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Perto do Equinócio? Então é STEVE!

Quarta-feira, 17.03.21

Mas quem é STEVE?

 

Manifestando-se a grande altitude na atmosfera e apresentando-se como uma estrutura ótica colorida (cor-de-purpura) ─ assemelhando-se a uma AURORA , mas não o sendo, muitas vezes aparecendo lado-a-lado com elas e confundindo-se (aquando das tempestades geomagnéticas) ─ com STEVE em vez de como Aurora ver as suas partículas energéticas caindo como chuva em direção à Terra (oferecendo o espetáculo já conhecido), servindo-se de outro mecanismo (em funcionamento na ionosfera) para no final apresentar o seu produto ótico: não se verificando a queda de partículas (como nas auroras) mas a sua ausência, com um mecanismo atmosférico alternativo (ainda desconhecido) ejetando-os a grande velocidade através da alta-atmosfera ─ dando-lhe aquela cor (roxo) a gases a temperaturas na ordem dos 3.000°C e circulando a uma velocidade ultrapassando MACH 13 (velocidade hipersónica).

 

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Steve 1

March 12, 2021 @ Glacier View, Alaska

(Latitude 64°N)

 

História com STEVE

 

Partindo dum ponto de rutura estabelecendo a ligação entre o Universo A1 e os restantes, integrando todos o respetivo Multiverso A ─ um ponto de fonteira entre Universos (integrando esse Multiverso A) estando localizado a cerca de 14.0 BAL de distância do centro desse Universo (A1) ─ o viajante denominado como ITα (por se interessar na origem de conjuntos) iniciava aí um percurso de estudo e de análise (evolutiva, astronómica, astrológica, espiritual), levando-o aos extremos virtualmente definidos como (para uma mais limitada, mas fácil compreensão, generalizando/especializando) “o início e o fim”: em função dos recursos disponíveis necessitando para a execução de tal tarefa de três altos temporais, cada um deles com pouco mais de 4.5 BAL, levando-nos sucessivamente (1º salto) da periferia a um ponto intermédio (onde se definiriam e estabeleceriam os detalhes finais da viagem), (2º salto) desse último ponto à Via Láctea ─ onde aproveitando um interregno (para se libertar física e mentalmente, como se numa desintoxicação) tentaria observar um planeta algo curioso (com vida inteligente, alma e eletromagnetismo), num dos muitos Sistemas Planetários demonstrando estar numa fase civilizacional ainda muito primitiva (Sistema Solar centrado numa estrela de classe espectral G2V, o Sol) e no entanto algo avançada tanto no ramo da tecnologia como na da morte ─ para finalmente (3ºsalto) se colocar percorrida integralmente a distância no instante do BIG BANG.

 

Alan-Dyer-STEVE-Aurora-2-March-13-2021_1615753876.

Steve 2

March 13, 2021 @ near Gleichen, Alberta

(Latitude 51°N)

 

No 2º salto e passando perto da galáxia de Andrómeda, visitando a sua vizinha Via Látea assim como um Sistema Planetário (Solar por centrado no Sol) ─ rodeando uma estrela G2V (cor amarela/temperatura 5000/6000°K) ─ num instante saindo do tubo e aí caindo na Terra: sem mais vendo-se a olhar o céu, de um mundo distante (no tempo/espaço) e desconhecido, maravilhando-se com a sua extraordinária beleza contrastando com a (apesar de não visionada por nós, falsa por preenchida) escuridão do Espaço ─ como diria Carl Sagan “um pequeníssimo, fantástico e belo Ponto Azul, perdido na imensidão do Espaço. Logo à chegada com a (certamente) poderosa memória e cultura ancestral da “Entidade ITα”, a ser posto perante um evento (espetáculo geológico-eletromagnético, comparado ao Mundo Espiritual, simbolizando a Alma do Universo) julgando ser Aurora (mais presente) mas sendo Steve (mais ausente). No dia 12 e 13 de março (de 2021) em diferentes locais (latitudes) com o viajante deparando-se com ele (sendo um nome do género masculino ─ por tradução/interpretação ─ logo podendo ser um possível reflexo não de uma mulher, mas de um homem, de acordo e como obra da nossa “cabeça”) fixando o Sujeito/Objeto-Fenómeno e classificando-o como um STEVE: apanhado no Alasca (64°N) e mais abaixo em Alberta (51°N). Deixando a “ITα” completamente entregue e extremamente seduzido, como se estivesse em transe e antes de confrontar com o BIG BANG.

 

(legenda/inglês: spaceweather.com ─ imagens:

Fred Hirschmann/Steve 1 e Alan Dyer/Steve 2 em spaceweather.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:15

Velocidade da Luz (logica e naturalmente) Superada

Quarta-feira, 01.05.19

[Com partículas carregadas (protões/eletrões) ao atravessarem os poderosos campos eletromagnéticos rodeando Pulsares (estrelas de neutrões), dando origem à emissão (denominada Emissão Cherenkov) de raios Gama, com a projeção de flashes superintensos e extremamente luminosos/brilhantes.]

 

vanishing_pulsars.jpg

- While studying the globelike supernova remnant

Astronomers discovered a new pulsar PSR J1841-0500

- After shining for at least a year

The pulsar located inside the white circle abruptly disappeared.

- The left image was provided by the Multi-Array Galactic Plane Imaging Survey

The right by CHANDRA

(Shami Chatterjee)

 

Em mais uma conclusão Lógica (pelo nosso lado) e simultaneamente Natural (por parte de tudo o que nos Integra e Compõe) finalmente assumida por parte do Homem (o animal Racional habitando este planeta Terra e considerada a espécie Dominante), mais uma afirmação científica que poderia ter sido originada numa reflexão (é certo que um pouco mais incisiva e profunda) de um leigo curioso e autodidata (aprendendo com a sua experiência e com a replicação de episódios) − apenas observando, memorizando, associando (e dessa forma a partir do comportamento de um elemento podendo-se compreender os restantes) – informando-nos de uma Realidade um pouco diferente daquela oficialmente aceite (e incessantemente reproduzida) pondo em causa uma determinada Teoria (Científica) ou talvez nem tanto (apenas incompleta mas interagindo – por dinâmica − e sendo necessariamente Evolutiva):

 

“Faster-Than-Light Particles Emit Superbright Gamma Rays that Circle Pulsars”

(Yasemin Saplakoglu/livescience.com)

 

Tal como seria de esperar associando por exemplo a velocidade atingida por um Automóvel à velocidade atingida pela LUZ (dois veículos de transporte), com as mesmas (Automóvel e LUZ) atingindo a sua velocidade de referência (baixa ou elevada) mas podendo ser ultrapassadas (por baixo ou por cima) por outro tipo de veículo/objeto/partícula: e se a velocidade máxima atingida por um veículo circulando em terra atinge no momento cerca de 1200Km/h (Land speed record) – evoluindo desde velocidades muito menores (anteriores limites) para outras antes nunca imaginados (limites superados) – o mesmo podendo suceder com a LUZ e com a sua velocidade (limite) de 300.000Km/s. Contrariando ou talvez não entre todos os valores conhecidos o valor máximo oficialmente atribuído à velocidade da  LUZ (conhecida pelas suas partículas, viajando mais rapidamente entre todas por todo o universo conhecido) com os cientistas a depararem-se com Velocidades Superiores (à da Luz) apresentadas por outras partículas: viajando mais rapidamente do que a Luz ao atravessarem o Espaço (Quantum Vacum) rodeando PULSARES (estrela de Neutrões).

 

As electrons and protons fly by pulsars, they create the ultrabright gamma-ray flashes emitted by the rapidly twirling neutron stars, new research reveals.”

(Yasemin Saplakoglu/livescience.com)

 

crab-pulsar.jpg

- A group of astrophysicists using VERITAS

Spotted gamma rays with energies exceeding 100 billion electron-volts

Emitted from the Crab Pulsar supernova

- The fast spinning Crab Pulsar supernova

Was the first to be connected with a supernova remnant

- The Crab pulsar's emissions were more than 100 giga-electron-volts

Which are 100 billion times more energetic than visible light

 

Com esses “Raios-de-Luz” deslocando-se a mais de 300.000Km/s − as emissões CHERENKOV (raios GAMA) – e aparentemente contrariando a Teoria de Einstein (sobre a questão da Velocidade da Luz ser o Limite), a serem apenas o resultado (a consequência) da passagem de partículas carregadas por poderosos campos eletromagnéticos, como que lhes dando um impulso (criando uma Nova Onda), aumentando-lhes a velocidade e como que com um BOOM (sónico) ultrapassando os parâmetros normais (o limite/a fronteira): para além de nos fazer lembrar a barreira do Som (por exemplo sendo ultrapassada pela da Luz) e ainda nos recordar qual a fonte/forma de energia utilizada por muitas das sondas para se deslocarem (os campos magnéticos de corpos celestes, para dele obterem um impulso), nem se necessitando sequer de sair da TERRA (para observarmos/estudarmos este fenómeno) quando o poderemos confirmar aqui mesmo no nosso Mundo ao nosso lado (até aqui se vendo como tudo é Relativo do maior ao mais pequeno, do mais próximo ao mais afastado).

 

“These gamma-rays, called Cherenkov emissions, are also found in powerful particle accelerators on Earth, such as the Large Hadron Collider near Geneva, Switzerland.”

(Yasemin Saplakoglu/livescience.com)

 

E com mais este exemplo acentuando-se ainda mais a diferença (e a distância) entre Política/Estática/Estéril (símbolo de Limite, status quo e de Morte) e Ciência/Dinâmica/Evolutiva (símbolo de Infinito, movimento e de Vida), com uma mesmo face às evidências mantendo-se MONOLÍTICA/Indiferente (a Política) e com a outra face aos factos observados e infinitamente replicados TRANSFORMANDO-SE e mantendo-se fiel a LAVOISIER: “Na Natureza Nada se Perde, Nada se Ganha, Tudo se Transforma” − a primeira grande afirmação/reflexão universal (não colocando o Homem no Centro do Mundo mas nela), desmentindo o nascimento e a morte, como limite da existência (nossa e do Universo) mas no entanto nunca se descurando a outra (componente) a mental e Espiritual (não estritamente física). Ou o Universo não fosse uma Entidade Viva Eletromagnética (Físico-Espiritual). Com “Limites” por expandir (extinguir) sendo como tudo não descontinuados, mas naturalmente transformados. Mas tendo o Homem uma última palavra (primeiro passo: saindo da Terra, a sua Zona dita de conforto), não querendo ser Dinossauro, esquecido e Extinto.

 

"It provides a new way of testing some of the most fundamental theories of science by pushing them to their limits."

(Dino Jaroszynski/University of Strathclyde/eurekalert.org)

 

[VERITAS: Very Energetic Radiation Imaging Telescope Array System.]

 

(imagens/legendas: livescience.com e rt.com – CFA/ibtimes.co.uk)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:05

Impacto Profundo

Terça-feira, 14.06.16

“Não sendo por acaso que a maior barreira de proteção colocada entre nós e o Sol (precedendo pelo menos aqui a nossa existência), seja precisamente a região do Espaço que rodeia o planeta Terra e onde se encontra o Cinturão de Van Allen.”

 

Ondas de radiações eletromagnéticas (ELVEs) oriundas da nossa estrela de referência o Sol (localizada a cerca de 150.000.000Km) e deslocando-se através do Espaço (existente entre a estrela e a Terra) a uma velocidade próxima da velocidade da luz (V≈300.000Km/s), atingiram na passada quarta-feira (dia 8 de Junho) os céus do estado norte-americano do Colorado.

 

elve_strip.jpg

ELVE registado nos céus do Colorado

(Thomas Ashcraft)

 

Como resultado do violento impacto registado entre estas partículas oriundas do Espaço (exterior) e a base da Ionosfera terrestre, foi na altura observado um fenómeno extremamente curto e luminoso (com uma duração de 0.001s e estendendo-se por uma área de cerca de 300Km) tendo como consequência visível um intenso e curtíssimo relâmpago.

 

Neste caso acidentalmente registado pela câmara de vídeo do astrónomo amador Thomas Ashcraft (já que o fenómeno dura apenas 0.001s) e com a sua objetiva dirigida para uma camada superior da atmosfera (acima de uma tempestade) localizada muito próxima da fronteira aparente Espaço/Terra: como se fosse um DONUT iluminado.

 

Um fenómeno pelos vistos já bem conhecido e compreendido pela nossa comunidade científica especialista nestes Eventos atmosféricos (para nós e talvez pela nossa situação geográfica/coordenadas nunca vistos e um pouco estranhos), explicando-se muito rapidamente pela emissão de fortes impulsos de energia eletromagnética vinda de uma fonte exterior à Terra (o Sol) e pelo seu impacto final com a camada exterior que protege o nosso planeta (e a vida nele existente).

 

Conhecidos como ELVEs (Emissions of Light and Very Low Frequency Perturbations due to Electromagnetic Pulse Sources) e impercetíveis para todos nós (devido à sua baixíssima frequência), mas indicando rigorosamente na zona de formação desse DONUT brilhante o ponto central de impacto da EMP.

 

Upperatmoslight1.jpg

Fenómenos elétricos conhecidos registados na atmosfera terrestre

(ELF, SPRITE, BLUE JET e LIGHTNING)

 

An electromagnetic pulse (EMP) is a short burst of electromagnetic energy. EMP interference is generally disruptive or damaging to electronic equipment and at higher energy levels a powerful EMP event such as a lightning strike can damage physical objects such as buildings and aircraft structures.” (Wikipedia.org)

 

Os ELVEs são assim (e basicamente) emissões de radiações eletromagnéticas provenientes (maioritariamente) do Sol, que ao chegarem aos limites da Terra e ao chocarem com a sua camada exterior (a ionosfera), provocam da parte desta uma reação curta e brilhante originando o aparecimento de um fenómeno instantâneo e luminoso mas difícil de detetar: no caso dos ELVEs durando cerca de 1/1000 de segundo (impercetível para o Homem), enquanto no caso das RED SPRITES estendendo-se a sua visibilidade por um período um pouco maior e podendo já cintilar por cerca de um segundo (por este motivo mais fáceis de observar a olho nu).

 

O que nos leva a pensar em todas as consequências (positivas, negativas ou neutras) que estes fenómenos atmosféricos (visíveis ou invisíveis) possam ter na manutenção do ecossistema vital e limitado onde todos os seres vivos vivem atualmente (no também nosso planeta Terra), se necessário estudando-os, prevendo-os, prevenindo-os e como consequência direta e lógica, tentando sempre arranjar algum tipo de solução aceitável e realista. Mas nunca ficando à espera, a aguardar os efeitos do Impacto – que até poderá ser Profundo.

 

[Tal como no sexo, com as consequências já tão bem conhecidas (até no impacto comunicacional, com o aumento de audiências)]

 

(dados e imagens: spaceweather.com e wikipedia.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:50

O Bosão

Sexta-feira, 16.12.11

 

A realidade é como um modelo da Lego – constituída pela adição de pequenas parcelas.

 

Nós somos constituídos por pequenas parcelas chamadas átomos.

 

Os átomos – anteriormente as mais pequenas partículas de matéria – são constituídos por protões, neutrões e electrões.

 

Protões e neutrões são constituídos por quarks – os quarks e os electrões são partículas elementares sem nada menor no seu interior.

 

Ao falarmos agora do Bosão de Higgs, estamos apenas a comentar a massa dessas partículas.

 

O que pode ser um termo de comparação imperfeito: um quark pode ter comparativamente a um electrão, uma massa de proporção idêntica à associação das massas de um elefante e de um rato.

 

E ninguém conhece sequer, porque é que essa diferença de massas existe (entre partículas).

 

E então surge um indivíduo chamado Higgs, com a ideia de que no espaço onde se encontram essas partículas, a sua massa seria o resultado da interacção entre elas.

 

As partículas pesadas interagem mais; ao contrário das partículas leves, que permanecem mais estáticas.

 

Ora se o campo existe, os bosões seriam as mais pequenas partículas existentes, que constituiriam esse espaço.

 

Como a água e as suas moléculas.

 

(Explicações BoingBoing)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:08