Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

01
Mar 17

No decorrer destes últimos dias do mês de Fevereiro e quando todos os picuenses se preparavam para a passagem de mais uma data festiva, na Ilha do Pico o mar apareceu invadindo o litoral – destruindo e inundando.

 

Assolado por ondas que chegaram a atingir os 13 metros de altura provocadas pela forte ondulação marítima aí registada (a que a localização geográfica da ilha integrada no arquipélago dos Açores não será certamente alheia), a costa ocidental da Ilha do Pico foi nestes últimos dias atingida por uma tempestade marítima originada no oceano Atlântico e que afetou com maior intensidade a parte ocidental do arquipélago: Pico, S. Jorge e Faial e ainda mais a ocidente as Flores e o Corvo.

 

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Com as ondas e apesar de alguns avisos divulgados pelas autoridades marítimas a apanharem toda a gente desprevenida (até as autoridade), não pela tempestade em si, mas pela força e elevação da ondulação, saltando as margens naturais ou artificiais diante de si colocadas, invadindo terra e provocando alguma destruição. Como se pode verificar nas imagens (1 e 2) com o mar a invadir instalações localizadas junta à costa provocando inundações e danos bem visíveis (como o verificado no Cella Bar).

 

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Numa onda de mau tempo que tem assolado esta região do oceano Atlântico (afetando igualmente a Ilha da Madeira) especialmente no que diz respeito à agitação marítima e aos avisos lançados à navegação. Mas que na Ilha do Pico se fez sentir com grande intensidade sobre o seu litoral ocidental, forçando, derrubando e ultrapassando o molhe de proteção do porto da Madalena – e com a destruição a atingir inesperadamente as instalações no interior do porto e os barcos aí estacionados (conforme imagens 3 e 4).

 

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Além de atingir as instalações portuárias do Pico situadas na Madalena (destruindo parcialmente a sua muralha de proteção e áreas do seu cais comercial), invadindo zonas urbanas no interior e exterior do mesmo (imagens 5 e 6), como foi infelizmente o caso de um museu (onde decorria umas exposição) e num outro extremo do Cella Bar – considerado um dos bares mais bonitos do Mundo (prémio Edifício do Ano/2016). Num fenómeno meteorológico previsto, mas subestimado (em terra).

 

(imagem: SIC/Gato Canal e DAILY NEWS/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:32

08
Dez 13

Até ao fim deste ano se verificará se algo sobrou do Cometa do Século!

(no entanto outros asteróides e cometas vêm a caminho, agora que o Sol está teoricamente num pico máximo de actividade e que se aproxima da sua mudança de pólos magnéticos)


ISON (pretensamente) visto a partir da Austrália já no decorrer do mês de Dezembro

 

Em princípio o cometa ISON não se terá desintegrado completamente e desaparecido de vez do Sistema Solar. Observadores australianos afirmam ter obtido esta imagem do cometa vários dias passados sobre o seu periélio registado em 28-11-2013. Antecipadamente morto pela NASA e depois suscitando-lhes muitas dúvidas sobre se algo teria sobrevivido à sua passagem nas proximidades do Sol, a agência espacial norte-americana ainda não abandonou no entanto e definitivamente a observação do cometa, mantendo-se atenta à sua evolução e trajectória ao longo dos próximos dias. Relembre-se que a NASA denominou este corpo celeste viajando desde os confins do Universo e tendo atravessado na sua trajectória a nuvem de OORT como o Cometa do Século pelo espectáculo que a sua passagem perto da Terra nos poderia proporcionar fundamentalmente no início da sua viagem de retorno. No entanto a sua desintegração ao passar no seu periélio deitou tudo por água abaixo: segundo os especialistas da NASA nada mais restará do que algumas poeiras que acabarão por se dissipar no espaço, apesar de alguns afirmarem que uma parte diminuta do seu núcleo se poderá ter mantido intacta. Subsistem no entanto ainda algumas dúvidas sobre o cometa ISON: uma delas afirma que o perigo associado a este cometa ainda não está totalmente ultrapassado, já que a Terra ainda irá atravessar a zona por onde este terá passado na sua viagem de ida e na sua possível viagem de volta – durante a sua viagem em direcção ao Sol muitos aspectos do seu comportamento surpreenderam os cientistas, um deles a cor avermelhada que durante algum tempo apresentou a sua extensa cauda (mais extensa do que o diâmetro do próprio Sol) o que poderia significar a presença de produtos tóxicos e extremamente nocivos na sua constituição que poderiam ter consequências bastante nefastas para a manutenção do equilíbrio do ecossistema do nosso planeta, quando ele atravessava a zona incluindo a trajectória do cometa. Como confirmação desta possibilidade estaria o crescente número de acontecimentos relatados sobre o elevado número de meteoritos que tem nos últimos tempos atingido o nosso planeta e que segundo muitos observadores estaria relacionada com a anterior passagem do cometa ISON pela carregada nuvem de OORT, a qual teria provocado a impulsão de outros corpos aí existentes em direcção ao centro do nosso sistema, podendo vir a atingir a Terra. Como curiosidade adicional que muito tem intrigado alguns destes observadores, está o desligar momentâneo do SOHO e da impossibilidade de nos últimos dias se poder aceder às imagens diariamente fornecidas ao público pela NASA – apesar da justificação apresentada de possíveis trabalhos de manutenção e organização.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:19

21
Ago 13

A agência espacial norte-americana NASA dispõe agora de mais um satélite para o estudo pormenorizado do Sol e da sua atmosfera: com o lançamento do satélite IRIS os cientistas vão poder aceder a partir de agora a imagens de melhor qualidade e com um detalhe surpreendente, superiores às obtidas com o satélite SDO.


A atmosfera solar

 

O Sol atravessa actualmente um ciclo considerado de grande actividade, estando muito perto de alcançar o seu pico máximo. Entretanto nos últimos dois dias o Sol emitiu duas CME em direcção ao nosso planeta.


O Sol via SDO e IRIS

 

O satélite IRIS (Interface Region Imaging Spectrograph) foi lançado no passado mês de Julho. A imagem anterior revela um maior detalhe no caso do satélite IRIS (à direita), o que vem contribuir para um melhor conhecimento das camadas mais baixas da atmosfera solar.

 

 (imagens – The Watchers e NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:40

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