Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

15
Mar 13

 

Ficheiros Secretos – Extraterrestres no Algarve (ENA)

 

“Contacto Paralelo em Situação Real

 

Qualquer tipo de contacto envolve sempre um emissor e um receptor.

Logo, quando enviamos uma mensagem para o Espaço Extraterrestre, temos que estar sempre preparados para a resposta que – mais cedo ou mais tarde – iremos receber.

 

I. Missão a Plutão e à Cintura de Kuiper

 

No seu gabinete fortemente iluminado pelos raios de sol provenientes da Estrela-Mãe, a Entidade Niveladora – responsável pelo acompanhamento dos processos autónomos de criação e manutenção dos espaços escolhidos, para a implementação de novas formas de vida e de organização social – preparava-se agora para receber um dos seus mais influentes e poderosos representantes no planeta Terra, já com milhares de anos duma enriquecedora experiência espiritual acumulada – apresentando em seu favor um bom nível de concretização dos modelos projectados em simulação – e apoiado fortemente num profundo conhecimento teórico obtido pelo próprio, em instituições universais situadas num nível de aprendizagem e conhecimento superior, só acessível a elites com capacidades operativas excepcionais e sem necessidade de recorrerem ao exercício do contacto directo para se fazerem ver e adorar. Deus era um desses representantes ilustres, contando em seu benefício e honra com um número extraordinário de locais de culto e com um número incontável de fervorosos fiéis, espalhados por todo o planeta e capazes de todos os sacrifícios por Ele. Fazia-se aqui acompanhar pelo seu filho Jesus e pelo seu amigo carpinteiro, pai adoptivo deste – e único responsável pela sua educação de Jesus já que a mãe sendo a Virgem-Maria fora dispensada de o acompanhar.

O problema fundamental a tratar na reunião de Deus com a Entidade Niveladora, estava relacionada com notícias insistentes sobre algo de anormal que se estaria já a desenrolar e que envolveria com contornos perigosos e alarmantes o planeta Terra, tudo causado por um inopinado problema de programação provavelmente provocado por um vírus malicioso.

 

 

Nave Novos Horizontes – lançada em 2006 em direcção aos limites do Sistema Solar.



Actualmente a nave Novos Horizontes viaja entre as órbitas de Úrano e Neptuno em direcção a Plutão.



Lançada em 19 de Janeiro de 2006 de Cabo Canaveral, a nave Novos Horizontes alcançará Plutão em Julho de 2015, dirigindo-se de seguida para a Cintura de Kuiper.



A missão da nave Novos Horizontes tem como objectivos – entre outros – estudar Plutão e o seu satélite Charon: a composição, geologia, morfologia, atmosfera e temperatura de cada um deles. E ainda a existência de anéis em Plutão e de um ou outro objecto da Cintura de Kuiper.

 

Até aqui a Terra não causara grandes problemas aos construtores deste Universo, nem à concretização dos seus objectivos propostos em simulação: isto apesar dos incidentes ocorridos na zona interior habitada do planeta, que pela sua violência e selvajaria, já preocupavam intensamente os programadores associados à simulação. Tratava-se agora duma questão muito mais grave, quando fora de contexto e de uma forma aviltante, a autoproclamada elite seleccionada entre este povo jovem mas ainda primitivo, se aproveitava dos conhecimentos científicos e técnicos a eles fornecidos – já que por directivas originais óbvias eram incapazes de criar, apenas de reproduzir réplicas – unicamente para estenderem a sua ambição e poder a modelos egocêntricos de mercado e desse modo poderem continuar a explorar em seu benefício a matéria-prima que na Terra já se esgotara: e que se encontrava logo ali à mão – no enorme e prometedor espaço exterior.

Não era pois de admirar que certos comportamentos reactivos ocorressem-se, como resposta a intervenções prepotentes e degradantes duma espécie que só sabia utilizar o conhecimento como mais um processo de manipulação e empobrecimento dos seres humanos: nem Deus tinha solução para o problema, acabando por retirar-se cabisbaixo para os seus aposentos no Céu.

“O Diabo que os carregue” ouviu Satanás!

 

II. Missão à Terra e a Nova Iorque

 

 

As maiores autoridades do mundo inteiro aguardavam ansiosamente a chegada ao heliporto do edifício sede da ONU em Nova Iorque, da nave estrangeira oriunda da distante Cintura de Kuiper, transportando no seu interior uma comitiva de sábios e de altas entidades bem referenciadas no nosso mundo, capazes de nos surpreender mais uma vez e assim reescrever a nossa história e a da Terra. A partida desta nave alienígena rumo ao nosso planeta, era uma resposta vinda do exterior ao envio da sonda terrestre Novos Horizontes em direcção a Plutão e ao seu satélite Charon. Os estrangeiros tinham provavelmente interpretado o envio da sonda Novos Horizontes como a assumpção de um convite e tinham respondido cordialmente com o envio imediato de eminentes dignitários da História Universal (HU).

 

 

Ouviu-se um pequeno silvo a atravessar a atmosfera e uma nave materializou-se repentinamente diante da pequena multidão que a aguardava no heliporto, ficando o veículo momentaneamente suspenso no ar e iniciando posteriormente a sua aproximação e os procedimentos finais de aterragem: a nave espacial era uma réplica à escala do avião utilizado por João Paulo II na sua última visita ao Santuário de Fátima. Em aterragem vertical a nave estabilizou-se finalmente no solo, sendo colocada de seguida a escada de acesso, por onde desceriam todos os dignitários estrangeiros da HU.

 

 

Então a porta da nave abriu-se sendo os primeiros passageiros a sair os ex-papas João XXI e João Paulo II – que iam acenando freneticamente a todos os que se tinham dignado esperar pela sua chegada – sendo logo seguidos por Jesus Cristo, Judas e Maria Madalena – que ia acompanhada por Che Guevara – enquanto mais atrás surgiam Abraham Lincoln, Karl Marx e Madre Teresa de Calcutá – abraçada a Alice das Maravilhas – todos rodeados por um grupo de vacas sagradas indianas, outro de burros de presépio actualmente no desemprego e ainda de um numeroso grupo de morcegos alienígenas apresentando uns olhos bem vermelhos e injectados – o que realçava indubitavelmente, o surrealismo deste momento solene. À porta da nave ainda se pode ver o seu comandante acenando entusiasticamente à multidão de cidadãos anónimos que tinham acorrido ao edifício sede da ONU, acompanhado por outro oficial de voo que pôs toda aquela assistência em delírio – o comandante Hugo Chávez e o camarada Michael Jackson.

 

 

Na tribuna de honra da ONU estava instalada a mais completa confusão entre os dirigentes que aí aguardavam impacientemente a passagem da delegação estrangeira – com pequenos grupos digladiando-se por ocupar uma posição estratégica no percurso a efectuar pela comitiva – interessados em assumir o protagonismo politicamente hereditário da situação e ao mesmo tempo verificarem com os seus próprios olhos, que “o espaço jamais se sujeitará à tirania de uns quantos pontos, só porque estes se auto intitulam como referências fundamentais”. No centro da tribuna instalada no edifício da ONU ainda se podia ver o seu secretário-geral o sul-coreano Ban Ki-moon, dialogando e gesticulando furioso com a equipa de conselheiros que acompanhavam a secretária de estado norte-americana Hillary Clinton, enquanto o marido desta se entretinha numa conversa muito animada com Monica Lewinsky e Tiger Woods. E ainda se pode assistir ao insólito espectáculo de ver Woody Allen a correr apoiado na sua bengala ao encontro de Oscar Niemeyer – enquanto o brasileiro admirava a sua obra – para lhe oferecer uma cópia remix do seu filme Manhattan.

 

 

À volta do edifício da ONU a multidão engrossava cada vez mais – tornando cada vez mais difícil a circulação de pessoas e de viaturas no local – o que ia provocando o surgimento de enormes engarrafamentos nas ruas e avenidas vizinhas, começando ao mesmo tempo a dar origem ao estalar de pequenos conflitos que iam degenerando em situações cada vez mais complicadas e que a polícia parecia já não conseguir controlar com eficácia. Entretanto o Prefeito da cidade de Nova Iorque Michael Bloomberg já se encontrava reunido com o director do Pentágono Steven Calvery, tentando encontrar ambos uma solução conjunta que envolvesse uma intervenção imediata e apaziguadora das diferentes tendências que se iam reunindo à volta do edifício da ONU, de modo a evitar situações incontroláveis e perigosas, a que este acontecimento anormal poderia certamente dar origem. Na comitiva alienígena Ed Koch observava com alguma atenção e muito orgulho o engrossar da já enorme manifestação dos seus concidadãos nova iorquinos, que durante anos a fio o tinham eleito como Prefeito desta grande e bela cidade.

 

         

 

Provavelmente a multidão concentrada no local atingiria já a cifra impressionante de um milhão de pessoas. Diversos grupos tinham confluído para as áreas adjacentes ao edifício, originando o aparecimento de alguns núcleos de indivíduos mais agitados, que gritavam e gesticulavam sem parar para as massas entusiasmadas que os rodeavam. Numa das zonas laterais um grupo de paquistaneses empunhava um poster gigante com a imagem de Bin Laden e George Bush de mãos dadas e sorridentes – partilhando uma Kalashnikov – esmagando sobre os seus pés o mundo e a liberdade; mais ao lado, um numeroso contingente de elementos uniformizados congregava antigos e novos elementos simpatizantes do KKK, com associados da forte NRA e grupos de mercenários trabalhando para as grandes multinacionais norte-americanas e agora com a crise global a alastrar – e ainda sem grandes cenários alternativos de guerra – temporariamente colocados no desemprego; e até um indivíduo carregando uma cruz e empunhando um objecto muito parecido com um lança mísseis, seguia o seu caminho em reflexão e rezando o terço sem um destino visível, sendo seguido por uma dezena de indivíduos com aspecto indigente, mas fortemente armados com o que pareciam ser pistolas, catanas, granadas e arcos e flechas. No seu conjunto todo este cenário parecia uma produção resultante de uma mistura de vários ingredientes, com um pouco de circo e de feira popular. Toda a zona estava ocupada, muita gente parecia armada e em muitos pontos já se erguiam pequenas tendas, se acendiam pequenas fogueiras e se vendiam umas bebidas e petiscos. Então ouviu-se um exclamar – curto mas poderoso – atravessar a multidão de uma ponta à outra, enquanto todos os rostos se voltavam progressivamente para o mesmo lado. Deus estava ausente mas todos puderam confirmar a presença daquele que se revelara contra Ele – Satanás destacava-se facilmente no meio da tribuna, com a sua indumentária bem colorida, berrante e bizarra, fazendo um belo contraste com as duas beldades que o rodeavam, Marilyn e Mata Hari.

 

   

 

A confusão já era tremenda quando chegou a brigada motorizada do Alasca comandada pela ex-candidata à vice-presidência dos EUA Sarah Palin – apetrechada de armas biológicas selectivas produzidas pela multinacional Monsanto – agrupando no seu seio um corpo de elite constituído por musculosos homossexuais armados e por fiéis e fanáticos seguidores indefectíveis desta grande inimiga e irmã. Atrás da brigada vinha uma coluna militar comandada pelo ex-actor e Governador da Califórnia Arnold Schwarzenneger, conduzindo como um deus o seu magnífico e brilhante Jeep estilo CSI, enquanto a seu lado – no lugar do morto – Kim Jong-il ia brincando com o seu drone recentemente oferecido pelo basquetebolista negro norte-americano Dennis Rodman, na sua visita a um dos países pertencentes ao eixo do mal, neste caso a Coreia do Norte. Na periferia do pólo que envolvia o edifício central da ONU os militares sob a ordem superior de especialistas do Pentágono e em estreita colaboração com o SETI e especialistas do paranormal – enviados à última da hora de Washington por ordem expressa do presidente Obama – terminavam agora o processo de isolamento da zona, parecendo estar nesse momento numa fase intermédia de preparação mais passiva, com o objectivo imediato da realização de uma intervenção mais profunda e desbloqueadora.

 

 

Os batedores já se tinham infiltrado no meio da multidão presente na Praça das Nações Unidas, controlando eficazmente os movimentos das pessoas vindo dos terminais de metro e de autocarros situados nas proximidades e fiscalizando com imensa atenção toda a zona ribeirinha adjacente à ilha de Belmont, informando desde logo e pormenorizadamente os grupos de intervenção paramilitar fieis ao ex-director da CIA General Petraeus, do ponto da situação no local e das estratégias possíveis de actuação no momento, de modo a desbloquear definitivamente o perigoso e imprevisível impasse que aí se vivia. Eram apoiados por um dos maiores lobbies norte-americanos ligado à indústria de armamento, contando para isso com a total disponibilidade activa de facções minoritárias mas influentes da estrutura militar dos EUA, associados à tentativa de golpe interno de 09/11.

Vivia-se agora um momento de grande tensão em torno da ONU, com a multidão cada vez mais compacta a querer expandir-se em todas as direcções, pressionando as barreiras de protecção que rodeavam e protegiam os vários edifícios do complexo e sendo empurradas por outro lado pelas forças de segurança, cada vez mais numerosas e que os cercavam por todos os lados. Na tribuna a agitação também era crescente face ao cenário cada vez mais caótico que os rodeava e a alguns focos de violência que pareciam estar a estalar aqui e ali, no meio da enorme massa humana que parecia contorcer-se como uma serpente, ondulando no ar e provocando ondas de choque físicas e emocionais em todos os manifestantes que ali se encontravam. Ao lado de Maria Madalena Jesus observava passivamente o evoluir dos acontecimentos, ladeado pelos seus Querubins e protegido pelos seus Serafins, enquanto Judas se dirigia rapidamente ao encontro de Satanás – agora acompanhado pelos anjos Gabriel, Miguel e Rafael – mais uma vez colocado na incomoda e ingrata situação de ter de receber no seu seio – no Inferno – os toxicodependentes irrecuperáveis e para sempre perdidos para o sistema, oriundos da plataforma celeste criada por Deus e portadores de um cartão VISA CÉU caducado, dando-lhes como única opção de viagem uma passagem mais ou menos demorada pelo Purgatório ou então um bilhete directo e apenas de ida em direcção ao Inferno.

 

 

Subitamente surgiu no céu distante e sobre a linha do horizonte um pequeno ponto luminoso surgido não se sabe bem de onde e que parecia tornar-se cada vez mais brilhante à medida que os segundos passavam. Absorvidos como estavam pela profusão de acontecimentos inéditos que todos estavam vivendo presencialmente e em grupo, poucos dos presentes tinham conseguido observar o início deste inesperado fenómeno atmosférico, só se apercebendo mais tarde de que algo de anormal se estava a passar, quando começaram a ficar incomodados com o aparecimento de um som contínuo e de intensidade crescente – que parecia rodeá-los – sobrepondo-se a todos os outros sons e ruídos, até os oriundos da própria manifestação. Mas passados poucos segundos o som transformou-se de tal forma numa mistura de “pancadas e silvos” cada vez mais persistentes e incomodativos, que foi num instante que aquela massa humana se começou a virar para a sua origem e descobriu a crescente massa luminosa. Parecia deslocar-se rapidamente na sua direcção, o que desde logo provocou uma grande excitação entre a multidão que enchia a praça e a própria tribuna VIP: rodeado por toda a sua corte de Fiéis, Anjos, Serafins e Querubins, Jesus apontava para a Luz presente no Céu, enquanto parecia ir dando algumas instruções a Satanás e aos anjos Gabriel, Miguel e Rafael, sempre na companhia de Maria Madalena e fortemente guardado pelos morcegos alienígenas comandados por Madre Teresa e Alice das Maravilhas. Mais ao fundo na tribuna e já na entrada dos túneis de saída VIP, um grupo de seguranças da CIA ia tentando retirar apressadamente algumas das mais importantes individualidades presentes, debatendo-se pelo meio com a fúria evidente de Bill Clinton e Monica Lewinsky, por não estarem a ter o tratamento devido (e idêntico) ao das restantes personalidades que ali se encontravam – parecia mesmo que o mundo e os seus valores, estavam irremediavelmente em queda! E a um canto da tribuna e sem que se fizesse notar, um Adam Weishaupt todo sorridente – fundador da Ordem dos Perfeitos – registava no seu bloco de notas as suas derradeiras observações, entrando de imediato na sua “bolha” e dissolvendo-se instantaneamente no ar.

 

Três objectos perseguiram durante um curto espaço de tempo a enorme massa incandescente que se aproximava de Nova Iorque. Foram vistos três relâmpagos simultâneos e instantaneamente a massa pareceu perder luminosidade, contrair-se e explodir violentamente na atmosfera. Como que em resposta à explosão e numa questão de micro segundos, várias bolhas se formaram sobre a superfície da cidade de Nova Iorque, enquanto o cogumelo resultante ia cobrindo progressivamente toda a cidade.

Na escuridão de uma dessas bolhas a Entidade Simuladora teclava vigorosamente sobre o seu artefacto portátil, procurando alternativas para as opções facultadas pela aplicação utilizada e que parecia ter sido afectada pela introdução inexplicada de um vírus Majestic na execução de alguns dos seus ficheiros, provocando o surgimento de uma realidade não programada: o seu receio residia na forte probabilidade – nestas condições extremas de emergência – de ter de recorrer a uma formatação completa. Enquanto isso Deus meditava sobre este novo cenário e procurava encontrar respostas para o sucedido.

 

 

Os Universos são como bolas de sabão flutuando no espaço, podendo comunicar entre si através dos buracos de minhoca e formando no seu conjunto um Multi-Universo.

 

(I: imagens e dados – nasa.gov/II: imagens – google.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:12

Agosto 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9

13
14

22
23
24

25
26
27
28
29
30
31


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO