Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

13
Out 19

[De entre as maiores falsidades típicas de Campanha Eleitoral e estando ativas por cá, sendo sem dúvida maioritárias até pelo seu grande impacto − NEGATIVO e CRIMINOSO − todas aquelas relacionadas com essa coisa vil que é o RACISMO: como por exemplo os ataques a JOACINE (por ser ex-imigrante, mulher, negra, gaga, historiadora e de um parido de Esquerda (LIVRE)  e as FALSAS promessas em nome do PAN (supostamente pedindo “perdão para violadores sexuais”) e do BE (com Fake News afirmando quererem aumentar o RSI para Ciganos e Migrantes). No fundo com o “AFASTA O COSTA” sendo um (dos poucos) Oásis no Deserto (deste monótono ato eleitoral) − afastado o roubo de dados, afetando cidadãos.]

 

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E se o jogo “AFASTA O COSTA” foi um dos momentos das LEGISLATIVAS 2019 – surgindo num ambiente de fim-de-campanha (sexta-feira 4, marcando o seu encerramento), logo, sendo apontado como tendo “objetivos oportunistas e estritamente políticos – encerradas as mesmas e confirmada a Vitória do PS – e de ANTÓNIO COSTA (domingo 7, já o período noturno ia avançado) – eis que (felizmente e neste caso, sendo um caso menor) a Verdade retoma a sua função (desmentindo alguns escrivas e esclarecendo rigorosamente todos os outros) oferecendo-nos a sua versão: tratando-se apenas de um caso de “Aproveitamento da Situação (criada em redor das Eleições) com Alguém a aproveitar-se para simultaneamente se Divertir (dada a componente lúdica do jogo) e ao mesmo tempo ganhar algum dinheiro (introduzindo um vírus no jogo) roubando os seus utilizadores.

 

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E tudo começando num PASSEIO DE RUA realizada no último Dia de Campanha, com um REFORMADO (vítima consciente ou não de FAKE NEWS) a acusar COSTA (de ter estado de férias durante os incêndios de Pedrógão-Grande em 2017 − o que é Falso) e com este último a exaltar-se, a dirigir-se agressivamente em direção ao Idoso e a tentar (segundo dizem evitado pelo segurança presente) dar-lhe o troco: algo que COSTA deveria evitar (ouvindo e respondendo civilizadamente, mesmo não fazendo o mesmo o seu opositor) – “lembrando-se do dia-a-dia de trabalho, muitas vezes árduo e penoso, do cidadão desconhecido e comum” (cada vez com mais deveres e com menos direitos)ou não fosse ele a tentar vender o seu produto (tentando manter o emprego) e o reformado um seu potencial cliente (e promotor). Mas e como sempre nada que se tenha passado na Campanha tendo influenciando o resultado (final), estando já pré-planeadas e pré-feitas as nossas pobres, limitadas e receosas (nunca aceitando nada de conhecido) cabeças – e de acordo com a “nossa bipolaridade” ganhando um, ou ganhando o outro.

 

E assim passados 6 dias sobre o encerramento das Legislativas 2019, com o jogo “AFASTA O COSTA” (tendo invadido as Redes Sociais) ainda vivo e bem ativo, continuando a espalhar o seu VÍRUS (Informático) e roubando os dados dos seus (mesmo assim ainda incautos) utilizadores (muitos deles eleitores): concluindo-se que se ANTÓNIO COSTA venceu as Eleições tal como era esperado (“2ª conclusão: e sendo sempre previsível a reação dos eleitores, devendo-se entregar todo o processo eleitoral − substituindo o presente − delegando-o em Agências Especializadas, neste caso de SONDAGENS”),Alguém(seguindo a sua opção de Vida) se serviu igualmente delas para fazer crescer a sua conta, não em votos (podendo proporcionar-lhe de uma forma mais ortodoxa um emprego) mas em euros (uma opção mais livre e no entanto lucrativa, apenas fazendo uns biscates e disponibilizando-nos mais tempo).

 

(imagens: Polígrafo/poligrafo.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:36

23
Jul 18

O racismo está associado a manifestações de ódio como a xenofobia (a hostilidade para com os estrangeiros) ‒ e à grande hipocrisia política, com o cidadão (nacional como estrangeiro) umas vezes sendo Branco e outras vezes sendo Preto (e sendo tratado em conformidade com esta análise a preto-e branco).

 

Com tretas como “Todos Diferentes, Todos Iguais” ou “Não Sou Racista até tenho um Amigo Preto”, complementado pela mentira do século “Ler Jornais é Saber Mais” e pela falsa surpresa pela existência de “FAKE NEWS (num ato de pura hipocrisia do predador para com a sua presa), não é de admirar que estas situações se propaguem (talvez mesmo exponencialmente): depois de lhes abrir a porta (destruindo antes os seus países), sugando-lhes então a alma (com Merkel e maternalmente) e deitando-os (então vazios de esperança) fora.

 

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Sinais de Racismo na Alemanha

Tendo como alvo Özil

(Mundial de Futebol 2018)

1 Camisola e 1 Presidente, razão para a expulsão da seleção alemã?

 

A opinião do alemão ULI HOENESS (ex-jogador de futebol, tendo suspenso temporariamente o seu cargo de presidente do BM, ao ser condenado a 3,5 anos de prisão por fraude fiscal) ‒ presidente da equipa alemã BAYERN de MUNIQUE (igualmente empresário, ligado ao poder político e nascido em ULM na Alemanha) ‒ sobre o jogador da seleção da ALEMANHA ‒ o também alemão MESUT ÖZIL (no presente jogador de futebol e integrando o plantel do ARSENAL ‒ mas por acaso nunca tendo passado pelo BM ‒ e por outro lado e como contraponto a outros sendo conhecidas as suas doações avultadas a crianças necessitadas) ‒ no momento em que o mesmo decidiu renunciar à seleção do seu país (natal) por RACISMO e DESRESPEITO (ou não fosse ele apesar de Alemão e nascido em GELSENKIRCHEN, um Turco-Alemão, descendente de turcos e além do mais Muçulmano e recitando o Alcorão). E eis então o que é que diz o Presidente do clube da Chanceler Alemã Angela Merkel (clube do qual é simpatizante):

 

“Ele foi uma MERDA durante anos.”

(Uli Hoeness ‒ Presidente do BM)

 

Tudo se agravando graças a um pretexto político (pelos vistos abraçado com entusiasmo pelo conhecido político da CDU e Presidente da Federação Alemã de Futebol) aproveitado de imediato por Reinhard Grindel (o tal presidente da FAF) para tentar (numa última tentativa) afastar de vez o jogador Mesut Özil (como representante) da seleção da Alemanha e desse modo do Mundial da Rússia: nas vésperas do Mundial com o jogador encontrando-se com o presidente turco Recep Erdogan (acompanhado de outro internacional também de origem turca e jogando no Manchester City ‒ Ilkay Gündoğan ‒ mas com este nada acontecendo) ‒ enquanto por exemplo Lothar Matthaus (capitão-honorário da seleção da Alemanha) se encontrava com Vladimir Putin ‒ e logo com o Presidente GRINDEL a tentar afastá-lo fazendo-o desaparecer de vez (confirmando o que já muitos diziam ‒ negativamente ‒ sobre o Presidente, quando expondo as suas ideias entre outras sobre MULTICULTURALIDADE E IMIGRAÇÃO, para sermos mais claros e objetivos sobre RACISMO).

 

“Pessoas com um histórico de discriminação racial não deviam ser autorizadas a trabalhar na maior federação de futebol do mundo, que tem tantos com jogadores com dupla herança familiar.”

(Mesut Özil/iol.pt)

 

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Sinais de Racismo em França

Tendo como alvo Portugal

(Europeu de Futebol 2016)

Porque será que a Torre se manteve acesa, mas com as cortes de França?

 

“Aos olhos de Grindel e dos seus apoiantes sou alemão quando ganho e imigrante quando sou derrotad.”

(Mesut Özil/iol.pt)

 

Felizmente impedido de o fazer pelos responsáveis no local, o diretor Oliver Bierhoff e o selecionador Joachim Law (já agora e face aos resultados que se cuidem ‒ mesmo sendo puros alemães ‒ assim como todos os outros matriculados como MIGRANTES). Mas sendo um exemplo e um aviso de que episódios como o do ex-Presidente do Sporting são mais comuns do que se pensa (infelizmente em todo o Mundo e em todas as áreas da nossa Sociedade) ‒ podendo-se transformar numa dramática Longa-Metragem ‒ e ainda com muitos deles (para nós um absurdo para eles a realidade) a serem elogiados e premiados (e Imitados/Replicados sem fim) e mesmo salvos da Prisão com um tipo de Condecoração (por exemplo um emprego ‒ não um trabalho ‒ seguido de promoção).

 

Numa altura em que a Alemanha e como tal toda a EUROPA (incluindo os embaraçantes e ridículos políticos do Reino Unido, querendo assumir o papel de Entreposto/Não de Estado dos EUA) se encontram numa encruzilhada de Luta pela sua Sobrevivência: entre o poder de um Império em decadência inexorável (não se apresentando no seu interior alternativas válidas para uma muito pouco provável replicação) mas sendo capaz de a destruir ‒ os EUA ‒ e um novo poder em ascensão que só os Cegos Não Podem (Querem) Ver ‒ a outra parte do Hemisfério (Norte onde tudo se concentra) contendo a Rússia e a China (e da qual a Alemanha num cenário de Duplo Impacto irrefutavelmente já depende).

 

(imagens: dw.com ‒ iol.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:10

15
Ago 17

“Em pouco tempo e graças aos incidentes da Virgínia

 Barack Obama é já um dos TOP no Twitter

Com cerca de 2,2 milhões de Likes.”

 

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Donald Trump

(45º Presidente dos EUA)

 

Numa noite de Verão, depois de muita comida e bebida, e com a cabeça em efervescência (num processo muito semelhante ao do Inverno mas aí com os neurónios congelados), mais uma vez fui surpreendido pela imagem de Donald Trump, novamente distorcida para gáudio dos seus inimigos (ao serviço dos Democratas/contra como até de muitos Republicanos/neutros): com o jornal inglês The Independent falando sobre o discurso (2º) do Presidente norte-americano acerca dos recentes incidentes ocorridos em Charlottesville (onde diversos elementos integrando grupos racistas ‒ KKK, neonazis e supremacistas brancos ‒se manifestaram contra a retirada de uma estátua Confederalista originando de imediato protestos antirracistas) a deslocar-se imediatamente (e como que por mero acaso) na direção de Barack Obama (a notícia logo ao lado) certamente para o comparar: com um a ser o mau (Donald Trump) e o outro a ser o bom (Barack Obama) e com tudo isto, mais uma vez se esquecendo o vilão que derrotou os Democratas enterrando a Esperança (Hillary Clinton) ‒ numa América confusa e sem ideologia (perdido o Sonho Americano) e em que tudo se confunde desde a esquerda à direita (vindo tudo dum mesmo molde estabelecido pela força do dólar).

 

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Barack Obama

(44º Presidente dos EUA)

 

Com o jornal The Independent aproveitando o 2º discurso de Donald Trump sobre os incidentes de Charllotesville (considerando os supremacistas brancos racistas e o racismo diabólico) ‒ já depois do seu 1º discurso responsabilizando pelos incidentes manifestantes dos dois quadrantes políticos (opostos) e provocando duras reações de indignação (especialmente vindas do lado Democrata) ‒ a introduzir-nos inesperadamente no Twitter e na conta de Barack Obama: ficando a partir desse momento a saber que para além do grande debate mesmo à escala mundial envolvendo a figura de Donald Trump (desde que a campanha Democrata por Hillary Clinton o transformou no Boneco de Putin nunca mais deixando de ser protagonista, bastando para tal abrir a boca e incrivelmente falar como todos os outros) outro deveras importante haveria decorrendo nas redes sociais. E como não poderia deixar de ser face às duas múmias em presença (Donald Trump e Hillary Clinton) ‒ cada uma delas julgando-se Presidente um pelo Colégio (num mundo real) outro pelos Votos (num mundo virtual) ‒ ressuscitando-se agora o morto colocando-o desde logo num pódio (para já medalha de bronze): dado o facto extraordinário de um tweet publicado pelo ex-Presidente norte-americano Barack Obama sobre os acontecimentos no estado da Virgínia, ser o terceiro mais apreciado em toda a História do Twitter ‒ só suplantado pelo tweet de Ariana Grande (sobre o atentado de Manchester) e por um simples Tweet com Selfie (de Elene Degeneres e Bradley Cooper). Citando Nelson Mandela e escrevendo "No one is born hating another person because of the color of his skin or his background or his religion..." (@BarackObama).

 

(imagens: independente.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:24

09
Out 15

“Boneco negro da Playmobil com coleira de escravo causa indignação”
(expresso.sapo.pt)

 

Um afroamericano de calças rasgadas e t-shirt esfarrapada, descalço e com uma coleira de escravo ao pescoço. É esta a aparência de uma das personagens do navio pirata da Playmobil. Segundo o jornal “The Washington Post”, o barco parece ainda incluir uma espécie de masmorra.

 

A descoberta horrorizou Ida Lockett, uma mãe de Sacramento, na Califórnia, cujo filho de 5 anos recebeu este presente de aniversário por parte da tia, que o adquiriu numa loja de brinquedos. Ao ler o manual de instruções, Ida Lockett percebeu que a coleira servia para colocar no pescoço do boneco afroamericano.

 

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Qual dos seguintes sujeitos ativos será o verdadeiro predador: o ideólogo (da Teoria da Escravatura), o escravo (a vítima representada no boneco) ou o aplicador (aqui em causa)?

 

É muito simples: primeiro escraviza-se o ser humano economicamente mais depauperado (por exemplo utilizando o pretexto da cor), em seguida transforma-se o escravo num exemplo pedagógico e normalizador (estrategicamente negativo, mas eficaz produtor de mais-valia) e finalmente atribui-se-lhe um valor indefinido mas simbólica e profundamente intrusivo (escravo por hereditariedade e confirmado por adereços de cor).

 

Se assim o fizerem os Teóricos da Escravatura mesmo que constituídos arguidos serão sempre protegidos e como consequência eternamente ilibados (as regras das suas nomeações a isso obrigam, como simples aplicadores e verificadores da lei), podendo desde o seu pedestal (de inimputabilidade) indicar sequências e escolher os culpados. Que até poderão ser o Escravo e a própria Empresa que (seguindo a Lei) o contrata.

 

O Racista não é aquele cidadão (individual ou coletivo) que nos trata como um simples preto, mas a empresa (real ou imaginária) que dirigida por outro cidadão (sendo preto ou sendo branco), não soube interiorizar a Ideia do Racista passando logo (e ingenuamente) à ação.

 

Pelos vistos a ideia a transmitir é que o Mal nunca estará do lado de quem introduz a cor PRETA, mas do lado de quem a define como mera ausência de cor (o PRETO não existe). Pelo menos eu ainda não defino e diferencio as espécies terrestres utilizando exclusivamente um dos órgãos dos sentidos. E logo o da Visão onde os Olhos são tantos!

 

A PLAYMOBIL agradece!

 

(texto em itálico/imagens: expresso.sapo.pt/complex.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:12

19
Abr 11

Caso “Tintin no Congo” conhece hoje datas para julgamento em Bruxelas

 

Teor da obra considerado racista

 

O livro da polémica

 

Este livro foi publicado por Hergé em 1931.

Ou seja há oitenta anos!

E como “mais nada de grave se passou desde então no mundo, no que diz respeito ao problema do racismo”, alguém declarando-se de mãos limpas, lá encontrou um boneco compensatório para os seus remorsos conformistas, tornando-se ilusionista.

 

Tintin no Congo

 

Cesse-se a publicação ou afastem-na das criancinhas!

 

Não custa nada ter memória e muito menos ter cultura. O problema é o daqueles que não tendo nenhuma das características anteriores, por opção fundamental de vida e necessidade de sobrevivência no mercado onde desejaram inserir-se – como é “bom” seguir-se um determinado percurso obrigatório e situacionista (de poucos anos) e em troca, obter-se uma boa segurança económica (de muitos anos), comprovada por um certificado de aptidão passado pelo poderoso estado – decidem por todos nós, o que é bom e o que é mau, confundindo-nos com datas e factos diferentes, misturando casos e exemplos sem qualquer espécie de ligação e resolvendo sem qualquer tipo de hesitação, atacar pessoas do século XX (os seus mestres) por não cumprirem as novas directivas – que eles próprios não cumprem – impostas em nome do bem do novo século XXI.

 

O Bobo

 

No mundo anterior, a força exercia-se e sentia-se, através do uso das armas: aí a posse de uma arma ou do detentor da mesma, representava o poder – daí a proliferação de postos hierárquicos e do poder de intervenção dos exércitos: era bom ser General! No mundo posterior e face à violência que a utilização indiscriminada de armas projectava sobre a sociedade – e o mau aspecto que dava – o poder resolveu substituir a força das armas pela força de um canudo: a força bruta era então substituída pela brutalidade de um saber seguro e controlado, de ingestão forçada, mas deveras compensatória: era bom ser Doutor! A violência não acabava, só que agora seria sempre certificada, antes de ser utilizada, até para controlar melhor os outros grupos rivais.

Antes de Bolonha só conhecia o esparguete, mas um barrete, enfia-se por qualquer razão. O meu grande erro foi não ter pegado em qualquer um!

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:20

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