Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

07
Ago 18

“Olhando para o Céu Noturno que (por qualquer razão ainda por nós desconhecida) se abate sobre nós, poderemos estar a olhar (sem o saber mas sentindo-a) para a verdadeira Máquina do Tempo (de H. G. Wells e ansiada por todos nós) encarnando um Universo Vivo (de Jimmy Guieu e do seu livro L’ Univers Vivant – publicado em Portugal na extraordinária, já lendária e de culto, coleção ARGONAUTA/Livros do Brasil).”

 

PIA22564.jpg

Thin, red veins of energized gas

Mark the location of one of the larger supernova remnants

In the Milky Way galaxy in this image from NASA's Spitzer Space Telescope

(spitzer.caltech.edu)

 

Como a partir de uma simples observação do Céu Noturno (algo que o Homem já faz há milhares de anos inicialmente utilizando o dispositivo ótico básico – um dos seus órgãos dos sentidos, a Visão) – a partir da superfície terrestre – se consegue projetar através de uma associação de cores (olhando a tonalidade, sabendo o que significa/representa) – ou seja traduziro que na realidade se passa e/ou se passou naquela secção do Universo, visto como um Organismo Vivo.

 

Nesta imagem (PIA 22564 – Spitzer Spies Supernova Remnant HBH 3) da responsabilidade do Telescópio Espacial Spitzer (dirigido pelo JPL/NASA e utilizando infravermelhos) e utilizando o instrumento ótico IRAC (a câmara fotográfica), podendo-se ainda ver as cicatrizes deixada por uma SUPERNOVA (uma estrela que explodiu), neste caso (entre outras informações) a sua anterior localização: com finos veios de gaz de cor avermelhada e com intensa capacidade energética, a destacarem-se no registo fotográfico (PIA 22564) indicando o que sobrou da explosão de uma Supernova – como se algo se tivesse passado (integrando nela e para nosso aparente conforto a dupla Espaço/Tempo) num Organismo Vivo (como se fosse o nosso Corpo Humano) deixando no local sinais da sua existência e posterior transformação (Evolução). Ou seja um Testemunho.

 

E com as secções do Espaço definidas a branco indicando três zonas de formação de novas estrelas (a azul com comprimentos de onda de 3,6 micros a vermelho com 4,6). Aqui com o que sobrou da estrela que se desintegrou – a SUPERNOVA HBH3 com 150 anos-luz de diâmetro e provavelmente uma das maiores conhecidas (tendo explodido entre um mínimo de 80.000 anos até um máximo de 1 milhão de anos no passado) – a referir-se a um diâmetro comparável (sendo a de HBH3 de 150 anos-luz) a 1/666 do diâmetro da Via Láctea (e por outro lado a mais de 150X o diâmetro do Sistema Solar incluindo todos os cometas); num registo de Março de 2010 agora sendo editado (pelo JPL/NASA), quando dentro de cerca de três semanas o Telescópio Espacial SPITZER comemora o seu 15º Aniversário (em 25 de Agosto).

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:40

11
Fev 17

O que é?

 

An organism is a living system that can respond to stimuli, grow, reproduce, and maintain a consistent state (homeostasis). (study.com)

 

slide_3.jpg

Célula procariota (bactéria) e célula eucariótica animal e vegetal

 

Na nossa pequena viajem de descoberta do que é um organismo vivo, a primeira coisa que desde logo devemos apontar (sem qualquer tipo de equívocos ou de recuos) é aquilo que pretendemos encontrar. 1/ Indicando o objetivo a concretizar (como definir um organismo vivo), 2/o que dele se pretende obter (como nós – a referência – respondendo a estímulos, desenvolvendo-se e reproduzindo-se) e 3/finalmente como o regular (internamente, de modo a manter-se equilibrado e sendo capaz de executar). Capacitando esse organismo de se relacionar com os outros (idênticos, semelhantes ou nem por isso).

 

Living organisms include animals, plants, fungi, and microorganisms. They have lots of parts and those parts combine together to form a whole that works seemingly as one. (study.com)

 

Nesse sentido tendo que entender que estando nós a tratar de um organismo vivo (um conjunto) este terá forçosamente (e se quiser mesmo existir definindo-se como um ser vivo) de respeitar certos parâmetros e certas estruturas, que entre si todas combinadas com um determinado critério formarão um todo a partir de todas as partes (os seus mais diferenciados elementos). Daí se devendo incluir no todo que pretendemos descobrir (ou melhor encontrar pois os mesmos já existem bastando replicá-los) os animais, as plantas, os fungos e os microrganismos – todos obedecendo aos critérios anteriormente pré-definidos (1,2 e 3) e respeitando uma determinada sequência na sua estrutura interna: com células, tecidos, órgãos e sistemas (de órgãos). E com todas essas partes desse organismo vivo a ter a sua própria estrutura (de ADN).

 

Plants and animals are structured into cells, tissues, organs, and organ systems. Those organ systems together form the whole organism. (study.com)

 

Organismo

Vivo

Descrição

Observações

 

 

Célula

 

 

Unidade básica de Vida; a mais pequena unidade funcional; constituída por núcleo, citoplasma e membrana.

Ser Humano a ser constituído por triliões de Células

 

 

Tecido

 

 

Conjunto de Células com uma determinada tarefa; sendo do mesmo tipo ou ocupando o mesmo lugar.

 

Seres Humanos com tecido muscular, nervoso, etc.

 

 

Órgão

 

 

Parte de um Organismo com um determinado objetivo ou função; usualmente autossuficiente.

Coração

fazendo o sangue circular em todo o corpo

 

Sistema

de

Órgãos

Grupos de órgãos que em conjunto realizam um determinado trabalho ou função;

em diferentes Sistemas como o Digestivo, o Circulatório, o Nervoso, etc.

Digestivo: esófago, estomago, intestinos, fígado, etc.

Com o ser Humano equipado com vários Sistemas

(cada um deles)

Constituído por vários Órgãos

 

Ficando apenas por colocar uma questão final:

 

But how those individual parts structured?

And how are the functions of organisms achieved?

(study.com)

 

Tal como tudo o que visualizamos a olho nu é constituído por várias partes, também nas dimensões que nos levam ao infinitamente pequeno (como ao Infinito Absoluto) e por coerência replicante, o mesmo se passará. Com cada uma dessas partes, seja macro ou seja micro, a ser uma unidade básica na sua função ou trabalho.

 

Tomando como exemplo a célula (e de uma forma ou de outra associando-a ao Homem e ao que o mesmo representa – como unidade básica e extraordinária de vida) com a mesma a ser ainda constituída por outras subpartes (num ciclo interminável) cada uma delas com a sua própria estrutura e respetiva função: no seu caso os organelos (as tais subpartes). E incluindo ainda membranas, paredes, núcleos, cloroplastos, mitocôndria e vacúolos.

 

You are a living organism. But so is every other animal and plant on Earth.

(study.com)

 

Tal como as membranas controlando a fronteira (o que sai e o que entra) e trabalhando para o coletivo, com todas estas unidades (com processos semelhantes e vindas do mesmo molde) executando a função de acordo com um plano mais vasto e desafiante.

 

E com o centro da célula a ser o núcleo (a cabeça) contendo o ADN (o cérebro); e contando ainda com a mitocôndria (transformando comida em energia), com os vacúolos (armazenamento) e com os cloroplastos (muito gostoso para as plantas).

 

E para finalizar (como se algo tivesse fim) jamais esquecendo o papel original (pioneiro e criando a plataforma para um novo passo evolutivo), fulcral e decisivo (daí saímos todos nós e tudo o resto que definimos como Vida) que o ancestral e fabuloso Mundo Mineral desde sempre desempenhou – transformando-se, associando-se e adaptando-se – e no fim, como uma verdadeira Mãe fazendo sair do seu ventre a sua obra extraordinária (e expoente máximo deste ecossistema terrestre) dando à luz o Homem e todos os outros seres vivos (do Mundo Animal e do Mundo Vegetal): e a partir desse Mundo Mineral partindo-se para o Mundo Bioquímico. Relembrando aqui as palavras de William Meader (Professor de Filosofia Isotérica nos EUA) publicadas na parte inicial do seu Post publicado em Março de 2013 – The Mineral World, Our Forgotten Ancestry:

 

“For more than a century, learned scientists have informed us that humanity emerged from the animal kingdom through the processes of evolution. Though some differences do exist, the Esoteric Philosophy is generally in agreement with this notion. However, esotericism goes on to say that our animal relatives are not our most distant kin, but instead our closest. Though our mammalian or reptilian friends do represent previous stages in human development, it is the mineral kingdom that is the domain of our most distance ancestry and origin.” (meader.org)

 

(texto: construído a partir de Living Organism: Organism, Functions & Structure/Cap.20/Lição 8/study.com – imagem: slideplayer.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:38

21
Nov 16

O Universo Vivo

 

“Apercebendo-nos de todas as implicações que a evolução da vida do Sol terá na Terra e no nosso Sistema Solar (sabendo-se que a nossa estrela se encontra a meio do seu período de existência), não nos causará admiração que com o aumento do volume do Sol (e da sua temperatura e luminosidade) a Terra se torne um deserto (seca, árida, calcinada, posteriormente engolida pelo Sol) e nos viremos para Plutão (até podendo ter água). Marte será o primeiro entreposto de passagem.”

 

main-qimg-f8a686e320f672760651dc26c4f5d8c5-c A.jpgmain-qimg-f8a686e320f672760651dc26c4f5d8c5-c B.jpg

Célula Cerebral vs. Universo

 

Se para além de pensarmos (nós e todos os outros) sobre o que nos ensinaram (e interiorizaram) ser aceitável e normal e nos estendermos (de modo a fechar o conjunto) para algo de maior ou até de mais pequenino (do infinitamente grande ao infinitamente pequeno), será fácil de concluir que se somos uma Unidade (orgânica, inteligente e organizada = viva) da mesma forma que nos decompomos (em subunidades) também de algo faremos parte (de um cenário semelhante mas macro).

 

Da mesma forma que poderemos pensar que um dia há vários biliões de anos um determinado objeto penetrou a nossa região do Universo (tal qual um espermatozoide) fecundando-a (como se fosse um óvulo), também poderemos concluir que o que aí se passou provocou as suas próprias ondas originando réplicas – grandes e pequenas e até ao Infinito.

 

Numa estrutura desenvolvendo-se através do infinito do Espaço (assente numa estrutura dinâmica baseada na matéria e no vazio e nas interações eletromagnéticas nas mesmas e entre elas) assente num molde aleatório mas resultante dum processo evolutivo (caracterizado pela sua constante e ininterrupta transformação relevada por uma extraordinária presença de algo vivo e inteligente) e sendo capaz de por simples replicação ampliar a sua expansão por todos os parâmetros disponíveis.

 

PIA21061.jpg

Plutão

 

Como se vivendo na Terra num ecossistema propício à experimentação reprodutiva e ao estudo do desenvolvimento de uma determinada espécie nos considerássemos (cada um de nós e todo o conjunto formado) uma dessas replicas, refletindo nelas mesmo o que não vemos (só adivinhando esse mundo ao microscópio) e através delas o que diante de nós (como se vivêssemos num sonho) ainda nos vai esmagando (o Universo): viajando entre mundos concorrentes e/ou paralelos (e de tempo perdido).

 

Mesmo que o Homem possa ser em último caso o subproduto de uma experiência levada a cabo em tempos passados num ambiente em circuito fechado (ainda se mantendo ativa ou tendo sido entretanto abandonada – talvez nem sendo o Homem o Objetivo), nada nos impede de pensar e de exigir o impossível (o que nos tem sido vedado).

 

Podendo-se imaginar o Homem como sendo um mero ponto intermédio entre o tudo e o nada (provavelmente limitando-se a uma experiência a decorrer num determinado habitáculo especulativo, entre a criação e o abandono) projetando na tela do Mundo a essência do Construtor: coabitando um Organismo Vivo e projetando-o no interior (do Homem e do Ambiente que o sustenta) para além de se estender sem limites por todos os buracos do mundo. Com as Unidades tais como as Esferas todas replicadas e movimentando-se sem fim.

 

(imagens: quora.com e nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:19

23
Jul 15

Desde que na minha juventude li o livro de Jimmy Guieu “O Universo Vivo” (Livros do Brasil – Colecção Argonauta – N.º 5), que ficou bem registada na minha memória (e no meu processo formativo), a ideia de que o Universo em que sempre vivemos talvez pudesse ser mesmo retratado e de uma forma bastante fiel, como um verdadeiro Organismo Vivo.

 

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Modelo helicoidal do Sistema Solar

 

Enquanto que o SOL continua a viajar pelo ESPAÇO a uma velocidade aproximada de 230km/s (imaginem os biliões de quilómetros percorridos por ano), deixemo-nos levar pelo bailado realizado por todos os corpos celestes orbitando em seu redor: acompanhando a sua estrela na sua viagem misteriosa pela imensidão do Universo e deixando-se levar na sua rede cósmica de energia. Como se víssemos repercutida no Espaço a nossa sequência de ADN com todo o Sistema em movimento e em rotação helicoidal. Pensem no Sol como o Propulsor da Criação e todo o seu sistema agregado como o grande Espermatozóide: a nossa estrela de referência foi lançada há biliões e biliões de anos aquando do seu Evento Ejaculativo (BIG BANG), sendo acompanhada na sua trajectória Divina e Reprodutora por inúmeros organismos direccionados para a fecundação, evolutivos e susceptíveis de transformação. Incluindo a Criação.

 

pia19578-1041 F.jpg

Superfície de Ceres

 

Agora imaginem que estão confortavelmente instalados num amplo e cómodo sofá colocado na superfície de um corpo celeste do nosso Sistema Solar (convidados por algum amigo até agora desconhecido mas desejando por qualquer motivo a nossa talvez inspiradora companhia) e que subitamente sentindo directamente na pele a presença de um ambiente exterior talvez virgem talvez selvagem, se decidem a usufruir do momento, enquanto observando o horizonte apreciam calmamente uma Caipirinha. O corpo celeste escolhido pode ser pequenino e localizado não muito perto de nós: como é o caso de CERES (d>900km), maior que a lua ENCELADUS (d>500km) mas menor que o anão PLUTÃO (d>2300km). Bem lá ao fundo no Céu a Terra nem se vê. Bebo um gole da bebida e o gelo como que fica preso na garganta: o horizonte revela-me um mundo alienígena, com pontos luminosos e por identificar sobressaindo da sua superfície e com um montanha bem distinta e de formas com excelentes contornos, destacando-se provocatoriamente sobre a escuridão do Espaço – como se fosse um Corpo exposto e pronto a revelar-se. Mas certamente que não será socorrendo-se de um DRONE.

 

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Superfície de Ceres

 

Viremos então o sofá para o outro lado do cenário e apreciemos uma nova paisagem deste misterioso planeta anão: situado bem longe da Terra (na Cintura de Asteróides) mas muito mais perto que Plutão (já a caminho da Cintura de KUIPER). Imagino-me a percorrer uma planície inóspita e aparentemente desértica de mais um mundo novo para mim, caminhando com uma mochila às costas (típico dum humano prevenido) e a compasso militar (apenas para manter a cadência); e tentando de um modo ou de outro ultrapassar mais uma inesperada e extensa elevação de terreno (interpondo-se no meu trilho, de comprimento sem fim), alcançando no final e como recompensa momentânea (bónus de viagem) o objectivo da concretização de mais esta ilusão (o alcançar da Luz). E se as luzes de Ceres nos intrigam, é porque já compreendemos o que as da Terra nos podem querer dizer.

 

Em Ceres as temperaturas registadas eram sempre negativas e extremas, variando na escala térmica em torno dos 100°C abaixo de zero. Comparada com a atmosfera terrestre, a do planeta anão era bastante reduzida. O que significava que de oxigénio certamente nada, apesar da probabilidade da existência de grandes superfícies de H₂O (devido ao frio extremo) congelada. No entanto e ao contrário do que muitos pensavam com sinais evidentes de actividade geológica (como a formação de cadeias montanhosas) confirmando a sua juventude e vivacidade interna. Lá fora estava frio e não se conseguia respirar.

 

E do meu posto de observação, o que via só o evidenciava – com o conjunto de luzes fixando-me ao fundo, a serem o Farol de todo este esquema (que iluminava o espelho como tela de projecção).

 

(imagens – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:17

13
Jan 14

A Natureza que é tantas vezes violentamente maltratada pelo Homem, parecendo ser algo cuja existência pouco importa e como tal podendo ser facilmente e sem hesitação esquecida ou mesmo dispensada – tal como hoje fazemos com tudo o resto que nos rodeia e protege, incluindo o nosso semelhante logo ali ao lado – é na realidade a Mãe da nossa vida neste pequeníssimo astro do imenso Universo que nos contem e ao qual pertencemos, local onde desde há milhões de anos nos vamos transformando e evoluindo. No entanto devemos sempre respeitá-la senão mesmo temê-la, pois ela é também a fonte dos fenómenos mais violentos que o Homem até hoje já observou e que tantas vítimas desnecessárias e evitáveis provocaram: devemos compreender o ambiente que este espaço privilegiado nos proporcionou para viver e o direito de usufruto praticamente divino que a Natureza nos cedeu, sem prazos e sem pagamentos.

 

 

Por outro lado a Natureza também exige que a partilha do planeta seja feita no respeito de todas as partes em presença, sujeito e objecto, racional e irracional e até interior e exterior do planeta: nunca nos poderemos esquecer que a Terra como um organismo vivo que é também se manifesta por vezes duma forma que achamos incompreensível, com terramotos, erupções, inundações, doenças e mesmo ameaças vindo do exterior como cometas e asteróides e que a única forma de todos sobreviverem – ser vivos e espaço disponibilizado – reside exclusivamente na interiorização de que tudo o que vemos é necessário e fundamental para a nossa sobrevivência e de todas as espécies vivendo neste belo e talvez único planeta.

 

 

Para lá dos grandes e violentos terramotos muitas vezes seguidos de brutais e devastadores tsunamis, os vulcões talvez sejam um dos mais fantásticos fenómenos naturais observados pelo Homem, tanto pela sua beleza original como pelas consequências que poderá provocar no meio ambiente que o envolve a nível local, regional ou mesmo planetário: o espectáculo proporcionado pela visão da saída de todos os materiais vulcânicos do interior da chaminé do vulcão vindos do interior profundo da Terra e a serem expulsos para o exterior da barriga onde foram transformados, faz-nos lembrar o trajecto imprevisível e enigmático da nossa vida desde o nascimento até à morte e de todos os sistemas que tendo que coexistir no fim se equilibram – o que originará outras transformações futuras de desequilíbrio momentâneo, mas naturais e nunca forçadas e jamais violando (por ser uma impossibilidade) o princípio do caos e da ordem do Universo.

 

Aqui podemos ver uma erupção registada no vulcão islandês Grímsvtön, com os materiais vindos do interior da sua chaminé a serem projectadas em cerca de duas horas a mais de 18.000 metros de altitude e a criarem uma enorme nuvem semelhante a um guarda-chuva, mais tarde arrastada pela acção dos ventos e indo afectar posteriormente territórios situados mais a sul.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:12

03
Abr 13

A Beleza dum Universo Vivo – O Sistema Solar

 

Anéis de Saturno

 

As imagens espectaculares que este complexo Universo Infinito nos oferece em toda a sua grandeza, só podem ser verdadeiramente comparadas à simplicidade dum Organismo Vivo.  

 

(imagem – space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:42

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