Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

09
Out 19

[Entre outros fugindo dos seus predadores − para os seus apreciadores, equilibradores − Algarvios.]

 

Pesca da sardinha proibida a partir de sábado

(Flávia Calçada/LUSA)

 

pesca.jpg

Pesca da Sardinha

 

E de sexta para sábado (de 11 para 12 de outubro) realizando-se a última captura da sardinha (manutenção a bordo e descarga) − retomada a 3 de junho depois de estar parada (desde meados de setembro de 2018) mais de 8 meses − para pelas 12:00 horas de sábado (dia 12 de outubro) iniciar-se um novo período de proibição de pesca (desta espécie). Voltando de novo a sardinha (fresca não congelada) no ano de 2020, não se sabendo bem quando (a data) nem em que quantidade (as toneladas): este ano na quota das 9.000 (toneladas), não se comprometendo (o Governo, na defesa da Pesca & Pescadores) com aumentos (pedidos até 19.000) e até (no limite) podendo ser menos. Pelo que se é um apreciador de sardinha especialmente da algarvia − por mais saborosa e mais pequenina − mesmo em fim de época e faltando já gordura (não pingando dela, por exemplo no pão), devendo-se ainda aproveitar os dias que nos restam (com ela, ainda fresca e logo ali ao nosso lado): 10, 11 e 12 de outubro (quinta, sexta e sábado), já  a 13 comendo-se os restos. Por meados de 2020 (talvez lá para junho) e correndo tudo bem (não vindo aí nova crise) voltando então os cardumes das suas sucessoras: pequeninas (não sendo cavalas), bem gordinhas (saindo-lhe as escamas e pingando gordura no pão) … acompanhadas por um copo de branco (a condizer, bem fresquinho), uma salada bem temperada (azeite, vinagre/limão) − não esquecendo os pimentos (crus ou assados) − e os imprescindíveis orégãos (ou então e em alternativa à salada, um gaspacho).

 

(imagem: barlavento.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:38

21
Jul 13

“E o Pai recebeu de novo nos seus braços, o filho do Monstro que tão cuidadosamente criou”


O Monstro

 

O problema reside agora no grande número de réplicas entretanto criadas e que na realidade não passam de simples e inúteis mutantes repetidores, completamente desprovidos de inteligência e de capacidade de pensar – insultando os cidadãos e julgando-se o Super-Homem!


Manipulando a Cagarra

 

Realizou-se este sábado no subarquipélago da Madeira conhecido por Ilhas Selvagens, uma das maiores reuniões de aves locais e migratórias conhecidas até hoje, com o objectivo patriótico e determinante de defesa a todo o custo das suas famílias, do seu meio ambiente, do seu Santuário. Estiveram presentes diversas aves marinhas como as cagarras, os calcamares, os alma-negra, os roque-de-castro e os pintainhos. Compareceram ainda aves-residentes como os corre-caminhos e os francelhos. Como observadores compareceram na reunião outros vertebrados locais como a osga e a lagartixa.


Reserva Natural

 

A Comissão Animal e Irracional – CAI – responsável pela preservação da Reserva Natural das Ilhas Selvagens deliberou:

 

  • A proibição do abandono de detritos ou lixos sejam eles humanos ou outro tipo de invasores, mesmo que nacionais e importados do continente;
  • A proibição de práticas de actividades não conforme com o local, como actividade política ou qualquer outro tipo de actividade ruidosa e extremamente poluente;
  • A proibição da utilização das Ilhas Selvagens para fins políticos ou comerciais.

 

Durante esta reunião compareceram também representantes do meio marinho das Ilhas Selvagens, indignados pela utilização estritamente política e pessoal das suas límpidas águas, onde reside uma fauna abundante e muito variada de peixes e outros seres vivos indígenas – como tainhas, bogas, sargos e garoupas, além de muitos outros indivíduos como ouriços-do-mar, tartarugas e um mundo enorme e sem fim, duma fauna feliz, saudável e ainda não violada.


O Calcamar

 

Na mesa da reunião estiveram ainda presentes representantes da flora endémica – como a estreleira e a figueira-do-inferno – que protagonizaram um dos momentos mais altos da reunião, quando exigiram a erradicação imediata dos invasores continentais, especialistas na destruição da vida indígena e dos seus habitats naturais. Nesse sentido a criação do PES tendo como objectivos de actuação:

 

  • A expulsão imediata dos Invasores – apenas interessados na sua promoção pessoal e no exercício ditatorial do pode;
  • Que esta acção ocorra o mais rapidamente possível e antes que estes Invasores possam contaminar definitivamente as Ilhas selvagens, com as suas excreções e dejectos já contaminados;
  • A identificação para memória futura destes infractores conscientes e a divulgação de como hoje em dia e no século XXI ainda é possível a alguém que não reconhece nada além dele próprio, mesmo assim se servir do que desconhece ou sempre ignorou para assim assegurar a manutenção do seu repasto frugal, mesmo quando todos vão morrendo de fome à sua volta, mas convenientemente escondidos atrás de um muro.

Partida do Invasor

 

Este Plano de Emergência e de Salvação – PES – só foi desmobilizado pelos seres vivos indígenas locais, quando o barco invasor levantou a sua âncora e partiu com o seu Vírus Mortal para a conclusão da sua tenebrosa e irrevogável obra, no desgraçado e condenado continente: a ressuscitação dos mortos e a sua transformação em mortos-vivos e a entrega do povo que juraram defender (e não comer) às suas garras e mandíbulas sempre bestiais.

 

Resta uma questão típica de um tipo selvagem e deveras ignorante: como é que isto ainda é possível e porque é que ninguém trava estes criminosos? E porque é que não optam pela melhor solução: a demissão de um Presidente que já não existe para Portugal, mas apenas ali permanece como uma lapa moribunda, única e estrategicamente para salvar os interesses e negócios dos seus amigos e aliados.

 

(imagens – Pensar como um Escorpião, Sol, Público, Wikipedia e Sol)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:43

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