Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

18
Abr 21

Depois de ter escutado o Ministro mais poderoso do Governo (hoje domingo, véspera da conclusão da reabertura ─ das escolas),

 

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Não tendo que se sujeitar às decisões do mesmo, por Autónomo e Independente (aparentemente e no sentido do cumprimento dos seus desejos, equiparando-se ao 1º Ministro) ─ nos 375 segundos da sua entrevista, disponibilizados pelo JN/TSF ─ e já estando logo à partida um pouco condicionado pela introdução à mesma entrevista (tentando-o descrever como um resistente, um herói, talvez solitário, mas um exemplo):

 

“Bateu-se pela manutenção das escolas abertas.

Perdeu e ganhou.

Por momentos, pareceu isolado.”

(JN/TSF 18.04)

 

Concluindo tratar-se de mais uma manobra de diversão do nosso Super-Ministro da Educação, agora que estando na véspera de finalmente concluir a colocação de mais uns 1,5/2,0 milhões de estudantes na rua ─ aproveitando para dizer e acrescentar (claro que em seu nome) que "este confinamento correu verdadeiramente melhor do que o primeiro" ─ aparecendo estrategicamente como o nosso Salvador,  face aos suplicados e constantes pedidos dos seus fieis seguidores, querendo-se ver livre do fardo (ao contrário do que afirmavam no Antigo Regime, quanto aos comunistas, querendo-as comer) do peso crescente das criancinhas.

 

Avaliação

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Tiago Brandão Rodrigues

(Paredes de Coura, 1977)

Ministro da Educação

XXI Governo Constitucional de Portugal

Tempo

Bom

Natural de Paredes de Coura, fez o ensino secundário em Braga. Depois de fazer o doutoramento em Bioquímica, em 2007, na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, esteve em Madrid, em 2011, passou pelos Estados Unidos e, mais tarde, viveu na Grã-Bretanha e na Irlanda do Norte, onde trabalhou no “Cancer Research UK”, em Cambridge. Foi notícia, em 2013, pela investigação que desenvolveu na área da Oncologia, na deteção precoce do cancro. Ao fim de 6 anos em Cambridge, decidiu aceitar o convite de António Costa para regressar a Portugal e ser o candidato do partido por Viana do Castelo, em 2015. (wikipedia.org)

Tempo

Nem por isso

Um emigrante e estudioso optando por abandonar a sua zona de conforto na procura de alargar os seus horizontes pessoais e de conhecimento (até aqui tudo bem), mas caindo em tentação devido aos palcos de ilusão e perante o pedido expresso vindo de cima (de regresso urgente ao seu país de origem), prometendo-lhe um lugar como mais um dos seus filhos pródigos: e dando-se aí a inversão, regredindo no conhecimento e optando pelo mais óbvio (facilitador) ─ a política. Perdendo o tino. (PA)

 

Falando entre outros aspetos dos computadores, das aulas durante o Verão, dos exames e melhorias de notas e ainda do calendário escolar.

 

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No caso dos computadores e do milhão de exemplares a serem distribuídos (como há muito e muito prometido), utilizando a estratégia justificativa e desculpabilizante de sempre culpando os do costume, os outros: aqui com a culpa a recair e tal como se esperava, na contingência de estarmos a viver em tempos de Pandemia. No meu exame no Polígrafo e face à atuação do Super-Ministro (não a de hoje, mas a de sempre) concluindo não estar muito longe de o poder caracterizar (dentro de certos parâmetros) como um profissional do tipo (“3 vezes 9 são 27, 2 mais 7 são nove e noves fora nada”) “Conta-Certa” ─ mas esquecendo-se, ser ele o resto (igual a zero). Seguindo-se no seu caminho (no cálculo dele) o ensino Superior.

 

Tiago Brandão Rodrigues:

"Quem terá um problema maior é o Ensino Superior."

(JN/TSF 18.04)

 

Amanhã talvez aparecendo (ele, o Autómato-Autónomo) não sei se acompanhado por Marcelo (reformado compulsória e temporariamente por Costa), certamente que confirmando-se (a sua presença numa escola, de acordo com as suas ideias e com os seus pergaminhos, de preferência modelo ficando as outras para o BE) decorado dos pés à cabeça por diferentes tipos de testes e várias marcas de vacina ─ tendo atrás um computador controlando-o, fazendo-o mexer a boca e dando-lhe movimento (como o robot Sofia, da Hanson Robotics). E neste processo todo ainda se podendo atribuir-lhe (ao Super-Ministro) um aspeto positivo ─ “oremos pois todos, irmãos” ─ pressionado como foi para atuar e o fazer, por lobbies-de-pais (não os pais) e por lobbies-de-professores (não os professores), demitindo-se estes da sua função e das suas inerentes responsabilidades, invocando o Covid-19: não sendo unicamente o Padre (e as suas beatas ministeriais) os únicos culpados, pois não chegando estes (faltando os fieis e a caixa da esmola) para se compor uma Igreja.

 

(imagens: observador.pt ─ wikipedia.org ─portugal.gov.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:32

14
Abr 21

[Aqui com o “turista acidental”, a ser o vírus SARS CoV-2.]

 

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EUA

 

Tendo entrado no mês de março na estação da Primavera e estando cada dia mais próximo do início da próxima estação ─ o Verão pelo setor turístico associado fundamental para a Região de Turismo do Algarve ─ preocupado com a possibilidade do sucedido no ano passado se voltar a repetir (devido a restrições resultantes da Pandemia, reduzindo em grande quantidade o nº de turistas e as respetivas receitas) e ainda observando o que se passa pelo sul de Portugal especialmente no Algarve quanto à evolução da doença Covid-19 (e espreitando um pouco o Alentejo/a norte e a vizinha Andaluzia/a este) ─ com o vírus SARS CoV-2 a manter a sua presença na Europa (ressurgindo), com Portugal ainda não se tendo libertado definitivamente da vaga anterior (registando-se apesar de baixa, alguma instabilidade no nº de infetados e uma subida ligeira do R(t)) e com o Algarve a apresentar o índice de transmissibilidade mais alto do país ─

 

Sempre que a situação de alguma forma se apresenta (num intervalo/pensando e refletindo, numa observação/constatando uma facto/informação) e pensando-se constantemente nesta Pandemia parecendo interminável (por aqui iniciada em fevereiro/março de 2020, já lá vai mais de um ano), nos questionamos conhecendo os outros 4 familiares deste coronavírus ─ HCoV “229E, HKU1, NL63 e OC43” ─ se o mesmo sendo crónico terá ou não alguma periodicidade, de modo a podermos-lhe aplicar um procedimento igual ao dos seus familiares com a introdução das vacinas e a garantia da sua efetividade/eficácia (o que estas ainda não têm, dado ainda não se conhecer completamente a evolução do vírus, a sua periodicidade infeciosa): com as vacinas atuais mesmo cumprindo o seu objetivo (e esquecendo-se as consequências por na prática sermos nós as cobaias) ─ imunizar-nos contra a ação do vírus ─ não tendo ainda um prazo certo de validade podendo ser de muitos ou poucos meses, não permitindo para já a produção em série de vacinas (atualizadas) todos os anos como é o caso das da Gripe.

 

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Portugal

 

E ainda não havendo vacinas para todos e sem se saber ao certo e na realidade qual a vantagem da sua utilização (colocados perante problemas como as da vacina da Astrazeneca, devendo/podendo ser transversais a outras) e qual a duração das mesmas (meses? um ano? mais?) ─ necessitando-se de sobreviver à fome (Desemprego) e à doença (Covid-19) ─ tendo-se de pensar noutras informações capazes de uma forma alternativa nos ajudar no presente, contribuindo complementarmente para superarmos mais este momento marcante (pela negativa) ou não estivéssemos no Mundo (em 7,9 biliões de pessoas) a caminho do “Óbito Covid-19 Três Milhões” (3.000.000) em Portugal (em 10,2 milhões) do “Óbito Covid-19 Dezassete Mil” (17.000).  Sendo necessário para uma melhor compreensão deste vírus (SARS CoV-2) um estudo mais detalhado sobre a sua evolução e adaptação do mesmo ao meio ambiente (onde é inserido),

 

Podendo-se introduzir como temas de discussão levando a algum tipo de esclarecimento ou de solução (viral) ─ em duas mãos cheias ─ (1) as diferenças entre o Inverno e o Verão (calor/frio/humidade), (2/3) os possíveis efeitos positivos dos raios ultravioleta e do exercício físico, (4) a variação de intensidade conforme o clima, (5/6) as concentrações populacionais e a poluição,  (7/8) a periodicidade do vírus e (sendo a Covid-19 uma doença crónica) a sua sazonalidade (até pela produção e atualização das vacinas) e ainda (9) as idades mais suscetíveis de transmissão e (havendo mutações) (10) as diferentes estirpes/variantes (como a brasileira e a sul-africana). Podendo a intensidade de atividade do vírus variar, conforme a alteração (propositada ou não, sendo eficaz ou não) de diversos fatores.

 

(imagens: MaxyM/Shutterstock/theconversation.com ─ Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:15

13
Abr 21

[Não Sendo pelo Coronavírus, que Seja por Outra Coisa Qualquer.]

 

“It takes me 3 minutes to get my gear on.

It only takes a second to put a mask on.

Wearing masks should never have become political.”

(Camille Coelho/Enfermeira do South Shore Hospital/Boston)

 

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Em plena Pandemia Covid-19 e trabalhando nos EUA (ultrapassados os 32 milhões de Infetados/quase 10% da sua população e a caminho das 600 mil mortes/quase 0,2% da sua população) ─ uma enfermeira de nome Camille Coelho (pelo nome sugerindo ascendência portuguesa, talvez mais uma emigrada) exercendo a sua profissão num hospital da cidade de Boston (estado do Massachusetts/costa Atlântica dos EUA) o South Shore Hospital ─ num passeio ao ar livre levado a cabo pela mesma (a 8 de abril) certamente para fazer algum exercício físico e ainda (como complemento da atividade de lazer) tentar descobrir “pedras-de-vidro” (de origem mista, artificia/por intervenção do Homem e natural/por ação do Mar ─ e utilizadas por exemplo em joalharia) ─ concretizado numa das praias da cidade a “Praia da Constituição” (numa zona algo lamacenta, prendendo os movimentos, imobilizando-nos) ─ com esta mulher de 54 anos de idade percorrendo uma zona de areia húmida (pela água do mar e na sequência das marés) a começar progressivamente a enterrar-se até ficar definitivamente parada. Mas safando-se do vírus, certamente safando-se da lama.

 

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Num momento estando a andar na companhia do seu cão em busca das “pedras-de-vidro”, no momento seguinte estando imobilizada no meio do areal “pantanoso” (ainda com o cão a seu lado) sem saber como de lá sair (após várias tentativas infrutíferas, ainda se enterrando/prendendo mais). Tendo mesmo que solicitar ajuda para se poder libertar (da armadilha de lama), tando da parte de alguns presentes (no local e vindo ajudar) ─ não a conseguindo puxar como vindo do exterior (ajuda dos bombeiros) ─ libertando-a de vez da lama: partindo para um inocente passeio (no areal) tentando-se relaxar de um tremendo e exaustivo ano de Pandemia (cheio de Confinamentos) e tendo logo o azar deste infeliz incidente ─ gesticulando (por auxílio) ainda com o cão a seu lado e de imediato despertando a atenção (de outras pessoas presentes, dos bombeiros e até dos Média), soltando da lama as pernas e finalmente sendo salva. Tornando-se famosa e entrando (por momentos) na corrente da comunicação e da informação Global: aqui sendo ajudada por locais, tal como um outro enfermeiro (esse confirmado como português) ajudou quem o recebeu (um 1º Ministro).

 

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[Pedras-de-Vidro” (alvo da atenção e procura da enfermeira Camille Coelho, perspetivando um futuro seu na área da joalharia): em Portugal entre outras locais sendo mencionadas entre outras o litoral de Peniche e (falando do Algarve) a sul a zona de Lagoa até Tavira (passando já agora por Albufeira), tratando-se apenas de fragmentos de vidro abandonados pelo Homem em lixeiras adjacentes ao mar (nos areais) ─ parte má (artificial) ─ posteriormente e como parte boa (natural) sendo arrastados e polidos pelo mar aparentando ser “cristais” e daí sendo apanhados e reutilizados (em joalharia).]

 

(imagens: Stuart Cahill/The Boston Herald/AP/apnews.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:45

31
Mar 21

[Diz: Algum responsável ─ nem que seja só um ─ tendo poder (e sabendo-o) para ser ouvido e talvez podendo-nos salvar de todo este caos.]

 

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Aristóteles

 

“Portugal está prestes a dar um novo passo no processo de desconfinamento, quando a ameaça da terceira vaga da pandemia de COVID-19 assola a Europa Central e o grau de imunização da população é uma incógnita, avisam especialistas consultados pela Lusa.” (31.03.2021/Lusa/sapo.pt)

 

Não existindo na maioria dos países europeus imunidade populacional (60%/70% do grupo), estando países em contraciclo (como por ex. Portugal, Espanha e Reino Unido de um lado e Itália, Alemanha e França do outro), deparando-nos com o problema de falta de vacinas (problemas com a vacina AstraZeneca) e sabendo-se ainda da imprevisibilidade do vírus (original e suas mutações) e de alguns erros podendo ser praticados (como o do Natal).

 

Para já não falar da grave crise socioeconómica global que tem aproximado o Mundo cada vez mais do abismo (quase como o “relógio nuclear aproximando-se mais ou menos da meia-noite”, hora fatal) e de que de um momento para o outro a vacina pela qual tanto esperamos (e que pelos vistos tudo resolverá) poderá brevemente perder o efeito desejado (face à sua evolução, estirpes/variantes): perdida a validade (da vacina inicial) tal como noutra doença crónica (periódica) ─ como a gripe (sazonal) ─ tendo esta que ser atualizada para voltar a fazer efeito.

 

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Marcelo e Costa

 

Pelos vistos e segundo os nossos Governantes e Especialistas (que querem a toda a força abrir, mesmo podendo estar em contraciclo, com a atividade do coronavírus) ─ os oficiais (os autorizados, dando-se-lhes um microfone) ─ podendo-se esperar o regresso do “Verão do Nosso Contentamento”. Veremos, mas que seria um Milagre para o Algarve e para o regresso do Turismo (a sua monocultura) à região ─ seria.

 

Isto tudo, no final e entrando de novo em cena as vacinas (a nossa salvação) se, entretanto, as cobaias não se ressentirem: afinal de contas e encurtado todo o processo de produção das mesmas (vacinas, saltando fases) sendo o Homem em grandes aglomerados e em diferentes condições de vida, a “cobaia perfeita”. Faltando-se conhecer (num processo de anos, apesar de dito impraticável, reduzido a meses) os efeitos secundários.

 

[E se não há ninguém que diga (um, alguém, parte dele), porque não haverá ─ entre uns 40 mil (em Albufeira), entre uns 750 milhões (na Europa), entre uns 8 biliões (no Mundo) ─ um coletivo que o faça? Aí e a essa TASK FORCE (Útil/Necessária) não faltarão voluntários.]

 

(imagem: sermonquotes.com ─ vestnikkavkaza.net ─ ominho.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:53

27
Mar 21

Passados 86 dias sobre o início de 2021 e ainda atravessando a Pandemia Covid-19, a indicação (no gráfico 1) do nº de infetados e do nº de óbitos registados desde o início do ano, por períodos de 14 dias (2 semanas) ─ com 6 períodos (no total 84 dias) já apurados; por outro lado o registo (no gráfico 2) da evolução do nº de infetados/dia e do índice R(t)/dia de 15/27 março ─ últimos 13 dias.

 

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↑ Gráfico 1

 

↓ Gráfico 2

 

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Continuando a verificar-se a tendência descendente da generalidade dos parâmetros Covid-19 (apesar de alguma instabilidade no nº de infetados) como é o caso dos infetados/óbitos (estando-se na fase descendente desta nova vaga, revelando-se ultrapassado o Natal); analisando/comparando os últimos 13 dias ─ nº de Infetados e R(t) ─ constatando-se (de novo) para além da instabilidade no nº de infetados, a subida (hoje manutenção) do índice R(t).

 

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:04

26
Mar 21

Passados 85 dias desde o início de 2021 sendo visível (gráfico 1) o crescimento, pico máximo e decrescimento, desta última vaga de COVID-19 (pandemia iniciada em março de 2020): demonstrando ─ de momento ─ a diminuição de atividade do vírus SARS CoV-2: como se vê no parâmetro de óbitos (em nítida descida).

 

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1

Infetados/Óbitos

 

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2

Infetados/R(t)

 

Nos últimos 12 dias (gráfico 2) com o nº de infetados mantendo-se tendencialmente em descida (aparentando uma ligeira subida a partir de 22 de março), mas com o índice R(t) tendo subido nesse período quase 11%: preocupante (certamente também para Marcelo), dado o mesmo parecer estar a acontecer noutros países.

 

(dados: dgs.pt imagem: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:59

21
Mar 21

Relativamente à Pandemia e neste 1º fim-de-semana da estação da Primavera, com os parâmetros dedicados ao vírus continuando em aparente e consistente descida. Apesar de depois de 20 dias consecutivos de descida no nº de internados, estes subirem hoje de novo e de depois de 36 dias consecutivos de descida do nº de doentes em UCI, o nº não descer hoje ─ de momento mantendo-se (deixando-nos logo desconfiados).

 

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Sendo importante tomar em atenção

(como uma bússola indicando-nos a direção)

a evolução do nº de infetados

 

Apenas se tendo de prestar alguma atenção (preventiva) à evolução do número de pessoas infetadas por dia, dado outros países mais adiantados do que nós nesta nova fase ─ da vaga ─ depois de estarem em descida apresentarem-se de momento em ligeiro crescimento. Pela via das dúvidas (sobre o comportamento do “bicho”) devendo-se “parar, escutar e olhar” e saindo-se de casa devendo-se saber que “há mar e mar há ir e voltar”.

 

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:51

Este fim-de-semana aproveitando o início da Primavera, a subida de temperaturas e um ambiente geral todo propício para uma ida até à praia ─ colocando-se de lado a Pandemia e tentando esquecer-se por momentos, os mais de 500.000 norte-americanos mortos (ainda hoje registando-se quase 800 óbitos)

 

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Coisas do Novo Normal

Juntando isolamento e calor, entrando-se em módulo de fuga,

sendo livres e enclausurados em urbes,

fugindo para o campo ou para a praia.

 

Registando-se na praia de MIAMI (MIAMI BEACH) um afluxo bastante intenso de “veraneantes”, tentando aproveitar ao máximo o curto espaço de tempo (de férias) disponível, deslocando-se até à praia e usufruindo da mesma, do Sol e do Mar.

 

Uma cidade integrando o estado da Flórida, banhada pelo oceano Atlântico e ocupando uma das pontas limite do Golfo do México, renascendo das cinzas a partir da sua promoção na série MIAMI VICE e sendo mundialmente conhecida pelas suas áreas comerciais (clubes/discotecas), praia e vida ao ar livre: nada de bom, dada a Pandemia.

 

Uma cena esperando-se de suceder e de se rever (infelizmente) nos EUA com a população (completamente dividida entre dois lados, durante mais de quatro anos “impedida” de se ver) tornada (por outros) inconciliável tomando atitudes contrárias ao seu próprio interesse

 

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Metade dos estados aberta e a outra metade fechada

Recebendo-se ordens contraditórias e ineficazes

face ao isolamento e incerteza,

optando-se pelo convívio.

 

Sendo contra ou a favor não interessando o tema, mas opondo-se sempre ao seu adversário ─ irresponsavelmente deslocando-se para a praia e originando concentrações sem a devida proteção e distanciamento (uns estados sendo contra e outros a favor):

 

Obrigando as autoridades a intervir, declarando o estado de emergência (fechando bares, restaurantes e outros negócios) a partir das oito da noite.

 

Quando os EUA (554.867 mortos) juntamente com o Brasil (292.856), o México (197.219), a Índia a Grã-Bretanha e a Itália (107.642), já tendo ultrapassado a barreira das 100.000 vítimas mortais (Portugal com 16.762).

 

(imagens: usatoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 03:07

12
Mar 21

“Study of coronavirus variants predicts

virus evolving to escape current vaccines.”

(sciencedaily.com)

 

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Coronavirus illustration

 

Desde o início da PANDEMIA do vírus infecioso e mortal SARS CoV-2, tendo-se colocado por associação e por alguma semelhança a questão de se este vírus seria ou não periódico,

 

A new study of the U.K. and South Africa variants of SARS-CoV-2 predicts that current vaccines and certain monoclonal antibodies may be less effective at neutralizing these variants and that the new variants raise the specter that reinfections could be more likely.

(sciencedaily.com)

 

─ Tal como sucede com o vírus INFLUENZA (GRIPE), regressando todos os anos (crónico) e obrigando a uma atualização da VACINA

 

The company (of Novavax vacine) reported on Jan. 28 that the vaccine was nearly 90% effective in the company's U.K. trial, but only 49.4% effective in its South Africa trial, where most cases of COVID-19 are caused by the B.1.351 variant.

(sciencedaily.com)

 

Confirmando-se cada vez mais a ainda hipótese da cronicidade da doença COVID-19, regressando tal como na GRIPE periodicamente ainda-por-cima com novas estirpes/VARIANTES:

 

"Our study and the new clinical trial data show that the virus is traveling in a direction that is causing it to escape from our current vaccines and therapies that are directed against the viral spike."

(David Ho/sciencedaily.com)

 

E se neste curto espaço de tempo de 1 ano se conseguiu colocar no terreno uma VACINA para combater e vencer o VÍRUS ORIGINAL,

 

"If the rampant spread of the virus continues and more critical mutations accumulate, then we may be condemned to chasing after the evolving SARS-CoV-2 continually, as we have long done for influenza virus. Such considerations require that we stop virus transmission as quickly as is feasible, by redoubling our mitigation measures and by expediting vaccine rollout."

(David Ho/sciencedaily.com)

 

Esta (vacina) poderá ter um tempo de vida algo reduzida com a chegada de novas VARIANTES, como as da GB (já em circulação), as da África do Sul (a começar a disseminar-se) e as do Brasil (aí a chegar),

 

"The concern here is that reinfection might be more likely if one is confronted with these variants, particularly the South Africa one."

(David Ho/sciencedaily.com)

 

─ Como se estivéssemos em 2021, a tomar a vacina indicada para 2020.

 

[sciencedaily.com/releases/2021/03/210308131712.htm]

 

(legenda: sciencedaily.com ─

imagem: Antonio Rodriguez/stock.adobe.com/sciencedaily.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:25

06
Mar 21

Afundados na TERRA por uma PANDEMIA e com a CRISE TERRESTRE em ritmo de cruzeiro, colocados perante a incógnita da origem/destino/fim deste EVENTO BIOLÓGICO e não sabendo onde se dirigir em virtude da proliferação crescente de FALSAS ESPERANÇAS, obviamente não causando ESPANTO que à falta de RESPOSTA em terra, nos viremos como sempre e literalmente para o CÉU:

 

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Um ponto perdido no céu marciano

(acima do cume da duna)

 

E à procura de nós PRÓPRIOS, encontrando outros como nós ou NEM TANTO, aí dando-se a inevitável SEPARAÇÃO pela definição do respetivo NÍVEL hierárquico ─ entre SALVAÇÃO OU NÃO nós os terrestres podendo ser vistos como anjinhos, cobaias, portadores ou PRESAS, enquanto entre os extraterrestres podem estes ser encarados como pesquisadores, organizadores, operadores, PREDADORES.

 

Possuídos física e biologicamente como no espaço em ALIEN O Oitavo Passageiro, ou mental e subliminarmente como na Terra com os MÉDIA GLOBAIS.

 

Faltando apenas o anúncio da chegada do EVENTO DA DECEÇÃO, onde seremos informados da nossa real condição:

 

E chamando aqui os próximos das Teorias da Conspiração tendo como duas opções viáveis, ou (1ª) a próxima chegada deles ─ estando já aqui à volta, prontos para nos tratar/invadir ─ ou se não (2ª) estando já entre nós, integrados/semelhantes réplicas (híbridos).

 

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Artefacto desconhecido

(registado pelo rover Perseverance)

 

Um cenário construído em torno de uma imagem recebida a partir das câmaras do ROVER PERSEVERANCE (SOL 9 NAVCAM ESQUERDA 01.03.2021), mostrando-nos sensivelmente ao centro na vertical sobre o monte de areia, não podendo ser uma imperfeição ─ pois não aparecendo esta em registos, antes nem depois ─ um objeto aparentemente cilíndrico visível no céu marciano:

 

Um artefacto podendo ser artificial tripulado ou não, certamente ALIENÍGENA.

 

E andando eles por lá, podendo há muito estar por cá.

 

Neste momento experienciando a PANDEMIA COVID-19, podendo-se estar preparando para a GRANDE REVELAÇÃO/DECEÇÃO:

 

A de que seremos muito mais estúpidos do que alguma vez pensáramos ser, desde sempre obedientes, bem escravizados e encantados, pela música & moda de EXTRETERRESTRES não SOBREVIVENDO como nós, mas VIVENDO entre nós.

 

(imagem: ROVER PERSEVERANCE/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:29

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