num verdadeiro e grande filtro instalado no ecossistema marinho: filtro esse vital por responsável pela sua alimentação. No entanto e ao contrário do seu companheiro Bathochordaeus Stygius (observado às centenas) com esta larva Bathochordaeus charon (uma espécie já mítica e rara) a ser registada apenas uma dúzia de vezes.

 

(introdução/inglês: skaphandrus.com – imagem: livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:13

06
Abr 15

Enquanto o veículo motorizado da sonda Curiosidade continua a sua interessante e instrutiva visita sobre a superfície do planeta Marte (sob comando dos responsáveis da NASA), não deixam de crescer os comentários e as sugestões cada vez mais elaboradas sobre aquilo que provavelmente estaremos a ver.
Se alguns de nós poderemos discordar de muitas das sugestões e explicações até agora propostas, o que nunca poderemos negar é que estaremos perante vestígios arqueológicos de qualquer coisa na sequência de algo qualquer.

 

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De um lado estarão os cientistas da NASA; do outro os cépticos de tudo o que os primeiros nos apresentam; e finalmente no meio de toda esta confusão estaremos nós.
Quanto à NASA tudo terá uma explicação desde que não envolva terceiros (apenas eles e nós) e seja de origem natural: desde podermos estar a observar regiões da superfície marciana anteriormente cobertas por oceanos e agora secas, desérticas e isentas de vida, até à verificação actual de exemplos de formação à superfície de alguns depósitos minerais.
Quanto a nós a decisão mais razoável será a de aceitar o que a NASA diz: afinal de contas são cientistas, têm um grande trabalho já realizado anteriormente e estão mesmo que indirectamente no local do crime.
Crime? Aí entram os cépticos e entre eles os teóricos da conspiração.

 

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Há pouco mais de 4 biliões de anos o planeta Marte estava parcialmente coberto de água. Com a existência desta já suficientemente confirmada, tantos eram os vestígios da sua presença em pequenos depósitos nos pólos, em indícios de antigas correntes impressas no seu solo e até nos sedimentos encontrados nas grandes bacias de Marte. Calcula-se que cerca de 20% do planeta estivesse coberto por água e que um grande oceano cobrisse o planeta. Algo de que na altura a civilização aí existente usufruiu, tanto para sua subsistência como para recreação e prazer. Em Marte a força de gravidade era menos de metade de que na Terra: aproveitando este facto e as vagas criadas por este fenómeno, o surf era um desporto de massas e mesmo de nível planetário.

 

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No litoral as habitações seguiam sofregamente a linha da costa. Para o interior do continente largas vias de comunicação estabeleciam estreitas e intrincadas ligações com os mais importantes centros urbanos: com estradas perfeitamente asfaltadas e direccionadas para todos os grandes pólos desta civilização (previsivelmente) demasiadamente centrada em si e talvez por essa razão ainda pouco interessada no que se passava no seu exterior (na Terra). Que por ironia iria representar o seu futuro. Hoje com essas habitações completamente obliteradas e disseminadas pelo solo marciano durante milhões e milhões de anos e com o que restou dessas estradas grandiosas a poder ainda ser observado aqui e ali através das imagens enviadas pelas sondas oriundas da Terra, mostrando-os um solo como que partido e construído como se de um puzzle se tratasse.

 

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O crime residirá para os adeptos da conspiração na não divulgação de tudo o que na realidade os responsáveis da NASA sabem, pois se tal o fizessem poriam definitivamente a claro o facto então indesmentível da existência de alienígenas: e até com ligações familiares. Da mesma forma que toda a atmosfera e água marciana desapareceram de repente, podendo por qualquer tipo de Evento extraordinário e inexplicável terem sido transportados directa e acidentalmente para a Terra (porque não transportado por um grande cometa), porque não se terá também preparado antecipadamente para o Evento que aí vinha, a civilização aí posta em causa? Era só apanhar a boleia (do cometa) ou deslocar-se em transporte próprio. Dado o salto na Terra recomeçariam um novo ciclo.

 

(imagens – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:47

28
Mai 12

No nosso mundo organizado não podemos deixar as crianças fazer tudo – é que de início elas imitam tudo e isso não pode ser!

 

O Dia em que a Terra parou – filme de SCI-FI de 1951

 

ET (extraterrestre)

 

O mais famoso caçador de extraterrestres do nosso planeta afirmou que os ET na sua passagem por outros mundos como a Terra não tem como objetivo único e paranoico escravizar-nos ou mesmo comer-nos – dado o seu imenso avanço tecnológico não têm necessidade de usar estas atitudes violentas e extremas – mas apenas o de explorar novos mundos existentes neste universo. Quando muito o de analisar cientificamente o nosso comportamento social por vezes inexplicável e incompreensível, de modo a contribuir positivamente no sentido de nos salvar de atos que nos poderão levar à extinção.

 

T (terrestre)

 

Se os extraterrestres forem todos assim, vamos lá continuar a dar cabo dos terrestres, pois para isso cá estamos nós … sós!

 

Canibalismo – Da Bactéria ao Homem, do Alimento ao Combustível

 

BC (biólogo do costume)

 

Em pânico temporizado e antecipado, o mundo observa o progressivo e acelerado fim do maior combustível fóssil utilizado hoje em dia para fazer funcionar todas as máquinas do planeta – o petróleo – sem ver ainda qualquer tipo de luz ao fundo do túnel, que alimente o resto do caminho da humanidade, na sua passagem por este espaço reservado. No entanto os biólogos do costume – que poderiam trabalhar para uma multinacional ligada à alimentação, mas que alternativamente trabalham para uma multinacional ligada aos combustíveis – optam servilmente em transformar toda e qualquer fonte de alimento, aéreo, terrestre ou marinho, nesse combustível imprescindível à sobrevivência das máquinas que nos dirigem e controlam.

 

C (costume)

 

Se todos procederem assim não necessitaremos destes biólogos: basta melhorarmos os métodos de Hitler, os objetivos dos fornos crematórios e queimarmos os excedentes populacionais existentes em abundância e sem registo em todos os cantos do mundo, para consumo urbano e satisfação dos mais desprotegidos, ainda registados e não desativados. Toda a comida é combustível e as nossas células são a prova disso!

 

O Salvador Substituto – A Erva do Mar

 

IO (investigador de oceanos)

 

Investigadores descobriram que muita da flora marinha existente sob os oceanos – o equivalente aos nossos relvados à superfície da terra – é capaz de armazenar grandes quantidades de dióxido de carbono, tal e qual como o que acontece nas nossas florestas. Note-se que os níveis de carbono afetam diretamente a evolução da temperatura no nosso planeta, podendo provocar ao longo do tempo, fortes alterações climáticas e mudanças imprevisíveis e negativas para a nossa sobrevivência.

 

I (investigador)

 

Assim já podemos alegremente deitar fogo ao que resta da nossa floresta sobre o planeta Terra, encher os terrenos de revolucionárias culturas biocombustíveis e vê-las em seguida e como num sonho todas a arder: se entretanto tivermos falta de algo, basta atirarmo-nos ao mar e ir para lá pastar. 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:19

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