Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

22
Out 13

The Man Who Remembered the Future


Philip K. Dick by Anthony Peake

 

Did sci-fi author Philip K. Dick see the future? Could he literally have been precognitive? This is one of the conclusions of a new biography by the consciousness theorist Anthony Peake.

 

It’s over thirty years since the writer’s death, but fascination for the works of Philip K. Dick continues to grow with more than ten major Hollywood movies based on his novels and short stories, including Blade Runner, Total Recall, Minority Report and The Adjustment Bureau. Peake’s new biography shines further light on the man himself, attempting to both sift the details of his complex personal life and penetrate the unique inner life that fuelled his work with something that may have been more than merely imagination.

 

“What I wanted to do was get into the man’s head,” said Peake. “His psychology is as interesting as his novels, [as is] his life itself.” A Life of Philip K. Dick: The Man Who Remembered the Future is the first biography to emerge following the publication of Dick’s Exegesis, the fabled million word late-night diary that was his attempt to fathom the bizarre visionary experiences of 1974, which he termed “2-3-74 and described as “an invasion of my mind by a transcendentally rational mind, as if I had been insane all my life and suddenly I had become sane.”

 

Anthony Peake seems an ideal investigator of Dick’s inner landscape with a back catalogue that includes such titles as The Infinite Mindfield: The Quest to Find the Gateway to Higher Consciousness and The Labyrinth of Time: The Illusion of Past, Present and Future, books unafraid to weave neuroscience, quantum physics and esoteric lore in an effort to engender insights into matter and mind.

 

“A part of [Dick] had always been aware of the future things he was going to encounter,” Peake told The Eternities podcast. “Phil stated many times that his earlier novels were based upon events that happened later in his life. He believes that he was drawing up his inspiration from future memory.”

 

According to Peake, Dick had a sense of another consciousness accompanying him from an early age, and he speculates that this was something like a higher self – called by Peake “the daemon” – which afforded Dick his intuitions and premonitions. And, yet, Dick’s own complex personality seems at times to confound these accounts, as if his prolific fictional output and drug use provoked an intermingling of the real and imagined.

 

Nevertheless, Peake says, “There is no doubt in my mind that Phil did see his own future. The most powerful evidence of this is the letter he wrote to a lady called Claudia Krenz-Bush [where] he describes how he had had hypnogogic images [in which] he saw in absolute detail the body of a portly middle aged man lying faced down between a coffee table and a settee. Handwritten underneath, it says, ‘Claudia, I think I’m becoming precognitive.’” According to the friend who discovered Dick after he had collapsed from the stroke which took his life, this was exactly the position in which he lay.


In both Dick’s life and works, it seems, there may be much for us all to learn about both our minds and the realities they create.

 

(Martin Higgins – disinfo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:39

24
Ago 11

   

 

Filho de um funcionário do governo federal, a sua irmã gémea morreu quase à nascença. Os seus pais divorciaram-se quando Philip contava quatro anos de idade. Acompanhou a mãe na sua mudança para a Califórnia, onde estudou, ingressando na Escola Secundária de Berkeley, onde permaneceu até 1945. Matriculou-se então na Universidade da Califórnia, onde estudou Filosofia e Alemão, abandonando o curso para trabalhar como disc-jockey numa emissora de rádio, mantendo, ao mesmo tempo, uma loja discográfica.

Começou a escrever nesta época, publicando o seu primeiro conto de ficção científica na revista Planet Stories. Chegou a terminar alguns romances de índole autobiográfica, mas não conseguiu encontrar quem os editasse. Decidiu portanto dedicar-se inteiramente à ficção científica, convicto de que este género poderia melhor abarcar as suas especulações filosóficas.

A sua primeira obra publicada foi Solar Lottery de 1955. A acção da obra decorria no século XXIII, num tempo em que a democracia como forma de eleição foi substituída por um sistema de loteria que decide as funções dos indivíduos na sociedade. No entanto, vem-se a descobrir que a sorte está viciada. Após o aparecimento de obras como Eye In The Sky de 1956, Dr Futurity de 1960 e Vulcan's Hammer de 1960, Philip K. Dick conseguiu ser reconhecido como escritor, sobretudo com a publicação de The Man In The High Castle (O Homem do Castelo Alto) de 1962. O romance recriava um mundo em que a Alemanha e o Japão haviam vencido a Segunda Guerra Mundial.

 

   

 

Por ter mantido relações com o Partido Comunista norte-americano, o escritor foi alvo de cuidadosas investigações por parte do FBI e dos serviços secretos da Força Aérea dos EUA. A visão quase paranóica da realidade que Dick demonstrou em muitos dos seus trabalhos não seria portanto de todo infundada.

Inspirando-se em ideias do Budismo, Cabalismo, Gnosticismo e outras doutrinas herméticas, e combinando-as com certos aspectos das novas crenças na parapsicologia, extraterrestres e percepção extra-sensorial, o autor criou mundos alternativos nos quais acabou eventualmente por julgar viver. Alegou ter sido contactado em 1974 por uma inteligência alienígena.

PKD explorou em muitas das suas obras temas como a realidade e a humanidade, utilizando normalmente como personagens pessoas comuns e não os normais heróis galácticos de outras obras do género. Precursor do género cyberpunk, o seu livro Do Androids Dream of Electric Sheep? inspirou o filme Blade Runner que, já perto da sua morte por um AVC (Acidente Vascular Cerebral), serviu como introdução a Hollywood e levou a que outras obras suas fossem adaptadas ao cinema.

 

   

 

(Texto – Wikipédia)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:27

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