Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

28
Fev 21

[Evolução dos números de UCI e de Óbitos (em Portugal), nestes 2 primeiros meses (janeiro e fevereiro) de 2021.]

 

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Pandemia do vírus SARS CoV-2 (e da doença COVID-19) em Portugal, indicando a evolução da respetiva doença relativamente a UCI e a Óbitos, durante esta 2ª vaga (ainda em curso).

 

Com os valores atingidos nesta 2ª vaga (máximo de 303 óbitos/dia) apesar de bem superiores aos da 1ª vaga (máximo de 37 óbitos/dia), a demonstrarem uma clara tendência de descida.

 

Ultrapassado o pico máximo de atividade deste vírus nesta 2ª vaga (considerando a 1ª como iniciada por março/2020 e a 2ª por outubro/2020) e visionando-se o desconfinamento.

 

Nesta 2ª vaga com os máximos a serem atingidos entre finais de janeiro/inícios de fevereiro (conforme gráfico), com o pico a ser declarado oficialmente em 28/29 de janeiro.

 

Desde o início do ano e aí se atingindo os valores máximos, registando-se em UCI 904 doentes (a 5 de fevereiro) e em óbitos 303 (a 28 e 31 de janeiro). Hoje com um mínimo de óbitos (33).

 

Prevendo-se que confirmada esta tendência, se comece a abrir parcialmente o país (estado de emergência até 16 de março) ─ creches/infantários/primária ─ por meados de março.

 

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:20

25
Fev 21

[Não nas mortes (diretas) mas no desemprego (consequência).]

 

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Políticos (nas suas decisões) piores (nas consequências) que o Covid-19

 

Questão:

Qual o NOME DO 1º MINISTRO de Portugal (entre 9 candidatos) que nestes últimos 38 anos foi responsável pela MAIS ELEVADA TAXA nacional DE DESEMPREGO registada (nesse período indo de 1983 a 2020) ─ INCLUINDO nesse período, nesse máximo e nessas vítimas, a região do ALGARVE (e por tabela Albufeira)?

 

1º Ministro

Partido

Início e Fim do Mandato

Duração do Mandato

Pinto Balsemão

PSD

1981/1983

> 2 anos

Mário Soares

PS

1983/1985

> 2 anos

Cavaco Silva

PSD

1985/1995

≈ 10 anos

António Guterres

PS

1995/2002

> 6,5 anos

Durão Barroso

PSD

2002/2004

< 2 anos

Santana Lopes

PSD

2004/2005

< 1 ano

José Sócrates

PS

2005/2011

> 6 anos

Passos Coelho

PSD

2011/2015

> 3,5 anos

António Costa

PS

2015/Presente

> 5 anos

 

Informação/comentário adicional:

BATENDO mesmo a Pandemia do vírus SARS CoV-2 e com ela o nº de desempregados, registados nos Tempos (tão recentes, do início de 2020) COVID-19. Diga-se o, que se disser e à primeira vista (por vezes a forma mais fiel, por menos distorcida), achando-se inacreditável.

 

Ajuda:

Maior taxa de desemprego nacional registada entre 1983/2020, sendo de 16,2% em 2013 (em 2020 nos 6,8%).

Maior taxa de desemprego na região do Algarve registada entre 1983/2020, tendo atingindo quase os 40.000 desempregados em 2013 (em 2020 um pouco acima dos 30.000).

 

[E (não se iludam) seja qual for o candidato escolhido ─ oriundo do “Arco da Governação” (PSD/PS) ─ com o mesmo (achando-se pelo cargo inimputável) a poder invocar para sua defesa e como origem (nunca falando da importância do seu papel no argumento, para o qual foi então selecionado, para ser o protagonista) uma crise qualquer.]

 

(imagem: Getty/businessinsider.in)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:32

08
Fev 21

Num novo e consecutivo dia (pelo menos alguns, mas importante fator de esperança) em que Portugal relativamente à Pandemia Covid-19 (agora numa nova vaga) continua para já clara e para nossa grande alegria a apresentar números notoriamente decrescentes ─ esta segunda-feira 8 de fevereiro registando +2.505 novos casos de contágio (ontem +3.508) e +196 óbitos (ontem +204)

 

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Atingido o pico máximo de internamentos/vítimas mortais,

c/ os hospitais portugueses após ultrapassarem várias vezes o seu limite

a extravasarem de doentes, sendo colocados em ambulâncias.

 

Podendo-se ainda ter como objetivo real (não como sonho ou miragem), apesar do trágico momento já vivido nesta nova fase da pandemia (evolutiva e no presente numa 2ª/3ª vaga) ─ de bom exemplo mundial numa 1ª fase (no nº total de contágios/infeções) passando a péssimo exemplo mundial numa 2ª fase (disparando brutalmente o nº de infeções/nº de óbitos por dia e passando Portugal a um dos piores rankings Covid-19/nº diário infeções/óbitos ao longo de 7/14 dias) ─ chegar mais rapidamente do que se pensa ao momento do nosso Desconfinamento.

 

E com tal evolução podendo-se salvar ainda este país do caos (economia/emprego), estejam os portugueses mobilizados tal como na grande maioria (ao contrário dos políticos e apesar de todos os sacrifícios/sofrimento) se tem invariavelmente apresentado.

 

Desde que se cumpram certas regras (fáceis de interiorizar, até porque básicas/simples/eficazes e além do mais observáveis) e se ouçam os especialistas/epidemiologistas (não agregados ao poder na sua acensão/especialização), antecipando obrigatoriamente as opiniões, posteriormente repetidas e decretadas pelos nossos políticos (governantes). Como:

 

Nunca se esquecer das três regras básicas para o encerramento das cadeias de transmissão e para a interrupção dos contágios (por invisíveis e pequeníssimas gotículas) ─ uso de máscara, distanciamento social (e controlo de movimentos) e desinfeção das mãos ─ encarando o confinamento como uma necessidade (para estabilizar e recuperar o doente) e jamais desconfinando (estritamente por motivos económicos) antes do tempo (já que os mortos não produzem); como é, depois do desprezo pelos lares (abandonados os mais idosos à sua sorte, à morte), a insistência criminosa em manter as escolas abertas (ajudando a contagiar e atingir os menos idosos) e fechando-as, abri-las o mais rapidamente possível ─ quando como toda a gente sabe o encerramento das escolas não só contribuiu para o início da inflexão da curva (antes subindo, agora descendo) como para a consciencialização de todos os portugueses que o caso era mesmo grave.

 

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Ainda hoje com a maior taxa de mortalidade

a registar-se na região de Lisboa e Vale do Tejo (49%),

com o Alentejo & o Algarve a registarem respetivamente, 6% e 5%.

 

Aliviar restrições?

 

Segundo Carlos Antunes nunca se podendo pensar nisso estando-se ainda acima dos 2.000 contágios diários (ainda hoje acima, mas parecendo estar-se de vez no tão desejado bom a caminho) e por outro lado com Pedro Simas (falando em maior cautela) a ser mais restritivo apontando para os 700/1.400 casos/dia.

 

E tomando como boa (eu, um leigo) a opinião de dois especialistas (epidemiologistas) ─ como são Pedro Simas e Carlos Antunes ─ para desconfinar tendo de ter em conta, a média de casos diários, os valores de Rt e o nº total de testes feitos; assim como a disponibilidade de camas (nos hospitais) para internamentos (esperando-se não ultrapassar os 3.000, hoje ainda acima de 6.000) e cuidados intensivos (esperando não ultrapassar as 300, hoje ainda nos 865) de modo a suportar “a curva”.

 

E depois de uma subida abrupta (no nº de contágios e de mortes) podendo acontecer o contrário, mas agora na descida.

 

(imagens: Duarte Sa/Reuters/yahoo.com ─ covid19.min-saude.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:25

04
Fev 21

Intermediando com dias de chuva (temperaturas mais moderadas), com um mês de fevereiro podendo-nos colocar sob o efeito de uma prolongada onda de frio (temperaturas mais baixas).

 

[6/7 de fevereiro a 19 de fevereiro.]

 

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Meteorologia a 6/7 de fevereiro

 

Com uma frente de ar frio a começar de novo a invadir a Europa do Norte e Oriental, aproximando-se e atingindo mais fortemente Portugal pelo dia 6 de fevereiro (sábado) ─ às primeiras horas e estendendo-se por todo do dia ─ e abandonando-nos logo por volta do fim (pelo entardecer) do dia seguinte (domingo, 7).

 

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Meteorologia a 7 de fevereiro

 

Mas no decorrer destes quinze dias (até 19 de fevereiro) com intervalos (sempre de poucos dias) seguindo-se outros impactos, com mais ondas de frio.

 

Por cá (Albufeira) e por essa altura (6/7 de fevereiro) estando prevista chuva sob a forma de aguaceiros,  registando-se igualmente as temperaturas mínimas mais baixas (8°C/7°C).

 

(imagens: gfycat.com/TW/watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:42

03
Fev 21

Numa 1ª comparação entre registos da 1º Vaga e registos da 2ª Vaga relacionados com esta Pandemia (SARS CoV-2/Covid-19) ─ entre o máximo de infeções/dia e o máximo de óbitos/dia ─ a constatação do nº de infeções/dia ser 9,5X superior e o nº de óbitos dia mais de 8X superior.

 

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Vaga

Nº Infeções/dia

(Máximo)

Data

Nº Óbitos/dia

(Máximo)

Data

 

1.726

10.04.2020

37

03.04.2020

16.432

28.01.2021

303

28.01.2021

31.01.2021

Pelos primeiros sinais se na 1ª Vaga a situação se normalizou 1/2 meses depois, pelas curvas indicativas (infeções/óbitos) e pelo tempo em as mesmas se estendem (agora mais extenso), prevendo-se até à normalização pelo menos uns 2/4 meses (por abril, maio ou junho). Estando já em aparente descida (os números globais) dependendo tudo do bicho (e de nós).

 

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E ainda a conclusão (confirmação) da maior rapidez de contágio/infeção por parte do vírus, sabendo-se da existência de novas variantes/estirpes do mesmo, mais intrusivas que as anteriores (aumentando o contágio/infeções em faixas etárias mais jovens).

 

Esta quarta-feira (3 de fevereiro) registando-se em Portugal (dados DGS) 9.083 novos casos de infeção e +240 óbitos (num total de 13.257); no Algarve +230 infeções/dia e +4 óbitos/dia (num total de 230). Com 6.684 internados e desses c/ 877 (+25) em cuidados intensivos (UCI).

 

(imagens: omd.pt e DGS/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:50

31
Jan 21

Estando em curso uma Nova Vaga desta Pandemia, concluído o primeiro mês do ano de 2021 (faltando agregar em janeiro os números de 31.01) ─ ainda sem pico/curva achatada assinalando-se neste domingo em Portugal, 181.623 casos Covid-19 ainda ativos, 6.694 (+150) doentes internados e desses 858 (+15) em cuidados intensivos (UCI).

 

World Health Organization director-general Tedros Adhanom Ghebreyesus shed tears during press briefing on Thursday calling COVID-19 a 'common enemy' and saying that humanity cannot fight this pandemic as a divided world.” (India Newzstreet Media/10.07.2020)

 

Screenshot_2021-01-31 WHO chief breaks down in tea

We cannot defeat COVID-19

as a divided World

(Tedros Adhanom Ghebreyesus)

 

Publicado (hoje 31.01) o relatório da situação da Pandemia COVID-19 em Portugal (da responsabilidade da DGS) referente a 30.01, registando-se +303 vítimas mortais (total: 12.482) ─ +5 no Algarve (total: 210) ─  e +9.498 casos confirmados (total: 720.516).

 

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C/ a mortalidade (ontem 30.01.2021) a estar muito acima do esperado

e c/ 2.562 óbitos em excesso

(evm.min-saude.pt)

 

E às 21:30 GMT deste domingo 31 de janeiro ─ atualizado o quadro Covid-19 Global (segundo dados worldometers.info) ─ com Portugal a ser o 5º país Europeu em novos casos (9º Mundial) e o 3º em novas vítimas mortais (6º Mundial).

 

Dentro de pouco mais de uma semana podendo-se atingir os 15.000 mortos (uma brutalidade),  já com muito “sangue, suor e lágrimas” derramados. Faltando “apenas” saber-se até quando (afinal de contas de que é que vivem as pessoas?) agora que o Algarve e a sua monocultura turística se encaminham para o 2º ano consecutivo de encerramento.

 

(imagens: India Newzstreet Media/yahoo.com e evm.min-saude.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:36

30
Jan 21

Ainda sem pico (máximo),

nem achatamento (da curva).

 

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Este sábado 29 de janeiro e segundo informações da DGS (Direção Geral de Saúde) registando-se (em Portugal) mais 12.433 infetados e 293 vítimas mortais.

 

Com os óbitos a concentrarem-se a norte do rio Tejo (+264 ou seja 90%) ─ maioritariamente na região de Lisboa e Vale do Tejo (+136) registando quase metade do total de mortes ─ seguindo-se a sul do Tejo (+ 26 ou seja 9%) e nas ilhas (+3 ou seja 1%).

 

Hoje com 6.544 doentes internados e desses com 843 em cuidados intensivos.

 

Na região do Algarve com mais 205 infetados e mais 9 vítimas mortais (total 205) ─ mantendo-se Albufeira com um risco de incidência (Covid-19) extremamente elevado (incidência 1.457 com Lisboa em 1.404).

 

(imagem: reddit.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:39

29
Jan 21

Covid-19:

Variante do Reino Unido

(50% mais transmissível)

em “crescimento exponencial"

(alertas internacionais começaram a surgir em meados do mês de dezembro)

em Portugal.

(hoje já 35%/40% dos casos totais)

 

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E se ainda continuassem as escolas abertas?

 

Numa altura em que Portugal ainda hoje (29.01) é o 6º país da Europa em novos casos de contágio pelo vírus SARS CoV-2 e o 8º país europeu no número de vítimas mortais, a constatação face à evidente ultrapassagem da nossa capacidade hospitalar e à incapacidade oficial  e governamental de suster na sua origem o vírus (Escolas/Famílias/Empresas), de que só um “Milagre na Saúde” poderá de alguma forma combatê-lo, amortecer o seu embate e finalmente sustê-lo: colocando-nos de corpo e alma ao lado de todos os profissionais da saúde e de muitos outros colaboradores fundamentais como os bombeiros e a polícia, esperando que a restante população o faça igual e solidariamente, ajudando direta ou indiretamente, na direção da resolução deste gravíssimo problema (não só de Saúde, mas como consequência Económico) coletivo.

 

Só nos questionando se “mesmo vencendo o vírus” ─ podendo ser tarde, podendo ser crónico ─ alguma vez recuperaremos  a “nível económico e profissional”. No Algarve podendo ser um desastre (este ano, o segundo fechado), prolongando-se, antecipando a catástrofe (sendo o turismo na região algarvia, assumido como uma monocultura).

 

(texto inicial: a partir de 24.sapo.pt/29.01.2021 ─ imagem: tek.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:48

Esta sexta-feira (29 de janeiro) e mantendo a média da “queda de um avião de passageiros por dia” (um Jumbo), registando-se mais 278 vítimas mortais. Para além de ─ das quedas anteriores ─ ainda estarem 6.627 indivíduos internados e destes 806 em cuidados intensivos.

 

Screenshot_2021-01-29 Visão Covid-19 O número de

1ª Vaga Vs. 2ª Vaga

 

Aproveitando a visualização de dois gráficos da DGS (sobre o COVID-19) publicados na revista VISÃO (esta quarta-feira, 27 de janeiro), a constatação imediata de duas consequências brutais do contágio pelo vírus SARS CoV-2 (originando esta Pandemia): o número de óbitos ocorridos (até o dia de hoje sexta-feira 29, 11.886) ─  particular e extremamente elevados nesta nova vaga (para uns a 2ª para outros a 3ª), com o pico máximo de mortes diárias a ser mais de 8X superior ao anterior ─ como é bem visível no gráfico (a 03.04.2020 registando 37 óbitos/dia e a 28.01.2021 registando 303 óbitos/dia); e a elevada taxa de mortalidade por COVID-19 entre os mais idosos (um vírus pelo menos na sua fase inicial ─ antes de mutações e aparecimento de novas estirpes ─ parecendo-lhes destinado) de um total de perto de 12.000 óbitos registados  (por Covid-19 a 29.01.2021) mais de 10.000 sendo de indivíduos de 70 anos de idade ou superior (a caminho dos 85%). Mas agora com esta nova vaga em curso ─ introduzindo novas estirpes do vírus, de contágio mais rápido e infecioso ─ com as novas versões do coronavírus a aproveitarem muito mais eficientemente todas as “vias e portas de comunicação abertas” (como a ligando as Escolas às Famílias) utilizando invariavelmente cada pausa ou descuido oriundo do nosso lado (até pelo cansaço e ultrapassar de todos os nossos limites psíquico-físicos) para se infiltrarem e nos minarem (e toda a Sociedade) progressiva e talvez irreversivelmente por dentro:

 

Screenshot_2021-01-29 Visão Covid-19 O número de

Jovens Vs. Idosos

 

Com os mais idosos cada vez mais fragilizados (pela vaga inicial), aumentando simultaneamente (nesta nova vaga) o contágio entre os mais novos (os filhos/netos) e naturalmente por ligação e transporte, inevitavelmente entre os mais velhos (os pais/avós). Algo que se poderia ter suavizado (pelo menos) tivesse tal sido feito ontem (há pelo menos um mês, aquando da quadra do Natal), mas que infelizmente e cumprindo a tradição (“de remediar em vez de prevenir” conjugado com “do mais vale tarde do que nunca) apenas se fez hoje. Com as vítimas mortais desde o início da Pandemia COVID-19 a estabilizarem pelas 2.000 (por meados de setembro de 2020), para iniciarem uma ligeira subida durante o mês de outubro e a mesma (subida) se tornar ainda mais acentuada a partir de novembro (de perto de 2.500 óbitos passando a mais de 4.500): para então no início de dezembro e já pelas 5.000 vítimas mortais a subida nunca mais parar (7.000 no final de 2020) acelerando ainda mais iniciado o ano 2021 e estando hoje em cima das 12.000. Podendo-se afirmar 2.000 mortes iniciais (1ª Vaga), agora adicionadas (na 2ª Vaga) de outras 10.000 (em menos tempo) e totalizando as tais 12.000 mortes.

 

(imagens: DGS/VISÃO)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:45

Pandemia Covid-19 em Portugal:

um novo recorde diário de 303 vítimas mortais.

 

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Conferência de imprensa do Conselho de Ministros

 

A já menos de três dias da renovação do alargamento do período do Estado de Emergência ─ a iniciar-se às 00:00 do próximo domingo dia 31 de janeiro e aí a ser estendido até 14 de fevereiro ─ o conhecimento prévio de mais algumas medidas a tomar sabendo-se o momento de catástrofe sanitária que o país atravessa: nesta nova vaga e em contágios/óbitos apresentando-se com um dos mais elevados índices do mundo (num acumular de sete dias/100.000 habitantes), dada a imensidão do nº de focos, de vias de transmissão abertas e ainda de novas variantes/estirpes. Para além do já constatado, colapso hospitalar. Hoje (28 de janeiro de 2021) atingindo-se um total (das várias vagas) de 685.383 infetados (+16.432) e 11.680 vítimas mortais (+303, um “Novo Recorde”), alcançando-se o nº de 6.565 doentes internados com 782 deles em cuidados intensivos (UCI). Na região do Algarve com mais 237 infetados e mais 10 óbitos a declarar (num total de 193). E seja por onde for, com os mais idosos a morrerem (uns 85% de 70 anos de idade para cima). Com as três medidas principais (extra) deste Estado de Emergência (a iniciar domingo) a serem ─ de modo a não se aliviar a luta e levar-se isto a sério: a retoma do ensino (à distância), o controlo de fronteiras (fecho das mesmas) e novas contratações na saúde (reforço de pessoal). Só assim se evitando tal como no dia de hoje (quinta-feira. 28), sermos o 5º país europeu no aumento de contágios (9º mundial) e o 8º europeu no aumento de mortes (14º mundial). Isto e vivendo-se pelo Sul (Albufeira) ─ nesta monocultura turística ─ se quisermos abrir este ano a região do turismo Algarve.

 

(imagem: 24.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:38

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