Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

16
Jan 21

Meses a fio sem se prevenir, nem mesmo se remediar:

mas quem iria prever, a evolução de tal coisa?

 

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6º país do continente Europeu com maior número de contágios por dia ─ este sábado 16 de janeiro com 10.947 novos casos ─ Portugal regista hoje um novo máximo de mortes por dia, atingindo as 166. Com 128.165 casos ainda ativos e 638 doentes em cuidados intensivos.

 

Um círculo infernal iniciado nos finais de março de 2020 e que passados cerca de dez meses, em plena 2ª Vaga e tendo contaminado 539.416 indivíduos (5,3% da população portuguesa), já provocou 10.047 vítimas mortais (taxa de mortalidade de 1,9% sobre a amostra de contaminados).

 

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Num país em Confinamento Geral (obviamente virtual) desde sexta-feira (15 de janeiro), com uma via de transmissão do vírus ainda completamente aberta (famílias/escolas) e ainda-por-cima na Saúde ultrapassado já o limite, cada vez mais perto da exaustão.

 

E na região do Algarve registando-se no presente a maior taxa de contágio (do país) por Covid-19 (com Tavira e Albufeira à cabeça), agravando ainda um pouco mais o cenário desta Pandemia ─ para além da grave crise socioeconómica, ninguém se atrevendo a prever o seu fim.

 

(imagens/dados: worldometers.info)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:09

07
Jan 21

ʺRecolher obrigatório às 13:00

e proibição de circulação entre concelhos

no próximo fim de semana.ʺ

(24.sapo.pt)

 

How-the-Internet-of-Bodies-IoB-Will-Literally-Conn

 

E à medida que a falsa Descentralização ─ da Democracia ─ fixando os seus representantes locais, os vai afastando progressivamente do ponto central e foco principal ─ do Poder ─ onde se localiza e se decide tudo, reforçando prioritariamente (por necessidade de evolução e de adaptação) a Centralização em vigor ─ secundarizando o social (o Sujeito) e dando primazia ao económico (o Objeto) ─

 

Tudo devidamente justificado pelo agravamento ─ com a chegada da Pandemia ─ da crise social-económico-financeira pré-existente,  impondo inevitavelmente para sobrevivência do Poder a opção única por um Reset Unilateral (por não social) Económico-Financeiro

 

Assiste-se neste aparente interlúdio desta Pandemia ─ com o novo normal a banalizar a evolução crescente dos números, ignorando o seu peso e significado, e equiparando as consequências da 1ª vaga aos da 2ª vaga ─ sem medo e sem grande urgência de resolução desta grave Crise Humanitária Global, a uma lenta continuação da readaptação dos diferentes Blocos (e seus interesses), agora que os EUA assumem uma nova (será?) liderança e enquanto a China e a Rússia prosseguem desde há muito a construção e consolidação do seu caminho.

 

Em Portugal e apesar da atual Presidência da EU, com os nossos representantes políticos (por formação e como sempre) aguardando pacientemente pelas notícias oriundas lá de fora ─ “á boleia na autoestrada” ─ sendo duros se os outros o forem e moles sendo tal necessário. E ainda no Algarve com o rápido acelerar da crise socioeconómica e sendo obrigatório esconder de tudo um pouco (ou muito) ─ ou ela “explode-nos nas mãos” ─ com o crescimento dos números (Covid-19) a obrigarem-nos de novo a um novo confinamento.

 

Passado o Natal, a Passagem de Ano e revelados os números (Covid-19), sendo mais um dos locais (de Albufeira) afetado pelas migrações desta quadra (festiva), certamente por razões mais altas (invocando e utilizando mais uma vez as famílias) temporariamente consentidas: e até com o meu rolo de carne, especial e encomendado (para um repasto familiar), a ter de ser suspenso com o recolher obrigatório.

 

(imagem: humansarefree.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:08

01
Jan 21

No Ano da Pandemia infetando 1% da população mundial (2020) o registo de mais de 1,8 milhões de vítimas mortais (2% dos infetados), com os EUA  no hemisfério norte (cerca de 356 mil) e o Brasil no hemisfério sul (mais de 150 mil) a liderarem no número de óbitos; e tendo no 38º lugar do ranking de número de vítimas mortais Portugal com quase 7 mil óbitos.

 

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Portugal

Nº de vítimas diárias por Covid-19

(1ª/2ª vaga)

 

Na região do Algarve sem nenhuma solução conhecida ou supostamente murmurada proposta pelas nossas mentes brilhantes ─ para a resolução da grave crise económica proporcionada pela brilhante opção das forças vivas locais pela monocultura turística ─ temendo-se que a convulsão escondida sob este manto de subsídios limitados e já muito próximos da exaustão, termine com o agravar da crise socioeconómica num qualquer tipo de guerra, numa explosão.

 

(imagem: worldometers.info)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:28

28
Mai 20

“Wuhan tested millions of people for COVID-19 in just days.

Could US cities do the same?”

(Nicoletta Lanese/28.05.2020/livescience.com)

 

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TRUMP MELTDOWN ESCALATES:

SKETCHY ORDER TO WEAKEN SOCIAL MEDIA

(título: huffpost.com)

 

A caminho do fim da 4ª semana (concretizada a 1 de junho de 2020) desta 2ª fase da luta contra o vírus SARS-CoV-2 e da doença para muitos sendo mortal que o mesmo provoca ─ a COVID-19  ─ e aparentemente cumprida com relativa eficácia e sucesso a 1ª fase de confinamento (iniciada em meados de março) tendo esta no entanto e até hoje (28 de maio 2020) provocado 1.269 vítimas mortais, enquanto no Resto do Mundo a Pandemia prossegue com quase 6 milhões de infetados e mais de 360.000 mortos ─ com os EUA (a Norte, com mais de 102.000 VM) e o Brasil (a Sul, com mais de 26.000 VM) sendo os maus exemplos de cada Hemisfério ─ no nosso país e enquanto se tenta o regresso à normalidade (fosse o que fosse isso antes, ou o que querem agora definir como sendo-o depois) com a abertura do território e da sociedade aos seus cidadãos, alguns aspetos começam a definir melhor o período pelo qual todos passamos e até algumas perspetivas daquilo que certa e infelizmente (sendo as vítimas, sempre as mesmas do costume) nos espera: e se alguns ajustes de contas são noticiados apenas porque se sucedem ─ com os crimes agressões e assassinatos a repetirem-se ─ outros parecem começar a ressurgir sem intervenção nem controlo, prometendo-nos por indiferença e/ou por simples inação regressarem e imporem-se tal e qual como em crises passadas, mesmo que não tão profundas (a apanhando Passos Coelho sendo unicamente Económico-financeira, a apanhando António Costa sendo de Saúde mas igualmente com graves implicações Económicas) ─ tal como na crise anterior (iniciada em 2008/2010) com tão maus resultados para todos nós (a maioria dos portugueses) com o Governo a receber o dinheiro para ajuda atribuído (como sempre, a muito custo) pela Europa, com os bancos a ficarem com a responsabilidade de o distribuírem, para no final e contra toda a lógica de ajuda, solidariedade e de recuperação, o direcionarem apena para aquele menos necessitados até por ainda terem crédito e serem capaz de dar garantias. E com o péssimo exemplo ainda-por-cima a vir da CGD, comandada pelo mesmo contabilista-dito-individuo que esteve apenas a um passo de ter destruído definitivamente, quem efetivamente nos salvou o Serviço Nacional de Saúde (como que sendo um coveiro, quase que no passado destruindo o SNS e no caminho de no futuro liquidar de vez a CGD).

 

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Nesta quinta-feira 28 de maio de 2020, no 76º dia desta história (em Portugal desde que se registaram os primeiros casos necessitando de UCI) tendo como protagonista um ser vivo microscópico (este coronavírus), no entanto, pondo o Mundo muito perto do abismo, com as notícias dos canais de TV alternando entre o Covid-19 (e as conferências diário-monótonas de imprensa, banalizando a doença), os Crimes de Sangue (confinados, não confinados), o Dinheiro envolvido (os milhões vindos da Europa e não a Economia), Trump e Bolsonaro (aos quais se poderiam juntar Boris pela Grã-Bretanha e Löfven pela Suécia) e até o regresso do Futebol, empurrando-nos no presente para a construção de uma ideia de que o “normal” que conhecíamos ainda poderia ser recuperado, mesmo nem se tendo recuperado da doença, mas subliminarmente e como se nos tivessem já fornecido a chave ─ da referida como nova fechadura ─ não deixando de novo e por excesso de confiança entrar o bicho (neste tempo de crimes com contacto e pessoais, o assassino). Com o Verão aí a chegar, com os milhões prometidos aí a rebentar, com alguns países fortes europeus a quererem voar e voltar e (até no que diz respeito ao Algarve, pelo “bom comportamento” de Portugal face à pandemia) com o turismo a poder começar mesmo que lentamente a arrancar, contribuindo dentro dos limites desta fase inicial de desconfinamento, para a projeção de um cenário um pouco mais animador: mas nunca deixando de prestar a máxima atenção ao mais pequeno pormenor (como ao que se passa hoje, na região de Lisboa e do Vale do Tejo) e indo dando umas espreitadelas ao que se vai passando na China e na Coreia do Sul.

 

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Quanto ao Resto do Mundo, perto dos 6 milhões de infetados e ultrapassados já os 360.000 mortos, mantendo-se os casos mais preocupantes centrados nos EUA  (103.229 VM) e no  Brasil (25.945 VM), mas com o México (8.597 VM), a Grã-Bretanha (37.837 VM) e a Índia (4.711 VM) igualmente a assustarem ─ seguidos da Rússia (4.142 VM) e do Canadá (6.873 VM). E só de se pensar em África com os números a poderem ser bem maiores e com tantos casos noutros países/situações não tendo certamente (pelas mais diversas razões/desculpas) incluídos, podendo-se facilmente apontar hoje um número podendo chegar (ou mesmo ultrapassar) os 12 milhões de infetados e as mais de 720.000 vítimas mortais. No caso de uma única vaga.

 

(imagens: huffpost.com ─ Victoria Jones/PA/theconversation.com

─ Vadim Sadovski/Shutterstock/theconversation.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:30

22
Mai 20

[Podendo-se dispensar o Cérebro, mas nunca se esquecendo do guião ─ nem mesmo dos EPI’S.]

 

Terminado o período de confinamento e ao contrário do que afirmam aqueles que nos “controlam a cabeça”, voltando-se lenta mas progressivamente ao “nosso estado normal do lobotomizado”, enquanto esperamos pela tão prometida chegada da “Segunda Vaga” projetada para uma 2ª temporada da “Pandemia Covid-19”, mais um passatempo tendo como protagonista o ícone viral e chinês SARS-CoV-2, até como normalizador e como tal fazendo o nosso enquadramento ─ arrumando-nos, metendo-nos na respetiva gaveta ─ inserindo-nos desde já no lugar para nós predestinado para este período de desconfinamento:

 

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As Tribos do SARS-CoV-2

 

Publicado por um colunista da RT (Simon Rite) e desenvolvido pelo mesmo canal de televisão estatal russa  (Russia Today) numa publicação na rede social Instagram.

 

E entre os cinco grupos propostos para fazermos o nosso correto enquadramento como participantes reais e efetivos desta série com alguns traços aparentemente Catastróficos & Apocalíticos, libertos finalmente de casa e podendo já dirigirmo-nos para um qualquer tipo de confessionário disponível, tendo para nos integrarmos e posteriormente sobrevivermos de escolher o mais cedo e o melhor possível ─ até para sabermos, se positivos ou negativos, se imunizados ou não ─ a nossa opção:

 

Opção

Identificação

THE REMAIN-AT-HOMERS

 

(aqueles que gostam de estar confinados/isolados)

THE ANTI-LOCKDOWNERS

 

(aqueles que não gostam de estar confinados/presos)

THE HYPOCRITES

 

(os hipócritas, confinados  ou não,

conforme a ocasião)

THE SNITCHES

 

(os mirones,  ansiando por sair e não o fazendo, denunciando logo os outros)

THE CONSPIRACISTS

 

(os adeptos da conspiração, n/ tendo provas de nada, sabendo tudo sobre o assunto)

 

E tal como o afirma Simon Rite constatando a divisão da nossa sociedade em tribos bem diferentes ─ aqui dando o exemplo de cinco ─ com tal facto sendo surpreendente, ou então talvez não: “Times of crisis bring people together under a common cause – says the propaganda of the blind optimist. What we’ve actually seen during the coronavirus pandemic is society divide into different tribes; here are five of them.” (Simon Rite)

 

(imagem: Simon Rite/rt.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:02

19
Mai 20

Is day care safe during the coronavirus pandemic?

(Cassidy Alexander/Daytona Beach News-Journal)

 

“We don’t know.

There is no scientific answer to that question

until we have more time under our belts.”

(Dr. Danette Glassy/usatoday.com)

 

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Regresso dos adultos ao trabalho e das crianças às creches

(face às muitas dúvidas sobre o comportamento do vírus,

colocando aos pais um problema dos riscos para a saúde de todos)

 

Talvez pelo distanciamento (deliberado) dos média dos temas que mais nos interessam (ao público em geral), tornando-nos cada vez mais permeáveis a intrusões ─ a manipulações (por mutações induzidas no sistema)  ─ e como consequência a progressivas e debilitantes contaminações mentais, as notícias envolvendo este fim-de-semana simultaneamente a Terra e o Espaço, limitaram-se a temas deveras desinteressantes pouco contribuindo para o nosso conhecimento, preservação e felicidade: não nos entusiasmando a um regresso (ao agora denominado antigo ou novo normal) não vendo qual o interesse nas mesmas (notícias destinadas exclusiva e financeiramente a poucos interessados) e até questionando-nos se não em nosso prejuízo contribuindo para a continuação da destruição deste Mundo ─ depois da 1ª vaga e como que colaborando para o seu ressurgimento (do vírus SARS-CoV-2 e da doença Covid-19) por exemplo poluindo-o (psíquica e fisicamente, “cabeça, tronco e membros).

 

E olhando para os títulos publicados e procurando algo de surpreendente, caindo na US SPACE FORCE, ainda nos satélites STARLINK e finalmente como complemento (curiosamente tendo origem na mesma empresa) no regresso dos EUA e da NASA aos seus próprios foguetões (não russos, mas norte-americanos e privados) agora da SPACE X (do multimilionário Elon Musk): o mesmo rico e (como tal) potencial presidente igualmente dono da TESLA, mandando “foder” os políticos (estando a favor do confinamento) e ainda em plena pandemia (território com maior número de vítimas mortais) mandando os seus funcionários trabalhar, podendo estes assim “morrer da doença mas nunca morrer de fome”. Só possível de suceder num país como os EUA, autoproclamando-se como a maior potência global (militar) ─ cada vez o sendo menos, a nível Económico-Financeiro ─ também “sendo uma referência para o que de pior, existe no Terceiro Mundo”: com os seus cidadãos sem direitos (saúde, educação, emprego, habitação, etc.) apenas e unicamente com deveres (de mera sobrevivência) e como consequência (e prova) estando hoje (Era Covid-19) nos mais de 30 milhões de desempregados.

 

CNN announced Wednesday that teen climate activist Greta Thunberg

is in the lineup for a Thursday town hall on the coronavirus.

(with former acting Centers for Disease Control and Prevention director Richard Besser

and former Department of Health and Human Services secretary Kathleen Sebelius)

(Lindsey Ellefson/The Wrap)

 

“What place does Greta Thunberg have in this town hall?”

(Yashar Ali/The Wrap)

 

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Debate na CNN entre especialistas Covid-19

(questionando-se face aos presentes,

as qualificações da jovem ativista ecológica Greta Thunberg)

 

E ainda mal refeitos da Pandemia ainda ativa e em curso (sem se saber ainda como se combater o vírus e se o mesmo volta ou não), com  a Crise Social e Económica já bem presente e podendo a qualquer momento explodir ─ continuando os nossos governantes a encarar esta crise (de Saúde e Económica) como a de 2008/10 (apenas Económica), fintando-nos e tentando-nos convencer desta nova normalidade como se não fosse (para eles) a mesma (desejando estes manter para sua proteção e dos seus direitos adquiridos, o status quo) ─ voltando-se aos mesmos trilhos de dependência do costume, ignorando-se deliberadamente e apesar de brutais os factos e respetivas consequências (paralisando e colocando o Mundo à beira do abismo) e deixando-nos instrumentalizar e manipular de novo pelos mesmos predadores de sempre e como parasitas que são, autonomeando-se como nossos companheiros de viagem.

 

Enquanto na Bélgica os profissionais da Saúde viram as costas ao seu 1º ministro (Sophie Wilmès) por falta de empenho do mesmo na luta contra a pandemia Covid-19 (mais de 9.000 mortos) ─ por persistência nos cortes orçamentais  e salariais e na falta de pessoal, num país recordista global em mortes/milhares de habitantes (com a obrigação de uso de máscaras, entre outros, dependendo do número da casa) ─ no mesmo país com um gato e o seu dono a serem perseguidos até às ultimas consequências, mesmo com o gato cumprindo todas as regras (de saúde)  pré-estabelecidas (como vacinas), apenas por ser originário do Peru (também a braços com a pandemia e registando mais de 2.700 mortos): com agentes governamentais a quererem matar o gato (tal como um imigrante “trabalhando” num café de gatos na Bélgica), enquanto isso aplicando à dona uma multa de 5.000 euros/diário.

 

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Gato adotado no Peru e proposto para eutanásia na Bélgica

(apesar de vacinado, com saúde e “trabalhando” num café,

mas sendo de nacionalidade peruana)

 

E colocados entre a espada (norte-americana) e a parede (russos, chineses, mouros, orientais) escolhendo-se por supostamente dinâmica, a espada ─ quando infelizmente o centro do Mundo já não está em Washington (muito menos nas suas filiais europeias) mas do lado do Eixo do Mal (queira-se ou não com o centro em Pequim), ou não tivesse o Ocidente como facilitador dos mais poderosos e para a grande maioria (dos 7,6 biliões) sendo ineficazes/improdutivos (não para esses, extremamente lucrativos) delegado tudo no “Outro Lado do Mundo”.

 

(imagens: timesonline.com ─  msn.com ─ peru21.pe)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:37

30
Abr 20

Talvez com a Região  do Algarve beneficiando da impressão geral do bom comportamento de Portugal (face ao Covid-19) ─ vendo-se o que aconteceu com os outros países do sul, nossos principais concorrentes no ramo da Hotelaria & Turismo ─ podendo aproveitar a imagem e em vez de se afundar, recuperar para nossa felicidade pouco a pouco, já um “muito-grande-pouco.

 

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A Tradição das Maias no 1º de maio algarvio

 

Com todo o Hemisfério Norte ainda a lutar ─ ultrapassados aparentemente os seus picos máximos ─ contra o elevado número de vítimas mortais por dia ─ e com os piores exemplos a virem do quinteto constituído pelos EUA, Itália, Reino Unido, Espanha e França, responsáveis por 72% das vítimas mortais globais ─ em Portugal a atividade do vírus SARS-CoV-2 depois de estabilizada a propagação da doença pelo mesmo provocada (a Pandemia de Covid-19), parece estar a descer progressivamente (sendo já menor que duas dezenas) abrindo assim as portas (depois de uma 1ª fase e de três Estados de Emergência) à 2ª fase da “Luta Anti-Covid-19”: e depois do “fechados em casa” seguindo-se a fase de “Não Confinamento”, por precaução e para nossa segurança, experimental e como tal progressivo.

 

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A última vez tendo-se registado em Portugal 16 vítimas mortais (VM) por dia devido à doença Covid-19, reportando-se ao passado dia 6 de abril (três dias depois de atingirmos o Pico Máximo com 37 VM) já lá vão 24 dias. E com a nossa taxa de mortalidade a andar pelos 4% (da amostra) ─ inferior à taxa de mortalidade global (provisória) de 7% e a nível do total da nossa população nos 0,01%.

 

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Assim a 4 de maio (segunda-feira) iniciando-se uma nova etapa deste surto pandémico ─ a fase de “desconfinamento” ─ com o país em palavras (ainda antes do 1º de maio) a iniciar a passagem do Estado de Emergência para o Estado de Calamidade, para então começando uma nova etapa não só na direção da nossa Liberdade como estando interligada, no sentido do retorno à Economia, tentarmos ressuscitar-nos para a Vida arrancando finalmente o motor ─ constatando que apesar desta guerra estarem ainda aí (ao contrário das guerras convencionais) todas as infraestruturas essenciais (os trilhos que nos conduzirão à nossa sobrevivência): homenageando aí os nossos idosos (86% do total de mortes) e toda a classe trabalhadora.

 

[A Maia era uma boneca de palha de centeio em torno da qual se dançava durante toda a noite do primeiro dia de maio. Ritual ligado aos ritos da fertilidade, do início da primavera e do novo ano agrícola. (sulinformação.pt)]

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:19

13
Abr 20

Se tudo correr bem e estabilizado o cenário, podendo-se apontar o mês de junho como o dia do regresso à Vida, o dia da vitória sobre o vírus (Covid-19) o “Dia da Independência”: e se o meu médico sugeriu (há algumas semanas atrás) nunca antes dos meados de maio, talvez se podendo apontar com esperanças fundadas (até pelo que o Povo anónimo fez por todos nós) para os meados de junho. Tudo dependendo de nós. Devagar indo-se longe!”

 

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Estejam ou não os números “martelados”, mas acreditando que não e tomando como referência o caso da China (onde se iniciou o surto pandémico, referenciado a 22 de janeiro) e não o da Coreia do Sul (iniciado 28 dias depois do da China e referenciado a 20 de fevereiro) ─ com a Coreia do Sul durante 4 semanas e aprendendo com a China, tendo aproveitado esse interregno de tempo para se preparar ─ constatando-se o que se passou na Europa (sobretudo Ocidental e do sul) nada fazendo para se precaver atingindo números que nem a China atingiu no máximo desta Pandemia ─ e sendo preferível optar pelo desenvolvimento chinês, para não sermos mais uma vez surpreendidos (estando-se ainda para ver se a reabertura chinesa à Economia, não levará repentinamente a um ressurgimento do vírus) ─ tomando como efetivo o último pico atingido em Portugal registado a 3 de Abril (com 37 vítimas mortais, o maior valor atingido) e a partir daí não tendo sido ultrapassado ─ continuando a verificar-se o mesmo desenvolvimento não existindo nenhum salto mais brusco (ultrapassando o número mágico 37), confirmando-se aí o 3 de Abril como a data em que se atingiu em Portugal o “Pico Máximo” do surto pandémico Covid-19 (mais uma vez se os números da DGS estiverem “não martelados mas certos”) ─ caso contrário (e dez dias passados o ainda virtual “Pico Máximo”) repetindo-se o processo:

 

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E mantendo-se esta evolução tendo como referência 3 de Abril, iniciando-se uma nova fase de descida do impacto do vírus (descendo o número de óbitos) ─  durando cerca de um mês (até cerca de 3 Maio) ─ para a partir daí e durante outro mês (mais vale prevenir do que remediar) o funcionamento da sociedade estabilizar arrancando-se  progressivamente e de novo para uma Vida normal (significando isso o que significar). Logo e se tudo correr bem tudo apontando o 3 de Junho como o “Dia da Independência” (se entretanto já convencidos da derrota do vírus e não o fazendo aos poucos, pusermos todos e ao mesmo tempo a “cabeça de fora”), não cometendo de novo o “pecado inicial”: o que seria excelente mas tendo-se que ter paciência (de “chinês”), já que nem ainda se sabe se o vírus é mais do tipo SERS/MARS ─ adormecendo ─ ou então tipo INFLUENZA ─ podendo regressar de novo no Inverno (e estando talvez ainda à solta, no Hemisfério Sul ─ América do Sul, África e Oceânia) com o Mundo ainda em recuperação e ainda fragilizado para aguentar outra Vaga ─ podendo-se dar outra Tragédia ainda mais grave que esta (a tal 2ª Vaga). Mas se tudo for normal e tenhamos aprendido a lição lá para meados de junho podendo reencontrar-nos continuando a nossa caminhada (que até poderá ser um passeio).

 

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Como apontamento final e indicativo da “autoridade, responsabilidade e competência” dos nossos políticos assim designados por nos (segundo o que eles nos dizem)  “representarem e defenderem” por delegação de poderes (no fundo passando-lhes “uma procuração, um cheque em branco”), o resultado do único e óbvio cuidado que deveriam ter para com a nossa (pelos vistos não deles)  população (olhando apenas para o que se passava na Itália, em França e na Espanha), bem espelhado no tratamento dado ao grupo prioritário por etário de maior risco: os idosos deixados literalmente à sua sorte (entregues à morte) em casas isoladas e lares, como o demonstram inequivocamente os números “trágicos e impossíveis de martelar” ─ dos 535 óbitos, 384 tendo mais de 80 anos, ou seja mais de 70% (e dos 535 óbitos, 459 mais de 70, ou seja mais de 85%).  Num Governo na prática com (ministros fundamentais neste tipo de situação) Ministro Inexistentes da Saúde e da Educação.

 

Em conclusãoDesconfiando dos Números (da DGS), mas confiando no Povo (de Portugal) e esperando que os Políticos (até hoje e como sempre) de Curta-Memória, não se esqueçam do Povo (até pela proximidade e pelo que aí ainda vem) com Memória-de-Elefante!

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:58

08
Abr 20

[E consequências por cá.]

 

Agora que a Região do Algarve atinge um número certamente nunca visto de desempregados no ramo da Hotelaria/Restauração (assim como entre muitos outros sectores dos serviços − e não só − esmagadoramente associados a esse ramo) – a consequência trágica e extrema (e previsível) de se apostar num único sector – a “Monocultura Turística” –, a visão que poucas semanas antes consideraríamos um cenário imaginário de um filme apresentando-nos a imagem de um Mundo pós-apocalíptico – com ruas desertas de carros, pessoas e qualquer outro sinal de movimento ou de vida, aqui e ali pontuadas por grupos de indivíduos colocados em fila, na busca desesperada de alguém ou de algo porventura inacessível – mas que agora através de um  Evento Extraordinário repentino e inesperado e sem que ninguém estivesse minimamente preparado, nos dá a usufruir ao vivo, em direto, de uma forma PRESENCIAL e certamente com muita dor, uma cidade de Albufeira praticamente abandonada, com uma data de mortos-vivos não na rua mas em casa, logicamente quase encerrada e com a Noite UK desmarcada. E na ausência dos britânicos deixando de existir Albufeira. E daqui a alguns dias encerrada (no interior das fronteiras do concelho) esperando-se esta não entrar em coma, morrendo de “Morte Matada” (definitiva, irrecuperável): virando-se e olhando de frente, certamente que não (a essa morte-matada) podendo-se talvez porque não, viver-se (sentir-se) ainda o Verão.

 

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Britânicos vivendo no presente um dos piores tempos da sua história, lutando contra “um inimigo infiltrado, invisível e mortal”, logo quando deixando a Europa e olhando para a América (O Amigo Norte-Americano), perdendo um amigo e o outro, isolando-se brutalmente e à força (e com uma “grande pancada”) da Europa e do Mundo.  Na passada segunda-feira com mais de 5.000 vítimas mortais numa taxa de mortalidade superior a 10% (podendo-se comparar com a China/4,1% e com a Coreia do Sul/1,9%) e com o epicentro da crise a centrar-se na capital Londres (e nos seus populosos arredores) o coração de Inglaterra. E já no início de quarta-feira com os dados atualizados, estando nas 6.159 vítimas mortais numa taxa de mortalidade superior de 11,1% (num cenário assustador de 1.559 em estado crítico/grave). Com o 1º Ministro Boris Johnson declarado positivo, inicialmente e como prevenção/tratamento retido e isolado em casa, para logo de seguida não havendo evolução, ser hospitalizado certamente como ajuda e precaução. Com os britânicos em casa, com as fonteiras encerradas e como seria natural, por cá nem eles (nem os ver) nem outros (só mesmo uns poucos fugitivos, vindos todos de lá de cima).

 

(imagem: statista.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:04

[A 7 de abril de 2020]

 

  1. Covid-19 Alemanha

 

Evolução diária do número de vítimas diárias provocadas pela pandemia de Covid-19 na Alemanha, iniciada a 9 de março com 2 óbitos registados. A 7 de abril (206 mortes), com o último pico registado a 6 de abril e sendo este o máximo (Pico Máximo para já virtual) − 226 mortes ocorridas – podendo estar a evolução deste surto pandémico a desacelerar: esperando-se os valores desta quarta-feira (8 de março) para ver se a tendência de descida se mantem (em 2 dias consecutivos). A 7 de abril já com 30 dias de viagem desde a 1ª morte por Covid-19.

 

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  1. Covid-19 Portugal

 

Evolução diária do número de vítimas diárias provocadas pela pandemia de Covid-19 em Portugal, iniciada a 16 de março com 1 óbito registado. A 7 de abril (34 mortes) com o último pico registado nesse mesmo dia e não sendo este o máximo (Pico Máximo) − 37 mortes a 3 de abril e descendo, mas voltando a subir de novo – procurando-se ainda o Pico Máximo deste surto pandémico: desacelerando esta quarta-feira podendo-se imaginar de novo termos iniciado a descida (um dia consecutivo). A 7 de abril já com 23 dias de viagem desde a 1ª morte por Covid-19.

 

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  1. Covid-19 Alemanha (perto dos 84 milhões de habitantes) e Covid-19 Portugal (pouco mais de 10 milhões de habitantes) com a população da Alemanha = 8X a população de Portugal

 

Com a Alemanha tendo arrancado com 7 dias de antecedência no que diz respeito ao registo da primeira vítima mortal e confirmando-se 6 de abril como o dia da viragem, por simples comparação e associação podendo acontecer o dia da viragem  e na melhor das hipóteses lá para o próximo dia 13 de abril (segunda-feira).

 

Hoje (quarta-feira) podendo-se confirmar essa tendência não excedendo na Alemanha as 206 vítimas mortais e em Portugal as 34 vítimas mortais (ambas em 1 dia, de 7 para 8 de abril). E com os números de ontem (terça-feira) a apontarem para um total na Alemanha de 2.016 óbitos (4.895 em estado grave/crítico) e em Portugal para um total de 345 óbitos (271 em estado grave/crítico): num cenário global bem mais favorável a Portugal – Alemanha 8X a população de Portugal e no entanto 11X o número de mortes + doentes em estado grave/crítico − apesar do manguito da Alemanha à Itália e como consequência lógica – e recordando as palavras de Hillary Clinton referindo-se aos seus compatriotas e potenciais eleitores na campanha presidencial de 2016 e que a levou à derrota − aos Deploráveis da Europa.

 

E assim neste momento deste Jogo de Morte ainda a decorrer, para já e dando-lhe uma grande lição (entre outros a Merkel), com Portugal (o Pobre) batendo surpreendentemente a Alemanha (o Rico).

 

(imagens: worldometers.info)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:17

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