Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

08
Mai 11

“Ontem era o telemóvel, hoje é o cão. E que é feito do inspector Max?”

 

O Belgian Malinois dos SEAL e a sua proeminência olfactiva antiterrorista

 

Nas últimas notícias provenientes da maior potência do mundo e do universo conhecido, centro da genialidade e do futuro mundial, local onde todos os cérebros desejavam residir – e por essa razão Portugal sofreu com a sua fuga de cérebros, restando aqui e apenas, “corpos sem cabeça” – há a destacar o nome importante de um animal irracional, nos destaques de primeira página dos jornais racionais, institucionais e conservadores americanos: a do cão que tramou Osama, que relançou Obama e que lixou os Bush, estes últimos criadores do monstro e que por inerência, deveriam ter tido o privilégio de serem eles a dar-lhe o tiro na cabeça. Depois o outro – o queniano – poderia atirá-lo ao mar.

 

O sinal que Bin Laden ignorou

 

Ora o que aconteceu foi que o nariz do “Bobby” americano foi treinado para detectar o cheiro de um terrorista a mais de três quilómetros de distância, detalhe importantíssimo em tempos de guerra e que nenhum outro animal ou máquina consegue fazer com tanta eficácia. E quem o afirma, é o conhecido general David H. Petraeus, para quem o número de cães no exército ainda é muito reduzido, comparado com o número (talvez) de mulheres que dele fazem parte.

 

Só não disseram o nome do cão herói e não esclareceram que peça de roupa de Bin Laden lhe tinham dado a cheirar.

 

Cuecas mortais

 

Terão sido as cuecas?

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:47
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