Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

27
Mai 19

[A partir do dia 23 de Maio com a Terra a ser invadida por pequenas luzes brilhantes, atravessando ordeiramente e como que vigilantes a escuridão do nosso Céu Noturno.]

 

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Just short of a day after the launch (SpaceX launched STARLINK, a series of 60 satellites), near 22:55 UT on May 24, this resulted in a spectacular view over NW Europe, when a "train" of bright satellites, all moving close together in a line, moved across the sky (SatTrackCam Leiden)

 

“No final desta segunda década do segundo milénio após o nascimento de Jesus Cristo (o representante na Terra desse DEUS talvez vindo das Estrelas, sendo eventualmente um Astronauta, tendo entretanto partido e como consequência, sido inevitavelmente esquecido), podendo-se estar perante o início de uma Invasão (seguida de Colonização) – se não soubéssemos “a priori”, ser obra de ELON MUSK − com os primeiros batedores abrindo caminho para a imensa Frota Intergaláctica, vindo na nossa direção. E não sendo a Invasão (Extraterrestre) talvez ainda sendo pior (o nosso Cenário Geral e final) bastando para tal imaginar a Terra (a nossa única casa) cercada (só numa 1ª fase) numa iniciativa interna (Terrestre) por 12.000 contentores ou (simplificando) Caixotes-do-Lixo. Expondo a uma nova poluição (visual) toda a observação do Espaço (com tanto lixo interpondo-se).”

 

Curiosamente coincidindo com o último lançamento na passada quarta-feira, 23 de Maio do foguetão FALCON 9 da Agência Espacial Privada SPACE X − e nada tendo a ver com STARMAN e o seu TESLA ROADSTER (outra das obras de arte do Milionário ELON MUSK) de momento nas cercanias de MARTE (assim se presumindo), nem com qualquer tipo de manobra publicitária (como  o da insistência de que estaremos, na próxima década em Marte) – eis que nos últimos dias e nos nossos Céus (num Evento apenas visível conforme o lugar e a hora, durante espaços limitados do respetivo período noturno) têm sido avistados um número indeterminado de Objetos Voadores Não identificados (igualmente visíveis a partir do nosso Hemisfério Norte), aparecendo surpreendentemente no nosso horizonte visual (noturno, rodeado maioritariamente por escuridão) e despertando-nos de imediato (quase que inconscientemente, como por instinto, inato) o nosso interesse e a nossa mais extrema atenção, deixando-nos inicialmente perplexos e depois como que subjugados (face a todas as hipóteses explicativas, para o que de tão estranho e raro, estaríamos a testemunhar): à vista desarmada ou utilizando um simples instrumento ótico (como auxiliar), tal com antes e ainda no dia de hoje (domingo, 26 de Maio, depois do  anoitecer), no local certo e à hora certa e pelo menos (segundo previsões de entusiastas, não necessitando de ser dos conspirativos) durante os próximos dias, podendo-se observar aparecendo no Céu um grupo de objetos bem iluminados e em fila ordenada, deslocando-se uns seguindo os outros como as carruagens de um comboio, continuando o seu trajeto e rumo até desaparecerem definitivamente (até o início de um novo ciclo) na escuridão mais  profunda e distante

 

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Com a Terra ficando entrelaçada por uma verdadeira rede de alta-velocidade, facilitando ainda mais as Comunicações, mas podendo por outro lado e apertando-se essa rede, transformar-se num instrumento asfixiante e numa armadilha mortal

 

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Um total inicial de 60 satélites para provedores de Internet de alta-velocidade, distribuídos ordenadamente e como que abraçando toda a Terra,

(dos 12.000 já programados) lançados a bordo de um Falcon 9 da Space X

 

“Olhando o Céu noturno com os observadores a serem surpreendidos com a passagem inopinada por nunca vista de um “Comboio-Voador” integrando 60 carruagens, nem um dia passado sobre o lançamento do foguetão Falcon 9 da Space X, segundo o que dizem transportando consigo (e libertando-os de seguida um a um) 60 artefactos (pela generalidade do público não identificados, desconhecidos), podendo ser qualquer coisa mas pelos vistos não passando de comuns satélites: por esta hora (23:00 horas em Portugal) com o “Comboio” da SPACE X (Starlink Group) lançado a 23 de Maio dos EUA, a atravessar (já depois de ter passado no Céu e sobre o Atlântico a noroeste da Península Ibérica) os céus noturnos do continente Europeu − a caminho do Continente Asiático e da Austrália – em mais uma das suas órbitas em torno da Terra, feita a pouco mais de 400Km de distância e em cerca de hora e meia (e ao longo dessas órbitas e do tempo, ascendendo para as suas órbitas pré-programadas a mais de 500Km de distância).”

 

– No Meio do Natural envolvendo o Ecossistema Terrestre e ainda tudo o que o rodeia (protege e integra), face a um Evento (por um lado) tão estranho (de rara/difícil observação) e por outro tão ordenado (sendo o oposto do Caos, necessariamente complementando-o e um ou o outro, justificando organização, inteligência, ou seja presença de Vida), denotando-se alguns traços (por alguma razão de conhecimento profundo mas não ativo, incómodos) podendo ser interpretados como de Artificialidade (simbolizando a presença simultânea no Espaço e no Tempo de um Mundo Artificial) − Inteligência Artificial, seja nossa (da nossa Criação, uma réplica mais ou menos fidedigna do Homem) ou Alienígena (nada tendo a ver com o nosso molde e Criador). Podendo-se assim estar perante uma Manifestação Terrestre (veja-se o caso doa alienas mexicanos, ilegalmente tentando saltar o Muro e invadir os EUA) como até perante a preparação de uma INVASÃO EXTRATERRESTRE, agora que eles sabem − os ALIENAS − que o Presidente do nosso planeta (a nossa única Terra) se prepara para lançar a Contra Ofensiva (num ataque decisivo) com as suas extraordinárias e poderosas (bastando-lhe carregar num botão para o brinquedo funcionar) FORÇAS ARMADAS ESPACIAIS. Segundo os cálculos de muitos observadores interessados no Fenómeno (sejam quais forem os seus pontos de vista) com a “frota” integrando numa 1ª fase (de chegada e de início de intrusão e levada a cabo por “batedores”) cerca de 60 veículos, futuramente (talvez mesmo a curto-prazo) e desenvolvendo-se a respetiva missão (e através de previsões mantidas secretas) podendo atingir a cifra espetacular de 12.000 – segundo as duas alternativas em presença e clamando pela normalidade tratando-se simplesmente de Satélites Artificiais (sendo-o por terem sido cridos não na sua totalidade pela Natureza, mas por apenas uma das partes o Homem), mas por outro lado (talvez já tendo ocorrido noutro Espaço/Tempo semelhante, paralelo, talvez mesmo coincidente) podendo não ser (mesmo que não seja este o caso) obra da nossa intervenção.

 

[Ou alguém ainda se acredita sermos os Únicos Por Cá? Sendo apropriado dizer (tal sucedendo) que seria uma Desgraça.]

 

(imagens: sattrackcam.blogspot.com; Mark Handley/University College London/businessinsider.com; Elon Musk/SpaceX via Twitter/businessinsider.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:23

14
Jan 18

“Green Bank Telescope observations of a dwarf galaxy three billion light years away reveal 15 bursts of radio emission. This is the first time bursts from this source have been seen at these frequencies.”

(Breakthrough Listen: The initiative to find signs of intelligent life in the universe/breakthroughinitiatives.org/29.08.2017)

 

Alien-UFO-Invasion-Fleet-Will-Reach-Earth-In-Septe

Talvez com uma fota de Naves Espaciais

Alienígenas

Já a caminho da Terra

 

Atravessando um fim-de-semana em que a PEGADA ALIENÍGENA NORTE-AMERICANA nos chega através da FOX (um dos seus agentes mais poderosos e sendo extremamente intrusivo) – utilizando tecnologia de Lasers (e uma tela Gigante), numa intervenção simultânea (e global), decorrendo durante 4 dias (10/14 de Janeiro), levada a cabo em Lisboa (entre muitas cidades do Mundo) e concretizada num Convite (dirigido aos Alienígenas) – eis que ainda meio entretidos (pelo cenário de luzes), tal como numa brincadeira de infância (jogando ás escondidas), na senda de Peter Pan (como poderia ser outro ET), somos inopinadamente surpreendidos ao sermos inesperadamente confrontados com vários LANÇAMENTOS PARA O ESPAÇO (pretensamente colocando em órbita um elevado número de satélites, com várias utilizações possíveis, como comunicações, meteorologia ou espionagem): num total com 5 assinantes (países) e todos com os seus foguetões (e respetivas agências) – EUA, China, Rússia, Índia e Japão.

 

“War, terror and alien invasion: what Britons are expecting this year.”

(Ben Page/thetimes.co.uk/08.01.2018)

 

E se no 1º caso (convidando os alienígenas) ainda Brincamos aos Polícias, já no 2º caso (lançamentos para o Espaço) poderemos estar a brincar aos Ladrões: num caso enviando uma mensagem com um convite (amigável) em anexo – HI ALIENS – no outro um tiro de aviso (ainda de pólvora-seca) tentando manter as distâncias (como se aí viesse mesmo alguém) entre Uns (que já cá estão) e uns Outros (que aí chegarão). Sendo certamente indolor as consequências do Evento (a nível físico) – do interessante e divertido Círculo de Mensagens em Laser – mas não acontecendo o mesmo com a nossa própria imagem (a nível de capacidade mental): no caso de Portugal e numa possível aproximação ao aeroporto (de Lisboa) com “um estranho numa terra estranha” por mais estranho que fosse, a certamente estranhar ver tanta luz a piscar – até o podendo confundir (na escolha da pista), levando-o a despenhar (contra o edifício/painel gigante) e uns quantos terrestres levar (num Encontro categorizado como do 1º Grau).

 

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Para além de Mulder e Scully

Outros protagonistas da série da Fox

X-Files

 

Já no caso dos foguetões partindo para o Espaço e posteriormente orbitando a Terra, sendo sem dúvida uma grande coincidência os lançamentos consecutivos (e fazendo eventualmente parte de um plano, provavelmente mais vasto e talvez mesmo concertado) realizados nos últimos tempos (Janeiro de 2018), pretensamente colocando no espaço diversos satélites (de cinco nacionalidades diferentes) com objetivos diferenciados: com (país/1) o lançamento nos EUA de ZUMA (em 7 de Janeiro numa iniciativa da agência espacial privada norte-americana SPACE X), segundo tudo indica com (país/2) o lançamento de um satélite RUSSO no mesmo dia (uma explicação credível para o incidente registado sobre os Urais, repentinamente ‒ e como num Flash/luminoso ‒ com a noite a tornar-se dia, ouvindo-se um grande estrondo e sentindo-se tudo a tremer/podendo significar o lançamento de um foguetão numa área com bases/capacidades para tal) e ainda (por menos publicitados) não esquecendo os foguetões (países/3-4-5) no mesmo espaço de tempo também lançados pelo trio China/Índia/Japão. Certamente em concorrência (ou sabe-se lá em cooperação) na mesma área de intervenção.

 

“Space X's Zuma satellite launch mission has everyone confounded; no clear idea if it was successful.”

(firstpost.com/09.01.23018)

 

E se soubermos complementarmente de novos e próximos lançamentos (já programados para serem concretizados a curto/médio prazo e tendo o mesmo objetivo de colocar ainda mais satélites em órbita), mais dúvidas teremos sobre o que aí realmente se passa (em órbita do nosso planeta), com toda a região em redor da Terra (já tão sobrecarregada de Artefactos & Lixo) agora a ser inundada por mais uma mão cheia de satélites, aumentando aí o caos, não se conhecendo a razão e levantando a Questão: o que se passará em redor do nosso planeta (ou nas suas proximidades, talvez com algo a caminho, de origem exterior/interior) para esta Vaga incomum de Satélites, sabendo-se de antemão que outros vêm a caminho. Já ontem (se não tendo sido adiado) com o lançamento do NROL-47 (EUA), seguindo-se novos lançamentos por parte da China e da Índia. No mínimo sendo Estranho (pelo menos para os leigos e alguns eruditos mais céticos).

 

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Lançamento do satélite ZUMA

Pela empresa espacial privada norte-americana SPACE-X

Não se sabendo ao certo se com ou sem sucesso

 

Mais uma vez com todo este secretismo (exercido pelos que podem) ‒ em muitos aspetos desnecessário (e contraproducente) mas agora e pelos vistos tornado um hábito ‒ a abrir mais uma vez (senão a escancarar, talvez deliberadamente e para esconder outra coisa) as portas da especulação, deixando-se infiltrar (a parte inútil da Coisa) e posteriormente interpretar (essa inutilidade): apenas para nos distrair, enganar e afastar. Como já o fazem muitos Sites funcionando como Espelho de zonas alternativas existentes ‒ mas por diversos motivos ainda mais ou menos submersas pelo opaco e espesso manto oficial cobrindo a maioria do território terrestre ‒ abrindo sem remorsos nem receios (de um modo saudável, necessário e desintoxicado) as portas do Edifício (Mental) aos Conspiradores e às suas criações (Teorias). Bastando para tal (e como aspeto exemplar) ver o Logo (palavras e símbolos) de uma das missões (NROL-47) de origem norte-americana: nas palavras Mali Nunquam Praevalebuntou traduzindoO Mal Jamais Vencerá, nos símbolos com um Templário (O Bem) usando a sua Espada para lutar contra um Dragão (O Mal).

 

(imagens: reflectionofmind.org/pinterest.pt/spacex.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:16

20
Fev 17

India Launches Record 104 Satellites In A Single Mission

(reuters.com)

 

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Fig.1

 

Numa única missão destinada a colocar ao mesmo tempo vários satélites em órbita da Terra, a Índia acaba de bater um record mundial ao conseguir aí colocar de uma só vez 104 satélites (na passada quarta-feira).

 

Numa iniciativa não só importante para a Índia como para todos os outros países Asiáticos (entre eles a China e o Japão), tentando chegar-se às outras grandes potências (como os EUA e a Rússia) na partilha da exploração da Indústria Espacial: um sector indubitavelmente de futuro e envolvendo biliões (no caso dos 104 satélites colocados agora em órbita da Terra pela Índia sendo 97% deles de origem estrangeira).

 

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Fig.2/3

 

A missão é mais uma iniciativa da Agência Espacial da Índia ISRO (uma agência governamental fundada em 1969) mundialmente conhecida e já com créditos firmados na área, como o demonstra uma das suas últimas missões espaciais com maior impacto mediático: o da chegada de uma sonda a Marte (módulo MOM) e da sua posterior aterragem no planeta em Setembro de 2014 (módulo Chandrayaan-1).

 

Uma sonda de baixo custo, resultado do esforço de cientistas e técnicos indianos e que apesar de todas as dificuldades com que estes se foram deparando (inerentes a uma 1ªtentatriva), conseguiu colocar um artefacto terrestre num mundo alienígena (no mínimo a mais de 70 milhões de Km de distância) e logo à primeira tentativa.

 

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Fig.4/5

 

Numa aplicação de tecnologia de ponta simultaneamente bastante eficaz e muito barata – e direcionada aos voos espaciais – e que começa a dar os seus primeiros e grandes frutos (financeiros) antes com o lançamento de 75 satélites e agora com 104 só num único transporte (num aumento de unidades a caminho de 40%). Dos 104 satélites agora colocados em órbita sendo 96 norte-americanos, 3 indianos e com Israel, Cazaquistão, Holanda, Suíça e UAE a terem cada um deles 1 satélite.

 

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Fig.6

 

Entre as dez maiores Agências Espaciais Mundiais – depois da NASA (EUA), da ROSCOSMOS (RÚSSIA), da ESA (EUROPA) e da JAXA (JAPÃO) e à frente da CNSA (CHINA) – a ISRO (ÍNDIA) é hoje em dia considerada como a 5ªmaior delas.

 

Fundada em 1969 e tendo já lançado os seus foguetões em direção ao Espaço, as suas missões tem-se diversificado entre o lançamento e colocação de satélites em órbita da Terra e o envio de sondas automáticas em direção a alvos mais distantes do nosso planeta, como a nosso satélite natural a Lua (sonda Chandrayaan-1) ou então ao nosso vizinho exterior o planeta Marte (sonda Mangalayaan).

 

Com o seu último feito (e record mundial) a ser a concretização na passada 4ªfeira (dia 15 de Fevereiro) num único foguetão (PSLV-C37) lançado a partir do Centro Espacial de Satish Dhawan em Sriharikota (uma ilha localizada a sul do estado indiano de Andra Pradexe), da colocação em órbita de nada mais nada menos do que 104 satélites artificiais (1 grande e 103 pequenos).

 

Com o orçamento da ISRO a andar neste momento por uns 860 milhões de dólares, mas face ao sucesso da agência com as entidades governamentais da Índia a prometerem um aumento de cerca de 23% (mais de 170 milhões).

 

[Legendas: Lançamento do foguetão PSLV-C37/Fig.1-2-3-4-5 e planeta Marte a partir do módulo orbital/Fig.6]

 

(imagens: huffingtonpost.com e isro.gov.in)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:13

06
Fev 16

É Carnaval Ninguém leva a Mal – Sem Receio é Ver para Crer
Evento Astronómico
(Fabricado pela NASA)
5 de Março de 2016
(Acerta/Não Acerta/Aceitam-se Apostas)

 

Dia 5 de Março um corpo celeste com 30 metros de extensão observado apenas por três vezes, com um período orbital desconhecido e com uma trajetória incerta por nunca confirmada, passará por aqui e talvez muito por perto. Certamente que não haverá impacto, nem nada como Chelyabinsk (aí o corpo celeste que explodiu no ar e provocou uma forte onda de choque, tinha apenas 20 metros de extensão).

 

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A previsão pendular da NASA
(com um intervalo de erro ˃ 14 milhões)

 

No próximo dia 5 de Março o asteroide 2013 TX68 passará mais uma vez pelo seu periélio na sua trajetória de aproximação ao Sol. Com uma extensão aproximada de 30 metros se este asteroide entrasse na atmosfera terrestre ao explodir e desintegrar-se produziria uma onda de choque com o dobro da energia do seu homologo de Chelyavinsk. Dando origem ao aparecimento de uma bola de fogo e possivelmente de uma cratera de impacto.

 

Um asteroide que passou há cerca de dois anos atrás a 2 milhões de quilómetros da Terra mas cuja trajetória ainda é incerta (dado ser um corpo celeste muito pouco observado desde a sua descoberta) para a sua passagem de 5 de Março. Passando a uma distância do nosso planeta que poderá ir de um máximo tranquilo de quase 14,5 milhões de quilómetros a um mínimo preocupante de pouco menos de 18.000km.

 

Um acontecimento que pelos vistos não parece preocupar minimamente os responsáveis da NASA, apesar dos seus cálculos (praticamente baseados em nada) apontarem para coordenadas de passagem do asteroide no seu ponto mais próximo da Terra, com um erro máximo e desprezível de 14.482.000km – o que traduzido em miúdos significará que o asteroide poderá passar sem que se faça notar, poderá impactar a Terra ou poderá até já ter passado ou deixado de existir. Cientifico não é?

 

E como forma de concluir esta estranha e surpreendente notícia contando com a delirante (e por vezes parecendo mesmo idiota) colaboração científica da NASA, ficamos aqui a pensar como é possível que uma das maiores agências espaciais do mundo e muito provavelmente composta por técnicos dos mais conhecedores que por cá existem, possa dar uma resposta como esta reveladora de tanta ignorância e de tanta incompetência (irresponsável por poder ser criminosa). Se não acreditam vejam como no mesmo tempo da entrevista ao diretor do CNEOS (um centro de estudos da NASA sobre objetos circulando nas proximidades da Terra e localizado no JPL na Califórnia) o mesmo afirma uma coisa (a sugestão é que possa existir uma hipótese de impacto) e o seu contrário (que esse impacto nunca ocorrerá). Talvez que seja para a próxima (e até apontam uma data – para o ano para os fins de Setembro). Hipóteses (Paul Chodas – Diretor do CNEOS):

 

Hipótese A

 

"This asteroid's orbit is quite uncertain, and it will be hard to predict where to look for it.”

 

Hipótese B

 

"The possibilities of collision on any of the three future flyby dates are far too small to be of any real concern."

 

Restando-nos apenas ficar aqui à espera da chegada desse dia, altura em que verificaremos qual das duas hipóteses é válida (A ou B). Ficando no entanto já com a certeza que a verdade estará certamente numa delas – virtude de termos uma NASA infalível até na ignorância. Como assim o asteroide pode já nem existir (e nós a falar dele).

 

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ISS – Satélite de órbita baixa a caminho das 100 mil órbitas
(situado a cerca de 400km da Terra e orbitando-a em pouco mais de hora e meia)

 

Tipo de Satélites
(dependendo da sua órbita)

 

Satélite Órbita Baixa Órbita Média Órbita Alta
Distância à Terra 180 – 2.000km 2.000 – 35.780km ≥ 35.780km
Objetivo Científico Navegação e Monitorização Telecomunicações e Meteorológico
Velocidade Alta Média Baixa
Exemplo Aqua (GPS) (atmosférico)
Duração orbital 99mn (horas) 23h 55mn 04s
Tipo Sun-synchronous Semi-synchronous e Molniya (russo/latitudes elevadas) Geo-synchronous

(a 42.164km de distância localizam-se os satélites geoestacionários assim chamados por darem a sensação de estarem parados no espaço – devido à velocidade do satélite igualar a velocidade da Terra)

 

Já agora e como se vê na tabela anterior, se por acaso um asteroide passasse a cerca de 18.000km do nosso planeta, mesmo que este não fosse minimamente afetado pela sua passagem (tão à tangente) certamente que os seus satélites (artificiais) o poderiam ser: o que seria dramático (se tal cenário se concretizasse) para a sobrevivência (social e tecnológica) da Terra. Seriam afetados serviços hoje em dia considerados fundamentais e imprescindíveis para o funcionamento e sobrevivência da sociedade (como se ficássemos todos sem eletricidade) desde a Navegação até ao Tempo e passando pelas Comunicações.

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:59

29
Out 14

“Cada vez que olhamos para o Céu lembramo-nos que até lá há Lixeiras (e a Céu Aberto). Mas que também será a partir dele (o Céu) que Conquistaremos Novos Mundos (como os Grandes Descobridores Portugueses).”

 

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ISS – Estação Espacial Internacional

 

Os satélites artificiais podem ter três tipos diferentes de órbitas: Elevada (satélites meteorológicos e de comunicação distando mais de 35.780km), Média (satélites de navegação e monitorização distando de 2.000 a 35.780km) e Baixa (satélites científicos distando de 180 a 2.000km).

 

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Os três tipos de órbitas

 

A distância a que esses satélites se encontram da Terra tem influência directa no seu comportamento e desempenho. Como é o caso da velocidade a que cada um desses diferentes satélites se deslocam, sendo que quanto mais perto eles estiverem do nosso planeta, maior será a força da gravidade exercida sobre eles e maior a sua velocidade.

 

 

Órbita do Satélite Artificial Distância S/T
(km)
Velocidade S
(km/h)
Tempo Orbital S
(h)
Elevada > 35.789 11.199 1.436
Média 2.000 – 35.780 13.900 -
Baixa 180 – 2.000 27.500 1,65
Órbita do Satélite Natural Distância L/T
(km)
Velocidade L
(km/h)
Tempo Orbital L
(h)
LUA 384.000 3.679 40.320

 (S – Satélite Artificial; T – Terra; L – Lua)

 

 

Poderíamos ainda considerar um número indeterminado mas certamente elevado de pequeníssimos satélites rodando numa órbita muito próxima da Terra, de cuja presença todos nós já temos conhecimento e que vulgarmente denominamos como lixo espacial: potencialmente perigosos pela possibilidade de ocorrerem impactos imprevistos e fatais.

 

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Lixo espacial – 95% dos objectos em órbita

 

Como o caso ocorrido entre um satélite norte-americano em pleno funcionamento e um outro satélite russo que já não funcionava, que ao colidiram em órbita da Terra se desintegraram criando imediatamente um verdadeiro campo de minas contendo 2.500 artefactos (detritos).

 

(dados e imagens – earthobservatory.nasa.gov)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:17

27
Dez 11

“O ritual de passagem, é irrepetível no espaço – e o tempo apenas poderá dar, um contributo meteorológico”

 

O Cometa

 

Lovejoy/o cometa e ISS/a estação – sobre um fundo de estrelas e no meio da Terra/Céu

 

Se eu fosse a um país do Hemisfério Sul – por exemplo o Brasil – um dos objectos que teria obrigatoriamente de utilizar durante a minha estadia, seria um belo telescópio.

 

Vejo-me à noite a olhar o céu iluminado e a ver uma miríade de estrelas e galáxias, entre outros misteriosos corpos celestes. E o surpreendente tráfego espacial, com satélites, asteróides e cometas, convivendo num sistema aberto, à expansão evolutiva do Universo.

 

O cometa Lovejoy e a estação espacial ISS, são a imagem de um mundo que não se limita às fronteiras do planeta Terra – o mundo é um espaço em movimento, por interacção entre os diferentes pontos que o constituem.

 

(imagem – spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:50

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