Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

27
Fev 20

Na imagem (abaixo) com esporos de um parasita observados ao microscópio – denominado HENNEGUYA SALMINICOLA (encontrado em salmões) – até agora o único ser vivo (animal multicelular) em que o seu DNA na sua sequência (assinatura) não apresenta (ao contrário de todos os outros animais da Terra, sejam terrestres, aéreos ou marinhos) “genes respiratórios”: ou seja, não necessitando de respirar oxigénio para sobreviver.

 

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Alien Eyes

H. salminicola

(ou Henneguya salminicola)

Um parasita que ataca maioritariamente os salmões,

único animal conhecido (vivendo entre nós)

capaz de sobreviver “sem respirar” oxigénio

 

“A microscopic and genomic analysis of the creature revealed that,

unlike all other known animals, H. salminicola has no mitochondrial genome

the small but crucial portion of DNA stored in an animal's mitochondria

that includes genes responsible for respiration.

(Brandon Specktor/livescience.com)

 

Com este individuo um pouco estranho (pelas lacunas, pela forma, pelo aspeto) fazendo parte do Reino Animal e habitando (tal como o Homem) o nosso Ecossistema Terrestre (na imagem como que nadando sob os nossos olhos)  − e que muitos cientistas apontam como podendo ser um antepassado das ALFORRECAS – ao contrário dos seus prováveis ascendentes (e como afirma B.S.) perdendo o seu tecido, as suas células nervosas, os seus músculos (etc.) e pouco ou nada ficando (reduzindo-se ao mínimo) nem mesmo a sua capacidade respiratória.

 

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Alien Eyes

H. salminicola

(ou Henneguya salminicola)

Sob um microscópio fluorescente c/ os núcleos dos parasitas

(sem DNA mitocondrial necessário para a respiração celular)

a emitirem uma cor verde

 

Um parasita com um perfil genético extremamente simplificado proporcionando-lhe uma rápida e numerosa reprodução − e no caso do H. Salminicola sendo relativamente benigna (como no caso dos salmões) − mas com outros parasitas “seus familiares” a não serem bem assim, infetando e exterminando grandes stocks de outros peixes (uma ameaça para os peixes e pecadores).

 

Those "eyes" are actually stinging cells,

which contain no venom but help the parasite latch onto a host when needed.

These stinging cells are some of the only features

that H. salminicola has not ditched

on its journey of evolutionary downsizing.

(Brandon Specktor/livescience.com)

 

E tal como B.S. refere com os parasitas “Henneguya Salminicola” observando-nos, com aqueles “Olhos Alienígenas”.

 

(imagens: Stephen Douglas Atkinson/livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:31

13
Dez 11

Chegada do primeiro habitante permanente à Islândia

 

A Islândia conseguiu acabar com um governo corrupto e parasita. Prendeu os responsáveis pela crise financeira, mandando-os para a prisão. Começou a redigir uma nova Constituição feita por eles e para eles. E hoje, graças à mobilização, será o país mais próspero de um ocidente submetido a uma tenaz crise da dívida.


É a cidadania islandesa, cuja revolta em 2008 foi silenciada na Europa por receio de que muitos tomassem nota. Mas conseguiram, graças à força de toda uma nação e o que começou como sendo crise converteu-se em oportunidade. Uma oportunidade que os movimentos altermundialistas observaram com atenção e colocaram como modelo realista a seguir.

 

Central Geotérmica – 99% dos recursos energéticos vem das renováveis


Consideramos que a história da Islândia é uma das melhores notícias dos tempos actuais. Sobretudo depois de se saber que segundo as previsões da Comissão Europeia, este país do norte atlântico, fechará 2011 com um crescimento de 2,1% e que em 2012, este crescimento será de 1,5%, uma cifra que supera o triplo dos países da zona euro. A tendência para o crescimento aumentará, inclusive em 2013, prevendo-se que alcance 2,7%. Os analistas asseveram que a economia islandesa continua a mostrar sintomas de desequilíbrio. E que a incerteza continua presente nos mercados. Porém, voltou a gerar emprego e a dívida pública foi diminuindo de forma palpável.

 

Reykjavík capital da Islândia

 

Este pequeno país do periférico árctico recusou resgatar os bancos. Deixou-os cair e aplicou a justiça sobre aqueles que tinham provocado certos descalabros e desmandos financeiros. Os matizes da história islandesa dos últimos anos são múltiplos. Apesar de transcender parte dos resultados que todo o movimento social conseguiu, foi pouco falado o esforço que este povo realizou. Do limite que alcançaram com a crise e das múltiplas batalhas que ainda estão por resolver.

Porém, o que é digno de nota é a história que fala de um povo capaz de começar a escrever o seu próprio futuro, sem ficar a mercê do que se decida em despachos distantes da realidade dos cidadãos. Apesar de continuarem a existir buracos por preencher, escuros e por iluminar.

 

Parlamento Nacional da Islândia

A revolta islandesa não causou outras vítimas para além dos políticos e homens de finanças. Não derramou nenhuma gota de sangue. Nem foi tão apelativa como a tão famosa "Primavera Árabe". Nem sequer teve rasto mediático, porque os media passaram por cima em pezinhos de lã. Mesmo assim, conseguiram os seus objectivos de forma limpa e exemplar.

Hoje, o seu caso bem pode ser o caminho ilustrativo dos indignados espanhóis, dos movimentos Occupy Wall Street e daqueles que exigirem justiça social e económica em todo o mundo.

 

(blogue Porta da Loja, a partir do blogue de Maestroviejo; imagens Wikipédia)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:24

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