Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

13
Dez 16

Recordando o dia em que Sousa Lara tentou eliminar Saramago

(quando vetou um livro deste ao Prémio Literário Europeu)

 

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O Secretário de Estado da Cultura

(dum Governo de Cavaco)

Que vetou um Prémio Nobel

 

Em Portugal o único fato de registo ocorrido no dia 12 de Dezembro de 2016 resume-se no que diz respeito ao comum dos portugueses (na realidade todos nós) a dois episódios noticiosos (por ordem de relevância):

 

1º A declaração de Cristiano Ronaldo como vencedor da Bola de Ouro de 2016, numa iniciativa levada a cabo todos os anos pela revista francesa France Football;

 

2º A parte inicial da cerimónia de tomada de posse de António Guterres como Secretário-Geral da ONU (juramento) para a 1 de Janeiro de 2017 o ser na prática iniciando funções.

 

Deixando ao cargo de quem o pretenda e o deseje assumir (tipo ocupação dos tempos livres) toda a disponibilidade e querer tão característica dos portugueses (todos) de que sempre que seja possível (e melhor altura do que esta não há) e haja disposição, assumamos o protagonismo e deitemos tudo abaixo.

 

Como assim (eles) são como nós. E (nós) poderemos ser como Sousa Lara. Quem veta?

 

(imagem: blogoval.blogs.sapo.pt )

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:21

09
Mai 16

Ainda ontem com esperança:

"Is Alberta Seeing a Refinery Renaissance"?

(albertaoilmagazine.com)

 

Pelo menos dois portugueses terão sido evacuados da zona onde decorre o grande incêndio de Fort McMurray, uma localidade ligada à indústria do petróleo situada na região canadiana de Alberta.

 

Um incêndio de grandes proporções com uma semana de vida

Que já reivindicou para si a localidade de Fort McMurray

(na imagem seguinte na zona de mais intensa emissão de CO)

 

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Poluição atmosférica por emissão de enormes quantidades de monóxido de carbono lançados na atmosfera terrestre a partir dos incêndios ainda a decorrer na região canadiana de Alberta

(satélite)

 

Enquanto um gigantesco incêndio prossegue bastante ativo na região canadiana de ALBERTA (faz uma semana que o mesmo teve início) – estendendo-se por uma área já superior a 200.000 hectares (a área identificada inicialmente era de apenas 10.000 hectares) e não se observando para já nenhum sinal de abrandamento da sua violência destruidora – as populações aí residentes continuam a sua fuga desesperada (por vezes arriscando-se a ficar encurraladas) estimando-se que ultrapassem para já as 90.000 pessoas. Isto tudo apesar do auxílio que tem vindo progressivamente a chegar à região afetada (a mais atingida sendo a zona onde se localiza a localidade Fort McMurray), desde máquinas pesadas, helicópteros de apoio, aviões de combate a incêndios, organizações de socorro e salvamento e ainda o apoio de muitas centenas de socorristas (muitos deles voluntários).

 

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Um enorme incêndio que dura desde o dia 1 de Maio e já provocou a evacuação de mais de 100.000 pessoas, aqui nas imediações da autoestrada 63 passando em FortMcMurray

De enormes proporções, completamente fora de controlo, com um solo colaborante e sem ajuda meteorológica

 

Com o principal foco de incêndio a destruir a localidade de Fort McMurray (e todas as áreas adjacentes), sendo acompanhado por outros dois focos adicionais, um mais a oeste também de grande intensidade e outro a este (um pouco mais distante mas ocorrendo na mesma altura) já na região de Ontário: com todos eles a atingirem níveis de toxicidade atmosférica (em % de monóxido de carbono) muitas vezes superior aos valores normalmente aceites – mais de 20X superior no oeste, quase 45X superior no Ontário e quase 100X superior em Fort McMurray. O que numa fuga descontrolada da morte eminente provocada pelo fogo (arrastada e dolorosa), acresce agora a forte possibilidade de nessa corrida se morrer intoxicado (de uma forma lenta mas indolor).

 

Já hoje com desespero:

“Oil Sands Operators Reduce Personnel,

Cut Production As Fort McMurray Fire Rages”.

(albertaoilmagazine.com)

 

(imagens & alguns dados: superstation95.com e discovery.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:22

04
Abr 16

Aprender a ganhar dinheiro só com pobres ou vigaristas: os outros só aqui andam (a vender-se e ao corpo também) para servirem os primeiros (que os compram incluindo a mente).

É a força da Vida baseada no Dinheiro.

 

Desde sempre que os autodidatas da vida e da sobrevivência direta (em contacto com a Natureza, absorvendo-a, apreendendo-a e aplicando-a de imediato), mostraram com toda a sua prática e experiência adquirida e consolidada ao longo de centenas de gerações (e com a sucessão de erros por estas cometidas e continuamente corrigidos), a sua inegável superioridade na aplicação dos seus conhecimentos interiorizados e arquivados ao longo de milhares de anos (de cultura e de memória popular e absoluta).

 

Que o digam os Emigrantes Portugueses: no nosso país e na questão do Ouro os pioneiros do século XX.

 

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Tabela indicativa da evolução do Ouro em dólares nos últimos cinquenta anos

 

Facto que contrasta bem com o que se passa hoje em dia em Portugal, com a área profissional da economia e da gestão em crise profunda de mercado (ainda por cima com um excesso de oferta de mão de obra qualificada para estas áreas) e por desconhecimento ou verdadeira qualificação prática básica, sem grandes contributos ou ideias por parte desta para se salvar, desenquadrada como está das necessidades reais do mercado de trabalho e desconhecedora de muitas das regras mínimas de sobrevivência: como o da tomada de consciência do seu baixo valor atual de mercado e da sua necessidade urgente de polivalência (e não de especialização que só vem a seguir).

 

“Os arqueólogos sugerem que o primeiro uso do ouro começou com as primeiras civilizações no Oriente Médio. É possível que tenha sido o primeiro metal utilizado pela humanidade.”

(wikipedia.org)

 

Algo de que um simples Emigrante Português logo se apercebeu nos inícios dos anos sessenta, quando o Ouro pela primeira vez quis começar a dar os seus primeiros saltos – correndo para as ourivesarias e comprando tudo o que vissem.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:19

16
Jul 15

“Jesus (um potencial extraterrestre)

deu a Sua vida para nos salvar (a nós os terrestres).”

 

E os portugueses (que estão como eles) salvaram os gregos (que estão como nós)?

 

Como é que é possível que os portugueses (apesar do calor asfixiante de Verão), aproveitando a maior e única época festiva do ano (as férias grandes passadas integralmente na praia), ainda dêem mais importância a Plutão relativamente ao que se passa na Grécia? Talvez seja pelo fascínio que o desconhecido e a aventura ainda exercem sobre nós, postos perante a monotonia e a miséria do nosso paupérrimo quotidiano terrestre.

 

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Grécia

 

Se fizéssemos uma consulta global talvez não fossem assim tão surpreendentes os resultados finais: com a esmagadora maioria da população mundial a acreditar (muito perto de 7 biliões) que a solução terá que vir (infelizmente) de um conjunto exterior. Ou seja: consumado o assalto (concentrado) das Corporações e diluído (pela sobreposição do objecto) o valor do ser humano, se por acaso não for Jesus Cristo a salvar-nos, só mesmo outro Extraterrestre.

 

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Plutão

 

Entretanto lá nos vamos contentando com a nossa Época Maluca à Portuguesa (Silly Season), contentando-nos com as últimas novidades sobre os nossos VIP´s de Verão (namoram, fizeram sexo, separaram-se) e desfrutando da nossa liberdade temporária (mas sempre condicionada), enquanto no meio de um arroto ou de uma nova erecção lá nos vamos actualizando a nível nacional (as implicações do fenómeno grego em Portugal) e internacional (as implicações da chegada a Plutão em Portugal).

 

A Vida é que não espera: e disso a Grécia (Tsipras acaba de ver o seu acordo com a UE ratificado pelos seus adversários no parlamento grego: 229 a favor, 64 contra e 6 abstenções) e Plutão (outro sistema com evidentes depósitos de água num ponto tão distante da Terra) são excelentes testemunhas.

 

(imagens – WEB e NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:25

09
Mai 15

"Ninguém tem o direito de destruir o sacrifício que os portugueses fizeram e de voltar a colocar em risco a possibilidade de podermos sonhar, com os pés na terra, com um futuro melhor."

(Pedro Passos Coelho)

 

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Sacrifício no antigo México

 

O mesmo poderia ter sido dito por um ignorante qualquer. Suportar a sua afirmação no sofrimento imposto (pelo próprio) a quem prometeu defender, só mesmo de um grandessíssimo incompetente. Invocar como nossos os seus sonhos impostos, só mesmo num pesadelo (Inferno para nós) e climatizado (Paraíso para ele). E informar-nos finalmente do nosso futuro risonho já nós o sabíamos, dispensando apenas a referência intermédia “com os pés na terra”. Dentro ou fora dela?

 

“Se por acaso decidires indevidamente destruir o teu tranquilo quotidiano de miséria, nunca te esqueças do risco de aí deixarás de sonhar, com os pés fora da terra e sem um pingo de esperança.”

(Eu)

 

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Os pés de Mafalda

 

Destruir o nosso monótono quotidiano de miséria talvez seja difícil: estamos de tal modo viciados nele e no sossego da sua monotonia, que despertarmos seria um acto revolucionário mas impraticável para um morto-vivo. Acredito no entanto que muitos ainda estarão vivos (primeiro sinal de esperança). Quanto ao risco de deixar de sonhar isso não será obstáculo: esse será sim o sinal de que já estaremos com a realidade, por nós transformada e não delegada (segundo sinal de esperança). E com os pés fora da terra conquistaremos o Universo.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:06

06
Jan 14

Os Portugueses e a Nova Ordem Mundial

(recordando Junho de 2013)

 

 

Na última reunião do grupo Bilderberg realizada em meados do ano de 2013 na Grã-Bretanha – mais precisamente na cidade de Watford – acredito firmemente que dos 140 convidados dos 21 países aí presentes, os quatro indivíduos aqui referidos tiveram a sua presença justificada neste encontro reservado, por dois motivos completamente diferentes: um (do quadro) pelo seu papel importante desempenhado desde há anos no mundo dos media e os outros três (contratados) apenas pelo cargo que ocupavam no momento.

 

Francisco Pinto Balsemão – Presidente da Impresa

José Manuel Barroso – Presidente da Comissão Europeia

Paulo Portas – Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros

António José Seguro – Secretário-Geral do Partido Socialista

 

Certamente que a colaboração de cada um deles na discussão dos temas em agenda terá sido praticamente nula – em função de tudo aquilo que representam – resumindo-se a sua participação à sua presença e respectiva assinatura. O que não terá deixado de ser um grande privilégio curricular para os quatro, deixando muitos outros invejosos e à espera impacientemente da sua vez. Situação que terá sido provavelmente replicada muitas mais vezes com os restantes convidados, o que lança desde logo a dúvida sobre o interesse destas reuniões com estes participantes – que não passam de reles intermediários pagos para montarem um falso holograma hierárquico – e nos afasta definitivamente dos verdadeiros dirigentes do grupo Bilderberg.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:55

01
Dez 13

Portugueses vivem de subsídios como o burro mirandês!

 

“You need the subsidies to keep donkeys and farming traditions, but the result is also that everybody here has become completely dependent on them, so that there is no spirit of innovation and no desire to modernize or even produce more”

(New York Times)

 

Tal como o BURRO MIRANDÊS, o PORTUGUÊS COMUM vive à custa de pequenos subsídios. E tal como aprende com os seus grandes e exemplares MESTRES LADRÕES – que vivem à custa de grandes subsídios, roubando descaradamente o seu povo – o português comum até o próprio burro rouba, oferecendo-lhe como moeda de troca a vida e a liberdade.

 

Não é pois de estranhar muito a comparação feita por uns tipos vivendo lá para os lados das Américas – NEW YORK TIMES – e que provavelmente nem sabiam o que um burro era, associando a vida dura levada nos dias de hoje por estes animais IRRACIONAIS – utilizados para a obtenção de PEQUENOS SUBSÍDIOS ou tostões – com a vida cada vez mais miserável e sem voz que o ouça do português RACIONAL comum – utilizado para a obtenção de GRANDES SUBSÍDIOS ou fortunas.

 

Em Portugal é difícil ser BURRO – TRABALHAR – porque todos os lugares já estão OCUPADOS – pelos OUTROS de raça superior.

 

(imagem – nytimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:29

25
Jan 12

"Há emigrantes portugueses a dormir nas estações de comboios da Suíça"

 

Comunidade de 200.000 pessoas das quais mais de 10.000 emigraram em 2011

 

Pedidos de ajuda que chegam à Igreja cresceram significativamente.

Governo reconhece que "sozinho" não consegue dar repostas às situações de carência que vão surgindo nas comunidades portuguesas no estrangeiro.

 

(notícia RR)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:22

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