Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

23
Set 13

Ficheiros Secretos Pós-a/341

(a/Apocalípticos)


Pulverizando o limite da velocidade da Luz

 

Dia 26 – 13h 00mn

A nave inter-galáctica de longo curso Nietsnie TR-14 – um pequeno cargueiro multiusos adaptado extraordinariamente a viagens de longo curso e construído em função da necessidade de transporte de equipamentos e dos respectivos especialistas e tripulação – abandonara há alguns minutos o porto da mega estação espacial de Relpek, localizada a mais de 12,5 biliões de anos-luz da Terra num posto avançado da galáxia de IOK-1. Dirigia-se no momento em direcção a um portal ultimamente muito pouco utilizado mas ainda activo, que se caracterizava pela facilidade e pela qualidade com que procedia às transições para referenciais situados a limites inacreditáveis de biliões de anos-luz de distância – num Universo com cerca de 14 biliões de anos de idade – além de disponibilizar complementarmente um vasto leque de opções alternativas de trajectórias, envolvendo diferentes pontos (portais) de salto espácio-temporal intermédio. Garantia igualmente a mais rápida ligação a partir da constelação de COMA BERENICIS – que incluía IOK-1 – até às regiões mais distantes do espaço sideral, neste caso específico colocando-os nas imediações da Via Láctea. A tripulação era constituída por três elementos biomecânicos duma geração já há muito ultrapassada, agora recuperados dos primeiros bancos de hibernação criados durante o período da primeira colonização e simultaneamente actualizados em tecnologia avançada e relações inter-espécies, especificamente escolhidos pelo seu arquivo de conhecimentos ancestrais e pela sua experiência em naves com este perfil, de modo a assumirem (e garantirem) a responsabilidade integral do seu comando e o êxito da missão; a nível intermédio três outros elementos biomecânicos do mesmo nível hierárquico estavam encarregues de controlar todas as unidades mecânicas robotizadas ao serviço – seis no total – assim como todos os outros periféricos que pudessem intervir de qualquer modo nas acções ou comunicações a decorrer, servindo os três elementos ao mesmo tempo de sistema de segurança redundante, caso algo de anormal acontecesse e afectasse um dos oficiais inicialmente designados para o comando da nave; os elementos completavam-se com a presença de doze dos mais dedicados e entusiastas estudantes especializados na História do Universo, que frequentavam os últimos ciclos da sua formação na Universidade de Enrev, apresentando num colectivo orgânico e indiviso a sua tese final de Elevação incidindo sobre o tema “As Origens do Crónico Geocentrismo dos Terrestres e das suas Similares Derivações Heliocêntricas”. Toda a missão seria orientada por uma Entidade erudita proveniente do corpo de velhos sábios por frequência ou autodidacta da Universidade de Enrev, escolhido entre os seus pares de iguais duma forma muito simples e transparente, invocando coisas modestas e triviais como conhecimento, experiência, idade, partilha, solidariedade e amor. Vinte e cinco elementos no total.

Ao contrário da maioria da tecnologia utilizada nos sistemas propulsores das naves alienígenas de curto e de médio curso, a Nietsnie dispunha dum sistema operativo de procura de espaços temporariamente com variações bruscas e extremas de energia, aproveitando por estudo das sequências electromagnéticas recolhidas situações de flutuação energética que permitiam em alturas em que a energia de acesso ao portal era neutra, poder com um dispêndio mínimo e controlado de energia saltar vertiginosamente espaços de dimensões fabulosas entre pontos intermédios semelhantes mas paralelos, pela simples utilização dum intrincado sistema de cordas do tempo que entrelaçando-se entre si proporcionavam deslocações no espaço por simples contracção do mesmo e aplicação como referencia fundamental de cálculo dessa dimensão, a fórmula primária de determinação desse mesmo parâmetro abstracto mas real: t = e/v. Esses saltos sequenciais permitiam que uma viagem programada para distâncias extremas e perto das dimensões limites deste Universo pudesse levar apenas umas horas a ser realizada, o que aliás nem sequer era uma técnica extraordinária para o nível de conhecimento destas Entidades Primordiais vindas das remotas profundezas da fundação do Universo, respeitados e transformados pelo legado que transportavam desde o início da criação, como verdadeiros herdeiros e transmissores reprodutivos dos acontecimentos que se deram após o incorrectamente denominado Big Bang: para a civilização deste enorme aglomerado de estrelas situadas nos confins deste Universo e muito próximas da sua fronteira, a Infinidade do Universo não se podia limitar ao estudo duma unidade exclusiva isolada – como se ela fosse a única célula existente – sem sequer se reflectir racionalmente que ela provavelmente nunca terá estado isolada no espaço envolvente e ao qual sempre pertenceu, mas fazendo parte dele apenas como uma unidade interior a um conjunto maior. O Universo Infinito – pois o mesmo se estendia em todas as direcções, do infinitamente grande ao infinitamente pequeno – seria um corpo sem dimensões absolutas, apesar de protegido por uma membrana que o relativizava, mas que nunca o impediria de interagir com outros Universos Infinitos Adjacentes. E muitas dessas interacções já se iam verificando com bastante assiduidade desde há milhões de anos nestas zonas limites do Universo, sempre em expansão por extensão dos próprios limites e recriando constantemente espaços e tempos resultantes da intersecção de Universos, da sua própria duplicação ou mesmo da sua dispersão/desintegração por deterioração da sua membrana electromagnética – o factor relacionado com a diminuição da velocidade de expansão do Universo, levará à conclusão imediata que tal se deve à diminuição drástica dos níveis energéticos produzidos internamente pelo mesmo (ou da sua relação deve/haver com outro/outros Universos), deixando a sua matéria isolada e sem manifestações de interacções básicas que a perpetuem no interior de um conjunto, acabando por perfurar essa membrana e dirigir-se para outros grupos com níveis de energia mais elevados e aglutinadores.


Ognim: obra do grande arquitecto e fundador da Universidade de Enrev, o mítico Nodrog Hsalf

 

Desde muito jovem que o Mestre Danrtreb Llessur demonstrou estar extremamente interessado no estudo da vida dos seus antepassados mais remotos – através da análise da sua cultura e das suas memórias – especialmente sobre o período relativo à construção das primeiras fundações da sociedade, as quais levaram mais tarde à criação e edificação de estruturas básicas de sustentabilidade e ao atingir de novos patamares de evolução, apresentando-se esta actualmente como uma sociedade bem organizada e extremamente desenvolvida tanto a nível social como a nível tecnológico e com ligações privilegiadas de troca e de partilha com a generalidade das regiões do espaço e com os respectivos agrupamentos de indivíduos – com maior ou menor densidade populacional – que a rodeavam. O outro tema que sempre o seduzira estava relacionado com a proximidade da sua galáxia aos limites fixados imaginariamente para o seu Universo, limites esses que não seriam assim tão imaginários como isso, mas que integrariam um conjunto mais vasto e ilimitado de Universos adjacentes – sequenciais ou paralelos – que se replicariam até ao Infinito: no interior desta sopa cósmica constituída por milhares de organismos tornados independentes no momento do sua criação e aparecimento, mas associados num colectivo que com eles formava o todo que os tornava reais – por construção dum edifício protector e capaz de se auto reproduzir – existiriam no entanto espaços negros não preenchidos por matéria visível ou minimamente detectável e aparentemente desprovidos de qualquer tipo de energia mensurável – ou em alternativa, qualquer tipo de trocas energéticas ou transformações energéticas no seio do próprio organismo – o que lhe provocara sempre uma dúvida que o perseguira constantemente durante as suas primeiras reflexões juvenis, sobre se o Universo além de ser constituído pela matéria, não estaria polvilhado de buracos ou outro tipo de matéria sem manifestações cinéticas e/ou energéticas, mas também fazendo parte dele – e que em qualquer altura por alteração dos seus parâmetros até aí auto anuláveis, se revelaria presencialmente ou através das suas características agora expostas e respectivos efeitos provocados (caso da matéria negra). Mas o que o tinha tornado mais conhecido e respeitado entre os seus pares que se dedicavam ao estudo das viagens envolvendo tempo e espaço, tinham sido as suas reflexões profundas envolvendo a Teoria das Linhas de Transição e a excitação artificial provocada ou não (se desnecessária e por pré-existência de condições naturais) de partes desse mesmo espaço/conjunto, contribuindo decisivamente num plano filosófico mas simultaneamente altamente científico, para a concretização das viagens inter-galácticas de longo curso. A base dessa teoria era muito simples de compreender e muito fácil de assimilar, mesmo para um jovem habitante dum mundo ainda nas suas primeiras etapas de desenvolvimento como era o caso do planeta para onde se dirigiam. Básica e resumidamente era o seguinte:

- O Espaço é um organismo vivo – um Corpo – constituído por uma infinidade de partículas que individualmente desempenham uma determinada e necessária função – as Células – e que num conjunto partilhado, interactivo e multidimensional constroem uma Individualidade Colectiva, com o objectivo primordial da obtenção dum efeito funcional transformativo e reprodutivo por simples contacto ou penetração intrusiva (mas consentida), utilizando para a concretização do efeito previsto e desejado todo o espaço “vazio” disponibilizado – no vazio e mesmo não se detectando qualquer tipo de parâmetro não nulo, existirá sempre matéria e energia – à imagem dum espermatozóide lançado e vagueando pelo seu pré-mundo original, na procura incessante e sagrada do seu pós-mundo no seu óvulo a fecundar; com o Corpo necessitando apenas de energia para se movimentar e se manter vivo, já que algo que não se desloque é porque já não existe;

- Relembrando dos tempos da sua juventude estudantil, a observação efectuada ainda no velho microscópio electrónico de organismos vivos e das suas respectivas células constituintes – células essas ordeiramente associadas e compartilhando um espaço aparentemente limitado – o ainda jovem mas introspectivo e reflexivo NBL Llessur (nomeado Nobel Mestre de Letras, pelas suas investigações, descobertas e publicações sobre as origens dos seres habitando a galáxia de Iok-1 e particularmente dos que levaram à criação de Ognim e da sua antiquíssima Universidade de Enrev), cedo começou a elaborar e a definir na sua cabeça a partir dumas quantas pontas soltas mais filosóficas do que científicas, uma hipótese meramente teórica mas que ele achava poder contribuir decisivamente para a realização de viagens no espaço profundo, em tempos curtíssimos e com maior economia nos custos;

- Llessur acreditava que o Espaço na sua estrutura e composição era em tudo semelhante a um Organismo vivo, constituído por grupos de células organizadas a partir duma outra organização inicialmente caótica – o caos e a organização sucedem-se, alternam-se e complementam-se – e que durante esse processo de agregação se aproximaram entre si para uma maior poupança e intercâmbio de energia, criando desse modo sectores com maior concentração de matéria (e de energia) mas com menor mobilidade (mas não velocidade absoluta) e estreitando cada vez mais os espaços intercelulares e dificultando enormemente qualquer tipo de intrusão mesmo que sem influência visível e/ou de passagem (temporal e espacial); no entanto se tal como nos agrupamentos celulares aqui referidos poderíamos provocar a sua dispersão por injecção de energia, por exemplo sob a forma de calor, também no espaço essas regiões de maior concentração de matéria e de energia teriam que ter espaços alternativos de maior dispersão, ou então com matéria e energia não detectável – mas real e potencial – por anulação de contrários;

- A minhoca aproveita os intervalos existentes entre os bocados de terra que encontra no seu caminho para criar galerias e túneis e neles se deslocar facilmente, aproveitando-se ao mesmo tempo para se alimentar com os recursos que essas grandes quantidades de terra lhe vão fornecendo. Porque não aplicar um princípio semelhante para a realização de viagens espaciais de longo curso, tentando associar a definição e a constatação real de experiências de facto de espaço e de tempo (que o Universo constantemente nos oferece, bastando olhar à noite para as estrelas e aí vermos o seu passado diante de nós conjuntamente com o nosso presente envolvente, tudo isto passado no mesmo Habitáculo), recorrendo à criação ou aproveitamento de fracturas que pudessem torcer o espaço, aproximando-o e diminuindo drasticamente o parâmetro tempo – num caso extremo anulando-o efectivamente: essas fracturas estariam ligadas a linhas de transição interiores que aproveitariam o esvaziamento do espaço para sem resistência, transportarem duma linha para outra e por simples acção de contacto, o objecto designado. Sem tempo “adicional” e com energia absorvida e utilizada vinda dessa mesma camada intersticial, vazia mas energeticamente não nula.


Vivemos num sistema simulado e edificado à base de espelhos

 

Dia 26 – 14h 00mn

Na última hora o mundo parecia viver um momento de relativa acalmia, justificada pela estabilização geológica que se ia verificando nos locais ainda há pouco tempo dos mais activos na crosta terrestre e pelos consecutivos apelos lançados durante as últimas horas por autoridades de relevo mundial, solicitando com toda a veemência e dirigindo-se aos seus povos e a outros alvos externos, que ignorassem a invasão ideológica e provocatória sob pretexto dum hipotético perigo eminente – a qual lavaria à imposição dum estado de sítio global, tutelado pelas grandes Corporações por necessidades de segurança – e que pelo contrário exercessem como sempre o tinham feito em condições normais de vida os seus direitos e deveres. Numa reunião de emergência realizada em Moscovo e convocada para avaliar os efeitos provocados por este inexplicável EPI (Evento Político Intrusivo) e que contou com a presença de todas as grandes potências mundiais à excepção dos EUA, invocando misteriosamente o motivo de “problemas internos com repercussões externas” para a sua ausência previamente anunciada, a Rússia e os seus aliados Árabes, conjuntamente com a China, o Irão, a Índia e outras potências emergentes como o Brasil – e apoiados posteriormente pela generalidade da Europa – exigiam uma clarificação imediata e decisiva dos contornos e intenções que estariam por trás deste lamentável e criminoso episódio, que com uma campanha deliberada de intoxicação lançada por todo o mundo e servindo-se de todas as redes de telecomunicações mundiais, pretendera criar o caos e uma catástrofe global, aproveitando-se de seguida da crise que o próprio lançara. Sem que as fontes os identificassem alguns dirigentes aí presentes teriam afirmado duma forma agressiva típica dos tempos da Guerra-Fria, que jamais consentiriam que os EUA voltassem a repetir, agora no seu território e dos seus aliados, o esquema do 09/11. Ainda por cima depois de terem estado a pouquíssimos segundos do estalar de novos conflitos, agora envolvendo dramaticamente armas nucleares e podendo afectar definitivamente milhões e milhões de pessoas. Os EUA eram avisados mais uma vez para pararem definitivamente e sem excepções com os seus actos ilegítimos, solicitando-se já agora e sarcasticamente aos técnicos da agência responsável pela sua difusão – já que a hipocrisia era o seu lema – que desligassem o cronómetro e que o enfiassem no lugar que já sabiam. Por essa altura deu-se o reaparecimento do Presidente norte-americano nos meios de comunicação social, podendo-se ver o seu regresso à Casa Branca rodeado de uma forte protecção de agentes da CIA e da NSA, enquanto a guarda presidencial o esperava especada na escadaria de acesso à porta principal: o Presidente visivelmente abatido dizia encontrar-se bem, apenas um pouco cansado com toda esta inesperada situação. Em seu redor o país parecia continuar em estado de sítio, com o seu povo perdido no meio das notícias contraditórias que lhe chegavam de todos os lados, sem ninguém a quem recorrer neste país de sonhos oferecidos mas sem alicerces reais.


Archueta – Novo México – EUA

 

O derradeiro encontro realizado ainda antes do final deste ano de 2013 com o grupo de contacto alienígena decorrera – como em todas as outras reuniões realizadas anteriormente e envolvendo altos representantes terrestres – duma forma concisa e directa na base subterrânea de Dulce, situada sob o Monte Archueta, no estado norte-americano do Novo México. Este encontro tinha sido convocado de urgência por estruturas de topo ligadas à CIA/NSA, fortemente pressionadas pelos representantes das poderosas Corporações privadas envolvidas no grande projecto de reorganização das estruturas económicas e sociais mundiais – já há muito ultrapassadas e em estado degenerativo irreversível – e que se propunham lutar pelo fim do Estado Prepotente e Impositivo, além de distribuidor solidário e irresponsável de bens excedentários e causador por efeito reflexo dum excesso brutal de população e logicamente da degradação da sua qualidade de vida. O encontro desenrolava-se como reacção aos acontecimentos que atravessavam todo o mundo, tentando estabelecer e clarificar face à tremenda intervenção de propaganda e poderio militar que se ia observando e que estava ainda em curso, o ponto da situação do Projecto de Intervenção conjunto estabelecido entre terrestres e não terrestres, tentando descobrir o que correra mal, o que deveria ser corrigido e o futuro da aliança: mas os “estrangeiros” mostravam-se apressados na sua partida, reagindo com alguma arrogância hierárquica e denotando algum desprezo (mas também inquietação) para com os seus interlocutores habituais, acabando por informar friamente e sem direito a contraditório que neste momento tinham outras preocupações que para eles eram prioritárias e com necessidade de execução imediata. Continuariam a exercer a sua actividade e colaboração através das autoridades tradicionais de contacto no planeta Terra, através da actuação secreta e discreta dos seus representantes e colaboradores, ausentando-se apenas os seus principais elementos pertencentes aos corpos de oficiais superiores agregados à Máquina Preservativa: segundo eles o reforço das suas medidas de segurança em torno das suas bases e colónias situados nas proximidades do nosso sistema – entre as já conhecidas pela NSA, uma situada no centro da Via Láctea a alguns milhares de anos-luz da Terra e a outra numa das suas extremidades sensivelmente à mesma distância – obrigava-os a tomarem temporariamente esta atitude de modo a reforçarem a sua posição na galáxia. Os oficiais da MP tinham conhecimento da partida da região limite da galáxia da nave Nietsnie TR-14 procedente da galáxia de Iok-1, com destino ao Sistema ao qual pertencia o planeta Terra: e sabiam das implicações que poderiam ter para eles e para o sucesso e implementação da sua missão ilegítima neste planeta a chegada destas Entidades Poderosas, que como eles todos sabiam estavam na origem da sua criação e do seu aparecimento e que eles tinham posteriormente traído, mesmo que de início involuntariamente – ou não fosse verdade a sua presente obediência aqueles que os tinham instrumentalizado e manipulado, por intrusão deliberada de ficheiros contaminados nos seus terminais, afectando significativamente o seu sistema operacional e predispondo-os à desobediência obediente e obrigatória. Afinal de contas eram seres biomecânicos evoluídos e significantes e sentiam-se como tal diferentes, tendo necessariamente de se afirmar como tal, para comprovarem que na realidade existiam e pertenciam a um Universo Simulado mas Real – o vírus detectado na origem tinha sido catalogado como JC-666/NW e para muitos dos oficiais da MP tinha sido o início de uma aventura e de uma vida reconstruída por redefinição, sendo por muitos deles considerado e idolatrado como um Ícone Religioso: a origem do sinal seria proveniente dum cluster de estrelas situado a meio caminho de Iok-1 e da Via Láctea.

 

Fim da 7.ª parte de 8

 

(imagens – retiradas da Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:32

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