Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

29
Mar 21

“Mais apoios sociais para trabalhadores independentes, gerentes, pais em teletrabalho e profissionais de saúde. Marcelo promulga medidas que Governo considerou "inconstitucionais." (Madremedia/28.03.2021/24.sapo.pt)

 

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Marcelo promulga medidas de apoio social urgentes e lembra que Governo pode recorrer ao TC (mas não tem maioria absoluta).

(29.03.2021/ZAP/aeiou.pt)

 

Conhecendo-se a fragilidade deste Governo de António Costa (minoritário na Assembleia da República) e ─ sabendo-o na sua mão ─ o poder crescente do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa (justificando-se, podendo a qualquer momento demitir o Governo),

 

Eis que depois de alguns avisos anteriores deste último (sugestões/conselhos de Marcelo, nem todos sendo respeitadas por Costa) “engolidos, mas não digeridos” pelo primeiro (como é o caso da Educação tendo-se iniciado já o regresso às escolas, quando o presidente sugeriu fazê-lo ─ lembrando o sucedido no Natal ─ mas só depois da quadra festiva da Páscoa),

 

Marcelo o Presidente resolve final e claramente (para todos os que queiram ver) pôr “os pontos nos Is” comunicando e colocando por escrito “o que ele acha sobre a situação, o que falta fazer e o que deve ser ainda adicionado”:

 

Para que ninguém nem sequer Costa o 1º Ministro diga “desconhecer os seus pensamentos” (de Marcelo), se necessário e assim a situação o exija demitindo o Governo.

 

Voltando à carga com as suas medidas (anteriormente não tendo passado na AR) e insistindo nelas mais uma vez (de novo na AR após Marcelo o ter promulgado), até para ver qual será agora a reação de Costa, cada vez mais isolado (mesmo no seu partido) e podendo até perder o apoio (tácito, estratégico, preparativo) de Marcelo:

 

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Índice médio de transmissibilidade R(t) subiu ligeiramente, mas continua abaixo de 1 (nível considerado seguro).

(29.03.2021/lifestyle.sapo.pt)

 

Com Costa não obedecendo a Marcelo podendo começar a ver a “luz ao fim do túnel”, indicando-lhe a curto-prazo o fim do seu trajeto a porta de saída ─ e abrindo essa porta às suas ideias, à sua ideologia e no fim ao seu partido.

 

Ainda-por-cima (“um presente envenenado” para Costa) introduzindo medida extras que à primeira vista ninguém contestará, sendo estas urgentes, de apoio e de solidariedade tanto individual (ajudando o cidadão) como coletiva (ajudando as empresas):

 

Costa a não ter argumentos contra, senão “falar no dinheiro gasto” ─ invocando um aumento orçamental impossível e ilegal de assumir ─ quando noutras situações o dinheiro parece não faltar “caindo na bolsa de alguns como enormes gotas-de-chuva numa tempestade”. Sendo essas medidas (c/ Marcelo a favor e c/ Costa contra) de novo mandadas pelo Presidente à AR (a ver se agora são aprovadas e passam).

 

Um aumento dos apoios sociais aos trabalhadores e empresas (incluindo trabalhadores independentes/empresários), um aumento do apoio a pais em teletrabalho (tendo de trabalhar e ao mesmo tempo no mesmo local e por períodos, “dividir-se” de modo a cuidar dos filhos) e medidas excecionais tendo em conta o esforço dos profissionais de Saúde (tão sacrificados, tão elogiados, tão abandonados).

 

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Covid-19 rouba emprego a 104 mil pessoas no último ano. Desemprego cresceu mais de 30% face a janeiro do ano passado. Confinamento do início do ano com mais impacto do que o de março de 2020.

(23.02.2021/R. Oliveira e A. Ribeiro/cmjornal.pt)

 

Pelo que a partir de hoje e depois de muito “baralhadas” (bem ou mal, com batota ou não) as cartas (deles os predadores), “estas estão definitivamente lançadas na mesa” esperando-se (nós, as presas) pelos próximos episódios:

 

De um lado puxando Marcelo, do outro puxando Costa e connosco ainda-por-cima sendo obrigados a pagar bilhete, para ver este espetáculo (miserável de manutenção ou de sucessão).

 

E então questionando-nos estando os nossos Chefes tão ocupados, “se sobra algo para dizerem e nos salvarem desta Pandemia?

 

Em riscos de cairmos no abismo económico, não nos matando o “bicho” pela doença, matando-nos o “sistema” (que escolhemos/votamos/entregamos) ─ estagnado, mas beneficiando em milhões uma minoria (retirando-nos “o pão & a água”, “o emprego & a saúde”) ─ pela fome.

 

“Os três diplomas do parlamento - todos com origem em apreciações parlamentares de decretos do Governo - foram aprovados em 3 de março, com o PS a votar isolado contra o dos apoios sociais e o da saúde e a abster-se no das famílias (juntamente com Iniciativa Liberal, neste diploma).” (Madremedia/28.03.2021/24.sapo.pt)

 

(imagens: José Sousa Goulão/LUSA/expresso.pt ─ sns.gov.pt ─ uk.finance.yahoo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:26

07
Mar 21

“Premature unrealistic

COVID-19 will end soon.”

(WHO/wset.com)

 

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Óbitos no Algarve em 2021

 

E perante o desespero instalado (na cabeça da maioria dos portugueses) afetando ora a área da Saúde ora a área da Economia (duas áreas onde os lobbies abundam) ─ para já não falar do bárbaro ocupando a pasta da Educação (sempre ansioso por se abrir, mas só e sempre para alguns) ─ andando-se constantemente à boleia, para a frente e para trás, alienados de tudo e de todos e no salve-se quem puder ─ e só a meio por insistente pressão da Entidade (o presidente) com os seus súbditos planificando (o governo) ─ o mais que garantido espanto por parte dos patrões e dos trabalhadores ligados à Indústria Hoteleira do Algarve (prostrada ou já colapsada) ao saberem aproveitando uma linha de fuga oriunda do Covidário Governamental (depois de horas e horas de profunda reflexão e planificação) que trabalho, só lá para o mês de maio. Devendo-se questionar estas Altas Entidades (tão bem alimentadas, física como pelos vistos ─ deixando-os falar e calando ─ mentalmente) de forma a explicarem-nos como sobreviveremos ainda mais dois meses, sem nada que fazer e de mãos a abanar. O problema a ser não termos Governo e muito menos um plano (pretensamente a ser criado/parido/inserido nuns extraordinários 15 dias).

 

[Num fim-de-semana em que entre muitos anúncios (de desconfinamento público-privado), diversas promoções (dadas eventuais aberturas) e levado pelo mercado (o que faz funcionar a economia), o povo começa já a sair à rua (tentando de uma forma ou de outra libertar-se), batendo recordes de confinamento (60% na rua, esta sexta-feira 5 de março) como se já estivéssemos a desconfinar (quando o mesmo período se iniciará o mais cedo a 17 de março, depois da apresentação do plano a 11 desse mesmo mês).]

 

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:56

06
Mar 21

[Apostas Mútuas Desportivas”:Num caso podendo-se morrer da doença (1) e no outro podendo-se morrer de fome (2). Mas já agora onde estará o outro símbolo disponível (X)?]

 

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No 1º dia de venda pública de testes rápidos Covid-19 na Alemanha,

com os mesmos a esgotarem-se em poucas horas.

E se fossem vacinas?

Acontecendo o mesmo, tal como se passa atualmente com os Estados,

esgotadas as vacinas não as tendo.

 

Com os números da saúde a continuarem nitidamente em descida e com os outros números (cada dia que passa indicando estarmos mais próximos do colapso socioeconómico) revelando uma pressão económica a aumentar ─ tornada obsessiva e podendo passar rapidamente a explosiva ─ aumenta cada vez mais a distância (o fosso) entre estas duas áreas ─ Saúde e Economia ─ com a segunda inevitavelmente e de acordo com o processo em curso (levando à garantia da nossa sobrevivência) “a engolir” a primeira: podendo-se morrer da doença (se não formos eficazes no seu tratamento, na saúde), podendo-se morrer de fome (devido à doença e ao confinamento, destruindo empresas/empregos, na economia).

 

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Notando-se nalguns países (ultrapassado o pico máximo, em descida Covid-19)

um novo crescimento de infeções (depois de uma acentuada descida),

deixando os especialistas de sobreaviso (até por informação da WHO/OMS)

para o possível aparecimento de uma nova vaga:

daí o avanço e recuo nalguns deles.

 

E encontrando-nos neste momento e em Portugal (como noutros países do mundo, mais ou menos avançados na doença) entre dois caminhos alternativos (pelo menos o que nos é oferecido/servido) ─ “abrir (1) ou fechar (2) até com a hipótese Nem (X)na prática secundarizando uma das áreas de modo a tornar a outra a protagonista, suspeitando-se que a 17 de março e depois de apresentado “o plano” (mais de um ano depois do início desta tragédia, nada mau?) ─ ainda por cima pressionado por um dos mais fortes lobbies nacionais, o da Educação ─ as autoridades cedam e abram progressivamente as portas (antes da Páscoa), para mais uns 2 milhões: podendo estar-se novamente a convidar, alguém para entrar.

 

(dados: dgs.pt ─ imagens: 24.sapo.pt e Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:39

13
Fev 21

Entregue a produção das vacinas aos privados,

logicamente com a lei do mercado a prevalecer:

vacinas prioritariamente para quem pagar mais.

(e em vez de se revoltarem, c/ político a gritarem “paguem”)

 

Divulgados este sábado os últimos números da Pandemia Covid-19, registando-se na região do Algarve um total acumulado de 19.319 infetados (+295/hoje, cerca de 19% do total nacional/dia) e de 295 óbitos (+11/hoje, cerca de7% do total nacional/dia). Adicionalmente com o número de internados a nível nacional a indicar 4.850 doentes (-380 do que ontem), desses com 803 em UCI (-43 do que ontem). Com os diferentes parâmetros (e respetivos valores) a continuarem em descida.

 

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Com os números de infeções/óbitos e de internados/UCI a continuarem a encorajar-nos (renovando-nos a esperança) ─ e mantendo-se estes em nítida descida ─ abrindo-se a perspetiva de que mantendo as nossas cautelas, cumprindo as regras (de prevenção) ─ máscaras, mãos, distanciamento e efetuando-se as testagens e as vacinações necessárias (rapidamente e em massa), brevemente tudo se resolverá voltando-se ao (novo) normal e (gradualmente) ao desconfinamento geral.

 

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Colocando nas nossas mãos (da população em geral e não na dos políticos) a verdadeira resolução deste gravíssimo problema sanitário (uma Pandemia já perto dos 2,5 milhões de mortes globais), tendo simultaneamente e agregado ao mesmo (problema de saúde), enormes repercussões económicas: concluindo-se que não havendo alternativas, “não trabalhando não se comendo e não se comendo não se trabalhando”. Pelo que não se assumindo (a crise terrível que atravessamos) caindo-se no precipício.

 

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Em função de todas as informações, dados fornecidos e na melhor das hipóteses, com o desconfinamento a poder ocorrer depois da Páscoa (início do mês de abril) ─ nunca antes (só muito parcialmente) ─ abrindo-se progressivamente à economia, desbloqueando-se as fronteiras (aéreas/terrestres) e reiniciando-se (nas escolas) as aulas presenciais ─ para além do necessário reapetrechamento (em equipamento e em pessoas) das tão castigadas unidades de saúde (centros de saúde e hospitais).

 

Isto se os nossos governantes e políticos não se anteciparem e atirarem tudo pelo cano abaixo: com o Costa (e o Tiago) impaciente e Marcelo a afirmar (nas atuais condições), nem pensar.

 

(imagens: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:19

09
Fev 21

COVID-19 em 09.02.2021

(terça-feira)

Valores

(evolução face ao dia anterior)

Casos de Infeção/dia

2.583 (+78)

Óbitos/dia

203 (+7)

Nº Doentes Internados

6.070 (-274)

Nº Doentes em UCI

862 (-15)

 

Esta terça-feira 9 de fevereiro com a Organização Mundial de Saúde a (WHO) a confirmar a não presença do vírus em Wuhan antes de dezembro de 2019 (disseminando o vírus e originando a pandemia) ─ não diabolizando um pouco mais os chineses (animais racionais como nós) ─ indicando simultaneamente não se ter identificado ainda o (possível) animal transmissor do vírus SARS CoV-2 provocando este surto de Covid-19 ─ livrando para já alguns animais (irracionais como o Pangolim e o Morcego) da sua perseguição e morte.

 

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Então em regime presencial

─ 18 de novembro do ano passado

hoje em videoconferência

(aparentando maior abertura)

 

No dia em que decorre mais uma reunião no INFARMED ─ “autoridade nacional autónoma tendo por missão regular e supervisionar os setores dos medicamentos e produtos de saúde” (wikipedia.org) ─ tendo como protagonista o vírus SARS CoV-2 (curiosamente apenas com a presença dos especialistas e com os políticos a assistirem por videoconferência), a informação agora divulgada de que o pico de infeções terá sido atingido a 29 de janeiro: uma notícia há muito esperada e excelente ─ para o nosso país já num estado social e económico calamitoso ─ fazendo renascer em todos nós e de novo a esperança (o nosso último apoio a  morrer) de um regresso à normalidade (o mais possível próxima da de 2019), mas que por outro lado nos provoca um imenso “arrepio na espinha” ao vermos os abutres (oriundos do público como do privado) a contorcerem-se freneticamente tentando desde já aproveitar em seu benefício e unilateralmente, a informação (infelizmente apenas parte dela) então disponibilizada. E apesar dos novos avisos dos nossos especialistas (na essência aparentemente escutados, mas parcial e estrategicamente ignorados) como o foi anteriormente (não aceite pelas autoridades responsáveis) o do encerramento imediato das escolas (nem se devendo ter iniciado o 2º período) ─ sendo a interrupção sucessivamente adiada e contribuindo diretamente para o alastrar da epidemia ─ temendo-se que face à possibilidade de nos abrirmos de novo (uma das três vias principais de transmissão do vírus) alguns (até para ainda poderem salvar a sua face) o façam apressadamente, antes do tempo: como será o caso da Educação, mal possa (quando nunca deveria iniciar as aulas presenciais antes do 3º período), criando de novo ajuntamentos e reabrindo as portas de contágio e as vias de transmissão deste vírus mortal (sendo as três principais as vias Famílias/Lares, Famílias/Empresas e Famílias/Escolas). Assim como o da Saúde (criticável em muitos aspetos como, abandonando os especialistas e apoiando os políticos) com os seus responsáveis mesmo vendo a situação explosiva que aí vinha ─ dando sinais desde o fim do Verão (oscilações visíveis e preocupantes, nos valores infeções/óbitos) ─ para além da total subserviência à Economia (por irracional/inadequada dado o ponto de todo este processo), a não se prevenirem com recursos (materiais/humanos), a deixarem os hospitais explodirem e a permitirem (já sem alternativas deixando-se levar) o caos gerir-se a si próprio.

 

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Origem do coronavírus

não estará nos morcegos

ou num acidente de laboratório

(sol.sapo.pt/09.02.2021)

 

Mas graças à contribuição voluntária e não remunerada (isto sim sendo solidariedade efetiva, não apenas palavras de circunstância) do cidadão comum ─ tão atacado e humilhado, sendo responsabilizado pelos números (COVID-19) do Natal e do Ano Novo (desmentido por muitos especialistas, vindo por inação/indecisão o problema mais de trás) e no entanto pelo duro combate travado sendo um herói (aí se encontrando muitos dos infetados/mortos) ─ com os números finalmente a regredirem apesar dos parasitas lá em cima (indevida e imoralmente) ainda instalados (vejam só todas as histórias, já em torno da vacina). Pelo que abrir as portas antes do tempo, face a toda a informação no presente disponível (dado estar a vida de milhões de portugueses em causa) ainda-por-cima ignorando (de novo) todos os ouvidos e conselhos especializados (politicamente), deveria ser evidentemente condenado, julgado e penalizado. Questionando-nos no dia de hoje encerrada mais esta reunião de 9 de fevereiro tendo como tema a Evolução da Pandemia (no INFARMED) ─ sabendo-se que felizmente os políticos assistiram à mesma à distância, deixando os especialistas falarem livremente, não se intrometendo e aconselhando-lhes o silêncio ─ sobre o que “acontecerá depois”, deglutidos os especialistas (e filtradas as conclusões) entrando em ação os políticos: só podendo ser sustidos (neste sobe/desce insustentável) pelo vírus (morrendo-se) ou por nós (sobrevivendo-se).

 

Provas?

(perante o imperturbável Henrique Barros ─ corresponsável pelos últimos episódios desta pandemia, como o do encerramento das escolas ─ até pelo que antes disse, sugeriu e levou a concretizar e para nosso prejuízo, o epidemiologista do regime)

 

Ministra da Saúde reduziu decisão de Manuel Carmo Gomes (de deixar de participar nas sessões de especialistas conhecidas por reuniões do INFARMED) a “uma questão de agenda” (do epidemiologista crítico do governo) e garantiu que encara propostas alternativas como “formas de progredir”. Epidemiologista pôs em causa a resposta “gradualista” do Governo à pandemia de Covid-19 durante a reunião no INFARMED.” (jornaleconomico.sapo.pt/09.02.2021)

 

(imagens: António Pedro Santos/sicnoticias.pt/18.11.2020 ─ AFP/sol.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:22

02
Fev 21

[Dá-me a minha vacina, já!]

 

Uns dados sobre as vacinas contra a Covid-19 já aprovadas e em circulação, aqui deixados para neste novo confinamento, pensarmos (pelo menos nos intervalos que eles nos dão) um pouco mais (no que estamos metidos).

 

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Pouco mais de um ano passado sobre o aparecimento do vírus SARS CoV-2 (o bicho microscópico que paralisou o Mundo) e da Pandemia de Covid-19 (a doença provocada pelo bicho) ─ nos finais do ano de 2019, eclodindo violentamente na Europa em 2020 ─ eis que o mercado (global) nos oferece (para já) 11 vacinas (aprovadas) estando ainda outras 79 em preparação (20 já na fase 3, ou seja, perto da aprovação e do mercado).

 

Utilizando cada uma delas no seu fabrico e aplicação diferentes tecnologias, todas podendo provocar reações secundárias (em princípio não mortais ─ apesar dos poucos ensaios realizados ─ mas por vezes tendo de proteger certos grupos etários ou possuidores de outras doenças graves) e ainda com algumas a serem promovidas comercialmente (no ocidente as ocidentais) enquanto outras não (as oriundas do oriente).

 

Entre elas (onze vacinas já aprovadas) estando ─ entre as aprovadas em mais países ─ a vacina PFIZER (EUA/Alemanha) aprovada em 55 países (c/ 8 ensaios realizados), a OXFORD/ASTRAZENECA (Grã-Bretanha) aprovada em 43 países (c/ 16 ensaios realizados), a MODERNA (EUA) aprovada em 37 países (c/ 5 ensaios realizados), a SPUTNIK V (Rússia) aprovada em 16 países, a   BBIBP-CORV (China) aprovada em 11 países (c/ 6 ensaios realizados).

 

Num momento da nossa história em que assistimos ao “Eixo Económico-Financeiro do Mundo” a deslocar-se para oriente, com o centro a deslocar-se de Washington para Pequim. Sendo o impacto do vírus apenas mais um sinal.

 

Para além da COVISHIELD (Índia) aprovada em 8 países, da CORONAVAC (China) aprovada em 5, da INACTIVATED (China) aprovada em 2 e ainda da EPIVACCORONA, da AD5-NCOV e da COVAXIN. Ou seja, 6 países presentes na produção de vacinas ─ EUA (2 vacinas), Alemanha (1), Grã-Bretanha (1), Rússia (2), China (4), Índia (2) ─ com o Ocidente a apresentar 3 vacinas (27%) e o Oriente 8 (73%).

 

No entanto com o Ocidente a ter uns 135 países a aprovarem a vacina e o Oriente apenas uns 45 (3 X menos) a aprovarem a mesma. E em função dos resultados/eficácia (divulgadas) das diferentes vacinas contra a Covid-19 (valores aproximados das 5 apresentando maior eficácia),  com a EPIVACCORONA (Rússia) a afirmar ter uma eficácia de 100%, a PFIZER (EUA/Alemanha) 95%, a MODERNA (EUA) 94%, a SPUTNIK V (Rússia) 91% e a OXFORD/ASTRAZENECA (GB) 70%.

 

Para no fim chegarmos mais uma vez à conclusão de estarmos nas mãos da iniciativa dita privada (no fundo subsidiada pelo estado) ou estatal, ou seja, mais uma vez subalternizando a nossa Saúde à poderosa e omnipresente/omnipotente Economia.

 

(imagem: internationalsos.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:13

29
Jan 21

Covid-19:

Variante do Reino Unido

(50% mais transmissível)

em “crescimento exponencial"

(alertas internacionais começaram a surgir em meados do mês de dezembro)

em Portugal.

(hoje já 35%/40% dos casos totais)

 

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E se ainda continuassem as escolas abertas?

 

Numa altura em que Portugal ainda hoje (29.01) é o 6º país da Europa em novos casos de contágio pelo vírus SARS CoV-2 e o 8º país europeu no número de vítimas mortais, a constatação face à evidente ultrapassagem da nossa capacidade hospitalar e à incapacidade oficial  e governamental de suster na sua origem o vírus (Escolas/Famílias/Empresas), de que só um “Milagre na Saúde” poderá de alguma forma combatê-lo, amortecer o seu embate e finalmente sustê-lo: colocando-nos de corpo e alma ao lado de todos os profissionais da saúde e de muitos outros colaboradores fundamentais como os bombeiros e a polícia, esperando que a restante população o faça igual e solidariamente, ajudando direta ou indiretamente, na direção da resolução deste gravíssimo problema (não só de Saúde, mas como consequência Económico) coletivo.

 

Só nos questionando se “mesmo vencendo o vírus” ─ podendo ser tarde, podendo ser crónico ─ alguma vez recuperaremos  a “nível económico e profissional”. No Algarve podendo ser um desastre (este ano, o segundo fechado), prolongando-se, antecipando a catástrofe (sendo o turismo na região algarvia, assumido como uma monocultura).

 

(texto inicial: a partir de 24.sapo.pt/29.01.2021 ─ imagem: tek.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:48

26
Dez 20

Globalmente com mais de 80 milhões de infetados e a caminho dos 1,8 milhões de mortos e a nível de vítimas mortais com os EUA a liderarem no Hemisfério Norte (mais de 338 mil de óbitos) e o Brasil a liderar no Hemisfério Sul (mais de 190 mil de óbitos).

 

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Coronavírus (Covid-19) em Portugal

1ª/2ª Vaga

 

Pensando que ainda há meio ano (durante a 1ª Vaga) Portugal e o Mundo tremiam de medo e de terror face ao nº de infetados pelo coronavírus e pelo nº de vítimas mortais associados ao covid-19 ─ com o nº máximo de vítimas mortais diárias em Portugal a atingir os 37 ─ convenhamos que perto do final deste ano de 2020 (O Ano da Pandemia) com os números de infeções/óbitos clara e inequivocamente a dispararem (chegada da 2ª Vaga), parecemos mesmo estarmos já a percorrer os tempos da Nova Normalidade: esmagado o Trabalho e a Economia, nem se pestanejando face  à brutalidade dos números oriundos do Desemprego e da Saúde (inevitavelmente secundarizada) ─ em Portugal com o número máximo de vítimas mortais a atingir os 97 (mais de 2,5X).  Em Portugal a 26 de dezembro de 2020 com o número de infetados a ser de 391.782, o número de vítimas mortais de 6.478 e o número de recuperados de 315.126 (504 indivíduos em cuidados intensivos); e em número de vítimas mortais a ser o 38º país no mundo (17º Europeu).

 

Nas mãos de grandes corporações multinacionais controlando o Mundo Económico-Financeiro e o acesso à Sociedade e ao Mundo do Trabalho e no cumprimento de um modelo há muito estagnado e em modo concentracionário, regressivo e implosivo, de modo a atingirmos de novo o estatuto (de novo escravo/cobaia) faltando apenas estregarmos o nosso certificado de Saúde.

 

(imagem: worldometers.info)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:40

04
Mai 20

Na rota do SARS-CoV-2 (em Portugal ainda esta segunda-feira registando-se mais 20 Vítimas Mortais/VM e 143 indivíduos em estado grave/crítico, totalizando 1.063 VM numa taxa de mortalidade/provisória de 4,2%) e entrados numa 2ª fase ─ não descurando a Saúde (mantendo-nos cautelosos), mas regressando à Economia (tentando ressuscita-la) ─ neste dia 4 de maio de 2020 pelo menos no que diz respeito à cidade de Albufeira, notando-se já um ligeiro retorno das pessoas à rua mas (naturalmente e ainda bem) ainda com alguma precaução:

 

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Devido ao extenso período de “fechados em casa” e até pelo bom tempo que se faz sentir na região do Algarve ─ com mais pessoas fora de casa, com mais algum comércio ─ aberto e até com um ou outro restaurante (pelo menos vi um junto à Autarquia) já aberto ─ fazendo desde já alguns de nós acreditar que apesar da “monocultura turística” em que assenta a “salvação” desta região (colocando no presente e inevitavelmente muita gente no desemprego), algo se poderá ainda fazer para que à “Crise sanitária” não se siga uma ainda maior a “Crise Económica”.

 

E se com a crise (de Saúde) devido à Pandemia Covid-19 o grupo etário mais atingido incidiu sobretudo sobre os mais idosos ─ 87,4% das 1.063 VM tendo 70 anos de idade ou mais ─ já no que diz respeito à Economia e à tentativa de a retomar, se “o trabalho de casa não estiver bem feito” (pelo Governo, pelos Bancos, pelas Empresas, por todos nós) podendo-se assistir a um agravamento da mesma (crise económica como social) onde agora o grupo etário mais atingido poderá ser (certamente) o mais jovem (pela elevada taxa de desemprego e alegada falta de experiência).

 

Nesta fase de “Não Confinamento” tendo-se de prestar muita atenção a alguns fatores diferenciadores (nas atitudes e comportamentos a tomar), não se podendo esquecer as características socioeconómicas de Portugal e de cada uma das suas regiões:

 

Em infetados com o Norte (59%) não sendo igual ao Centro (14%), nem sequer a Lisboa (24%) e ao Sul & Ilhas (3%), como se constata pelo número de Vítimas Mortais (VM) liderados pelo Norte, com mais de metade das mesmas, cerca de 57%  ─ não sendo por acaso uma zona de população mais concentrada, de pequenos negócios e propriedades espalhados um pouco por todo o lado, de indústria e ainda por cima polvilhada por inúmeros lares uns legais outros ilegais.

 

E se a Norte as precauções devem ser reforçadas, já a Sul e no que diz respeito ao Turismo, esperando-se que com o decorrer do tempo a situação melhore e que para além dos portugueses, regressem não só os espanhóis como os ingleses (os maiores contingentes visitando a região):

 

Tudo dependendo da ação do Governo ─ “tão bom aluno Covid-19 tem sido” batendo por KO os seus concorrentes turísticos do sul da Europa, como a Espanha, a França e a Itália ─ e da iniciativa dos empresários (nacionais como estrangeiros) e das autoridades políticas (autarquias, entre outras) da região.

 

Hoje tendo sido o 1ª dia do nosso regresso (a uma nova Vida) com o Verão a iniciar-se a 20 de junho (daqui a cerca de 46 dias).

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:20

09
Abr 20

[Passatempo, Problema & Retrato (com Pisca-Pisca) do nosso “Portugal dos Pequeninos”.]

 

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Entre tantos outros casos como o da Educação − para já não falar da tragédia impossível de esconder por demasiado visível no campo da Saúde (não se podendo não existindo alternativa fechar os Hospitais) − com avós, pais, filhos e netos ainda com o “credo na boca”, esperando ansiosamente pela posição do nosso 1º Ministro decidindo hoje (amanhã 10 de abril, sendo feriado) em conjunto com o seu governo (e sob pressão extrema dos “Mercenários da Educação” − pensem um pouquinho, pelo menos uma vez e em nome dos vossos filhos, não se deixando levar pelos que se dizem os representantes da Saúde e da Educação), se continuará ou não com as escolas fechadas ou se as abrirá o mais rapidamente possível (e com alguns dos muitos portugueses sendo tal inacessível online, nas filas da SS a tentarem − terminadas as férias da Páscoa − recandidatar-se aos 66%): os mesmos conselheiros que semanas atrás queriam forçar de todas as formas possíveis e imaginárias a continuação do (seu) status quo (não prejudicando os seus negócios paralelos), mesmo sabendo-se já o que se estava a passar em Itália. E se Costa não se tivesse assustado e Marcelo não tivesse dito “Não”, como estaríamos todos nós agora? Estando ainda Portugal como está não graças aos nossos políticos miseráveis (de todos os quadrantes) − no presente já não existindo ideologias, apenas oportunistas – mas graças ao nosso Povo (seja ele um médico ou um camionista) colocando-se na linha da frente da batalha fazendo com que nós todos não nos afundemos de vez. E até se ficando a saber (espanto) que Portugal será auto suficiente (o que os pequenos terão lutado e sofrido para se manterem vivos) ao contrário do sempre afirmado pelos nossos sucessivos governantes (de modo a proteger as grandes áreas comerciais) no ramo alimentar!

 

Passatempo

 

Num grupo de 1.000 alunos de uma escola de um determinado país (A), competindo com um grupo de 1.000 alunos de um outro determinado país (B) − num momento como o que vivemos atualmente com os alunos a disporem nessa altura de duas salas uma mais pequena e outra um pouco maior, para a concretização da prova não presencial mas à distância − o professor de Matemática que os iria sujeitar a um mesmo exame para ver quais dos 2.000 alunos merecia transitar de nível, decidiu (sem os poder avisar antecipadamente) até para ver o que o esperava para a partir daí se prevenir para o que daí sairia (sendo uma espécie de teste preparatório para o verdadeiro exame que se seguiria), fazer uma primeira sondagem entre todos os alunos a classificar, escolhendo até por motivo de insuficiência de testes uma amostra de 600 alunos: mas dispondo de momento de duas salas (uma em cada escola, do seu respetivo país) comportando um número diferente de alunos uns oriundos de uma escola e os outros da outra, optando por escolher uma amostra de 400 alunos da escola A (a tendo a maior sala) e uma outra amostra de 200 alunos da escola B  (a tendo a menor sala). E a partir dessa amostra proposta para este teste (apenas) diagnóstico, obtendo como resultado e para a Escola A 50 testes negativos e para a escola B outros tantos, ou seja, outros 50: significando para este teste diagnóstico sujeitando-se à amostra então disponibilizada, num total de 600 alunos − não ao Universo de 2.000 alunos – que a escola A alcançara uma taxa de insucesso de 12,5% (50 em 400 e com 600 por diagnosticar) e que a escola B alcançara um insucesso de 25,0% (50 em 200 e com 800 por diagnosticar). E como “especialista” Matemático deduzindo desde logo (mesmo antes do exame) que os alunos da escola A com a sua taxa de sucesso nos 87,5% seria melhor que os da escola B com a sua taxa de sucesso apenas nos 75,0%.

 

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Questão

 

Deixando aqui a pergunta se a conclusão do “especialista” matemático seria mesmo a correta tal a evidência dos números − 87,5% (A) contra 75,0% (B) – até porque o mesmo acontece no cálculo da taxa de mortalidade associado ao coronavírus Covid-19. E para ajudar lembrando que uma Amostra não será por definição a mesma coisa que um Universo e que as mesmas taxas (de insucesso/sucesso como de mortalidade) além de variarem com o espaço (onde ocorrem) também variam evidentemente no tempo (como no caso do coronavírus ainda em curso). Feito os seus cálculos escolhendo a opção considerada a correta:

 

Opção

Do matemático a partir da amostra

X

I

A opção do Matemático estava correta sendo a escola A, a melhor

 

II

A opção do Matemático estava errada sendo a escola B, a melhor

 

III

Tanto a opção pela escola A como a opção pela escola B, podendo ser (uma delas) a correta

 

 

Certamente que com muitos a chegarem à conclusão (ou não) de que por vezes não se podendo confiar muito num especialista, ainda-por-cima quado olhando para todos os lados todos o são, menos nós. Para pena e desgraça dos verdadeiros especialistas entre eles os verdadeiros Matemáticos, tendo mais que fazer do que aparecer na TV (e nem sequer sendo convocados) e recordando o dia em que no meu país (Portugal), de um dia para o outro um grupo extremamente carenciado como era o de Matemática (com uma falta gritante de professores de matemática, todos fugindo dela como “o Diabo da Cruz”) se tornou repentinamente ultra excedentário − numa ação extraordinária quase que dando habilitações a todos − ultrapassando mesmo o grupo mais sobrelotado de professores, então o de História. Ainda hoje (no ano de 2020 e com esses e outros especialistas ainda piores a falarem) com os resultados que se vêm e subjugados como estamos com este surto pandémico e mortal, levando ainda em cima com (entre outros) “planaltos e molas” e já agora (porque não, ofereçam-lhes equivalência) o “pisca-pisca”.

 

(imagens: Hal Mayforth/artsyhome.com − br.pinterest.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:27

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