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Guerra Fria.2 ─ Há 3/4 de século envolvendo Terrestres e Alienígenas

Segunda-feira, 07.06.21

Perante o que acontece no nosso planeta por intervenção direta da sua espécie dominante, ainda nos questionamos se estes “Jogos de Guerra” tem intervenção Terrestre ou Extraterrestre, como se estes últimos estivessem particularmente interessados em nós e igualmente obcecados, em estabelecer contactos bilaterais (como nós o desejamos, no mínimo sendo-o entre iguais). Estando o Homem num nível de evolução primitivo (subvalorizando a sua parte mental, espiritual) e selvagem (sobrevalorizando a sua componente física, material), não compreendendo o mecanismo de utilização plena do eletromagnetismo/onde reside a Alma do Universo e do funcionamento “sem cortes” do nosso cérebro/onde reside a Alma do Homem.

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Recuando aos inícios dos tempos da Guerra Fria, coincidindo com o fim da 2ª Guerra Mundial e com a necessidade de, aproveitando o momento de serem um dos grandes Vencedores ─ conjuntamente com a URSS, esta tendo direta e ativamente participado no conflito ─ os EUA poderem arrancar para um período histórico de supremacia global ─ tomando como referência o fim da URSS (1991) mais de 40 anos, mas persistindo ainda hoje com o ressuscitar da Rússia (de Putin) mais de 70 anos ─ em 2021 precisamente 76 anos passados sobre o principal argumento para o início e eternização da Guerra Fria (o fim da WW2) e mantendo assim a guerra e a sua respetiva máquina e estrutura militar em atividade, em evolução e em movimento (como qualquer organismo vivo, querendo persistir), os EUA parecem querer voltar de novo à carga introduzindo uma nova geração de Guerra Fria mas agora readaptada ao presente século (antes o séc. XX, agora o séc. XXI), juntando no mesmo saco os seus agora dois grandes adversários e inimigos (sendo todos capitalistas e abandonada a ideologia, em busca única/exclusiva do controlo e do lucro), a Rússia como sucessora da URSS e aquela que poderá ser a grande potência global futura substituindo na liderança do Mundo os EUA (e apoiada estrategicamente na retaguarda/vanguarda pela Rússia) a CHINA, impondo aí ao ocidente (Bloco EUA/Europa) o Império do Oriente (Bloco China/Rússia), desde os tempos dos Cruzados representando o Oriente (reafirmado por muitos dos nossos mestres e professores) o Lado do Mal.

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E para se reacender a mentalidade da Guerra Fria e desse modo se obter uma “Guerra Fria Ponto 2”, nem sendo necessário recorrer a uma nova/ou novas inovações, mas dado o trabalho já realizado e à experiência entretanto adquirida ─ e melhorada/aprofundada ─ tendo-se apenas de recorrer aos arquivos, estudá-los e reaplicá-los (tendo em consideração a distância e a enorme evolução/revolução tecnológica ─ passando pela Lua e pelo Vale do Silício ─ entretanto ocorrida), replicando o processo: reutilizando para tal e até para uma melhor perceção e compreensão/aceitação pública ─ do fenómeno/acontecimento ─ conhecimento adquirido anteriormente e mesmo que através de vestígios (julgados perdidos) mas de alguma forma ou de outra tendo sido assimilados, bastando desejando-se, despertá-los (como se faz com as células-terroristas-adormecidas, aqui e ainda para o “Eixo-do-Bem”). Introduzindo de novo o tema, até pela sua renovada presença como protagonista de um guião semelhante (como se tivesse sido fotocopiado), os “Objetos Voadores Não Identificados” e tendo que ter tripulantes (presenciais ou à distância) Alienígenas (não da Terra como os do outro lado da fronteira, os Mexicanos) do Espaço.

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No século passado em 1947 surgindo o “Incidente de Roswell” (sendo proposto, desmentido, mas aplicado) e agora no presente às portas da “Guerra Fria.2” e no ano de 2021 (74 anos depois), aguardando-se com expetativa o sempre adiado, mas perto de ser divulgado (ainda este mês) “Relatório sobre os OVNI” (sendo apresentado, confirmado, reaplicado) ─ um documento da responsabilidade do (oficial/governamental) Pentágono ─ ressuscitando inimigos necessários de existirem (tal como na anterior Guerra Fria) apregoando-se/comunicando-se o perigo de um novo conflito e a necessária “proteção e segurança” dos seus cidadãos (e território), contra possíveis inimigos oriundos do exterior e obrigatoriamente (para nossa defesa/sobrevivência) tendo-se por “extrema necessidade” de recorrer à corrida aos Armamentos: um argumento algo pobre mas que tendo percorrido 3/4 de século e perdurado, podendo ainda ser (mais uma vez e sabe-se lá mais quantas vezes) aplicado com eficácia (talvez e dados os antecedentes ainda persistentes, com 100% de sucesso).

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Em 1947 tal como em 2021, num dos casos pretendendo alcançar a supremacia Global no seguinte mantê-la (1945/2021, já septuagenária, nos 76 anos de idade), com os dirigentes políticos e militares dos EUA (a sua Elite) aproveitando o cenário já montado e conscientemente preparado (tendo um objetivo obvio e passando por patriótico (a defesa dos EUA), para a partir de um tema (no fundo um subtema estratégico) aproveitar a opinião publica previamente manipulada e orientada (sendo sempre acompanhada) e lançando-a para outro, esse sim o tema-protagonista (o verdadeiro tema, o objetivo, o inimigo real): necessitando de apresentar um poderoso e convincente inimigo mas não contando para tal e como presença ativa com o mesmo (seja Chinês ou ET), para tal improvisando introduzindo inimigos externos mas não terrestres (não lhes podendo dar primazia de tal), dadas as informações e técnica disponíveis nunca podendo ser de cá ─ concordando-se com tal, confirmando-se então e aí a supremacia tecnológica russa/chinesa sobre a norte-americana ─ e desse modo só podendo ser oriundas do lado de lá.

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Propondo-se a noção da necessidade de nos protegermos e defendermos de um inimigo ainda mais forte do que nós podendo estar a pilotar esses Objetos Voadores Revolucionários certamente vindos de Outros Mundos, bem distantes e podendo (como em tudo) ser agressivos (por natureza ou por outras circunstâncias, temporárias ou não, dependendo do nível de intervenção), arranjando-se justificação (válida/credível/aceitável, apesar das conhecidas consequências) para um rearmamento se não for para ser utilizado contra “Invasores do Espaço” que seja contra “Invasores da Terra” entenda-se alienígenas da raça (para além dos Nórdicos e dos Cinzentos, sendo estrangeiros) Chinesa e Russa (os nacionais do planeta). Apontando-se a um alienígena na verdade não o sendo, tendo na realidade por trás de si (ou por dentro, como no caso das matrioskas) um russo ou um chinês, tal como para os norte-americanos um mexicano transfronteiriço (localizando-se para além do Muro) igualmente o é.

(imagens: WorldPost/washingtonpost.com ─ HIGH-G Productions/Getty Images/rt.com

─ FOX News/caitlinjohnstone.com ─ John Pilger/caitlinjohnstone.com

─ Matador Records/Gregory Crewdson/buzzfeed.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:47

Encontros Imediatos de Grau Zero

Terça-feira, 23.03.21

[Em tempo-de-confinamento e de cabeça-virada-para-o-ar.]

 

Desde há 74 anos (“ainda ontem estava vivo, agora já estou morto”) seguindo o mesmo rumo de modo a aproveitar (sendo na altura inoportuno de revelar) sempre que possível toda a espécie de “incidentes-acidentais”

 

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Na mira dos caças norte-americanos

(limitando-se a vê-los passar)

 

─ Como este tornado mundialmente famoso tendo ocorrido a 8 de julho de 1947

com a queda de um “disco-voador” (OVNI/UFO)

na localidade norte-americana de ROSWELL (estado do Novo México)

 

Que usando propositada e conscientemente um método monótono por repetitivo e de aplicação direta e/ou subliminar (cansando por não evolutivo, mantendo o status quo, adormecendo-nos/suicidando-nos), as autoridades norte-americanas (como o FBI, a CIA e o Pentágono) rodeiam e envolvem estrategicamente (e muito pacientemente) o tema (que a nível de segurança deveria ser de prioridade máxima) impedindo-o de se desenvolver:

 

Adiando ou descredibilizando desde o início a situação apresentada (se necessário negando-a ou alterando-a por substituição), impedindo uma investigação mais aprofundada apontando-a “sem interesse ou do foro confidencial” e até introduzindo-lhe um outro fator intrusivo, penetrante e decisivo ─ estando-se em 1947, o fator “Guerra Fria”.

 

Pois tendo-se que compreender que não sendo objetos voadores de origem norte-americana, se podendo ser de origem Extraterrestre (alienígena, estrangeira, como os alienas-mexicanos do outro lado da fronteira) ─ o que provocaria o caos ─ podendo igualmente ser de origem russo-soviética ─ o que provocaria a Guerra:

 

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Surgindo de repente entre as Nuvens

(surpreendendo o tráfego aéreo)

 

E se se pode brincar ao jogo “do Caos & da Ordem” (com um complementando o outro, evoluindo sucessivamente entre o caos e a ordem, formando um todo) fazendo tal esquema parte do “Ciclo da Vida”, já o mesmo não se podendo fazer optando entre “a Guerra e a Paz” e podendo o povo tornar-se incontrolável encravando o mecanismo e fazendo desabar o Sistema.

 

Sendo muito mais eficaz manter-nos na incerteza, do que prometer ou divulgar (seja o que for e dando-nos poder, obviamente sobre os outros).

 

Vindo os “Russos e os Alienas” e se necessário os “Trumpistas e os Bidenistas” ─ duas espécies de septuagenários pelos vistos (derrotando durante um ano e sem necessidade de vacina) imunes ao vírus.

 

Um tema mais de mil e uma vezes falado, mais de mil e uma vezes discutido, mais de mil e uma vezes teorizado (mas nunca nada se tendo apresentado, comprovado ou exposto/praticado), sempre atirado para a frente aparentemente com um (acham muitos) ou muitos (acham poucos) motivos:

 

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Evoluindo no Céu Noturno

(espantando c/ a sua aceleração e movimento)

 

Acompanhando-nos ao longo da nossa história (e desde que temos consciência) ─ do passado até ao presente talvez mesmo no futuro ─ antes tão bem retratado (usando a mão, o pincel) depois com tão pouca definição (usando alta tecnologia).

 

Levando-nos a pensar por associação (de pormenores como alguns dos anteriores) assim como por junção ─ de cultura, de memória ─ não serem de origem terrestre, podendo ser Extraterrestres ou mais uma nossa invenção (miragem, ilusão, projeção):

 

Não tendo o Homem mente para tal, nem instrumentos consentâneos (tecnologia revolucionária), só podendo existindo ser Algo para nós extraordinário (incompreensível, talvez nunca visível, um Deus ou então um Astronauta).

 

Pelo que nunca tendo sido divulgado, aquilo que nem se sabe o que é ─ por Bush, Clinton, Obama, Trump, Biden (tanto faz) ─ o que eles na realidade nos oferecerão será (mais 74 anos) ainda mais “lixo mediático”.

 

Agora com Trump de fora relembrando a Biden a promessa, feita e repetida em mandatos anteriores: com os ET a observar (e a apostar) se será agora que vai dar.

 

(imagens: Paradigm Shifts UFO Channel/Fox News/youtube.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:05

COMETA – UFO – VISÕES

Domingo, 15.07.12

COMETA

 

Nesta imagem SOHO obtida pela LASCO 3 apercebe-se no canto inferior direito a aproximação de um cometa ao Sol.

 

Cometa 96P/Maccholz

 

Descoberto no ano de 1986, este cometa passará muito perto do Sol, a uma distância aproximada de 0,13 U.A. (perto de 20 milhões de quilómetros).

 

(imagem – spaceweather.com)

 

UFO

 

Um antigo agente da CIA com 25 anos de experiência ao serviço desta agência de espionagem norte-americana, divulgou recentemente uma informação muito interessante sobre a existência de um documento secreto relacionado com a queda de um UFO na localidade americana de Roswell, no já distante ano de 1947.

 

UFO – Roswell

 

Este agente afirmou que segundo o mencionado nesse documento supostamente confidencial, o incidente relativo à queda de um UFO aconteceu mesmo. Não se tratava nada de um balão meteorológico – como na altura se tentara explicar oficialmente esse acontecimento – mas sim de uma nave espacial que nunca poderia ter tido como origem o planeta Terra.

 

(imagem – disinfo.com)

 

VISÕES

 

Tinha eu ainda 13 anos de idade e já me tinha iniciado na leitura dos livros de ficção científica da coleção Argonauta. Juntamente com o meu início na banda desenhada – especialmente após o lançamento em Portugal da revista TINTIN – já apresentava um certo currículo de leitor cheio de vontade de aventuras e de novas descobertas, chama que tinha sido muito bem alimentada pelas aventuras escritas e ilustradas de júlio Verne ou da imperdível coleção Salgari.

 

Japão – Visões do Futuro – 1969

 

Foi nesses finais dos anos sessenta/início da década de setenta, que muitas ilusões se espalharam pelas mentes de uma nova geração em explosão de expetativas e cada vez mais convicta da possibilidade de se atingir a utopia. Ia-se atingir o auge da industrialização, era o tempo do aparecimento da cibernética, da fantástica ida à Lua numa nave tripulada e da chegada do Homem a um outro mundo fisicamente estranho e exterior ao seu. E no entanto surgiu de novo a guerra, a luta entre os blocos inimigos, a queda do muro instituído, o imperialismo sem ética nem moral e finalmente como resposta a todas as desilusões que nos foram aos poucos corroendo, a apatia e o desmoronamento geral de um modelo de sociedade progressivamente desmantelado e reciclado. Tudo se perdeu e apenas as imagens nos deixam traços de um trilho abandonado.

 

(imagem – boingboing.net)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:50