Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

05
Nov 19

Depois da “Era dos Navegadores

e das suas “Naus & Caravelas

(século XV a XVII)

sucedendo-se − “dispensado o Homem

não a Era dos Astronautas

mas a das “Sondas Automáticas

(como “a esperança é a última coisa a morrer

esperemos que só parte do século XXI)

 

VoyagerSchematic.jpg

A passagem das sondas automáticas Voyager 1 e 2

 pela fronteira virtual do Sistema Solar

a caminho do Espaço Interestelar

 

Its official!

Voyager 2 has passed into interstellar space.

(Kerry Hebden/04.11.2019/room.eu.com)

 

Na esmagadora das vezes não indo – o HOMEM (e por cá) a lado nenhum, absorvidos como estamos em replicar e sobreviver − seja aqui, seja na selva – não tendo tempo para socializar, nem sequer para (pensar em) foder (com o nº de velhos a crescer e o nº de jovens a diminuir),

 

Com o “Acaso e a Necessidade”, que esta sociedade (por vezes) nos proporciona (em momentos de delírio e deriva), podendo-se ainda recorrer a um outro protagonista – as MÁQUINAS − para nos levar a algum lado (aqui como acolá).

 

E se na Terra de espaço limitado (o “Ponto Azul”, o Ecossistema Terrestre) o SER VIVO nada alcança, no Espaço dito infinito (Sistema Solar, Universo) o SER MECÂNICO parece não ter fronteiras – como será caso da VOYAGER 2 tal como antes a VOYAGER 1 estando já em Espaço INTERESTELAR.

 

Mais uma vez com as MÁQUINAS indo muito mais além do que “nós”, para territórios nunca (antes e talvez depois) descobertos e alcançados pelo HOMEM:

 

Num século (XXI) em que em vez de enviarmos naves espaciais “tripuladas” para o Espaço − em busca de outros mundos e tal como os nossos antepassados NAVEGADORES – lançamos na mesma direção montes de sondas automáticas (sem Alma e telecomandadas) como se no passado no mar enviássemos (p/ a senda das Descobertas) apenas as Naus e Caravelas (sem os respetivos marinheiros).

 

Depois da sonda automática Voyager 1 ter abandonado (ultrapassando a sua fronteira virtual) o Sistema Solar – indicando na distância ao Sol 121,6 UA (agora nas 147 UA) − entrando no Espaço Interestelar (no ano de 2012), agora com o mesmo feito a ser atribuído à sonda Voyager 2 cumprindo essa passagem (fronteiriça) em Novembro de 2018 (seis anos depois da V1) a 119 UA (agora a 122 UA).

 

E entre outras informações retiradas desta longa viagem iniciada em 1977 (há 42 anos) e já com a sonda automática Voyager 1 em falta (de comunicações não de movimentação, pelo menos enquanto houver energia), confirmando-se o que já se suspeitava com o afastamento progressivo do Sol e o abandono do Sistema Solar (à medida que a sonda ia avançando pelo Espaço) − perda da influência do SOL – com os índices de intensidade dos Raios Solares a diminuírem (rápida e drasticamente) e com os dos Raios Cósmicos a aumentarem (substituindo na sua influência e até à sua totalidade os primeiros) na mesma proporção.

 

Seja nave tripulada ou sonda automática e olhando para exemplos como o da Exploração da Lua (suspensa já lá vai quase meio século), prevendo-se para uma nova Expedição (semelhante às das Voyager) no mínimo mais 1 a 2 gerações: e nem no próximo século (XXII, continuando-se com o mesmo tipo de raciocinio e de intervenção) passando-se à tão desejada etapa das Viagens Interestelares.

 

(imagem: Krimigis et al, 2019/room.eu.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:06

14
Jun 19

“It’s difficult to understand our world, or anything in nature really, without engaging with science. Without science, all we have is anecdote and opinion. But science is all about data, and dense data is not everyone’s cup of tea. It’s taxing and time-consuming to understand.”

(Evan Gough/universetoday.com)

 

19-06-10-2000x1200.jpg

This orbit map of the Solar System was made by Eleanor Lutz.

Check out her work at Tabletop Whale

(tabletopwhale.com)

Image Copyright: Eleanor Lutz

 

Com o nosso Sistema Solar numa replica (com outros parâmetros e diversos) de um Universo “entre Muitos Outros Como Ele” (Multiversos Paralelos como Concorrentes) a poder identificar-se como um OVO, uma célula formada pela fusão de um óvulo (núcleo feminino) e de um espermatozoide (núcleo feminino) dando origem a uma nova célula (diploide) conhecida como ZIGOTO (ou OVO): com diversas variações (certamente necessárias, por experimentais, selecionáveis) nas suas transformações evolutivas, mas com diversos ramos pertencendo evidentemente (por obvio e visível) ao mesmo tronco comum de Metamorfose até pelo aspeto mesmo que virtual sendo projetado (mas qual não o será?) e por nós curiosamente imaginado (como complemento da nossa Realidade), dando-se-lhe forma e sendo mesmo comercializado (integrado e a nós dando-nos acesso como uma Senha, na intoxicante por “necessária” Sociedade do Espetáculo).

 

Com mais de 4,6 biliões de anos desde a sua hipotética formação (a partir de uma nuvem molecular, por alguma razão ainda não interiorizada e compreendida pelo Homem), entrando num novo ciclo da sua transformação em torno de uma nova Estrela (nesse Espaço/Tempo Zero concretizado) e a partir dessa mesma origem ejetando outros objetos em todas as direções disponíveis (resultantes do mesmo fenómeno) e assim originando o nosso atual SISTEMA PLANERTÁRIO centrado no SOL − o SISTEMA SOLAR – eis uma nova visualização do Sistema Planetário onde atualmente vivemos (da autoria de um estudante de Biologia − Eleanor Lutz − da Universidade  de Washington) oferecendo-nos para nosso usufruto e prazer (público e pessoal) a órbita de dezenas de milhares de corpos integrando-o e nele circulando (no Sistema Solar) entre planetas, cometas, asteroides e muitos milhares de outros objetos, mesmo que situados muito para além dos limites do nosso Sistema (para lá da Nuvem de Oort) como é o caso de muitas outras estrelas (bem visíveis a olho nu, seja qual for o Céu Noturno): só de asteroides sendo uns 18.000 mais de metade (uns 56%) com cerca de 1Km. Apresentando-nos as estrelas distantes (e visíveis da Terra) e até uma topografia de Vênus.

 

“There’s a knowledge barrier to accessing some of the interesting, awesome things about science. There are so many facts and equations, and I want those cool ideas to be accessible.”

(Eleanor Lutz/Universidade de Washington)

 

Capture-1.png

Topographic Map of the Moon.

Image Copyright: Eleanor Lutz.

(univeretoday.com)

 

Sob a forma de uma Máquina e dos seus Bonecos: sendo uma dessas jovens-máquinas o nosso SISTEMA (com os seus planetas, as suas cinturas de asteroides, a nuvem de Oort) e a outra o OVO (com a sua gema , a sua clara, a casca), fecundados e reproduzidos em cadeia e por replicação (nas suas origens) pelos seus progenitores (ou moldes), em ambos os casos constituídos por um núcleo central, circundado por uma segunda camada de envolvimento e de segurança do mesmo (núcleo central e vital) para finalmente ser completamente rodeada e protegida (todo esse Conjunto) por uma autentica muralha de defesa ou casca. Familiares em fases de desenvolvimento diferentes. Um dia, talvez daqui a mais outros tantos biliões de anos e depois de outros tantos e tantos anos de espera da chegada do tão desejado espermatozoide ao óvulo para si destinado, com o mesmo (aqui já em pré-preparação) a decidir-se a forçar repentinamente o seu momento e explodindo (através de nós) para o aparecimento de um Novo Mundo.

 

Imaginando o Sistema Planetário (onde sendo projetados hoje vivemos) como algo integrando um Organismo Superior do qual somos apenas uma das suas peças com alguma hipótese (fé/esperança) de superiormente hierarquizadas, podendo ser sucessivamente replicados dada a nossa evidente (através de um processo evolutivo de junção e interação) independência face ao Mundo Mineral − utilizando-o como nossa estrutura de base − mas desenvolvendo-o pelo surgimento “espontâneo” de apêndices periféricos (percecionando e sentindo com maior intensidade, por (1))conhecimento/(2)absorção/(3)adaptação), associando-lhe e caracterizando-o através dessa junção (Matéria e Eletromagnetismo) uma nova componente derivada de ambos e designando genericamente os Organismos Biológicos (tornando o “Molde Original” e numa segunda fase de desenvolvimento ainda mais Dinâmico, introduzindo-lhe Movimento) − de que nós somos um Modelo, talvez apenas e ainda um protótipo – sendo aceitável de entender por parte de um qualquer erudito a ideia vinda de um qualquer leigo (se errar é só emendar), de que se somos um todo ou uma parte desse todo, também o Universo o será assim, como o Sistema Solar, o nosso Corpo ou um Ovo. Todos eles sendo Organismos, mais ou menos primitivos, baseados na mesma estrutura mineral, organizados e inteligentes, viajando entre o Caos e a Ordem (o Acaso e a Necessidade), rodeando MATÉRIA, ENERGIA e MOVIMENTO, e no Todo Evoluindo como (se fosse) o mais baixo organismo do nosso próprio ecossistema (como se distinguem réplicas?). Replicando sob os nossos pés (em tamanho Pequenino) tudo o que se passa por Cima (em tamanho Bem Grande). Do Ovo (uma Célula) saído “do Cú da Galinha” como desta outra Célula vindo do nosso “Grande Estouro”.

 

(legendas e imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:40

09
Dez 16

Poderá já estar de novo a caminho!

(do seu periélio)

 

“De acordo com as pesquisas de Sitchin, Nibiru e suas luas descreveriam uma órbita lenta e elíptica em torno de uma estrela não muito distante e passariam pelo interior do Sistema Solar a cada 3,6 mil anos, sendo uma espécie de intermediário entre essas duas regiões do universo. O cinturão de asteroides, os cometas, as crateras na superfície da Lua e até mesmo a própria Terra seriam resultado da colisão de Nibiru e Tiamat, outro planeta mítico citado por Sitchin, que ficaria entre Marte e Júpiter. Além de causar desequilíbrios cósmicos, a passagem de Nibiru pelo Sistema Solar ainda se faria sentir por meio de catástrofes naturais, a exemplo do dilúvio de Noé e do desaparecimento de Atlântida, e pela inversão dos polos magnéticos do planeta, causando imensa destruição.” (Planeta X: Teorias ganham novo fôlego – Cartola/Agência de conteúdo/terra.com.br)

 

Planet-9-Art-NEWS-WEB.jpg

Nono Planeta do Sistema com a sua estrela o Sol ao fundo

 

Continuando à procura de outros lugares (de preferência distantes por proporcionarem o Desconhecido e a Aventura) que ainda possam completar o leque de objetivos determinados ou aleatórios que a Vida tal como conscientemente verificamos ainda não nos proporcionou, torna-se óbvio que um dos destinos preferenciais da nossa atenção até pelos problemas que o Homem constantemente nos coloca (pondo mesmo em causa a sobrevivência do nosso planeta) condicionando o nosso movimento e a nossa livre escolha (ou seja transformando-nos nus zombies), seja tudo o que nos envolve (e à Terra) e especialmente o Espaço profundo.

 

E se entretanto soubermos de alguma discrepância que nos coloque a dúvida (em vez de negativa e comodamente a eliminar de modo a não provocar outras ondas mais alterosas), ainda mais nos enfiamos todos entusiasmados no nosso buraco (belo por profundo), pois nele sabemos estar uma outra abertura e uma outra resposta, para mais uma questão de sobrevivência e de evolução (no movimento experimental se construindo o edifício do Conhecimento) não apenas de fé ou puramente existencial: como poderá ser o caso do nosso Sistema Solar com a ligeira inclinação axial do Sol (estrela de referência) a poder ser justificada com a existência de um outro planeta integrando esse sistema (que não o tão falado Planeta X).

 

P9_KBO_orbits_labeled-NEWS-WEB.jpg

Os seis mais distantes objetos do Sistema Solar – e o possível Nono Planeta

 

O qual seria o substituto do despromovido planeta Plutão (agora transformado em planeta-anão) e pela sua ordem (de distância relativamente ao Sol) agora denominado como Nono Planeta. E até com cientistas a induzirem-nos nessa ideia (matematicamente credível) até por ser uma forma de tentar explicar a ligeira inclinação do eixo solar:

 

Solar Obliquity Induced by Planet Nine

 

“The six-degree obliquity of the Sun suggests that either an asymmetry was present in the solar system's formation environment, or an external torque has misaligned the angular momentum vectors of the Sun and the planets. However, the exact origin of this obliquity remains an open question. Batygin & Brown have recently shown that the physical alignment of distant Kuiper Belt orbits can be explained by a 5-20 m_ planet on a distant, eccentric, and inclined orbit, with an approximate perihelion distance of ~250 au. Using an analytic model for secular interactions between Planet Nine and the remaining giant planets, here, we show that a planet with similar parameters can naturally generate the observed obliquity as well as the specific pole position of the Sun's spin axis, from a nearly aligned initial state. Thus, Planet Nine offers a testable explanation for the otherwise mysterious spin–orbit misalignment of the solar system.” (authors.library.caltech.edu/71331)

 

E com os mesmos cientistas na prossecução das suas escavações arqueológicas levadas a cabo por todos os cantos do Sistema (Solar), extravasando os limites do mesmo (com as suas sondas e telescópios), ultrapassando as suas fronteira (eventualmente nas Nuvens de Oort), estendendo-se pela sua galáxia (Via Láctea) e sem grandes surpresas e apenas como confirmação, descobrindo um outro parente na figura de um planeta perdido: circulando próximo no Espaço, com o mesmo foco que a Terra, mas há muito emigrado e com visitas muito distantes (distanciadas no tempo). Um planeta localizado nos limites do nosso Sistema e que conforme previsto pelos seus descobridores (teóricos e experimentais) poderá ser o responsável (desde a formação do sistema Solar) não só pela estranha inclinação do eixo axial solar, como pelas ligeiras variações orbitais de alguns dos seus corpos celestes (como os localizados no Cinturão de Kuiper – os vizinhos mais próximos do pequenino Plutão).

 

kbatygin-mbrown-0049_1000.jpg

Mike Brown (o professor) e Konstanin Batygin (o assistente)

 

Um planeta de tal modo maciço e de eixo inclinado, que forçosamente provocará um acomodamento dos outros corpos celestes à passagem do gigante, até nas órbitas e na sua velocidade;

 

Movimentando-se em torno do Sol numa órbita cerca de 20 X mais distante que a órbita (média) de Neptuno (ou seja cerca de 4500 milhões de Km ou 30 UA) e apresentando uma dimensão cerca de 10 X Terra; e despertando a curiosidade não só destes cientistas (como de muitos outros eruditos e leigos) como de agências como a NASA, instituições como o Vaticano e até de bases de vários países situadas na Antártida (Polo Sul);

 

Agora mesmo à nossa porta (do Sistema Solar), espreitando entre os planetas e talvez caminhando para o seu periélio: o que leva os astrónomos Mike Brown e Konstanin Batygin a afirmar que de acordo com o seu modelo e se o mesmo estiver correto no prazo máximo de 16 meses o mesmo poderá ser visível confirmando-se a descoberta (a sua presença no Sistema Solar como o seu Nono Planeta) – em função da publicação do trabalho de ambos lá para os finais de Setembro (de 2017);

 

Provavelmente e dada a sua órbita não usual e não condizente com a dos seus restantes companheiros (os outros 8 planetas principais integrando o Sistema Solar) – numa órbita muitíssimo mais alongada – com os cientistas sugerindo que o mesmo poderá ter sido ejetado e expulso da região rodeando outro planeta gigante do Sistema (como o poderia ter sido o gigante gasoso Júpiter) ou então tendo aqui chegado já há muito e muito no tempo no passado atraído por outro possível objeto então ainda integrando o Sistema Solar. Talvez a zona do Espaço onde hoje vemos a Cintura de Asteroides e que no passado estaria ocupado por outro objeto qualquer (o Quinto Planeta entre Marte e Júpiter).

 

planetx-520px.jpg

Planeta X, Cinturão de Kuiper e gigantes gasosos

 

Talvez um Quinto (Planeta) expulso por outro (semelhante, próximo, incompatível), ejetado da sua órbita e lançado no espaço (num passado inicial do Sistema), mas sem nunca abandonar o conjunto (sistema planetário em torno do Sol) e regressando sempre como o filho pródigo (de histórias) – agora e por determinada ordem sendo o Nono Planeta. Mas onde e quando?

 

Tendo como referência o corpo celeste candidato a planeta-anão (diâmetro em torno dos 250Km) e denominado 2007 TG422, com o mesmo a localizar-se entre 35 UA (periélio) e 972 UA (afélio) de distância do Sol e com um período orbital entre os 10 e os 14 mil anos;

 

E com Sedna (outro potencial planeta-anão com diâmetro ultrapassando os 1000Km) a ter um período orbital de quase 11,5 mil anos;

 

Concluindo-se por alguma semelhança e simples associação (de um comum leigo) que o período orbital do antes falado (por imaginário) Planeta X e do agora sinalizado (por real) Nono Planeta, não deverão andar muito longe um do outro (10 a 20 mil anos);

 

Bastando para o situar tanto no tempo como no espaço e dando credibilidade a escritos antigos como o da civilização Suméria – com cataclismos terrestres constantemente associadas à sua passagem no ponto do seu periélio – consultar os arquivos da nossa História e aí descobrir um fator que seja comum à passagem do corpo celeste e a algum episódio trágico passado na Terra: logo à primeira o Dilúvio (segundo uma entre muitas versões motivado pela queda de um meteoro em pleno oceano Índico provocando um enorme tsunami).

 

(imagens: caltech.edu e carnegiescience.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:31

05
Fev 16

“Imaginemos o Sistema Solar como um óvulo enorme à espera do seu espermatozoide (fertilizador) e com a fusão de ambos a originar uma nova célula – o ovo. Nalgum momento da sua História com a sua membrana a ser penetrada e originando um evento brutal mas criador: criando um novo mundo por implosão do anterior. Um acontecimento cósmico até hoje não sucedido mas já anteriormente simulado em muito menor escala (em cenário real, em tempos diferenciados e com os mais variados corpos celestes – mas com todos eles estéreis).”

 

hqdefault.jpg0.jpg

RT – Dois planetas descobertos a 200 UA de distância do Sol
(difíceis de detetar na escuridão profunda do espaço e encobertos por Plutão)
FOX – O corpo celeste 2012 VP113 localizado a 80 UA de distância do Sol
(1,5X a distância do Sol a Neptuno e já bem para além do Cinturão de Kuiper)

 

Agora que se sucedem as notícias (é certo que duma forma compassada e ainda meio envergonhada) de que o Sistema Solar voltará a ter nove planetas (oito desde a despromoção de Plutão a planeta anão), num momento em que os primeiros astrónomos (face às mais recentes imagens obtidas) se atrevem a começar a confirmá-lo (tentando situá-lo na sua trajetória) e num período em que já poucos acreditavam na sua existência (como Hercolubus, Nibiru, ou Planet X), eis que o mesmo se apresenta ao serviço mas como um mensageiro do mal (talvez sendo esse o verdadeiro motivo porque muitos falam dele): esse misterioso planeta fazendo parte do Sistema Solar, por diversas vezes sugerido e mencionado em registos históricos bastante antigos (como tal tendo fontes de origem desconhecida e não confirmada e de imediato consideradas dúbias e inaceitáveis) e tendo como trajetória uma órbita muito mais alongada (excêntrica) em torno da sua estrela de referência (o Sol) conferindo-lhe um período de translação de cerca de 10 a 20 mil anos. Tal como representado na imagem seguinte:

 

10616578_803640006409947_6169510791523666325_n.jpg

Órbita excêntrica do Planeta X

 

Um período de translação de 10 a 20 séculos de duração que neste momento e segundo alguns cientistas (que têm investigado o caso) poderia estar correr o seu momento de maior aproximação ao Sol (periélio) e que devido à passagem deste corpo celeste tão perto do Sol, por associação passando tão perto da Terra e por inerência no interior do próprio Sistema Solar (ou numa tangente ao mesmo), causaria certamente algumas anomalias visíveis no equilíbrio do sistema planetário e naturalmente sobre a Terra (temporárias e provavelmente ocorrendo a cada periélio – entre a chegada e a ida). Um período de translação com o qual alguns dos mais dedicados investigadores trabalhando sobre o caso não estão nada de acordo (especialmente os investigadores mais duros e clássicos), afirmando que o mesmo será de apenas 3600 anos, que o corpo celeste se encontra próximo do seu periélio (em aproximação e preparando-se para iniciar brevemente o seu trajeto de fuga) e que os verdadeiros efeitos provocados pela sua passagem (sobre o sistema e sobre a Terra) ainda estarão para vir. Apontando como suporte para a sua teoria um evento ocorrido aproximadamente há 3600 anos atrás (1600AC):

 

“A erupção minoica de Santorini, também referida como a erupção do Tera ou erupção de Santorini, foi uma catastrófica erupção vulcânica (de grande explosividade) com um Índice de Explosividade Vulcânica (IEV) de 6 ou 7 (numa escala de 0 a 8) e uma Densidade Lítica Equivalente (DLE) de 60 km³ (indicando o volume da erupção) que se estima ter ocorrido em meados do segundo milênio AC (entre o período de 1 650 a 1 450 AC). A erupção foi um dos maiores eventos vulcânicos na Terra registrados na história.” (wikipedia.org)

 

anavermelha.jpg

Planeta ou anã-vermelha?

 

Um planeta que historicamente já transporta atrás de si muitos cenários de conteúdo apocalíptico e que ainda poderá acarretar consequências muito mais imprevisíveis e dramáticas se como muitos afirmam não se tratar na de um planeta mas na realidade de uma anã-vermelha: uma estrela pequena e fria que nunca chegou a vingar (como uma verdadeira estrela). Tendo o seu primeiro registo conhecido ocorrido há cerca de 34 anos (tendo como origem o IRAS – satélite astronómico de infravermelhos) e sendo posteriormente reconhecido (pelo Observatório Naval dos EUA) nove anos depois (1992 ou seja há já duas dúzias de anos) – numa sequência interessante:

 

“When further irregularities in the orbit of Uranus were first noticed in 1906 it sparked a search for a Planet X that was thought to be massive…In the 1980s, a Planet X was proposed by Robert S Harrington based on the irregular orbits of Neptune and Uranus…In December 2015, there was a hint of a large object 300AU away – about six times further than Pluto – in data from the Atacama Large Millimeter/submillimeter Array.” (phys.org)

 

Seja ele o que for um corpo celeste que terá entrado no Sistema Solar por volta do início do século XXI e que pelo andar da carruagem ainda estará por estes lados durante mais alguns anos. E que pela velocidade média conhecida dos oito planetas principais do Sistema Solar (variando entre os quase 4km/s de Plutão e os mais de 50km/s de Mercúrio) e partindo do princípio que se trata mesmo dum planeta, nos poderia indicar a que distância temporal estaria esse corpo celeste caso se encontra-se num destes três locais – (1), (2) ou (3):

 

Corpo (s) Celeste (s)

Distância ao Sol

(UA)

Tempo de Viagem (anos) Reportagem
(imagem inicial)
Cinturão Asteroides (1) 2/3 0.4/0.6 -
Planeta Neptuno 30 5.6 -
Cinturão de Kuiper (2) 50/55 9.5/10.5 -
2012 VP113 80 15.2 FOX
Planetas descobertos por astrónomos do Observatório de Madrid 200 38.1 RT
Planeta descoberto por astrónomos do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) 370 70.4 -
Nuvem de Ooort (3) ˃ 2000 380.5 -

(1 UA = 150.000.000km – Velocidade média considerada para o corpo celeste = 25km/s)

 

O que nos leva a concluir ao sermos colocados perante as últimas informações fornecidas por entidades oficiais mundialmente reconhecidas (científicas e credíveis no campo da investigação astronómica), que se tal facto for mesmo verdade então o mais provável é que esse planeta (estrela ou até um outro conjunto qualquer de corpos celestes) se deverá situar de momento ou na proximidade do Cinturão de Kuiper (10 anos de distância) ou muito mais longe na região da Nuvem de Oort (um problema mas para futuras gerações). Não estando como muitos poderão pensar no interior do Sistema Solar (isso provavelmente seria uma catástrofe e já o estaríamos a ver e a sentir há muito mais tempo), mas podendo muito bem localizar-se nas imediações da região do Cinturão de Kuiper ou da Nuvem de Oort – e mesmo assim fazendo sentir os efeitos da sua presença no longínquo e minúsculo planeta Terra. Numa tangente ao nosso Sistema que provavelmente não será a primeira e que em anos muito mais distantes até poderá ter sucedido com outro sistema qualquer (planetário).

 

Num conjunto de factos, teorias e hipóteses que supostamente manterão ainda aberta uma janela de oportunidade para este Evento nunca antes visto (existência e posterior confirmação do referido corpo celeste) e que pelo menos se manterá em suspenso (se entretanto nada acontecer) durante um período de tempo mínimo de mais alguns anos (tudo dependendo da periodicidade do pretenso planeta de momento variando entre quase 4.000 e 20.000 anos).

 

Nature_News_Planet_Nine_orbital_diagram_21.01.2016

Nova versão agora como Nono Planeta

 

Curiosidades

 

Se tomarmos em consideração algumas informações sobre este nono planeta do Sistema Solar (já conhecido como Planeta IX) e dermos largas à nossa imaginação aceitando os dados fornecidos por alguns dos maiores entusiastas da sua existência (muitos desses dados sendo especulativos) – cálculos que se baseiam na grande dimensão e densidade do mesmo e na fortíssima e extensa influência externa do seu enorme campo magnético – então a influência deste verdadeiro monstro (5X Júpiter) poderia estender-se por uma distância de quase 8 UA: podendo muito bem caso se situasse atualmente nas proximidades do Cinturão de Kuiper estar já a afetar (ou a começar a fazê-lo) o nosso planeta;

 

Por outro lado esse Planeta IX poderá estar a caminho do seu afélio ou então do seu periélio (neste último caso em aproximação ao Sol ou já na sua trajetória de fuga). Em qualquer dos casos (referidos ao seu periélio) e devido à sua maior proximidade ao Sistema e à Terra podendo provocar efeitos repetidamente anunciados por estes teóricos (com alguns mas ainda muito poucos começando a acreditar nessa hipótese), mas com a maioria deles e apesar da sua erudição a ser ainda catalogada como pouco credíveis ou mesmo como simples, banais e sobretudo ignorantes teóricos da conspiração (apontando alguns deles lá para 2020 o fim dessa influência e o regresso à normalidade habitual – por mais uns milhares de anos);

 

Mas nunca esquecendo (caso tudo isto seja verdade) que todo o cenário poderá ser muito mais grave, se por acaso se confirmarem as mais mencionadas e mais negras das previsões: e que referem insistentemente que esse misterioso e enorme corpo celeste não seria propriamente um planeta (versão que pelos vistos e segundo as últimas notícias organizações como a NASA pretendem agora adotar – já que a sua existência poderá ter sido agora semioficialmente confirmada) mas uma estrela acompanhada pelas suas respetivas luas (nem mais nem menos que uma espécie de mini sistema planetário). E isso seria o Fim.

 

(texto: o indicado – imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:16

01
Set 15

A viagem da sonda New Horizons continua

 

Se olharmos do exterior em direção à VIA LÁCTEA verificaremos a existência numa das suas extremidades de um pequeno sistema planetário a que chamamos SISTEMA SOLAR. Tendo no seu centro a sua estrela de referência o SOL, um pouco mais afastado o único planeta habitado a TERRA, ainda dois filtros intermédios de proteção (as duas cinturas) e na sua fronteira a NUVEM de OORT.

 

nh-kbo-path.jpg

Neste momento a New Horizons movimenta-se já no interior da Cintura de Kuiper
(desde que ultrapassou a órbita de Neptuno)

 

Continuando a sua longa travessia do Sistema Solar iniciada em 19 de Janeiro de 2006 em Cabo Canaveral (há 3511 dias atrás), a sonda norte-americana NEW HORIZONS (e já depois da sua passagem pelo planeta anão PLUTÃO há 49 dias) encaminha-se agora para a CINTURA DE KUIPER.

 

Tendo (para já) como destino um pequeno corpo celeste aí situado e descoberto há pouco mais de um ano pelo telescópio espacial HUBBLE: o objeto 2014 MU69 com pouco mais de 30km de dimensão (situado a 42/47 UA do Sol). Uma pequena rocha gelada tendo na sua composição entre outros elementos ÁGUA.

 

Atualmente a sonda da NASA viaja a uma velocidade aproximada de 14km/s (relativamente a Plutão), encontrando-se já a cerca de 60 milhões de quilómetros do referido planeta (e a quase 33 UA da Terra). No mínimo 10 UA de viagem (e se viajássemos à velocidade da luz pouco mais de 80 minutos – ou quase 14 anos à velocidade do som).

 

(1 UA ≈ 150.000.000Km)

 

A chegada da sonda a 2014 MU69 está prevista para o início de 2019, após mais de 1,6 biliões de quilómetros percorridos desde Plutão e já bem no interior da Cintura de Kuiper: uma região do Sistema Solar situada para além da órbita de NEPTUNO, estendendo-se até aos seus limites (do sistema) e contendo mais de 10.000 objetos.

 

(imagem: redliontrader.com/nasa)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:07

17
Ago 12

Sistema Solar – muito Maior que J.A.

 

No único planeta do Sistema Solar onde já foi confirmada a existência de vida – a Terra – um grupo reconhecido de seres vivos vivendo numa comunidade organizada – o Equador – decidiu receber no seu seio um outro ser vivo vindo de outra comunidade – a Austrália – que procurava proteção da ação agressiva de outras comunidades independentes – Inglaterra e EUA.

 

J.A. – muito menor que o Sistema Solar

 

Fundador de uma organização privada não militar que divulgou segredos que o não deviam ser de diferentes comunidades organizadas e independentes, este ser vivo arriscava a ter de cumprir uma pena de prisão perpétua ou de ser mesmo condenado à morte, acusado de traição por um restrito grupo de indivíduos, no meio de milhões de outros grupos de indivíduos com a mesma importância e com ideias e interesses completamente diferentes.

Aqui não interessa julgar o ser vivo em causa e ver se este era bom ou se era mau. O mais importante é mostrar ao povo como de uma forma ignóbil e encapotada e sem se saber de que modo – e com que cordelinhos oportunos – se consegue transformar a vida de quem chateia e incomoda Alguém, num verdadeiro Inferno sem fim.

 

O Equador e todos nós poderíamos interrogar-nos para que serve a ONU

 

Mas outro problema deveras preocupante para todo o mundo livre e para a manutenção de todas as regras de respeito, convivência e boa vizinhança decretados por todos os estados livres – e como necessidade fundamental para a preservação da Paz e da Liberdade Mundial – é a posição prepotente e ameaçadora assumida pelas autoridades políticas de Londres, ameaçando um ataque à Embaixada do Equador – um ato considerado de agressão a um dos membros de pleno direito da O.N.U. – se esta não libertar J.A. imediatamente para ser julgado na Suécia, por um possível ato de violação. Mas que rapidez!

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:22

Novembro 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

14
15
16

17
18
19
20
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO