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Covid-19 PT ─ Vaga Sim/Vaga Não

Sexta-feira, 02.07.21

“Esta quinta-feira 1 de julho,

(e com os números Covid-19 a crescerem de novo)

com 1 em cada 3 portugueses a já estar vacinado.”

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Covid-19 Portugal 2021

182 dias de Pandemia

 

A evolução nos primeiros 182 dias do ano de 2021 (quase 50% do ano decorrido) ─ 2º ano da Pandemia Covid-19 ─ do somatório do nº de Infetados/dia e do nº de Óbitos/dia nos primeiros 13 períodos de 14 dias deste ano, sendo visível a partir do 11º período (de 14 dias ou 2 semanas) ─ lá para a 2ª quinzena de maio ─ uma subida constante do nº de Infetados, para já não se refletindo (significativamente) no nº de óbitos (nos últimos 14 dias entre 1/6 c/ média de 3). Podendo significar um período idêntico ao vivido pela mesma altura o ano passado (Verão e início de Outono, na altura com a variante britânica) com a presença do coronavírus a manter-se apesar de muito menos eficaz quase que não se sentindo (não se dando por ele, mas estando presente nos números), sendo-o (uma repetição semelhante do processo anterior) sugerindo (aí sim) um novo crescimento acentuado esse sim podendo ser considerada uma vaga, tal como a do início deste ano de 2021 (durante o Inverno e aqui com a variante britânico-indiana). Se a campanha de vacinação avançar (na sua administração e eficácia) e tudo o mais colaborar (desde o estado, aos cidadãos, passando pelas empresas) ─ e não passando esta nova vaga apenas de uma réplica (mais pequena/residual) da anterior (esperemos que sim, até para termos no mínimo, um mini Verão) ─ atingindo-se a imunidade de grupo com esta 1ª vacina (protótipo, sendo o Homem a cobaia), podendo-se encarar com mais segurança e esperança uma nova vaga anunciada para depois do fim das férias (último trimestre de 2021). Desejando-se não ser já uma nova estirpe/variante em ação (como a delta plus) e que simultaneamente uma nova vacina (atualizada da de 2020 para a de 2021) já esteja a caminho (e que no intervalo sendo necessário e como reforço se ministre uma nova dose). Hoje 1 de julho de 2021 dos 10,1 milhões de portugueses já tendo sido completamente vacinados quase 3,2 milhões de pessoas (32%) e incompletamente (só 1 dose de 2) 5,4 milhões (53%) ─ dos outros cerca de 1,5 milhões (15%) não se tendo notícia.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:09

Os Negacionistas, Também Estão No Governo

Quinta-feira, 24.06.21

“Só que sendo meros intermediários (do poder Económico) não o negando e efetivamente sendo-o (ideologicamente e como proteção pessoal, tendo igualmente de sobreviver), não o podendo não sendo o tempo, para já o afirmar (e desse modo mostrar). Em tempos de Nova Vaga, um (o nº 1 da hierarquia) até já tendo afirmado estar presente em Sevilha (num jogo de futebol, entrando Portugal), o outro (o nº 2 da hierarquia) por sua vez convidando-nos para em massa invadirmos essa cidade espanhola. Azar o nosso sendo o nº 3 da hierarquia quem é (e ainda, com os políticos que temos), no entretanto, o coronavírus agradecendo (pelas autoestradas abertas e sem policiamento).”

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São João no Porto e Ronaldo em Budapeste

(com o Presidente da República estando muito brevemente em Espanha à espera de uma multidão de portugueses ─ conforme pedido público e patriótico do Presidente da Assembleia da República, ao mesmo tempo “entalando” o nº 1 ─ indo por solicitação superior e em nome de Portugal, invadir Espanha e Sevilha)

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Mesmo não havendo festa rija na rua (numa brincadeira de crianças, contrariando a ordem e criando o caos total e pondo a multidão de “crianças” em delírio) com febras na brasa, sardinha assada e uns copos de vinho tinto (podendo ser branco ou cerveja), sendo acompanhadas no momento próprio (de preferência com o estomago e a cabeça já bem “reconfortados”) por umas boas marteladas (podendo ser de alho-porro), uns foguetes (fazendo brilhar os céus noturnos) e os típicos balões de São João, com o Povo português depois de mais de um ano de Pandemia (continua, ao longo de 16 meses) e de ter sido submetido durante este longo período a diversas vagas do vírus SARS CoV-2 (provocando a doença infecto-respiratória Covid-19, podendo ser mortal) pelos vistos sem resultados práticos (já aí estando nova Vaga) ─ observando simultânea e atentamente no decorrer da evolução deste processo pandémico (estando a nossa Vida em causa), os “maus” exemplos vindos de cima (como o dos festejos do SCP campeão a Sul e da final da Liga dos Campeões a Norte) ─ óbvia e naturalmente que ao ser de novo impedido (quando já lhe tinham prometido a liberdade para breve, talvez já para a semana) de se poder movimentar livremente em qualquer tipo de espaço ou de tempo, arranjaria sempre algum tipo de solução (de modo a escapar a mais um castigo, mas só para “muitos alguns”), se necessário tal como o comportamento frequentemente  adotado pelos políticos (tal como subliminarmente “nos ensinam”) e em muitos casos até contando com o apoio passivo das autoridade “máximas” (ou não viessem aí eleições), recorrendo à “artimanha” dos aglomerados (de grupos/pessoas, de familiares/nem tanto assim) conjugada simultaneamente pela tática do “foge e volta”, circulando um pouco pelas áreas do costume, fazendo algo de semelhante apesar de em número mais reduzido, mas agora em vez de se acumularem em áreas abertas, acumulando-se em áreas fechadas: muitos sem máscara, sem distanciamento, sem cumprirem regras básicas nos estabelecimentos frequentados e sendo muitos mais que as autoridades presentes, mantendo-as apenas em observação, mas sempre à distância ─ sabendo-se que um dos participantes apesar de não ter respondido presente, será sempre nos tempos próximos o convidado-indesejado, mas intruso por invisível, o nosso conhecido coronavírus ou então os seus descendentes (mais conhecidos por estirpes/variantes).

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São João no Porto e Ronaldo em Budapeste

(numa festa de São João resumindo-se oficialmente e por indicação do Presidente da Câmara a três locais, tal como antes na final dos Campeões ─ aí com a “bolha de ingleses” ─ não funcionando e espalhando-se inevitavelmente entre cafés e restaurantes, devido à inesperada introdução do “fura-bolhas” Ronaldo)

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Este ano no Porto com o São João a realizar-se apenas em três locais (segundo o Presidente da cidade), em mais locais do que isso pelo que se apercebeu durante o decorrer do dia de ontem e ainda para outros, ou por terem participado nele ou por terem observado mais imagens ou até por lhe terem falado disso, com o São João deste ano a espalhar-se por todos os cafés e restaurantes abertos no Porto, desde que com TV presente “não se podendo ter “presencialmente” São João tendo-se em sua substituição online São Ronaldo. Assim, com o país já tendo entrado numa 4ª vaga ─ ainda-por-cima com exemplos como o do São João no Porto, já depois de outros anteriores, dos quais já estamos a sofrer consequências ─ correndo o risco de se afundar definitivamente e com o vírus a regressar em força sem ninguém parecendo ter capacidade para o travar (não o sendo pelas vacinas em si, mas pela falta de recursos materiais e humanos, que o Estado simplesmente não quer pagar), quando se deveria pedir/exigir ao Estado mais contenção, mais prevenção, o reforço das regras básicas de proteção, Já que nem ele cumpre o seu compromisso (nos testes e nas vacinas), nunca se esperando, pois tudo sendo um sinal (neste caso de abertura), que uma das maiores figuras do Estado (Presidente da AR) pretenda que uma multidão de portugueses se encaminhe em força para invadir Sevilha, tal como antes fizeram com pelos vistos tão bom resultados os nossos amigos e aliados britânicos. Já agora onde é que eles estão?

Esta quinta-feira (24 de junho) a nível nacional registando-se +1.556 Infetados (total de 869.879), +2 Óbitos (total de 17.092), -10 Internados (427 no dia de hoje) e +6 doentes em UCI (106 no dia de hoje), com o índice R(t)=1,17 e a taxa de Incidência nos 128,6/100.000, indicando a situação poder estar incontrolável, mas esperando-se (concretizando-se) não ser tão intensa que a anterior (sabendo-se que depois da variante delta/Índia, já aí está a delta plus/Nepal). Na região do Algarve com esta nova vaga ficando mais uma vez em questão este ano turístico (já se tendo entrado no Verão), para já atingindo Albufeira, amanhã Lagos e Loulé e olhando para os números e para a sua evolução (indo no mesmo sentido na região) podendo-se seguir Portimão, Lagoa, Silves, Faro, Olhão e São Brás de Alportel.

(imagens: MadreMedia/24.sapo.pt)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:49

Os Filhos do Vírus SARS CoV-2

Segunda-feira, 21.06.21

[No 1ª dia do 2º Verão Covid-19.]

Desde há quatro semanas (24 de maio) com o nº de Infetados a crescer 290%, com o número de Internados a crescer 69%, com o nº de doentes em UCI a crescer 70%, com o índice de transmissibilidade a crescer 8% e com a taxa de incidência a subir 80%,

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Todos os parâmetros Covid-19

em subida continua

(PA)

 

Tudo sugerindo que, iniciando-se esta segunda-feira a estação do Verão (21 de junho), poderemos estar já no início de uma 4ª Vaga da Pandemia de SARS CoV-2: sem testagens maciças nem mesmo periódicas e apenas com cerca de 25% da população portuguesa completamente vacinada (cerca de 46% já tendo tomado uma dose de 2), não se podendo esperar milagres quando mesmo respeitando-se as regras de comportamento face à Covid-19 (máscaras, distanciamento, etc.), as vias de comunicação/contaminação continuam completamente abertas, especialmente por jovens estudantes e por jovens trabalhadores ─ maioritariamente não vacinados. Colocando-se sempre a questão da “efetividade das vacinas” atuais (e já no mercado ocidental e oriental) no combate ao coronavírus, sabendo-se da existência de novas estirpes/variantes surgidas desde 2019 (tendo como epicentro pandémico a China) e alterando particularidades do vírus como o da intensidade de contágio/sua rapidez e a taxa de mortalidade: prevendo-se que a próxima vaga seja mais intensa (na rapidez de contaminação/evolução), mas por outro lado menos mortal (ou quase 50% da nossa população já não tivesse tomado no mínimo uma dose, significando uma 1ª proteção).

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Winter lockdown possible says top PHE expert

as thousands of over-18s queue for vaccine

(Independent)

 

Restando-nos apenas esperar que o Governo e as restantes autoridades e responsáveis (pela nossa Saúde) interiorizem rápida e urgentemente o que poderá de nada agradável estar aí a chegar podendo-nos rebentar subitamente como “uma bomba nas nossas mãos” (veja-se o Brasil atravessando o Inverno e o Verão sempre com Covid-19), acelerando drasticamente a campanha de vacinação, não poupando idades, atirando-se aos estudantes-trabalhadores-jovens e na falta de recursos (humanos/materiais) recorrendo a voluntários (condignamente remunerados, dado o risco) e a vacinas oriundas de todo o Mundo (não apenas com o carimbo de uma agência) sendo eficazes (como as russas e chinesas).

Tendo-se que compreender no entanto estarmos no início de uma Grande Guerra (uma Guerra Biológica, não se sabendo ainda se de criação natural, se artificial), que tal como a da Gripe (que para os mais novos nos parece acompanhar desde sempre) oporá o Homem a um Vírus microscópico, encontrando-se o caminho para o compromisso ─ sendo este “caso crónico” ─ na atualização dessa luta: todos os anos para manutenção da eficácia da vacina tendo-se de a adaptar à evolução do vírus atualizando-a, dado que mantendo-se a mesma (versão) arriscando-se à vacinação não dar resultados por ultrapassagem do seu “limite de validade”.

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Lisbon residents confined to region at weekends

as COVID spikes

(Reuters)

 

E estando-se ainda a tomar a vacina de 2020 quando já se devia estar a tomar a de 2021: para já não se podendo afirmar as vacinas (europeias, americanas, russas, chinesas) não estarem a fazer efeito, mas já tendo surgido o aviso da provável necessidade de uma, “toma extra”.

E falando das vacinas e da nossa campanha de vacinação, nas testagens nunca se tendo ultrapassado as 100.000/dia (nem se atingindo sequer uma média de 50.000/dia) e nas vacinas ainda sendo pior, supondo que se atingia a capacidade de se concretizarem uma média de 50.000 vacinações/dia vacinando-se sem parar (7 dias em 7), necessitando-se (sendo otimista) nunca menos de 4/5 meses para se atingir a imunidade de grupo (aos 70% lá para novembro) e de 7/8 meses para se alcançar os 100% de vacinados (lá para o ano que vem). Sabendo-se que mesmo que vacinados poderemos contrair a doença (agora e sem exceção em todas as faixas etárias) e que imunidade de grupo só depois das férias grandes, provavelmente já iniciado mais um ano escolar.

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais/Independent/Reuters)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:25

O Marafado Duas-Pernas Com Asas

Domingo, 20.06.21

[Desde a Primavera e estando-se perto de entrar no Verão, habitando com o seu bando na freguesia de Olhos d’ Água concelho de Albufeira.]

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Expondo

À mesa do café

Olhos d’ Água

5 junho 2021

 

Em tempos de Pandemia e estando de momento domiciliada numa região turística (do Algarve) habitualmente bem fornecida e equipada de animais, refúgios e respetivos alimentos ─ referindo-me aqui ao “migrante” ─ há duas semanas atrás numa passagem relâmpago por Olhos d Água parando lá para comer uma torrada e tomar um café ─ referindo-me agora à minha pessoa ─ sendo surpreendido enquanto comia e bebia em companhia (por acaso um aniversariante), por uma manifestação de protesto de cerca de meia-dúzia de avezinhas, inicialmente aterrando no passeio e posteriormente enviando um seu batedor, na tentativa de estabelecer contacto.

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Confrontando

À mesa do café

Olhos d’ Água

5 junho 2021

 

Numa terra estranha onde agora todos nós parecemos estranhos até pela falta crescente de contactos e pelo isolamento forçado, não sendo cumprido o “novo destino” (o novo-normal político/religioso/ideológico) sofrendo-se logo as consequências (pelo que se sabe, por um dado tendo-se o vírus e do outro lado o estado, ambos não se obedecendo podendo ser fatais), num espaço e num tempo correndo em paralelo e parecendo sempre ativo (sem cruzamentos e sem hesitações), unindo o dia à noite como se fosse um carrossel (mágico) mal se sentindo o tempo passar dado o seu total usufruto, contínuo, como se não tivesse início em fim, contíguo e sempre presente por projetado em espiral, até os nossos colegas-voadores duas-patas sendo colocados em questão, sendo o movimento equivalente a um “conjunto-vivo” mínimo, assim como todas as perceções/sensações, caída a densidade populacional a pique e reduzido o som e o gesto como forma não só de comunicação, como “prova de vida” da nossa existência.

Não se vendo ninguém, ninguém nos vendo, de imediato se concluindo, estarmos mortos.

(imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:28

Será Conveniente Ser Português Em Portugal?

Segunda-feira, 31.05.21

“Muitos dos nossos filhos dizem que não

e até fogem para o Reino Unido.”

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IDA

Trabalhadores portugueses

tendo o Reino Unido como seu destino

(tornando-se independentes)

 

A poucas horas de se entrar no 6º mês do ano, assinalando o início da estação do Verão ─ a 21 de junho (às 03:32 de uma segunda-feira) ─ e assim começando dentro em breve a “época alta” na região de turismo do Algarve (com a pré-época tendo começado a 17 de maio, com a abertura do espaço aéreo), face à entrada súbita apesar de esperada (e desejada) de milhares de britânicos (oriundos de exterior),

Simultaneamente juntando (no mesmo tempo e no mesmo espaço) diversos eventos de carater nacional e internacional, integrando nacionais e estrangeiros,

Eis que “estrategicamente” e não impedindo mais esta invasão de “pretensos imunizados” ─ assim sendo caraterizados por eventualmente, terem já estado contaminados ou em alternativa tendo já sido vacinados (muitos só com a 1ª dose de duas, pelos visto até vindo a serem necessárias a curto-prazo no mínimo três), logo, “adquirindo imunidade/proteção” de grupo contra a ação do coronavírus ─ posteriormente à mesma (à realização da final da Liga dos Campeões),

Nos chega a informação de que o nº de Infetados/dia voltou a subir no Reino Unido, acompanhando o aumento da percentagem de casos envolvendo a estirpe/variante inglesa/indiana, uma mistura de duas variantes resultando numa terceira ainda mais perigosa por mais contagiosa/infeciosa.

Certamente tendo sido uma “situação sanitária” do conhecimento prévio por parte das autoridades inglesas/portuguesas, mas dado o impacto negativo que tal proibição poderia ter particularmente no setor turístico (Económico), atirando as consequências (na Saúde) para bem longe (nem sequer disfarçando, indo à trave) e só pensando nelas (enchidos os cofres) depois:

Desde logo indicando os ingleses como culpados (e sendo simples as explicações do Governo, para além de insultuosas, encobrindo a sua total incompetência e irresponsabilidade ─ se não crime), por terem vindo antes do tempo, partido depois do tempo, mesmo só tendo bilhete para uma coisa o avião (como a esmagadora dos turistas ingleses, para além da viagem/estadia trazendo apenas mais uns trocos para os extras) e não incluindo o bilhete (justificando a viagem) para o jogo.

Hoje com o nosso Primeiro-Ministro ao responder às perplexidades nossas transmitidas pela jornalista (que o entrevistava), a parecer querer dar a entender ter acabado de chegar de uma galáxia distante que não a nossa, não estando a par dos últimos acontecimentos.

Calando a jornalista não respondendo e atirando-lhe para a despachar (sendo bem-educado, mal-educado, os imbecis sendo nós e como tal escolhendo, “o menos mau, o melhor”), com um obrigado.

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E VOLTA

Portugal no sector do Turismo

sob bandeira britânica

(persistindo-se na dependência)

 

Num momento em que se põe em causa no Reino Unido os números apresentados oficialmente sobre esta Pandemia (sob tutela Conservadora e liderança de Boris Johnson) muitos casos não tendo sido reportados e podendo ser muitos mais (oficialmente nos quase 4,5 milhões de Infetados/7º Mundial e 3º Europeu e a caminho dos 130 mil mortos/5º Mundial e 1º Europeu), talvez mesmo o dobro e agora com uma nova vaga em perspetiva chegando e prosseguindo (o percurso do vírus, dos seus descendentes, suas estirpes/variantes).

E se a “bolha não funciona”, testando-se e aproveitando a “falta da bolha”, fazendo-os grátis nas “novas cobaias” até se oferecendo como voluntárias (á falta de tempo, sendo nós).

Mas desde logo e para nos colocarem no nosso respetivo lugar (de paus mandados, imbecis, sem opinião), declarando (os Iluminados, responsáveis por nos “fundirem a tola”) não se realizarem este ano as festas de Santo António e de São João, não sendo os portugueses tal como o serão os ingleses (como se comprovou nas imagens, divulgadas um pouco por todo o Mundo), cidadãos responsáveis:

E para ajuntamentos tendo-se que falar preferencialmente inglês (para já esta, mais tarde outras línguas) ou então sendo português às escondidas, mas sabendo de antemão poder ter um polícia “à perna” pronto a aplicar-nos a coima.

Infelizmente não residindo somente aqui as consequências deste “caos governamental”, por um lado desrespeitando o esforço e sacrifício feito no cumprimento das regras básicas pela generalidade dos cidadãos portugueses (muitas vezes implicando mais gastos) ─ máscaras, distanciamento, higiene, etc. ─ e por outro lado declarando “para quem quiser ver” a sua total incompetência/irresponsabilidade (do governo) desresponsabilizando-se (reconhecendo apesar do seu extraordinário CV, não serem capaz) e delegando tudo (tal como o fazem todos criando empresas paralelas, responsáveis pelos atos de outras mais um truque fantástico do “capitalismo selvagem”) nas “Task Force”:

Tendo uma missão a cumprir (patriótica, daí pelos vistos os militares) mesmo sem recursos humanos e/ou matéria-prima.

Em conclusão tendo-se que estar preocupado e extremamente atento (não sendo os outros a informar-nos), face à evolução permanente do vírus (com as suas novas gerações), à ânsia pelo regresso dos turistas e como efeito do lucro (descurando tudo o resto, mesmo a proveniência dos viajantes) e ainda, talvez o pior sinal para o que aí vem, a realização das Eleições Autárquicas, com todas as suas falsas promessas como sempre transformadas no mais “puro esquecimento” (do V da vitória, oferecendo-nos agora em destaque, o dedo do meio).

(imagens: portugalresident.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:51

Pandemia & Permissões ─ Depois dos Ingleses e do Futebol, o S. António e o S. João

Domingo, 30.05.21

Com um Governo apesar de o saber (onde nos está a enfiar),

─ Mas não o querendo assumir, preferindo como faz sempre neste tipo de situações (tendo que decidir) optar por adiar

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Festejos do SCP Campeão

(Lisboa/região com a 1ª maior concentração

populacional/empresas do país)

 

Sendo ainda para tal suportado (como não poderia deixar de ser, como seus assumidos vassalos/súbditos, dependendo do nível hierárquico e respetiva folha de pagamento) por um grupo assalariado de políticos-cientistas, tendo nas suas mãos um país por vezes parecendo completamente à deriva (nesta data confundindo-os ainda com Fátima e esperando deles um milagre) ─ ou seja,

Sem um mínimo de estratégia e de orientação socioeconómica (colocando em causa patrões/trabalhadores/empresas) optando de novo pela solução mais fácil (que afundou anteriormente a Europa ainda mais na crise) entregando a iniciativa aos Bancos e às grandes Empresas (a esmagadora maioria delas deles dependentes) e deixando para trás os antes “elogiados, aclamados, aplaudidos, heróis” mais uma vez “por dever violados e não pagos” (e esquecidos por nós todos),

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Para além da instabilidade no nº de Infetados/dia insistindo em não descer e do aumento/manutenção do índice R(t)>1, agora com o nº de Internados a parecer querer igualmente crescer (mais tarde sendo os UCI), mas acrescidos de novos doentes provavelmente já não oriundos (como resíduos) da última vaga.

 

Vergonhas como as ocorridas neste caso no Futebol (nacional/internacional), sendo simultaneamente acompanhadas (como se estas estivessem de acordo) pela passividade completa e mais que evidente das nossas autoridades (responsáveis, dizendo representar-nos/defender-nos e pagos por nós) ─ procedendo como se o coronavírus tivesse ouvido as preocupações sanitárias do Governo (deles), estando de acordo e fazendo tréguas (para não estragar os esquemas “deles”, que incrivelmente desconhecemos) ─ deviam ser severamente punidas, aparecendo (não os escondendo, por serem do partido no poder) os responsáveis.

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Véspera da final da Liga dos Campeões

Ingleses em massa a invadirem a rua dos bares na Oura/Albufeira, p/ a GNR até às 22:30 c/ os grupos de dúzias de pessoas eventualmente a serem todos compostos por familiares (nada de mal, até se consentindo ajuntamentos sem máscara), mas a partir dessa hora (apanhando-os no meio do álcool, muitos intoxicados) deixando-o de o ser, e não se retirando do local (familiar ou não) com a GNR a tornar-se radical arriscando-se (mesmo por acidente, danos colaterais) a levar-se com uma cacetada.

 

Com a chegada do mês de junho aproximando-nos do Verão e da época alta do turismo nacional e Algarvio, setor tão importante como fundamental (servindo para ligar outras áreas de investimento) para a nossa balança comercial (entendendo-se obtenção de lucro ou mais-valia/ componente económica, não de melhores condições sanitárias, incluídas as do trabalhador/componente social), esquecendo-se (ou querendo que nós esqueçamos, subalternizando-a) que a Pandemia Covid-19 ainda anda por aí provocando todos os dias infetados/internados e até vítimas mortais (tal como aconteceu no Verão passado, ninguém ligando/por valores baixos e vendo-se depois as consequências), de um momento para o outro e dando-lhe pretextos podendo mesmo “fora-de-horas” ressurgir: veja-se o caso da Brasil com o seu presidente e acompanhantes extremistas (o Povo gosta por vezes de ser castigado, várias vezes e de formas variadas, tal a educação/ou falta dela dada por parte do Estado) ─ aqui (em Portugal) escondidos, mas também existindo em quase todas as fileiras partidárias ─ conseguindo que o coronavírus atravessasse todo o Inverno, todo o Verão (como o Sol e o calor “não o matando”) e estivesse prestes a entrar no segundo Inverno ainda cheio de força.

Deixando-nos como única opção passados estes ”Extraordinários Eventos” proporcionados nestes Tempos Covid-19 pelos nossos fabulosos (não existindo argumentos, existindo adjetivos) politico-cientistas-eruditos, profissionais e iluminados (quem poderá duvidar de tal currículo, ainda-por-cima não conhecendo o seu CV oculto, para eles naturalmente o mais precioso, “as bestas” consentindo-o e “fundidas” sendo nós) ─ e por estes seres “brilhantes” (como se autodenominam, tanto de noite como de dia e como o repetem os seus assalariados/rastejantes) sugeridos ─ de passarmos mais uma vez pela barraca para ver se estamos ou não contaminados. E se o não fizerem até pelas consequências?

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Final da Liga dos Campeões

(Porto/região com a 2ª maior concentração

populacional/empresas do país)

 

E nunca esquecendo virem aí “os festejos populares do Santo António e do São João”, a parir do sucedido em Lisboa (limitado a território nacional) repetido agora noutra escala no Porto (agora a nível internacional, podendo ter repercussões internas/contágios e externas/turismo), não existindo argumento que resista mesmo sendo uma diretiva obrigatória e Governamental (impondo, se necessário, agredindo), para impedirem algo de certamente mais civilizado (tradicional, conhecendo-se o conteúdo/a história) do que o de ontem alimentado exclusivamente pela industria em acelerado crescimento (importante segundo o respetivo Ministro, seja ele qual for, para  nossa Economia) do  álcool.

Nos últimos 14 dias de Pandemia Covid-19 em Portugal (observando os parâmetros Infetados/dia, Internados, UCI e R(t)) e analisando a evolução do nº Infetados/dia e R(t) ─ os parâmetros que nos poderão informar com mais rigor qual o nível de atividade atual do vírus SARS CoV-2, responsável pela doença (infeciosa, podendo ser mortal) Covid-19, estando a diminuir ou não ─ não só com o nº de Infetados/dia e o índice R(t) a subirem, como agora (parecendo estar-se a fazer uma renovação, chegando infetados, talvez de uma “nova fornada”) acontecendo o mesmo com o nº de internados, deixando-nos (pela falta de explicação e de medidas extras visíveis) inquietados. Não se prevenindo e não sendo possível de remediar, podendo acabar-se num desastre (suspeitando-se que sem responsáveis, a não ser o vírus).

(dados: dgs.pt ─ imagens: André Luís Alves/Global/tsf.pt

─ Produções Anormais ─ regiao-sul.pt─ jn.pt)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:44

Saúde Global Séc. XXI

Quarta-feira, 19.05.21

Seja qual for a noção adotada para se definir o que será a partir de agora a “Saúde Global” ─ agora, sendo o período iniciado no último trimestre de 2019 (tendo-se por essa altura iniciado esta Pandemia) ─ com cenários como o apresentado abaixo (já por uma larga percentagem da nossa população conhecida, tendo mais de 20% tomado no mínimo uma dose) a poderem-se tornar comuns (de se ver ou frequentar) no nosso dia-a-dia:

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Vacinação

Sabendo-se por nossa escolha estarmos num Mundo Globalizado, onde já não existem fronteiras naturais (físicas, mesmo essas podendo já hoje ser ultrapassadas) e as outras se diluem (através de múltiplos acordos) cada vez mais, permitindo não só manter uma via aberta permanente de comunicação e de transporte com o exterior (oferecendo-nos um acesso em princípio mais simplificado ao mercado global), como em sentido contrário a chegada ao território onde nascemos e residimos (onde mantemos a nossa memória e cultura viva, a base da nossa soberania) não só de matéria-prima local (de produção externa), como igualmente e existindo intercâmbio (necessário sempre que existam trocas comerciais, deslocações) de pessoas (e outros “itens” associados).

E com as principais vias de comunicação (e transporte) Global completamente abertas, tal como a nível local o vírus se lança por todas as vias e portas de entrada disponíveis (por abertas) para chegar até nós e nos contaminar ─ através das ligações Família/Escola, Família/Emprego e Família/Lares ─ também a nível regional ou (como se viu, com este vírus) a nível Global, mantendo-se estas “condições de abertura mas a nível mais amplo, generalizado, inevitavelmente sucedendo o mesmo: em finais de 2019/inícios de 2020 com este novo coronavírus  apresentando o resultado da Globalização no seu percurso de vida, partindo da Ásia (pelos vistos com origem na China), num instante estando já na Europa (atacando profundamente e de início a Itália) e no seguinte já estando em Portugal (apanhado no caminho para o continente americano) e um pouco por todo o Mundo (desde o Brasil à Índia) ─ com exceção de uns poucos países/territórios/ilhas até pelo seu isolamento e para sua proteção (como muitas da Oceânia).

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Índia

Para já com a solidariedade Global a “ser mandada às urtigas”, esquecendo-se desde logo a afirmação (e promessa/compromisso) de que “o nosso bem (dos países mais ricos e mais protegidos) teria que ser igualmente o bem de todos” (dos países mais pobres e mais necessitados), sendo logo o primeiro a dar o mau exemplo (por sinal o país da Terra considerado o mais rico e poderoso) os EUA (açambarcando tudo para si desde equipamentos a vacinas e mesmo à custa do seu maior aliado ocidental, a Europa) e com a Europa aflita e enervada (pelas suas praticas, dependendo por delegado noutros intervenientes) e a tentar sair do buraco onde se metera, a seguir o mesmo caminho não conseguindo cumprir internamente (dentro dos prazos desejados) quanto mais ajudar os outros (externamente): um caos político felizmente sendo superado pela ciência, mas deixando mais uma vez os países mais pobres para trás. Até casos como o da Índia (apresentado acima) uma das maiores potências Mundiais ─ seja a nível nuclear, seja a nível do Espaço ─ um dos países mais populosos do Mundo e um dos maiores na fabricação de medicamentos e até de vacinas (sendo um dos principais fabricantes da vacina AstraZeneca), no entanto, apesar da sua aparente riqueza (verdadeira, mas mal repartida), sendo no presente (depois da Itália, dos EUA e do Brasil) o epicentro desta Pandemia Covid-19. E assim e como sempre e até na Globalização, com a parte boa a ser só para alguns e com a outra (a parte má) a ser para todos. Dizendo-se até para o aceitarmos sem reservas, serem “coisas da vida”.

(consulta: boingboing.net ─ imagens: Shahzaib Akber/Jagadeesh NV

em EPA/theconversation.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:38

Covid-19 no dia 1 de Maio

Domingo, 02.05.21

Olhando para a evolução do índice R(t) no Algarve desde o início da Pandemia, assim como para a evolução do nº de Infetados/dia, Internados, UCI e R(t) em Portugal nas últimas duas semanas, continuando-se a registar uma tendência de descida nos diversos parâmetros Covid-19, por vezes com ligeiras oscilações (daí devendo-se manter, sempre atento) sobretudo no nº de Infetados/dia. Condições para se prossiga na abertura e no caminho do fim deste já longo período de Desconfinamento: até porque no próximo mês (21 de junho) começa o Verão.

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Neste primeiro sábado deste início de mês para além da Comemoração do Dia Mundial do Trabalhador o 1º de maio, festejando-se igualmente outra abertura de um outro caminho dirigindo-nos para a Liberdade, o 1º Dia da Grande Abertura e logo num fim-de-semana: abrindo-se de novo a grande maioria das portas, dos passeios e das estradas, como no Algarve se viu nos passeios, nos centros comerciais e como seria óbvio nos cafés e nos restaurantes. Muitas lojas só reabrindo a partir de segunda-feira (espera-se, aguarda-se devido à crise).

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Com a abertura desde já das fronteiras terrestres com a Espanha, reiniciando-se de imediato o tão importante trânsito fronteiriço, tanto a nível de mercadorias como de fluxo turístico (entre a região portuguesa do Algarve e a região espanhola da Andaluzia), um fator necessário e fundamental para a recuperação da Indústria Turística do Algarve, sabendo-se da importância dos turistas britânicos e portugueses, mas nunca esquecendo a força dos nossos únicos vizinhos e bom clientes, os espanhóis. Faltando apenas os aviões, nunca antes do meio do mês de maio (mais por “dentro”) e quanto a britânicos, nunca antes do início de junho.

(dados: DGS/INSA ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:17

Investigador ou Ministro?

Domingo, 18.04.21

Depois de ter escutado o Ministro mais poderoso do Governo (hoje domingo, véspera da conclusão da reabertura ─ das escolas),

 

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Não tendo que se sujeitar às decisões do mesmo, por Autónomo e Independente (aparentemente e no sentido do cumprimento dos seus desejos, equiparando-se ao 1º Ministro) ─ nos 375 segundos da sua entrevista, disponibilizados pelo JN/TSF ─ e já estando logo à partida um pouco condicionado pela introdução à mesma entrevista (tentando-o descrever como um resistente, um herói, talvez solitário, mas um exemplo):

 

“Bateu-se pela manutenção das escolas abertas.

Perdeu e ganhou.

Por momentos, pareceu isolado.”

(JN/TSF 18.04)

 

Concluindo tratar-se de mais uma manobra de diversão do nosso Super-Ministro da Educação, agora que estando na véspera de finalmente concluir a colocação de mais uns 1,5/2,0 milhões de estudantes na rua ─ aproveitando para dizer e acrescentar (claro que em seu nome) que "este confinamento correu verdadeiramente melhor do que o primeiro" ─ aparecendo estrategicamente como o nosso Salvador,  face aos suplicados e constantes pedidos dos seus fieis seguidores, querendo-se ver livre do fardo (ao contrário do que afirmavam no Antigo Regime, quanto aos comunistas, querendo-as comer) do peso crescente das criancinhas.

 

Avaliação

(de T.B.R.)800px-Web_Summit_2017_-_Day_1_DG2_2759_(3824161249

Tiago Brandão Rodrigues

(Paredes de Coura, 1977)

Ministro da Educação

XXI Governo Constitucional de Portugal

Tempo

Bom

Natural de Paredes de Coura, fez o ensino secundário em Braga. Depois de fazer o doutoramento em Bioquímica, em 2007, na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, esteve em Madrid, em 2011, passou pelos Estados Unidos e, mais tarde, viveu na Grã-Bretanha e na Irlanda do Norte, onde trabalhou no “Cancer Research UK”, em Cambridge. Foi notícia, em 2013, pela investigação que desenvolveu na área da Oncologia, na deteção precoce do cancro. Ao fim de 6 anos em Cambridge, decidiu aceitar o convite de António Costa para regressar a Portugal e ser o candidato do partido por Viana do Castelo, em 2015. (wikipedia.org)

Tempo

Nem por isso

Um emigrante e estudioso optando por abandonar a sua zona de conforto na procura de alargar os seus horizontes pessoais e de conhecimento (até aqui tudo bem), mas caindo em tentação devido aos palcos de ilusão e perante o pedido expresso vindo de cima (de regresso urgente ao seu país de origem), prometendo-lhe um lugar como mais um dos seus filhos pródigos: e dando-se aí a inversão, regredindo no conhecimento e optando pelo mais óbvio (facilitador) ─ a política. Perdendo o tino. (PA)

 

Falando entre outros aspetos dos computadores, das aulas durante o Verão, dos exames e melhorias de notas e ainda do calendário escolar.

 

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No caso dos computadores e do milhão de exemplares a serem distribuídos (como há muito e muito prometido), utilizando a estratégia justificativa e desculpabilizante de sempre culpando os do costume, os outros: aqui com a culpa a recair e tal como se esperava, na contingência de estarmos a viver em tempos de Pandemia. No meu exame no Polígrafo e face à atuação do Super-Ministro (não a de hoje, mas a de sempre) concluindo não estar muito longe de o poder caracterizar (dentro de certos parâmetros) como um profissional do tipo (“3 vezes 9 são 27, 2 mais 7 são nove e noves fora nada”) “Conta-Certa” ─ mas esquecendo-se, ser ele o resto (igual a zero). Seguindo-se no seu caminho (no cálculo dele) o ensino Superior.

 

Tiago Brandão Rodrigues:

"Quem terá um problema maior é o Ensino Superior."

(JN/TSF 18.04)

 

Amanhã talvez aparecendo (ele, o Autómato-Autónomo) não sei se acompanhado por Marcelo (reformado compulsória e temporariamente por Costa), certamente que confirmando-se (a sua presença numa escola, de acordo com as suas ideias e com os seus pergaminhos, de preferência modelo ficando as outras para o BE) decorado dos pés à cabeça por diferentes tipos de testes e várias marcas de vacina ─ tendo atrás um computador controlando-o, fazendo-o mexer a boca e dando-lhe movimento (como o robot Sofia, da Hanson Robotics). E neste processo todo ainda se podendo atribuir-lhe (ao Super-Ministro) um aspeto positivo ─ “oremos pois todos, irmãos” ─ pressionado como foi para atuar e o fazer, por lobbies-de-pais (não os pais) e por lobbies-de-professores (não os professores), demitindo-se estes da sua função e das suas inerentes responsabilidades, invocando o Covid-19: não sendo unicamente o Padre (e as suas beatas ministeriais) os únicos culpados, pois não chegando estes (faltando os fieis e a caixa da esmola) para se compor uma Igreja.

 

(imagens: observador.pt ─ wikipedia.org ─portugal.gov.pt)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:32

Turismo/Algarve/Albufeira ─ A Caminho do 2º Verão Covid-19

Quarta-feira, 14.04.21

[Aqui com o “turista acidental”, a ser o vírus SARS CoV-2.]

 

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EUA

 

Tendo entrado no mês de março na estação da Primavera e estando cada dia mais próximo do início da próxima estação ─ o Verão pelo setor turístico associado fundamental para a Região de Turismo do Algarve ─ preocupado com a possibilidade do sucedido no ano passado se voltar a repetir (devido a restrições resultantes da Pandemia, reduzindo em grande quantidade o nº de turistas e as respetivas receitas) e ainda observando o que se passa pelo sul de Portugal especialmente no Algarve quanto à evolução da doença Covid-19 (e espreitando um pouco o Alentejo/a norte e a vizinha Andaluzia/a este) ─ com o vírus SARS CoV-2 a manter a sua presença na Europa (ressurgindo), com Portugal ainda não se tendo libertado definitivamente da vaga anterior (registando-se apesar de baixa, alguma instabilidade no nº de infetados e uma subida ligeira do R(t)) e com o Algarve a apresentar o índice de transmissibilidade mais alto do país ─

 

Sempre que a situação de alguma forma se apresenta (num intervalo/pensando e refletindo, numa observação/constatando uma facto/informação) e pensando-se constantemente nesta Pandemia parecendo interminável (por aqui iniciada em fevereiro/março de 2020, já lá vai mais de um ano), nos questionamos conhecendo os outros 4 familiares deste coronavírus ─ HCoV “229E, HKU1, NL63 e OC43” ─ se o mesmo sendo crónico terá ou não alguma periodicidade, de modo a podermos-lhe aplicar um procedimento igual ao dos seus familiares com a introdução das vacinas e a garantia da sua efetividade/eficácia (o que estas ainda não têm, dado ainda não se conhecer completamente a evolução do vírus, a sua periodicidade infeciosa): com as vacinas atuais mesmo cumprindo o seu objetivo (e esquecendo-se as consequências por na prática sermos nós as cobaias) ─ imunizar-nos contra a ação do vírus ─ não tendo ainda um prazo certo de validade podendo ser de muitos ou poucos meses, não permitindo para já a produção em série de vacinas (atualizadas) todos os anos como é o caso das da Gripe.

 

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Portugal

 

E ainda não havendo vacinas para todos e sem se saber ao certo e na realidade qual a vantagem da sua utilização (colocados perante problemas como as da vacina da Astrazeneca, devendo/podendo ser transversais a outras) e qual a duração das mesmas (meses? um ano? mais?) ─ necessitando-se de sobreviver à fome (Desemprego) e à doença (Covid-19) ─ tendo-se de pensar noutras informações capazes de uma forma alternativa nos ajudar no presente, contribuindo complementarmente para superarmos mais este momento marcante (pela negativa) ou não estivéssemos no Mundo (em 7,9 biliões de pessoas) a caminho do “Óbito Covid-19 Três Milhões” (3.000.000) em Portugal (em 10,2 milhões) do “Óbito Covid-19 Dezassete Mil” (17.000).  Sendo necessário para uma melhor compreensão deste vírus (SARS CoV-2) um estudo mais detalhado sobre a sua evolução e adaptação do mesmo ao meio ambiente (onde é inserido),

 

Podendo-se introduzir como temas de discussão levando a algum tipo de esclarecimento ou de solução (viral) ─ em duas mãos cheias ─ (1) as diferenças entre o Inverno e o Verão (calor/frio/humidade), (2/3) os possíveis efeitos positivos dos raios ultravioleta e do exercício físico, (4) a variação de intensidade conforme o clima, (5/6) as concentrações populacionais e a poluição,  (7/8) a periodicidade do vírus e (sendo a Covid-19 uma doença crónica) a sua sazonalidade (até pela produção e atualização das vacinas) e ainda (9) as idades mais suscetíveis de transmissão e (havendo mutações) (10) as diferentes estirpes/variantes (como a brasileira e a sul-africana). Podendo a intensidade de atividade do vírus variar, conforme a alteração (propositada ou não, sendo eficaz ou não) de diversos fatores.

 

(imagens: MaxyM/Shutterstock/theconversation.com ─ Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:15