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Covid-19 PT ─ Bicho Vivo, Turismo Morto

Sexta-feira, 23.07.21

No período de 08.07 a 21.07 com a incidência cumulativa nos 16 concelhos do Algarve a ser liderada (TOP 10) por Albufeira (1.553), Portimão (1.137), Loulé (1.120), Lagos (1.034), São Brás de Alportel (983), Faro (888), Olhão (817), Lagoa (769), Vila do Bispo (602) e Silves (538).

Esta sexta-feira (23.07) na região do Algarve registando-se +291 Infetados e +2 Óbitos, com vítimas mortais pelo 8º dia consecutivo (total de 12 óbitos, ou seja 1,5 óbitos/dia). Num total de 383 óbitos desde o início desta Pandemia (numa média de 0,8 óbitos/dia).

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Num país com perto de 10,2 milhões de pessoas,

quase 0,95 milhões delas tendo sido contaminadas (cerca de 9%)

e destas quase 17,3 mil falecendo (nem sequer 0,2%)

 

Na contabilização publicada hoje pela DGS (incluindo as doses administradas até ao dia 22) com quase 4,5 milhões de portugueses completamente vacinados (45%) e com quase 6,5 milhões com 1 dose de 2 administradas. Pensando-se já na vacinação dos maiores de 12 anos.

Quanto à evolução da Pandemia e ao ano turístico na região algarvia, agora que se atravessa a designada “época alta de Verão” (devendo acrescentar-se “antiga”), por um lado esperando-se pela chegada do pico desta “vaga intermédia”, pelo outro turisticamente já nada havendo a fazer: turistas só se vendo alguns nacionais e por ali e por acolá, uns poucos estrangeiros.

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:43

Covid-19 PT/21.07

Quarta-feira, 21.07.21

Tendo-se de recuar a 10 de fevereiro de 2021 (então com 4.387 Infetados/dia) ─ aí com a “vaga de janeiro” já na sua fase descendente para se atingir um nº de Infetados/dia superior ao de hoje (4376 Infetados/dia) e por outro lado tendo-se de recuar a 22 de março de 2021 (então com 16 Óbitos/dia) ─ aí já em fase de Desconfinamento ─ para se atingir um nº de Óbitos/dia superior ao de hoje (13 Óbitos/dia), confirmando-se mais uma vez (como se tal fosse necessário tendo existido uma vaga idêntica, mesmo que de menor intensidade e notando-se menos, no Verão anterior) esta “vaga intermédia de Verão”: de momento com o seu pico de atividade a estar previsto (conforme os especialistas e as suas versões ) entre a 1ª semana de agosto e meados desse mês.

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Na região de turismo do Algarve como na sua capital administrativa Faro, ou turística como Albufeira, ou mesmo outro concelho qualquer do litoral ou do interior, lá vivendo igualmente algarvios e outros residentes permanentes (e temporários, nacionais como estrangeiros), com a crise económica e social a alastrar-se/agravar-se ainda mais este ano, depois de ter entrado em coma (a partir do Verão de 2020), arriscando-se a nunca mais de lá sair, tendo de optar entre manter-se vivo (artificialmente, com ajuda exterior) ou deligar as máquinas (de suporte de vida). Numa região sem alternativa, dada a sua “monocultura turística” e ainda-por-cima com um parâmetro dito de Saúde, mas de obtenção indireta (depois de “tratamento”) ─ o “Algoritmo” deles ─ a sobrepor-se a todos e a decidir tudo.

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Na evolução dos diferentes parâmetros Covid-19 (infetados, internados, casos graves/críticos, óbitos) nestes últimos 7 dias, com os valores a manterem ainda a mesma tendência de crescimento (mas muito menor nas consequências como óbitos, se comparadas com os da vaga anterior), no entanto nunca indo atingir números semelhantes ao registados em janeiro 2021. Com os dois parâmetros indiretos resultantes de combinações, equações, fórmulas e outros fatores, um ou outro talvez desconhecido ou injustificado ─ R(t) e taxa de Incidência (nº de casos/100.000 habitantes num período de 14 dias/2 semanas) ─ um deles o R(t) mantendo a sua tendência de descida (1,14 para 1,09), o outro a taxa de Incidência a sua tendência de subida (336,3 para 409).

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:50

UK Covid-19 Freedom Day

Segunda-feira, 19.07.21

“Na Inglaterra enquanto os jovens sem qualquer tipo de restrições e muitos deles nem sequer estando vacinados, faziam a contagem decrescente para se atingir o dia 19 (passagem de domingo, para segunda-feira) ─ como se se tratasse, da Passagem de Ano ─ na manhã do denominado “1º Dia de Liberdade” (o mesmo dia) os trabalhadores mantendo as mesmas medidas de segurança e de proteção, mesmo estando percentualmente mais vacinados, mantinham o procedimento normal tido nos dias anteriores (semana de trabalho). Os primeiros (os mais jovens, melhores transmissores do vírus) não usando máscara, os segundos continuando a usá-la (mas mesmo que vacinados e por causa dos outros, podendo recair).”

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Dia da Liberdade Reino Unido 19 julho 2021

 

Neste dia 19 de julho de 2021, mais de 16 meses depois do início da Pandemia de Covid-19 (dia que ainda há poucos dias e segundo os Conservadores, apoiados pelo 1º Ministro Boris Johnson, se propunha poder ser declarado, dada a relevância da data, como “feriado nacional”), é declarado finalmente e no cumprimento do prometido pelas autoridades do Governo (algo já por diversas vezes adiado) o “Dia da Liberdade”: deixando para trás todas as restrições (de prevenção e de segurança) até ontem utilizadas contra esta Pandemia, baseando-se a justificação para tal ato e mudança radical de procedimento, na já grande percentagem de pessoas (completamente) vacinadas, mesmo podendo não ter atingido ainda a tão falada e não menos controversa (para uns 70%, para outros só aos 100%)  “imunidade de grupo”.

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Covid-19 Portugal 2021

 

A 17 de julho (segundo a “ourworldindata.org”) com o Reino Unido a ter 53% da sua população completamente vacinada (Portugal 46%) ─ ainda o Reino Unido na vanguarda Mundial no nº de vacinações completas ─ e 15% só com 1 de 2 doses aplicadas (Portugal 18%) ─ sendo agora o líder no nº de pessoas só com 1 dose de 2, o Canadá (pouco mais de 20%); globalmente com mais de 26% da população Mundial já tendo recebido pelo menos 1 de 2 doses da vacina, tendo-se administrado no total mais de 3,7 biliões de doses, numa média atual de quase 30 milhões de vacinas/dia. Mesmo para o Reino Unido, nem sequer tendo atingido os 60% de completamente vacinados e como tal estando ainda longe do valor “mínimo e limite para a imunidade de grupo” (os tais 70% iniciais), sendo evidente tal medida ser tomada cedo de mais, contrariando a esmagadora opinião das autoridades científicas e quando ainda-por-cima assistimos a uma nova “vaga intermédia de Verão” do coronavírus (outra estirpe/variante, agora a “delta”).

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Covid-19 Algarve 2021

 

E se a vacina contra o vírus SARS CoV-2 e a doença a este associado a Covid-19, tem surtido resultados como se parece confirmar com os números apresentados (de Infetados/Internados/Óbitos) nesta nova “vaga de Verão” (se comparada com a anterior, a de janeiro 2021) ─ com o crescimento do nº de Infetados a não se refletir como anteriormente no nº de Óbitos, sendo o valor deste último (parâmetro) muito menor (antes por cada 100 Infetados originando-se 5,5 mortes, depois por cada 100 Infetados originando-se 0,2 mortes, 25X menos) ─ também se tendo de mencionar que praticamente nenhum país tendo até hoje atingido sequer os 50% de completamente vacinados (exceção feita ao Reino Unido, ao Canadá e a Espanha), utilizando-se uma vacina de 2020 quando já deveríamos ter a de 2021 (no mínimo um reforço).

Um dia em que Portugal registou +1.855 Infetados (UK, +39-950), +8 Óbitos (UK, +19), com 1.032 doentes hospitalizados (+51 doentes do que ontem, com 181 em UCI). Com a região do Algarve a apresentar +231 Infetados e +2 Óbitos (hoje, 25% do total nacional). Na campanha de vacinação com mais de 4,7 milhões de portugueses completamente vacinados (46%) e com mais de 6,5 milhões (64%) com 1 dose de 2 (a serem administradas), dados de ontem.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Alberto Pezzali/Associated Press/latimes.com

e Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:42

“Não Temer o Vírus” e “Vacinar, Vacinar, Vacinar”

Domingo, 18.07.21

[Sendo necessário, em ritmo militar.]

No final deste domingo 17 de julho de 2021, 2º ano Covid-19 (a caminho do 17º mês) e 1ª ano de vacinação (a caminho do 7º mês), das quase 10,5 milhões de doses administradas, com perto de 4,2 milhões estando já completamente vacinados (40%) e com perto de 6,3 milhões tendo tomado 1 de 2 doses (60%). Obra de um militar (de 60 anos), quando muitos civis com a mesma idade (ou mais novos), já estão reformados (ou prontos para se transferirem, feito o seu estágio no setor público, para o seu verdadeiro mundo a iniciativa privada).

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Infetados

1 de Janeiro 2021 a 15 de Julho de 2021

 

Determinando a razão entre o Nº de Infetados e o Nº de Óbitos ao longo deste ano de 2021 (durante 196 dias/28 semanas/14 períodos), em três pontos distintos dos respetivos gráficos ─ ponto inicial, ponto de pico máximo e ponto final ─ chegando-se à conclusão de que se no ponto inicial o Nº de Infetados era 70X o Nº de Óbitos (no ponto de pico máximo 51X), já no seu ponto final o Nº de Infetados era 453X o Nº de Óbitos: sendo pois muito menor as consequências mortais, mesmo com um nº muito superior de Infetados (com Covid-19).

Algo fácil de constatar observando-se e comparando-se os dois gráficos (aqui representados), muito semelhantes na sua evolução (no mesmo período de tempo e atravessando a vaga anterior) exceção feita à sua “fase final” com a curva de “Infetados” a ser bem mais expressiva do que a ligeiríssima curva de “Óbitos”.

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Óbitos

1 de Janeiro de 2021 a 15 de Julho de 2021

 

Podendo-se desde já destacar dois fatores podendo ter contribuído maioritariamente para a diminuição desta correspondência ─ diminuindo muitas vezes mais, o nº de mortes ─ apesar de mais contagioso sendo esta variante do vírus muito menos “mortal” (talvez mais graças a Nossa Sra. de Fátima, nunca à civil M. Temido de A. S.) e com a campanha de vacinação em curso sendo uma arma fundamental (podendo tornar-se num êxito, graças à liderança de um militar. H. G. e Melo) para diminuir drasticamente as vítimas desta luta prevendo-se prolongada.

Tentando-se agora adivinhar o que se seguirá a esta “vaga de Verão”, quando a vaga que antes mais se temia, seria aquela a surgir depois do Verão (fim do 3º trimestre/início do 4º trimestre de 2021): por essa altura e mantendo-se o ritmo (do “militar”), com 100% da população portuguesa completamente vacinada.

(dados: dgs.pt imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:09

Covid-19 PT ─ Temido Será o Vírus

Sexta-feira, 16.07.21

Quando Portugal regista (desde março de 2020) um total de 923.474 Infetados e 17.194 Óbitos (e ainda com 949 hospitalizados); e dos cerca de 10,2 milhões de portugueses (no fim do dia 15 de julho, faltando ainda o dia de hoje, 16 de julho) com 4,1 milhões completamente vacinados (uns 40%) e a caminho dos 6,2 milhões com 1 dose de 2 administrada (uns 60%).

Num momento em que a Ministra da Saúde dá mais importância ao tratamento de dados (Transmissibilidade e Incidência) ─ para posteriormente, justificar as suas ações ─ do que aos próprios dados (Infetados/dia, Internados, UCI e Óbitos/dia) ─ divulgados, antes de “tratados” ─ pondo de lado os parâmetros favoritos da Ministra (indiretos, utilizando equações e fórmulas), optando pelos mais visíveis (os resultando de observação direta) e não me deixando levar pela “Matriz de Risco” ─ tão acarinhada pela Ministra (talvez pela forma, talvez pela apresentação, talvez pelas cores) ─ apresentando aqui dois gráficos (1 e 2) podendo-se consultar a evolução da epidemia (de Covid-19, desde 25 de janeiro de 2021), posteriormente passando a pandemia e estando cada vez mais próxima da sua passagem (oficial) a Endemia.

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Gráfico 1

 

[Entre os diferentes Eventos Covid-19 PT ocorridos em Portugal nestes últimos dias, destacando-se sem dúvida o caso que até poderia integrar um site de notícias alternativas, paranormais ou de origem em outros mundos (talvez paralelos, que não o nosso), com um determinado número de jovens ao ser vacinado com a 1ª dose da vacina contra a Covid-19, momentos depois da sua administração e como que se desligando (automaticamente, algo/alguém colocando-os OFF), caindo (desmaiando/perdendo os sentidos), para poucos segundos depois, se levantarem (sendo colocados de novo ON) regressando (sem conseguirem explicar ou aperceber-se bem do sucedido) ao seu estado dito normal. Inicialmente culpando-se a vacina, suspendendo por horas a sua administração, para de seguida sendo ilibada, voltar a ser administrada. De resto com mais esta situação, não sendo como tantas outras, completamente esclarecida (propositadamente adiada, para assim ser esquecida), indo cair no “buraco das memórias Covid-19” (nem sequer sendo analisada, tendo sido ilibada a fornecedora farmacêutica da vacina em causa).]

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Gráfico 2

 

Olhando-se para o gráfico 1 relacionando a evolução Infetados/dia e Óbitos/dia, sendo clara a não correspondência atual do nº de Infetados com o nº de Óbitos, ao contrário do registado em períodos com valores semelhantes (na vaga anterior, de janeiro 2021) ─ de Infetados: por exemplo no 17º dia assinalado no gráfico 1 (10 de fevereiro) com 4.387 Infetados/dia, registando-se 161 Óbitos/dia (5829 Internados e 853 em UCI), enquanto no 171º dia assinalado (no mesmo gráfico, a 14 de julho) com 4.153 Infetados/dia, registando-se apenas 9 Óbitos (742 Internados e 161 em UCI) ─ quase 18X menos vítimas mortais. Quanto ao gráfico 2 para além de se verificar um acompanhamento lógico da evolução dos parâmetros “Internados e UCI”, relativamente ao nº de Infetados/dia (e sua consequência, Óbitos/dia), sendo mais uma vez clara a semelhança da evolução das curvas Internados/UCI – descendo/subindo uma descendo/subindo a outra. Ao contrário do para muitos confusos casos (resultando da mistura/manipulação de parâmetros, dando maior valor a uns, do que a outros fatores) ─ ou problema, talvez de compreensão nossa, não dos privilegiados ─ de por um lado o R(t) descer e por outro lado, a Incidência continuar a crescer.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:41

Covid-19 PT/14.07

Quarta-feira, 14.07.21

Sendo visível observando os dois gráficos a subida do nº de Infetados/dia tanto em Portugal como no Algarve, sendo acompanhada igualmente a nível nacional (como regional) pela subida do nº de indivíduos Internados e em UCI (estado grave/crítico). E como se verifica no gráfico inferior, com o nº de Óbitos/dia a nível da região do Algarve (assim como a nível nacional) a não acompanhar este crescimento (do nº de Infetados/dia), sendo muito menor que o registado na vaga anterior (de janeiro de 2021) ─ fazendo-nos lembrar a evolução Infetados/dia e Óbitos/dia, ocorrida no decurso do Verão anterior (1º Verão Covid-19). Hoje na região do Algarve registando-se +441 Infetados.

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Verão de 2020 ao qual se seguiu a “vaga de novembro” e passado o Natal e o Ano Novo (2020 para 2021), dando origem à violenta “vaga de janeiro de 2021” ─ atingindo os 16.432 Infetados/dia e os 303 óbitos/dia ─ neste momento e parecendo repetir-se o processo (do 1º ano com Covid-19, iniciado em março de 2020), atravessando-se o 2º Verão Covid-19, mas agora já com uma “nova vaga” declarada, podendo repetir-se de seguida uma nova vaga como a do outono de 2020, prevista (já há algum tempo) para depois do fim do Verão de 2021: esta sim (e a acontecer) podendo ser relevante, dependendo do coronavírus (estirpe/variante) e (do êxito) da nossa campanha de vacinação.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:27

Vaga de Inverno, Vaga de Verão ─ E Depois?

Terça-feira, 13.07.21

Com o pico desta “vaga intermédia de Verão” remarcada para meados de agosto (há uns tempos atrás, meados de julho), registando-se hoje em Portugal +2.650 Infetados, +13 Internados (agora nos 742), -2 em UCI (agora nos 161) e ainda +9 óbitos (de um total de 17.173). Tendo-se vacinado até ontem, completamente quase 3,9 milhões de portugueses (38,2%) e apenas com uma de duas doses quase 6 milhões de pessoas (58,8%) ─ de um total de cerca de 10,2 milhões.

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Como se não tivessem afirmado antes (os especialistas, o Governo) “a meio deste mês de julho estarmos a atingir o pico máximo de atividade desta nova vaga” ─ meados de julho (talvez com uns 4.000 Infetados/dia) ─ eis que hoje somos surpreendidos pela indicação dos mesmos especialistas afirmando agora o pico máximo estar previsto para meados de agosto (portanto, sendo adiado um mês) com cerca de 6.000 Infetados/dia. Afinal como é que é?

Deixando-nos mais uma vez confundidos (e por outro lado ficando com a certeza de que este ano turístico acabou, “sendo hoje decretado o seu funeral”) e como resposta para disfarçarem e orientarem a nossa atenção noutra direção (absorvendo-se tranquilamente mais “um erro/contradição), como que reconfortando-nos com uma “leve carícia”, informando-nos adicionalmente (uma consequência deste atraso) que face ao ponto de situação que se fará sentir em meados de agosto com mais de metade da população portuguesa já vacinada, essa vacinação contribuirá fortemente para o retrocesso do coronavírus.

Mas não nos explicando o que fazer se tal não suceder (tratando-se de previsões, dependendo dos números e de como os tratam), nem sequer falando dessa vaga anteriormente prevista (finda a última, a de janeiro de 2021) como podendo ser mais significativa (podendo haver uma menor no Verão, tal como no ano passado), para depois do fim do Verão (no início do outono, tal como sucedeu o ano passado). Podendo tratar-se já de uma endemia, podendo estar-lhe associado (ao vírus) um ciclo (de maior/menor atividade).

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Pelo que este dia 13 de julho poderá marcar uma data trágica para o Turismo de Portugal, para o Turismo do Algarve e para toda a estrutura socioeconómica que sustenta este país, podendo-se quebrar e cair de fome e/ou da doença e sobrevivendo apenas os mais fortes e/ou poderosos. Entre outros com Pedro Simões Coelho (da plataforma Covid-19 Insights), apesar de os números projetados para meados de agosto poderem ser considerados “assustadores” ─ prevendo-se aí mais de 6000 Infetados/dia (hoje nos 2000/3000) ─ afirmando não serem os mesmos preocupantes dado não se repercutirem em óbitos (como o da vaga anterior e estando a vacina já em ação).

Esperando que no entanto (lá vindo o “mas”, não se tendo até agora reforçado os meios/recursos materiais e humanos no setor da Saúde) e para lá da necessidade de se manter ou mesmo acelerar a atual campanha de vacinação, os hospitais não voltem de novo a encher rapidamente, chegando e ultrapassando os limites e podendo de novo correr-se o risco de colapso (mesmo existindo muito menos mortes) ─ já se verificando neste dia muitos indícios de tal, com as consultas/operações cirúrgicas a voltarem de novo a ser adiadas e com os hospitais a encherem-se de novo agora (sendo muito menos graves os casos) mais rapidamente.

E se de repente e tal como sucedido o ano passado surge outra vaga, mas “ainda mais relevante”. Neste momento e para um leigo, os eruditos estando no mínimo ainda “meio-perdidos”, esperando-se ainda pela reação das cobaias (nós, os humanos) à 1ª vacina (podendo ser mais ou menos eficaz, podendo necessitar de atualização), tudo sendo possível: ou ganha o vírus ou ganha o Homem, com enormes probabilidades de ser o Homem, restando saber-se a que custo, a meio do segundo ano da vigência do coronavírus já se indo globalmente nos 4.059.220 (13.07.2021 pelas 18:40 TMG).

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:43

Covid-19 PT/11.07

Segunda-feira, 12.07.21

Nestes últimos 28 dias (14 de junho a 11 de julho e a nível nacional),

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Vírus SARS CoV-2

Depois de epidemia e de pandemia, seguindo-se a endemia

(sendo absolutamente necessário as vacinas)

 

Com o nº do Infetados a subir de 625 para 2323 (3,7X), com o nº de Internados a subir de 340 para 672 (quase 2X) e com o nº de doentes em UCI a subir de 77 para 153 (quase 2X) ─ e ainda com a taxa de Incidência a subir de 84,5 para 272 (3,2X) e com o índice de transmissibilidade R(t) a subir de 1,09 para 1,18 (1,1X) ─ estando-se provavelmente numa “vaga de Verão intermédia” em nível de gravidade e como tal de consequências (em nº de infetados/óbitos) muito menor do que o da vaga anterior (a “vaga de janeiro de 2021”), mas algo parecida com a “1ª vaga de Verão intermédia” (ocorrida no ano passado/de 2020).

Falando-se das consequências desta Pandemia Covid-19 ─ provocado por este coronavírus (invisível, propagando-se pelo ar, mortal) ─ tendo-se igualmente de falar na intervenção do Homem na resolução deste problema, desde logo e até pela sua contribuição positiva (até agora não desmentida) ─ e sendo-o inegavelmente ─ tendo-se de destacar a vacina sem a qual a situação hoje em dia seria bem pior: hoje (dados de domingo relativos a sábado, já estando pois ultrapassados) com 3,7 milhões de portugueses já tendo a vacinação completa (36%) e com 5,9 milhões já tendo tomado 1 de 2 doses (58%) ─ 9,6 milhões de portugueses com proteção ou com um mínimo de proteção (ou seja 94%).

A nível Mundial registando-se um ligeiro crescimento global especialmente no nº de infetados/dia, destoando dessa tendência e curiosamente (estando nele incluído o Brasil) o continente da América do Sul (ambas as tendências infetados/óbitos/dia negativas). Num total Mundial pela uma da manhã desta segunda-feira (01.00) de 187.617.639 Infetados e de 4.048.919 Óbitos (e ainda 78.320 em estado grave/crítico ou UCI). Com o trio Índia/Indonésia/Reino Unido a liderarem no presente o nº de Infetados/dia (acima dos 30.000/dia) e com o trio Indonésia, Rússia e Índia a liderarem no nº de Óbitos/dia (acima dos 700/dia).

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:23

Vagas Relevantes Covid-19 Foram Duas

Sábado, 03.07.21

[Esta vaga agora em curso podendo ser, uma vaga secundária/intermédia.]

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Nos últimos 14 dias

c/ o nº de Infetados/dia a subir 106%,

c/ o nº de Internados a subir 37%

c/ o nº de doentes em UCI a subir 19%

 

Estando connosco há 16 meses ─ a Pandemia Covid-19 ─ e tendo-se atravessado duas vagas marcantes a “vaga de março de 2020” (no seu pico máximo com 37 óbitos/dia) e a “vaga de janeiro de 2021” (no seu pico máximo com 303 óbitos/dia), da mesma forma que no ano passado atravessamos uma fase intermédia posicionada entre vagas principais ─ coincidindo com o Verão (e tempos adjacentes, antes e depois deste) ─ pouco se notando por de intensidade reduzida (mesmo assim podendo  atingir por volta de 500 infetados/dia e mais de 10/óbitos/dia), poderemos neste momento estar a viver uma nova fase intermédia (a 2ª) separando-nos desta  última vaga relevante (de janeiro de 2021), da seguinte (3ª vaga relevante) tudo apontando para ter o seu início depois do Verão no último trimestre de 2021 (senão mesmo antes, ainda em Setembro): apesar dos números Covid-19 atuais apontarem para valores superiores aos da 1ª vaga relevante, sendo tal natural dada a maior “violência” (em infetados e óbitos) desta 2ª vaga relevante, implicando naturalmente neste período intermédio valores superiores. Não sendo esta propriamente uma vaga (relevante) e desse modo, não se compreendendo (apesar da evolução dos números e pelo menos para já) o aumento das restrições impostas pelo Governo, não tendo sido o mesmo feito no ano anterior (aí abrindo), nem nada justificando (olhando para os resultados desse ano e que se conheça) esta decisão completamente oposta (aqui fechando). Podendo para muitos de nós ter chegado o momento de optar entre dois caminhos distintos e cada vez mais distantes (não mais dialogando), “morrer de fome” ou então “morrer de doença” ou numa ação vertiginosa, “morrer de ambos os males” usufruindo-os extraordinária e simultaneamente (como se dessemos dois tiros certeiros na cabeça). Vivendo-se neste momento de alucinação coletiva, onde um agente indiferenciado (de um conjunto infinito, de muitos outros como ele) se torna relevante passando a “protagonista”, mesmo que microscópico, novo e limitado (no seu pouco tempo e espaço percorrido) paralisando um planeta, a sua raça dominante, a Civilização deste: existindo outros iguais ou ainda piores (e bem ativos atualmente), nunca tendo saltado de imediato para a liderança (em função da sua virulência e/ou mortalidade) do Ranking Mundial ─ como por exemplo a morte por gripe, por contaminação de água, por acidentes automóveis e até por tabaco, ninguém por isso fechando o Mundo.

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:08

Covid-19 PT ─ Vaga Sim/Vaga Não

Sexta-feira, 02.07.21

“Esta quinta-feira 1 de julho,

(e com os números Covid-19 a crescerem de novo)

com 1 em cada 3 portugueses a já estar vacinado.”

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Covid-19 Portugal 2021

182 dias de Pandemia

 

A evolução nos primeiros 182 dias do ano de 2021 (quase 50% do ano decorrido) ─ 2º ano da Pandemia Covid-19 ─ do somatório do nº de Infetados/dia e do nº de Óbitos/dia nos primeiros 13 períodos de 14 dias deste ano, sendo visível a partir do 11º período (de 14 dias ou 2 semanas) ─ lá para a 2ª quinzena de maio ─ uma subida constante do nº de Infetados, para já não se refletindo (significativamente) no nº de óbitos (nos últimos 14 dias entre 1/6 c/ média de 3). Podendo significar um período idêntico ao vivido pela mesma altura o ano passado (Verão e início de Outono, na altura com a variante britânica) com a presença do coronavírus a manter-se apesar de muito menos eficaz quase que não se sentindo (não se dando por ele, mas estando presente nos números), sendo-o (uma repetição semelhante do processo anterior) sugerindo (aí sim) um novo crescimento acentuado esse sim podendo ser considerada uma vaga, tal como a do início deste ano de 2021 (durante o Inverno e aqui com a variante britânico-indiana). Se a campanha de vacinação avançar (na sua administração e eficácia) e tudo o mais colaborar (desde o estado, aos cidadãos, passando pelas empresas) ─ e não passando esta nova vaga apenas de uma réplica (mais pequena/residual) da anterior (esperemos que sim, até para termos no mínimo, um mini Verão) ─ atingindo-se a imunidade de grupo com esta 1ª vacina (protótipo, sendo o Homem a cobaia), podendo-se encarar com mais segurança e esperança uma nova vaga anunciada para depois do fim das férias (último trimestre de 2021). Desejando-se não ser já uma nova estirpe/variante em ação (como a delta plus) e que simultaneamente uma nova vacina (atualizada da de 2020 para a de 2021) já esteja a caminho (e que no intervalo sendo necessário e como reforço se ministre uma nova dose). Hoje 1 de julho de 2021 dos 10,1 milhões de portugueses já tendo sido completamente vacinados quase 3,2 milhões de pessoas (32%) e incompletamente (só 1 dose de 2) 5,4 milhões (53%) ─ dos outros cerca de 1,5 milhões (15%) não se tendo notícia.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:09