Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

04
Dez 19

[O “Preso Político Britânico”, por delegação temporária Norte-Americana (enquanto estes últimos, lhe fazem cuidadosamente “a cama”). Estranhamente esquecido (certamente por repentino, por processo de Lobotomia) pelos seus anteriores colegas e jornalistas − num misto de hipocrisia e de covardia − antes publicando-o, elogiando-o e até o premiando como símbolo (a seguir por todos, incluindo por eles) da Liberdade (incluindo a de Imprensa), no presente e simplesmente “não existindo” (nem como notícia de canto).]

 

WikiLeaks founder Julian Assange appears confused at extradition hearing

(independent.ie/21.11.2019)

 

N-ASSANGE 14.jpg

Julian Assange fundador de Wikileaks

(num cartaz afixado nas proximidades do tribunal de Westminster em Londres)

 

Com o apoio tácito da Corporação de Jornalistas na verdade não o sendo como profissionais engajados da Comunicação Social e dos Média que são − representando outro tipo de Corporações (associadas às anteriores), por acaso suas financiadoras – e como tal não necessitando de dizer a verdade (sempre perigosa) mas uma versão da mesma (não colidindo com a adotada, garantindo a segurança e mantendo o pagamento) sobre determinados acontecimentos por qualquer motivo tornados mais relevantes,

 

O relembrar no interior deste ambiente de passividade e de indiferença face às constantes violações dos Direitos Universais em todo o canto do Mundo onde qualquer Ser Vivo exista (Homem e restante fauna e flora, resistindo, persistindo e evoluindo) − onde tudo é banalizado e nivelado (equiparado) seja objeto ou seja sujeito (e progressiva e inevitavelmente com o objeto a superiorizar-se ao sujeito, tomando o seu lugar, substituindo uma máquina por outra, pretensa e exclusivamente considerando-se BIO)

 

Julian Assange (jornalista australiano, fundador do Wikileaks) e John Pilger (jornalista australiano, radicado no Reino Unido) em conversa na prisão de Belmarsh (situada em Londres) onde o primeiro se encontra detido:

Julian Assange:

"I think I'm going out of my mind."

John Pilgwe:

"No you're not. Look how you frighten them, how powerful you are."

 

Que neste Mundo os Crimes continuam a ser praticados impunemente, chegando-se mesmo ao cúmulo (ao extremismo da coação) de face à falta de provas evidentes (impossíveis de obter, pois só sendo apanhados a cometer o delito, em flagrante), serem aqueles por todos nós reconhecidos como Predadores (apontados, mas por covardia não identificados) a julgarem e a condenarem quem os denuncia, apenas por informarem as restantes vítimas (os colaterais, nós, a esmagadora maioria dos 7,5 biliões de almas) daquilo que estes criminosos faziam (fazem e continuarão infelizmente a fazer) em nosso nome:

 

Assassinando-nos das mais variadas formas (violenta mais suave, lenta mais demorada) − com Guerras, mas não o sendo sempre necessário − como o faz com JULIAN ASSANGE.

 

For 22 hours a day, Julian is confined in "healthcare". It's not really a prison hospital, but a place where he can be isolated, medicated and spied on. They spy on him every 30 minutes: eyes through the door. They would call this "suicide watch".

He is still denied a laptop and software with which to prepare his case against extradition. He still cannot call his American lawyer, or his family in Australia.

(John Pilger sobre Julian Assange, na prisão de Belmarsh/rt.com)

 

Questionando-nos onde estará o grande paquiderme representante de classe (dos Jornalistas, parecendo estar com a sua tromba, enfiada no cu) ainda não tendo entendido (talvez por causa das orelhas, tapando-lhes os olhos) que é o seu Rei, que com eles vai alienado e descoberto − por nu.

 

(imagem: Henty Nicholls/reuters.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:13

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