Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

25
Mai 20

“The Trump administration reportedly considered

conducting the first nuclear test explosion in 28 years

in response to China and Russia.”

(Sophia Ankel/23.05.2020/businessinsider.com)

 

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IVY MIKE

O primeiro teste norte-americano de uma Bomba de Hidrogénio

(1 de novembro de 1952)

 

Após quatro anos de um violento e sistemático confinamento político-social (aqui não se contando mortos) ─ cercando Donald Trump e a sua Administração ─ seguido de mais dois meses de um ainda mais violento e catastrófico confinamento sanitário-económico (aqui já se contando mortos) ─ cercando Donald Trump e a população norte-americana ─ uma consequência esperada de tão longo período de isolamento, agora que este tempo parece perto do fim, mas por outro lado nunca mais parece chegar: como se as praias repentinamente se abrissem, não se respeitando minimamente o semáforo vermelho lá colocado.

 

E assim depois de tantos acordos descontinuados e “atirados às urtigas” pela administração atualmente no poder (Republicana de Donald Trump, como num Universo nada alternativo podendo ter sido, Democrata de Hillary Clinton) ─ como o do abandono da luta contra as “Alterações Climáticas”, do acordo “nuclear com o Irão”, do acordo dos “Céu Abertos” e agora do regresso aos “testes nucleares” ─ o regresso à normalidade por tantos julgada completamente impossível, provando apenas como “normalidade e anormalidade” se confundem e na nossa mente (obedecendo aos mesmos mecanismos psíquico-físicos, ainda e sempre prevalecentes) se completam.

 

Passadas quase 24 anos sobre o acordo firmado para o fim dos testes nucleares ─ 24 de setembro de 1996, subscrito na ONU pelos EUA, pela Grã-Bretanha, pela França, pela Rússia e pela China ─ e enquanto se assistia a uma tentativa de não proliferação dos mesmos até pela chegada de outros países ao “Clube Nuclear” (como a Índia, o Paquistão, a Coreia do Norte e Israel), eis que tentando demonstrar a sua presença ainda bem efetiva no mundo e a sua imagem de sistema (e de marca) querendo manter a sua supremacia global, os EUA ainda perseguido pelos seus inúmeros “fantasmas internos” (problemas por resolver) colocados à vista de todos com o surto Pandémico Covid-19 (como a total falência do seu inexistente Serviço Nacional de Saúde e a inexistência de qualquer tipo de apoio socioeconómico em tempos de crise) ensaiam mais uma “entrada ao serviço” agora com armas pensando-se ultrapassadas (piores em efeitos que o vírus SARS-CoV-2, não só como este matando seres vivos, como também destruindo infraestruturas fundamentais à nossa sobrevivência e da nossa civilização). E ainda-por-cima pela diversificação dos efeitos extremamente negativos e muitas das vezes incontroláveis (por inesperados ou desprezados) sentidos e observados ao longo do tempo e do espaço, com a utilização de um instrumento tão primitivo como este.

 

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O regresso dos testes nucleares

Em debate entre a Administração Civil e o Complexo Militar

(maio de 2020)

 

“Com a Administração da Casa Branca sob a tutela de Donald Trump

e com  o apoio do poderoso e liderante Complexo Industrial-Militar,

como muitos dos presos saídos da cadeia e para se mostrar,

começando desde logo a ameaçar.”

 

Desconfinado e querendo (à falta de imaginação) recuperar referências ─ até para arranjar culpados, para os seus erros cometidos ─ servindo-se do nuclear para tentar recolocar a Rússia e a China no seu respetivo lugar: voltando-se assim á normalidade de um mundo sempre dividido entre o Ocidente e o Oriente (referindo-nos ao Hemisfério Norte, mais rico e desenvolvido, ao contrário do Hemisfério Sul, mais pobre e explorado), sendo um deles os representantes do Eixo do Bem (com sede em Washington e aparentemente em queda) e o outro os representantes do Eixo do Mal (com sede em Pequim e aparentemente em ascensão): numa temporada terminando no início de novembro (deste ano de 2020),  data em que face às duas faces da mesma moeda, ela cairá para um ou para o outro lado, no fundo para um mesmo lado, por baseado na mesma moeda ─ o Dólar. Faltando apenas saber o que valerá mais no futuro, se os detentores das impressoras e do respetivo papel empregue (os EUA) ─ neste caso apoiado pela sua Máquina Militar capaz de destruir um maior nº de vezes o Planeta ─ ou se os detentores dos metais preciosos como o ouro (a Rússia e a China) ─ mais limitados e capazes de destruir um menor nº de vezes a Terra.

 

Já que se sendo livre e expondo-se (mas continuando a aceitar-se como única verdade o que se diz), podendo-se com os raios do Sol e com a água do mar, matar “o bicho”. Por mim esperando que por sua própria iniciativa (do vírus) ─ dado o Homem se ter vindo a mostrar totalmente incapaz de se assumir aderindo à teoria da evolução ─ no mínimo “o bicho” adormeça. Regressando e tornando-se crónico (tal como o vírus da gripe) podendo ser (mais) um “sinal”.

 

(sobre notícias/imagens: Business Insider/businessinsider.com

e US Nuclear News/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:38

16
Mai 20

Num presente em que face à insistência dos EUA e caso a Alemanha não o aceite, a Polónia se oferece para receber e instalar no seu território bombas nucleares norte-americanas (apontadas à Rússia).

 

Das 2.421 explosões atómicas 2 sendo efetivas e concretizadas sobre duas cidades japonesas (6 e 9 de agosto de 1045), provocando (no mínimo) ─ já a WW2 decidida ─ entre 130.000 e 230.000 mortos (civis).

 

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Explosões atómicas desde 1945 (de 16 de julho dia da 1ª deflagrada e testada pelos EUA, pouco tempo antes da sua aplicação prática sobre civis em Hiroshima e em Nagasaki) até 2009 (atravessando todo o período da Guerra Fria)

 

País

Explosões

%

EUA

1.127

46,5

URSS/Rússia

976

40,3

França

210

8,7

China

48

2,0

Grã-Bretanha

45

1,9

Paquistão

7

0,3

Índia

6

0,2

Coreia do Norte

2

0,1

Total

2.421

100,0

 

Como se constata com a esmagadora maioria devendo-se ao conflito (Guerra Fria) EUA versus URS/Rússia com 87% das explosões, ficando as restantes ligadas a países aderindo (em apoio e desenvolvimento tecnológico) a um ou a outro bloco (cerca de 13%).

 

E com os EUA a rasgarem o acordo invocando entre outros pretextos unilaterais para além da falta de confiança na Rússia ─ das bombas da Coreia do Norte e do futuro perigo iraniano ─ do crescente perigo chinês (esquecendo-se dos outros quatro, para já não falar de Israel).

 

(imagem: Every nuclear bomb explosion in history/Businness Insider/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:21

11
Abr 20

“Will they bomb the pandemic to death?”

 

Even with the Covid-19 crisis,

the US war machine

ALWAYS wants more money

(Darius Shahtahmasebi, analista político neozelandês/10.04.2020/rt.com)

 

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USS Theodore Roosevelt aircraft carrier in the South China Sea

(April 8, 2018)

 

E se no passado − no Antigo Regime − ainda ouvíamos a Rádio Moscovo e a Rádio Argel (ainda me lembro de ouvir a voz do nosso poeta Manuel Alegre) não por sermos agentes da URSS ou outra variedade de comunistas − mas porque era a única hipótese de muitos dos portuguese saberem de algo do que se passava nas ex-colónias com os seus filhos e netos sem saberem bem o que faziam por lá e no entanto a morrerem – sendo perseguidos pela PIDE depois designada DGS e simultaneamente sendo avisados de que “as paredes tinham ouvidos” e de que os soviéticos “comiam criancinhas” (quando os pedófilos eram outros, estando mesmo entre nós), no presente – no Novo Regime e tal como dito pouco depois do 25 de abril (por alguns revolucionários), pedindo a chegada das “Putas ao Poder dado os filhos delas (os “Filhos-da-Puta”) já la estarem”− mantendo de novo e tal como o avestruz a cabeça no buraco mesmo depois de nos darem a equivalência automática de “Analfabetos a Doutores”, deixando-nos de novo manipular mesmo com idêntica “conversa”: não compreendendo os novos doutores e desse modo não o comunicando ao povo (falta de cultura e de memória e algum oportunismo), que se quisermos mesmo saber de algo do que se passa no nosso país, muitas vezes e infelizmente a nossa única hipótese (sendo o nosso amigo “da onça ou enão de Peniche”) é sabendo-o através (mesmo que não o quiséssemos) dos nossos ditos (pelas autoridades e oficialmente) inimigos. O que eu faço agora consultando e ouvindo outras fontes a favor ou contra-a-corrente, desde as intragáveis (e norte-americanas) FOX e a CNN (as faces da mesma moeda, o Dólar) passando pela ALJAZEERA (do Catar) e chegando à RT (russa e de Putin): esta última e por sinal com montes de colaboradores ocidentais, entre eles norte-americanos. E daí a notícia inicial divulgada pela RT e envolvendo os Militares, assim como o Pentágono: aqueles que na verdade exercem o poder nos EUA e no Mundo, comprado o Poder Civil e por estes hipotecados os norte-americanos – sem direitos (nem saúde, nem educação, nem infraestruturas, etc.) e agora sem emprego (e sem subsídio). No entanto com meio Mundo desesperando à espera dos EUA e acabando em último caso e por mera questão de sobrevivência, por cair nas mãos de outros do bloco, “China/Rússia”, nada nos garantindo serem melhores (que o Bloco EUA/Europa Ocidental) mas sendo um facto os únicos a ajudarem o Mundo, depois do “manguito” da Alemanha e do Caos em que caíram os EUA: indeciso na escolha em novembro do seu Presidente sem poderes − e se os septuagenários lá chegarem − entre duas anormalidades.

 

[Disclaimer (agora que o logaritmo avança, chegando ao nosso servidor): não sou da Argélia, da Rússia, do Catar, da China ou da Alemanha, apenas um português de Portugal, pretendendo dentro das minhas limitações defender-me, assim como ao meu país.]

 

(legenda: RT − imagem: US Navy/Reuters/RT)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:53

23
Mar 20

[Do Homem-20 e/ou do Covid-19.]

 

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Avião Russo

Março 2020

A caminho da Itália

(sob domínio Covid-19)

 

Depois do surto epidémico de Covid-19 ter atacado a China (o 1º epicentro de contágio) provocando aí mais de 3.000 mortos (3.261), seguindo de imediato para Ocidente (no Hemisfério Norte) e atingindo a Itália (com a mortalidade no 1º epicentro a descer e a mortalidade do 2º epicentro a crescer) hoje (22 de março) tendo ultrapassado as 5.000 vítimas mortais (5.476) − seguindo-se ao não inacreditável e clamoroso (ficará na História) por parte da Alemanha em socorrer a Itália já com esta num estado de desespero total (nega com a complacência e cumplicidade da restante Europa, com cada país apenas preocupado consigo próprio) − as ditas Democracias Ocidentais Católico-Romanas, adeptas fervorosas da Democracia e da Liberdade em Segurança e tendo como único objetivo defender os cidadãos que afirmam representar – eis que é do lado dos regimes ditos não democráticos e Ditatoriais, na sua fonte inspirados no ateísmo, no paganismo, no comunismo e no autoritarismo, que chega a ajuda a este país cada vez mais próximo da desagregação total das suas instituições básicas literalmente deixando de funcionar − com os médicos a escolherem quem vive e quem morre e com os camiões do exército encarregues do transporte dos mortos para o forno crematório: com a China, Cuba e agora a Rússia por solicitação do governo italiano a enviarem para aquele “país da EU abandonado pelos seus e em chamas”, aviões de ajuda e de socorro (e de salvamento) carregados de equipamento e de recursos humanos – apesar de cada um destes países (1 da Ásia,  1 da América e 1 da Europa) estar empenhado simultaneamente (quase como todos os países e regiões de todo o Mundo) na luta contra o Covid-19 no seu país. A China (a 1º a “arrancar”) com os seus mais de 3.000 mortos (apesar de ultimamente sem mortes a registar/dia, ainda com quase 3.000 em estado grave/crítico), Cuba (com 34 casos ativos) e Rússia (com 350 casos ativos) ainda no início da sua “viagem com 1 vítima mortal cada um.

 

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Angela Merkel

Março 2020

A caminho da Quarentena

(sob domínio Covid-19)

 

E assim depois de nos questionarmos sobre quem levará avante nesta “Guerra de Morte contra o Coronavírus Covid-19”, agora questionando-nos igualmente se algum dia precisarmos mesmo de alguém exterior ao nosso território para nos socorrer (ajudar/salvar), a quem deveremos na realidade recorrer: se aos nossos aliados como regimes Livres e Democratas (o autoproclamado Eixo do Bem, com centro em Washington), se aos nossos adversários como regimes Autoritários e Ditatoriais (denominados como o Eixo do Mal, com centro Em Pequim). Neste fim do dia 22 de março de 2020 (em vésperas de muitos portugueses perderem a esmola fornecida durante uma semana, ficando com uns 66% como se a Pandemia tivesse terminado, e como se não estivéssemos oficial e obrigatoriamente em Estado de Emergência − para já não falar dos muitos e muitos despedimentos já “despachados”) com a China já de regresso (à produção, à Conquista Económica e Financeira do Mundo) e a Rússia a preparar-se (para a possível chegado do coronavírus, erguendo as estruturas necessárias e salvaguardando-se desde já) − cheios de Ouro e com a Índia a preparar-se para se lhes juntar −  enquanto do outro lado do “Muro(simbolicamente de Berlim)  destruído mas de seguida reerguido (com o ressuscitar do ), apresentando-se uma Europa em agonia e decadente, com um apêndice cortado mas seguindo o mesmo caminho (o Reino Unido) e no fim com todos eles sendo liderados pelos EUA como Comandante-Supremo do (ainda) Império Norte-Americano: baseando-se ainda e apenas no poder das Armas e no poder do Dólar (papel), mas em contrapartida (ou não tivessem despreocupadamente déficit de triliões) com os seus cofres vazios (de ouro, a nova, verdadeira e real referência). No fim desta 1ª Vaga Global de Covid-19 podendo ter o Mundo (mesmo que não se note logo) mudado (como tudo para melhor ou para o pior) mas com estes políticos (sem vergonha, “sem pecado”, mantendo-se) sendo de esperar o pior, o colapso ou a recessão.

 

(imagens: Russian Defense Ministry e Reuters/Michael Kappeler em RT/rt.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:12

03
Mar 20

Com o início do fim da U.R.S.S. tendo efetivamente como momento decisivo (o 1º sinal do que aí vinha, tendo sido a morte de Leonid Brejnev em 1982) o dia 11 de março de 1985

 

– Data da nomeação de Mikhail Gorbatchov (89 anos de idade)

como Secretário-Geral do P.C.U.S.

 

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O fim da U.R.S.S.

dando origem à Confederação Russa

(fim simbólico/oficial dado a 26 de dezembro de 1991)

 

E com os passos que se lhe seguiram sendo apenas uma consequência natural e lógica de todo um processo socioeconómico (científico, tecnológico, militar e financeiro) levando no final à sua desagregação (c/Gorbatchov inicial e ideologicamente M-L, no início da década de 90 virando social-democrata) − afastado Gorbatchov num Golpe de Estado (1991) pela linha dura do partido e depois de algumas reviravoltas, com outro protagonista a entrar em ação o oposicionista no extinto Soviete Supremo Boris Ieltsin (1931/2007): culminando todo este processo no desaparecimento do mapa de uma das duas Grandes Potências Mundiais surgidas no fim da II Guerra Mundial − uma sendo a U.R.S.S. do TIO JOE a outra os E.U.A. do TIO SAM – numa data de facto sendo assinalada por simbólica a 26 de dezembro de 1991, quando a bandeira soviética foi substituída no Kremlin pela nova bandeira russa (desagregando-se a U.R.S.S. e daí surgindo a Confederação Russa). Já antes tendo ocorrido a Queda do Muro de Berlim (9 de novembro de 1989) para mais tarde e após a renúncia de Ieltsin (último dia de 1999) surgir então Vladimir Putin assumindo legalmente a Presidência (a 7 de maio de 2000).

 

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Ataque de 11 de setembro de 2001

WTC

(originando mais de 85% do total de vítimas mortais, cerca de 3.000)

 

E destruído um dos polos (U.R.S.S.) ficando apenas um deles (E.U.A.), liberto finalmente dos limites assumindo em seu nome (Unilateralmente) o domínio − e obviamente o controlo: total e absoluto e intitulando-se o POLÍCIA do MUNDO. Surgindo então o Evento dos Ataques Terroristas de 11 de setembro de 2001 no interior do território dos E.U.A., entre eles o ataque a Nova Iorque abatendo as Torres Gémeas do WTC (em Manhattan) e provocando perto de 3.000 vítimas mortais: o pretexto final para com total justificação os EUA se assumirem (e se autoproclamarem, secundarizando a UN) como única Potência Global e Defensora do Mundo (“ocidental e católico-romano”, acho eu) e a partir daí … se acharem no direito divino de como excecionais, fazerem o que quiserem. Como matar sem problemas milhões, destruir até as mais básicas infraestruturas (necessárias para a sobrevivência de um povo) e pôr em fuga pela Vida outros tantos milhões, em territórios como o do Afeganistão, do Iraque, da Líbia, da Síria, do Iémen, etc. (e com os resultados desastrosos e criminosos que se sabem), mas simultaneamente cometendo um erro crasso, esquecendo o Crescimento da Rússia do presidente Putin e o Despertar da China (desde 2013) com o presidente Xi Jinping: quando e apesar da histeria em torno do covid-19 (não pelas questões de saúde presentes, mas pelas consequências económicas futuras), o Eixo do Mundo acompanhando a Evolução tenderá sempre a deslocar-se de Ocidente (Washington) para Oriente (Pequim) − e ao período de decadência de um Império (Americano) seguindo-se o erguer de um outro Império (Asiático).

 

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Drones turcos contra instalações do regime sírio

A Síria como um exemplo do confronto entre blocos

(envolvendo EUA/RÚSSIA e c/ os seus intervenientes no terreno Turquia/Irão)

 

No presente com múltiplos conflitos − não só de âmbito militar (envolvendo guerras) como de âmbito económico (envolvendo sansões) – a estenderem-se um pouco por todos os continentes (exceção talvez feita à Oceânia), com guerras intermináveis como as do Afeganistão, do Iémen, da Síria, do Iraque, da Líbia, da Palestina (“um campo de concentração a céu aberto”), da Ucrânia e ainda de vários países africanos (como Nigéria, Camarões, Níger e Chade, entre outros), estes últimos deparando-se com graves crises internos e/ou com a ação de movimentos insurgentes e terroristas (islâmicos) como a do grupo Boko Haram (seguindo as tradições de dois movimentos ligados ao Terrorismo Global, como a Al-Qaeda e o Exército Islâmico): 11 países independentes e soberanos segundo a carta da UN (de 4 continentes e com fronteiras físicas reconhecidas internacionalmente), aqui citados pelos seu conflitos armados sem fim à vista e acompanhados por um nível brutal de destruição e de mortos (“mortos à bala”), infelizmente sendo ainda complementados por outras ações/intervenções noutros países (integrando o plenário da UN), podendo ter consequências em tudo idênticas, como é o caso da Guerra Económica e das respetivas sansões (“mortos à fome”) – como será por exemplo o caso da Venezuela, da Coreia do Norte e do Irão.

 

E tendo todos (Afeganistão, Iémen, Síria, Iraque, Líbia, Palestina, Ucrânia, Nigéria, Camarões, Níger, Chade, Venezuela, Coreia do Norte e Irão, num total de 14) mesmo algo em comum, colocados no meio de um conflito (a eles exterior) entre dois blocos dominadores e com aspirações de Império: de um lado o Bloco Ocidental (EUA/EUROPA) comandante do atual Império (e com sede em Washington) do outro o Bloco Oriental (RÚSSIA/CHINA) aspirante a novo Império (e com sede em Pequim) − mas com o 1º estatisticamente (e até pelo seu tempo de duração, antes de ser descontinuado) a levar imensa vantagem (em destruição e mortes). E levando com as balas aqueles − o “MEXILHÃO” − estando no meio.

 

[E ainda hoje (neste mundo de FAKE NEWS e com os SUSPEITOS a serem sempre os do COSTUME) nos questionando sobre qual o verdadeiro papel de Boris Ieltsin na subida de Vladimir Putin ao poder (deixando cair o social-democrata Gorbatchov, derrotando de seguida os “últimos comunistas” e renunciando posteriormente do cargo − e aí escancarando as portas de entrada a Putin), sobre quais os verdadeiros impulsionadores dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos EUA (falando-se em paralelo aos atentados de origem externa − e podendo haver algum tipo de ligação − de uma tentativa interna não convencional de golpe de estado) e já agora e dado o conflito continuar parecendo repercutir consequências (nada positivas) um pouco por todo o Mundo, a verdadeira razão para o continuar de mais este conflito (sabendo-se promovido pelos EUA, sobre um tradicional, fiel e estratégico aliado russo) inútil e sem saída (armada).]

 

(imagens: timetoast.com − History.com/gospelherald.com − AFP Photo/yahoo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:03

18
Dez 19

[E para já só influenciando o GPS.]

 

The north magnetic pole and the Earth's magnetic field help GPS and other navigation systems pinpoint users' locations (businessinsider.com). Logo, existindo algum tipo de alteração no Modelo Magnético Mundial, tendo-se que obrigatoriamente de fazer a respetiva correção ou atualização.

 

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Com o Eixo Virtual da Terra (unindo o Polo Norte ao Polo Sul)

A deslocar-se para leste do Canadá para a Rússia (Sibéria)

Tirando (aos canadianos) e levando consigo algumas autoras boreais

 

Num fenómeno talvez idêntico ao ocorrido há muitos e muitos anos (em torno de uns 12 milhões) até aí (por ex. há uns 48 milhões de anos) com o equador terrestre noutra coordenadas e posteriormente movendo-se − continuando-se a verificar no presente a deslocação dos polos terrestres, acompanhando o movimento para leste (e ultrapassado já o ponto de longitude zero) do seu (da Terra) eixo virtual: e no Hemisfério Norte (onde se localiza  a Europa e Portugal)  continuando a sua viagem da Groenlândia, subindo em direção ao Círculo Polar Ártico, à Sibéria (e afastando-se do Canadá, dificultando aí a observação das auroras boreais). Segundo os geólogos com essa movimentação a concretizar-se a uma média de 50Km/ano − a norte – em contraponto com o que tem ocorrido no (hemisfério) sul com o seu polo magnético pouco ou nada se movendo no último século.

 

E tudo isto se passando e sendo visível até pelos efeitos provocados (e estendidos) a toda a superfície terrestre (deslocação de placas tectónicas, sismos, vulcões) por ação do Campo Magnético Terrestre atravessando um ponto crítico e de fraqueza (devido ao deslocamento polar ou “pole shift”) e nesse aspeto acompanhando o Ciclo Solar percorrendo de momento um mínimo de atividade (um Sol “mais fraco”), ambos (fraco campo magnético, mínimo solar) desprotegendo a Terra (por exemplo da ação dos Raios Cósmicos) – como resultado das movimentações do ferro líquido rodeando o núcleo central terrestre a uns 3.000Km de profundidade e a uma temperatura de 3000°C: e à superfície deslocando o polo norte magnético (desde 1831, aí com a velocidade de deslocação sendo menor, por ex. 10Km/ano) cerca de 2250Km.

 

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Cada 5 anos c/ a NOAA baseada no modelo magnético mundial a atualizar o GPS

Mas com a aceleração do movimento e atingida a longitude zero (em 2018),

Vendo-se obrigada a antecipar a mesma de 2020 para 2019

 

Continuando tal processo há muito em curso − o movimento do norte polar magnético rumo à terra de Vladimir (outro elemento com uma perturbação do desenvolvimento a síndrome de Asperger, uma forma intencional, mas mais suave − dada a necessidade de tradução popular − de lhes chamar “doentes mentais”, como tal sendo perigosos) − e no tempo geológico da Terra não sendo certamente este o primeiro deste tipo de Eventos − POLE SHIFT (deslocamento polar) − sendo conveniente chamar a atenção de todos das consequências a advir se tal mudança se concretizar:

 

If this continues, the field could eventually reverse, which would have dire consequences for any civilisation around to witness it, because the magnetic field would no longer shield the Earth against damaging solar and cosmic radiation. If the field does reverse, it typically takes 5,000-10,000 years to do so. The usual process is that the two strong magnetic poles (north and south) vanish slowly, to be replaced by lots of local poles (so a compass point to its nearest 'pole'). This state lasts a few thousand years and then the (reversed) south and north magnetic poles re-establish themselves. We won’t know if we’re in a reversal for a long time – certainly much longer than the average human lifetime.(Jonathan Chadwick/dailymail.co.uk/13.12.2019)

 

E com o Eixo Virtual da Terra podendo-se deslocar devido a movimentos (das massas líquidas de ferro circulando e rodeando o núcleo) registados no interior da Terra, o mesmo podendo suceder sendo provocado por um sismo extremo (grande amplitude) ou uma violenta erupção ou até por ambos(as) − ou então pelo impacto de um asteroide ou cometa: todos eles podendo ser protagonistas, de um Cenário de Fim-do-Mundo.

 

(imagens: Groves/Discover Magazine; Earth, Pixabay; sun, Wikipedia Common e dailymail.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:00

29
Out 19

Imagens (1, 2 e 3) de uma colisão ocorrida (registada por um dos pilotos através do seu telemóvel e enquanto filmava a paisagem) no espaço aéreo russo a partir de um avião Boeing 737, de uma linha (aérea) de passageiros desse país: repentinamente verificando-se a rápida aproximação do avião a uma ave voando no mesmo trajeto, sem possibilidades de algum tipo de reação (seja por parte da AVE ou da parte do AVIÃO a JATO) acabando os dois (inevitavelmente) por colidir.

 

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[Imagem 1]

Para além do choque

e sem hipóteses de reação

ao aparecimento súbito da Ave

 

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[Imagem 2]

Após o impacto para além do susto

− “OH, SHIT” −

nada sucedendo

 

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[Imagem 3]

Com o Boeing 737

(n sendo atingido os motores)

mas não com a pobre AVE

 

Dada a enorme diferença de velocidades de deslocamento registado entre a AVE (v = 100Km/h ou superior) e o AVIÃO a JATO (v = 700Km/h ou superior) e igualmente até pela enorme diferença de massas verificada entre ambos (no Impacto) – M Ave = 10Kg ou superior e M Avião = 80.000Kg ou superior aquando da colisão com a AVE devido à violência do choque como que a implodir, desintegrando-se e ficando os seus poucos restos espalhados e como que liquefeitos, pelo vidro do cockpit.

 

(imagens: WBR Avia/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:11

28
Out 19

Uma imagem de uma cooperação inexistente em TERRA, mas existindo no ESPAÇO e envolvendo no mesmo projeto − e sem colisão – os EUA e a RÚSSIA (entre outros): de tal modo que já existem negociações entre os EUA e a RÚSSIA para um novo empreendimento conjunto (estando prestes a esgotar-se o período de atividade da ISS), a construção de uma nova Estação Espacial Internacional numa obra conjunta NASA & ROSCOSMOS (e outros). Apesar de só se falar (talvez porque dê mais dinheiro) em “Guerra no Espaço.”

 

Como será possível que perante tantas proezas tecnológicas alcançadas (durante o século passado) podendo-nos não só oferecer (numa 1ª fase) melhorias no nosso LAR − a TERRA − como abrir-nos a porta de entrada (numa 2ª fase) para a aventura e descoberta de todo o ESPAÇO exterior que nos rodeia (e ao nosso BERÇO) − o UNIVERSO – e enquanto (simultaneamente) se assiste à cooperação Espacial estabelecida e continuada entre vários países (ligados à Exploração de Espaço, desde os EUA  à RÚSSIA, os seus impulsionadores) e tendo como palco (comum) a ESTAÇÃO ESPACIAL INTERNACIONAL ou ISS,

 

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Astronauta trabalhando no exterior da ISS

(Estação Espacial Internacional em órbita a cerca de 400Km da Terra)

 

Nos demitamos do nosso Destino e em vez de como todos os animais (como nómadas que somos, seres vivos tendo capacidade de pensar e − sendo dinâmicos − de se movimentar) sair de casa, encontrar um novo lar e apontar para um novo rumo”, optemos por nos deixarmos ficar por cá (pela Terra e até ao seu fim) e por aqui desaparecer: não percebendo que só evitaremos a nossa extinção (sejamos nós únicos no Universo ou não) se tal como qualquer ser vivo nos movimentarmos − de um ponto para outro (caso contrário estando-se estático, estando-se morto) – apenas se sobrevivendo por uma “Sucessão de Saltos” dando origem a “Novos Ciclos”. E dependo dos Seres HUMANOS a sua presença aí ou não (depois do Salto, num novo Ciclo), conforme opte ou não pelo Salto: certamente que para um outro planeta (ou outro corpo celeste, natural ou mesmo artificial) e entrando-se num novo ciclo diferenciado e Civilizacional − talvez com outros seres, não com a mesma base (psíquico-física e algo mais) que a nossa (tão ligados como estamos, à base H₂O).

 

“Necessitando-se para tal de partir, para a Lua, para Marte, para “O Outo Lado” e tal como os nossos Antepassados (arriscando, num risco mais ou menos controlado, a base da Aventura) para “Outros Mares Nunca Antes Navegados.

 

(imagem: NASA/room.eu.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:16

26
Out 19

[NORTH AMERICAN SHIT: SHIT, SHIT, SUPER-SHIT!]

 

Um exemplo de como as MINORIAS são tratadas nos EUA

 

– Sejam crianças, mulheres, negros, ou os outros Bodes Expiatórios do Costume e das Circunstâncias, como os ORIENTAIS −

 

(habitando o Hemisfério do “Outro Lado da TERRA”, donde nada de novo e de positivo para as nossas “crenças” alguma vez surgiu e onde as Cruzadas foram sendo necessárias não apenas no passado como no presente − e no futuro − de modo a impedir a destruição da Civilização Católico-Romana)

 

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Maria Butina aqui (na foto) em Moscovo

When someone is found guilty by the media

there is no way to right the wrong

when the story shifts and starts to break down.

(Philip M. Giraldi/mintpressnews.com)

 

Neles incluindo-se de momento (num processo já com três anos de idade, contabilizados apenas após o “Parto”, de DT) os RUSSOS (como irão ser a curto-prazo os CHINESES)

 

– Apenas por numa das suas VIAGENS “estarem no lugar errado, à hora errada (talvez por não serem portadores de um GPS) ainda-por-cima “sem a identificação apropriada, por nesse preciso momento exigida(só tendo provavelmente BI e Passaporte Russo, sem nenhum documento norte-americano confirmando-o, logo validando-o):

 

Intencionalmente exigida nesse momento pela outra face da Moeda (o DÓLAR) detendo anteriormente o poder nos EUA, os DEMOCRATAS, mas tendo perdido (inesperada e surpreendentemente − o que mais custou engolir − a Cadeira do Poder) em 2016 (período da COLISÃO COM A RÚSSIA e do envolvimento da dupla diabólica TRUMP/PUTIN) a autoridade de MANDAR, para os REPUBLICANOS e para DONALD TRUMP (para os DEM “A Cereja no topo do Bolo Diabólico e Vermelho”).

 

E nesse trajeto de envolvimento, decorrendo do então período (aí em vigor) da versão “Colisão Russa

 

(depois da sua aparente morte, dado tudo podendo ser de uma forma ou de outra ressuscitado, sendo substituída recentemente pela Colisão Ucraniana), surgindo nesta história (dita de espionagem, para a tornar mais convincente e até como “uma série de TV real e do género”)

 

A cobaia, que mesmo nada fazendo de relevante e até respeitando “os semáforos e a passadeira propostos pelos EUA (Terra da Esperança, do Sonho e do Amigo Americano), acabou presa por espionagem ao serviço da Rússia, sem qualquer tipo de provas ou acusações minimamente credíveis, mas apenas (e como justificação) por se ter inserido (ou atrevido a inserir-se, sendo RUSSA e quando decorria o período histérico da “Colisão”) até com o consentimento dos Conservadores (nada tendo contra ela) na Sociedade Norte-Americana e (por pelos vistos)  gostar de armas (e eventualmente conhecendo responsáveis da poderosa e logicamente pró-armas, National Rifle Association of America/NRA).

 

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Maria Butina aqui (na ilustração) em Washington

Is shown next to her attorney Robert Driscoll

before U.S. District Judge Tanya Chutkan

during a hearing in December.

(Dana Verkouteren/AP)

 

Mas sendo INOCENTE ou CULPADA

 

− E sendo MINORIA, como MULHER, RUSSA e ORIENTAL −

(como poderia ser para o RACISTA, “Mulher, ainda-por-cima sendo Negra, africana”)

 

Com esta cidadã russa (de 31 anos e um metrado em Relações Internacionais pela Universidade Americana de Washington) sendo logo julgada e mesmo depois de libertada, ainda sendo triturada:

 

(unicamente na defesa dos interesses daqueles escondendo-se atrás da acusação e recorrendo mais uma vez à manipulação do individuo em geral, sendo nós os estúpidos a quem se dirigem, tendo de recorrer à sua “tradução” para “compreender”)

 

Certamente que com razão, ou não fosse a conclusão “OCIDENTAL ESMAGADORA”, exatamente 100%, mas aqui “não Antidemocrática ou Ditatorial, RACISTA” – mas e evidentemente, tendo como base o Pensamento Norte-Americano conhecido como Excecional, sendo evidentemente

 

CONSENSUAL!

(outra palavra agora sendo de uma forma oportunista e temporária,

adulterada no seu significado)

 

E num total de 12 títulos publicados a NÍVEL GLOBAL e estrategicamente hierarquizados (certamente os mais credíveis)

 

− Ou não consultássemos, a norte-americana YAHOO –

(norte-americana)

 

Com todos eles a apontarem MARIA BUTINA como uma espia de PUTIN. Como a seguir se constata (com 12 títulos de 12 publicações diferentes, representando todo o MUNDO e sendo claramente unanimes) com todos a dizerem o mesmo − 100% deles Norte-Americanos e integrando um ou outro ajudante de nacionalidade britânica:

 

E assim sobre

Colisão Russa & Maria Butina

 

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Maria Butina aqui (na foto) à sua chegada a Moscovo

No passado sábado após ser libertada

(podendo incorrer numa pena de prisão até15 anos)

e de imediato deportada dos EUA

(por não se ter registado obrigatoriamente, como “agente russo”)

Não se tendo declarado às autoridades norte-americanas como um “FOREIGN AGENT”, provando com essa sua tomada de posição (e como é óbvio por, pelos vistos relacionado) sê-lo e como tal sendo detida pelo crime de espionagem e podendo ser condenada até um máximo de 15 anos de prisão.

 

Nesse sentido e posta perante tão extenso período de privação de liberdade, aceitando a proposta (norte-americana) de se considerar culpada por espionagem e aí e como contrapartida não cumprindo mais pena e sendo deportada: algo que qualquer um aceitaria na sua posição, não por reconhecimento, mas por coação.

Maria Butina Receives Hero’s Welcome in Moscow

(The Daily Beast

Russian agent Maria Butina deported to Moscow

(BBC News

Maria Butina, Deported to Moscow, Is Defiant: ‘Russians Don’t Give Up’

(New York Times

Russian operative Maria Butina released from prison, deported to Moscow

(NBC NEWS

Maria Butina, gun-loving Russian operative, is being deported to Moscow after prison release

(Los Angeles Times

Maria Butina, Russian Woman Who Admitted Being Kremlin 'Secret Agent,' Released From Prison

(Time Magazine

Convicted Russian agent Maria Butina released from prison and expected to be deported

(USA Today

'Russian Agent' Maria Butina Heads Home

(Voice of America

Maria Butina: Russian agent who tried to infiltrate the NRA released from prison and deported

(The Independent

Russian Operative Maria Butina Deported

The Wall Street Journal

Maria Butina, Russian woman who admitted being secret agent, released from Tallahassee prison

(Tallahassee Democrat

A plane carrying convicted Russian agent Maria Butina from the United States has landed in Moscow

(The News-Times

 

Screenshot_2019-10-26 Maria Butina - Wikipedia.png

Maria Butina aqui (na imagem) versus USA

Presa e condenada (sem aviso prévio da falta)

por não ter preenchido uma certidão (sem nexo) declarando-se como

uma “Agente Estrangeira”

e acabando (não sabendo bem o que se passou, mas felizmente) deportada

 

E neste ciclo parecendo sem fim (por doentio e vicioso) em que o Mundo hoje se encontra (ou seja, o Império Norte-Americano, baseado no poder do Dólar e no poder das Armas) mental-e-fisicamente castrado pela ideologia norte-americana e limitando-nos o acesso à totalidade da palete de cores (não só a nível interno como por contágio igualmente a nível externo), com as únicas opções a nós disponibilizadas e estritamente apresentadas a PRETO & BRANCO (como se o Mundo se dividisse apenas, entre TRUMPISTAS e NÃO TRUMPISTAS) – e aí aproveitando a oportunidade para erguer a novo Ícone Global a nova palavra da moda (de um Estado caminhando para o extremismo ditatorial, bipolar − por assente nas duas faces da mesma moeda − e assente em “IMPRESSORAS de PAPEL”) o “CONSENSO – com o Mundo Ocidental a preferir fazer como o faz a avestruz  “mantendo a cabeça enfiada na areia”, não querendo ver em frente (e até para os acontecimentos passados, para trás) e aceitar o fim inevitável do atual IMPÉRIO e a chegada cada mais próxima ao poder (seja ele o que for no futuro, sujeitando-se igualmente à Evolução) de um Novo Império (não por deslocação de qualquer Eixo Virtual da Terra, mas do seu centro Económico-Financeiro, de WASHINGTON para PEQUIM): com o Eixo do Mundo (o Eixo do Bem ou o Eixo do Mal, conforme as suas coordenadas geográficas, “mais para um lado ou para o outro”) deslocando-se do ATLÂNTICO para o ÍNDICO. Numa Temporada de Série já há muito iniciada e mesmo sem fim intermédio, palpável ou minimamente à vista (desarmada ou mesmo armada) – de modo à preparação de uma nova Temporada, de uma série há muito (sendo continuamente emitida) parecendo esgotada.  Será que a TERRA aguenta, a SÉRIE durante mais uma Temporada?

 

(imagens: Pavel Ptitsin/AP/usatoday.com − nytimes.com − tpr.org/flipboard.com – wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:57

02
Out 19

“Com os russos despachando abruptamente

as suas reservas em “dólares e libras”

e optando por “yuan, euros e OURO.”

 

800px-CBRF.png

 

Olhando para o gráfico (The Central Bank of the Russian Federation/rt.com) associado a um documento recentemente publicado pelo Banco Central da Confederação Russa (CBR)

 

− E referindo-se ao período (de 1 ano) indo de 31.03.2018 a 31.03.2019

 

Sendo fácil de constatar o caminho já iniciado pelas Grandes Potências Mundiais Emergentes como a RÚSSIA e como a CHINA (e já sendo seguida por outros países sobretudo regionais, como será o caso da ÍNDIA), tentando libertar-se da Guilhotina do Dólar (sustentada pelas suas extraordinárias Impressoras e pelo poderio avassalador Militar Norte-Americano) procurando soluções alternativas e viáveis para se poderem movimentar sem coações (sansões unilaterais e desrespeitando diretivas da UN) e em liberdade no Mercado Global:

 

Substituindo progressivamente (e com o objetivo de as tornar cada vez mais irrelevantes) as suas reservas em DÓLARES − anteriormente a referência Padrão (imposta pelo Banco Mundial, pelo FMI, pelos EUA) − diversificando a aplicação e investindo noutras moedas, mas sobretudo substituindo as mesmas por metais preciosos como o é (entre outros como a Platina, a Prata e até o Cobre) o OURO.

 

5d94655020302715422fad1d.png

 

Não optando pela Opção Militar (pelo menos para já e dado o poderio norte-americano) e deparando-se com uma Guerra Económica declarada pelos EUA, naturalmente com o Grande Bloco Oriental constituído pela dupla CHINA-RÚSSIA e claramente Económica e Financeiramente em ascensão (ao contrário do que os sinais presentes indicam para o futuro do Grande Bloco Ocidental, apontando para a Queda do Império Norte-Americano, a sua base única de sustentação), desligando-se da referência Dólar (na realidade não passasse na troca de papel) e optando por uma correspondência real, material (como será o caso dos metais preciosos e de muitas outras matérias-primas) – e não apenas as derivadas da madeira, cada vez mais parecendo (até pela adoração) santinhos não de madeira, mas de papel”.

 

E ainda não optando pela para muitos ainda enigmática BITCOIN (o que não quer dizer que já não existam aplicações nesta moeda tanto no Ocidente como no Oriente e pelo contrário, só não o sendo oficialmente) com a Confederação Russa no que toca às suas RESERVAS a trocar o DÓLAR e a LIBRA (de quase 52% descendo para pouco mais de 30%), pelo YUAN, o EURO (com a Europa chegando-se cada vez mais à China) e o OURO (de cerca de 44% subindo para quase 63%).

 

E no meio disto tudo (e apesar de todos os Alarmes e de tantos Sinais) o que fazem os EUA (para além de se denegrirem interna e externamente)?

 

(imagens: wikipedia.org – CBR/RT/rt.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:38

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