Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

30
Out 18

Com o Exércitos Solar a recuar (para a sua necessária manutenção) desde as fronteiras do Sistema (Solar) deixando territórios seus desprotegidos (mesmo nas proximidades do seu Quartel-General), outros exércitos se aproveitam – como o Exércitos Cósmico – para se introduzirem no Sistema intrometendo-se no Esquema (do nosso Sistema Planetário com um calhau tendo Vida): e oriundos do exterior (como tal desconhecidos) podendo ser perigosos.

 

Cosmic rays crashing into our planet's atmosphere produce a spray of secondary particles and photons.

 

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Radiação Estratosférica

(Céus da Califórnia/EUA)

Constatando o crescimento dos Raios Cósmicos

Desde o ano de 2015 até ao presente

 

Agora que o SOL atravessa um período de baixa atividade provavelmente por se encontrar a caminho de um dos seus mínimos – com o 24º Ciclo Solar (com os ciclos do Sol a terem uma duração média de 11 anos) iniciado em Dezembro de 2018 (e com o seu período de máxima atividade a ser reportado a Abril de 2014) a aproximar-se do seu fim dando início ao 25º Ciclo (num registo e estudo dos Ciclos Solares iniciado em 1755) – a ação dos Raios Solares atingindo o nosso Planeta (a TERRA), Atmosfera e Superfície e inevitavelmente afetando todas as formas de Vida (como o HOMEM) – evoluindo neste seu Ecossistema (Terrestre) – têm vindo progressivamente a diminuir, como o demonstra a menor intensidade registada nas CME emitidas (ejetadas a partir da coroa solar e podendo ou não atingir o nosso planeta) e o nº crescente de dias sem Manchas Solares (visíveis). E com o 24º Ciclo Solar a caminho do seu 10º Aniversário (Dezembro de 2018) prevendo-se para 2019/20 (final/início) a mudança para o ciclo seguinte (o 25º): e eventualmente e como consequência com os RAIOS SOLARES a atingirem-nos mas com baixa intensidade. Deixando a porta aberta para os outros (em princípio mais perigosos): os RAIOS CÓSMICOS.

 

As 2018 comes to an end, Solar Minimum appears to be just getting started. Cosmic rays could continue to increase for years to come.

 

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O Sol

(a 25 de Outubro de 2018)

Sem manchas solares visíveis

Este ano com um máximo s/ manchas (o 3º desde 2006) de 173 dias

 

E a partir de um estudo publicado na spaceweather.com – utilizando balões circulando a alta-altitudepodendo-se constatar de imediato a ocorrência de tal fenómeno (decrescimento nos raios solares e crescimento nos raios cósmicos) no que diz respeito aos céus dos EUA, com a ação dos Raios Cósmicos a intensificarem-se de uma forma gradual assim como preocupante desde o ano de 2015. Numa monitorização da presença de RAIOS-X, de RAIOS GAMA e de NEUTRÕES na atmosfera (sobretudo sobre o estado da Califórnia/EUA) registando em certos pontos aumentos na ordem dos 20/30%! Sendo assim fácil de entender que enquanto atravessando um Mínimo (de atividade do Sol, sem manchas e sem CME relevantes) a ação dos RAIOS SOLARES decrescerá (visivelmente) sendo esse mesmo espaço (e tempo) substituídos pelos RAIOS CÓSMICOS: “Cosmic rays are the subatomic debris of exploding stars and other violent events. They come at us from all directions, 24/7. Normally, the sun's magnetic field and solar wind hold cosmic rays at bay--but during Solar Minimum these defenses weaken. Deep-space radiation surges into the solar system.” (spaceweather.com)

 

Cosmic radiation at aviation altitudes is typically 50 times that of natural sources at sea level. Pilots are classified as occupational radiation workers and, flight attendants face an elevated risk of cancer compared to members of the general population.

 

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24º Ciclo Solar

(e ponto do ciclo onde nos encontramos)

A caminho de um mínimo e de uma mudança de ciclo

Lá para o final de 2019/início de 2020 e aí iniciando-se o 25º ciclo

 

Face a esta exposição informativa (anterior) referindo-se aos Raios Solares e aos Raios Cósmicos à sua origem, penetração e influência na futura evolução do nosso Sistema Solar – e conhecendo-se antecipadamente a rota de colisão de galáxias em que se encontram a Via Láctea (a nossa) e Andrómeda (nossa vizinha) – sendo necessário diferenciar as consequências da ação de ambos: e (já agora e dado os efeitos no Ecossistema terrestre) nunca podendo haver comparação possível que se faça (solar/cósmico), dado um deles ser apenas LUZ (comum) – os Raios Solares – e o outro Pura Radiação, emitida por partículas fortemente energéticas (sobretudo protões, com produção de raios cósmicos secundários os muões) – os Raios Cósmicos. E sendo a LUZ (Raios Solares) uma radiação de natureza (e suas ondas) eletromagnética (originada no Sol) – com as outras radiações (Raios Cósmicos) apresentando-se (na sua forma) como partículas subatómicas (como eletrões e protões) extremamente energéticos e penetrantes (originadas em Supernovas e Buracos-Negro) e aparentemente muito mais perigosos para a Terra (e para a Vida) – sendo fácil de compreender a preocupação de todos nós ainda mais com a Terra de momento (mais) desprotegida: com o seu Campo Magnético (terrestre) enfraquecido (barreira de proteção) sendo muito mais vulnerável a tudo vindo do exterior (com a terra a enfraquecer as barreiras dada a baixa atividade Solar).

 

(dados e imagens: spaceweather.com)

 

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:03

10
Ago 18

Sábado pelas 08:30 de Portugal

Lançando-se a sonda PARKER em direção ao SOL

 

“The solar corona is one of the last places in the solar system where no spacecraft has visited before.

It gives me the sense of excitement of an explorer.”

(Adam Szabo/nasa.gov)

 

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A sonda solar Parker aproximando-se do Sol

(ilustração: nasa.gov)

 

Hoje dia 10 de Agosto de 2018 pelas 12:00 locais (de Albufeira), no preciso momento em que nos aproximamos rapidamente de um acontecimento histórico para todo o planeta (Terra) – ao nível da Conquista do Espaço pelo Homem (neste caso dos nossos domínios mais próximos, o Sistema Solar e o seu foco e gerador o Sol) – com o lançamento por volta das 08:30 de amanhã (sábado/hora de Portugal) da sonda solar PARKER, a primeira do seu género a “tocar” a superfície do Sol: a sua atmosfera/coroa solar. Na sua aproximação ao Sol (até entrar em órbita da nossa estrela) atingindo velocidades máximas na ordem dos 190Km/s (tornando-se logo ali na sonda mais rápida da história), para aí numa missão estimada para durar uns sete anos, completar 24 órbitas (em torno do protagonista) e atingir uma aproximação (mínima) de cerca de 6.000.000Km (1/25 da distância Terra/Sol), estudar a nossa estrela como nunca antes tenha sido feito. Aí suportando temperaturas de cerca de 1400⁰C (protegida e “climatizada” tendo que suportar apenas uns 30⁰C), para além do bombardeamento constante de diversos tipos de raios (e de radiações), penetrando a sonda espacial solar Parker como se a mesma estivesse (apenas para termos uma ideia mesmo que não completamente correta) no interior de um micro-ondas.

 

 

Com o Sol a dormir

Uma subida de 18% só nos últimos quatro anos

(da radiação oriunda do Cosmos)

 

A partir de mais um estudo (da responsabilidade da spaceweather.com) levado a cabo não só na Estratosfera (12 a 50Km) como até em altitudes (mais baixas) onde circulam muitos dos aviões comerciais e de passageiros – a Troposfera (0 a 12Km) – vem-se mais uma vez confirmar que a radiação cósmica medida na estratosfera nestes últimos quatro anos (fins de 2014 a fins de 2018) tem vindo sistematicamente a aumentar: de menos de 4.1 a mais de 4,5 uGy/hr ou seja cerca de 18%.

 

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Variação da radiação cósmica ao longo do tempo

(de 2014/2018)

 

Podendo-se dessa forma não só estudar a variação da radiação cósmica em toda a camada Atmosférica envolvendo a Terra – Troposfera (0/12Km), Estratosfera (12/62Km), Mesosfera (62/80Km), Termosfera (80/500Km) e Exosfera (500/800Km) – particularmente naquela onde vivemos e circulamos – Troposfera em que vivemos/respiramos e Estratosfera onde circulamos de avião a jato (tudo numa estreita faixa de uns 60Km) – como até e por associação deduzir-se quais os seus efeitos sobre a saúde dos seres vivos (aí se movimentando e vivendo).

 

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O Sol sem manchas visíveis

(9 Agosto 2018)

 

Viajando num avião a menos de 12.000 metros de altitude (por exemplo 25.000 pés) com a radiação aí registada a expor os passageiros a valores cerca de 10X aos normalmente assinalados a nível da água do mar e já no caso de o fazermos num outro avião por exemplo supersónico e circulando a mais de 12.000 metros de altitude (por exemplo 40.000 pés) à mesma radiação registar valores agora 50X superiores!

 

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Variação da radiação cósmica com a altitude

(de 2014/2018)

 

Uma variação das radiações cósmicas agora atingindo o nosso planeta com maior intensidade (com os sensores instalados e utilizados neste estudo a detetarem Raios-X e Raios Gama numa determinada gama energética) segundo os cientistas podendo ser explicada de duas maneiras (no fundo com dois processos ocorrendo simultaneamente) complementares:

 

Dado o Sol estar a atravessar um período de fraca atividade (não se observando grande número de manchas solares) provocado pelo mesmo (Sol) se estar a aproximar de um seu Mínimo, como consequência diminuindo a Radiação Solar (atingindo a Terra) e assim abrindo-se a porta (por ocupação de Espaço disponível) agora à Radiação Cósmica (mais perigosa); por outro lado o enfraquecimento (em princípio momentâneo e à procura da manutenção do seu equilíbrio) do campo magnético terrestre, tendo como uma das suas principais funções proteger-nos igualmente (defendendo-nos como se fosse um escudo) dos Agentes Provocadores Exteriores como o são os Raios Cósmicos.

 

(imagens: nasa.gov e spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:26

29
Dez 17

Apanha um voo intercontinental de preferência que passe pelos polos

(ou então noutro buraco da camada de ozono)

 

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Voando a grande altitude sobre uma camada de nuvens

(a mais de 40 000 pés)

 

Para todas aquelas pessoas que passam a vida a andar de avião passando horas seguidas em voos de longa duração sobrevoando a Terra a grande altitude (por exemplo a mais de 40 000 pés/12 000metros), uma das preocupações que as mesmas devem sempre tomar (para além da escolha da companhia aérea dando mais garantias de conforto e de segurança) e que a esmagadora maioria das vezes passa em claro (salvo uma ou outra rara exceção ninguém lhe ligando), será o de saber antecipadamente o que se passa lá fora (no exterior da aeronave) que possa afetar de algum modo (como por exemplo no que diz respeito à saúde) os passageiros que transporta.

 

E se insistires no tratamento além de radioativo talvez fiques um pouco mais luminoso

(talvez para melhor te verem e comerem de noite)

 

Nesse sentido e sabendo-se a altitude que estes aviões (comerciais de passageiros) atingemsobrevoando frequentemente a Terra por cima de um manto de nuvens mais ou menos espesso (ou seja ficando-se muito mais expostos a tudo o que possa vir do exterior do nosso Ecossistema) ‒ sendo clara a menor proteção proporcionada pela atmosfera terrestre se comparada com a normalmente registada ao nível do solo (onde nos movimentamos diariamente): com uma camada de proteção inferior no mínimo em 40 000 pés (mais de 12Km) ficando-se desde logo muito mais exposto à ação dos Raios Solares e dado o momento do atual Ciclo do Sol (a caminho de um Mínimo de atividade) ‒ por um lado sujeitando-nos a radiações solares de menor intensidade ‒ escancarando as portas aos Raios Cósmicos (como se a influência/interna do Sol diminuísse deixando entrar em força a influência/externa do Cosmos).

 

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Relação Ciclo Solar/nº Manchas Solares e Raios Cósmicos/intensidade

(a partir de 1950 e chegados a 2017)

 

Podendo-nos sujeitar assim a um nível de radiações elevadas (ou mesmo excessivas) com consequências inevitáveis para a saúde de todos os passageiros (hospedeiras e tripulantes) voando a grande altitude e muito frequentemente. Algo por diversas vezes (ainda no início de 2017) divulgado pela NASA (Agência Espacial Norte-americana) e pelo CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) ‒ e justificada pela chegada próxima de um Mínimo Solar, aumentando a intensidade sentida na Terra pela passagem dos perigosos e ainda mais intrusivos Raios Cósmicos ‒ mas com impacto praticamente nulo tanto nas Companhias Aéreas como (pelos vistos e estranhamente) nos seus Clientes: com os Raios Solares nestes tempos de aproximação de mais um mínimo no ciclo do Sol (ciclo esse durando cerca de 11 anos) a perderem intensidade, provocando flutuações no campo magnético terrestre (enfraquecendo-o) e permitindo a entrada de mais Raios Cósmicos. Naturalmente com a camada atmosférica envolvendo a Terra (e cumprindo tal como o campo magnético uma das suas missões essenciais pelo menos para a Vida) continuando a proteger-nos no solo, mas não o fazendo da mesma forma (eficiente) a altitudes bem mais elevadas.

 

Nunca esquecendo que viajar numa lata voadora (sendo bombardeada por raios cósmicos), poderá ser uma experiência semelhante a estarmos dentro de um micro-ondas (em funcionamento)

 

E num primeiro rescaldo feito ao ano de 2017 associando a atividade solar/cósmica (raios solares/raios cósmicos) e a evolução provocada pelas diferentes radiações atmosféricas (registadas este ano), sendo evidente a subida dos níveis de radiação cósmica (a grandes altitudes na atmosfera) incluindo nos corredores aéreos circulando os voos comerciais e de passageiros: mas sendo difícil de sinalizar possíveis efeitos na saúde de todos os passageiros (indo e vindo sem parar) já o sendo possível de detetar e estudar entre membros da tripulação. Recentemente com os primeiros casos (envolvendo a tripulação) a começarem a vir a público: inesperadamente com várias tripulações a sentirem-se indispostas durante o voo (náuseas, tonturas) num ou noutro caso solicitando mesmo uma aterragem de emergência ‒ mas para já apenas se murmurando (podendo ser sintomas de ionização ou talvez não, sendo da pressurização) entre uns e os outros (empregados e donos).

 

(imagens: goodfom.com e wattsupwiththat.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:00

11
Set 17

Não se esqueça que hoje (segunda-feira) e devido à chama solar produzida na região ativa 2673 no dia de ontem (domingo) ‒ produzindo um fluxo elevadíssimo de protões na atmosfera e provocando uma tempestade (radioativa) de nível elevado e da classe S3 (numa escala de 1/5) ‒ os riscos biológicos para os seres Humanos aumentam (e para a restante fauna e flora) especialmente a altitudes elevadas (a atmosfera e o campo magnético terrestre não nos conseguem proteger de tudo):

 

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Razão pela qual astronautas e tripulantes/passageiros de aviões estão mais expostos a situações como esta (intensas chamas solares, muitas vezes acompanhadas por fortes CME), podendo colocar em risco a sua saúde devido às intensas radiações (solares) ‒ como será o caso dos astronautas a bordo da ISS (Estação Espacial Internacional) e das grávidas especialmente em voos de longa duração.

 

“Due to the ongoing S3-level #radiation storm, NASA model has active alert for aircrew & prenatal passengers on transcontinental flights now.”

(Dr. Tamitha Skov @TamithaSkov/6:38 AM - Sep 11, 2017)

 

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Para já não falar (ainda) dos efeitos das partículas solares no funcionamento dos diversos satélites quando expostos a chamas solares intensas (e transportadas pelo vento solar) e claro está das interrupções ou colapsos nas transmissões (na propagação das ondas na atmosfera) em certas frequências de radio (altas frequências).

 

Nunca se esquecendo também e a nível da superfície terrestre (já que o Verão ainda não acabou), o perigo do Sol (para quem não se previne) e dos seus raios ultravioleta: já conferiu o índice de hoje (especialmente se for para a praia)?

 

Hoje no Algarve indicando nível UV7 (nível elevado numa escala de 1/11).

 

(imagens: NOAA/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:46

06
Fev 17

Que nos queimam o corpo e o cérebro, acabando por nos fundir a cabeça.

 

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Relação radiação/altitude

(Dez2014/Ago2016)

 

“Segundo o Site spaceweather.com (ao analisar os dados recolhidos sobre a presença de raios cósmicos na estratosfera, mas também por altitudes frequentadas por aviões), com os gráficos relacionando as radiações com a altitude (ao longo de vários meses) a apresentarem taxas com valores a variarem entre 10X e 50X às registadas ao nível do mar (respetivamente a 7,5Km e a 12Km de altitude), observando-se um aumento na radiação estratosférica de cerca de 12,4% (nesse mesmo período).”

 

Numa experiência interessante levada a cabo pela NASA sobre as radiações que atingem a atmosfera terrestre oriundas do Espaço exterior (radiações solares e cósmicas), a equipa liderada pelo investigador Dr. Chris Mertens do Centro de Pesquisas de Langley (Hampton/Virgínia), tomou a iniciativa de a partir do lançamento de um balão (cheio de hélio) na atmosfera terrestre (no cumprimento da missão RaD-X), estudar os efeitos dessa mesma radiação ao ser aplicada sobre os seres humanos – e da sua evolução em altitude.

 

“They found a steady increase in the rate of radiation higher in the atmosphere.”

 

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Aumento dos valores de radiação para altitudes mais elevadas

(assim como por diminuição da proteção do campo magnético nos polos)

 

Um estudo não só interessante como também extremamente importante, visto como uma grande contribuição para a investigação desses parâmetros (radioativos), influência dos mesmos no nosso comportamento/saúde e forma de nos protegermos eficazmente deles (em casos necessários ou extremos) – e dos seus efeitos nocivos (senão mesmo por tóxicos e mortais). E podendo ser utilizado em terra (já usamos óculos-de-sol e creme protetor-solar), no ar (em aviões), em órbita (na Estação Espacial) ou mesmo no Espaço (nas viagens espaciais).

 

“Earth's magnetopshere acts as a magnetic shield and blocks most of the radiation from reaching the planet.”

 

Chegando-se à conclusão de se estar a verificar um aumento continuado da radiação atmosférica a maiores altitudes, podendo mesmo esta chegar a valores na proporção do dobro das registadas sobre o solo. E se pensarmos no caso dos astronautas viajando pelo exterior e podendo passar longos períodos de tempo no Espaço (completamente desprotegidos por não usufruírem do manto protetor da nossa atmosfera), então se perceberá o perigo que essas partículas (em decadência e extremamente radioativas) poderão representar para a saúde.

 

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Evolução da radiação estratosférica

(Fev2015/Out2016)

 

“But particles with enough energy can penetrate the magnetosphere and the atmosphere.”

 

Com este estudo a abranger altitudes entre os 8Km e os 37Km (valores aproximados). E com a Organização Mundial de Saúde a informar do perigo dessa radiação ionizante ao atingir o ser humano (aumentando esse perigo com a intensidade e com o período de exposição), podendo provocar cancro (de diversos tipos) e problemas reprodutivos (como abortos espontâneos e malformações congénitas). Deixando-nos desde logo agradecidos ao Campo Magnético Terrestre – o nosso Escudo Protetor: e que ao contrário de Marte mantem a Terra ainda Viva.

 

They collide with molecules of nitrogen and oxygen, which cause the radiation particles to into different particles through processes called nucleonic and electromagnetic cascades.”

 

No Futuro da História da Terra (e da Humanidade) e caso se concretizem as já há tanto tempo imaginadas viagens espaciais (a única eventualmente a ser real foi à Lua) – como o será a já pré-programada missão liderada por Elen Musk, tendo como destino Marte e como objetivo a sua colonização – desde logo uma grande preocupação para todos (já que os raios cósmicos estão em todo o lado), que certamente acompanhará constantemente os seus tripulantes e passageiros nas suas viagens pelo Cosmos (à aventura e à descoberta).

 

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Comparando valores de radiações entre dois voos

(um América/China outro América/Europa)

 

“Cosmic rays are also a concern for crew aboard the International Space Station and future astronauts journeying to Mars, which has a radiation environment similar to Earth’s upper atmosphere. Learning how to protect humans from radiation exposure is a key step in future space exploration.

 

Podendo-se já afirmar com grande percentagem de certeza (para mim 99.9%) que a permanência prolongada no Espaço na concretização das suas missões poderá provocar demência e perda de memória permanente. Com os sintomas (ou as manifestações mais evidentes) a serem ansiedade, depressão, paranoia e no final descontrolo total: tudo provocado pelo bombardeamento intenso e ininterrupto do nosso cérebro ao ser atravessado pelos raios cósmicos – danificando-o e queimando-o irreversivelmente.

 

(texto/itálico: Cecile Borkhataria/dailymail.com/28.01.2017 – imagens: spaceweather.com e dailymail.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:59

11
Jan 17

O Cinturão de Van Allen!

 

our-changing-world-and-the-mounting-risk-of-a-cala

The magnetic field and electric currents near Earth generate complex forces that have immeasurable impact on our everyday lives

 

No sentido de nos relembrarmos de que a Terra poderá ser mesmo um dos poucos pontos deste Universo onde existe Vida (orgânica e por réplica, em tudo idêntica à nossa), convém recordar que das várias ameaças que pendem diariamente sobre o nosso planeta (e sobre a nossa sobrevivência como espécie), quatro das causas mais previsíveis e capazes de provocarem consequências extremas e ate mesmo catastróficas para todo este ecossistema potencialmente único (pelo menos neste Universo integrado no meio de outros idênticos), poderiam muito bem ser (e escolhidas em poucos segundos) os cometas e os asteroides pelos efeitos provocados por possíveis e devastadores impactos com a Terra (sismos, erupções, tsunamis, efeito de estufa) e as tempestades solares e cósmicas atravessando todo o Espaço a grande velocidade e podendo atingir diretamente o nosso planeta, não só pela enorme energia transportada mas pela sua elevada radioatividade.

 

Que como todos nós sabemos tem (ao longo destes últimos biliões de anos) moldado corpos celestes como o nosso vizinho planeta Marte – coberto de crateras de impacto e sobrecarregado de raios mortais – um corpo aparentemente morto, seco e desértico e sem vestígios de atmosfera (pelos vistos podendo ter uma função protetora).

 

Esquecendo-nos no entanto de um pormenor extremamente importante senão mesmo fulcral para a sobrevivência do Homem e da sua Civilização (como o afirma Joseph Pelton), o Cinturão de Van Allen.

 

Our changing world and the mounting risk of a calamitous solar storm

As Earth’s magnetic poles continue to shift our likely nemesis is a massive solar storm

(Joseph N. Pelton/IAASS)

 

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Magnetic mapping of Earth by the ESA Swarm Satellite

(red shows where the magnetic field is strengthening and blue shows where it is weakening)

 

The natural protective shield created by the Van Allen belts, that are held in place by Earth’s magnetic poles, are increasingly at risk of being greatly diminished. ESA’s Swarm mission satellites are designed to measure Earth’s magnetosphere. These satellites confirm what we had begun to suspect - that Earth’s magnetic poles are apparently in a process of shifting from North to South and South to North. Swarm measurements confirm that Earth’s Magnetic North has now shifted down to Siberia and continues to head South.

 

Modelling carried out by the Max Planck Institute in Germany in 2015 suggests that during this shift the shielding provided by the Van Allen belts will essentially go haywire and be reduced to perhaps 15 per cent of its former protective capacity.

 

This means the potential of enormous risk to electric power grids with maybe thousands of electrical transformers burned to a crisp. It also means vital satellites for communications, broadcasting, global navigation and timing, weather forecasting, synchronising the Internet and assisting with aircraft take-off and landing could be suddenly rendered inoperable or severely degraded. As we add more people, more vital infrastructure and move to a highly urban environment with perhaps 70 per cent of all people living in urban centres, the vulnerability of humans all over the globe is growing.

 

A loss of vital infrastructure around the world could mean the failure of transportation, communications and power systems that could put millions of people at risk due to disease, starvation, water shortages or other dangers.

 

issue8-Chart-showing-the-Magnetic-field-level-repr

Chart showing the Magnetic field level represented by a gauss or a tesla

(i.e. 10,000 gauss)

 

Um planeta de um Sistema centrado numa pequena estrela de classe espectral G2V (de cor branca e com a sua fotosfera composta esmagadoramente por hidrogénio e hélio), localizado a cerca de 150 milhões de Km (1 UA) da mesma e com os raios deste corpo celeste extremamente quente (t = 5500⁰C à superfície) e luminoso, a concretizaram a visão fantástica de um mundo extraordinário por si originado (o Sol) e contendo Vida (organizada e inteligente como o Homem).

 

Movimentando-se pelo Espaço já há alguns biliões de anos e hoje já contendo milhares e milhares de espécies uma delas sendo o Homem – ultrapassando os 7 biliões.

 

Segundo muitos dos cientistas e apesar da nossa estrela (o Sol) se encontrar num período de baixa atividade (com o aparecimento de poucas manchas solares e de emissões de CME), com o nosso planeta (a Terra) a poder estar simultaneamente a atravessar um período de tempo de uma certa incerteza (no que à sua proteção e segurança diz respeito), dado o notório enfraquecimento do seu precioso e vital cinto de proteção (Cinturão de Van Allen) numa consequência provocada pela atual e progressiva deslocação do campo magnético terrestre (com o Pólo Norte já hoje já instalado algures na Sibéria).

 

Deixando-nos num impasse de previsão face a uma possível mudança dos polos magnéticos terrestres.

 

(imagens, legendas e texto/itálico: room.eu.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:32

24
Jan 12

      

CME dirigida à Terra

 

O Sol acaba de lançar outra CME em direcção à Terra.

Verificando-se neste momento o aproximar do pico da actividade solar – neste caso com a evolução registada na mancha 1402 – é natural o aparecimento de fortes tempestades geomagnéticas e o visionamento de magníficas auroras boreais.

Espera-se o impacto da CME neste dia 24.

Isto apesar de o Sol já ter emitido uma CME posterior.

A SWPC prevê uma tempestade geomagnética de nível G2, podendo evoluir para G3.

Estas radiações solares podem ser perigosas para astronautas desprotegidos orbitando à volta da Terra, tendo provocado este fim-de-semana o aparecimento de fortes correntes na atmosfera – podendo em certos casos provocar a queda da rede eléctrica situada à superfície.

Esta CME também se dirige a Marte.

 

CME – Coronal Mass Ejection

SWPC – Space Weather Prediction Center

 

(a partir de Discovery)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:15

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