Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

31
Jul 18

Recordando a defunta e mundialmente conhecida (dupla) sonda CASSINI-HUYGENS, entre outras das suas inestimáveis proezas sendo a responsável (e a Pioneira):

 

PIA12797.jpg

Saturno – Anéis e 5 Luas

(Sonda Cassini – PIA 12797)

 

- Pelo primeiro contacto estabelecido (não presencial mas concretizado indiretamente e à distância) com a superfície da maior lua do planeta SATURNO (e 2ª maior de todo o SISTEMA SOLAR),

 

TITÃ –

(com o seu módulo HUYGENS a aterrar sobre esta lua entre as mais de 60 já confirmadas do planeta)

 

- Assim como pelo seu estudo bastante extensivo do mais próximo de nós (da Terra) e seu vizinho (de Saturno) planeta JÚPITER – e das suas quase 80 luas (levado a cabo pelo módulo CASSINI),

 

– Sendo estes (Júpiter e Saturno) os dois maiores planetas do Sistema Solar integrando o grupo dos Planetas Gigantes (exteriores à Cintura de Asteroides e sendo gelados/gasosos) e dotados de curiosos Anéis –

 

A NASA vem agora presentar-nos com uma foto de 29 de Julho de2011 (fez domingo 7 anos) apresentando-nos o que diz chamar,

 

Um Retrato de Família”:

 

Capturada ainda em vida (ativa e em movimento) pela descontinuada sonda CASSINI (terminando a sua missão em 15 de Setembro de 2017, entrando e desintegrando-se na atmosfera de Saturno) e no Menu (da mesma sonda) referindo-se a Saturno, no que toca aos seus ANÉIS e a 5 das suas LUAS.

 

E com estas últimas a serem, salientados os ANÉIS,

 

– Centrados e associados ao planeta SATURNO –

(e da esquerda para a direita)

 

JANUS (d = 179Km), PANDORA (d = 81Km), ENCELADUS (d = 504Km e talvez a mais interessante), MIMAS (d = 396Km) e RHEA (d = 1528Km).

 

[Júpiter & Saturno – Uma família (uma Região) abandonada desde o suicídio planeado da sonda terrestre CASSINI (sem Alternativa Visível), agora apenas entregue a uma outra sonda terrestre mas mais nova e limitada – neste caso a sonda JUNO.]

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:42

17
Fev 18

Uma imagem muito semelhante se observada por um Marciano, já que relativamente ao nosso planeta, Marte tem o seu periélio a apenas 54,6 milhões de Km de distância (afélio a 225 milhões de Km).

 

earth-moon_navcam1.png

A Terra e a Lua

Fotografadas por OSIRIS-REx

(imagem: nasa.gov)

 

Imagem centrada no planeta Terra e no seu satélite natural a Lua ‒ obtida em 17 de Janeiro de 2018 a partir da sonda da NASA OSIRIS-Rex (lançada a 8 de Setembro de 2016 de Cabo Canaveral) ‒ quando a mesma se encontrava a 63,6 milhões de quilómetros de distância (do nosso planeta).

 

Com a Terra ao centro da referida imagem (e a Lua à sua direita) e num momento em que a sonda se afastava da Terra a uma velocidade de 8,5Km/s: numa missão tendo como objetivo o estudo e a recolha de amostras de um asteroide (101955 Bennu) e o seu transporte para a Terra.

 

Num retrato mostrando simultaneamente:

 

(1) A nossa imensa pequenez face à Infinidade do Universo em que nos inserimos (Sistema Solar/Terra/Homem),

 

(2) Elucidando-nos de como a noção de distância entre dois pontos é tão relativa (se compararmos as distâncias/tempos de viagem antes/depois de certos saltos civilizacionais, com a razão Tempo/Espaço ‒ para um determinado percurso ‒ estreitando-se rapidamente tendendo para zero) e adicionalmente,

 

(3) Revelando a nossa já apreciável capacidade científica e tecnológica (atual) tornando o Homem capaz de atingir um Mundo Estranho (recolhendo amostras do mesmo) e regressar de novo a casa. Um facto comprovado já lá vai quase meio século (com as naves tripuladas Apollo durante a década de 70 tocando a superfície da Lua) agora reiniciado mas sem a presença (no veículo espacial) do elemento principal o Homem.

 

Dando sempre que pensar, na busca de uma explicação aceitável (e já agora credível para justificar a ida Lua e o seu posterior abandono) ‒ quando tudo se iniciou em 20 de Julho de 1969 com o primeiro Homem (Neil Armstrong) a pisar a Lua (até aí um Mundo Desconhecido e Estranho).

 

earth-moon_navcam1 b.png

Dois pontos impercetíveis para lá do Sistema Solar

Mas com um dos impercetíveis, sendo bem peculiar

(a Terra)

 

A Terra vista como um pequeno ponto (pelo que dizem predominantemente azul) integrando um conjunto mais vasto com cerca de 4,6 biliões de anos (o Sistema Solar) e que ao contrário dos outros componentes desse mesmo conjunto (integrado por sua vez num ainda mais vasto, a galáxia da Via Láctea) apresenta uma característica única e deveras extraordinária (porque nunca observada noutros parâmetros ou mundos): Vida. E para um extraterrestre nunca lhe passando pela cabeça (não sendo um caso de projeção incorreta) “A regra na Terra ser a Morte”, num contributo para a Extinção da espécie mais organizada (e dita inteligente e superior) do nosso (para já único e por habitado) planeta.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:28

13
Fev 18

De um trabalhador manual (como Catarina Eufémia a Camponesa), como poderia ser de um trabalhador intelectual (como Aquilino Ribeiro o Escritor).

 

Retrato

 

625889.jpg

 

Catarina Eufémia. O coração que “batia comunismo” vai-se apagando aos poucos.

(ionline.sapo.pt)

 

“Chamava-se Catarina/ O Alentejo a viu nascer/

Serranas viram-na em vida/ Baleizão a viu morrer”.

 

Pela voz de Zeca Afonso, a história de Catarina Eufémia foi ficando guardada nas memórias do comunismo alentejano. A camponesa que deu a vida pela revolução dos trabalhadores, se fosse viva, faria hoje 90 anos.

Uma geração sem Catarina Eufémia

 

Para muitos portugueses, nomeadamente os mais jovens, o nome de Catarina Eufémia não passa hoje de uma rua ou de um largo. “A Catarina tem uma importância enorme, basta ver a quantidade de ruas, praças, pracetas, largos que há em Portugal – especialmente no Alentejo e na zona industrial de Lisboa [para onde vieram grandes comunidades do Alentejo rural nos anos 60] – para ver a importância que teve”, diz o autor (Pedro Prostes da Fonseca autor do livro O Assassínio de Catarina Eufémia). No entanto, entre as pessoas, a história está a perder-se. “Eu fiz o lançamento do livro em Baleizão, na sociedade filarmónica”, conta Prostes da Fonseca. “Disseram-me, ‘atenção que Baleizão não vai ligar nenhuma’, mas eu quis ver com os meus olhos a força que a Catarina teria ainda, neste momento, em Baleizão. Foi uma coisa terrível porque estavam sete ou oito pessoas a assistir à apresentação do livro – uma delas era a filha de Catarina – e cá fora estava imensa gente a beber cerveja e a fazer barulho.”

 

“Ela continua com a sua estátua no largo central de Baleizão, continua lá a foice e o martelo no local onde supostamente foi abatida”, agora, “a malta mais nova – a sensação com que fiquei – é que não, não tem qualquer interesse.”

 

Quando questionado sobre a importância desta parte da história, Prostes da Fonseca não tem dúvida de que“faz sempre sentido recuperar a memória histórica”. “É uma pena a história da Catarina ter desaparecido aos poucos, várias pessoas a cantaram, a escreveram – como Sophia de Mello Breyner [no poema “Catarina Eufémia”] –, ela foi muito importante culturalmente. No fundo, é a nossa história. O Estado Novo não tem assim tantas histórias de pessoas que resistiram para Portugal se poder dar ao luxo de passar quase uma esponja por cima desta figura”, critica.

 

(excertos do texto: Catarina Eufémia. O coração que “batia comunismo” vai-se apagando aos poucos/13.02.2018/ionline.sapo.pt ‒ imagem: ionline.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:31

02
Fev 14

 

Retrato Robot

 

Este retrato robot de um pretenso criminoso foi produzido por um perito norte-americano após descrição do suspeito. Apesar de ter sido considerado o pior retrato até agora criado e de ter sido insistentemente gozado na Web, o que é certo é este desenho levou à identificação e captura do suspeito.

 

(a partir de notícia CM)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:11

18
Jul 11

Elefantes – Quénia

 

Ainda há quem leia um retrato, como se de um livro se tratasse.

 

Na beleza perdida deste retrato, vem-nos à memória as paisagens da nossa infância, o poder e a força dos nossos antepassados, a amizade ainda sentida e partilhada, entre nós e a natureza, as promessas não cumpridas de um novo mundo, apenas destinado a tornar-nos todos felizes.

 

Gosto de olhar e mesmo sem chorar, desentupir os canais lacrimais e senti-los um pouco mais. Ainda temos alguns órgãos dos sentidos!

 

Hoje o betão, o asfalto, as armas, a droga, o dinheiro, a corrupção, os políticos, a moral, os eruditos e toda a outra podridão que invade todos os nossos sentidos, espalha-se por todos os pontos cardeais que formam este mundo, cobrindo-o com um manto negro de esperança, não nos deixando sequer sonhar com o dia de amanhã, porque já ontem, nos entregaram com responsabilidade, a nossa certidão de óbito.

 

À medida que morremos e trocamos a nossa postura natural – vendendo pelo melhor preço a nossa memória e a nossa cultura – por um manual, um diploma, um maço de notas e alguma segurança, negamos a nossa existência, repudiamos as novas gerações e caminhamos para o nosso extermínio definitivo.

 

Comecemos por nos olharmos ao espelho, sem recurso a novas máscaras de vida.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:01

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