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Espaço ─ De Foguetão ou de Avião

Terça-feira, 13.07.21

[Para se manter o subsídio (entre eles o do Estado, abrindo outros caminhos), oferecendo-nos a versão mais simples de um foguetão (numa ideia só podendo ter vindo de um génio), um avião.]

Num mundo submerso pela imposição de infindáveis leis, regras e convenções, colocadas deliberadamente no nosso caminho (exceto no do topo da pirâmide social) de modo a tornarem-se obstáculos aparentemente inultrapassáveis ─ desse modo afastando definitivamente a concorrência (de algum tipo/forma de acesso, ao “vértice superior” da pirâmide)

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A tripulação da Virgin Galactic

incluindo Ricard Branson

(Unidade 22)

 

Surgindo desde logo no top de individualidades dominando o desenvolvimento tecnológico mundial (ou seja norte-americano), erguendo subtilmente a bandeira da Exploração Espacial (sendo o seu objetivo prioritário, como subsídio-dependentes do estado, o aspeto comercial), nomes de bilionários como Jeff Bezos (norte-americano, 1º Ranking Mundial, 177 biliões, Amazon), como Elon Musk (norte-americano, 2º Ranking Mundial, 151 biliões/Tesla) e até de outros mais pobrezinhos como Richard Branson (britânico, dentro do Top 500, uns míseros 6 biliões/Virgin): tendo em vista o objetivo final previamente definido (até para a obtenção de financiamentos públicos e privados) o da “Exploração Espacial”, dois deles apresentando um foguetão (um já estando em utilização ─ o da Space X ─ e o outro em vésperas de o fazer ─ o da Blue Origin) e o terceiro ─ “o espertalhão” ─ em sua substituição oferecendo-nos um avião (o da Virgin Galactic).

Depois de Elon Musk, mas antes de Jeff Bezos, com Richard Branson reafirmando a sua presença na Futura Corrida e Exploração Espacial, apesar de não poder afirmar ter verdadeiramente atingido o convencionado como “Espaço” (o seu início, face à Terra),

Screenshot 2021-07-12 at 17-55-35 Richard Branson

Lançamento da Virgin Galactic

com Richard Branson a bordo

(11 julho 2021)

 

No fundo não abandonando a camada atmosférica terrestre, apenas fazendo o seu voo a uma maior altitude (quase no limite superior, o inferior sendo o nível médio da água do mar), se comparado com o de uma avioneta ou de um jato comum (podendo até, no fundo e para alguns ser um UAP, versão Pentágono): com a Virgin Galactic de Richard Branson não tendo atingido sequer a “Linha de Kármán” o limite convencionado separando a atmosfera terrestre do espaço exterior (a “fronteira” entre nós e o resto), os 100Km. No passado dia 11 de julho com Branson (o “comandante”) a bordo da sua “nave espacial” Virgin Galactic ─ atingindo uma velocidade de cerca de 3.700Km/h (Mach 3) e uma altitude de 86Km ─ a ficar a apenas 14Km de distância de mergulhar no vazio do Espaço. Mas sendo notícia e para tal lá estando os Média Globais (norte-americanos para a nossa parte do Hemisfério Norte/o Ocidental, o Oriental sendo a outra metade e o Hemisfério Sul “não contando”) trabalhando para os mesmos objetivos, sendo remunerados de uma forma cruzada pelos mesmos investidores.

[Depois de Richard Branson e do seu avião-nave-espacial o “maior da atmosfera” (atingindo grande altitude), seguindo-se a 20 de julho Jeff Bezos e o seu foguetão Blue Origin (pretendendo esse sim, ultrapassar a “Linha de Kármán”) ─ com Elon Musk já o podendo ter feito antes e ainda-por-cima por várias vezes, mas em sua vez enviando um boneco, denominado Starman e em direção a Marte (mas sendo um batedor ─ publicitário, tipo “insuflável” ─ nunca alcançando o planeta).]

(imagens: universetoday.com/Virgin Galactic)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:19