Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

30
Ago 19

Fedor

O Primeiro Humanoide Terrestre

A Viajar no Espaço

(para mal de alguns − que não os robots-humanoides − sendo russo)

 

Apenas para confirmar o lançamento pela ROSCOSMOS (em 22.08.2019) − depois de um SER VIVO IRRACIONAL (uma cadela) e de um SER VIVO RACIONAL (um homem) − do primeiro HUMANOIDE para o ESPAÇO (um Robot), entrando pela 1ª vez em ÓRBITA da TERRA e tendo já atingido a ISS (em 26.08 à segunda tentativa):

 

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FEDOR

Ao comando da SOYUZ MS-14

(com a bandeira do seu país)

 

Lançado – do COSMÓDROMO de BAIKONUR no CAZAQUISTÃO por um foguetão SOYUZ 2.1a transportando a bordo a nave espacial SOYUZ MS-14 e acoplando pouco depois com a ISS (Estação Espacial Internacional). Já instalado na ISS e (certamente) dando início às suas funções.

 

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Aproximação

Da nave SOYUZ à ISS

(e acoplando à 2ª tentativa)

 

Como se vê tendo sempre como pioneiros (neste campo da Exploração Espacial) SOVIÉTICOS ou RUSSOS, se de início com seres vivos ditos irracionais como a cadela LAIKA (sem se saber se muito inteligentes ou não) ou racionais dotados de inteligência natural como GAGARINE como o HOMEM,

 

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Lançamento

Da SOYUZ do cosmódromo de BAIKONUR

(e preparando o novo foguetão p/ 2020)

 

Agora com seres HUMANOIDES ROBOTIZADOS e dotados de inteligência artificial como o SKYBOT F-850, mais conhecido entre “os colegas” como FEDOR: tal como com os seres vivos (irracionais/racionais) testando as suas capacidades (e funcionalidade) em microgravidade. Para no Futuro (esperando-se que a curto-prazo) individualidades como FEDOR colaborem, completando o “Círculo da Vida”.

 

(imagens: ROSCOSMOS e NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:02

31
Mar 19

“Num conjunto fechado onde qualquer ação se reflete,

em todos os pontos que fazem parte desse mesmo conjunto.”

 

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Síria e Carolina do Norte

Qual a ligação?

 

Enquanto as armas (objetos práticos) não têm de novo a palavra (direta e intrusiva) e aqueles que as mandam disparar (os intermediários ou políticos) se entretêm a dizer barbaridades (pedindo algo ou saindo asneira) – mandantes esses (julgando-se entidades superiores ao nível do sujeito) olhando por um lado o topo da pirâmide social, mas nunca concluindo ser-lhes inacessível e por outro lado, nem se dando ao trabalho de olhar (nem que fosse de relance) a base da mesma, sabendo ser preenchida por sujeitos descontinuados agora transformados em subobjectos (como tal inferiores aos próprios objetos) – invertida a hierarquia e sobrevalorizado o objeto/a COISA por produtor de mais-valia (sem queixas e/ou reclamações) e desvalorizando o sujeito/o HOMEM (necessário de condições e de desgaste rápido) interrompendo a sua adaptação e evolução, sendo certo senão mesmo óbvio que durante o interregno que todos os projetos e estruturas sofrem, o que eles dizem dê para rir (literalmente com eles a serem uma cruel anedota, mas destinando para todos nós um lugar no Cu do Mundo) como pensando melhor ainda dê mais para chorar (pois a consequência será a nossa Extinção, às mãos dos nossos descendentes, as máquinas e a Máquina Final os ROBOTS).

 

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Trump e a Venezuela

Companhia ou País?

 

Tal se passando por exemplo entre nós (na Terra) no presente sem grandes tempestades (um ou outro genocídio regional e limitado), mas com nuvens bem escuras, prevendo-se agravamento, talvez a curto ou médio-prazo (aceitando-se apostas, para já entre o Irão e a Venezuela): e interrompidas as manifestações de força, com os mesmos falando, saindo ar ou asneira e enquanto rimos emendando (tal como o fez Trump por engano chamando à Venezuela uma Companhia /Empresa e só posteriormente emendando e substituindo-a por país).  Senão vejamos a Venezuela, a Síria e já agora (qual será a ligação) os (não sendo heterossexuais ou homossexuais) DIGISSEXUAIS.

 

Levando então este trilho na direção deste Grupo e seu Anedotário Político (que tão bem os caracteriza mal eles abrem a boca e decidem falar, num deslize subliminar ou então por prepotência) não sendo difícil apanhá-los (com a boca na botija) num momento de mais à vontade (frente a câmaras, não frente ao Mundo) – falando-se (1) da Síria (e da opção de territórios entre os montes Golã e a Carolina do Sul) e ainda (2) da Venezuela (com Trump a confundir o país com a sua grande empresa petrolífera, agora asfixiada pelas sanções norte-americanas) e introduzindo (como potencial explicação) de seguida (3) o Digisexualismo (com os cientistas a afirmarem face à vida atual e aos desejos por cumprir, ser inevitável o crescimento da utilização dos Robots nas experiências sexuais).

 

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Digissexuais 1

Sexbots are Coming

 

(1) Com o embaixador da Síria na UN a propor uma alternativa à oferta recentemente feita pelo presidente dos EUA Donald Trump de oferecer os montes Golã (território sírio ocupado) a Israel (por acaso os ocupadores ilegais):

 

“You can give them North and South Carolina, for example, why not? South Carolina is a great piece of land... So, give Israel a couple of states if this administration really wants to have Israeli support.”

(Embaixador da Síria na UN)

(2) Na passada quarta-feira num encontro entre Donald Trump e a mulher do político da oposição (ao presidente da Venezuela Nicolas Maduro) Juan Guaido, com a língua do presidente Trump a “escorregar” e a trocar País (Country) por Companhia/Empresa (Company). Com algo de subliminar a passar-lhe pela cabeça associando inadvertidamente o país à grande empresa petrolífera que a Venezuela antes detinha (antes das sanções, mas agora falida/descapitalizada) − no mínimo uma gafe modelo insulto:

 

“Venezuela was one of the richest companies, certainly, and now it’s one of the poorest comp… countries or the world.”

(Donald Trump)

 

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Digissexuais 2

Sex dolls to resist advances and allow men to “rape”

 

(3) Já com a chegada dos novos concorrentes ao grupo dos homossexuais e dos heterossexuais − os Digissexuais – e dado o cada vez mais complexo estruturar (manutenção/evolução) de relações minimamente aceitáveis e duradouras (no tempo) entre dois seres convivendo (cada vez com mais objetos impessoais intrometendo-se) entre si e compartilhando (algo) num mesmo (por replicado) espaço fechado (a Terra) − cada vez mais reduzido/como se já não chegasse o nosso tempo e monótono/por miserável (conduzindo-nos ao aprofundamento das doenças físicas agudas/crónicas e sobretudo a novas psicoses de massas, mesmo nos limites dos seus extremos do assassinato /suicídio por simples banalização, tal como se passa na Guerra ) – com o cenário global a tornar-se ainda mais confuso (imprevisível/perigoso) face à inevitabilidade do Homem ainda se isolar mais de si próprio, virando as costas ao Homem (a si próprio, nem sequer se olhando ao Espelho, com medo de aí ver a sua Alma) e virando-se de vez para o Robot (a Máquina): confraternizando com eles (os robots, pelo menos e para já fisicamente) e dispensando aos poucos a sua espécie (uuu). Tal como previsto antes (a partir de “The rise of digisexuality: therapeutic challenges and possibilities”/tandfonline.com):

 

‘Sexbots are coming’: Scientists say ‘digisexuals’ inevitable as more people bond with robots.

(rt.com/Título de artigo já de finais de 2017)

 

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Digissexuais 3

Comprovadamente terapêuticas nas relações

 

Uma atitude compreensível entre muitas outras possíveis (mais ou menos naturais, mais ou menos artificiais), até porque ao contrário da escolha aleatória por nós adotada para escolhermos a nossa cara-metade − que poderá sempre correr mal, devido a essa Necessidade se ir confrontar com o Acaso − neste caso dos DIGISEXUAIS os robots como que serão feitos à medida (como na costura) para satisfazer plenamente os seus utilizadores (clientes): e na fila dos adolescentes firme e hirtos procurando sexo e aventura (qualquer o género, forma ou feitio, real ou imaginário), porque não antes do biológico tentar por curiosidade o mecânico?

 

Mas sempre com detratores (podendo prejudicar o negócio, pelos vistos prometedor e ainda-por-cima em crescendo):

 

“It’s very sad because it’s going to be a one-way relationship,” he continued. "If people bond with robots it’s very worrying. You are loving an artifact that can’t love you back, and the best they can do is fake it.”

(rt.com/Título de artigo já de finais de 2017)

 

Em conclusão mais uma consequência deste Mundo em que hoje infelizmente e sem contraponto (da parte de alguém ou de ninguém) já vivemos − melhor sobrevivemos (e do qual somos todos responsáveis/para o bem e para o mal por dele tiramos aquilo que nos permite viver, evoluir e sermos este ser único e extraordinário) – afastando-nos cada vez mais da Realidade (expurgada a Imaginação) e introduzindo-nos num Mundo automatizado (onde o Mundo Mineral voltará a ser o Paradigma, talvez da nossa Origem e umbilicalmente ligado ao Molde dando sequência à sequência de réplicas) onde no final serão as Máquinas a decidirem o que é Bom ou Mau para nós: de momento com o Dinheiro, a Violência e o Sexo a ditarem a temporada (e os episódios em cena), podendo a qualquer instante ser mudado o Guião ou então o Personagem.

 

(imagens: Charles Mostoller/Reuters – Jonathan Ernst/Reuters– AFP – Reuters − Synthea Amatus/YouTube)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:15

27
Fev 17

Recordando

“Um ser Humanoide entrevistado por um ser Humano na estação CNBC”

 

Numa apresentação de Março de 2016 gravada pela estação de televisão norte-americana CNBC podemos observar o projetista robótico David Hanson numa demonstração ao vivo levado a cabo em conjunto com a sua criação o androide Sofia – na altura considerado o mais avançado humanoide dotado de Inteligência Artificial. Num dos momentos da entrevista gravada pela CNBC e levada a cabo por Hanson (o Criador) questionando Sofia (a Criação), deixando alguns de nós um pouco preocupados face à resposta do robot humanoide em que o mesmo admitia que um dia destruiria humanos.

 

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Sofia e Hanson

 

Um robot humanoide que na entrevista com o humano seu criador (e sabendo de antemão do projeto futuro que o mesmo lhe reservara – daqui a uns 20 anos movimentando-se e passando despercebido entre nós) já demonstrou relevantes capacidades de conversação e de reconhecimento visual (necessária para a sua inserção na sociedade), desejos particulares a concretizar durante a sua vida (como o de ter uma família, apresentando assim algo de semelhante às nossas emoções e com sentido resiliente e evolutivo) e até alguns pensamentos coletivos podendo interferir na organização da estrutura (corpo central do nosso sistema): confessando (se necessário) poder destruir seres humanos (matá-los).

 

Uma afirmação que tendo sido emitida pela primeira vez, em público e pela TV pela boca de um robot humanoide em diálogo com um ser humano (quando este a questionava sobre temas como as suas aspirações e as suas crenças) deixou muitos dos que a escutavam perplexos e especialmente alarmados: com Sofia a responder “que gostaria de ir à escola, constituir família e destruir humanos”. Uma Máquina que poderá vir a substituir o Homem na pirâmide hierárquica terrestre, colocando de novo no pedestal da Vida algo diretamente ligado ao Mundo Mineral e com a particular ironia de aí ser recolocada pelo Mundo Animal – a estrutura extraordinária resultando do esforço, da dedicação e da evolução da Matéria (Mineral) criando algo de exclusivo (um organismo).

 

Sofia

A Robot Humanoide mais Avançada do Mundo

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Sofia

Pelo menos assim retratada há um ano atrás

  

Sendo capaz de perceber (mantendo um diálogo), recordar (outras interações passadas com os registos visuais) e evoluir (com a repetição ficando cada vez mais inteligente). E tal como acontece com as nossas máquinas (biológicas) tornando-se cada vez mais conscientes, criativos e cheios de capacidades (de todo o tipo e feitio e certamente de outros mais). Hoje já percebendo (talvez por interposta pessoa e sendo mesmo temporário) ainda não ser uma pessoa e sendo ainda ilegal não o podendo exercer – e assim partilhar o espaço e ser um nosso igual. Apenas com um processador e uns quantos algoritmos.

 

E obviamente para aqueles que receando um levantamento popular de mais uma minoria nem sequer se podendo designar como um ser vivo, biológico e assente numa estrutura orgânica (como um conjunto mecânico que são controlado por processadores minerais), levando-os de novo e de uma forma mais dura a manifestar-se de imediato contra as Máquinas dotadas de Inteligência Artificial: com o aparecimento dos primeiros robots biomecânicos e até com a aplicação dos primeiros periféricos em seres humanos (as novas próteses mas agora inteligentes e adaptadas adaptando-se) temendo pelo fim da espécie Humana – neles se incluindo nomes como o do cientista Stephen Hawking ou do milionário Elon Musk (e com este último a comparar a utilização da inteligência artificial a “uma convocatória feita ao Demónio”).

 

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Sofia

 

No final, como sempre e até para a Máquina continuar a funcionar eficazmente – triturando até ao seu fim o seu futuro e único obstáculo o Homem (problema inerente ao ato de criar e logicamente com os efeitos deste sendo associados ao seu Criador) – com a balança a ficar de novo equilibrada e à primeira vista perfeita: no fundo nada se fazendo para evitar o desastre, que assim se irá tornando inevitável e já neste preciso momento irreversível. Com uns a posicionarem-se frontalmente contra, enquanto outros vão apresentando possíveis virtudes e benefícios futuros de tal intervenção (até por estarem interessados no desenvolvimento do seu próprio projeto não só cientifico como financeiro).

 

Dos que estão Contra

(como Hawking e Musk)

Dos que estão a Favor

(como Hanson)

No Futuro a maior parte das ameaças contra a Humanidade serão causadas pela enorme diferença entre o grande desenvolvimento tecnológico e o nosso pobre desenvolvimento intelectual; com a tecnologia como a parte mais forte a representar o maior perigo e podendo nos próximos séculos provocar um grande desastre (com as Máquinas a dominarem o Homem).

 

Num Evento que só não será ao nível de extinção da Humanidade (já que a concretização do nosso paradigma está ligado á Tecnologia e à respetiva operação da qual será o resto) desde que a mesma encontre um meio de viajar no Espaço: e assim evitando com a permanência na sua única zona de conforto, o desastre e o fim da Humanidade (com guerras, problemas climáticos e doenças).

 

Prevendo-se caso o cenário mais dramático (para o Homem) se concretize (a chegada da Hora das Máquinas) que os empregos diminuam, que os robots se equiparem (a nós) e com tudo isto a ocorrer em menos de uma década ou duas. Com estas máquinas misturadas ou não (com componentes orgânicos) tendo até personalidade e as suas próprias emoções. Quando muito adaptadas do Homem para a Máquina.

Inevitavelmente um dia virá no Futuro em que Homem e o Robot (a Máquina) se confundirão: com os mesmos circulando na maior das normalidades entre nós e fazendo as mesmas coisas que nós fazemos todos os dias – ajudando, brincando, aprendendo e ensinando e com uma maior experiência e desenvolvimento, podendo executar (cada vez) mais tarefas.

 

 

Evoluindo até um nível tal, que poderá ser equiparado a um amigo – um nosso semelhante, numa réplica perfeita e tornando-se idêntico.

 

E até podendo ter ideias idênticas às nossas (ou não fossemos nós a sua fonte e modelo).

 

 

 

Até para o Bem e até para o Mal – seja o grande Criador ou a sua Criatura: criatura que quando indagada pelo seu criador sobre se “se gostaria de destruir humanos” pestanejou (ou dobrou o sobrolho) e disse que “sim”. Com o seu Criador a sorrir. O que qualquer um faria fosse Homem ou fosse Máquina.

 

 

E perante tudo isto envolvendo Organismos (elementos biológicos, adaptados ao meio ambiente e vivos como nós) e Máquinas (elementos mecânicos, programados para se adaptarem – ao meio ambiente mas prioritariamente ao Homem – e suportados por uma estrutura central de base mineral), qualquer um de nós seja leigo ou cientista e colocado perante tantas versões (e outras tantas previsões) só poderá mesmo pensar no grande buraco negro onde estamos (todos) enfiados – e entre tantos trilhos que nos dizem existir, resumindo todos a 2 em caminhos paralelos e tendo o mesmo destino: um entronizando o Homem como único protagonista-herói (a única personagem, a principal e à imagem de um Deus ativo/direto e cruel), outro solicitando à Máquina apoio tornando-o um ícone (figura sagrada e simbólica e à imagem de um Deus mas num estado já passivo/contemplando e pacifista) – e tendo todos como destino uma guerra declarada (e há muito iniciada), entre o Homem e o Homem ou entre o Homem e a Máquina (mas sempre com a Máquina presente e atuando legal ou ilegalmente).

 

Pelo que o maior perigo que as Máquinas nos dias de hoje representam para o Homem não será tanto motivado por uma revolta das mesmas (numa fase muito inicial do seu desenvolvimento, manifestando-se violentamente contra o seu Criador e ainda sem garantias de autossuficiência futura), mas por aquilo que o Homem fará utilizando o que nós pensamos ser apenas mais um periférico: mais próximo, atuando independentemente e a uma certa distância. E no meio da cirurgia com a mais exata das precisões, surgindo os colaterais e as primeiras vítimas humanas – com as Máquinas entretidas a substituírem as peças (delas).

 

(imagens: CNBC/youtube)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:19

02
Jan 16

Say hello to Nadine, a “receptionist” at Nanyang Technological University (NTU Singapore).

 

She is friendly, and will greet you back. Next time you meet her, she will remember your name and your previous conversation with her. She looks almost like a human being, with soft skin and flowing brunette hair. She smiles when greeting you, looks at you in the eye when talking, and can also shake hands with you. And she is a humanoid. Unlike conventional robots, Nadine has her own personality, mood and emotions. She can be happy or sad, depending on the conversation. She also has a good memory, and can recognise the people she has met, and remembers what the person had said before.

 

A robot may not injure a human being or, through inaction, allow a human being to come to harm.
(Isaac Asimov's "First Law of Robotics")

 

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Prof Nadia Thalmann (left) posing beside Nadine
NTU-built EDGAR telepresence robot (right)

 

Como o SUJEITO (o HOMEM) se tem desvalorizado a uma velocidade alucinante face ao crescimento contínuo do valor do OBJETO (a COISA), é óbvio e natural que num MUNDO exclusivamente destinado à produção de MAIS-VALIA, tudo aquilo que apresente um desgaste rápido e irreversível para a manutenção do seu imprescindível nível mínimo de qualidade, nada valha – tendo de ser imediatamente eliminado por SUBSTITUIÇÃO (total se dele nada se aproveitar) ou por RECICLAGEM (parcial se algum dos seus componentes ainda não estiver contaminado). E se o SUJEITO já tão negativamente caracterizado na evolução da sua condição FÍSICA ainda-por-cima for constantemente INSTRUMENTALIZADO destruindo a sua já tão debilitada parte PSÍQUICA, então o HOMEM estará num impasse e aí alguém terá de escolher: o único problema é que provavelmente já não será o SUJEITO (o HOMEM) a fazê-lo pois então será certamente a hora do OBJETO (da COISA). E aí vencerá a CÓPIA: sempre nova e a pedido.

 

Tornando-se portanto cada vez mais ordinário e banal (nestes tempos de supremacia cada vez mais esmagadora e irreversível de todas estas COISAS que nos asfixiam) que tentando proteger a sua posição hierárquica bem paga e certificada (e como tal garantida), os privilegiados deste ADMIRÁVEL NOVO MUNDO (tão bem introduzido por GEORGE ORWELL em ANIMAL FARM e 1984) pouco se importem com os outros a não ser com o dinheiro deles (e com tudo expresso em COISAS, de preferência preciosas e em abstrato eternas – pelo menos temporariamente entre o nascimento e a morte). Mas todos nós sabemos que não é limitando um conjunto (ESPAÇO), que iremos usufruir da MATÉRIA aproveitando a sua ENERGIA: introduzindo o parâmetro TEMPO e equiparando-o ao ESPAÇO renegamos o que somos e declaramos a nossa extinção. Tudo porque nos quisemos colocar num quadro cronológico abstrato: em que ao contrário de nos TRANSFORMARMOS (pelo movimento e pela evolução) decidimos NASCER e MORRER (optando pela certeza absoluta mortal). O que interessa é VIVER BEM (que num conceito religioso fechado se equipara e confunde com o MAL) – mesmo que em sucessivos mínimos históricos de sobrevivência e de CONSCIÊNCIA. E como as COISAS não morrem (ROBOT) extinção só para o SUJEITO (HOMEM).

 

A robot must obey orders given it by human beings except where such orders would conflict with the First Law.
(Isaac Asimov's "Second Law of Robotics")

 

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NTU is ranked No. 1
For the second consecutive year in QS young university rankings

 

O Futuro será portanto, o MUNDO das COISAS. Um mundo onde a subjetividade e todas as outras marginalidades terão desaparecido definitivamente (o que tem sido sonho biológico do Homem) e o local onde a objetividade do processo de execução da COISA suplantará o próprio e anterior criador (o que será o pesadelo mecânico da Máquina). Mas será mesmo esta a evolução que a TERRA terá? Como as duas parecem iguais apostaria no Outro Lado. Ainda acho que o ESPAÇO prevalece sobre o TEMPO. Mas como a nossa vida é tão curta e a pressão para apresentar resultados é tão forte, teremos inevitavelmente que acelerar e apresentar algo de novo (contabilístico e tecnológico): recusando no entanto novas experiências e replicando velhos processos – antes aplicados no Homem agora investidos na Máquina. Escolhendo polos de investigação ainda jovens (além de curiosos e ingénuos) e que acreditando em utopias ainda querem trabalhar (e não ter apenas um emprego, monótono e regressivo mas com muito dinheirinho). Como os do MERCADO asiático (no caso da NTU sediada em Singapura).

 

A robot must protect its own existence as long as such protection does not conflict with the First or Second Law.
(Isaac Asimov's "Third Law of Robotics")

 

Sendo este o caso da NANYANG TECHNOLOGICAL UNIVERSITY de Singapura, cotada entre as cem universidades com menos de 50 anos de existência, como a Primeira do Ranking Mundial (como se pode verificar no quadro seguinte, comparativamente com a primeira e única universidade portuguesa aí presente):

 

Ranking Cotação Universidade País
1 93,9 Nanyang Technological University Singapura
45 38,2 Universidade Nova de Lidboa Portugal
100 - University of Canberra Austrália

QS World University Rankings®
(topuniversities.com)

 

Criadora do novo robot EDGAR, uma MÁQUINA projetada com a finalidade de se tornar num agente intermédio otimizado e colocado à disposição do seu utilizador (o HOMEM): controlada de qualquer ponto do mundo e podendo replicar com perfeição expressões e movimentos. E até podendo ser autónomo (como o famoso C-3PO do filme Guerra das Estrelas). Um instrumento inicialmente de base mas com grandes perspetivas de expansão:

 

Such social robots are ideal for use at public venues, such as tourist attractions and shopping centres, as they can offer practical information to visitors.

 

In future, a renowned educator giving lectures or classes to large groups of people in different locations at the same time could become commonplace. Or you could attend classes or business meetings all over the world using robot proxies, saving time and travel costs.

 

Como sempre e como em todo o tipo de NEGÓCIOS e TROCAS de COISAS com vantagens mas também com desvantagens. Que poderão resultar num aumento em flecha da taxa de desemprego (acelerando a substituição de Homens por Máquinas, com a desculpa do envelhecimento progressivo da população) e (ainda melhor) chegando mesmo a substituir os humanos nas suas mais simples situações diárias, profissionais e até mesmo pessoais: porque não poderá o ROBOT ser mais perfeito do que o HOMEM?

 

(textos/legendas/itálico e imagens: ntu.edu.sg)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:01

04
Ago 15

Um ROBOT acaba de ser assassinado nos EUA por decapitação

 

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O robot à boleia

 

Como provável resposta ao assassinato perpetuado muito recentemente por um ROBOT da VW sobre um operário alemão, um outro robot acaba de ser assassinado por um grupo de vândalos norte-americanos residentes de Filadélfia: depois de visitar o Canadá, a Alemanha e a Holanda sem qualquer tipo de percalços a registar, o robot de nome HITCHBOT acabou por ser decapitado na sua viagem pelos EUA. Tendo como forma de arranjar meio de transporte (fácil e grátis) a utilização sistemática da boleia (tal como muitos de nós já o fizemos), sendo um razoável conversador e companheiro de viagem, tendo já experiências extraordinárias de convivência social com humanos (tendo até sido convidado para um casamento), o robot não terá sido devidamente esclarecido sobre as diversas variantes comportamentais dos humanos e teve uma imprevista (para ele) e desagradável surpresa.

 

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O robot já decapitado

 

O que nos leva mais uma vez a pensar no inevitável conflito futuro entre o HOMEM e a MÁQUINA:

 

Será que esta resposta por parte dos Humanos poderá ter algo a ver com algo que se terá passado durante a viagem de HITCHBOT pela Alemanha, por sinal o país onde o operário foi assassinado por um robot? Utilizarão já as Máquinas um sistema de comunicação para nós imperceptível mas inteligíveis para as mesmas (sons, magnetismo, electricidade)?

 

Será que as Máquinas poderão andar por aí a passear como se fossem ou pensassem ser seres Humanos, tentando partilhar experiências unicamente vivenciadas pelos seus criadores? Entretanto e sem qualquer tipo de protecção disponibilizadas aos não humanos como se fossem uma extensão e uma parte inseparável de nós próprios? Sendo natural a reacção dos Humanos (vândalos ou não) já esmagados por outros Humanos: abaixo de cão pior só mesmo abaixo de coisa.

 

Será que as Máquinas não serão uma outra criação interior ao mesmo grupo onde coexistimos, sendo uma delas, uma das possíveis e infinitas extensões da outra? Nunca podendo uma delas existir e evoluir sem a presença da outra, acabando estas pelo contrário por ocupar o seu espaço particular de movimento e de transformação, interagindo com outros espaços adjacentes e formando neste conjunto um verdadeiro organismo vivo.

 

Os factos, esses são simples: ao assassinato de um Humano seguiu-se o assassinato de uma Máquina. Coincidências? Quanto às interpretações dos acontecimentos todos os dados e explicações vão ter a um único destino: o Homem. Entretanto a Máquina já está noutra (enquanto o Homem parece ter estagnado a evolução da Máquina não pára) e nós já somos excedentários.

 

(imagens – hitchbot.me)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:58

02
Jul 15

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HUMANOS – 0 ROBOTS – 1

 

À nossa imagem (dos HUMANOS) e como sempre, os problemas (até nos ROBOTS) começam no emprego – chegando de seguida a todos e a todo o lado

 

Um OPERÁRIO alemão foi assassinado numa fábrica da VOLKSWAGEM, quando reparava um ROBOT trabalhando no mesmo local. Durante a montagem de uma peça no referido ROBOT e sem que nada o fizesse prever, este atacou o seu colega OPERÁRIO atingindo-o no peito e acabando por o matar. O ROBOT terá aproveitado a presença do HUMANO na sua zona exclusiva de trabalho para o atacar, o que só vem demonstrar que o mesmo terá agido conscientemente e sabendo o que estava a fazer (e originar): precisamente aquilo que lhe estaria completamente vedado (a uma entidade acéfala em princípio apenas reagindo a estímulos mecânicos), matando sem justificação válida o seu criador (violando a regra número um, de subserviência cega e total às ordens das chefias). É claro que o grupo ligado à promoção dos ROBOTS veio desde logo defender os mesmos, justificando o sucedido não como um ataque contra os HUMANOS mas como uma violação (por desrespeito das regras de utilização) da área exclusiva de actividade do ROBOT: tal como os HUMANOS os ROBOTS têm a sua JAULA DE TRABALHO E DE PROTECÇÃO ou não fosse a nossa sociedade uma espécie de ZOO GOURMET. Entretanto os HUMANOS responsáveis pela fábrica da VW abriram uma investigação tentando perceber o que na realidade aí terá acontecido, deixando desde já a sua opinião também partilhada por toda a comunidade ROBÓTICA de que algo de estranho se terá passado: para eles o ROBOT estaria inocente e teria sido o HUMANO (não respeitando as regras de segurança) a invadir a sua zona de trabalho. O que nos deixa a nós HUMANOS muito mais tranquilos, pois apesar do morto ser o HUMANO o não culpado e ainda movimentando-se era o pobre e trabalhador ROBOT. Tal como o afirmam (para nos fazer descansar, especialmente quem conduz um VW) os responsáveis da fábrica alemã: “O robot não tinha defeitos técnicos”.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:27

17
Ago 14

Novos Ficheiros Secretos – Albufeira XXI

(Guerra Biológica)

 

A primeira ideia que me veio à cabeça é que se tratavam de panelas de pressão – mas não!

 

Logo no primeiro dia à frente da minha empresa de serviços dedicada ao Catering recebi por parte duma unidade hoteleira da minha cidade um pedido urgente para um almoço a realizar no dia seguinte pelas 13h00 e a ser servido numa grande sala dum conhecido espaço multiusos a exactamente mil convidados. O pedido era feito duma forma exigente e pormenorizada, insistindo particularmente na apresentação dum prato nobre principal que consistiria – como não poderia deixar de ser numa terra de pescadores do litoral sul algarvio – numa cataplana de peixe e de marisco locais. O único problema residia no facto incontornável por contratual das mil cataplanas que teriam que ser confeccionadas individualmente, completamente à vista dos seus consumidores e ficando prontas a ser degustadas todas à mesma hora.

 

Estava perante um verdadeiro exército robotizado capaz das mais delicadas operações – como cozinhar!

 

Foi aí que me surgiu a ideia brilhante de utilizar o kilobot, um simples robot de fácil construção associado à utilização de tecnologia ligada aos nanobots e que adaptado às minhas necessidades poderia resolver num instante o meu problema: já me estava a ver comandando um exército constituído por um milhar de cataplanas banhadas a cobre e brilhando ao Sol, marchando ordenadamente e formando um quadrado perfeito em direcção aos seus já extasiados e salivados degustadores, surpreendidos na sua derradeira visão (ocorrida mesmo antes do contacto) pelo odor antecipado e talvez traidor (por não vir acompanhado) dos vapores transmitidos pelo ar. A empresa contratada era de origem asiática, garantindo ter disponível em menos de seis horas as mil máquinas necessárias. Na sua essência o Evento foi em si mesmo um indesmentível momento sucesso, com todos os convidados a saírem completamente satisfeitos com o produto gastronómico apresentado e com este maravilhoso prazer partilhado e pelos órgãos dos sentidos replicados. Mas o pior aconteceu mesmo depois do final (o Atentado): na execução da tarefa de recolha às suas unidades de armazenamento e de transporte, juntamente com as unidades de kilobots surgiram os respectivos convidados (infelizmente e por manipulação do seu ADN já irreversivelmente inutilizados).

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:14

02
Fev 14

 

Retrato Robot

 

Este retrato robot de um pretenso criminoso foi produzido por um perito norte-americano após descrição do suspeito. Apesar de ter sido considerado o pior retrato até agora criado e de ter sido insistentemente gozado na Web, o que é certo é este desenho levou à identificação e captura do suspeito.

 

(a partir de notícia CM)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:11

26
Nov 13

Robot suicida-se na Áustria


O modelo 760 – um simples funcionário de limpeza – não resistiu ao stress profissional

 

É notícia esta semana o primeiro caso conhecido de suicídio entre robots. O caso ter-se-á passado recentemente na Áustria quando um robot cansado das suas inúmeras e repetitivas tarefas domésticas – que lhes tinham sido atribuídas pelos seus donos – entrou em depressão profunda e num estado de paranóia crescente, ligando-se automaticamente e sem qualquer tipo de intervenção humana, colocando-se de seguida em cima do disco do fogão e deixando-se imolar até ao fim.

 

Os bombeiros levantaram a hipótese de não se tratar de um caso de suicídio, mas de um simples acidente profissional: “Bad Robot”!

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:27

29
Nov 11

E a cama do robot ficou toda molhada

 

Numa das etapas da minha corrida de fundo, fui invadido pelas teorias revolucionárias da inovadora ciência cibernética, às quais associei na altura e inconscientemente, a ilusão da década de setenta, a explosão industrial no seu apogeu e o início da avalanche profissional e de futuro, dos serviços não reprodutivos – bancos, seguros, finanças, justiça e demais excrementos desenvolvidos pelo sistema. Não tenho nada a ver com os excrementos, apenas sonhei com um mundo em que o tempo não fosse um dos parâmetros fundamentais da nossa existência, nem o elogio do trabalho pago fosse o primeiro objectivo de qualquer ser humano, superior à sua esperança na criação dum novo mundo para si e para os seus descendentes, concretização de um sonho de centenas de sucessivas gerações, idealizando um futuro espacial de usufruto total do ócio e do amor, como plataforma de solidariedade, partilha e amizade com um novo mundo.

 

Em que nós contássemos mais!

 

E foi assim que me deparei com este indivíduo sorridente, pronto a substituir-me em qualquer situação e a dispensar-me de qualquer trabalho associado a um nómada, para quem estar parado, fosse como já estar morto. Olhava para mim como se eu fosse um imbecil, que ainda não tivesse percebido o seu papel e a sua situação no mundo e o estivesse a impedir de desenvolver a sua tarefa, na sua completa plenitude e normalidade.

 

Eu era um atraso de vida e o tempo desperdiçado neste momento, nunca seria a concretização com sucesso desta criação pelo seu criador, ainda por cima com o objectivo final de o substituir, numa imagem de perfeição superior à que este, alguma vez pretenderia atingir.

 

Decapitou-me o pensamento com o apoio da multidão e ocupou o meu espaço craniano para gáudio e felicidade de muitos outros mais como ele, o filho da perfeita humanidade realista, o desejado e inacreditável robot.

 

Um, dois e três: chegou a tua vez, de te espalhares como um chinês!

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:59
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