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Invasão ─ Com a Rússia a 7.306Km e a China a 9.152Km (de Portugal)

Domingo, 23.01.22

[EUA a 7.313Km e Europa a 0Km.]

“Sendo fácil fazendo-se a diferença de quilometragem, saber-se onde está o nosso grande inimigo: na própria Europa onde estamos, no nosso próprio continente (quilometragem zero), antes velho e sábio, hoje senil e perdida a proteção ─ obliterada a sua memória e cultura, face ao chamamento do “sonho americano”, por tardio na aplicação podendo transformar-se num Pesadelo, antes Climatizado, mas possivelmente e a curto-prazo bombardeado.”

Zona USA

“Biden says Putin will pay 'dear price' if invades Ukraine.”

(abcnews.go.com/19.01.2022)

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Estádio Olímpico de Kiev

Europeu de Futebol de 2012

Ainda o pró-russo Yanukovych era presidente

e a violência levando à destruição não tinha chegado

Desde que em 24 de agosto de 1991 a UCRÂNIA se declarou um estado independente aproveitando o colapso da U.R.S.S. (reconhecimento da Ucrânia a 25 de dezembro de 1991) em 26 de dezembro do mesmo ano, que este estado fazendo fronteira com a agora Confederação Russa (herdeira da ex-União das Republicas Socialistas Soviéticas) se transformou um dos principais objetivos da politica internacional e geostratégica dos EUA, através do seu braço militar europeu a NATO vendo mais uma hipótese de pressionar o então seu grande adversário, depois do seu colapso da U.R.S.S. a RÚSSIA (observando-se uma recuperação deste estado, podendo querer reassumir a sua antiga posição no Mundo, de grande potência Global).

Por volta de 2004 já Vladimir Putin aparecera no círculo do poder da nova Confederação Russa (1994/Vice-Presidente da Câmara de São Petersburgo, 1998/FSB ex-KGB, 1999/1º Ministro e 2000/Presidente), surgindo os primeiros problemas com a eleição do anterior 1º Ministro Viktor Yanukovych a Presidente (com a oposição ucraniana a contestar os resultados) para em 2013 e com o processo a “amadurecer” a contestação atingir o seu auge (período do Euromaiden), dando mais tarde origem à denominada “Revolução Laranja” (no ano seguinte em 2014) e finalmente ao Golpe de Estado (com todo o Mundo a ver as cenas de vandalismo em Kiev, a capital da Ucrânia) instalando um novo “corpo político “ no poder:

E assim derrubado o pró-russo Viktor Yanukovych e lá instalando o pró-norte-americano Petro Poroshenko (entretanto já tendo sido afastado), com a Ucrânia a sair definitivamente da órbita agora da Confederação Russa, tentando curiosamente  de imediato e como sua 1ª medida, para além de aderir ao Ocidente (com a Ucrânia a caminho do colapso total, necessitando absolutamente de ajuda financeira) sobretudo juntar-se à NATO e a todo o armamento desta, para colocar os russos no seu devido lugar, desafiando e provocando a Rússia, sabendo muitos deles (tal como ucranianos, vivendo do outro lado da fronteira) residirem em território ucraniano, “convidando-os” ou a partirem e deixarem tudo de seu para trás (bens, pessoas, a sua vida) ou então a serem mortos.

Zona UK

“Ukraine: US offers Putin summit with Biden in effort to stop slide to war.”

(theguardian.com/21.01.2022)

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Conflito Ucrânia/Rússia

Na sua progressiva aproximação das fronteiras da Rússia via NATO

com os EUA face à reação dos russos reforçando as suas fronteiras

acusando-os de se preparem para invadir a Ucrânia

Revelando-se para além de quem estava de um lado ─ o governo pró-russo, os russos e os seus cidadãos instalados na Ucrânia ─ quem por financiado e promovido esteve sempre no comando e neste cenário a representar esmagadoramente na sombra o outro lado ─ dando origem a um governo pró-norte-americano com ucranianos e com “zero russos”, apesar de sempre tendo convívio juntos, tendo sido antes de um único país, com famílias entrecruzando-se, mistas ─ 31 anos depois de declarada a sua Independência e 8 anos sobre a chegada do Ocidente (livre, democrático, mas com um único golpe derrubando todas as suas instituições, “matando o coelho”), sendo o que se vê, entalada de um lado pela Rússia e pressionada ao suicídio em nome do Ocidente pelo outro lado ─ não se vendo o Chefe da Orquestra, dado estar escondido, como se nada fosse com ele, para lá do enorme oceano Atlântico ─ e pior ainda, face à subserviência dos nossos próprios representantes políticos (alguns eleitos, mas a grande maioria nomeados) no seu comportamento e atitudes (até em pretensas negociações públicas) chocando, assemelhando-se a “rastejantes e prostitutos mentais”, podendo-nos levar todos atrás, tal como e não se aprendendo (com as experiências passadas, bem recentes e sendo renovadas todos os dias, um pouco por toda a Terra e sempre com um denominador comum, os EUA), tendo sucedido antes e levado à 2ª Guerra Mundial. Depois da Ásia, do Médio-Oriente e de África e correndo-se o risco de no futuro a Europa como um todo se tornar num poderoso adversário (a Rússia estando tão perto, podendo engoli-la) num processo assinado por baixo pela EU e pela NATO (como o nosso sangue) trazendo agora a Guerra até nós, librando-se simultaneamente da Europa e da Rússia e podendo-se dedicar exclusivamente à China.

Zona UKRAINE

“Ukraine president warns Russia faces 'large-scale war' if Putin invades as tensions rise.”

(mirror.co.uk/22.01.2022)

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Exercícios Militares Rússia/Bielorrússia

Estónia/Letónia/Lituânia sob controlo militar Ocidental

Não permitindo a Rússia o assalto final à Ucrânia/Bielorrússia

Deixando a NATO em cima de toda a sua fronteira Ocidental

Correndo já a notícia oriunda do Catar/EUA de que face ao cenário de Guerra em preparação para a Europa, os nossos amigos norte-americanos já procuram alternativa ao fornecimento de gás pela Rússia à Europa, não abrindo os russos o novo gasoduto (como desejo dos EUA) e/ou interrompendo o antigo (igualmente desejo do EUA) ─ e como se tal situação a ocorrer não tivesse consequências óbvias, até porque iniciado o conflito um dos alvos preferenciais e dos dois lados, seria sempre o fornecimento de energia e a sua interrupção, atravessando o gasoduto a Ucrânia como via única para a Europa ─ tendo de ser assegurado o fornecimento (não o sendo de facto ficando sempre a intenção, apesar do Inferno estar cheio delas) de outra forma: livrando-se da pele de lobo e usando a pele de ovelha (e a Rússia sendo o “Urso Vermelho”) e mesmo assim não conseguindo vender à Europa o seu “Gás Engarrafado e da Liberdade” (pudera, bastando olhar para o preço e vê-lo alto) e sabendo-se da máxima “aliados, aliados, negócios à parte” (tal como o fizeram com os franceses, atraiçoando-os com os australianos no negócio como não poderia de ser em questão de armamento e com o extra “nuclear”), não querendo perder dinheiro apenas para ajudar (sem faturar convenientemente) virando-se para mais um seu dependente (aqui de 2ª qualidade, por vezes querendo dizer algo, mas não sendo dos mais alinhados, podendo ainda ser ameaçado) e solicitando-lhe em seu nome a sua intervenção em nosso favor como se barcos vindos de lá, fosse a solução da Europa, “só podendo estarem mesmo a gozar”, com os nossos dirigentes e responsáveis de joelhos, sem rezar apenas esperando o respetivo tributo e um refúgio seguro, a “rastejar”.

Mas onde está essa Europa, antes tão citada e referida como sendo um dos últimos e mais poderosos, mesmo Imortal, farol cultural e Património da Memória do Mundo, depois da aparente substituição da “arma por um canudo” parecendo ao contrário do pensado, imaginado e desejado (constatando-se infelizmente pelos factos e por quem hoje comanda as fontes e com elas o nosso destino, não existindo contradição de ninguém, existindo apenas a posição de um) estar num processo de regressão, sem objetivo e sem destino e sendo comandada de momento por um elemento de fora controlando-nos como se o fizesse com uma “manada de irracionais”, sem saber, a trote e convencidos do contrário, caminhando inexoravelmente para o precipício, para o abismo sem fim,  o fim-da-linha (a morte para muitos de nós), a Guerra, ficando-nos como companhia o crime, a fome, a doença e a morte.

Zona RUSSIA

“American ‘lethal aid’ arrives in Ukraine.”

(rt.com/22.01.2022)

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Europa e Guerra Nuclear

Num cenário pré-fabricado de produção de um “falso-conflito”

Sendo conveniente recordar um cenário possível/definitivo vindo da WW2

Os bombardeamentos nucleares de Hiroshima/Nagasaki

Aquilo contra o qual lutamos (na Europa uma das grandes vítimas) desde há 77 anos, antes orquestrada pelos alemães seus políticos e militares, hoje orquestrada pelos norte-americanos seus políticos e militares e, no que nos toca e à Europa, contando com a preciosa colaboração dos seus “prostitutos(as) mentais” não sendo russos(as), não sendo chineses(as), sendo traidores(as) à sua terra (ascendentes e descendentes) por Europeus ─ e nem se olhando ao espelho com o medo deste se partir ou suceder algo semelhante ao ocorrido com “Dorian Gray”, atacando russos e chineses, tal como nós (e tal como os norte-americanos)  tendo virtudes e defeitos, ignorando entre os 3 possíveis predadores (EUA Rússia e China) o atual Rei-da-Selva e convidando-o (até os 3 Porquinhos foram mais inteligentes, com o seu predador) para a nossa própria casa.

Ligando a TV e vendo de imediato num debate certamente político (em Portugal não dando para mais) uma das nossas “Mentes que Brilham” ditas ”Iluminadas”─ estes ainda e no entanto, de grau inferior utilizando lâmpadas incandescentes e sendo bio, falando da virtude talvez “da utilização das velas” ─ ouvindo logo falar da China “Ditatorial” face aos EUA “Terra da Liberdade”, ou não estivesse esta a expandir-se globalmente tentando dominar o Mundo (estreando ainda há pouco e em África a sua 1ª base externa, face às 700 dos EUA), ainda-por-cima apoiando e apoiada por Putin, como dizem os norte-americanos “entrando nunca mais saindo e somente sugando e destruindo o país que lhe permitiu a entrada. Só que ao ler esta justificação (no fundo e de facto podendo levar a Europa de novo para  Guerra) e nesta área (colocada de fora a diplomacia e a Paz, restando o Conflito e a Guerra), olhando o currículo de ambos (China e Rússia) e tendo já repetidas vezes ouvido esta mesma história (não correspondendo aos factos e não indicando o predador, por na generalidade dos casos ser o vencedor e aparecendo, tal como início aí como aviso antecipado, a clamar vitória) para além de vinda sempre da 3ª parte (parte interessada) e secundada pelos seus Aliados (segundos na hierarquia), não sendo eu (até como medida de proteção, neste momento não sendo a favor do vencedor, logo para estes só podendo ser contra) pró-russo, pró-chinês ou pró-norte-americano sendo apenas Europeu, ainda hoje não querendo acreditar a facilidade com que meios adormecidos ou meio-acordados, somos conduzidos como se fossemos mero gado para abate em direção ao nosso “Matadouro”, para a Guerra e para a Morte e relembrando os tempos de Auschwitz (da perseguição de povos, dos campos de concentração), aliás ponto de honra ideológico do atual poder instalado na Ucrânia, declaradamente (e toda a Europa o sabe) pró-nazi.

(imagens: wikipedia.org/timesofisrael.com/rt.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:07

Um Sinal dos Tempos ─ Evoluindo em Regressão

Quarta-feira, 19.01.22

[O Problema das Teorias da Conspiração (e outros derivados, introduzindo-se sub-repticiamente e em nosso nome) na escolha dos nossos Trilhos de Vida, sendo a seleção oriunda esmagadoramente de quem detém o poder sobretudo absoluto (um coletivo planetário de acesso restrito), controlando os Média (a 2ª Arma dita virtual, equiparada á 1ª a dita real), mas já não tendo ideias nem estratégia, para simplesmente o manter. Necessitando de Inquisidores e de demais traidores.]

“As part of its plans, Russia is laying the groundwork to have the option of fabricating a pretext for invasion. We have information that indicates Russia has already pre-positioned a group of operatives to conduct a false flag operation in eastern Ukraine.” (Jen Psaki/Secretária de Imprensa da Casa Branca/14.01.2022)

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Vindos de tempos onde rumores, boatos e restantes falsidades, sempre foram instrumentos disponíveis e de fácil utilização, tentando-se aceder seja de que forma for, a um nível superior de poder ─ tendo-se diversos casos exemplares mesmo a Ocidente (Católico-Romano, dizendo-se o representante na Terra, do Bem e da Liberdade), como o poderão ser os casos extremos e significativos deste tipo de intervenção radical, para os seus promotores sendo eficaz nos objetivos pretendidos, como serão o caso da Inquisição (Religião) e do Nazismo (Política) ─

As “Teorias da Conspiração”, as “Operações sob uma bandeira-falsa” e as “Notícias Falsas”, apesar de apenas servirem para desviarem as atenções dos verdadeiros impulsionadores de novas situações, em princípio por mais ninguém desejadas, mas sendo fundamentais para a sobrevivência de alguns, sobreviverem mantendo as suas posições (e direitos previamente adquiridos) ─ na hierarquia da Pirâmide Social, estreitando da base até ao topo e no topo mal tendo lugar para um ─

Pelos seus resultados convincentes e imediatos, tão próprias desta nova fase de evolução do Homem, da Sociedade e da Civilização onde nos inserimos ─ num momento em que o Homem (o Sujeito, fonte de despesas) já perde completamente para a Matéria-Prima (o Objeto, fonte de lucro), sendo por outro lado substituído por Máquinas com outro tipo de desgaste (mais de acordo) e sobretudo passivas, apenas acatando ordens e simplesmente obedecendo ─ eis que mesmo com o representante da  “Besta” o “Boneco de Putin” afastado, ou seja, Donald Trump,

Depois dos Republicanos ─ apesar do tudo o dito e redito, aí já tendo sido mais vítimas do que promotores, a batuta estando (ainda as eleições de 2016 não se tinham realizado, tendo aí começado a “Caça-a-Trump”) do “outro lado da moeda” ─ os Democratas agora no poder e nada tendo feito entretanto para se diferenciarem mínima e positivamente dos Republicanos (o mandato de Joe Biden indo já quase  meio e neste ano de 2022 tendo-se as Eleições Intermédias nos EUA), sem perspetivas de ação (sem um plano interno claro e definido, até para o Dólar) e não detendo poder (na posse do seu poderoso e único, Complexo Industrial-Militar), prosseguem e insistem nesta mesma Saga, sem solução à vista (o destino de qualquer conflito, sobretudo por artificial, mas sempre dirigido/direcionado), insistindo e aprofundando-a ainda mais perigosamente (para não dizer irresponsavelmente, para eles e para o Resto do Mundo) este “Tripé Virtual” mas poderoso de sustentação do poder:   

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Abandonada há muito e progressivamente a opção diplomática (iniciada oficialmente em 11 de setembro de 2001), com os EUA  a não terem ainda compreendido ter acabado o tempo de “Uma única Potência Global” existindo neste planeta desde que a U.R.S.S. colapsou (finais de 1991), trinta anos depois e tal como com tufo, tendo o Mundo Evoluído e sido Transformado (metamorfoseando-se, apanhando alguns “estáticos-situacionistas” de surpresa) e não se mantendo a situação (sendo dinâmica, necessitando de movimento para se afirmar, como Viva), insistindo na sua “paranoia de dominação a qualquer preço” (servindo-se do Dólar, cada vez mais uma moeda de troca menos significativa, assentando-se num estado com um déficit inimaginável de vários triliões de dólares, dívida essa sempre a crescer) ignorando que o Mundo já não se faz a Dois (EUA e U.R.S.S./1945 a 1991), muito menos a Um (EUA/desde 1991), mas agora e para já a Três (EUA, RÚSSIA e CHINA, em 2022) ─ algo que o atual Imperio Planetário não quer aceitar, observando o reerguer de um território e o emergir de um outro, potencialmente ainda mais perigoso e colocando desde já em questão o poder do atual Imperador, o “virtual Joe Biden”.

Numa tentativa de recuperação dos tempos da “Guerra Fria” ─ em que de 2 Grandes Potências restou apenas 1, a vencedora (a outra desparecendo) os EUA ─ mas agora em dose dupla ─ do outro lado tendo agora a Rússia e China, unidas como um Bloco (Hemisfério Norte Oriental) ─ e de uma forma que noutro contexto diríamos como suicida (para eles como para os outros, face ao armamento nuclear/e não só conhecido/existente, capaz de destruir a Terra múltiplas vezes), com os EUA nestes tempos de crise económico-financeira Global (Crise Societária, Civilizacional, dado o desequilíbrio) ainda por cima agravada pelo chegar desta Pandemia (parecendo sem fim, revelando alguns dos nossos erros crassos e no final, prosseguindo tranquilamente na mesma direção, sem grandes alterações de fundo e como se nada se tivesse passado), a insistirem nos “maus processos” de resolução de conflitos, para já empurrando os outros para a frente que poderá futuramente ser a mais dura e única zona de combate (direto, presencial, com tropas no terreno) ─ caso flagrante e que mais nos toca, o caso da Europa (conflito Ucrânia/Rússia) ─ enquanto prossegue à distância protegendo-se atrás dos outros, a sua campanha ─ como no caso da China cercando-a pelo ar (com mísseis e aviões) e pelo mar (com a Marinha Norte-Americana), interrompendo-lhes as rotas comerciais tentando asfixia-los economicamente ─ só podendo ser considerada, nem que seja pelo outro lado (o tal Bolco oriental, o Eixo do Mal), intimidatória e provocatória, procurando o conflito e a guerra, tornando-se e à mesma no “protagonista da cena” e tendo armas, podendo no final “numa pirueta, só sendo mesmo possível num superatleta mental, ser e mais uma vez e então, o “pacificador”.

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E aí como se constata entrando em cena e mais uma vez o interventivo, útil e eficaz “Tripé Norte-Americano” (a Psicologia de Massa do Fascismo) ─ em geral aplicado num território preparando-se, para uma intervenção e um cenário a curto-prazo de Apocalipse ─ contando como não poderia deixar de ser com a colaboração preciosa e central (sendo o seu suporte contando a sua versão, a do vencedor) da “maior arma virtual, mas em tudo, equiparada a uma arma real”, os Média (sendo pagas p/ a obtenção de um produto, tendo-o obviamente de produzir e vender) ─ juntando num só “saco-de-gatos” 3 bolas-brancas (Conspirações, Bandeiras-Falsas e Notícias-Falsas) com duas bolas pretas (Rússia e China) e esperando que ao abrir o saco e ao sorteá-las, uma das bolas brancas (tendo sido eficaz) lhes permitisse passar à fase seguinte, depois de acusar os outros das más-intenções destes (como na infame, pelos motivos falsos invocados e pelo genocídio provocada pelas Guerras do Golfo certamente ultrapassando o milhão de vítimas mortais) até tendo armas de destruição maciça (se o Iraque as tinha/não tendo, o que será com a Rússia e  China), passando a via de facto: não nos lançando de imediato numa 3ª Guerra Mundial, dado as condições atuais (Económicas e de Saúde) no planeta (não o permitirem) ─ indiretamente e pelo mesmo temporariamente, adiando a Guerra, estando-se agradecidos ao coronavírus ─ mas definitivamente não havendo recuo de quem provoca, sem argumentos (racionais) apenas com a força (das armas), criando-se o ambiente para tal, carregando Joe Biden (e não Trump) e em Washington, o botão podendo por acabar de ser, talvez por um excesso, talvez por um descuido, o “Nuclear”. O pior de tudo isto nem sendo, os Norte-Americanos/os EUA, os Russos/a Rússia, nem sequer mesmo os chineses/a China ─ cada um deles julgando-se superior ao outro (e até pela necessidade de alternância, como se tem verificado em toda a nossa história política) querendo chegar à liderança, ser o primeiro, ter o privilégio de olhar os outros do “patamar mais alto” ─ aproveitando-se de situações e simultaneamente aproveitando-se dos outros como seria natural (neste mundo onde os valores cada vez valem menos, não sendo Económicos, sendo por exemplo éticos), consentindo-se tal (um pouco por todo o lado), mas os outros que mesmo sabendo estarem a ser utilizado, por dinheiro e na defesa de interesses individuais/não coletivos, se deixam levar em nome de “um outro, que não sendo nós”, dizendo representar agora os seus, pelos vistos delegados para esses outros, agora nossos novos “tutores” (retirado por questões de segurança poder “aos pais”):

“Without getting into too much detail, we do have information that indicates that Russia is already working actively to create a pretext for a potential invasion, for a move on Ukraine. In fact, we have information that they’ve pre-positioned a group of operatives, to conduct what we call a false flag operation, an operation designed to look like an attack on them or their people, or Russian speaking people in Ukraine, as an excuse to go in.” (John Kirby/Porta-Voz do Pentágono/14.01.2022)

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E assim, se por um lado continentes como África, América do Sul e até Oceânia continuam esquecidos, mas apenas por preteridos de momento ─ não sendo hoje, assim tão convidativos como mercados ─ integrando o Hemisfério Terrestre menos desenvolvido, mais pobre e desfavorecido, o Hemisfério Sul, já no que diz respeito ao outro Hemisfério “o de Cima” a questão já sendo bem diferente, o Hemisfério Norte sendo o mais avançado cientifico-tecnologicamente, o mais desenvolvido, o mais rico, mas igualmente o mais dividido (o outro sendo único, sendo pobre, sem interesse imediato), de um lado estando o (nosso) Ocidente ─ e nele a Europa Ocidental ─ do outro lado o (dos outros) Oriente ─ e nele, tentando virtualmente mudar de Hemisfério 8de Sul para Norte, valorizando-se) , a Austrália.

E destacando-se os mais fieis servidores na defesa do atual detentor do Império (os líderes), tendo-se de forçosa e obrigatoriamente e até pelas consequências implícitas que certamente irá sofrer a sua população ─ os cidadãos anónimos e esmagadoramente maioritários de cada estado e território, os por destino, fatalidade e hereditariedade conhecidos como “os deploráveis” ─ de reconhecer o seu sacrifício conduzindo-os até à sua própria morte (caso contrário, nos dias de hoje e não aderindo a esta “cultura de morte”, sendo acusados de imediato de traidores e passando a nossa declaração de óbito antecipada, a realidade no fim a ser concretizada), de mencionar dois dos seus principais “rastejadores-cheiradores”, ainda na Oceânia mas querendo subir de divisão (na secretaria de Washington) a Austrália e no Velho Continente a sua velha aliada (desde que os EUA tomaram conta dela em 1945 e à distância, bastando para reagirmos eles fazerem um CLICK) a Europa antes Ocidental e no presente, expandindo-se cada vez mais para leste (a oeste tendo o oceano) e cada vez mais próxima do Oriente, até se esquecendo dada a sua nova “obsessão existencial e económica” da defesa dos seus próprios cidadãos, aderindo à estratégia não sendo sua de servindo os interesses dos EUA “desestabilizar a Europa” (o seu próprio território, o povo que dizem representar) fazendo de “duplo” da “dupla-investida” ─ o Império Contra-Ataca ─ deste Império oficialmente (ou oficiosamente, como entenderem, indo dar ao mesmo) ainda em vigor.

“Ai” a Europa e tudo o que sonhamos fazer com e a partir dela, parecendo ter-se esfumado, na cada vez mais suja, profunda e escura (intransponível, apesar de aparentemente atravessável) “Espuma dos Dias”.   

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E enquanto na Austrália ─ como assim localizada no “Outro Lado do Mundo”, fazendo um buraco de um lado ao outro uns 12.740Km, dando a volta (uma semicircunferência) uns 20.000Km e para além do mais (relativamente à nossa posição) estando invertidos e de “pernas-para o-ar” ─ os seus dirigentes se oferecem para a “nuclearização” do seu território (sob a sua responsabilidade) colocando-se ao lado dos EUA, oferendo-lhe instalações e aceitando o fornecimento da “dissuasora opção atómica” (sob a forma nuclear) ─ um país com um formação nada exemplar, abandonando a sua população aborígene (local, aí tendo nascido e se reproduzido durante sucessivas gerações) e tendo sido invadido, colonizado, ocupado e explorado por hordas de povos invasores, tornados posteriormente seus “Senhores” (novos proprietários), dando-se ao luxo de depois de reconhecer, sendo-se contra, fazendo desaparecer (os seus cidadãos, retirando-lhe a nacionalidade, transformando-os em apátridas) e devolvendo-o a uma qualquer proveniência (questionando-nos, como tal é legal e eticamente possível) ─

Já no caso da Europa continente onde Portugal está integrado (EU e NATO), para além de tudo o mais e existindo conflito, com este a ser travado no nosso espaço exclusivo, existindo vencedores nunca sendo nós (fixando-nos nos últimos 100 anos, lembrando-nos apenas das consequências das duas últimas Guerras Mundiais), mas aqueles que territorialmente estiverem bem distantes, de fora: e só sobrando alguns, a Europa não sendo certamente (mais uma vez destruída) um deles. Portugal como sempre não agindo, nem reagindo e mais uma vez esperando (por ordens de Espanha ou da Alemanha), quando muito votando e apoiando, prosseguindo cabisbaixo e rastejante ─ numa opção alternativa ao do Antigo Regime, no Novo Regime, tentando não ver, nem ser visto (agora em tempos, de uma “Nova Normalização”).

Mas será que algo se segue, a uma nova normalização, a uma nova “lobotomia”? Mas cortar onde e o quê, não passando a maioria dos quase 8 biliões de seres humanos de “eunucos”, fisicamente (apenas se aproveitando o seu aparelho reprodutor, para se replicarem) como mentalmente (não lhe dando oportunidade, nem um único segundo, para o desperdiçar a pensar): ainda me lembrando das palavras de um professor do Antigo Regime (avisando-nos e não como hoje escondendo-nos) ─ e por sinal até sendo verdade ─ no presente ainda mais repetidas neste dito Novo Regime (estando agora lá os filhos, herdeiros dos seus pais) vendo a suas “virtualidades” (até no sentido de criar, mesmo que sendo na prática ignorantes, nem sabendo qual a sua posição no Mundo, “especialistas”) ─ “não penses muito, não percas tempo, apresenta apenas a resposta referida, como a solução!”

(imagens: NBC NEWS ─ sky.com ─ NBC NEWS ─ quotefancy.com/FRASE

─ alamy.com/GORDO ─ express.co.uk ─ quora.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:35

Sem Comer & Sem Beber (e c/ Covid-19) Ter Arma Não Chega

Domingo, 16.01.22

“With the world's most powerful military, a huge economy, and a leading role in international institutions such as the UN and NATO, the USA is a superpower. The rise in power and importance of China and re-emergence of Russia will continue to challenge the global dominance of the USA.” (The USA's international influence/bitesize/bbc.co.uk)

Tentando desvendar o súbito e já tardio interesse dos EUA ─ o 4º país no Mundo em área com quase 9,4 milhões de Km² e o 3º país em população com cerca de 331 milhões de habitantes ─ na China ─ 0 3º país no Mundo em área com cerca de 9,7 milhões de Km² e o 1º país em população com cerca de 1,44 biliões de pessoas ─ ou seja, de um país da América do Norte (EUA) sensivelmente com a mesma área do seu alvo um país da Ásia (China), mas apenas com pouco mais de 20% da população deste último,

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Porta-aviões USS Bonhomme Richard

Marinha dos EUA

Bastando olhar ─ não sendo o caso dos EUA, apresentando sempre como “cartão de apresentação e visita”, a “referência Mundial de troca” a sua moeda o Dólar e por outro lado, o poderio do seu inigualável e planetário “Complexo Industrial-Militar” ─ para o sector da sua Industria Alimentar (da China), tal como ocorrido na generalidade dos setores da sociedade chinesa especialmente desde o início do século XXI (emergindo e tornando-se cada vez mais visível e notório o seu forte desenvolvimento, expandindo-se económica e financeiramente para lá das suas fronteiras e começando progressivamente  a “abraçar o planeta”),

Conquistando a Terra (daí o aparecimento do Imperador Joe Biden, na defesa dos interesses do Imperio Ocidental) e partindo já para a Conquista do Espaço (aí estando o Império já a perder terreno/para o seguinte, começando a ficar irreversivelmente para trás),

E então erguendo bem alto a bandeira do Novo Imperio Oriental (sob a liderança de um novo Imperador) entronizando o novo Imperador Oriental XI Jinping:

Tendo-se de comer e de beber para sobreviver e sendo o ramo da Industria Alimentar, a base e alicerce (o suporte) de qualquer agregado populacional, sociedade ou civilização ─ para além de obviamente, o setor da Energia ─ com a China e como sempre a precaver-se, dominando de tal forma a produção que sendo-lhe em muitos pontos suficiente e até excedendo o solicitado internamente, exportando crescentemente e com o controlo cada vez maior deste ramo/produtos, alimentando o Resto do Mundo e de uma forma indireta (deliberada ou não/consciente ou não), tornando-o dependente, da China.

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A China na Namíbia, África

O novo Poder Mundial, Imperial e Colonial

Algo que jamais o atual império Planetário Ocidental liderado pelos EUA e atualmente tendo como comandante e líder espiritual Joe Biden ─ impondo a sua vontade e a do Hemisfério Norte Ocidental dominante, o mais rico e científico-tecnologicamente avançado ─ permitirá, sabendo-se por trás da China estar outro adversário igual e potencialmente perigoso a Rússia, juntos e como categorizados como representantes do “Eixo do Mal” podendo exceder-se face às suas ambições “imperiais” (já há muito tendo sido atribuídas), destruindo no seu caminho e impiedosamente (como pagãos que são) todos os valores Ocidentais Católico-Romanos, de Liberdade e de Democracia, norte-americana, na sua/nossa defesa.

Querendo os EUA manter o seu Império (a qualquer custo, dos outos) e com os seus súbditos mais leais colocados perante si ajoelhados e a rezar ─ a Europa (perdida, sem líderes) ─ sendo lançadas com “pedras e fisgas” sobre o poderoso “Urso Russo” ─ tentando paralisar e absorver a atenção da Rússia com a Ucrânia desviando a atenção russa de assuntos mis importantes ─ por outro lado (e sendo esse o objetivo norte-americano) permitindo aos EUA concentrarem todas as suas forças de pressão sobre a China,

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A 1ª base externa da China

(Djibouti, África)

Tendo mais tarde ou mais cedo os EUA (mal a Pandemia der tréguas) de assumir o que para já apenas afirma, unicamente atuando mesmo que com chantagem e com coação como prevenção, definitivamente atacando e surpreendendo a Rússia e a China de todas as formas imaginárias e possíveis (existindo muitos a atribuir o papel forçado de “bodes-expiatórios, o dólar sendo infindável e eterno pagando tudo), com os Média a complementarmente (destruindo-se o físico, destruindo-se logo de seguida a mente, num “serviço completo”) terem uma função preponderante (de condicionamento).

E no caso do Ramo Alimentar e dada a possibilidade de um dia os chineses, “matarem o peixe pela boca” ─ um dos mais graúdos e necessitados (dada a sua grande voragem) a serem os EUA ─ estando a China a nível de produção/controlo (dispondo da maior massa de mão-de-obra do planeta Terra, mais de 20% da população do planeta) cada vez mais avançada e absoluta (controlando esses mercados, sendo de longe o maior produtor, dominando a distribuição e os preços) a nível de três alimentos de base como estes,

─ Em meados deste ano de 2022 com a China a controlar quase 70% das reservas de Milho, 60% das reservas de Arroz e mais de 50% das reservas de Trigo ─

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China com 20% da população Mundial

A Maior Economia Agrícola Global

Os EUA com os seus veículos aéreos, terrestres, aquáticos e marinhos, ocupados e utilizados presencialmente ─ colocando de lado drones e mísseis, entre eles e caso a “festa” aqueça (por determinantes) de âmbito nuclear, só necessitando de carregar no botão ON ─ não consentindo a “Inversão” (de Impérios) mas,

Cheios de Covid-19 e sendo obrigados a regressar a casa e ainda-por-cima com os seus stocks alimentares em baixa ─ tal como já se verifica nos EUA e nos seus supermercados, com certos produtos por escassos mesmo sendo essenciais deixando as prateleiras vazias, como consequência das sanções impostas à China (apenas por ser o que é), levando os EUA por tabela ─

Acreditando os chineses que permanecendo os norte-americanos na região ou então optando pela viagem de retorno, poderem em qualquer dos casos, sofrer de restrições alimentares, sofrer de “fome”, em vez de ripostarem à ação provocatória dos EUA respondendo-lhes da mesma forma recorrendo ao armamento “convencional” utilizado nestas situações,

Bombardeando-os, mostrando não só a sua capacidade imediata de resposta caso usasse “armas com balas reais”, mas simultaneamente mostrando a sua grandiosidade e serenidade, tão necessárias nestes cenários pré-sucessão ─ aqui de Impérios, caindo um e erguendo-se outro, naturalmente, como uma serpente mudando de pele ─ com Milho, Arroz e Trigo.

(imagens: bbc.co.uk ─ nytimes.com ─

AFP/Getty Images/theguardian.com ─ millermagazine.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:35

US ─ BOMBS AWAY ─ OVER CHINA AND RUSSIA

Sábado, 15.01.22

[Libertando o Mundo. O Irão sendo um mero apeadeiro.]

Atirando a Europa contra a Rússia, tentando isolar esta última do continente europeu e tentando por sua vez e com alguma ajuda dos seus amigos regionais, cercar o Dragão asiático asfixiando a China e isolando-a do seu continente (lançando os seus dois inimigos, para o poço do esquecimento), tal como numa história de bonecos e histórias aos quadradinhos só possível de surgir nestes tempos e nos EUA ─ mas aqui vindos de seres pelos vistos piores que as crianças, os adultos ditos responsáveis, parecendo sofrer de alguma psicopatia definida certamente como grave ─ com os EUA e com esta sua geoestratégia, no mínimo considerada “demente”,  a pensarem no fim desta sua campanha, conseguir virar (os seus 2 inimigos) a China contra a Rússia (um contra o outro e não contra o inimigo comum, bastando para tal seguir a única opção, para uns uma tradição, atraiçoar o outro e prosseguir).

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Podendo-se afirmar, estar-se a caminho de uma WW3,

sendo o Mundo Virtual, uma potencial antecipação de um Mundo Real.

Com as reservas Globais de Energia ─ obtidas através da exploração petrolífera ─ a andarem em pouco mais de 1.650.000 milhões de barris de petróleo ─ com um consumo diário médio acima dos 97.000.000 barris ─ fazendo-se as contas e utilizando-se essa média diária (de consumo de barris de petróleo/dia) com essas mesmas reservas a poderem durar ainda quase meio século ─ uns 47 anos para ser mais preciso ─ tornando-se interessante que face a esta Crise Global que atravessamos, oriunda dos tempos pré-Covid-19 (anteriores a janeiro de 2020) e justificada por uma longa e alargada crise socioeconómica e financeira então já existente (assolando o Mundo, a Europa e Portugal, certamente todo nos recordando dos tempos do governo de Passos Coelho) ─ tempos esses em que mais uma vez e como seria obvio e expetável a Energia assume uma posição dominante, tornando-se protagonista ─ nos debrucemos nem seja que por uns breves segundos (repentinamente pudendo surgir “a luz”, vendo-se melhor o contexto), ainda-por-cima agora que se debatem e comparam a utilização de diferentes fontes e formas de Energia utilizadas ─ convencionais ou não, poluentes ou não, renováveis ou não, verdes ou não, existentes ou não, na moda ou não, mas no final e invariavelmente, sempre no interesse dos produtores/fornecedores, não dos consumidores, como o petróleo, o gás, o carvão por um lado e o Sol, o Vento e a força das Águas pelo outro lado, nunca esquecendo a agora aparecendo com a imagem a tentar ser  recuperada, a energia Nuclear ─ no consumo Global de Petróleo, o mineral líquido (natural) extraído do interior da Terra e sobre o qual assenta, maioritariamente senão mesmo esmagadoramente, toda a nossa Sociedade (em todos os Hemisférios, a Norte o desenvolvido/o rico, como a sul o subdesenvolvido/o pobre) e a nossa Civilização no presente:

(1) As outras opções energéticas ou tendo sido abandonadas, suspensas ou estando ainda numa fase muito inicial de implementação (e perspetivas de desenvolvimento, dado o petróleo funcionar como moeda de troca essencial por eficaz) e (2) o petróleo podendo durar mais uns 50 anos, fazendo com que (3) “por muito que se queira”, o mais acessível e o mais barato e respeitando acima-de-tudo a lei do mercado, no final vença, forçando-nos até por uma questão de sobrevivência, a olhar para o Petróleo e como tal, não sendo ainda completamente estúpido (“pobre de espirito”, já o sendo fisicamente) ou entretanto não tendo ainda aderido ao clube dos indiferentes (um tipo de zombie, sempre com o básico/todo o tipo de “comida”, à sua disposição, julgando-se rico), saber quem o produz e sobretudo e para além deste fator (importante) quem o controla (muito mais importante).

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Reeditando a Guerra Fria de uma forma agressiva, em dose dupla e face ao arsenal,

atacando os EUA, terminando igualmente extinto.

E aí chegando à tabela dos maiores produtores de Petróleo do Mundo, nesta época “digital” e apesar de “analógico”, sendo o produto de referência energética maioritariamente procurado e utilizado no planeta (mais de 50% do mercado, já sendo esmagador), tentando identificar os países e as suas orientações, esferas de influência frequentadas e respetiva distribuição pelas diferentes áreas e blocos de interesse, fundamentalmente três, o orientado pelo autoproclamado Líder do Império Ocidental Católico-Romano representando o Bloco do Eixo do Bem sediado em Washington (com filiais entre outras e das mais fieis e submissas, por omissão para com os seus representados, como na Europa) e no presente tendo como Imperador Joe Biden (no qual nos integramos), o orientado pelo “Grande Gigante Asiático” a China a grande potência económico-financeira Global agora em rápida ascensão, depois da Terra querendo Conquistar o Espaço, representando o outro lado do Hemisfério Norte igualmente desenvolvido, o Oriental, por nós sendo visto como adversário e até inimigo, representando o outro Bloco o Eixo do Mal, com sede em Pequim e ainda o orientado pela Rússia velho e experimentado combatente nos tempos da URSS, da 2º Guerra Mundial e da longa Guerra Fria, sendo para além de uma das 3 grandes potências Globais, uma boa retaguarda de apoio e de cooperação com a China, com esta e continuando a pressão suicida dos EUA, podendo mais cedo do que se espera unir-se e então aí criando-se uma situação irreversível ─  de um lado tendo o EUA e do outro China e Rússia ─ descobrindo só no Top de 10 dos Maiores Produtores (de Petrodólares)  para além dos EUA (1ºRM com 14,8 mil milhões de barris/dia) e de dois países com produções aproximadas ─ a Arábia Saudita (2ªRM com 12,4 mil milhões) e a Rússia (3ºRM com 11,3 mil milhões) ─ acompanhando-os mas já de longe surgindo logo 3 (em7) países sob “controlo” norte-americano ─ Iraque (6ºRM), EAU (8ºRM) e Kuwait (10ºRM) ─ 1 outro estando já na sua mira ─ Irão (7ºRM) ─ e mesmo exterior a este Top (vindo logo de imediato) ainda surgindo outros fortes candidatos ─ como por exemplo a Venezuela (12ºRM) e o recentemente falado Cazaquistão (18ºRM).

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Num ambiente pós-apocalíptico, fazendo-nos recordar Marte,

um exemplo de uma consequência real, causado pela escassez de energia.

Todos eles e sabendo-se da importância Global da Energia e de quem a detém, sob o olhar e controlo exclusivo dos EUA, os outros sendo “Alienígenas Terrestres”, tal como os mexicanos. E face às perspetivas de desenvolvimento futuro, algo paralisadas sob o pretexto da pandemia e sendo de momento estrategicamente aproveitado pelo poder, para mais uns “pequenos” mas urgentes ajustamentos (adaptação da população a este novo normal, a um novo nível de escravidão, mas dita em segurança) físicos como mentais, ou seja não se podendo avançar só regredir, enquanto a oportunidade não surge (para mais uma campanha, para mais uma guerra) ─ e disponibilizando graciosamente, o vírus um longo intervalo ─ preparando-se já o terreno para quando a bomba vier (e cair) já nem reajamos à noticia (da sua chegada eminente) tão “normalizados” já nós todos estamos (isto só passados 2 anos).

Ultrapassada esta sequela Covid-19 já na sua 3ª temporada e tendo já decorrido o tempo suficiente e necessário para o mais poderoso consórcio planetário se preparar estando pronto a entrar em ação e executar ─ o Complexo Industrial-Militar Norte-Americano, de longe e em equipamento e armamento o mais poderoso do planeta, capaz de o destruir múltiplas vezes (ao contrário dos outros estados todos juntos, sendo capazes menos vezes) e na realidade, sendo o Poder nos EUA (não o Civil, mas o Militar) ─ estando as condições meteorológica propícias com os EUA a poderem iniciar mais uma Guerra, tendo sempre como objetivo (tal como nas sucessões de Mad Max) o controlo energético.

E durando o petróleo no mínimo mais uns 50 anos ─ nesse período de tempo ainda sendo longo, com a “barriga deles” aumentando (cada vez mais) à medida que muitos mais, mas “invisíveis”, vão morrendo (de fome) ─ nada se fazendo senão “comer”, impelindo a solução cada vez mais lá para a frente, para o “tempo do nunca”: os filhos que se lixem.

(imagens: wasd.pt ─ sivaramaswami.com ─ scifimoviezone.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:01

PUM! PUM! PUM!

Segunda-feira, 10.01.22

Ontem dominavam-nos com uma pistola (registada, legal) ─ “PUM! Lá vai mais um!” ─ hoje servindo-se desta e como garantia acessória, de um canudo (certificado, oficial) ─ “PUM! PUM! Lá vão mais dois!”

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Zippo Lighter:

Bombs Away, Pin-up Girl.

(face de um isqueiro/walmart.com)

Depois de ainda ontem (9 de janeiro de 2022) as delegações dos EUA e da RÚSSIA terem um jantar de trabalho como preparação de uma semana de encontros bilaterais (iniciando-se já hoje segunda-feira, 10 de janeiro), tendo como pano de fundo as relações entre os dois estados e colateralmente (tudo ajuda, até ouvir os subordinados) o “conflito” Europa/Rússia, motivado pela questão da Ucrânia (no passado integrando a U. R. S. S.) ─ segundo a NATO (representante militar de uma das partes) podendo levar a uma guerra no limite (até parecendo um desejo), uma GUERRA MUNDIAL ─ sendo curioso como a diplomacia aqui em mais uma tentativa de sobrevivência (e de credibilidade, face ao poder dos Militares sobre a sociedade Civil) é desde já torpedeada (não se respeitando a outra parte, mas prosseguindo a campanha de diabolização desta), tentando-se desde já desequilibrar a balança ─ a razão sendo sempre do Ocidente (leia-se, do líder do Império) ─ caso o motivo reapresentado (nem sequer retocado) não seja convincente ─ para nós e sobretudo para o Oriente: tal o peso Global dos EUA que, quem estiver no prato lá de cima (não tendo peso Global, sendo extremamente leve, tendo tonturas e desequilibrando-se), não tendo a mínima hipótese, arriscando-se mesmo a cair e com um grande tombo. E para se tirar dúvidas bastando ler as parangonas (aí estando as intenções, nem sendo necessário traduzir):

US rejets Russia’s call to halt NATO expansion

Blinken warns Russia of “Massive Consequences” over Ukraine

US question Russia-Led Peacekeeping in Kazakhstan

(09.01.2022/antiwar.com)

Para tal só tendo que nos não “generalizar” e em sua substituição (necessariamente colocando umas palas, para não nos perdermos) “especializar” (como se por acaso soubéssemos qual a nossa posição no Mundo, para nos podermos perder).

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Os 5 lugares onde pode começar em 2022 a WW3,

Taiwan e Ucrânia, Irão, Coreia do Norte e China,

(algo tendo de comum, mas o que será?)

Como se vê, estando o Mundo em risco de guerra (podendo ser eminente), não existindo diálogo possível (extremando-se a posição e a situação, bastando para tal e facilmente ─ tendo-se o eco dos restantes ─ fazê-lo unilateralmente) e ainda com a crise socioeconómica instalada “ajudando” (atirando a nossa resistência para níveis mínimos, para baixo, tornando-nos facilmente manipuláveis), pensando-se que surgindo mais uma oportunidade como esta (face ao poder das armas, cada vez mais rara) e sendo-se Ocidental, querendo-se tal como a palavra significa, “viver e partilhar tudo, em toda a sua extensão e compreensão, o melhor que nos for possível”, nada nem ninguém se podendo atrever em perder esta extraordinária hipótese de se regressar ao diálogo à resolução pacífica, optando mais uma vez (e vejam-se as consequências planetárias) pela provocação, pela chantagem, pelas Fake News, pelo virar das costas a resolução não pacífica, podendo facilmente e até por “descuido” terminar no “botão nuclear”. Do lado de lá do Atlântico como do lado de lá do Índico/Pacífico, enchendo-se a Europa de mísseis apontados à Rússia e enchendo-se a Ásia e até a Oceânia de mísseis apontados à China ─ destruindo-se entre eles (Europa, Ásia e Oceânia) e sobrando a América (e ainda África, onde aparecemos, talvez onde desapareceremos): restando algo, prosseguindo o seu (agora mini) Império.

Apoiando-se ou não ─ nem sequer valendo a pena chorar ─ o futuro será de um Novo Império.

(imagens: walmart.com ─ AP)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:10

O Retrato de OMICRON

Terça-feira, 21.12.21

Numa notícia de caixa, típica de prime-time e já se tendo estendido pelo Mundo ─ graças às autoestradas da Web, utilizadas pelas redes sociais (aqui sendo o Twitter) ─ uma informação deveras relevante, que muitos poderiam considerar como de mera propaganda ─ vindo de onde vem, a Rússia de Vladimir Putin

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Omicron

(500 nm)

 

Apresentando-nos pela 1ª vez e em alta-resolução (tal como o Lobo-Mau, tendo os olhos grandes, para ver melhor) o 1º retrato de OMICRON, o último e mais conhecido descendente do coronavírus original, chegado no início de 2020 e mundialmente conhecido como SARS CoV-2.

“Russian scientists published these unique high-resolution pictures of the Omicron virus variant that is quickly spreading around the world. In Omicron studies in Russian labs Sputnik V demonstrated robust neutralizing antibody response, strengthened by Light booster.” (Sputnik V/@sputnikvaccine/twitter.com)

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Omicron

(200 nm)

 

Nos ensaios levados a cabo na Rússia ─ no Centro Nacional de Investigação de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya (localizado em Moscovo) tendo como objetivo testar a efetividade da vacina russa Sputnik V, na luta contra esta nova variante Omicron (oriunda da África do Sul), para além da confirmação da resposta eficaz da mesma (vacina) com os seus anticorpos produzidos neutralizando a ação deste descendente do coronavírus, ficando-se agora e simultaneamente a conhecer melhor o seu “ar e aspeto”, de como ele se apresenta neste Mundo e de como ele se introduz em nós.

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Omicron

(500 nm)

 

Proteção contra a variante OMICRON oferecida pela vacina russa SPUTNIK V, reconhecida cientificamente e em todo o Mundo como tão eficaz como todas as outras vacinas (ocidentais/orientais) mas ainda não tendo sido aprovada pela nossa EMA (agência do medicamento da Europa Ocidental), para a sua Europa (e dos EUA) ─ bastando-se dar a dose de reforço para uma luta eficaz contra Omicron.

[Durante esta semana (e em Portugal) pensando-se que a variante OMICRON tomará a liderança nos contágios/infeções provocadas por este coronavírus, superando em proliferação e densidade o seu “familiar/ascendente” e concorrente Delta (esta semana com Omicron podendo chegar aos 80%, tornando-se maioritário), espalhando os seus efeitos (e consequências) e podendo arrastar-se com mais evidência, pelo menos até meados de janeiro (de 2022) ─ podendo adiar um pouco mais o reinício das aulas.]

(imagens: Sputnik V/@sputnikvaccine/twitter.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:09

Guerra-Quente e Linhas-Vermelhas

Segunda-feira, 13.12.21

Russia Ukraine: Biden warns Russia against Ukraine 'red lines' (bbc.com/04.12)

Biden didn’t accept Putin’s ‘red lines’ on Ukraine (cnbc.com/08.12)

Ukraine's red lines: How far are Russia and NATO willing to go? (france24.com/07.12)

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Não dando tanto para rir como para chorar ─ rir sendo a óbvia reação perante tal imbecilidade, não fossem os imbecis os atuais líderes ─ perante a evolução registada nas últimas décadas a nível do poder e da supremacia planetária, com os EUA como todos os Impérios depois de inovarem, dominarem e persistirem nesse domínio (não evoluindo), caindo em decadência e dando lugar a outros ─ sendo no presente o caso da China, ameaçando deslocar o Eixo Económico-Financeiro Mundial, de Washington (do Bloco do Hemisfério Norte Ocidental) para Pequim (para o Bloco do Hemisfério Oriental), transformando-o na reedição de um confronto Ocidente Vs. Oriente ─ perante o avanço da sua crise económico-financeira interna (e crescimento contínuo da inflação) colocando em causa o mandato do atual presidente o democrata Joe Biden (com a mais baixa aceitação popular de sempre e estando-se à porta das eleições intermédias de 2022) ─ aquele que iria salvar a América e o Mundo do republicano Donald Trump ─ não restando mais nada no presente ao atual líder norte-americano, senão continuar ou acelerar ainda mais a política (constantemente contestada e boicotada) do seu inimigo e adversário, o anterior presidente: abandonado o Afeganistão com um objetivo pré-definido e geoestratégico (a retomar e priorizar) ─ daí a rapidez e o caos (com outros negócios e acordos pelo meio) ─ não passando por esta região (deixando tudo praticamente como estava antes, vinte anos atrás e entregando a pasta parcialmente e de novo ao seu “aliado” de ocasião o Paquistão), virando-se (nunca o tendo abandonado do seu olhar) para o seu grande adversário económico-financeiro, não esquecendo a Rússia (e todo o seu poderio tecnológico e militar, sendo a 2ª potência nuclear global), mas dando todo o protagonismo ao gigante do Oriente a China, não tendo hipótese militarmente contra o esmagador poder norte-americano (mas podendo-se aliar à Rússia), no entanto na generalidade das outras áreas (fazendo funcionar as trocas, os mercados, os negócios, o mundo) estando já a par ou tendo já ultrapassado o antigo líder (os EUA) ─ veja-se até o caso da Conquista e Exploração do Espaço, com a China a ir já à frente.

We would provide additional defensive material to the Ukrainians above and beyond that which we are already provided. And we would fortify our NATO allies on the eastern flank with additional capabilities in response to such an escalation.

(Joe Biden/07.12)

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E como quando não se resolvendo algo a bem, existindo sempre a hipótese de em alternativa, se resolver esse algo, se não mais-ou-menos, então a mal, evitando desde logo o meio (não se desejando obviamente o equilíbrio, desejando-se a supremacia) e tentando impor unilateralmente como sendo o “justo” o seu ponto de vista, com a Administração da Casa Branca comandada do seu interior pelo líder da América e do Mundo Livre (pela mesma representada e definida) ─ o septuagenário quase octogenário Joe Biden ─ virando-se para o exterior tentando mais uma vez resolver os seus problemas internos, se necessário com a criação de mais uma Guerra longínqua (reativando o seu Complexo Industrial-Militar), noutro continente (por ex. a Europa ou a Ásia), envolvendo preferencial e presencialmente os locais (nos possíveis combates diretos) e com a menor participação possível de tropas norte-americanas ─ com os norte-americanos a “oferecerem graciosamente” o seu e agora nosso armamento. Apontando para a Rússia (na Europa) ─ não largando o petróleo do Irão ─ e para a China (Ásia) como seus adversários, para já tentando destruí-los com a sua retórica múltiplas vezes repetida (pelos Média de todo o mundo, significando o ainda poder do dólar), mas se necessário não hesitando em ─ não o querendo, nunca o desejando, mas as circunstâncias o exigindo ─ “aproximando-se inadvertidamente do risco, mas na defensiva” (os “outros” não  concordando, dado o risco ser a sua própria linha de fronteira) cometer indiretamente (não tendo culpa, não estando presencialmente no terreno) algum excesso, podendo originar um conflito armado, uma guerra, local: local sendo (no caso da Europa) no leste, fronteira Ucrânia/Rússia podendo colocar todo o continente perante uma nova Guerra Fria mas esta ─ dado os protagonistas desta série EUA, CHINA e RÚSSIA ─ mais explosiva.

Biden warns Putin of ‘devastating’ consequences if Russia invades Ukraine (ft.com/11.12)

Biden welcomes Finland buying US jets amid Russia concerns (rt.com/13.12)

Russia warns of 'dire consequences' for NATO (rt.com/13.12)

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Neste contexto político dos finais de 2021, em que o Hemisfério Sul da Terra não conta (para as decisões finais), estando todo o desenvolvimento, tecnologia e poder sediado no Hemisfério Norte ─ com todas as diretivas a virem de Norte e tendo-se como comandante desta operação global durante toda esta fase (exponenciada aquando da II Guerra Mundial) os EUA ─ no decorrer de todo o processo de evolução socioeconómica mundial (já com quase oito décadas) entremeada por episódios de partilha (EUA/URSS) ou de exclusividade (EUA com a queda da URSS), já num aparente ciclo de decadência provocada por essa mesma exclusividade de poder (Global, mas sem real concorrência, sendo tudo/todos pagos “por baixo da mesa” em dólares) e com um outro imenso território cheio de gente em nítida e acelerada (por organizada/disciplinada) ascensão económica ─ a CHINA o país mais populoso do Mundo com os seus mais de 1.400 milhões de habitantes (num total de quase 7.900 milhões, EUA pouco mais de 330 milhões sendo o 3º), estendendo-se por uma área sendo a 3ª do Mundo (só ultrapassada pela Rússia/1ª e pelo Canadá/2ª, EUA sendo o 4º) ─ com o Gigante Asiático juntando todo o seu poderio económico e financeiro acumulado e o seu grande avanço cientifico-tecnológico registado e constantemente melhorado ao longo destas mais recentes décadas (iniciadas com o seu Grande Timoneiro e líder chinês Mao Tsé-Tung, governando o país de 1949 a 1976), a assumir-se nesta contínua intriga planetária como um novo e poderoso protagonista, como tal adversário (de algo/alguém), capaz de colocar em causa a até agora incontestada supremacia norte-americana e com isso o poder do seu até agora, rodando sobre rodas (das rotativas das impressoras mágicas), o globalizante Projeto-Dólar. Não podendo obviamente os EUA, sendo a terra do Imperador do Império, o Império Ocidental, representando o Eixo do Bem (católico-romano) sediado em Washington (FMI, Banco Mundial, Maior Complexo Industrial-Militar), consentir no assalto ao seu poder sujeitando-se agora aos ditames vindos de Oriente, da Ásia/e logo da China, povos e territórios identificados como protagonistas do trabalho manual (sendo dirigidos, sem necessidades de qualificação), não do intelectual (dirigindo, sendo qualificados): querendo assumir o controlo global (que de alguma forma, atingido este ponto e pagando para tal, já o fazem) e transferir o Eixo do Poder Mundial de Ocidente para Oriente, para Pequim, colocando de lado e de vez a Civilização Ocidental (católico-romana) e substituindo-a pela Civilização Oriental (antigos mouros, escravos, assalariados), por pagãos, seres violentos e sem um único Deus ou religião. Com a Europa face a esta retórica político-religiosa e pensando assim sobreviver juntando-se à América ─ sem nada contribuir/fazer por e para si própria ─ tendo a Rússia logo ali ao lado e partilhando o mesmo continente.

(imagens: Pyotr Bernstein/Sputnik/Global Look Press/rbth.com

─ Sputnik/thedailybeast.com ─ Amir Cohen/Reuters/rt.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:52

Guerra

Domingo, 28.11.21

US Says ‘All Options’ on the Table Over Alleged

Russian Troop Build-Up Near Ukraine Border.

(Dave DeCamp/antiwar.com)

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Fronteira Ucrânia/Crimeia

(exercÍcios militares das forças armadas da Ucrânia)

 

Num novo clima de Guerra Fria, com a alegada vítima (e seus aliados) invertendo tudo a cercar o agressor; e na defesa da Ucrânia surgindo os EUA, opondo-se à hipotética invasão desse país pela Rússia (do ditador Vladimir Putin).

As you can appreciate, all options are on the table

and there’s a toolkit that includes a whole range of options.

(Karen Donfried/EUA)

It’s now for the alliance to decide

what are the next moves that NATO wants to take.

(Karen Donfried/EUA)

Com os EUA apoiados pelos seus aliados do outro lado do oceano Atlântico ─ a Europa, tal como os EUA integrando a NATO ─ a ameaçarem mais uma vez a Rússia, nem sequer a escutando (negando-lhes o direito de resposta).

If Russia uses force against Ukraine that will have costs,

that would have consequences.

(Jens Stoltenberg/EUROPA)

Entendendo a entrada dos EUA neste conflito ─ lutando (interessadamente) pelo controlo e pela supremacia planetária (aproveitando mais esta oportunidade) ─ envolvendo um país fazendo fronteira com a Rússia um dos seus dois grandes adversários Globais (a outra sendo a China), mas já nos podendo questionar sobre a razão da posição da Europa, opondo-se a um seu vizinho continental, apenas por não consentir ver-se cercado (nas suas fronteiras) por mísseis (com forte contribuição norte-americana).

[Crimeia: território integrando a ex-URSS (a Rússia vindo depois) e passando de seguida a República Autónoma integrada na Ucrânia ─ aquando da sua independência (em 1991) ─ sendo de novo anexada à Rússia como consequência da Guerra Civil (no leste da Ucrânia) em 2014.]

(texto/inglês: antiwar.com ─ imagem: Armed Forces of Ukraine/usnews.com)

 

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:04

EUA Vs. Alemanha ─ Ordem para cortar o Gás

Quinta-feira, 18.11.21

Tal como antes foi forçada (pelos EUA) a abandonar as negociações com os iranianos, com a Alemanha ─ e por via desta a Europa ─ mais uma vez a ceder ao interesse norte-americano, não hesitando em cortar o gás aos seus cidadãos.

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NORD STREAM 2

(a Rússia abastecendo de gás a Alemanha)

 

A pouco mais de um mês do início do INVERNO (21 de dezembro), com o tempo frio e húmido a predominar e com a população já sob os efeitos (endémicos) do “vírus da gripe” e de uma “nova vaga (pandémica) de COVID-19”, eis que face à grave crise energética que afeta a EUROPA e à subida galopante do preço do GÁS, a ALEMANHA decide pela suspensão temporária da abertura “das torneiras” do pipeline NORD STREAM 2, por razões meramente burocráticas: justificando a sua decisão no cumprimento de um pequeno procedimento legal (podendo ser resolvido à condição num gabinete) e adiando pelo menos até ao início do próximo ano (caso a burocracia o permita) a entrada em funcionamento do pipeline ─ ligando diretamente por mar e sem intermediários a Rússia à Alemanha ─ num fornecimento exclusivo (dos consumidores alemães) e mal tenha decisão favorável, começando de imediato a abastecer (todas as infraestruturas estando prontas).

Uma decisão incompreensível tomada pelo governo alemão ─ efetivamente ainda em suspenso, aguardando a nomeação do próximo Chanceler (e futuro líder da Europa) ─ sabendo-se que quase metade do gás fornecido à Alemanha é de origem russa (GAZPROM) ─ cerca de 40% ─ e que a outra via de transporte sendo terrestre, ter sempre o problema de poder ser interrompido por um dos territórios de passagem (neste caso do pipeline alternativo terrestre), por exemplo e devido ao seu conflito com a Rússia, como o da Ucrânia. Questionando-nos pois e face ao sucedido (decidido pelas autoridades responsáveis) se para a Alemanha e para os seus governantes a prevenção, o conforto e segurança da sua população é algo de óbvio e prioritário, ou se outros valores superiores e externos os ultrapassam, obrigando-os a mais um Inverno de crise, de desemprego, de sacrifício e de doença (talvez de morte), agora que o vírus da gripe e uma nova vaga Covid-19 cai sobre nós, podendo-nos isolar ainda mais, asfixiar (física e mentalmente).

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EUA Vs. RÚSSIA

(na luta global pelo fornecimento de gás)

 

Não se querendo acreditar que o governo em exercício na Alemanha, enquanto aguarda a transferência de poderes de Ângela Merkel (CDU) para Olaf Scholz (SPD) ─ este último tendo vencido as eleições alemãs de 27 de setembro com 25,7% dos votos ─ e sob pretextos aparentemente burocráticos (estando tudo o antes contratado, pronto), podendo com o seu atraso prejudicar todos os seus cidadãos (quando no Inverno o fornecimento de energia é fundamental, um fator de sobrevivência), possa a estar a ceder a pressões exteriores (oriundas como é óbvio dos EUA, o líder reconhecido do Ocidente) em nada interessadas ou preocupadas na resolução dos problemas da Alemanha (apenas um fiel e bem colocado súbdito seu), mas na manutenção em vários setores da sua supremacia global (em vários setores estratégicos) ─ energético e geoestratégia. Mas pelas consequências (desta guerra de Energia entre os EUA e a Rússia) aquilo em que não acreditamos a concretizar-se, com a Alemanha não dizendo para já não, nem sim, talvez pois: com o braço longo norte-americano, a abraçar completamente os alemães.

Da mesma forma e com os mesmos procedimentos (e falsos argumentos) aplicados no continente asiático, tentando isolar e quebrar o seu mais poderoso território ─ a China ─ com os EUA tentando igualmente isolar da Europa, o seu território mais poderoso ─ a Rússia: colocando os outros (os seus fiéis aliados locais), a trabalhar para eles (confrontando-se entre eles e com o seu potencial inimigo). Podendo vir a deixá-los (a Alemanha) sem fôlego, de tanto tremer de frio. Mas tendo sempre a alternativa (de fornecimento) do “gás-da-liberdade”, vindo diretamente de transporte marítimo dos EUA e (pelo menos, a liberdade paga-se) ao dobro do preço.

(imagens: eu-logos.org ─ shana.ir)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:02

Se não forem russos, então serão chineses

Quarta-feira, 17.11.21

“Mas para além da opção terrestre, ainda não se devendo descartar a opção extraterrestre.”

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ISS em Estado de Alerta

Resultado da inexperiência e da imprudência dos russos

(como será outro dia dos chineses) podendo ter obliterado a ISS

 

Não querendo defender nenhum deles utilizando prioritariamente a TERRA e o ESPAÇO unicamente na defesa dos seus interesses (tudo o resto vindo depois) ─ referindo-nos obviamente aqui às únicas potências globais os EUA (Bloco Ocidental e do Bem), a CHINA e a RÚSSIA (Bloco Oriental e do Mal) ─ sendo curioso que sempre que algo de dúbio acontece podendo ser estrategicamente utilizado pela outra parte, sistematicamente e habitando-se o lado Ocidental (EUA, Europa e outros satélites e aliados) a culpa é sempre do lado Oriental:

Umas vezes destacando-se o papel dos russos outras vezes dos chineses outras vezes de ambos e muitas vezes utilizando mesmo os seus territórios satélites e aliados (como a Coreia do Norte e o Irão).

E depois destes factos ficarem mais uma vez comprovados com a realização da Conferência Contra as Alterações Climáticas (COP26) em Glasgow (Escócia), nada de positivo de lá saindo nem sequer a (prometida) manutenção da temperatura média global do planeta ─ mantendo-se a utilização dos combustíveis fósseis (e os mesmos processos de produção na indústria automóvel), reiniciando-se a construção de novas centrais nucleares (pelos vistos já não sendo poluentes) e ignorando a jovem Greta (símbolo da COP25, deixando-a no exterior) e em sua substituição colocando lá (no interior da COP26) a boneca Amal ─ deixando a Terra (a defesa do seu Ecossistema) e virando-nos para o ESPAÇO surgindo-nos agora o problema crescente da poluição invadindo o espaço exterior e adjacente  à TERRA, com cada vez mais sucata-voadora (componentes de foguetões, naves, satélites, etc.) orbitando nas proximidades do nosso planeta e como que começando a envolve-lo:

Um dia ou descaindo na sua órbita, entrando na atmosfera, desintegrando-se e podendo mesmo impactar a Terra, ou então ficando-se lá por cima podendo colidir ou ser atingido (por exemplo por um míssil), provocando (por mais que se o tente evitar) uma miríade de fragmentos (de diferentes dimensões) podendo atingir outros veículos espaciais em órbita, um deles podendo ser a Estação Espacial Internacional (ISS) por sinal com astronautas a bordo (por lá andando igualmente a nova Estação Espacial Chinesa (TIANGONG-3).

Russia's missile test could have easily obliterated the International Space Station.

Blasted a Kosmos spy satellite into more than 1,500 pieces of space debris.

(Brandon Specktor/livescience.com/17.11.2021)

Neste Mundo tripolar onde metade da Terra não existe (uma parte, retratado no Hemisfério Sul, pobre e pouco desenvolvido) e a outra metade se digladia (duas partes, o Hemisfério Norte rico e desenvolvido, colocando em luta o lado Ocidental contra o lado Oriental) ─ vivendo-se de um lado, o outro sendo o lado inimigo (e não se aceitando territórios neutros) ─ a culpa sendo invariavelmente dos outros da responsabilidade dos “suspeitos do costume” (como se fossem doutores na área para além de certificados):

Vivendo-se do lado dos católico-romanos a culpa sendo sem dúvida (entre outros do lado de lá) dos pagãos, dos mouros, dos pretos ou então dos amarelos, para a salvação da Europa necessitando-se dos poderosos norte-americanos tanto na Terra como (como se vê) no Espaço ─ nem que seja dando-lhes uma vantagem (sobre os outros) tornando-os e em exclusividade, inimputáveis;

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A Guerra das Estrelas

Com a Guerra no Espaço a caminho (adversários possíveis, chineses, russos, alienígenas)

e com os EUA não estando preparados (para os combater)

 

E vivendo-se numa Sociedade mergulhada em paralisia (nada se passando, ficando tudo na mesma), sendo para os intolerantes e situacionistas (e suas ambições estáticas) uma vantagem tremenda.

Os outros (8 biliões) que trabalhem, enquanto uns poucos enriquecem (umas centenas) e algo correndo mal, de um lado tendo-se a Rússia e do outro tendo-se a China.

Aqui e neste momento sendo a vez da Rússia (algo mal que o russo fez/com toda a sua negatividade e que o norte-americano até por experiência pessoal, bem conhece/sob uma perspetiva positiva):

Na passada terça-feira (16.11) com os russos a realizarem um teste tendo como objetivo destruir um satélite seu já desativado (em princípio e segundo o ocidente de espionagem), atingindo-o e desintegrando-o em centenas de pequenos fragmentos (dizem que mais de 1.500), posteriormente (e como é óbvio) lançados em todas as direções.

Podendo mesmo que respeitando todas as regras e normas de segurança ─ e isso aplicando-se a todos os prevaricadores dos quais os maiores são o EUA, a Rússia e a China ─ atingir outros veículos espaciais incluindo as Estações Espaciais, aqui a grande preocupação sendo a ISS (no presente com 4 astronautas norte-americanos, 2 russos e 1 alemão).

Lançando fragmentos a mais de 28.000Km/h podendo atingir a Terra e perfurar a ISS e juntando-se à “sucata espacial” acumulando-se à volta da Terra desde há 60 anos (mais de 27.000 fragmentos).

Sabendo-se que a ISS já teve de fazer umas 25 alterações de curso devido ao perigo de colisão com objetos deste tipo (fragmentos) e que o procedimento dos três é comum/semelhante na concretização de missões como o da destruição de satélites (fazendo todos o mesmo, logo não sendo hipócrita, não podendo apontar o outro), sabendo-se que já outros países estão na mesma linha (negativa) e bem ativos, tendo-se desde logo de apontar a nós antes de podermos apontar para os outros, o contrário sendo inconsequente.

Só se em vez da solução, para convencer (autoconvencer) procurarmos inimigos e esses só podendo ser, do “outro lado da Terra”.

Afinal de contas, temos algum “preconceito racial”, somos ou não “racistas”?

“Racismo é a discriminação social baseada na falsa ideia de que a espécie humana é dividida em raças e que uma é superior às outras. Trata-se de uma atitude depreciativa e discriminatória não baseada em critérios científicos. O preconceito racial está relacionado com outros tipos de preconceito, como homofobia e xenofobia, ou comportamentos violentos, como o bullying.” (significados.com.br/racismo)

(imagens:  Matthias Kulka/Getty Images/livescience.com ─ Getty/iStock/politico.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:41