Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

17
Abr 18

[Não sendo por mero acaso a terra dos marcianos também ser mundialmente conhecida como o Planeta Vermelho.]

 

Últimas Notícias/Em Desenvolvimento

(16.04.2018 – mais de 72 horas após o 1º Bombardeamento)

 

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NASA’s Mars Nuclear Explosion Cover-Up Exposed by India’s Mars Orbiter

(UFO-Alien Hunters Claim)

Mars anomaly hunters have ruled out other possible causes of the mushroom cloud, such as surface wind and a methane explosion, leaving only the possibility of a nuclear mushroom cloud

(legenda/imagem: inquisitr.com)

 

Fonte amiga confirmada por outra Fonte amiganão há duas sem três – afirma perentoriamente ser esse facto Altamente Provável. Aparecida a terceira Fonte (também amiga) e tendo como objetivo a preservação (da amizade) com as três Fontes ameaçando (depois da Síria) Bombardear Marte.

 

Enquanto num território do 3º Planeta do Sistema (Solar) centrado num ponto de coordenadas 33,5N e 36,2E (fazendo fronteira com uma grande extensão de água) prossegue uma aparente operação de limpeza (terraplanagem e assassinato),

 

– Iniciada num passado ainda muito recente (uma geração) num território vizinho localizado a Oriente (rico numa complexa composição de hidrocarbonetos) –

 

E num momento particular (e evidente) de desenvolvimento da mesma operação (e respetivo processo) na direção de uma solução eventualmente definitiva (a distância apesar de contribuir positivamente para alguma imparcialidade, poderá ser simultaneamente e pelo mesmo motivo algo distorcida),

 

“I've been to Mars and it's full of ALIEN bodies” claims lawyer (Andrew Basiago) in bid to be US President

(express.co.uk)

NASA is looking for someone to protect Earth from aliens

(cnbc.com)

 

– Com os poucos representantes da espécie dominante habitando (ainda) esta região deste planeta interior (à Cintura de Asteroides), a começarem a tornar-se cada vez mais visíveis saindo pouco-a-pouco do meio dos escombros dos seus pontos de concentração –

 

Eis que canais de informação do planeta (detetados exteriormente) – pelo seu impacto e penetração considerados os mais poderosos (obviamente oriunda do território dos Excecionais) – concretizando um plano certamente planeado entre determinados focos de propagação e de colonização (a derradeira etapa iniciada na observação à distância), colocam à nossa disposição novas revelações se não trágicas (veremos no futuro) pelo menos surpreendentes (no presente).

 

Podendo nada significar (mesmo tratando-se de esquizofrenia política, utilizando o método Fake News) ou num extremo ideológico provocar a ocorrência de um Evento bem relevante e final (ao nível da Extinção da espécie):

 

Antes (sem oportunidade ou recurso) – na era da Verdade – uma Conspiração,

Agora (que comprovada) – e na era da Quase Verdade – a Realidade.

 

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Ufo Attack Caught Over Syria

(editado em 26.08.2017)

“Eventualmente na Síria com um objeto voador não identificado suspendendo o seu movimento sobre instalações suspeitas (não se sabendo contra e apoiando quem) atacando-a e destruindo-a de imediato”

(legenda/inglês e imagem: UFO Hunters/youtube.com)

 

Segundo a última recolha de dados oriundos deste planeta e aqui recebidos pouco mais de três minutos depois (à velocidade da luz) com a Campanha de Propaganda (interna) a não se limitar já e somente a essa região particular nem ao próprio corpo celeste em causa (e logo um vizinho próximo), mas a extravasar (inesperadamente) para o seu exterior atingindo mesmo um Mundo Alienígena e pondo em causa a sua neutralidade por inexistência e/ou ausência de procuração.

 

E assim (segundo a evolução recente dos novos manuais de instrução ocidentais) depois da primeira tentativa de invasão (só para citar casos com um número significativo de indivíduos da espécie dominante envolvidos e mais amplamente divulgados) – dos nossos protetores (EUA), da Ilha (UK) e dos seus aliados (comandados pelo novo Dançarino francês) – por parte dos (1) Alienígenas Negros, por parte dos (2) Alienígenas Mexicanos e por parte dos (3) Alienígenas Russos, surgindo agora as primeiras revelações sobre um provável envolvimento de (4) Alienígenas Marcianos:

 

Depois dos (1) ALIENS de raça negra tentando sobrepor-se á raça branca predominante (sendo a extinção dos Índios apenas um pormenor inevitável, diretamente associado à Evolução e ao predomínio do mais forte);

 

– E até colocando brancos contra brancos (numa Guerra Civil) por uma questão de cor/pormenor (deve-se pagar a um negro se um branco ganha tão pouco ou quase nada?)

 

Boriska Kipriyanovich, who lives in Volgograd, Russia, alleged he lived on the red planet before being reborn on Earth

(thesun.co.uk)

Nuclear WW3 between US and Russia 'prevented by aliens'

(express.co.uk)

 

Depois da invasão de (2) ALIENS mexicanos (e de outros sucedâneos latinos) obrigando à construção de um muro de separação (e de proteção) face ao perigo eminente da chegada de multidões incontroláveis de Zombies oriundas do sul (avançando no terreno e comendo tudo e todos);

 

E mesmo depois dos (3) ALIENS russos terem recomeçado a sua típica, suja e invisível guerra química introduzindo-a (simultaneamente) tanto em território Inimigo/UK como em território Amigo/Síria (numa clara indicação de que na esmagadora maioria dos casos quem está por detrás só pretende apossar-se de algo e de seguida coloniza-lo),

 

Sendo a hora de outros estrangeiros chegarem,

 

– Os SPACE ALIENS –

 

Vindos agora de Mundos ainda mais Exteriores e distantes (ainda assim possíveis de ser alcançados) e segundo informações fidedignas (por autorizadas e postas à nossa disposição) oriundos do 4º Calhau mais afastado do foco Iluminando todos Nós (e Eles): sugerindo-se cada vez com mais força, determinação e impacto e como possível explicação (e por repetição incessante, tornando-se credível),

 

– Para o que tem sucedido na Síria –

 

Uma Intervenção Extraterrestre com origem no Planeta (obviamente tendo que ser essa a cor associada) Vermelho. Por quê?

 

World-War-3-Baba-Vanga-Syria-Russia-Vladimir-Putin

World War 3 prophecy

Did Baba Vanga predict the rise of Vladimir Putin in the fires of war?

“Russia will not only survive, it will dominate the world”

By Baba Vanga a bulgariam mystic woman

(legenda/inglês e imagem: express.co.uk)

 

Numa estratégia maléfica e insidiosa similar à utilizada neste 3º Calhau (de momento) entre oito (a contar da Estrela), fazendo-nos associar de imediato Ataques Químicos com Russos (com estes a negarem o fabrico dessas armas e a sua utilização) e Água com Marcianos (com estes recusando-se a aparecer e existir):

 

No 3º Calhau/ Terra com os Vermelhos a negarem o seu mais que certo envolvimento (no assassinato de inocentes usando terríveis venenos),

 

– Envenenando impunemente na Ilha (UK) e no Médio-Oriente (Síria)

 

E no 4º Calhau/ Marte com os outros Vermelhos (escondendo-se para penetrarem e sem remorso violarem) escondendo a sua existência (como se existindo Água não existindo Vida) para mais eficazmente atuarem (e rapidamente se infiltrarem).

 

E associando os Vermelhos (da Terra e de Marte) na mesma tela de projeção (ligados umbilicalmente pelo mesmo produtor e guião), no meio do estrondo e da total confusão

 

 Is Vladimir Putin set to announce to the world that aliens are here on Earth?

(express.co.uk)

Putin announces mission to Mars in 2019

(magapill.com)

 

– Proporcionado pelo Espetáculo de Mentira e Remodelação –

 

Criando um Real a partir da Ilusão juntando PUTIN, VENENOS e EXTRATERRESTRES:

 

Depois de 1947 e do incidente ocorrido no estado do Novo México na localidade de Roswell (marco histórico do desmascaramento da ligação secreta estabelecida entre os EUA e um grupo de ET’s, anteriormente trabalhando para os nazis e posteriormente recuperados – como Wernher von Braun o Engenheiro dos foguetões durante o regime Nazi – pelos norte-americanos em seu benefício),

 

Neste século XXI sendo a vez de os russos compartilharem uma Aliança com os seus (outros) aliados Extraterrestres e com os mesmos (como prova de amizade, lealdade e provavelmente ideologia) pondo à sua disposição (dos seus irmãos vermelhos) a sua última tecnologia dando-lhes preferência e vantagem.

 

Amanhã (com o nosso esmagamento debaixo de toneladas e toneladas de Fake News) nem sequer se necessitando de Terrestres nem mesmo de Extraterrestres – para se invocar o direito de alguns para exterminar todos os outos – dispensando-se factos (a Verdade) e valorizando-se decisões (mesmo que falsas lucrativas e como tal virtuosas).

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:27

14
Abr 18

[E de Força-Bruta vinda de todas as direções, cometendo genocídio e terraplanando o planeta – impunemente e com o selo de garantia mortal da ONU!]

 

Com Theresa a exigir um Ataque Rápido, com Trump a desejar um Ataque Duro e com Macron simplesmente a Dançar (recordando-nos Sarkosy o dançarino de Merkel).

 

Última Hora 1

Facto

O Ataque da Grande Coligação Ocidental

US/UK/França

Sábado dia 14 de Abril pela hora do jantar (em Washington) e ainda de madrugada em Lisboa (antes do nascer-do-sol em Damasco) o Presidente dos EUA com o apoio do Governo do Reino Unido e do Presidente da França ordenou um ataque à Síria: pretensamente tendo como objetivo locais associados ao estudo, desenvolvimento, produção e armazenamento do arsenal químico sírio (em princípio um projeto há muito encerrado e confirmado oficialmente por entidades internacionais especializadas e creditadas), com um deles localizado precisamente no meio de Damasco numa zona densamente povoada e na qual nem uma “intervenção cirúrgica salvará os aí residentes. Estando programado para hoje (pelo menos antes do ataque) a partida dos inspetores de armas químicas (do OPCW) para Duma na Síria.

 

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Um míssil sobrevoando a capital da Síria Damasco

14 Abril 2018

(onde se encontram mutos refugiados da Guerra Civil Síria)

 

Num cenário de luta sem quartel entre duas fações Militares (trabalhando ambas para o mesmo Complexo Industrial-Militar) atualmente ainda em confronto (mas com a aparentemente mais moderada a perder terreno muito rapidamente) no interior da Administração Norte-Americana,

 

– De forma a tomarem nas suas próprias mãos o controlo total da (atual e real) Política Externa (assente na sua larga supremacia militar) dos EUA, por delegação do Presidente nesses seus fiéis apoiantes (afastando-se dos civis, refugiando-se nos militares)

 

Continua simultaneamente a desenvolver-se (de momento e erradamente parecendo suspensa) uma nova crise em torno do Conflito Sírio (quando menos se esperava agora que a Guerra Civil Síria parecia aproximar-se do fim com a derrota do Estado Islâmico e a vitória das tropas leais ao regime sírio),

 

Com os EUA a ameaçarem a atacar a Síria (desde a Guerra ilegal do Iraque sob o pretexto repetitivo, já cansativo e nunca confirmado da utilização de armas químicas),

 

E a Rússia em tipo de resposta a avisar para então terem cuidado:

 

Ou seja num ato de extrema loucura política por nunca vista (superior à de David Cameron ao propor o plebiscito sobre o Brexit) e num processo de construção inquisitorial (e de molde diabólico) de um culpado nunca imaginado (nem mesmo por George Orwell) mas materializado por projetado (nos Média),

 

– Com a líder da Ilha Theresa May (depois de sucessivos pontapés no Continente) a clamar por uma Guerra contra Putin (chamando hipocritamente a si os 27 dos ex-28) colocando à disposição de Trump um submarino e comportando-se como um Boneco (descontrolado e nas mãos de alguém)

 

E prevendo-se como mencionado anteriormente a vitória (na Casa Branca e ao lado de Trump) da estratégia da Intervenção Militar (dos Falcões, os mais duros e intervencionistas),

 

Sobre a do diálogo, do compromisso e da Diplomacia (como Política Externa)

 

Última Hora 2

Questão

E no meio desta Guerra

Onde está a Europa?

Com a estação de TV estatal a relatar o início do ataque aéreo levado a cabo pelos EUA/UK/França à capital Damasco, podendo-se observar no céu noturno rastos luminosos provavelmente da aviação, misseis e antimísseis (com a defesa antiaérea Síria a afirmar ter abatido uma dúzia desses misseis) e com as forças comandadas pelos EUA (à distância provavelmente do Mediterrânico) a afirmarem ser uma missão de punição e de aviso (à Síria como subentendendo-se à Rússia e ao Irão) mas de apenas um dia. Mas para evitar confusões avisando-se antecipadamente (e de novo) os russos, ficando-se a gora a aguardar a reação (ao ataque) dos mesmos. O verdadeiro objetivo de israelitas (ensaiando) e de norte-americanos (concretizando).

 

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Donald Trump de costas voltadas a Síria

Para Duma e para o Mundo

(mantendo por tempo indeterminado a guerra e a morte)

 

Sendo previsível que entre as duas propostas (limite) colocadas em cima da mesa, uma delas seja a Verdadeira e a outra (talvez antes escolhida) a revogada: colocando-se a escolha entre uma Repetição (tendo como Alvo aparente a Síria) ou uma Provocação (tendo como Alvo real a Rússia).

 

Depois do afastamento de Rex Tillerson “o mole” (Secretário de Estado) e da chegada de John Bolton “o duro” (aparentemente como Conselheiro de Segurança de Donald Trump),

 

– Tendo nós um pouco de cultura e de memória um dos cérebros na Administração Bush de toda a orquestração que levou ao engodo e tragédia da Guerra do Iraque

 

Com a opção de Ataque Cirúrgico de aviso e de castigo (como ocorrido há cerca de um ano e pretensamente pelos mesmos motivos igualmente nunca provados) a perder irremediavelmente terreno (cada hora que passa),

 

E com os Militares apoiados por John Bolton (mesmo com o mais moderado James Mattis ainda presente e sendo a única voz a prever o pior cenário),

 

Querendo premiar Donald Trump (levando-o à ação e ao palco da Política Externa subindo a popularidade) e arrancar no processo (e fartos de esperar pelo Pentágono),

 

Propondo algo muito mais profundo como a destruição de todas as infraestruturas governamentais (que ainda restam de pé na Síria) destruindo definitivamente o Estado (repartindo o território) e sendo necessário levando tudo à frente (ou seja sírios, iranianos e russos).

 

Numa Via bem Aberta tendo a direção do Irão e com os norte-americanos a sugerirem a não existência da Rússia assim como não ingerência da China (para já não falar do Outro Mundo transformado na ONU num vazio).

 

(imagens: abc.net.au e nytimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 05:05

12
Abr 18

“Russia vows to shoot down any and all missiles fired at Syria.

Get ready Russia, because they will be coming, nice and new and “smart!”

You shouldn’t be partners with a Gas Killing Animal

Who kills his people and enjoys it!”

(Donlald J. Trump/@realDonaldTrump/twitter.com)

 

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A horas de mais uma possível (com Donald Trump e o seu Twitter tudo sendo imprevisível) intervenção militar dos Estados Unidos da América (no Médio-Oriente) a pedido da Administração da Casa Branca (como aparente resposta à preocupação do seu mais fiel Entreposto localizado numa ilha da Europa e liderado por Theresa May, o Reino Unido) – e com o Presidente Donald Trump procurando proteção nas mãos do poderoso Complexo Militar-Industrial Norte-Americano (Política Externa), queimado como tem sido pela esmagadora maioria dos Média e por muitos dos seus opositores (Democratas como Republicanos) desde que foi eleito em Novembro de 2016 como o 45º Presidente dos EUA (Política Interna),

 

– Tudo sendo justificado para a generalidade da opinião pública (de um dos lados, a dita Ocidental) como sendo uma resposta obrigatória e adequada (e Democrática) ao crime horrendo perpetrado no Reino Unido (em qualquer dos casos e dadas as vítimas questionando-se qual?) e de seguida na Síria (havendo provas sendo interessante saber com que objetivo?) pelos adeptos da utilização de instrumentos de guerra primitivos, ultrapassados e ilegais (por proibidos) e com o selo (pelos vistos de Garantia) inequívoco da Rússia (dirigida por um ex-Agente do KGB e potencial homem violento de nome Vladimir Putin) como o são os Agentes Químicos, Tóxicos e Mortais

 

E a poucas horas do fim do prazo dado por Donald Trump (24 a 48 horas) para a Rússia pensar melhor no assunto (Sírio) e refletir com maior profundidade nas consequências de desafiar os EUA e observando-se desde já o novo bailarino francês (digno sucessor de Sarkosy) a entrar em ação (mais Humanista apesar de ser do género Masculino) e a nova Dama inglesa agora de Betão gritando contra o novo ditador e nazi Vladimir Putin (muito mais violenta apesar da diferença de género),

 

“UK reportedly orders subs towards Syria

For possible missile strikes.”

(cnbc.com)

 

“After Syria Strikes, Israel Expects Proxy War With Iran.

Officials, analysts predict 'showdown' in Syrian territory.”

(antiwar.com)

 

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– Com o par de bailarinos Sarkosy/Kadafi (o Líbio) a ser substituído pelo novo par Macron/Salman (o Saudita) e com Theresa May tal como Donald Trump (isolados internamente) a tentarem salvar-se no seu território (Política Interna) distraindo o seu eleitorado da grave situação social e económica interna e recorrendo à possibilidade de uma potencial Guerra mas vinda do exterior e necessitando de pré-proteção (Política Externa)

 

Com o nosso maior espanto e incredibilidade a não ser pelos vistos suficiente para cairmos fulminados e cilindrados (com a nossa elite não reagindo, continuando estrategicamente ausente e delegando responsabilidades em/segundo eles inferiores/mas úteis) dada a completa indiferença dos nossos políticos, colocados perante mais um Cenário de Morte e de Guerra (criadas as raízes da intolerância, cada vez mais próximo, intrusivo e irreversível) deixando assim e mais uma vez o Comboio passar (sem reação da Alemanha e como tal da EU) mesmo que à frente do mesmo esteja há muito bem definido o fim dessa mesma linha: uma III Guerra Mundial confirmando o Fim da Europa.

 

Com os EUA (utilizando o pretexto da Síria) ameaçando a Rússia, ou seja, com as mais de 7500 armas nucleares norte-americanas (48%) a ameaçarem as 7100 armas nucleares russas (46%),

 

– Os outros (França, China, UK, Paquistão, Índia, Israel e Coreia do Norte) talvez tendo umas 1000 (6%)

 

“Russia will shoot down US missiles fired at Syria

And retaliate against launch sites, says ambassador.”

(independent.co.uk)

 

"Smart missiles should fly towards terrorists,

Not towards the legitimate Syrian government."

(Russia's Foreign Ministry spokesperson Maria Zakharova's/nhk.org.jp)

 

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E assim (simplificando tudo ao máximo) traduzindo tudo isto em miúdos (o que para nós os pobres e leigos mais interessa), divulgando e informando (e não manipulando) todos nós e todo o Resto do Mundo (fazendo parte de um bolo de mais de 7,5 biliões) de modo a todos compreenderem e interiorizarem (se quiserem manter-se ilesos psíquico e/ou fisicamente) do que realmente aqui está em causa: dado todo o seu poder Nuclear como Maior Potência Militar Global, com os EUA a ter a capacidade de pelo menos destruir 75X o planeta Terra enquanto a Rússia (menos poderosa) limitando-se a apenas a poder destruir umas 70X. De momento esperando-se pelo ataque (em princípio dos EUA à Síria mas com o Alvo além da Rússia a apontar para outro grande e apetitoso produtor de petróleo o Irão) e pela resposta (da Rússia e dos seus Aliados Orientais) para verificar qual deles terá o maio botão.

 

(imagens: onlinebreakingnews.info/patriotpowerednews.com/charitynavigator.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:15

09
Abr 18

A Europa deve tentar descobrir o que terá acontecido àqueles que mantiveram sem condições a fidelidade ao Império Romano, mesmo na sua fase de Decadência e até à sua Queda estrondosa.

(e em vez de certificados para ter um emprego e dinheiro, desejar usufruir de um tabalho recuperando cultura e memória)

 

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Trump Threatens Putin, 'Animal Assad' Over Syrian 'Chemical Attack';

Russia Warns Of 'Grave' Response If US Launches Strike

 

“Donald Trump weighs options in Syria, perhaps including missile strike, following chemical weapons attack”

(usatoday.com)

 

Numa Guerra Civil iniciada em 2011 (quando a Primavera Árabe atravessava todo o Médio-Oriente) e justificada por um lado (a Bomba) pela grave crise económica e pela falta de democracia (levando a manifestações anti regime por parte das forças da oposição) e pelo outro (o Rastilho) pela eterna (desde 1990) Guerra do Iraque (fazendo fronteira com o seu território) – desse modo acendendo o Rastilho e de imediato fazendo explodir a Bomba – a Síria do alauita e ainda Presidente Bashar al-Assad e já ultrapassada a barreira das 400.000 vítimas mortais (apenas entre a sua população civil), encontra-se de momento numa situação de Suspense Total face às provocações das forças contrárias à atual evolução do processo (EUA, Arábia Saudita, Israel e Aliados Ocidentais) e a outras oriundas daqueles que suportam o regime (Rússia e Irão):

 

Após a intervenção russa no conflito (como aliado da Síria, com conhecimento da ONU e após a invasão do país pelos terroristas do Estado Islâmico) – contando posteriormente com o apoio do Irão e agora com a solidariedade da Turquia – e no preciso instante em que se começava a vislumbrar finalmente alguma luz ao fim do túnel (cada vez mais estreito e impraticável), com o processo aparentemente a parecer querer reverter-se (num território já terraplanado como o tinha sido o Iraque, depois seguindo-se a Síria e estando em curso o Iémen/cada um deles com o seu respetivo genocídio), tornando-se de novo numa Guerra Geopolítica (entre EUA e Rússia) com outras interessadas que não a população síria.

 

Como se os milhares e milhares de mortos e a enormidade de população deslocada (mais de metade dos seus 20 milhões quase metade sendo jovens) – com mais de 5 milhões no estrangeiro, quase todos em países árabes localizados na proximidade – não fosse o Enormidade a resolver:

 

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Syrian government forces backed by Russia and Iran have nearly retaken Eastern Ghouta,

A Damascus suburb where a chemical attack was reported on Saturday

 

E assim um ano após um pretenso ataque químico (nunca confirmado pelas instâncias internacionais) do regime Sírio no poder provocando dezenas de vítimas mortais (seguido de imediato por uma forte resposta norte-americana bombardeando uma base militar síria e também fazendo vítimas) – no caótico cenário de Guerra Civil podendo ter origem num lado ou no noutro lado (ou ainda noutro insuspeito e/ou talvez interligado) – e já depois de um cenário idêntico ter sido montado (e inserido) e imediatamente mediatizado na Europa – com os UK (e os seus jornais situacionistas e sensacionalistas) logo à cabeça (da manobra de propaganda) com o Incidente de Salisbury (implicando Putin na tentativa assassinato de um ex-espião russo em solo britânico) – chegando um novo Ataque Químico de novo pelas mãos do Presidente sírio Bashar e sob a cumplicidade do Presidente russo Putin (matando dezenas de pessoas e ferindo centenas).

 

Com os Israelitas (talvez avisando o regime de Bashar do que aí virá dentro de poucas horas) a entrarem no espaço aéreo libanês e a partir daí bombardeando instalações militares do regime (aeroporto) e provocando dezenas de vítimas (militares referidas como iranianas): e nas próximas 24/48 horas cumprindo-se o sugerido/prometido e confirmando-se a repetição (do ano passado), com Bashar al-Assad a levar a resposta adequada (e musculada) por parte de Donald Trump – e a Rússia que se cuide (assim como a China) face ao poderio norte-americano.

 

(imagens & legendas: ronpaulinstitute.org & Getty Images/nytimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:44

19
Jun 17

Iran Fires Mid-Range Missiles at ISIS in Eastern Syria

(Hana Levi Julian - 19.06.2017)

 

Irans-Emad-ballistic-missile.jpg

Míssil balístico de médio-alcance utilizado pelo Irão

(supondo-se terem lançado 6)

 

Numa mensagem simultaneamente dirigida aos EUA e a todos os países da região colocados sob a sua proteção (Arábia Saudita, restantes Países do Golfo ‒ eventualmente excluindo o Qatar ‒ e Israel), informando-os do seu poder e do respeito que todos deviam ter para com a defesa da soberania do seu território (e dos seus interesses económicos) como potência regional que já é.

 

Como resposta ao ataque dos terroristas do ISIS/Estado Islâmico levado a cabo no passado dia 7 de Junho na capital do Irão ‒ com dois atentados no mesmo dia um no Parlamento Iraniano e outro no Santuário sagrado de Imam Khomeini (ambos em Teerão) a provocarem 18 mortos e 52 feridos (sendo um deles um Parlamentar) ‒ os responsáveis militares iranianos informaram terem lançado ontem de uma base situada na parte ocidental do Irão vários mísseis na direção de instalações dos terroristas do ISIS situadas no leste Síria (e transitando entre os conflitos no Iraque e na Síria), segundo os mesmos aí instalada (na cidade de Deir ez-Zour) como um posto de Comando Central dos terroristas e desempenhando entre outras funções a preparação de veículos para ataques suicidas.

 

Pela distância a percorrer entre o Irão e a Síria (passando sobre o Iraque) tratando-se de um míssil balístico com alcance em torno dos 500Km e nesse caso podendo-se estar perante um dos seus mísseis considerados operacionais como será o caso do modelo Shahab 2 (com o Irão a possuir mísseis balísticos com um alcance máximo de cerca de 2.500Km ‒ o míssil cruzeiro Soumar considerado também operacional); no entanto e segundo o site iransview.com podendo-se tratar na realidade de mísseis do tipo Zulfiqar com um alcance de 750Km. Uma operação militar que terá tido sucesso com todos os mísseis a atingirem o alvo e a destruírem a base dos terroristas do Estado Islâmico (segundo as autoridades iranianas): um ponto estratégico nas vias de comunicação entre os dois países em Guerra Civil (Iraque e Síria) e envolvidos numa luta sem quartel contra os militantes do ISIS/ISIL (responsáveis pela perpetuação do caos na região e continuando a ser financiados pelo seu maior apoiante a Arábia Saudita), agora destruído pela coligação pró-regime Síria/Rússia/Irão/Turquia contra os desejos óbvios de toda a oposição ao regime sírio (ainda no poder) apoiada pela Arábia Saudita/EUA/Israel/ISIS.

 

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Um dos mísseis iranianos atingindo em cheio instalações do ISIS

(localizadas na cidade síria de Deir-ez Zour)

 

Deixando-nos aqui a pensar quais serão os planos mesmo a curto-prazo de um qualquer tipo de intervenção a ser lavada a cabo por parte dos EUA na região do Golfo Pérsico (não diretamente), sabendo-se de antemão que o seu grande aliado é a Arábia Saudita (agora a rebentar de armas graças a contratos de biliões) e o seu principal inimigo o Irão (apoiado pela Rússia). Uma nova Guerra do Golfo pondo todo o leste da Europa em polvorosa (próxima como está da Turquia), talvez alastrando para zonas Mediterrânicas do norte de África (como já acontece no Iémen podendo alastrar a vizinhos), colocando em sentido a Rússia (um dos vizinhos mais próximos e sujeita a atentados) e deixando a China surpresa (já que só pensa em dinheiro) e a UN mais uma vez inativa (com Guterres a cumprir com a tradição).

 

Com os EUA na poltrona a vender e também a receber (como única super potência global baseada na moeda e na bala) ‒ mas obviamente com os outros a não serem melhores e sendo preferível estarmos bem preparados.

 

[Ainda há poucas horas a ser a comunidade muçulmana em Londres a ser envolvida num incidente talvez sem significado político (andam por aí muitos malucos alguns deles diagnosticados) fazendo rejubilar os extremistas (da direita inglesa) e também os terroristas (do Estado Islâmico) ‒ e provocando 1 morto e 10 feridos, mesmo não sendo um ato terrorista.]

 

(imagem e dados: ali javid YouTube/iransview.com e jewishpress.com/csis.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:31

07
Abr 17

[EUA, Síria, Terroristas, Suécia]

 

Preparando-se e já com uma desculpa para o caso de ser engano (utilizando preservativo e assim antecipando complicações):

 

The Tomahawk cruise missile is seen launched from the USS Porter vessel

According to US media, the strikes were carefully targeted to avoid hitting chemical weapons at the base.

(abc.net.au)

 

Enquanto nos EUA o Presidente recentemente eleito luta por sobreviver (internamente e todos os dias) constantemente encurralado por Democratas, Republicanos e agora até pelos Militares: e enquanto se mantiver esta indefinição, tudo será mesmo possível (tudo dependendo de Trump, do que disse/antes e do que fizer/depois).

 

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Mísseis Tomahawk a caminho da Síria

(lançados de madrugada a partir do Mediterrâneo e nas proximidades de Chipre)

 

Nos EUA uma poderosa influência exterior às duas Câmaras Soberanas (Representantes e Senado) e à própria Administração Norte-Americana (atualmente instalada na Casa Branca e liderada pelo Presidente recentemente eleito), conseguiu ultrapassar mais uma vez o Poder da Sociedade Civil (fraco) colocando-o momentânea e estrategicamente nas mãos do Poder Militar (forte) – e que em vez de se servir (aproveitar a ocasião) como parece ter sucedido, devia servir quem lhes paga e lhes justifica a obrigação de servir – já que caso contrário não passariam de mercenários: num momento de total indefinição sobretudo no aspeto externo (a que não é a estranha a prioridade dada à politica interna e ao relançamento e desenvolvimento interno da América, logicamente secundarizando o poderoso e impaciente setor militar), num cenário em que parecia existir uma aproximação entre partes há muito afastadas e conflituosas (EUA/Rússia) e numa altura em que os EUA e os seus aliados começavam a interiorizar que talvez fosse melhor deixar por lá o ditador, face ao cenário que se adivinhava com toda aquela região entregue ao Exército Islâmico, à Al-Qaeda e ao Terrorismo Global – sem tempo para se pensar ou sequer reagir, com os EUA a acusarem o Presidente Sírio de ter dado um tiro no pé e como tal enviando uns mísseis para ver se davam cabo do outro (o que lavaria o ditador a cair).

 

The United States fired 59 Tomahawk cruise missiles at Syria overnight in response to what it believes was a chemical weapons attack that killed more than 100 people.

(nbcnews.com)

 

Com o ataque concretizado hoje dia 7 de Abril de 2017 a uma base militar do Governo da Síria obviamente sob o comando do presidente Bashar al-Assad – levado a cabo pelos norte-americanos através de lançamento de mísseis Tomahawk – ficou desde já demonstrado que neste momento quem manda efetivamente nos EUA não é o seu Presidente, mas um outro poder paralelo e cada vez poderoso assente nas principais Corporações Internacionais (Económicas e Financeiras) e simultaneamente suportado pelo cada vez mais influente Complexo Militar – uma estrutura com os seus tentáculos estendendo-se desde território interno (fazendo lóbi na Câmara dos Representantes e no Senado) até território externo por mais longínquo que seja (como o Médio-Oriente com o Iraque, a Síria e o Iémen) – para quem os diversos Presidentes e Administrações Norte-Americanas têm trabalhado nos últimos 55 anos:

 

“He further infuriated the military industrial complex over his refusal to support the Bay of Pigs invasion. JFK had every intention to bring home the combat advisors which meant no involvement in Vietnam and his intention to engage Russia in talks of nuclear arms control did not sit well with the manufacturers of the weapons of mass destruction.”

 

“The plot to kill JFK had its origins in two speeches the President made. The first speech was made 10 days following the failed Bay of Pigs invasion, and 10 days after a defiant JFK said “no” to the CIA, the Joint Chiefs, the Mafia and the Cuban refugees, by refusing to provide air cover for the invasion of Cuba by CIA trained Cuba refugees, JFK made the speech that put one of the final nails in his coffin.” (thecommonsenseshow.com)

 

Numa 1ªFase eliminando o único obstáculo que ainda permanecia no seu caminho impedindo a sua necessária Consolidação – John F. Kennedy (presidente de 1961/63);

 

Numa 2ªFase de aparente apatia interventiva por parte dos apoiantes desta estrutura, aproveitando estes a relativa acalmia política e o desinteresse por parte da opinião pública para se inserirem ainda mais nas estruturas do poder e alterar a sua estratégia e direção – Lyndon Johnson (63/69), Richard Nixon (69/74), Gerald Ford (74/77), Jimmy Carter (77/81) e Ronald Reagan (81/89);

 

Numa 3ªFase de consolidação do seu projeto e de decisiva expansão para outros territórios estratégicos – na defesa de interesses económicos e financeiros associados ao seu Plano Geral (Corporações/Militares) e podendo devido à presença de adversários (políticos) ser postos em causa (unilateralmente pelos detentores da preciosa matéria-prima em causa) – com os militares a tomarem a iniciativa e a assumirem o controlo da situação, invertendo o natural percurso da cadeia de comando (numa iniciativa não partindo do poder civil para o militar cumprir, mas com o destinatário a dar a resposta ainda antes do remetente se lhe dirigir) e atuando de uma forma independente mas conscientemente consentida pelo poder político, em nome da defesa da soberania e da manutenção da supremacia global dos EUA, passando ao ataque, invadindo, destruindo e massacrando o seu adversário – George H. W. Bush (89/93), Bill Clinton (1003/2001), George W. Bush (01/09) e Barack Obama (09/17).

 

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Ataque dos EUA à Síria com 59 mísseis – Com o preço do petróleo a atingir um máximo

(apesar do nulo impacto do petróleo sírio, mas desde já com alguns a aproveitarem)

 

E se a 1ªFase (duração de 2 anos) se encerrou definitivamente com a eliminação do adversário e da 2ªFase (duração de 26 anos) já não restando nenhum presidente vivo ou ainda influente, convém recordar já no que diz respeito à 3ªfase (duração de 27 anos, sendo a mais longa, consistente e consolidante desse poder) que todos os anteriores e ainda influentes Presidentes norte-americanos continuam bem vivos e ativos (famílias e associados), ainda particularmente influentes por bem ligados à estrutura (apoiantes do complexo e de Washington) e mesmo com alguns deles transformados em verdadeiros subsídio-dependentes a não querem deixar (custe o que custar) o seu Mundo Tóxico e que nos vai matando aos poucos: aqui se destacando os Clinton seja Bill (eleito Presidente por 2 vezes – eleito e reeleito) ou Hillary (derrotada duas vezes por Barack Obama e Donald Trump), brutalmente afetados (financeiramente) na sua própria Fundação – a sua árvore do dinheiro podendo-os transformar em milionários (e que Trump destruiu).

 

Oil prices rose on Friday, trading near a one-month high after the United States fired missiles at a Syrian government air base, roiling global markets and raising concern that the conflict could spread in the oil-rich region.

(reuters.com)

 

Pelos vistos tendo-se iniciado agora uma 4ªFase de implementação e tentativa de generalização do processo (veremos se russos e os chineses estarão de acordo, já que da ONU nada se espera), aproveitando a subida inesperada de Donald Trump ao poder e a confusão (em parte indescritível e incompreensível) generalizada que ainda reina na América – com muitos a não quererem perder os direitos adquiridos há já mais de 1/4 de século (não só Democratas como Republicanos). Com o caos deliberadamente instalado pelos Democratas ainda não acreditando na derrota (tentativa de o fazer nas ruas e nas instituições representativas), com a luta imbecil entre Republicanos talvez nunca tendo acreditado na vitória (deixando o Presidente meio isolado), criando-se um ambiente propício para diversas iniciativas não obedecendo às cadeias de comando e justificadas pela urgência, tomadas seja por quem for mas sempre com questões duvidosas além do ato ilegal. E se alguém ainda esperava que um novo Presidente tudo poderia mudar, terá que constatar que provavelmente muitas das vezes a culpa não é dele, mas de alguém acima dele: será por omissão e por falta dessa declaração, mas certamente por precaução sobre o que lhe poderia suceder então (recordando como há 54 anos um Presidente interrompeu a função).

 

Nas últimas horas e com a nova convocatória do Conselho de Segurança com a Rússia a responder ao ataque levado a cabo ilegitimamente pelos EUA (sem autorização da ONU dado a origem do ataque ainda não estar determinado) e com os médias norte-americanos a sugerirem em tom de ameaça nova ação vinda da América:

 

Russia says U.S. strikes in Syria an 'illegitimate' attempt to distract from Iraq

U.S. officials say they are looking into whether Russia played a role in Tuesday's chemical attack

(cbc.ca)

 

E com a Suécia a ser o primeiro país a sofrer após o ataque norte-americano (desta madrugada) a uma base aérea da Síria (utilizada no combate ao ISIS/ISIL, Al-Qaeda e outros grupos de mercenários) – por curiosidade mal se deu o ataque (e por coincidência) militantes do Estado Islâmico parecendo conjugar esforços atacaram a região – talvez por se atrever a ser neutral neste conflito sem lei e com múltiplos abutres a satisfazer (e apesar de no seu território ter recebido mais de 150 mil refugiados):

 

A manhunt is underway after a lorry was ploughed into pedestrians in Sweden, killing at least three people and injuring several more. The vehicle was hijacked from a brewery before being used to commit the atrocity in Stockholm, being left partially embedded in the Ahlens department store. A large area of the Swedish capital was evacuated after what the Prime Minister called a “terror attack”, with public transport stopped and parliament put on lockdown.” (independent.co.uk)

 

(imagens: abc.net.au/reuters.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:44

19
Mar 17

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Com o Pentágono a afirmar não ter bombardeado a mesquita

(mas o local onde se encontravam os terroristas da Al-Qaeda)

 

Pentagon Denies Bombing Syrian Mosque, But Its Own Photo May Prove That It Did

(theintercept.com)

 

No momento em que nos EUA o seu novo Presidente conjuntamente com os principais membros da sua Administração Republicana continuam a arrumar a casa (postos perante problemas como o da emigração clandestina, da necessidade da criação de postos de trabalho, dos cuidados mínimos de saúde a prestar à sua população e até da questão dos Veteranos de Guerra) e enquanto os seus principais especialistas colocados em posições influentes (de definição e de orientação) procuram novas estratégias político-económicas internas mantendo momentaneamente equilibrado o panorama político mundial (antes do início do inevitável conflito que colocará frente-a-frente os EUA e a China), certos grupos de interesse nacionais ou internacionais atuando um pouco por todo o mundo e aproveitam a oportunidade que lhes é concedida (e contando com a preciosa colaboração intencional ou não dos Democratas ao persistirem nos ataques ao seu novo Presidente) dão agora ar da sua presença e da sua capacidade de intervenção e de influência.

 

More than 42 people were killed and dozens more injured, according to monitoring groups and local activists. First responders with the Syrian Civil Defence – known as the “White Helmets” – rushed to treat the wounded and dig corpses out of the rubble.

(theintercept.com)

 

Não sendo económica sendo-a obviamente militar (essa intervenção/influência/intrusão) mesmo que clandestina e forçosamente ilegal – e oriunda dum financiador (EUA) ou mesmo dum interventor (Israel). Com outros grandes investidores a estarem de momento ocupados e de mãos bem atadas, ocupados como estão no genocídio a decorrer no Iémen (Arábia Saudita e Reino Unido). E nisto tudo ainda incluindo a Europa, a Rússia e o Irão (para já não falar do Iraque e da terraplanagem a decorrer em Mossul).

 

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A antiga mesquita situada mesmo em frente da nova mesquita

(agora com a mais recente completamente destruída)

 

An administration official told the Washington Post that two armed, Reaper drones fired “roughly [the] entirety of their Hellfire payload and followed up w/ 500 lb bomb.”

(theintercept.com)

 

E assim, tendo sempre como alvo bem fixo no seu cenário e objetiva um território inimigo (Síria) por apoiado pelo Grande Inimigo (Rússia), lá vemos nós de novo os norte-americanos e os israelitas enchendo um pouco mais o balão (da Guerra Civil Síria), para ver o que daí ainda poderá resultar: um atacando por engano (e matando dezenas de pessoas) o outro só estando a espreitar (mas recebendo como resposta mísseis da artilharia síria). No entanto com o aspeto mais importante, determinante, mas ao mesmo tempo curioso, ser a de no caso dos norte-americanos os agora bombardeados serem os seus anteriores aliados (na guerra e no terreno) – surpreendidos numa reunião de quadros da Al-Qaeda. Numa ataque logo confirmado e denunciado no terreno por testemunhos considerados credíveis pelo ocidente (os White Helmets) como tendo sido um ataque a uma mesquita localizada na cidade-rebelde de Al-Jina (norte da Síria) e provocando mais de 40 mortos e dúzias de feridos entre os civis. E com os responsáveis dos EUA a afirmarem terem enviado para a zona dois drones, descarregando todas as suas bombas sobre o local considerado um reduto da Al-Qaeda e nunca uma mesquita síria – e que essa, era a casa ao lado. Só mesmo de norte-americanos pensando falar com imbecis.

 

The building “was holding a meeting of al Qaeda members”. Military officials “believe dozens of core al Qaeda terrorists were killed.” Locals say the building the drones struck is part of a mosque and religious school, which was built as an expansion several years ago.

(theintercept.com)

 

No terreno e enquanto o cenário não voltar de novo a mudar, com os terroristas a serem perseguidos impiedosamente no Iraque (com os militares iraquianos a juntarem-se às práticas dos terroristas nem sequer poupando a sua população), a serem atacados e bombardeados na Síria (pelos seus anteriores aliados os EUA), a começarem a ficar entalados na Turquia (a sua base de retaguarda) e a desesperarem com a indefinição nos EUA e a falta de maior apoio por parte do seu principal patrocinador A Arábia Saudita – a grande inimiga do Irão mas agora de mãos atadas (e dinheiro investido) na Guerra Civil por si patrocinada e em vigor no Iémen (um dos maiores desastres humanitários a decorrer em África e no Mundo).

 

(imagens: theintercept.com/Christiaan Triebert@trbrtc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:52

13
Fev 17

“Nos contos de Platão a Atlântida era uma potência naval localizada para lá das Colunas de Hércules e que conquistou muitas partes da Europa Ocidental e da África nove mil anos antes da era de Sólon (ou seja aproximadamente 9600 AC). Após uma tentativa fracassada de invadir Atenas a Atlântida afundou-se no oceano num único dia e noite de infortúnio.” (wikipedia.org)

 

Depois de tantas hipóteses sobre a localização do antigo Continente Perdido da Atlântida – por exemplo submergido pelas águas do oceano Atlântico e do qual os Açores fariam parte (Lenda das Sete Cidades, Terra de Atlantes) – eis que um arqueólogo digital de nome Stan Deyo (standeyo.com/bio.Stan.html) vem agora sugerir que o tal Continente Perdido (ou Ilha) se situaria na região onde hoje encontramos os países do Golfo Pérsico. Afirmando como justificação para a concretização da sua teoria (uma das consequências teria sido o Dilúvio) e a partir daí a indicação da localização da Atlântida, um Evento Apocalíptico (de âmbito regional) registado no passado e tendo como protagonista um asteroide: com esse corpo celeste a ter uma dimensão superior a 24Km, a ter um ângulo de entrada na atmosfera terrestre de cerca de 35⁰ e provocando aquando do impacto com a superfície terrestre uma cratera de mais de 400Km de diâmetro.

 

the flood atlantis asteroid giants alien gods (2).

 

Um asteroide que aquando do seu impacto com a Terra terá libertado uma energia 15X superior à do impacto de um outro (asteroide), que terá colidido no passado no México (na Península do Iucatã há mais de 66 milhões de anos atrás) e provocado uma cratera de mais de 180Km – com este último libertando uma energia de 96 teratoneladas de TNT (96.000 milhões de toneladas). Na controvérsia sobre a existência ou não do grande Evento da Extinção dos Dinossauros no final do período Cretáceo da era Mesozoica (há mais de 60 milhões de anos), com este asteroide a poder ter sido o responsável por tal extinção maciça (e total) da espécie que à altura dominava o planeta Terra – atualmente com essa espécie dominante a ter sido substituída pelo Homem, correndo este ainda hoje os mesmos riscos e perigos vindos do exterior (provocados por cometas, asteroides e meteoros) e que há milhões de anos atrás motivaram o desaparecimento destes enormes animais (que alguns apontam para 300 milhões de anos no passado). Num evento que poderá ter tido repercussões muito mais gravosas do que as registadas no Golfo Pérsico (que aponta para 60 milhões de anos no passado) e sendo mais associado a um Dilúvio e que na Península do Iucatã (que poderá ao contrário do que se pensa apontar não para 60 milhões no passado mas para 300 milhões) terá sido um Evento eventualmente Global e associado a uma Extinção. Apesar de Stan Deyo atribuir a este último uma potência 15X menor (contradições ou talvez não) – um podendo ter impactado ter impactado na água (líquido), outro no solo (sólido).

 

No caso do asteroide que terá atingido o nosso planeta há mais de 60 milhões de anos e que terá levado ao fim da Civilização da Atlântida, com o mesmo nos instantes derradeiros da sua trajetória e ao impactar com a Terra (criando a tal cratera de 400Km de diâmetro) a atingir o ocidente do que é hoje a Índia (de que a cratera de Cuddapah será um testemunho), provocando um enorme Tsunami que terá varrido toda essa região do sul da Ásia e do Golfo Pérsico, submergindo tudo à sua passagem e provocando o afundamento de toda essa zona até mais de 100 metros de profundidade: fazendo desaparecer a Atlântida debaixo de um grande Dilúvio, associado ao impacto de um grande asteroide, a grandes sismos e erupções, a condições climáticas extremas e ainda a um Tsunami. Numa região do Globo Terrestre onde no passado e através do mar Mediterrâneo o oceano Atlântico encontraria o oceano Pacífico, atravessando regiões então submersas agora mais elevadas e onde hoje se localizam países como o Iraque e a Síria.

 

E para quem quer ainda ser o protagonista da descoberta do local onde se situaria a Atlântida (não concordando por exemplo com o Golfo Pérsico) ou então do local da cratera provocada pelo corpo celeste responsável pela extinção dos Dinossauros (não concordando por exemplo com a Península de Iucatã), nada melhor do que procurar as maiores crateras de impacto na Terra e o ano mais previsível para a sua criação: com a cratera de Vredefort na África do Sul a ter 300Km de diâmetro e mais de 2000 milhões de anos (sendo a mais antiga descoberta em toda a Terra), seguida da cratera de Sudbury no Canadá com 250Km de diâmetro e datando de há 1850 milhões de anos e finalmente com a cratera de Chicxulub (a tal do Iucatã) com cerca de 180Km de diâmetro e pouco mais de 60 milhões de anos. Sem dúvida das mais significativas, mais antigas, maiores e mais poderosas crateras, sendo essa a de Vredefort (até pela sua semelhança à cratera imaginada pelo impacto do asteroide de Stan Deyo).

 

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Civilizações Pré-Históricas que como esta poderão (num passado bastante remoto) ter preenchido alguns territórios dos continentes (ou ilhas) dessa época (da História da Vida na Terra) e que como a da eventual Civilização Atlante terá um dia desaparecido talvez na região do golfo Pérsico (onde se localizam atualmente os Estados Árabes do Golfo). E que segundo Jeffrey Rose (arqueólogo e explorador norte-americano especialista na história da Península Arábica, dos primeiros humanos aí presentes, das suas potenciais civilizações e das suas posteriores migrações) poderá ter sido mesmo uma realidade:

 

“The emerging picture of prehistoric Arabia suggests that early modern humans were able to survive periodic hyperarid oscillations by contracting into environmental refugia around the coastal margins of the peninsula. This paper reviews new paleoenvironmental, archaeological, and genetic evidence from the Arabian Peninsula and southern Iran to explore the possibility of a demographic Refugium dubbed the “Gulf Oasis,” which is posited to have been a vitally significant zone for populations residing in southwest Asia during the Late Pleistocene and Early Holocene. These data are used to assess the role of this large oasis, which, before being submerged beneath the waters of the Indian Ocean, was well watered by the Tigris, Euphrates, Karun, and Wadi Batin rivers as well as subterranean aquifers flowing beneath the Arabian subcontinent. Inverse to the amount of annual precipitation falling across the interior, reduced sea levels periodically exposed large portions of the Arabo-Persian Gulf, equal at times to the size of Great Britain. Therefore, when the hinterlands were desiccated, populations could have contracted into the Gulf Oasis to exploit its freshwater springs and rivers. This dynamic relationship between environmental amelioration/desiccation and marine transgression/regression is thought to have driven demographic exchange into and out of this zone over the course of the Late Pleistocene and Early Holocene, as well as having played an important role in shaping the cultural evolution of local human populations during that interval.” (New Light on Human Prehistory in the Arabo-Persian Gulf Oasis – Jeffrey Rose)

 

(texto e 1ªimagem/2ªimagem: a partir de informação retirada de ufosightingshotspot.blogspot.pt/ iStockphoto-Chad McDermott-sciencedaily.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:57

30
Dez 16

Apesar de todo o Espaço que nos compõe e rodeia

 

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Aleppo a 25 de Dezembro de 2016

Numa Sociedade destruída por adultos onde as Crianças poderão ser a única Esperança

(imagem: Khalil Ashawi/Reuters.com/rt.com)

 

Quando assistimos à assinatura do acordo triplo estabelecido entre a Rússia, o Irão e a Turquia no sentido de em colaboração com o regime governamental sírio e as forças rebeldes e de oposição chegarem a um acordo para pôr fim ao conflito instalado há já 5 anos na Síria, para além do que de bom ou de mau possa advir do acordo agora alcançado e que todos esperam vir a ser desenvolvido o mais rapidamente possível, a pergunta que toda a gente se coloca e que pelos vistos nunca parece ter resposta (pense cada um o que pensar sobre o assunto) será: mas afinal de contas qual é o verdadeiro papel da permanência dos USA nesta região?

 

Numa repetição tornada banal de muitos outros conflitos armados contando com a participação dos US, uma vez mais, face ao tempo decorrido e sabendo-o sem solução à vista, os norte-americanos saem de novo derrotados na sua estratégia de intervenção e no seu objetivo de manutenção da supremacia global: tal como na sua derrota na Guerra do Vietnam ainda no século passado (1959/1993) abandonando os seus aliados, entregando-os aos seus inimigos e iniciando também aí (danos colaterais) o engrandecimento da China.

 

Agora numa negativa e vergonhosa demonstração de força física e moral, já que depois de mais de 5 anos de Guerra Civil Síria sem nada acontecer senão mais morte e destruição e sabendo-se da forte intervenção dos US na região (armamento) contando com apoio turco (criando portas) e saudita (financeiro), se vêm numa posição ridícula e confrangedora de continuarem envolvidos num conflito onde já não são parte senão em certos guiões: como o poderá ser o da ONU mas que eles tanto desprezam.

 

Cessar-Fogo na Síria

A Melhor Notícia de NATAL

 

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Sem problemas de mostrar ao mundo a felicidade das crianças sírias

Mesmo com imagens oriundas de uma estação russa comandada por Putin

(Maria Finoshina/rt.com)

 

Já no século XX (e entre outras) com a Guerra do Afeganistão (iniciada em 2001), com a Guerra do Iraque (iniciada em 2003), com a Guerra na Líbia (iniciada em 2011) e com a Guerra contra o Estado Islâmico (iniciada em 2014) e envolvendo diretamente a Síria, todos vistos como exemplos de Vitória (dos US e seus aliados) e no entanto pelas suas consequências contínuas e persistentemente dramáticas (até para a aparentemente longínqua Europa) evidentemente registadas como clamorosas Derrotas (terríveis por também o serem morais).

 

E assim no final do ano de 2016 e a cerca de 3 semanas da saída de Obama e da entrada de Trump (respetivamente como ex-Presidente e Presidente dos USA – o que o 1º parece não ter ainda entendido muito bem), assistimos a mais um episódio deprimente de mais uma Administração Norte-Americana de saída e desrespeitosa (principalmente para aqueles que representam e votaram neles), tentando torpedear Trump e o seu futuro Governo (na sua ação face aos russos e a Putin) e no entanto esquecendo-se do seu fabuloso fracasso (talvez criminoso – afinal de contas Obama tal como Kissinger/associado a crimes de guerra no decurso da conflito no Vietnam, recebeu um Nobel da Paz) – o último e brutal na Síria.

 

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Finoshina has been covering the Syrian conflict visiting the war zone with the Syrian military.

 She has even interviewed militants from Islamic State.

(rt.com)

 

Ficando-se agora à espera da cerimónia de tomada de posse do novo Presidente dos USA (enquanto Obama se vai entretendo a expulsar russos enviando-os para junto de Putin) para confirmarmos se ao contrário do pretendido pelos Democratas e conforme afirmado por aquele que será Presidente a 20 de Janeiro – mas dito antes de ser eleito – a atitude perante a Rússia mudará, aceitando-os para o diálogo, para novas conversações e talvez para outro e renovado equilíbrio mundial. Mesmo com os Estados Unidos por cima mas reconhecendo outros eixos e o seu real poder (como a Rússia e a China). Até lá com águas revoltas de base aleatória (democrata) que tanto poderão dar em nada (umas expulsões de agentes) ou então em algo de mau (na morte do boneco).

 

E nunca se esqueçam que os Sírios são Gente como Nós.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:05

18
Dez 16

Nem sequer se dignando a realizar um ensaio sobre a (sua) cegueira

(além de mais criminosa por permitir a concretização do ato impunemente)

O Ocidente persiste na sua estratégia sem vergonha e/ou imbecil de tudo resolver Simplesmente arranjando um bode expiatório (o seu Judas).

O que não salvou Jesus levando-o apenas à cruz

Fornecendo o pretexto (a desculpa justificativa) para práticas idênticas.

(e mais doenças, mortes e guerras sem se poder apontar todos os culpados)

 

Primeiro é o fedor que chega e se entranha. Habituamo-nos facilmente a ele e tal como a mosca nunca mais a abandonamos (a Merda) – tornando-nos mesmo fiéis. Então um dia reparamos no odor mas até o que pensamos já não presta e cheira mal. Sinal de velhice e de decadência (desse ser humano tão jovem).

 

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Vítimas da recente Guerra na Síria consequência lógica da velha guerra no Iraque

Em mais uma Guerra entre dois (EUA e RÚSSIA)

Utilizando um terceiro (SÍRIA)

E com todos os outros a ver (ONU)

 

Reports of mass killings, which could not be independently confirmed, reinforced fears of atrocities in the final hours of the battle for the city. UN Secretary-General Ban Ki-moon told the emergency meeting he had received “credible reports” of civilians killed by intense bombing and summary executions by pro-government forces.

(news.com.au)

 

Como se nada se passasse logo ali ao lado (no IRAQUE) no mínimo há um quarto de século (tomando como referência a Guerra do Golfo iniciada em 1990) e na sequência de relatórios sucessivos de assassinatos de civis (em ALEPPO) na sequência da Guerra Civil SÍRIA (iniciada com protestos populares em 2011),

 

A ONU vem mais uma vez revelar a sua face hipócrita e imoral invariavelmente assumida em cada uma das suas pretensas intervenções, ao mostrar-se mais uma vez uma força de intervenção operacional incompreensível e sistematicamente inativa em momentos fundamentais (de mudança) e apenas respondendo de uma forma alienada da realidade (pensando que num conflito se ouve o mais forte e se avisa o mais fraco) seguindo processos considerados pela restante comunidade despropositados e aleatórios:

 

Mas como um aluno bem comportado e seguindo as ordens do chefe, mantendo o seu estatuto e devida remuneração.

 

According to alarming reports from a doctor in the city, many children, possibly more than 100, unaccompanied or separated from their families, are trapped in a building, under heavy attack in east Aleppo. We are unable to confirm location as we don’t want to expose the children to more danger…and… deeply concerned by unverified reports of extra judicial killings of civilians including children and reminds all parties of their responsibilities under international law. Syrian regime and its allies entered homes and shot dozens of civilians dead during its offensive in eastern Aleppo on Monday.

(aa.com.tr

 

Ou seja num conflito onde existem no mínimo duas partes, a ONU decidiu optar pelo modelo norte-americano de solução do problema (onde existe apenas um lado, o deles), ouvindo sempre a opinião de uma das partes (a mais forte) e comunicando à outra (a mais fraca) a opinião destes (curiosamente a opinião também dela):

 

Transportando atrás de si toda a parafernália ideológica de qualquer estado que gostasse mesmo que inconscientemente de ser tratado como totalitário, mas que (aqui) disfarçado debaixo de máscaras já por elas distorcidas e enganadoras, se atreve mesmo assim a revelar-se vestindo-se e exibindo-se como um verdadeiro mercenário (que é).

 

Impunemente.

 

Syrian regime forces have allegedly committed public mass executions, sexual assault and burned bodies in the streets of east Aleppo, as they swept through the last rebel holdouts. The troops and allied militiamen have killed at least 80 people, burning alive four women and nine children, local pro-rebel media outlet Aleppo24 reported on Tuesday. Aleppo is the new Srebrenica of our time, blood is on the hands of everyone who watched and did nothing.

(alaraby.co.uk)

 

Falando-se sempre no depois (Síria/Aleppo) mas nunca no que antes se poderia ter evitado (Iraque/Mossul).

 

Mesmo deixando de lado os brutais contingentes das mais variadas vítimas materiais e sobretudo (esmagadoramente) humanas que estes conflitos causaram (e continuam a causar), porque não entender que num conflito existem sempre (no mínimo) duas partes e que o mais certo é nenhuma delas ter razão (a razão não é um valor absoluto):

 

Tomar parte por uma das partes é ignorar todas as outras partes incluindo a nossa própria parte (no fundo tratando-se de uma traição por simples conivência).

 

UN Security Council will hold an emergency meeting on Tuesday to urgently address the crisis in Aleppo following reports that Syrian forces executed dozens of civilians in the city. France and Britain requested the meeting as the battle for Syria's second city neared the end, in a turning point for the six-year war. We have credible reports of brutal murders of families, summary executions, including women and children, houses put on fire with people trapped inside, continuing targeting of hospitals and medical staff, and the list goes on and on. What a tragic day for Aleppo.

(yahoo.com)

 

Pelo que títulos que nos chegam ao Ocidente contado por intermediários ocidentais sobre Aleppo, em nada diferem dos títulos que vão chegando ao Oriente contado por intermediários orientais sobre Mossul:

 

Além de manipulativos e criminosos (por tentarem perpetuar o estado de guerra) não levam a nada (sem ser mais morte e destruição).

 

E no dia em que quiserem resolver o problema, terão que os ter todos no palco, cada um na sua respetiva cadeira.

 

[O que nos aguça ainda mais a expetativa sobre a resolução deste conflito (entre muitos outros ativos na região do Médio Oriente) para o ano que aí vem, agora que o português António Guterres assumirá a partir de 1 de Janeiro de 2017 o cargo de Secretário-Geral da ONU: aí se verá a sua força, os seus aliados e sobretudo a sua experiência para exercer o cargo de uma forma mais consentânea com o estado do mundo e com todas as forças em presença (representando os mais de 7 biliões de habitantes deste planeta). Tendo um passado portador de esperança (na sua luta em favor dos refugiados) mas como todo o homem (se não for verdadeiramente apoiado limitando-se tudo a retórica) tornando-se sempre hierarquicamente (ou seja financeiramente) dependente: e quem paga (pelo menos estes assim o afirmam) são os norte-americanos.]

 

(textos/itálico: excertos de notícias – imagem: militanciaviva.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:06

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