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Algarve e Covid-19

Domingo, 25.04.21

Restando-nos esperar pela próxima sexta-feira para se ver o que sucede, esperando-se que entre as autoridades políticas e a estratégia do vírus, alcancemos de novo e de vez o nosso objetivo: para tal e estando entre ambos devendo-nos prevenir, cumprindo as regras básicas e ainda testar/testar/testar e não se esquecer de se vacinar.

 

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Evolução Infetados e R(t)

Algarve 2021

(incluindo 17 de abril)

 

À medida que o nº de Infetados se estabilizava (num máximo) ─ atingido a 27 de janeiro de 2021 com 500 Infetados ─ iniciando então a sua tendência de descida, simultaneamente sendo acompanhado no mesmo sentido e decisivamente pelo índice de transmissibilidade R(t) ─ arrancando um pouco antes e de uma forma contínua de descida, lá por 18 de janeiro de 2021 ─ criando-se a convicção (cada vez mais forte) de que dados estes números (aqui apresentados) e no caso da Região do Algarve (logo, de Albufeira), o prolongamento do Estado de Emergência estará por dias (talvez tenha sido o anterior, o último) assim como o período de Desconfinamento (se não terminar no fim da próxima semana, sendo-o provavelmente a meio do mês de maio): no que nos diz respeito (habitando-se no concelho) tendo-se apenas de melhorar os números (Covid-19) ─ respeitando as regras, testando, vacinando ─ de Albufeira (hoje ainda acima dos 120 casos/100.000 habitantes). Nos últimos 8 dias (18 de abril a 25 de abril) no Algarve, com a média do nº infetados/dia a fixar-se nos 27/dia e registando-se “apenas” 1 Óbito (há mais de 5 semanas registando-se maioritariamente zero óbitos, ou 1/2 óbitos por semana). Pelo que se tudo correr bem e os espanhóis e os ingleses o quiserem (cumprirem o prometido), em meados de maio e abrindo as suas fronteiras terrestres podendo começar a chegar (além dos portugueses, estando já por cá) os espanhóis (entre outros, à “boleia”) ─ caso abram as suas fronteiras terrestres (com Portugal) ─ e no início de junho e abrindo as suas fronteiras aéreas (já com os voos, de regresso) os ingleses (e com eles, outros): desde já e certamente, refletindo-se (com um aumento) nas reservas.

 

(dados: DGS/INSA ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:31

Covid-19 PT/20.04

Terça-feira, 20.04.21

[Velha Vaga/Nova Vaga]

 

Esta terça-feira mantendo-se inalterável o índice de transmissibilidade ─ R(t) = 1 (significando que cada infetado, infeta 1 outra pessoa) ─ e subindo de novo o nº de Infetados (hoje +424 infetados).

 

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Podendo-se estar a percorrer um caminho semelhante ao ocorrido o ano passado ─ entre o fim da 1ª vaga (pelo meio, tendo o Verão) e o início desta última continuando-se a registar infetados/óbitos (mas em menor nº) perspetivando uma nova vaga, ou talvez não

 

Ainda se registando -25 doentes internados (num total atual de 429) e +1 em estado grave/crítico em UCI (num total atual de 113). Mesmo com os parâmetros tendencialmente em descida vivendo-se ainda tempos de incerteza.

 

(dados: dgs.pt imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:23

Vírus Sim, Vírus Não?

Sábado, 17.04.21

Parecendo terem finalmente acabado com a “Vida-do-Bicho”, com o Povo antecipando-se e já este sábado a sair em peso para a rua ─ como que se estivesse a comemorar alguma vitória ─ a encher esplanadas, praias e areais. Enquanto logo ali ao lado centenas ou mesmo milhares de pessoas, aguardavam pela vacina. Onde estão os nossos pedagogos ou serão todos demagogos?”

 

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Albufeira

Praia dos Pescadores

(11.04.2021)

 

No último relatório (semanal) do INSA (Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, tutelado pelo Ministério da Saúde) publicado a 16 de abril (no mesmo dia em que o Governo definiu as regras de Desconfinamento para o período que vai de 19.04 a 30.04), verificando-se a nível Nacional (e referido a 14 dias) uma taxa de incidência de 71,6 e um índice de transmissibilidade R(t) = 1,05: colocando assim Portugal “dentro dos limites aceitáveis da Covid-19” com menos de 120 casos/100.000 habitantes e um índice de transmissibilidade perto de R(t) = 1.

 

Das sete regiões de Portugal e quanto à taxa de incidência, com o Algarve e as ilhas a ultrapassarem o limite (Algarve → 131,4; Açores → 148,7; Madeira →169,9); no índice R(t) com os valores mais elevados a registarem-se nos Açores (1,41), na Madeira (1,22) e no Alentejo (1,13) ─ com o Algarve nos 1,07. No gráfico nacional sendo visível a descida do índice R(t) cada vez mais próximo de 1. E com as regiões mais perto do vermelho ─ aparentemente em pior situação ─ a serem as Madeira, dos Açores e do Algarve.

 

Numa vista de olhos muito rápida pelas 7 regiões e respetivos gráficos ─ sobre a evolução do índice R(t) ─ constando-se a tendência de descida em quase todas (5 em 7), com exceção de duas o Alentejo e a Madeira (subindo/mantendo-se); e para já com tendência descendente e cada vez mais próximo de R(t) = 1 e valores cada vez menores (assim esperamos todos) estando, a região Centro, a região Norte, a região do Algarve e a região dos Açores; e com a região de Lisboa e Vale do Tejo a ter o melhor desempenho já com R(t) < 1.

 

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Albufeira

Pontão da Praia dos Pescadores

(11.04.2021)

 

E chegando-se ao sul do país, à Região do Algarve e à cidade de Albufeira (onde resido, concentrando 40% a 50% dos investimentos/receitas do turismo e pelo menos com 20% do total do desemprego da região), com a taxa de incidência a continuar a revelar alguma instabilidade (subindo/descendo) e com o índice R(t) apesar de em descida ainda sendo R(t) > 1:A média do R(t) para os dias 06-04-2021 a 10-04-2021 foi de 1,07, estando o seu verdadeiro valor compreendido entre 1,03 e 1,12 com 95% de confiança. (insa.min-saude.pt)

 

A partir destes dados do INSA, em conclusão e depois da decisão do Governo (tomada ontem), com as piores consequências a refletirem-se em dois concelhos do Algarve Portimão e Albufeira (safando-se da “lista negra” Lagoa e Vila do Bispo): traduzindo isto tudo (em miúdos) e aplicando-se à nossa região, com 14 dos seus concelhos a avançarem (já se podendo ir ao café e restaurante), 1 ficando estacionado ─ Albufeira (apenas esplanadas e takeaway) ─ e 1 outro regredindo ─ Portimão (regressando ao postigo).

 

Já quanto à Educação e à frequência presencial nas escolas ─ a verdadeira alteração e com bastante impacto deste novo período de Desconfinamento (o resto sendo treta, mas podendo prejudicar/liquidar outros sectores) lançando quase + 1 milhão para as ruas (secundário e superior) ─ como pelos vistos o Ministério da Educação é uma secção autónoma e independente do Governo (não lhe devendo satisfações), com o Super-Ministro (salvo-seja, Nossa Senhora de Fátima nos proteja) não reconhecendo o “poder-do-bicho” e sem critério que se conheça, simples e graciosamente (já que nem se viu, talvez segunda-feira, rodeado de testes e de vacinas) abrindo tudo.

 

(imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:03

Esperando ansiosamente, a resposta do Oráculo do Governo

Quinta-feira, 15.04.21

Pelas 17:00 esperando ainda pela revelação, e simultaneamente desejando terem (os ajudantes da divindade) tomado conhecimento da declaração de Hans Kluge (OMS/WHO).

 

"Temos que ser claros:

sinais iniciais de queda [do número de novas infeções]

não é o mesmo que taxas de transmissão baixas.

A transmissão tem que descer e manter-se em níveis baixos."

(Hans Kluge/Diretor Europeu da OMS/WHO/lifestyle.sapo.pt/15.04)

 

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Nos últimos 32 dias com o índice R(t) a subir quase 28% (0,9%/dia)

 

“Suspeitas de efeitos secundários representam apenas

0,3% dos casos em 100 milhões de vacinas administradas na EU.”

(Lusa/lifestyle.sapo.pt/15.04)

 

Entretanto ficando ainda mais confuso com uma notícia recente (da Lusa), informando que (para além do problema dos coágulos sanguíneos, que poderão ser comuns, a muitas das outras vacinas) previsivelmente 0,3% das pessoas vacinadas sofrerão de efeitos secundários.

 

(imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:56

Desconfinamento a 19 ─ Face à Evidência dos Números, a Decisão

Quinta-feira, 15.04.21

Recuando 14 dias e consultando os compromissos do Governo (pelo mesmo divulgado na altura) caso tudo corresse bem neste último período de Desconfinamento (para obedecermos, com o mesmo sendo sempre acompanhado pela respetiva renovação do Estado de Emergência),

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Desconfinar/Desconfiar

 

Prevendo-se que caso este ache (o Governo/o 1º Ministro) que tudo decorreu satisfatoriamente e dentro dos limites aceitáveis nestas últimas duas semanas, os próximos passos de Desconfinamento (mais visíveis/impactantes para a generalidade dos portugueses) sejam os seguintes (conduzindo-nos neste período e sendo a opção/solução eficaz, ao fim do Estado de Emergência) ─ aqui apresentados:

 

Reabertura dos espaços interiores em cafés e restaurantes com um máximo de 4 pessoas/mesa (nas esplanadas 6 pessoas/mesa), com um horário de fecho às 22 horas (fim-de-semana 13 horas);

 

Regresso ao ensino presencial dos alunos do ensino secundário e superior, por volta duns 800.000 estudantes;

 

Reinício das atividades em espaços fechados como cinemas, teatros, lojas públicas (como a do Cidadão) e privadas (como centros comerciais, lojas de produtos diversos, ginásios/sem ser em grupo, etc.); já nos espaços abertos com a atividade física a estar limitada a grupos de 6 pessoas e com a lotação máxima em eventos (ao ar livre, como casamentos) a ser limitada a 1/4 da sua lotação.

 

No entanto e passadas duas semanas com o cenário aparentemente a agravar-se, com dois dos parâmetros fundamentais para a análise e estudo da evolução da doença Covid-19 ─ influenciando diretamente esta decisão (para o novo período de Desconfinamento, a iniciar-se a 19 de abril e indo até ao fim do mês) ─ a não respeitarem o esperado/desejado, casos da evolução do nº de Infetados/dia e do índice de transmissibilidade: o primeiro mantendo a sua instabilidade (subindo/descendo), o segundo ─ o R(t) ─ em lenta mas constante subida desde há várias semanas.

 

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Desconfinar/Desconfiar

 

Pelo que se o Governo (de Costa) não enfiar como a avestruz “a cabeça no buraco”, no mínimo terá que ter atenção aos concelhos com mais de 120 infetados/100.000 pessoas e com R(t) > 1: sendo um escândalo se passados uns curtos e rápidos 14 dias o Governo estrategicamente se “esquecesse” do seu “sagrado” compromisso ─ assumido perante todos os portugueses ─ nesta luta de vida ou de morte contra o vírus SARS CoV-2.

 

Nos concelhos com mais de 120 casos/100.000 pessoas ou com o índice R(t) > 1, tendo-se obrigatoriamente de manter ou recuar no Desconfinamento, nos outros não: e não sendo a tarefa assim tão difícil de executar/implementar pois num 1º passo e até para não criar confusão (uma localidade estando mais desconfinada, a outra sendo vizinha/próxima não menos) podendo-se limitar a regiões mais afetadas como por exemplo (e de momento) as ilhas e o Algarve (e mesmo aí podendo fazer uma “escolha/seleção”) em 14 dias podendo ser localmente alterada.

 

No Algarve estando sobretudo em causa o que fazer com Portimão, Albufeira, Lagoa e Vila do Bispo, os 4 concelhos mais em risco (Covid-19) entre um total nacional de mais de vinte em causa (vinte e nove municípios, podendo parar/recuar na reabertura). Para já com o 1º Ministro a ter afirmado que “é razoável acreditar que o país continuará a desconfinar em mais esta fase, ainda que, eventualmente, a várias velocidades” (António Costa). Veremos logo ao fim da tarde.

 

(imagens: desmotivaciones.es ─ dicio.com.br)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:04

Covid-19 PT/14.04

Quarta-feira, 14.04.21

Na semana de mais uma decisão ─ não do Estado de Emergência, continuando por mais 14 dias ─ esperando-se pela opinião do Governo para se compreender o que sucederá de novo neste novo período de Desconfinamento (iniciando-se na próxima segunda-feira): dependendo essa opinião/decisão da evolução dos parâmetros Covid-19, pela sua importância (nesta fase desta última vaga) o Nº de Infetados/dia e o Índice de Transmissividade R(t).

 

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Em risco: Vila do Bispo, Portimão, Lagoa e Albufeira

Este fim-de-semana se decidirá se algum destes 4 concelhos algarvios

progridem, se mantêm ou recuam no seu respetivo Desconfinamento

 

Analisando a evolução destes dois parâmetros nos passados 31 dias (de 15.03 a 14.04) e associando-os (sendo o R(t) na região do Algarve, superior ao nacional), verificando-se a continuação da instabilidade no nº de infetados (não querendo manter a sua tendência de descida, descendo/subindo) e o crescimento mesmo que lento do índice R(t): em 31 dias subindo de 0,83 para 1,06 (ou seja quase 28%).

 

(imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:42

Covid-19 PT/13.04

Terça-feira, 13.04.21

“No dia em que os EUA suspendem a vacina (norte-americana) da Johnson & Johnson (vacina Janssen): juntando-se à vacina da Astrazeneca (inglesa) no caso dos coágulos sanguíneos. E para Portugal sendo um problema, administrado em 2 doses (sendo dois dos nossos fornecedores).”

 

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Enquanto se aguarda a declaração para o próximo período de desconfinamento (chegando até ao próximo fim-de-semana), mantendo-se (em Portugal) os parâmetros Infetados/Internados ainda algo instáveis (não descendo ainda mais) e sendo mais preocupante a manutenção/subida do índice de transmissibilidade R(t) ─ para já nos 1,04.

 

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:34

Covid-19 PT/12.04

Segunda-feira, 12.04.21

No dia (hoje, 12 de abril) em que o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS/WHO) declara que a Pandemia de Covid-19 está de novo a crescer exponencialmente ─ dependendo a evolução da mesma não só das decisões e das ações das autoridades (ou seja, políticas dos Governos) como da forma como nos comportamos (em nossa casa e fora dela) ─ em Portugal e no mesmo dia entra-se na semana de decisão sobre as posições a tomar para as próximas semanas de Desconfinamento (com o próximo período a iniciar-se a 19 de abril): falando o Presidente, falando o Governo, falando a AR e no final aprovando-se e aplicando-se ─ de 19 de abril a 3 de maio.

 

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Infetados e R(t) em Portugal

(15 de março a 12 de abril)

 

Distanciamento

Máscara

Ventilação

Testagem

Rastreio

Isolamento

Higiene

Vacinação

 

Neste início da semana que irá definir como serão (terminando este a 18 de abril) os próximos 14 dias de Desconfinamento (19 abril/3 de maio) ─ com o índice de transmissibilidade a continuar a subir e com alguns concelhos a persistirem perto do limite (máximo aconselhável) ou acima dele (com mais de 120 caos de infetados/100.000 pessoas) ─ e sabendo-se da inércia/lentidão do Governo nos testes rápidos/campanha de vacinação, não se percebendo muito bem como será possível (nalguns/muitos casos, ficando-se a aguardar) manter o Desconfinamento quanto mais expandi-lo (por pouco que seja). Na região de turismo do Algarve e apesar do lado positivo de não existir nenhum surto entre profissionais de saúde e entre idosos (residindo em lares), com o índice R(t) a ser o mais elevado do país (hoje Portugal nos 1,04), sentindo-se esse efeito já nas escolas (tendo entrado no circuito mais de 1 milhão de estudantes) e podendo agravar-se ainda mais para a semana com o ingresso de mais uns 400 mil alunos (do secundário);

 

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Óbitos na Europa

(8 de abril a 12 de abril)

 

Para já não falar do “Triângulo das Bermudas” tendo num dos vértices Portimão (onde se situam os estaleiros e por onde circulam os trabalhadores da construção civil) ─ os outros vértices em Albufeira e Silves e com um dos lados do triângulo passando por Lagoa  ─ com Silves recordando-nos ainda existirem um pouco mais acima outros polos de contaminação/infeção (de SARS CoV-2) e até de contacto/comunicação como será o Alentejo (com concentrações de trabalhadores agrícolas/outras áreas desempregados e sendo estrangeiros). E apesar das taxas elevadas de desempregados afetando o Algarve (causada pela sua “monocultura” turística)  ─ só em Albufeira representando cerca de 20% do total, maioritariamente mulheres ─ e do vírus ter alterado alguma coisinha no seu comportamento infetando agora mais crianças e mais profundamente (circulando estas agora livremente entre Família/Escola), mantendo-se o otimismo de alguns responsáveis como o transmitido pelo título apresentado pelo jornal online Sul Informação (segundo ideias de Ana Guerreiro, delegada regional de saúde): «Ainda há tempo» para todos os concelhos algarvios avançarem no desconfinamento”.

 

(dados: dgs.pt e worldometers.info ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:04

Covid-19 PT/11.04

Domingo, 11.04.21

Na evolução da doença Covid-19 registada em Portugal nos últimos 14 dias (1º gráfico), concluindo-se pela manutenção da instabilidade do nº de Infetados/dia ainda próximos dos 600/dia. Relativamente ao índice de transmissibilidade R(t), com o mesmo a manter-se numa tendência lenta de crescimento (subindo 0,08) ─ e sendo assim desde há 4 semanas (aí com R(t)=0,83).

 

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Já quanto à situação epidemiológica (vírus SARS CoV-2) que se vive atualmente na Região de Turismo do Algarve (2º gráfico) e com o índice R(t) a subir sendo o mais elevado em Portugal (na última avaliação a 4 de abril, com o índice a variar entre 1,01/1,05), surgindo uma situação embaraçosa com o nº de Infetados num constante sobe e desce ─ talvez por uma falta de testagem programada ─ deixando-nos na dúvida se o problema não será bem pior (ou bem melhor, não se sabendo ainda muito bem qual a razão, apesar de alguns apontarem, tal como o fizeram no caso do Natal, para a Páscoa). E se se adia e não resulta, lá se vai o 2º Verão (consecutivo).

 

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:19

Covid-19 PT/10.04

Domingo, 11.04.21

No início desta Pandemia (1ª vaga) e ainda não se tendo registado oficialmente a 1ª morte por Covid-19 (verificada a 16 de março do ano passado),

 

Já aproximadamente três semanas antes (a 26 de fevereiro de 2020) o índice de transmissibilidade R(t) atingia o seu pico máximo:

 

R(t)=2,11.

 

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A meio da semana que vem ─ 12 a 18 de abril ─

com Marcelo e Costa a terem que se pronunciar

sobre o próximo período de desconfinamento a iniciar-se a 19 de abril

 

Sendo a variação do índice R(t) crescendo e subindo acima de 1 ─ o 1º sinal de alarme.

 

Alcançando o maior nº de infetados/dia a 10 de abril de 2020 (1.726 pessoas) e o maior nº de óbitos/dia entre os dias 3 e 23 de abril de 2020 (pico máximo a 3 de abril).

 

Ou seja, uma sequência clara, interligada e crescente, entre estes parâmetros Covid-19:

 

R(t) → Infetados → Óbitos.

 

E crescendo o primeiro (mais cedo ou mais tarde), crescendo o 2º e o 3º.

 

Em Portugal e ultrapassada a última vaga (crescendo rapidamente no nº de infetados em finais de dezembro e atingindo o seu pico máximo um mês depois) e com o índice de transmissibilidade a atingir um mínimo de sempre (11 de fevereiro)

 

R(t)=0,61

 

─ Observando-se a partir daí e progressivamente (lentamente) a uma subida desse importante índice.

 

Um índice sistematicamente a crescer (com alguns intervalos de repouso) nos últimos dois meses (de fevereiro a março) tendo passado de R(t)=0,61 até R(t)=1,02 ─ mais de 65%.

 

(imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:29