Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

29
Mar 21

Verificando-se uma evolução decrescente na generalidade dos parâmetros Covid-19, com o nº de Infetados (quadro abaixo) oscilando nas últimas semanas entre os 248/673 e no nº de Óbitos entre os 5/21; no nº de Internados e de doentes em UCI com os números igualmente em descida, indo nestes 14 dias de 955 → 623 (perto de 35% de redução) no nº de Internados e de 213 → 136 (perto de 40% de redução) no nº de doentes em UCI (casos graves/críticos).

 

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Infetados em Portugal e no Algarve

 

Desejando-se que no gráfico de cima a tendência se mantenha e que no quadro de baixa o índice R(t) baixe mais um pouquinho ─ para nossa maior segurança e para que o desconfinamento seja eficaz (e não mais uma oportunidade perdida).

 

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Infetados e R(t) em Portugal

 

No que diz respeito ao estudo comparativo entre o nº de Infetados e do índice de transmissibilidade R(t) registado nos últimos 15 dias (15/29 de março) em Portugal (quadro acima), enquanto se regista uma descida (ainda pouco sustentada) no nº de Infetados/dia passando de 996/623, o índice de transmissibilidade R(t) ─ aceitável desde que não ultrapasse R(t)=1,0continua em ligeira subida passando de 0,83/0,94 (cerca de 12%).

 

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:34

26
Fev 21

“Mass shootings

hit record high in 2020.

Can vaccines bring peace in 2021?”

(usatoday.com)

 

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Tendo ultrapassado os 520.000 mortos (por Covid-19) já com um novo presidente (o democrata Joe Biden) ─ falando-se do país do globo terrestre com maior nº de óbitos por Covid-19 (EUA), logo seguido pelo Brasil (mais de 250.000) ─ e paralelamente a este problema de Saúde e de Administração (deste país) um outro se tendo de associar ─ o da Segurança (como consequência de mais de quatro anos de desrespeito DEM/REP pelos direitos dos cidadãos, usando-os/manipulando-os) ─ com a questão lógica agora colocada depois de um ano de Pandemia (nos EUA) a ser, se com o decréscimo da atividade do vírus SARS CoV-2, a proliferação de testes, as intensas campanhas de vacinação e o reinício da abertura do Mercado e da Economia (ou seja o regresso à normalidade), a violência ─ infelizmente um dos motores da sociedade norte-americana ─ diminuirá (persistirá ou aumentará): quando já se sabe que nos EUA o ano de 2020 bateu todos os recordes de violência, antes comandado por uma das faces do Dólar-REP/TRUMP (4 anos) depois pela outra-DEM/BIDEN (4 anos ou mais) ─ fazendo ambas parte da mesma moeda, sendo iguais.

 

“Mass shootings jumped nearly 50% in 2020,

due in large part to a pandemic year

rife with crippling unemployment, violent protests and idle youth.”

(usatoday.com)

 

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Neste primeiro ano de Pandemia ─ registando a nível global mais de 110 milhões de infetados e mais de 2,5 de mortes ─ com os EUA (líder em parâmetros COVID-19) a registarem entre a sua população (EUA, a amostra) uma taxa de infeção de 8,74% e uma taxa de mortalidade de 0,16%; globalmente (Mundo, a amostra) apresentando 1,44% dos infetados e 2,22% das mortes do planeta. Apesar de ser ainda a maior potência Global (sem dúvida a nível militar/de armamento, convencional ou não) dominando (pelo menos aparentemente) os setores económico-financeiros internacionais (pelo menos a ocidente dada a clara expansão da China a oriente, dominando mercados), dada (externamente) a sua política de delegação de funções noutros países (de muitos dos setores fundamentais) ─ como será o caso da China perdendo muita da sua capacidade de resposta imediata (tão necessária para rapidamente se impor) e dada (internamente) a sua falta de estruturas (básicas, de saúde e de solidariedade) e incapacidade de planeamento (lobbies legais e por todo o lado, imponho/sobrepondo a sua lei), nem o dinheiro (bastando imprimi-lo), nem os equipamentos, nem os testes, nem mesmo as vacinas (mesmo que retirados aos outros), os salvando. Na sua população e pelo caos instalado provocando a revolta ─ criada e impulsionado por um dos únicos 2 lados (REP/DEM) ─ e com ela os subsequentes atos de violência ─ vindos desse lado e (como resposta) do outro. Pelo caminho terraplanando-se (física e mentalmente, destruindo-as) muita gente.

 

“With COVID-19 cases falling and vaccines rolling out,

some criminologists hope a rebounding economy and reopened schools

will drive down those numbers in 2021.”

(usatoday.com)

 

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E passado pouco mais de um ano sobre o início desta Pandemia (vírus SARS CoV-2/doença COVID-19) quase que paralisando o planeta e agravando ainda mais (nesta sua fase evolutiva) a há muito assumida (igualmente como crónica) crise socioeconómica global (crónica(o), tal como poderá ser este vírus) ─ pondo em causa o seu “Líder Planetário Espiritual”, feroz e omnipresente adversário do “Eixo do Mal─ mantendo-se (por outro lado) o ambiente de violência interna (aproveitando-se para calar todas as oposições) como o ambiente de violência externa (voltando-se a bombardear, a no presente esquecida Síria) mesmo alterando-se a “Voz do Dono” (Administração da Casa Branca), analisando-se o ano de 2020 (e os seus números de vítimas mortais abatidas a tiro) perspetivando-se outro ano (de 2021) violento, talvez nem tanto como 2021, mais parecido (sendo otimista) com o 2019. Nesse sentido (opção pela violência ou não violência) e pelos primeiros sintomas sentidos/percecionados desde 20 de janeiro deste ano (tomada de posse do 46º presidente dos EUA) ─ com a nova administração norte-americana face à situação geral do país (recessão, desemprego, violência, covid-19) nada fazendo de relevante ─ “mantendo (por estratégia? por reflexão? por planificação) a situação” ─ sendo mais provável manter-se (mas agora com origem maioritariamente do lado contrário) o surto de violência: não atingindo os valores de 2019 (máximo de vítimas por utilização de armas a caminho dos 500 mortos) ou de 2020 (não chegando aos 300) mas (mantendo-se as autoridades estáticas) podendo andar (pelo Resto do Mundo, esperemos que não) mais perto do último.

 

(texto/inglês: usatoday.com/Marco della Cava e Mike Stucka

─ imagens: usatoday.com – Gun Violence Archive/usatoday.com

- Brian Blanco/Getty/usatoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:29

26
Mar 18

Que nem precisa de investigar ‒ já que o investigado faz por sua própria iniciativa o serviço desta (ainda-por-cima ficando feliz desconhecendo o que o espera) ‒ condenando-se sem o saber devido a fórmulas secretas mais mágicas que matemáticas.

(e usado o algoritmo podendo desde logo ser colocado na infame Lista Negra)

 

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Para quem ainda pensava que as Agências de Segurança dos Estados Unidos da América (no ativo) se limitavam apenas a umas 16 (dedicadas à Segurança Nacional e à Política Externa) sendo todas de iniciativa Governamental,

 

‒ Algumas das mais conhecidas (e por vezes colidindo na ação) sendo a CIA e NSA para além do FBI, da HS, da DEA, do Pentágono, entre muitas outras ‒

 

Teria forçosamente que esperar que para além destas (as Agências Governamentais) e estando-se perante um país dando a prioridade absoluta à Iniciativa Privada (na Economia, nas Finanças, na Saúde, na Educação, como até na Segurança e na Defesa),

 

‒ Como no sector da Segurança a DirectDefense, o Beacon Group, a KnowBe4, a Bedrock e a Cylone, entre outras ‒

 

Muitas outras organizações de âmbito Público como Privado e trabalhando nessa mesma área (direta ou indiretamente ligadas à Segurança e à Defesa), estariam particularmente interessadas na exploração desse Filão (aglutinando na concretização do seu objetivo patriótico e de Supremacia Global os dois maiores produtos de Exportação e Dominação dos EUA o DÓLAR e as ARMAS):

 

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No exterior do seu território armando os seus exércitos com dólares para comprar os traidores (aos seus países) e com armas para eliminar os opositores (às suas ideias),

 

‒ Só nos últimos anos (e falando-se apenas dos casos mais mediáticos) podendo-se referir o Iraque, a Líbia, a Síria, o Iémen (o mais recente, um dos piores e com Guterres ausente) todos territórios terraplanados (infraestruturas básicas reduzidas a escombros), originando milhões de mortos (Iraque), com genocídios em curso (Iémen) e sempre com os terroristas pró-ocidentais (de longe os piores e levando à letra a definição) presentes como a AL-QAEDA e o ESTADO ISLÂMICO (criados e financiados pelos EUA/Arábia Saudita)

 

E no interior do mesmo território (nos diferentes estados e outros territórios sob soberania dos EUA) armando as suas forças de intervenção interna (policiais e de segurança) de modo a eliminarem opositores e minorias, assim delineando (pensando/desejando) manter (pelo menos na cabeça dos seus dirigentes) tudo (mesmo que virtualmente) na mesma, ou seja superficialmente tranquilo,

 

‒ Apesar de noutras áreas (quando lhes interessa e a nós não) falarem constantemente do que poderá estar debaixo da ponta do Icebergue (mesmo que não dando importância a certos temas importantíssimos como o caso do Degelo a ocorrer nos Polos e as consequências já visíveis do Aquecimento Global) aqui com essas mesmas autoridades (ou responsáveis privados subsidiados para tal pelo estado) e simultaneamente (além de manipularem) tentando até esconder o que para todos é mais que uma Evidência (entrando pelos olhos dentro de quem apenas quer ver):

 

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Olhando apenas para os títulos da Comunicação Social (ditos ocidentais mas devido a contradições inerentes ao próprio Sistema/Estrutura ‒ hierárquica ‒ impossibilitados de Controlar tudo) divulgados nos últimos dias um pouco por todo o Mundo (constatando-se mais uma vez o longo braço-da-lei norte-americano ‒ aparente e maioritariamente aceite) e no Momento (uma nova criação e estratégia de intervenção temporária, não criativa e sem consequências visíveis e como não poderia deixar de ser Made in USA) referidos a uma Instituição Privada, ligada (eventualmente) à Sociedade Civil e aos MEDIA/REDE VIRTUAL,

 

Com o FACEBOOK (a rede social virtual criada em 2004 pelo milionário norte-americano Mark Zuckerberg/com uma fortuna estimada no início deste ano de 2018 em 76 mil milhões de dólares),

 

‒ Já no ano de 2011 sendo vítima de uma falha de segurança permitindo a divulgação de dados privados (espantosamente sobre o próprio Mark Zuckerberg) deixando logo ali muitas dúvidas no ar (induzindo-nos a pensar se outras organizações governamentais/privadas pudessem estar ou não associadas e acabassem por divulgar inadvertidamente ou não esses dados)

 

A voltar a estar nas bocas do Mundo precisamente pelos mesmos motivos (“falhas” de segurança) e levando agora não só à suspeição (da sua possível ligação/colaboração retribuída a Agências Governamentais de Segurança como por exemplo a NSA) como também à indignação (por certamente sabendo-o, nada ter feito entretanto para o evitar, satisfazendo como o já deveria ter feito, os seus mais de mil milhões de usuários/clientes).

 

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Como se pode ver pelos títulos seguintes (três portugueses e dois estrangeiros) e até com um outro (contando com a participação de Putin) encostando o Facebook à parede (à Rússia como se fosse um Troiano), vislumbrando-se um Cenário Negro (pelo menos no curto-prazo) para os lados de Zuckerberg (ou não tivesse este segundo os Democratas e talvez pelo seu algoritmo ‒ qual seria o de Hillary? ‒ pretensamente ajudado Trump),

 

‒ Em rumo de Colisão e/ou de Obstrução:

 

Facebook guarda registo de chamadas e SMS nos telemóveis

(observador.pt)

 

Apagar o Facebook não resolve o problema

(jn.pt)

 

Só o Facebook é que não sabia...

(publico.pt)

 

People are outraged to learn Facebook scraped text and call data from their phones

(businessinsider.com)

 

In Today’s Digital World, Is It Possible To Just #DeleteFacebook?

(thequint.com)

 

The Kremlin's divide-and-conquer strategy looks to be underway, and Facebook is its Trojan horse

(abc.net.au)

A preferida de Miguel Sousa Tavares

 

E chega de porcaria (mesmo que com zeros e uns) deixando-a ao cuidado do Algoritmo (de Mark Zuckerberg).

 

[PPP: Parceria Público-Privada]

 

(imagens: cnbc.com/Getty Images ‒ sproutsocial.com ‒ readersfusion.com ‒ theconversation.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:12

20
Abr 16

E agora encaminhados para a Turquia para verdadeiros campos de concentração

 

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O caminho seguido por milhares

(e que no conjunto representam milhões)

Fugindo da morte e do nada

(do centro de África e da Líbia, da Síria ou da Turquia e agora até do Iémen)

 

Se a EUROPA da POLÍTICA com todas as suas virtudes e defeitos fosse hoje julgada pelos VELHOS que ainda ontem JOVENS religiosamente acreditaram neles, certamente que a esmagadora maioria desses indivíduos chegaria rapidamente à barra dos Tribunais (Criminais e Morais), sendo pela profusão impressionante de indícios com desprezo deixados atrás de si, evidentemente condenados.

 

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Um Mundo onde a tão falada consciência democrática ocidental já aceita com indiferença a morte de milhares de pessoas à mão de bons ou maus mercenários – sejam as suas vítimas, velhos, mulheres ou crianças. Todos desprezados como se fossem meros objetos (afinal de contas a mera consagração da pratica esclavagista atual)

 

Só que devido aos seus métodos invencíveis de persuasão e coação e para o efeito utilizando exemplarmente e na perfeição todos os órgãos de comunicação social na realidade à sua total disposição (não sendo por acaso que nos dias que hoje correm todos os média nacionais e internacionais dependem e são controlados nas suas ideias e objetivos em 99.9% pelo poder económico e financeiro privado), esta mesma EUROPA da POLÍTICA optou por nos castrar mais uma vez e por ser o caminho mais fácil no pensamento (desvalorizando mais um dos nossos órgãos dos sentidos – neste caso a Visão – implantando-nos umas palas), fixando desde logo como uma das suas prioridades seguintes o controlo e possível paralisação de movimentos: para já dos refugiados (como assim no interior deste contingente de fugitivos poderão estar incluídos os seus perseguidores – sendo como tal necessário instalar urgentemente todos estes indivíduos em campos fechados e o mais distante possível dos cidadãos europeus, proporcionando-lhes uma certa noção de segurança) e mais tarde da sua própria população (como assim no interior das comunidades europeias poderão existir fanáticos infiltrados, sendo por vezes necessário relembrar e repor algumas leis mais antigas e restritivas, proporcionando assim aos seus cidadãos uma certa sensação de proteção).

 

E dando protagonismo à nossa pretensa SEGURANÇA e PROTEÇÃO todos nós sabemos o que irá acontecer de seguida e para quem esse serviço será na realidade prestado: o que acontecerá de seguida é que a LIBERDADE de todos os cidadãos será imediatamente limitada, impondo-lhes em nome da preservação desse DIREITO FUNDAMENTAL todo o tipo de restrições, coações e prepotências, podendo chegar mesmo até à própria declaração de Estado de Sítio ou de Emergência. E aí seremos para eles (a Europa dos Políticos na sua função básica de Predadores) todos iguais – sejamos meras presas ou pequenos subcontratados pelos mesmos predadores. Nem sequer nos preocupando com as ações levadas a cabo por estes políticos da Europa, quando estarrecidos com as imagens violentas e sanguinárias das guerras que proliferam um pouco por todo o mundo, vemos tão perto de nós uma Guerra, as consequências brutais da mesma, os contingentes de fugitivos fugindo por mar e por terra e morrendo aos milhares (à procura na Europa da sua salvação, pela mesma sempre prometida como fez a MAMÃ MERKEL) e mesmo assim consentimos que um outro DITADOR (desejando-se equiparar mas sem petróleo ao Rei da Arábia Saudita) como o é o presidente turco ERDOGAN (que assassina uma parte da população turca apenas por ter sangue curdo – como se decidíssemos matar alentejanos justificando a ação por serem preguiçosos e dormirem debaixo dos chaparros ou então matar algarvios por só pensarem em diversão, praia, bronze, bebidas e engates) negoceie com a EUROPA as condições da troca comercial bilateral envolvendo PESSOAS e DINHEIRO (até parece estarmos a falar de um negócio entre Mercenários), impondo-lhe ainda-por-cima regras não democratas e externas (veja-se o caso do comediante, da exigência de Erdogan e do sim imediato de Merkel – socorrendo-se de uma lei no mínimo com século e meio).

 

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Por terra, por mar e talvez mesmo pelo ar, o que estas pessoas desejavam era a TERRA onde NASCERAM e a VIDA que esta lhes DAVA – e que um dia lhes roubaram com promessas ou miragens (como as ruas douradas de Londres ou a imagem da acolhedora Mamã Merkel)

 

Pelo que não é de admirar que estas situações se eternizem, por uma simples replicação de processos. E que as vítimas (a parte ignorada) não parem de crescer. Oriundas de todos os lados (e com uns dos próximos a sermos nós).

Entretanto e como o Mundo nunca para e nós nunca o interrompemos (pois tempo é dinheiro):

 

More than 400 refugees 'drown in Mediterranean'

(nation.com.pk)

 

More than 400 refugees are thought to have drowned, the Somali ambassador to Egypt told BBC Arabic.

 

Reports say the refugees were fleeing to Italy from Somalia, Ethiopia and Eritrea in four boats which were ill-equipped for the journey.

 

"2016, the Mediterranean is a mass grave," Médecins Sans Frontières (MSF) tweeted in response to the news.

 

Num momento deveras importante da evolução da Humanidade, onde mais uma vez se prova que a Guerra não é (nem nunca) será A Solução – e onde nos vemos de novo na necessidade urgente de nos socorremos da sabedoria dos nossos antepassados para não desesperarmos, nos recuperarmos e não cometermos ainda mais loucuras – torna-se reconfortante e porventura ainda despertador de vontades recordar homens como Bertrand Russell: “War does not determine who is right – only who is left”. Isso se ainda desejarmos ser a espécie predominante e em princípio mais inteligente vivendo neste planeta (com um maior nível de organização e garantias de sobrevivência pelo menos segundo os nossos padrões) e como tal com todos os seus integrantes desempenhando um papel fundamental na composição de todo este cenário e assim montando esse grande puzzle coletivo que é a nossa Vida.

 

(imagens: washingtonpost.com/egyptianstreets.com/wordpress.com/cbc.ca)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:58

19
Dez 11

As ditaduras actuais têm todas apoiantes ou cúmplices, que apenas se distinguem uns dos outros, pela ocasião e opção de negócio que tomam, em determinado momento especulativo.

 

Coreia do Norte – Kim Jong-Il e o seu filho Kim-Il-Sung

 

A sequência hereditária de um poder familiar e paternalista é uma consequência lógica da evolução das sociedades actuais, concentradas num só pólo de desenvolvimento económico e social e com uma segurança fortemente implantada, de modo a poder estreitar ao máximo o filtro dos canais de comunicação, petrificando-os ilusoriamente com imagens de força e poder: o que no entanto e com a ajuda de muitos, não deixa de funcionar.

 

Estados Unidos da América e Coreia do Norte – Albright e Jong-Il

 

Os Estados Unidos podem ser considerados como cúmplices, de uma situação que apenas lhe interessa manter intermitentemente à superfície. Utilizam para isso discursos agressivos, mas ocos de acção e concretização em objectivos. E não é invocando a velha questão da Declaração dos Direitos Humanos, em que ele é o Rei e o Senhor da implementação definitiva do desprezo e desrespeito pelas condições de vida em diversas situações de guerra, que veremos milagrosamente o mundo mudar de paradigma – é que a vida já não suporta mais hipocrisia.

 

Rússia e Coreia do Norte – Medvedev e Jong-Il

 

A Rússia pode ser considerada como apoiante – mesmo que não assumido – do regime norte-coreano. A deslocação do mundo económico e financeiro mundial para os mercados asiáticos é já uma realidade, da qual a velha Europa dos rendimentos garantidos ainda não se apercebeu, mesmo depois dos sinais de revolta no mundo árabe (colonizados), que antecederam o despertar da crise profunda na própria Europa (colonizadores). A Rússia ainda poderá ter um papel decisivo no futuro da Europa – seja ele qual for – devido à sua posição central entre o oeste e o este, enquanto a Grã-Bretanha procurará em desespero de causa, manter a sua bolsa em plena actividade, estabelecendo eixos de comunicação privilegiados com o sistema financeiro americano e mundial – pelo menos enquanto o dólar existir. Quanto à Alemanha ainda não aprendeu com a sua derrota e com o genocídio que provocou durante a 2.ª Guerra Mundial e mais uma vez com a colaboração da França, pretende conquistar a Europa, não se apercebendo que ela já não é nem nunca mais voltará a ser, aquilo que já tantas vezes desejou, mas que sempre alguém destruiu.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:34

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