Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

22
Mai 20

[Podendo-se dispensar o Cérebro, mas nunca se esquecendo do guião ─ nem mesmo dos EPI’S.]

 

Terminado o período de confinamento e ao contrário do que afirmam aqueles que nos “controlam a cabeça”, voltando-se lenta mas progressivamente ao “nosso estado normal do lobotomizado”, enquanto esperamos pela tão prometida chegada da “Segunda Vaga” projetada para uma 2ª temporada da “Pandemia Covid-19”, mais um passatempo tendo como protagonista o ícone viral e chinês SARS-CoV-2, até como normalizador e como tal fazendo o nosso enquadramento ─ arrumando-nos, metendo-nos na respetiva gaveta ─ inserindo-nos desde já no lugar para nós predestinado para este período de desconfinamento:

 

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As Tribos do SARS-CoV-2

 

Publicado por um colunista da RT (Simon Rite) e desenvolvido pelo mesmo canal de televisão estatal russa  (Russia Today) numa publicação na rede social Instagram.

 

E entre os cinco grupos propostos para fazermos o nosso correto enquadramento como participantes reais e efetivos desta série com alguns traços aparentemente Catastróficos & Apocalíticos, libertos finalmente de casa e podendo já dirigirmo-nos para um qualquer tipo de confessionário disponível, tendo para nos integrarmos e posteriormente sobrevivermos de escolher o mais cedo e o melhor possível ─ até para sabermos, se positivos ou negativos, se imunizados ou não ─ a nossa opção:

 

Opção

Identificação

THE REMAIN-AT-HOMERS

 

(aqueles que gostam de estar confinados/isolados)

THE ANTI-LOCKDOWNERS

 

(aqueles que não gostam de estar confinados/presos)

THE HYPOCRITES

 

(os hipócritas, confinados  ou não,

conforme a ocasião)

THE SNITCHES

 

(os mirones,  ansiando por sair e não o fazendo, denunciando logo os outros)

THE CONSPIRACISTS

 

(os adeptos da conspiração, n/ tendo provas de nada, sabendo tudo sobre o assunto)

 

E tal como o afirma Simon Rite constatando a divisão da nossa sociedade em tribos bem diferentes ─ aqui dando o exemplo de cinco ─ com tal facto sendo surpreendente, ou então talvez não: “Times of crisis bring people together under a common cause – says the propaganda of the blind optimist. What we’ve actually seen during the coronavirus pandemic is society divide into different tribes; here are five of them.” (Simon Rite)

 

(imagem: Simon Rite/rt.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:02

19
Mai 20

Is day care safe during the coronavirus pandemic?

(Cassidy Alexander/Daytona Beach News-Journal)

 

“We don’t know.

There is no scientific answer to that question

until we have more time under our belts.”

(Dr. Danette Glassy/usatoday.com)

 

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Regresso dos adultos ao trabalho e das crianças às creches

(face às muitas dúvidas sobre o comportamento do vírus,

colocando aos pais um problema dos riscos para a saúde de todos)

 

Talvez pelo distanciamento (deliberado) dos média dos temas que mais nos interessam (ao público em geral), tornando-nos cada vez mais permeáveis a intrusões ─ a manipulações (por mutações induzidas no sistema)  ─ e como consequência a progressivas e debilitantes contaminações mentais, as notícias envolvendo este fim-de-semana simultaneamente a Terra e o Espaço, limitaram-se a temas deveras desinteressantes pouco contribuindo para o nosso conhecimento, preservação e felicidade: não nos entusiasmando a um regresso (ao agora denominado antigo ou novo normal) não vendo qual o interesse nas mesmas (notícias destinadas exclusiva e financeiramente a poucos interessados) e até questionando-nos se não em nosso prejuízo contribuindo para a continuação da destruição deste Mundo ─ depois da 1ª vaga e como que colaborando para o seu ressurgimento (do vírus SARS-CoV-2 e da doença Covid-19) por exemplo poluindo-o (psíquica e fisicamente, “cabeça, tronco e membros).

 

E olhando para os títulos publicados e procurando algo de surpreendente, caindo na US SPACE FORCE, ainda nos satélites STARLINK e finalmente como complemento (curiosamente tendo origem na mesma empresa) no regresso dos EUA e da NASA aos seus próprios foguetões (não russos, mas norte-americanos e privados) agora da SPACE X (do multimilionário Elon Musk): o mesmo rico e (como tal) potencial presidente igualmente dono da TESLA, mandando “foder” os políticos (estando a favor do confinamento) e ainda em plena pandemia (território com maior número de vítimas mortais) mandando os seus funcionários trabalhar, podendo estes assim “morrer da doença mas nunca morrer de fome”. Só possível de suceder num país como os EUA, autoproclamando-se como a maior potência global (militar) ─ cada vez o sendo menos, a nível Económico-Financeiro ─ também “sendo uma referência para o que de pior, existe no Terceiro Mundo”: com os seus cidadãos sem direitos (saúde, educação, emprego, habitação, etc.) apenas e unicamente com deveres (de mera sobrevivência) e como consequência (e prova) estando hoje (Era Covid-19) nos mais de 30 milhões de desempregados.

 

CNN announced Wednesday that teen climate activist Greta Thunberg

is in the lineup for a Thursday town hall on the coronavirus.

(with former acting Centers for Disease Control and Prevention director Richard Besser

and former Department of Health and Human Services secretary Kathleen Sebelius)

(Lindsey Ellefson/The Wrap)

 

“What place does Greta Thunberg have in this town hall?”

(Yashar Ali/The Wrap)

 

Screenshot_2020-05-19 CNN guilty of 'insanity' ove

Debate na CNN entre especialistas Covid-19

(questionando-se face aos presentes,

as qualificações da jovem ativista ecológica Greta Thunberg)

 

E ainda mal refeitos da Pandemia ainda ativa e em curso (sem se saber ainda como se combater o vírus e se o mesmo volta ou não), com  a Crise Social e Económica já bem presente e podendo a qualquer momento explodir ─ continuando os nossos governantes a encarar esta crise (de Saúde e Económica) como a de 2008/10 (apenas Económica), fintando-nos e tentando-nos convencer desta nova normalidade como se não fosse (para eles) a mesma (desejando estes manter para sua proteção e dos seus direitos adquiridos, o status quo) ─ voltando-se aos mesmos trilhos de dependência do costume, ignorando-se deliberadamente e apesar de brutais os factos e respetivas consequências (paralisando e colocando o Mundo à beira do abismo) e deixando-nos instrumentalizar e manipular de novo pelos mesmos predadores de sempre e como parasitas que são, autonomeando-se como nossos companheiros de viagem.

 

Enquanto na Bélgica os profissionais da Saúde viram as costas ao seu 1º ministro (Sophie Wilmès) por falta de empenho do mesmo na luta contra a pandemia Covid-19 (mais de 9.000 mortos) ─ por persistência nos cortes orçamentais  e salariais e na falta de pessoal, num país recordista global em mortes/milhares de habitantes (com a obrigação de uso de máscaras, entre outros, dependendo do número da casa) ─ no mesmo país com um gato e o seu dono a serem perseguidos até às ultimas consequências, mesmo com o gato cumprindo todas as regras (de saúde)  pré-estabelecidas (como vacinas), apenas por ser originário do Peru (também a braços com a pandemia e registando mais de 2.700 mortos): com agentes governamentais a quererem matar o gato (tal como um imigrante “trabalhando” num café de gatos na Bélgica), enquanto isso aplicando à dona uma multa de 5.000 euros/diário.

 

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Gato adotado no Peru e proposto para eutanásia na Bélgica

(apesar de vacinado, com saúde e “trabalhando” num café,

mas sendo de nacionalidade peruana)

 

E colocados entre a espada (norte-americana) e a parede (russos, chineses, mouros, orientais) escolhendo-se por supostamente dinâmica, a espada ─ quando infelizmente o centro do Mundo já não está em Washington (muito menos nas suas filiais europeias) mas do lado do Eixo do Mal (queira-se ou não com o centro em Pequim), ou não tivesse o Ocidente como facilitador dos mais poderosos e para a grande maioria (dos 7,6 biliões) sendo ineficazes/improdutivos (não para esses, extremamente lucrativos) delegado tudo no “Outro Lado do Mundo”.

 

(imagens: timesonline.com ─  msn.com ─ peru21.pe)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:37

30
Abr 20

Talvez com a Região  do Algarve beneficiando da impressão geral do bom comportamento de Portugal (face ao Covid-19) ─ vendo-se o que aconteceu com os outros países do sul, nossos principais concorrentes no ramo da Hotelaria & Turismo ─ podendo aproveitar a imagem e em vez de se afundar, recuperar para nossa felicidade pouco a pouco, já um “muito-grande-pouco.

 

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A Tradição das Maias no 1º de maio algarvio

 

Com todo o Hemisfério Norte ainda a lutar ─ ultrapassados aparentemente os seus picos máximos ─ contra o elevado número de vítimas mortais por dia ─ e com os piores exemplos a virem do quinteto constituído pelos EUA, Itália, Reino Unido, Espanha e França, responsáveis por 72% das vítimas mortais globais ─ em Portugal a atividade do vírus SARS-CoV-2 depois de estabilizada a propagação da doença pelo mesmo provocada (a Pandemia de Covid-19), parece estar a descer progressivamente (sendo já menor que duas dezenas) abrindo assim as portas (depois de uma 1ª fase e de três Estados de Emergência) à 2ª fase da “Luta Anti-Covid-19”: e depois do “fechados em casa” seguindo-se a fase de “Não Confinamento”, por precaução e para nossa segurança, experimental e como tal progressivo.

 

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A última vez tendo-se registado em Portugal 16 vítimas mortais (VM) por dia devido à doença Covid-19, reportando-se ao passado dia 6 de abril (três dias depois de atingirmos o Pico Máximo com 37 VM) já lá vão 24 dias. E com a nossa taxa de mortalidade a andar pelos 4% (da amostra) ─ inferior à taxa de mortalidade global (provisória) de 7% e a nível do total da nossa população nos 0,01%.

 

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Assim a 4 de maio (segunda-feira) iniciando-se uma nova etapa deste surto pandémico ─ a fase de “desconfinamento” ─ com o país em palavras (ainda antes do 1º de maio) a iniciar a passagem do Estado de Emergência para o Estado de Calamidade, para então começando uma nova etapa não só na direção da nossa Liberdade como estando interligada, no sentido do retorno à Economia, tentarmos ressuscitar-nos para a Vida arrancando finalmente o motor ─ constatando que apesar desta guerra estarem ainda aí (ao contrário das guerras convencionais) todas as infraestruturas essenciais (os trilhos que nos conduzirão à nossa sobrevivência): homenageando aí os nossos idosos (86% do total de mortes) e toda a classe trabalhadora.

 

[A Maia era uma boneca de palha de centeio em torno da qual se dançava durante toda a noite do primeiro dia de maio. Ritual ligado aos ritos da fertilidade, do início da primavera e do novo ano agrícola. (sulinformação.pt)]

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:19

13
Abr 20

Se tudo correr bem e estabilizado o cenário, podendo-se apontar o mês de junho como o dia do regresso à Vida, o dia da vitória sobre o vírus (Covid-19) o “Dia da Independência”: e se o meu médico sugeriu (há algumas semanas atrás) nunca antes dos meados de maio, talvez se podendo apontar com esperanças fundadas (até pelo que o Povo anónimo fez por todos nós) para os meados de junho. Tudo dependendo de nós. Devagar indo-se longe!”

 

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Estejam ou não os números “martelados”, mas acreditando que não e tomando como referência o caso da China (onde se iniciou o surto pandémico, referenciado a 22 de janeiro) e não o da Coreia do Sul (iniciado 28 dias depois do da China e referenciado a 20 de fevereiro) ─ com a Coreia do Sul durante 4 semanas e aprendendo com a China, tendo aproveitado esse interregno de tempo para se preparar ─ constatando-se o que se passou na Europa (sobretudo Ocidental e do sul) nada fazendo para se precaver atingindo números que nem a China atingiu no máximo desta Pandemia ─ e sendo preferível optar pelo desenvolvimento chinês, para não sermos mais uma vez surpreendidos (estando-se ainda para ver se a reabertura chinesa à Economia, não levará repentinamente a um ressurgimento do vírus) ─ tomando como efetivo o último pico atingido em Portugal registado a 3 de Abril (com 37 vítimas mortais, o maior valor atingido) e a partir daí não tendo sido ultrapassado ─ continuando a verificar-se o mesmo desenvolvimento não existindo nenhum salto mais brusco (ultrapassando o número mágico 37), confirmando-se aí o 3 de Abril como a data em que se atingiu em Portugal o “Pico Máximo” do surto pandémico Covid-19 (mais uma vez se os números da DGS estiverem “não martelados mas certos”) ─ caso contrário (e dez dias passados o ainda virtual “Pico Máximo”) repetindo-se o processo:

 

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E mantendo-se esta evolução tendo como referência 3 de Abril, iniciando-se uma nova fase de descida do impacto do vírus (descendo o número de óbitos) ─  durando cerca de um mês (até cerca de 3 Maio) ─ para a partir daí e durante outro mês (mais vale prevenir do que remediar) o funcionamento da sociedade estabilizar arrancando-se  progressivamente e de novo para uma Vida normal (significando isso o que significar). Logo e se tudo correr bem tudo apontando o 3 de Junho como o “Dia da Independência” (se entretanto já convencidos da derrota do vírus e não o fazendo aos poucos, pusermos todos e ao mesmo tempo a “cabeça de fora”), não cometendo de novo o “pecado inicial”: o que seria excelente mas tendo-se que ter paciência (de “chinês”), já que nem ainda se sabe se o vírus é mais do tipo SERS/MARS ─ adormecendo ─ ou então tipo INFLUENZA ─ podendo regressar de novo no Inverno (e estando talvez ainda à solta, no Hemisfério Sul ─ América do Sul, África e Oceânia) com o Mundo ainda em recuperação e ainda fragilizado para aguentar outra Vaga ─ podendo-se dar outra Tragédia ainda mais grave que esta (a tal 2ª Vaga). Mas se tudo for normal e tenhamos aprendido a lição lá para meados de junho podendo reencontrar-nos continuando a nossa caminhada (que até poderá ser um passeio).

 

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Como apontamento final e indicativo da “autoridade, responsabilidade e competência” dos nossos políticos assim designados por nos (segundo o que eles nos dizem)  “representarem e defenderem” por delegação de poderes (no fundo passando-lhes “uma procuração, um cheque em branco”), o resultado do único e óbvio cuidado que deveriam ter para com a nossa (pelos vistos não deles)  população (olhando apenas para o que se passava na Itália, em França e na Espanha), bem espelhado no tratamento dado ao grupo prioritário por etário de maior risco: os idosos deixados literalmente à sua sorte (entregues à morte) em casas isoladas e lares, como o demonstram inequivocamente os números “trágicos e impossíveis de martelar” ─ dos 535 óbitos, 384 tendo mais de 80 anos, ou seja mais de 70% (e dos 535 óbitos, 459 mais de 70, ou seja mais de 85%).  Num Governo na prática com (ministros fundamentais neste tipo de situação) Ministro Inexistentes da Saúde e da Educação.

 

Em conclusãoDesconfiando dos Números (da DGS), mas confiando no Povo (de Portugal) e esperando que os Políticos (até hoje e como sempre) de Curta-Memória, não se esqueçam do Povo (até pela proximidade e pelo que aí ainda vem) com Memória-de-Elefante!

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:58

08
Abr 20

[E consequências por cá.]

 

Agora que a Região do Algarve atinge um número certamente nunca visto de desempregados no ramo da Hotelaria/Restauração (assim como entre muitos outros sectores dos serviços − e não só − esmagadoramente associados a esse ramo) – a consequência trágica e extrema (e previsível) de se apostar num único sector – a “Monocultura Turística” –, a visão que poucas semanas antes consideraríamos um cenário imaginário de um filme apresentando-nos a imagem de um Mundo pós-apocalíptico – com ruas desertas de carros, pessoas e qualquer outro sinal de movimento ou de vida, aqui e ali pontuadas por grupos de indivíduos colocados em fila, na busca desesperada de alguém ou de algo porventura inacessível – mas que agora através de um  Evento Extraordinário repentino e inesperado e sem que ninguém estivesse minimamente preparado, nos dá a usufruir ao vivo, em direto, de uma forma PRESENCIAL e certamente com muita dor, uma cidade de Albufeira praticamente abandonada, com uma data de mortos-vivos não na rua mas em casa, logicamente quase encerrada e com a Noite UK desmarcada. E na ausência dos britânicos deixando de existir Albufeira. E daqui a alguns dias encerrada (no interior das fronteiras do concelho) esperando-se esta não entrar em coma, morrendo de “Morte Matada” (definitiva, irrecuperável): virando-se e olhando de frente, certamente que não (a essa morte-matada) podendo-se talvez porque não, viver-se (sentir-se) ainda o Verão.

 

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Britânicos vivendo no presente um dos piores tempos da sua história, lutando contra “um inimigo infiltrado, invisível e mortal”, logo quando deixando a Europa e olhando para a América (O Amigo Norte-Americano), perdendo um amigo e o outro, isolando-se brutalmente e à força (e com uma “grande pancada”) da Europa e do Mundo.  Na passada segunda-feira com mais de 5.000 vítimas mortais numa taxa de mortalidade superior a 10% (podendo-se comparar com a China/4,1% e com a Coreia do Sul/1,9%) e com o epicentro da crise a centrar-se na capital Londres (e nos seus populosos arredores) o coração de Inglaterra. E já no início de quarta-feira com os dados atualizados, estando nas 6.159 vítimas mortais numa taxa de mortalidade superior de 11,1% (num cenário assustador de 1.559 em estado crítico/grave). Com o 1º Ministro Boris Johnson declarado positivo, inicialmente e como prevenção/tratamento retido e isolado em casa, para logo de seguida não havendo evolução, ser hospitalizado certamente como ajuda e precaução. Com os britânicos em casa, com as fonteiras encerradas e como seria natural, por cá nem eles (nem os ver) nem outros (só mesmo uns poucos fugitivos, vindos todos de lá de cima).

 

(imagem: statista.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:04

[A 7 de abril de 2020]

 

  1. Covid-19 Alemanha

 

Evolução diária do número de vítimas diárias provocadas pela pandemia de Covid-19 na Alemanha, iniciada a 9 de março com 2 óbitos registados. A 7 de abril (206 mortes), com o último pico registado a 6 de abril e sendo este o máximo (Pico Máximo para já virtual) − 226 mortes ocorridas – podendo estar a evolução deste surto pandémico a desacelerar: esperando-se os valores desta quarta-feira (8 de março) para ver se a tendência de descida se mantem (em 2 dias consecutivos). A 7 de abril já com 30 dias de viagem desde a 1ª morte por Covid-19.

 

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  1. Covid-19 Portugal

 

Evolução diária do número de vítimas diárias provocadas pela pandemia de Covid-19 em Portugal, iniciada a 16 de março com 1 óbito registado. A 7 de abril (34 mortes) com o último pico registado nesse mesmo dia e não sendo este o máximo (Pico Máximo) − 37 mortes a 3 de abril e descendo, mas voltando a subir de novo – procurando-se ainda o Pico Máximo deste surto pandémico: desacelerando esta quarta-feira podendo-se imaginar de novo termos iniciado a descida (um dia consecutivo). A 7 de abril já com 23 dias de viagem desde a 1ª morte por Covid-19.

 

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  1. Covid-19 Alemanha (perto dos 84 milhões de habitantes) e Covid-19 Portugal (pouco mais de 10 milhões de habitantes) com a população da Alemanha = 8X a população de Portugal

 

Com a Alemanha tendo arrancado com 7 dias de antecedência no que diz respeito ao registo da primeira vítima mortal e confirmando-se 6 de abril como o dia da viragem, por simples comparação e associação podendo acontecer o dia da viragem  e na melhor das hipóteses lá para o próximo dia 13 de abril (segunda-feira).

 

Hoje (quarta-feira) podendo-se confirmar essa tendência não excedendo na Alemanha as 206 vítimas mortais e em Portugal as 34 vítimas mortais (ambas em 1 dia, de 7 para 8 de abril). E com os números de ontem (terça-feira) a apontarem para um total na Alemanha de 2.016 óbitos (4.895 em estado grave/crítico) e em Portugal para um total de 345 óbitos (271 em estado grave/crítico): num cenário global bem mais favorável a Portugal – Alemanha 8X a população de Portugal e no entanto 11X o número de mortes + doentes em estado grave/crítico − apesar do manguito da Alemanha à Itália e como consequência lógica – e recordando as palavras de Hillary Clinton referindo-se aos seus compatriotas e potenciais eleitores na campanha presidencial de 2016 e que a levou à derrota − aos Deploráveis da Europa.

 

E assim neste momento deste Jogo de Morte ainda a decorrer, para já e dando-lhe uma grande lição (entre outros a Merkel), com Portugal (o Pobre) batendo surpreendentemente a Alemanha (o Rico).

 

(imagens: worldometers.info)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:17

07
Abr 20

[Com atraso de quase 24 horas, talvez depois de mais uma intragável conferência DGS, de qualquer forma desculpem lá.]

 

“E depois de varrido quase todo o Hemisfério Norte,

seguindo-se ainda a América do Norte e todo o Hemisfério Sul.”

 

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Porque será que na Coreia do Sul a 25 de fevereiro e em plena Pandemia, as autoridades do país ainda permitiam o aparecimento de incontáveis filas quilométricas de pessoas (aqui para obterem máscaras) − e no entanto, sendo um “Grande Exemplo para o Mundo”

 

Esta segunda-feira (6 de abril) com a Europa apesar dos números elevadíssimos de vítimas mortais registados na Itália (16.523) e na Espanha (13.169) parecendo estar globalmente a querer desacelerar ultrapassando a fronteira − o Pico Máximo − e começando finalmente a descer a caminho de uma necessária e obrigatória estabilização (depois da Sanitária seguindo-se a Económica), verificando-se que entre os 1.330.497 infetados e os 73.875 óbitos ocorridos globalmente (até às 19:37) se mantem uma taxa de mortalidade elevada na ordem dos 5,6%: quando a China aponta para os 4,1% (e no extremo a Itália para os 12,5%, sendo logo acompanhada pela Espanha para os 9,8%).

 

Universo

(População)

10.204.104

Infetados

(Amostra)

11.730

Óbitos

311

Graves/Críticos

270

Ativos

11.279

Recuperados

140

Mortes/1 Milhão

31

Sendo a partir da razão Amostra/Óbito

que se calcula a taxa de mortalidade do vírus

 

No caso de Portugal e num Universo de mais de 10 milhões de pessoas registando-se até ao momento quase 12.000 infetados e mais de 300 mortes, representando uma taxa de mortalidade de 2,7%, menor que a da China  (4,1%) mas maior do que a da Coreia do Sul (1,8%). Quanto às regiões com o Norte a apresentar 168 vítimas mortais (VT), o centro 76 VT, Lisboa e Vale do Tejo 60 VM e Algarve 7 VM.

 

Concelho

Infetados

Óbitos

%

%

Mortalidade

Vila Bispo

0/2

0,0/3,1

0

0

0

Aljezur

0/2

0,0/3,1

0

0

0

Lagos

3

1,3

0

0

0

Monchique

0/2

0,0/3,1

0

0

0

Portimão

24

17,0

1

14,2

4,2%

Lagoa

3

1,3

2

28,6

66,7%

Silves

11

4,8

0

0

0

Albufeira

44

19,2

2

28,6

4,5%

Loulé

39

17,0

0

0

0

Faro

39

17,0

0

0

0

S. B. Alportel

0/2

0,0/3,1

0

0

0

Olhão

9

3,9

0

0

0

Tavira

24

10,5

0

0

0

Alcoutim

0/2

0,0/3,1

0

0

0

V. R. S.A.

15

6,5

2

28,6

13,3%

Castro Marim

0/2

0,0/3,1

0

0

0

Total

229

100,0

7

100,0

22,2%

Com a DGS a não indicar o número de Infetados sendo eles < 3

(e o último valor indicado na coluna Mortalidade sendo uma Média)

 

Já no que diz respeito ao Algarve despachada a ARS Algarve e perdida toda a confiança nas conferências de imprensa da DGS − e constando-se o país estar como que dividido em 4 zonas, o Norte em Alerta Vermelho, o Centro em Alerta Laranja, Lisboa e Vale do Tejo em Alerta Amarelo e Alentejo/Algarve e Ilhas em Alerta mas ainda Meio-Esverdeado (mesmo com as 7 mortes no continente mas mais a Sul) – e mesmo com a maioria da população sem acesso a EPI’S (Equipamentos de Proteção Individuais), exceção feita a alguns priveligiados fugindo a tempo das suas grandes e desenvolvidas cidades e aparecendo por vezes como protegidos dentro de “escafandros” e olhando de lado desconfiados para os “indígenas primitivos locais – apresentando uma taxa de mortalidade de 3,1%, tendo como justificação (uma entre tantas outras opções válidas e credíveis) o menor número de testes realizados, com a preciosa colaboração dos mais pobres, ainda dos mais idosos e até dos seus jovens descendentes, todos eles trabalhando nos sectores básicos e fundamentais do nosso país para desse modo ainda termos algumas coisas abertas até para comermos (e assim sobrevivermos) – ainda-por-cima despedidos em massa da restauração/hotelaria (direta/indiretamente talvez noventa e tal por cento dos empregos) da base (limpeza) quase até ao topo (diretores) e tendo agora que se sujeitar a “filas de espera” sem futuro apenas porque o “Estado os Ignora” , veja-se a fila nos CTT de Albufeira, verifique-se quem são eles e se por acaso os Correios (tal como os e-mail sem acesso ao “Cartão Dourado” a Senha de Acesso ao Serviço − para quem o tem, seja qual for a razão, exclusivo) – a Região se tem mantido mais-ou-menos em condições minimamente aceitáveis, pelo menos ainda escondidas (dentro de casa) e sem nenhuma explosão (vantagens de estarmos longe das “crateras do vulcão”), mas com as “contas obrigatórias a não pararem de cair”.

 

(imagem: asemana.publ.cv)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:55

06
Abr 20

Se tudo correr bem

com  a nova data a apontar o Pico Máximo em Portugal

(onde atingiremos o maior número de vítimas mortais num só dia)

para 8/13 de abril.

 

Á procura “do Pico, do Planalto, da Mola e do Pisca-Pisca” e já agora, do dia em que estabilizada a ação do vírus, a sua ação começa (finalmente) a descer: o PICO MÁXIMO, “fronteira (matemática) entre a Morte e a Vida”.

 

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Covid-19 a 6 de abril de 2020

 

Registo gráfico da evolução diária do vírus Covid-19 num período de 21 dias, desde que se verificou a primeira vítima mortal (16 de março) e aplicado a uma amostra de 11.278 casos confirmados (de infetados). Como se constata ainda á procura do dia em que se verificará o Pico Máximo de atividade deste novo coronavírus: tomando como referência a China atingindo o seu Pico Máximo a 12 de fevereiro após 3 semanas (21 dias) de subida contínua, ou então da Coreia do Sul atingindo o seu Pico Máximo a 3 de março após 2 semanas (14 dias) de subida continua, comportando-se Portugal como estes dois exemplos (os melhores até hoje verificados) e ainda nem sequer se tendo atingido o respetivo Pico Máximo, com o mesmo ocorrendo na melhor das hipóteses entre 30 de março (data já ultrapassada) e 8 de abril (próxima quarta-feira).

 

Olhando para os países que arrancaram a seguir (depois da Ásia a Europa) e destacando entre eles a Itália (de momento o pior exemplo, em Vítimas mortais), com a mesma podendo já ter atingido o seu Pico Máximo a 21 de março após pouco mais de 4 semanas (29 dias) de subida: significando que se tal se verifica-se igualmente em Portugal (o pior até hoje verificado) com o Pico Máximo a ocorrer na melhor das hipóteses a 13 de abril (na próxima segunda-feira ou seja, dentro de uma semana). Assim continuando o Povo a trabalhar para isso (excluindo raças como a dos políticos) e seja esse o caso, com Nossa Senhora de Fátima a proteger-nos, tudo apontando para o nosso Pico Máximo (de Portugal) poder ocorrer entre 8 de abril e 13 de abril: o que seria num caso ou no outro, até por limitarmos assim o número de vítimas mortais, excelente.

 

Mas bastando estar a caminho uma explosão súbita (de óbitos) ou pensando nada nos acontecer nos descuidemos (como até hoje tudo parece ter decorrido satisfatoriamente e dentro dos limites aceitáveis), então tudo se podendo altera e de repente termos mais uns dias/semanas pela frente. E recordando que para nossa maior tranquilidade tendo-se de esperar umas duas/três semanas (14/21 dias) até se reduzir as mortes a praticamente zero, fazendo como na China/Coreia do Sul e pensando-se no Regresso ao Trabalho com o “Sinal Verde” a abrir (abandonando o Amarelo) entre 22 de abril/27 de abril ou 29 de abril e 4 de maio.

 

E se tudo correr bem até lá (o dia da nossa Ressurreição),

entre o fim deste mês e o início do seguinte

– 22 de abril e 4 de maio

regressando-se de novo para o Mundo

(apenas não se sabendo bem qual).”

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:00

28
Mar 20

“Às 21:22 TMG de 28.03.2020 com o Mundo a registar

658.205 infetados (a Amostra) e 30.447 vítimas mortais,

apresentando uma taxa de mortalidade

(vítimas mortais/amostra x 100)

a ser de 4,6%.”

 

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  1. Crise Económica (como introdução) − Ricos & Parasitas

 

“Com o surto epidémico de Covid-19 passando a Pandemia, revelando definitivamente e para quem até agora não queria ver (nesta enorme tragédia, o único “Ponto Positivo”), nas mãos a que estamos todos entregues: nem sequer sendo na dos Ricos, nem sequer sendo na dos Pobres, mas evidentemente na dos Intermediários: daí que a grande luta que se deve travar a nível Global não sendo tanto de classes, mas contra aqueles oportunistas e parasitas que crescem descontroladamente e tal como um vírus mortal (muito pior do que o Covid-19) entre ambos: daí a nova conversa de que após a Crise Sanitária e nem se sabendo como ela  acabará − podendo surgir novas vagas (tal como acontece todos os anos com a Influenza) − virá (segundo os oportunistas-parasitas) a Crise Económica. Ou ainda não repararam que até o republicano Trump (como poderia ser outro Democrata Rico e não vendo solução para manter o seu lucro) tenta desesperadamente acabar com eles e com o pântano de Washington (já pensaram para que servem as Bolsas na perspetiva  do coletivo?), colocando em seu lugar (evidentemente que não os Pobres) os seus familiares e amigos?”

 

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  1. Crise Sanitária (atual) – Ricos, Parasitas & (já agora) Pobres

 

Aproveitando o clima de “Guerra Bacteriológica” promovida pelos EUA e obviamente aproveitada pelas  “Redes Sociais” para mesmo sobre cadáveres e de uma forma infelizmente imparável (e já agora “repugnantes”) se autopromoverem,

 

– Entre outros e em Portugal como “o Instagram (uns 1.000 milhões de utilizadores), o WhatsApp (uns 1.500 milhões de utilizadores) e o Facebook (mais de 2.000 milhões de utilizadores)

 

Servindo-se para tal e no caso de Portugal (e da Região do Algarve onde resido) nas insuficiências gritantes (e alarmantes para o público em geral) de comunicação e de esclarecimento por parte das entidades oficiais responsáveis por essas funções tão importantes como vitais nestes casos de “Guerra Declarada e já em Curso(como será o caso evidente da DGS, ou seja, dos seus responsáveis políticos aparecendo na TV, pelos vistos deixando de ser prioritariamente profissionais da Saúde e passando a ser da Politica − dos seus especialistas de secretária e dos seus ditos e repetidamente mencionados “Matemáticos”),

 

− Já com vítimas mortais, o conduto para estes “criminosos instalados na Web (tendo acesso a canais da Comunicação Social abertos e sem nenhum tipo de controlo)

 

E isentando desde já de qualquer tipo de responsabilidade a base desta cadeia (tendo apenas que obedecer e calar, mesmo colocando as suas próprias vidas em risco) como os profissionais da Saúde colocados no terreno tentando de todas as formas e feitios o avanço do inimigo, mesmo desprovidos de verdadeiras e reais armas para o combater (tal como muitos outros no sector alimentar, no sector do transporte e em muitas outras áreas essenciais − muitas delas nem sendo isso, pois só pensando na manutenção do seu lucro),

 

Habitando na Região Sul de Portugal no meu caso em Albufeira, desde o primeiro sinal de Alerta sobre este surto epidémico deste novo coronavírus (Covid-19) e atravessando Portugal, não sendo da iniciativa (como deveria ser) das nossas Entidades Políticas Responsáveis, mas das notícias que chegavam (desde o início do ano de 2020) continua e repetidamente (um Aviso ignorado e deferido no tempo, e por sistema sempre escolhido pelos incompetentes − não sabendo o que fazer senão esperar por ordens sendo eles a deve-las tomar − para não alarmar) lá de fora,

 

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− Quase que completamente abandonados e apenas tendo acesso aos dados da DGS e da ARS Algarve (pelos vistos não credíveis) ou então das Redes Sociais (desempenhando apenas e na esmagadora maioria o “papel de Abutres”) –

 

Vendo-me desde que a Autoridades intervieram e se meteram a caminho − completamente desorganizadas como ainda hoje verificamos, apesar de todo o esforço e valentia de todo o povo anónimo (que será por abandonado o primeiro a morrer), sem chefes para o comandar (refugiados nos seus gabinetes e com um Presidente a dar o péssimo exemplo entrando ao primeiro sinal de perigo em Quarentena pelo que se viu desnecessariamente) unicamente preocupados com a sua saúde (se não existirem Chefes e segundo eles, sendo o descontrolo total − onde será que já ouvi isto?) – nas mãos dos boatos e rumores espalhados pelos “novos especialistas em Covid-19”, instalados e escondidos maioritariamente e não só sob o manto opaco (nada transparente) das Redes Sociais (e não só estas,  pois ocupando ainda os mesmos muitos canais de TV, como se vê até ao enjoo e ao vómito a toda a hora e atuando como um martelo embrutecedor, retirando-nos intencional e deliberadamente a pouca psique ainda em cada um de nós sobrevivente):

 

Com as autoridades por qualquer motivo (interior/exterior) não revelando tudo e assim abrindo (escancarando) as portas a este “2º segundo e igualmente mortal, Vírus Mortal”.

 

Antes de todos saberem, mas certamente que  baseadas em fugas (permitidas por quem aparentemente sabe e sabendo-se que chegadas por vias enviesadas, muita delas sendo incorretas) chegando-nos noticias de um morto, dez ou mesmo cem ou mais, oriundas das Redes Sociais, impossíveis de ser rebatidas face aos erros constantes e visíveis daqueles denominando-se e retratando-se como nossos únicos protetores: e impondo-se estes últimos (a tutela) servindo-se veladamente (sobre os seus subordinados, manuais ou intelectuais) de ameaças e chantagens, mandando-nos calar (e espantosamente entre os eruditos alinhados e seus respetivos subordinados, sem ninguém “patrioticamente” nos avisar − do perigo − e só se queixando depois, a ripostar)!

 

E assim e mais uma vez com as Redes Sociais a serem as protagonistas como “únicas e primeiras fornecedoras de verdade”, restando às autoridades confirmarem ou não (se assim o entenderem) a respetiva (e são tantas) notícia: no Algarve como no resto do país “amontoando-se os mortos” − podendo ser ou não verdade − muitas vezes com os mesmos a terem que aparecer em público para dizerem ainda estarem vivos. Por exemplo em Albufeira (e sobre notícias locais ou exteriores ao concelho) e para além da vítima mortal logo declarada pelo seu Presidente (do Município, Carlos Rolo), já existindo pelo menos e segundo as Redes Sociais mais 3/4 mortos e repetindo-se o mesmo (curiosa e infelizmente) por outros concelhos, apontando os números (não oficiais, “Sociais”) e face à falta de comparência de ambas (DGS/ARS) não para 3 vítimas mortais (confirmadas apesar de não mencionadas nos mapas da DGS e ARS Algarve) mas talvez e no mínimo lá para uma dúzia.

 

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  1. Momento COVID-19 − Para já em Estado de Nojo

 

Quando o que lhes deveria interessar (às ditas Redes Sociais e a outras inutilidades) entre tantos pontos vitais e ignorados (igualmente numa prática governamental) – onde não está a Proteção Civil (os chefes), mas efetivamente os Voluntários (os seus subordinados, muitas vezes atuando independentemente e pagando por isso) – seria por exemplo:

 

A falta de estratégia e a total descoordenação (ninguém/profissionais confiando em ninguém/chefias) na proteção de todos os níveis de profissionais da Saúde (desde os médicos aos técnicos de manutenção e limpeza), a nossa primeira muralha de defesa frente ao “agente invisível e invasor”, oferecendo estes profissionais toda a (sua) resistência disponível, mas sem armas para combater  (nem efetivos humanos de reserva) e como consequência começando desde já e inevitavelmente a cair como primeiras e potenciais vítimas; o abandono a que são atirados os profissionais dos Transportes − locais, regionais ou internacionais – tal como os da Saúde imprescindíveis e fundamentais, aqui e no seu caso para que o país não pare e entre em colapso total (tal como as oficinas e os mecânicos necessários à manutenção das viaturas); o esquecer e atirar para trás das costas da generalidade da população fechando muitos serviços públicos diretos (lojas) e não colocando alternativas viáveis de diálogo e de comunicação, simultaneamente insultando a nossa inteligência empurrando-nos para contactos por email (como se os mais necessitados tivessem par além de dinheiro e conhecimentos, computador, periféricos e rede eficaz) e correio (acumulando-se no remetente) se quisermos ter acesso a algum tipo de ajuda disponibilizada (decretada mas espantem-se, ainda sem regras), no fundo e de facto, com conhecimento deles e assim negando-nos o acesso (na pratica e contabilisticamente, poupando dinheiro) às mesmas; permitindo até como exemplo negativo e ainda-por-cima proveniente das classes mais favorecidas (pelos vistos e dada a sua formação superior, só pensando para além delas, nelas) que as mesmas se pusessem em fuga em direção ao sul pouco se importando poderem estar contaminadas e inevitavelmente contaminando outros (provavelmente os seus escravos trabalhando em sectores essenciais e aqui residentes) como já se nota em Albufeira com privilegiados correndo para os seus apartamentos de Verão completamente equipados de luvas, máscaras, óculos e outros equipamentos (de proteção) aqui inexistentes e que aqui praticamente ninguém tem acesso (como se viu ainda hoje com o trânsito para sul na ponte 25 de Abril, entre outras justificações sob o pretexto de irem dar uma voltinha até à praia, não mencionando no entanto a mesma ser no Algarve) colocando não só outros em causa entre eles as forças policiais e de segurança; e para rematar e não incomodar (ainda mais, tantos são os casos e as discrepâncias de atuação não entre sectores, mas no mesmo sector) relevando o escândalo criminoso ainda em curso e no início, nos Lares de Idosos (já nem falando das prisões e apesar do solicitado pela UN de António Guterres, um português) dando-nos a ideia podendo ser errada, de que os idosos já estarão no presente (e ainda sem o grande impacto se sentir) entregues à sua sorte. Uma característica dos nossos e outros governantes (veja-se o panorama europeu) nunca se preocupando muito com o povo (só servindo mesmo para votar) como agora se constata (bem-vindos os voluntários e carolas, esses pelo menos vendo) com a situação dos Sem Abrigo – desde o início de março abandonados e até agora só pontualmente socorridos (fechada a restauração, nem sobras tendo para a alimentação).

 

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  1. Para além de Crime, uma Vergonha − Tendo de existir no final um Tribunal

 

Uma vergonha-criminosa finalizada com o dedo do meio apontado pelos holandeses para Portugal, pedidos esclarecimentos, sem nenhum tipo de desculpa oriunda da Holanda, claro está, com as costas bem protegidas pela sua amiga Alemanha: há 75 anos tendo levado à destruição da Europa e no presente (agora sem necessidade de exército) mandando de novo e de uma forma prepotente nela − vendendo ventiladores à Suíça (pelos vistos sem resultados visíveis) pois pagando bem. Ficando-se mesmo na dúvida se Trump (veja-se lá), querendo que os trabalhadores trabalhem enquanto o vírus aí não chegar − rodando nessa função os seus 50 estados e territórios (param uns arrancam outros) − não terá mesmo razão: só assim se podendo manter (mesmo que já não o seja, não interessa, pelo menos numa guerra deste tipo e calibre) como a Maior Potência Global.

 

Na realidade estando-se perante um vírus (atuando sobre uma amostra mais ou menos extensa da população Mundial, uma parte do Universo), ainda-por-cima estando rodeados e cercados por um vómito político este muito mais perigoso, por ser não referida a uma amostra, mas a um Universo.

 

(imagens:  gotoportugal.eu − LUSA – Miguel Nogueira/porto.pt

– LUSA/rtp.pt − Canal Universal 2.0.2.0!/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:32

27
Mar 20

“Certamente e afastada a Ameaça Sanitária (oriunda de um Vírus),

surgindo como sempre

− E já anunciada pelo conjunto de organismos dizendo-se com “psique

a Ameaça Económica (oriunda do Homem).”

 

Screenshot_2020-03-27 COVID-19 em Itália 919 mort

Itália c/ 919 mortos em 24 horas, um recorde mundial

 

Europa (Mundo)

 

Às 17:47 TMG desta sexta-feira (segundo a worldometers.info) com os números globais a indicarem 577.547 infetados  e 26.447 vítimas mortais − taxa de mortalidade de 4,6% acrescidos de um total de 21.674 em estado grave ou crítico (5,2%),

 

Muitos países Europeus apesar de saberem que atingido o Pico da Curva poderem igualmente ser colocados perante uma situação trágica e extrema – com a Itália (mais de 9.000 mortos), a Espanha (perto dos 5.000 mortos) e a França (ultrapassado os 1.500 mortos) a serem de momento os mais atingidos

 

Anseiam cada dia que passa e cada mais desesperadamente que esse dia chegue, sem que, no entanto, se veja ainda “a luz no fim do túnel”: com todos ainda em ascensão uns no início da subida, outros mais ou menos a meio e ainda outros muito perto mas nunca mais lá chegando.

 

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Casos de Covid-19, por 1 milhão de indivíduos

 

E se na Europa a Itália vai na vanguarda do número de vítimas mortais, na América do Norte os EUA é já o líder mundial destacado no número de infetados: estando a caminho dos 100.000 (16% do total Global). Entre os mais castigados (Top 10) e tomando como referência o nº de vítimas mortais destacando-se assim a 1º Itália (9.134), a 2º Espanha (4.934), a 3º China (3.292), o 4º Irão (2.378), a 5º França (1.696), os 6º EUA (1.429), o 7º Reino Unido (759), a 8º Holanda (546), a 9º Alemanha (304) e a 10º Bélgica (289) − logo a seguir vindo a Suíça (231).

 

Ainda não se falando muito em África e do que daí poderá advir e com todas as atenções a concentrarem-se no que se irá passar nos EUA:  nível global 1º no nº de infetados e 6º no número de vítimas mortais (e já com quase 2.500 em estado grave ou crítico). E no Brasil do louco e criminoso Bolsonaro com os números a indicarem perto de 80 mortos e quase 300 em estado grave/crítico.

 

Portugal

 

No nosso país (Continente, Ilhas e Estrangeiro) sendo o panorama o seguinte (fonte DGS):

 

Casos

%

Em Hospitais

Suspeitos

25.431

Confirmados

4.268

100,0

Internados

354

UCI

71

Vítimas mortais

76

1,8

Vítimas Mortais:

Norte/33, Centro/18, Lisboa e Vale do Tejo/24, Alentejo/0, Algarve/1, Madeira/0, Açores/0, Estrangeiro/0

Recuperados

43

1,0

 

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Em Portugal e de novo, com Redes Sociais e Notícias Falsas unidas

 

E referindo-nos à Região do Algarve (fonte ARS Algarve):

 

Casos

%

Doentes

Local

Confirmados

99

100

Faro/26, Albufeira/22, Portimão/17, Loulé/14, V. R. S. António/5, Lagoa/4, Silves/3, Tavira/2, Monchique/1, Olhão/1

Ativos

97

98,0

Casa

78

Hospital:

Internados 19

(7 em UCI)

Hospital

19

Vítimas Mortais

1

1,0

Albufeira 1

Recuperados

1

1,0

Portimão 1

 

E já pelas 19:35 TMG com os novos números (desde as 17:47) a apontarem para 588.861 (+11.314) infetados e 26.928 (+5.254) vítimas mortais − 22.087 (+413) em estado crítico/grave.

 

(imagens: lifestyle.sapo.pt – WHO/visualcapitalist.com − min-saude.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:06

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