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A 25 de Dezembro

Sábado, 25.12.21

“Tudo começando ao sermos informado da passagem de um objeto voador não identificado atravessando os céus de Portugal (à entrada do dia 25 de dezembro), imediatamente sendo acompanhado por ordens do comandante dessas forças (Marcelo) por um caça da Força Aérea Portuguesa.”

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Encontro entre o jato da FAP e o Pai Natal

(a 25 de dezembro de 2021 com Rudolfo presente)

Reconhecendo oficialmente pelo menos nesta quadra (natalícia) o que continuada, oficialmente e igualmente desmente, (institucionalmente) todo o resto do ano ─ na defesa e no interesse e dando-lhe (excesso de) protagonismo a Economia (em geral), secundarizando pelo impacto negativo a Saúde (a nível individual), podendo desmobilizar-nos coletivamente ─ como que recordando e destacando a época do Carnaval, trocando-se de máscaras todo o ano (podendo-se, outros como que as tendo, indefinidamente colada ao rosto) e resolvendo-se escolher uma específica para um determinado dia (só podendo ser para conscientemente, nos deixar-mos enganar, em desespero e como que já não houvesse esperança), com o Estado português através da intervenção da sua Força Aérea,

À passagem do Pai Natal (uma criatura virtual) sobre os céus de Portugal ─ e sendo a mesma detetada pelos radares ─ com os nossos militares certamente com o consentimento e apoio dos seus superiores (por esta altura, Seres Imaginários), do Estado e de todos os seus funcionários superiores (abençoando-os), a escoltarem (que se saiba e apenas) o Pai Natal e a viatura por ele dirigida, circulando no céu puxado pelas suas renas comandadas pelo líder destas Rudolfo, desde a entrada à saída do nosso espaço aéreo ─ sendo verdade e nunca desconfiando das atitudes do Estado para connosco (os eleitores, os que lá os colocaram), enviando um caça real. E se até aqui a mistura real/virtual até se podendo afirmar como que condizendo com o espírito da época ─ juntando-se crianças e adultos, uns capazes de sonhar e ultrapassar suposto limites, os outros já não sendo mais ingénuos, mas cada vez mais responsáveis ─ sendo conveniente que evoluindo tudo (contando com o nosso envolvimento, aceitação), tudo devendo ser incluído (tudo tendo existido, tudo existindo e tudo por nós decidido devendo a partir de agora existir).

Desse modo, sendo imparcial, mantendo-se equidistante e aceitando tudo (em nome da Democracia, aceitando mesmo a presença dos nossos predadores, mantendo-se assim o equilíbrio final), solicitando esclarecimentos sobre o desconhecimento parecendo propositado (suspeitando-se que discriminatório) da existência de outros protagonistas neste Evento anual, mas sempre em desenvolvimento ─ desde o Pai Natal barbudo e barrigudo do Oriente, à lata de Coca-Cola com a sua barba-branca e seu vermelho-da-fatiota aí impresso ─ como (e só falando de dois personagens) de Krampus (o seu companheiro habitual a 25) e de Harry (o seu mais recente companheiro), não esquecendo ainda de falar da rena Rudolfo: um (Krampus) por bem conhecido por um grupo de criancinhas, outro (Harry) por agora se intrometer na vida amorosa do Pai Natal ─ nem se falando curiosamente da Mãe-Natal ─ e ainda o terceiro (Rudolfo) sendo o líder das renas e pelos vistos em conjunto com o Pai Natal ─ devido ao método de propulsão utilizado ─ debatendo-se com um grande e atual problema (como na generalidade dos meio de transporte, de poluição).

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O jato da FAP levantando voo

(em direção aos céus de Portugal, ao encontro do Pai Natal)

Num momento da nossa História em que vindos de um período de mais de trinta anos (consecutivos) de domínio e pensamento único exercido por um território limitado (EUA, com pouco mais de 4% da população Mundial), mas por opção geostratégica e política (subjugando outros) e poderosamente armado (e por esse método) eliminando completamente a oposição (a nível planetário, ignorando a renovação da Rússia e a ascensão meteórica da China) ─ num processo evidente de decadência de um Império, um Regime Planetário Unipolar, dirigido por um Território Bipolar (exacerbando o seu poder, cada vez mais virtual, em torno de um papel impresso o Dólar) ─ eliminando patrões e trabalhadores e lá colocando os intermediários, entregando os diplomas a quem antes usava as armas, especializando-os mesmo antes de saberem onde estavam e qual a sua função, deixando-os brincar com palavras e daí criando “monstros-mentais”, o trilho parecendo sê-lo mas por artificial na realidade não o sendo (senão direções impositivas) ─ e tendo sido lá previamente colocado (num processo da mais pura eliminação e “martelando-se” ideias, começando-se com os objetos-verdes e já se indo nos sujeitos-verdes) ─

Não se podendo aceitar nunca, o não envolvimento de personagens levando-nos até ao nossos problemas existências atuais e oficiais (querendo-nos integrar) ─ como os do novo mundo das relações interpessoais e de género ─ tendo-se no presente de recorrer ao complemento da nossa ação introduzindo sempre que possível (e até por necessidade de sobrevivência, de financiamento obviamente que por parte do poder) estes temas, caso contrário correndo-se o risco de se ficar para trás: seja esquecendo Krampus o “terror-das-criancinhas-mal-comportadas” assim não se mantendo o equilíbrio (com as do Pai natal as “bem-comportadas), seja esquecendo-se do novo companheiro do Pai Natal pois assim transformando-o em gay (coitada da Mãe-Natal ninguém falando nela, sexismo), esquecendo-se cada um dever ser o que sente (e não o que é), seja ainda e não sendo menos importante (ou não nos debatêssemos com a poluição, com o Aquecimento Global/Alterações Climáticas) a “problemática das renas” simbolizadas em Rudolfo (arriscando-se a ser descontinuado, onde estão os direitos dos animais, a seguir sendo nós, os referidos como racionais), tornando o veículo do Pai Natal um problema dado as renas fazerem “cocó”, contribuindo com isso (com o eu cocó) para o aumento da poluição e do efeito de Estufa na Terra ─ sendo a viagem de noite (painéis solares, não) e podendo não haver vento (ventoinhas, também não) um problema para ser resolvido em 2022, caso o Pai Natal ainda esteja presente (tendo fugido ou tendo sido compulsivamente reformado e recambiado, para a sua terra natal a Lapónia de onde (um dia assim o concluirá) nunca deveria ter saído. Acontecendo tal a todos.

(imagens: emfa.pt/FAP/Força Aérea Portuguesa/youtube.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:04

Corrupção ─ Mas o que é isso?

Domingo, 19.12.21

[PT/Num País Sem Corrupção: Não será até pelo que observamos, nos contactos, com todos e no nosso dia-a-dia ─ como uma das nossas condicionantes oficiais e pedagógicas, induzidas ─ a corrupção (tal como alguns pretendem com a pedofilia) um fenómeno natural?]

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Um país de brandos costumes, por alguém dito à beira-mar plantado e sobretudo com a ação da Justiça, não conseguindo demonstrar sequer a existência inequívoca de verdadeira (talvez generalizada, desculpando-se a grande com a pequenina e vice-versa) corrupção.

“Um crime cometido não porque alguma pessoa oferece, existindo do outro lado uma outra que aceita (querendo-nos convencer de que somos todos corruptos, logo e de imediato, a corrução sendo um ato banal, normal), mas porque para lá dessa troca tal depender de atos ilegais em benefício do próprio ou de outro (vantagem indevida) e o prejuízo de muitos.”

Nos últimos 10 anos (2010/2019) com 4.806 investigações realizadas, 1.167 arguidos mencionados e 609 destes condenados (52% dos arguidos, nada mau), não conseguindo descortinar nenhum nome por especialmente destacado, neste combate à corrupção em Portugal ─ um sinal sendo no final apenas 60 deles condenados a prisão efetiva (quase 10% dos condenados e pouco mais de 5% dos arguidos) ─

E como tal e sem se mencionarem grandes nomes, com poucos julgamentos de casos de “Grande Corrupção”, pelo menos não tendo como origem subalternos (ajudantes/intermediários), “verdadeiramente mediáticos”,

Depois de ler algo mais não me interessando particularmente, por vezes levando a perder-me em detalhes mesmo pequenos e insignificantes (desviando-nos talvez propositadamente a atenção), chegando ao momento da 1ª revelação revelando e tentando justificar esta falta de eficácia (como não fosse desde sempre conhecido, por todos do topo até á base e “ilhas adjacentes”),

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Não nos deixando iludir com o índice de perceção de corrupção (aqui de 2018 ano pré-Pandemia, tudo se tendo agravado ainda mais), não deixando de reparar que os países com menor índice se limitam, aos EUA e aos seus aliados da Europa Ocidental (e pouco mais).

Baseando-se o não atingir do objetivo pela falta de verbas e de escassez de recursos humanos, a tal desculpa dita como “completamente esfarrapada: duplicando os processos não acontecendo algo de semelhante (provavelmente sucedendo o inverso) nos recursos materiais/humanos. Que revelação, que descoberta, só podendo mesmo ser oriunda das nossas mentes brilhantes/iluminadas, colocadas perante um espelho e vendo nele a sua imagem, nem notando sequer estar a mesma (não sendo bem o modelo original) algo distorcida, corrompida.

Seguindo a consulta de informação e finalmente chegados aos que eles designam como o seu “baú” ─ o momento da 2ª revelação, o momento decisivo ─ alcançando o que interessa, os grandes casos de corrupção mais complexos, internos e até transfronteiriços, representando não muitos milhares, mas muitos milhões.

Surgindo então a “Operação Rota do Atlântico”, a “Operação LEX”, a “Operação CROSSFIRE” e a “Operação TUTTI-FRUTTI”, mencionando já (abertamente) os primeiros nomes, mas poucos (como José Veiga, Manuel Damásio, Rui Rangel, etc.);

Mas com as grandes operações a surgirem verdadeiramente ─ ajudadas e catapultadas a explodirem comunicacionalmente, graças à agora intervenção maciça e previamente solicitada da Comunicação e seus diferentes Média ─ depois e ao mesmo tempo que já se investigavam as Autarquias (a administração local como fonte de corrupção) com as operações Éter, Rota Final, Teia, etc.,

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Sempre c/ o mesmo ao leme, s/ qualquer tipo de alteração, no mesmo rumo e não se perspetivando a curto-prazo, algo contrariando esta peculiar e eterna situação, continuando-se tal como c/ D. Sebastião à espera do resgate dos milhões, perdidos c/ a corrupção.

Com o aparecimento de casos tornados mediáticos por interesse ilegítimo e fraudulento de alguns (por vezes vindo mesmo de onde nunca se esperava), neles destacando-se (a partir de 2009, um período de 13 anos) as operações (oito) “Face Oculta”, “Monte Branco”, “Marquês”, “BES”, “Vistos GOLD”, “FIZZ2, “E-Toupeira” e “LEX”.

Num território tão pequeno, relativamente pobre e por consequência em tudo limitado ─ e como se vê com os casos de corrupção ao longo destes últimos anos, a não terem sido nada poucos, mas mesmo muitos ─ no nosso país com a realidade a ultrapassar cada vez mais largamente a ficção,

Existindo cada vez mais corruptos e muito mais corrupção e até com os ainda não corrompidos ou candidatos futura e profissionalmente a corromper, dada a corrupção se estar a transformar em mais uma instituição oficial por tradicional ─ como diria Tintim, para crianças dos 7 aos 77, uma opção (política) com futuro ─ tendo certamente longas filas de espera. Sendo grande, sendo óbvio, querendo ser político.

“Estando-se apenas e no fundo (lembrem-se do Homem, como animal racional e espécie dominante) na presença de “decomposição de matéria orgânica”, de “putrefação”.”

(dados: retirados de Valentina Marcelino/dn.pt/05.10.2021

─ imagens: reddit.com ─ publico.pt ─ paginaglobal.blogspot.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:45

Aqui a luta é pela sobrevivência do Homem

Segunda-feira, 13.12.21

“Boris Johnson refuses to rule out more restrictions before Christmas, as Omicron spreads at rate 'never seen before'.” (13.12.2021/sky.com)

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Portugal

Internados, UCI, taxa de Incidência e índice de Transmissibilidade.

Por esta altura exatamente há um ano (13 de dezembro de 2020) e aproveitando-se para comparar o sucedido neste ano de 2021,

Em 2020, +4.044 infetados (+66 no Algarve), +98 óbitos (+1 no Algarve), 3.157 internados e 513 doentes em UCI,

Em 2021, +2.314 infetados (+215 no Algarve), +15 óbitos (+3 no Algarve), 994 internados e 144 doentes em UCI,

(na evolução do nº de Infetados/dia e de Óbitos/dia de 2020 para 2021, concluindo-se por uma diminuição em Portugal e em sentido inverso, para um aumento no Algarve desses valores)

Vivendo-se por essa altura (dezembro de 2020) o decrescimento da vaga que daria origem à “Vaga de Inverno”, iniciada no período entre o dia de Natal (25 de dezembro) e o dia da Passagem de Ano (de 31 de dezembro para 1 de janeiro),

Conduzindo-nos à 3ª vaga com o seu pico máximo de atividade a ser atingido pelo fim do mês de janeiro de 2021, alcançando-se aí o record do nº de infetados/dia com 16.432 infetados (a 28 de janeiro) e do nº de óbitos/dia com 303 óbitos (a 28 e 31 de janeiro).

Neste final de ano de 2021 e estando-se já a viver o 2º ano consecutivo de Pandemia Covid-19, parecendo para já estarmos a seguir um caminho algo semelhante ao seguido durante o ano de 2020 (o nosso 1º ano, experimental, entregues apenas a nós próprios) ─ com esta vaga ainda em curso ─ confirmando-se a sequência (podendo o coronavírus ser cíclico, endémico), estando aí por perto uma réplica em 2021 da vaga de 2020: a mais intensa de todas, antes “entregues apenas a nós próprios”, depois e “já se estando vacinado” (com Portugal acima dos 85%), bem protegidos (e mais apetrechados, por prevenidos) contra esse inimigo invisível e mortal.

Na tômbola diária Covid-19 indicando valores atuais, podendo ser projetados e assim revelar-nos antecipadamente o nosso futuro e o deste coronavírus (e sua descendência) ─ ficando-se a saber quem vai em vantagem, tendo mais hipóteses de vencer ─ mantendo-se a instabilidade na generalidade dos parâmetros da doença Covid-19 (provocada pelo SARS CoV-2 e suas mutações/estirpes/variantes),

Com os doentes internados (e em UCI) a crescerem, tal como a taxa de incidência e com o sinal positivo a vir do índice de transmissibilidade, continuando em descida, hoje em R(t)=1,09 (mas ainda maior que 1). Veremos, pois o que acontece nesta última semana de aulas (13 a 17 de dezembro) e no período restante (18 a 24, tempo de compras, de viagens, de múltiplos contactos, mesmo entre diferentes níveis etários) até ao dia de Natal.

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Combate ao coronavírus

Vacinas e campanhas de vacinação, a serem decisivas.

Talvez estando neste curto espaço de tempo (podendo ser demasiado concentrado em determinados momentos, tendo picos) ─ onde argumentaremos validamente como nossa defesa o nosso comportamento e a eficácia das vacinas ─ a resposta sanitária para os tempos que aí vêm, se para nosso mal ou se para nosso bem.

Á medida que nos aproximamos dos festejos do Natal com a evolução Global dos números Covid-19 a manterem uma tendência de descida, nas duas últimas semanas com o nº de infetados a descer de 5% e o nº de óbitos de 3%, na Europa sendo algo semelhante (-6% e -1%). Podendo-se pressagiar algo de positivo para todos nós (quase 8 biliões), mas (no planeta) ainda faltando vacinar (proteger) muita gente, certamente muito mais de metade.

Tendo que fazer qualquer responsável ou autoridade (os que agora nos conduzem como marionetas) ou até mesmo nós (nem tendo voto na matéria para nada, apenas obedecendo e votando), no mínimo corar e pensar como tal vergonha, é ainda possível (mesmo sendo neste mundo) com tanta gente (esperando-se que não lobotomizada, física ou subliminarmente) presente e como testemunha.

“Nations that have adequate resources like vaccines are opening up, while others are locking down in a bid to slow the virus' transmission. This is not just a moral outrage, it’s also epidemiologically and economically self-defeating. The pandemic is a test, and the world is failing. The pandemic will end when the world chooses to end it. It’s in our hands ... We have all the tools we need: we can prevent this disease, we can test for it, and we can treat it.” (Tedros Adhanom Ghebreyesus/Diretor-Geral da WHO/julho 2021)

[E o que é que sucederia se um outro vírus em vez de infetar uns 400.000 indivíduos/dia e vitimar mortalmente uns 8.000 indivíduos/dia ─ caso deste coronavírus SARS CoV-2 e dos seus descendentes, talvez podendo ser e ao que muitos ainda pensam, “uma coisa pouca” , ainda não tendo chegado os “grandes-tubarões” ─ aqui chegasse de rompante e infetasse e matasse muito mais: talvez assistíssemos antes da diminuição brutal da população do planeta, à implosão da nossa sociedade, ao regresso ao início.]

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais ─ James Melaugh/theguardian.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:13

Covid-19 ─ Parece, mas não é (bem assim)

Quarta-feira, 08.12.21

Confirmando mais uma vez que “o que parece, por vezes não é” (nunca mais aprendemos), ao contrário do meu 1º espanto face à evolução dos números COVID-19 no ALGARVE (Infetados/dia),

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Hoje com +5.286 Infetados (Algarve +338) e +15 óbitos (Algarve +3, 20% do total).

 

─ Estando a crescer em 2021 relativamente a 2020,

quando deveria (pela média nacional) estar a diminuir

Deixando para trás as médias e as interpretações oficiais e reconhecendo o erro parcial transportado pela minha dúvida “o que é que se passa no Algarve” (a nível da evolução dos parâmetros Covid-19, incluindo neles os infetados),

Constatando que pelo menos nestes últimos 38 dias (desde 1 de novembro a 8 de dezembro) a linha do nº de Infetados/dia em Portugal, acompanhar a mesma, mas referindo-se agora ao Algarve, senão coincidindo sendo ambas muito semelhantes.

Um erro importante, no entanto, não deixando de ser parcial, pois se por um lado estas duas linhas se acompanham (referindo-se apenas a 2021) ─ num duelo Portugal Vs. Algarve ─ por outro com os valores registados em 2021 (já com vacina), a serem bem superiores aos de 2020 ─ num duelo 2021 Vs. 2020. Pelo menos no Algarve.

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:26

Meteorologia PT ─ Depressão Barra

Terça-feira, 07.12.21

E se pela cidade de Albufeira (onde resido) a maior diferença observada para além do aumento da agitação marítima a ser o regresso do tempo de chuva, já pela cidade do Porto (onde nasci) para além da passagem da depressão Barra se sentir mais intensamente (vento intenso e forte precipitação) com a forte ondulação a sentir-se já no litoral norte, obrigando (na cidade) a fechar a barra e as estradas próximas.

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Nas bordas de uma tempestade

Em Portugal com a maior alteração verificada e sentida pela generalidade dos seus cidadãos, em função da depressão Barra ─ mantendo-se o tempo frio ─ a ser o regresso (por alguns dias) do período de chuva intensa.

 

Cada vez mais próximos do início do Inverno (21 de dezembro) e do dia da Natal (25 de dezembro), seguindo-se ainda e pouco tempo depois a Passagem de Ano (31 de dezembro de 2021 para 1 de janeiro de 2022), com Portugal a ser atingido esta terça-feira (7 de dezembro) pela Tempestade Barra (uma depressão), chegando ao continente a partir do fim da tarde (a partir das 18:00), atingindo o seu máximo de atividade no dia seguinte (quarta-feira, 8 de dezembro) e começando a diminuir os seus efeitos durante quinta-feira (9 de dezembro).

Prevendo-se para este período e na sequência do atravessamento do nosso território pela depressão Barra (fazendo-se sentir mais intensamente os seus efeitos a Norte, indo estes até à zona de Lisboa e a partir daí e para sul, sendo mais moderada nos efeitos e nas consequências) ─ segundo o IPMA ─ um agravamento das condições meteorológicas, com a ocorrência de precipitação (mais intensa do fim da tarde de hoje, ao início da manhã de amanhã), de queda de neve (nas terras altas do norte, especialmente amanhã), aumento da velocidade do vento (com rajadas) e ainda forte ondulação marítima (podendo atingir os 7 metros, esta terça-feira e quarta-feira).

Terminando tudo e como refere o IPMA: “Devido ao transporte de uma massa de ar frio na circulação conjunta da referida depressão com um anticiclone localizado a noroeste dos Açores, prevê-se também uma descida de temperatura no dia 08, que associada à intensificação do vento, irá provocar um aumento do desconforto térmico” (Depressão BARRA/Efeitos em Portugal continental/5 dezembro 2021).

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Uma tempestade chegando e partindo rapidamente

Depressão Barra chegando com maior impacto a Portugal continental a partir das 18:00 de terça-feira (dia 7) e atingindo a sua intensidade máxima começando a amainar a partir das 06.00 de quarta-feira (dia 8).

 

Pelas 16:00 horas desta terça-feira (7 de dezembro) já se sentindo os efeitos da depressão Barra, com todo o território continental já sob o efeito da precipitação (tendo nublado mais a sul), com a ondulação marítima prevista a andar já por um máximo de 4 metros (a norte) e com os parâmetros de Barra a tenderem a agravar-se: com precipitação mais intensa, rajadas de vento, arrefecimento noturno e mesmo (nas zonas mais altas, como a Serra da Estrela e regiões adjacentes) queda de neve, poupando sempre um pouco (de casos extremos) a região de tempo geralmente mais moderado/agradável (aceitável) do Algarve.

Assim, deslocando mais o meu interesse meteorológico para sul do Tejo, mais particularmente para o extremo Sul de Portugal ─ onde se situa por exemplo a cidade de Albufeira, onde resido ─ confirmando-se até pela previsão do IPMA a manutenção destas condições meteorológicas até quinta-feira (dia 9 de dezembro), no início do próximo fim-de-semana em Albufeira iniciando-se a retoma das condições que antes já nos atingiam, sobretudo temperaturas baixas e acentuado arrefecimento noturno (nas zonas mais altas com queda de neve): regressando-se a uma sucessão de vários dias sem chuva (pelo menos uns 4), seguido de alguns dias de céu encoberto (outros 4, podendo originar aguaceiros), com as temperaturas a andarem neste período de 8 dias (indo de 9 a 16 de dezembro), entre os 7°C de mínima e os 21°C de máxima (amplitude térmica de 14°C).

A Sul com vento moderado sobretudo de Norte e no litoral com a ondulação marítima nunca ultrapassando os 1,5 metros.

(imagens: nit.pt ─ gfycat.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:56

A 20 dias do Natal (2º Covid-19)

Domingo, 05.12.21

Com Portugal a ter de recuar a inícios de fevereiro deste ano, para obter valores semelhantes aos registados nos últimos dias no nº de Infetados/dia e a meados de março para valores semelhantes no nº de Óbitos/dia ─ ainda ontem com 5.649 Infetados/dia e hoje com 23 Óbitos/dia ─ continuando-se num ritmo crescente dos valores destes parâmetros Covid-19 (taxa de incidência média nacional ainda nos 374), apesar de se registar (desde há 10 dias) uma contínua descida do índice de transmissibilidade nacional (descida do R(t) de 1,2 para 1,13).

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Subindo o nº de Óbitos/dia e simultaneamente descendo o índice R(t), podendo-se já estar em redor (esperemos que já um pouco à frente) do pico máximo desta vaga de Outono. E mantendo-se otimista, do início do fim dela.

 

Na região do Algarve e não respeitando o sentido (e as conclusões) dado pelas consequências verificadas da evolução do vírus SARS CoV-2 em 2020/2021, com esta ─ se comparada com o sucedido em Portugal a nível nacional ─ indicando ao contrário do seria de esperar o nº de Infetados/dia e de Óbitos/dia ser bem maior este ano (de 2021) do que em 2020: parecendo contrair o efeito projetado para as vacinas diminuindo claramente o nº total de infetados e o nº total de óbitos,

Nestes últimos 35 dias (1 de novembro a 5 de dezembro) tendo-se registado na região do Algarve e neste período 5.867 Infetados (contra 2.675 em 2020) e 47 Óbitos (contra 27 em 2020): comparando 2020/2021 nos Infetados tratando-se de (quando deveriam ser descidas e além disso acentuadas) um aumento de 2,2X e nos Óbitos igualmente um aumento aqui de 1,7X “contrariando” Portugal.

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:00

OMICRON, o grego

Quinta-feira, 02.12.21

“E as autoridades?

É Natal, ninguém sabe onde estão!”

Andando-se ainda preocupados com DELTA e agora sendo confrontados com OMICRON, mais três gráficos para se poder verificar a evolução da doença (COVID-19), nos últimos 32 dias em Portugal (desde 1 de novembro):

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Mesmo com a chegada de OMICRON podendo substituir rapidamente DELTA, com todas as notícias oriundas da África do Sul, a indicarem que esta mutação do vírus SARS COV-2 apesar de “atingir mais pessoas, em menos tempo” (sendo mais infeciosa/contagiosa), não vê traduzir essa taxa de infeção/contágio em valores superiores a anteriores mutações (estirpes/variantes), como por exemplo nos óbitos.

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Devendo-se estar alerta, mas não se devendo levar pelo alarmismo (sendo bombardeados incessantemente pelos Média, ajudando-nos, mas em nome do medo), aproveitando-se o momento para espairecer um pouco mais a cabeça (de tanto estarmos fechados em casa e isolados, sem contactos de mera sobrevivência), seja OMICRON um vírus ou um mero futebolista grego.

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Acabada esta “Vaga de Outono” então se verá, acalmando tudo de novo ou então (e tal como sucedeu o ano passado), vindo de imediato (quase ligada) a “vaga de Inverno” ─ estação de Inverno a iniciar-se a 21 de dezembro, seguindo-se logo o Natal (dia 25) e a Passagem de Ano (de 2021 para 2022). Tal e qual como o ano passado, é certo que aí “SEM VACINAS” ─ veremos (iniciada a campanha de vacinação, no início deste ano) se ainda resulta (se ainda é eficaz, falando-se estar no presente nos 40% de eficácia).

(dados: dgs.pt imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:00

Pandemia de SARS CoV-2 ─ NOV2020 Vs. NOV2021

Sábado, 27.11.21

Nestes 27 dias de novembro de 2021

e comparando-se com igual período de 2020 registando-se

3X Menos Infetados e 7X Menos Óbitos.”

Para quem ainda tem dúvidas sobre a eficácia (mesmo que parcial) das vacinas contra este coronavírus (origem da doença Covid-19) ─ afirmando os especialistas que atualmente a sua eficácia, poderá já ter descido para os 40% (daí a necessidade de reforço) bastando para tal comparar a evolução dos números de Infetados/dia e de Óbitos/dia, registados no mesmo período de 2020 e de 2021 ─ de 1 a 27 de novembro ─ em Portugal. Bastando olhar para o gráfico seguinte e comparar (as barras de infetados e as linhas de óbitos).

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Estando-se nitidamente numa 5ª Vaga/Outono (seguindo-se a sequência do ano anterior, podendo-se seguir de imediato uma 6ª Vaga/Inverno), mas com sequências (em infetados, mas sobretudo em óbitos) muito menos gravosas.

 

Verificando-se uma nítida descida ao comparar as colunas do nº de infetados (amarelo/2021 e castanho/2020) e as linhas do nº de óbitos (azul/2021 e vermelho/2020), fazendo o somatório ao fim dos 27 dias de novembro, com o nº total de infetados a passar de 140.184 para 49.159 ─ 3X menos ─ e com o nº total de óbitos a passar de 1.759 para 248 (de 2020 para 2021) ─ 7X menos. Entretanto salientando-se o bom comportamento (geral) das vacinas, tanto a oeste (norte-americanas/inglesas/alemãs) como a este (russas e chinesas).

Enquanto isso na Europa mantendo-se o crescimento do nº de Infetados nos últimos sete dias ─ aumentando de 15% (+324.506 +óbitos) ─ estabilizando-se por outro lado a evolução no nº de óbitos (nos -0,6% correspondentes a -162 +óbitos). A nível Global atingindo-se os 235,96 milhões de infetados (3% da população mundial) e os 5,21 milhões de óbitos (2,2% dos infetados).

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:41

Cocaína

Sexta-feira, 26.11.21

Neste território de brandos costumes, bem sentado na cadeira do meu jardim e estrategicamente à beira do mar plantado ─ aproveitando o calor do Sol do meio-dia com uma amarguinha e uma aguardente de medronho, ali expetantes à minha espera ─ sem nada que o fizesse prever e deslocando simplesmente o meu dedo sobre o visor do telemóvel, sendo surpreendido por uma notícia sobre tráfico de droga, aqui envolvendo cocaína e ainda o meu país.

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Bélgica

Na Europa

A “Capital das Capitais” no Tráfico de Cocaína

 

Um país em que muitos vivem o seu quotidiano repetitivo e monótono (dia-a-dia) virados para eles próprios ─ nenhuma nova motivação exterior lhe sendo dado para seu usufruto (a imaginação subsequente, podendo tornar-se muito perigosa) ─ não reconhecendo sequer o seu próprio espaço-limitado de sobrevivência (permitindo-lhe trabalhar/reproduzir/dormir, nos mínimos de sobrevivência), tendo vergonha do que vêm à sua frente (refletido no espelho) nus ou bem-vestidos.

Apesar de se saber que as aparências iludem, que o que se diz nem sempre é verdade e que os ricos já tendo dinheiro nem sempre querem (ainda) mais, sendo conveniente recordar que se o que Luís de Camões escreve mesmo no final dos Lusíadas for verdade ─ afirmando como uma das características fundamentais que nos define (os portugueses) sendo a “Inveja” (a droga que nos faz funcionar) ─

Então “as coisas” poderão não ser (de interpretação) tão claras como pensávamos (como nos disseram e repetiram), sendo legais ou não: num país tão perfeito e seguro como Portugal, em que a Economia apesar da subida nos serviços e da descida (vertiginosa) de todo o setor realmente produtivo (sendo de norte a sul invadido por armazéns de intermediários, não-produtores, mas distribuidores) ainda não implodiu,

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Portugal

No 5º lugar

Entre as “Capitais” da Europa no tráfico de cocaína

 

Não existindo milagres e tendo-se acesso (livre/ilimitado) a todos os nossos órgãos dos sentidos e respetivo cérebro (processador), só existindo uma única hipótese para a explicação deste fenómeno colocando-nos perante um caso grave de tráfico de drogas-duras ─ com o nome de Portugal lá colocado ─ como o é a cocaína. E não sendo o nosso 5º lugar (dados de 2019) na rota europeia das capitais da cocaína, motivo de grande espanto (para não dizer nenhum).

Tendo a costa marítima que temos, os excecionais negócios de alguns (em paralelo e/ou em exclusivo) e a força-nenhuma da justiça portuguesa ─ para quem demonstra mais força e poder (ou não vivessem os outros/o povo e ainda, no eterno “Portugal dos Pequeninos”) ─ tendo-se consciência e nada se fazendo “só se podendo mesmo estar à espera” (mas de quê?), tais as evidências de eventuais atos e enriquecimentos ilícitos. Infelizmente presentes (tal como a corrupção) em múltiplos setores e áreas.

No entanto faltando no gráfico até pela grande contribuição desse país no tráfico de drogas-duras ─ na Europa e tal como Portugal, como “porta-de-entrada” ─ aqui não sendo mencionada talvez por ser cocaína: a Espanha, nosso companheiro de península (Ibérica), nosso mestre e sócio nestas lides (como serão a norte, os galegos) ilegais (criminosas), mas criando e/ou mantendo muitos negócios/fortuna. Funcionando tendo-se “crédito na praça”, mesmo que ambos sejam de “fachada”.

(imagens: theguardian.com ─ statista.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:14

Covid-19 PT/2021 ─ Tendo-se Fátima, confiando-se sempre no Milagre

Quarta-feira, 24.11.21

“Pelo que se vê pela ligeireza e tranquilidade transmitida (ao seu povo) com as nossas autoridades esperando por uma prenda do Pai Natal (tendo certamente muitas personalidades influentes a intercederem por ele, como Maria, José, os 3 Reis Magos e até Jesus) e que esse desejo lhes seja obviamente concedido (tal como acontece sempre com as ajudas financeiras oriundas da CE).”

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A cerca de um mês do dia de Natal (a 25.12) e do início do Inverno (a 21.12) ─ quando Portugal atravessa já a sua “5ª Vaga de Covid-19” ─ mantem-se a tendência de subida da generalidade dos parâmetros (Covid-19), indicando claramente que ainda vamos a caminho do máximo desta nova vaga: recordando que no ano passado à “Vaga de Outono” (a 2ª Vaga) se seguiu quase de imediato a “Vaga de Inverno” (a 3ª Vaga), a pior desde a chegada do coronavírus (SARS CoV-2), registando um máximo (diário) de 16.432 infetados e de 303 óbitos.

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E apesar da evolução crescente dos números ─ para além do nº de infeções/dia e do nº de óbitos/dia ─ com o nº de internados a subir, com o número de doentes em UCI (estado grave/crítico) a subir, com a taxa de incidência a subir (hoje nos 251,1) e com o índice de transmissibilidade igualmente a subir (hoje nos 1,2), mesmo assim com o Governo a comportar-se como se nada se passasse e como se não tivesse nenhuma responsabilidade (passada/presente/futura) neste assunto de Saúde. Assim como (à sua maneira) o Presidente.

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Tranquilamente aguardando (Governo/demais autoridades responsáveis) a chegada do fim-de-semana, para sem grandes problemas ou percalços decidir e emitir a sua opinião (esclarecida) ─ consultando previamente as “mentes brilhantes” oficiais/institucionais deste país (certificadas pelo Estado) ─ para no final nada fazer (de relevante) levando mesmo a população (erradamente) à passividade e ao desleixo: “deixando tal como as autoridades para amanhã, o que poderia fazer hoje”. E até 30 de janeiro (e culpando outros) tentando varrer o pó para debaixo do tapete (pelo menos enquanto não metermos uma fatia do nosso cérebro, na urna).

(dados: dgs.pt ─ imagens: MadreMedia/Lusa/24.sapo.pt e Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:26