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Pesadelo Climatizado

Quinta-feira, 25.11.21

Como fazendo todos a mesma coisa no mesmo espaço e ao mesmo tempo num território urbano (por ex. na cidade), podemos ao contrário do que acontece em territórios rurais (por ex. na selva) ─ onde os animais irracionais seguem igualmente o seu chefe ─ dar cabo do nosso quotidiano e qualidade de vida.

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Questionando-nos todos os dias

(cumprindo repetida e religiosamente o mesmo trajeto)

mas à procura de quê?

 

Dispondo de pouco espaço e com o tempo a ser partilhado por inúmeras prioridades (impostas), em vez de tal como os animais irracionais procurarmos nos tempos próprios novos espaços de sobrevivência (naturais), artificialmente por condicionados (e mesmo afirmando-nos racionais) continuamos a correr todos os dias para estes verdadeiros “mercados-de-droga”: introduzida fisicamente (poluição ambiental) e mentalmente (lobotomia subliminar).

(imagem: Alexander Popov/theconversation.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:48

Sonhando com a Lua

Domingo, 07.11.21

“Tão perto (a 384.400Km de distância),

tão longe (doze Homens a pisando até hoje)

de nós (mais de 7,9 mil milhões).”

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No início de mais um fim-de-semana de outono, aparentemente não se esperando obter dele, mais do que a chegada da semana seguinte ─ para de novo e como sempre se recuperar (chapa ganha, chapa batida) e recuperar, ativando para a sua função e de novo a réplica (só mesmo uma réplica, aguentando indefinidamente este quotidiano monótono e repetitivo de miséria) ─ e nada em nosso redor havendo para se percecionar ou se sentir, que nos fizesse de alguma forma ou feitio “sobressaltar a alma”, depois de um momento anterior de reflexão sobre o papel desempenhado pelo Sol e por Júpiter no nosso Sistema Planetário (um como fonte de energia, o outro como um acumulador da mesma) ─ no intervalo entre ambos estando a Terra, esse Ponto Azul extraordinário e único, contendo Vida ─ surgindo lá no alto bem visível (diariamente) no céu noturno envolvendo-nos, protegendo-nos e para além do limite (indicando a fronteira entre a Terra e o Espaço), o nosso único satélite natural, a nossa única companheira desde há biliões de anos (até sonhando com ela) a Lua.

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No ano de 2021 mais de meio século passado sobre a nossa 1ª presença na superfície da Lua (julho de 1969) ─ num projeto (Apollo) encerrado quanto a alunagens, em dezembro de 1972 ─ e com os únicos voos tripulados a limitarem-se a uma viagem de cerca de 400Km entre a Terra e a ISS (Estação Espacial Internacional), nunca mais o Homem se tendo lançado em viagens entre dois corpos celestes (como o concretizado entre a Terra e a Lua), limitando-se ao lançamento de sondas automáticas (algumas já tendo mesmo ultrapassado os limites do nosso Sistema Solar) e à elaboração de projetos utópicos, por até agora não terem concretizado nada que a curto-prazo (como previsto) os sustente: antes mesmos de se voltar à Lua, planeando-se já a concretização (nesse mesmo curto-prazo, sucessivamente adiado) não só de uma missão a Marte, como o da sua própria colonização (a médio-prazo, enviando para lá 1 milhão de terrestres) e se necessário (já agora) terraformação (do Planeta Vermelho talvez ressuscitando-o).

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Sendo necessário ser lunático ─ “influenciado pela Lua, maníaco, tolo, fantasista, sonhador, excêntrico, extravagante (infopedia.pt) para se colocar a olhar e pensar na Lua, sabendo a mesma (a Lua) poder servir de espelho da nossa incapacidade (do Homem como ser vivo e em constante movimento e evolução) para resolver problemas próximos, mesmo tendo tecnologia e recursos disponíveis para tal, bastando (alguém/algo empurrar e) dar o salto: enquanto não formos capazes de olhar para o alto e muito mais além (sobretudo mentalmente) pensando apenas no nosso dia a dia de sobrevivência e não dando (simultânea e esmagadoramente) alternativa a ninguém ─ apontando-se sempre com o mesmo dedo (o do meio) e na mesma direção ─ em vez de investirmos na experiência, na aventura e no conhecimento (como na perigosa Época dos Descobrimentos), deixar-nos-emos levar sempre pela indiferença, movimentando-nos daqui para ali (andando sempre por perto) e no resto ficando à espera, quietinhos no lugar. No final da história ficando por cá e morrendo, em vez de sair da sua zona de conforto e (por uma questão de sobrevivência, nenhum lugar sendo eterno) emigrar.

(imagens: pt.slideshare.net ─ graphics.reuters.com ─ fineartamerica.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:13

Lotaria Solar ─ O Outro Planeta

Quarta-feira, 01.09.21

Numa 1ª fase (das Viagens Espaciais) teremos que nos limitar ao melhoramento progressivo talvez mesmo revolucionário dos métodos e teorias convencionais (deixando a velocidade do som como referência e tentando ao máximo aproximarmo-nos da velocidade da luz), mas se quisermos dar o verdadeiro salto passando à 2ª e decisiva fase, teremos que inventar uma nova forma de propulsão com um veículo a ela adaptado transportando-nos de um ponto para o outro, instantaneamente por sobreposição (holográfica).

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O Nono Planeta do Sistema Solar

Andando por aí no Sistema Solar

faltando apenas encontrá-lo

 

Limitados na nossa existência por um estreito território estendendo-se por muitos milhares de quilómetros e em todas as direções, em redor de todo este objeto mais ou menos esférico e dotado de atmosfera, ao qual chamamos Terra ─ e com a nossa derradeira aventura tendo sido a Conquista dos Oceanos, já la vai mais de meio milénio ─ sendo expetável que com o decorrer do tempo e com a diminuição crescente do espaço (excesso demográfico), a nossa sensação crescente de claustrofobia se acentue e nos leve cada vez mais (com níveis de ansiedade crescente) a olhar mais para além: interiorizando-se cada vez mais (por observação, experiência, constatação) que nada sendo eterno desde o nosso lar até à nossa terra, um dia mais cedo ou mais tarde mas certamente no momento pensado e mais oportuno, teremos que abandonar essas nossas referências de origem (como a Terra) e partir, se quisermos persistir e sobreviver, como animal nómada  que somos, em que movimento (envolvendo matéria e energia) é sinónimo de Vida (podendo mesmo existir uma ligação, entre Alma e Eletromagnetismo).

Perdidos e sufocados pelas chamas vermelhas de sangue deste Inferno terrestre, manobrado na sua apresentação e tradução através da utilização persistente de uma versão pretensamente soft, mas literalmente de pesadelo mental acéfalo (por corte) e climatizado (para não se decompor logo) ─ que eles designam como uma espécie de percurso de passagem para um outro mundo, dos crentes, de todos, dos pobres-de-espirito, talvez um Purgatório ─ olhando por vezes para o Céu, para a Lua, para qualquer coisa, mesmo que não se veja, podendo no entanto e inesperadamente ocorrer. Saltando-se do interior deste ecossistema terrestre e ultrapassada rapidamente a ISS (a uns míseros 400Km de altitude), mergulhando-se nas profundezas da escuridão do Sistema Solar, deparando-nos com a Lua e aí mentalmente estupefactos, paralisados por segundos então “transformados num flash de quase meio século” (1970 a 2020), vendo-nos como há 50 anos atrás com a chegada do Homem a um mundo distando a pouco mais de 380 mil km de distância.

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Órbita provável do Planeta 9

Um KBO c/ massa 5X a da Terra

no mínimo 10X mais distante que Neptuno

 

Em 2021 sem mais um quilómetro a mais percorrido pelo Homem em naves espaciais tripuladas, com uma das potências Mundiais de referência certamente a maior ─ os EUA ─ a desinvestirem completamente na sua Agência Espacial Governamental a NASA deixando para esta e apenas a investigação teórica (a parte ai importante, mas sem retorno comercial imediato) e as “sondas automáticas”, desviando a grande fatia das verbas para as novas Agências Aeroespaciais privadas como a SpaceX, a Blue Origin ou a Virgin Galactic, com o futuro da Humanidade a ficar ainda mais negro um pouco mais ameaçado, abandonando-se de novo a Exploração e a Conquista do Espaço (um dia teremos que forçosamente abandonar a Terra) e optando-se pela versão imediata, lucrativa, comercial, mais dirigida não à cura de algo/alguém mas à manutenção do vício de um drogado ou pré-condenado.

[Restando-nos então para a construção da “Arca” resistindo ao próximo “Dilúvio”, a Rússia e a Imperial China, o Hemisfério Norte Oriental ─ e com a América já em declínio (a Europa lutando desesperadamente por existir), mas talvez ainda bem presente (como o “entertainer”, que sempre foi) nalguma área do seu interesse.]

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Os Annunaki e a Civilização Suméria

Aqueles de sangue real descendentes dos Nefilim

seres não sendo deste Mundo

 

E depois de despromovido Plutão (de planeta principal passando a planeta-anão) já para além da Nuvem de Oort (a umas 100.000UA), por vezes falando-se de um outro planeta podendo ainda ser nosso irmão ou seja do nosso planeta Terra ─ o tal Planeta X, Décimo Planeta ou Planeta 9 ─ mas circulando mesmo tendo o Sol como referência, muito mas mesmo muito longe de nós talvez nunca visto (mas por cálculos “existindo”): mas como todos tendo o seu afélio e periélio e um dia talvez como já no passado podendo ser visto por cá passando perto do Sol passando perto da Terra (lembrando-me aí do Planeta X e dos Annunaki).

Até podendo já existir e ser mais um corpo integrando inicialmente a Nuvem de Oort (fonte de asteroides e de cometas, última fronteira do nosso Sistema Solar). Querendo sobreviver (o Homem) tendo-se de ultrapassar esse limite, imitando as sondas automáticas Pioneer e Voyager e os objetos extrassolares e interestelares Oumuamua e 2I Borisov, mas agora presencialmente. E se a Terra demora 1 ano a dar a volta completa ao Sol, Plutão pouco menos de 250 anos, quanto não demorará um objeto integrando os limites da Nuvem de Oort ou mesmo ultrapassando-a (milhares e milhares de anos, uma enormidade).

(imagens: universetoday.com ─ annunaki.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:25

O Homem não é o Centro do Mundo

Sábado, 17.07.21

No topo virtual da Pirâmide estando o Homem, mas sendo suportado ─ a mais de 99% ─ pelo poder da Natureza. Assistindo-se à Evolução Geológica da Terra (com Aquecimento Global, Degelo dos Polos, Alterações Climáticas e outros fatores associadas) o Homem tendo para sobreviver, que a acompanhar (a Evolução).

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Aasterberg ─ Holanda

(julho 2021/inundações)

 

Tal como qualquer detentor de uma concessão, tendo condições de exploração fazendo-a, não a tendo abandonando-a, o mesmo se passa obviamente com a Natureza, apresentando-nos territórios preparados para a nossa exploração ─ expostos, à superfície ─ posteriormente perdidas essas condições de escolha (básicas para a nossa sobrevivência) ─ por abaixamento,  submersão ─ sendo substituídas por outras podendo replicar (no espaço/tempo) o mesmo modelo: com terras antes submergidas e posteriormente emergindo (dando origem a novas áreas), proporcionando territórios de ocupação/exploração por parte do Homem, continuando a concretização de mais um ciclo, mais tarde ou mais cedo sofrendo novo abaixamento, podendo de novo submergir.

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Deggendorf ─ Alemanha

(junho 2013/inundações)

 

Num planeta com uma idade estimada de mais de 4,5 biliões de anos, com muitas das evidências e sinais transmitidos pelo Ecossistema onde atualmente vivemos sugerindo-nos que, durante toda a sua evolução a mesma poderá ter sofrido vários Eventos cíclicos relevantes (periódicos), uns podendo incluir vida significativa, outro não e outros mantendo-a nos mínimos (possibilitando-lhe um novo arranque), com a sua História Geral tendo como seu grande protagonista, não a intervenção do Homem, mas a “Evolução Geológica da Terra”, podendo ter de facto sofrido vários Saltos Civilizacionais nestes biliões de anos, talvez com milhões de anos de duração e algumas interrupções: podendo ter várias causas, inevitavelmente de origem natural e podendo envolver vários intervenientes como atores principais (como cometas, asteroides, explosões solares, etc.).

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Liège ─ Bélgica

(julho 2021/inundações)

 

Na contabilidade geral de capacidade de intervenção do Homem e da Natureza se comparada em percentagem de eficácia interventiva (poder interventivo) ─ no nosso Ecossistema ─ felizmente com o poder da Natureza a andar por mais de 99% e com o Homem a ficar felizmente com o restante (nem 1%) ─ o poder das bombas atómicas/nucleares (ou pior) não sendo eficaz para travar a Terra, apenas servindo se utilizadas para o nosso auto suicídio (como espécie dominante, sobrevivendo outras). Pensar que o Mundo está a mudar, fazendo-o radicalmente, a caminho do Apocalipse e tendo o Homem como protagonista ─ de tal Evento Global, podendo-nos proporcionar o Fim-do-Mundo ─ sendo mesmo demasiado, depois da afirmação de sermos o centro do Mundo, de afinal o centro ser na Terra, finalmente sendo-o no Sol, e tudo isto apenas para voltarmos à teoria do início provavelmente percorrendo de novo as anteriores, sabendo-se tais conceitos serem falsos, mas não existindo outros. Com o relevo a subir e a descer acompanhando a Evolução Geológica da Terra, não havendo condições de permanecer nas antigas concessões anteriormente disponibilizadas e tendo-se que obviamente de mudar (sendo muito difícil abandonar a nossa área de conforto) ─ para territórios agora elevados, antes podendo estar submersos ─ não valendo a pena arranjar desculpas ou bode expiatórios, como o Degelo dos Polos ou o Aquecimento Global (a desculpa), e a intervenção nela do Homem (o bode expiatório).

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Mattawa ─ EUA

(junho 2021/incêndios)

 

Não querendo ver nada (do que verdadeiramente se passa), dada a necessidade de investir (e sendo a prioridade de investir, o lucro selvagem e imediato), persistindo-se na ideia errada (em vez de fazer, acusar, mesmo quem faça) sendo a nossa única solução “fugir” ─ entregues como estamos hoje, a uma única verdade, oferecida por um algoritmo. E em vez de evoluirmos sendo a principal condição adaptarmo-nos, deixando-nos levar como ratos, pela flauta do artista.

(imagens: Sem Van Der Wal/EPA, via Shutterstock - Armin Weigel/European Pressphoto Agency - Valentin Bianchi/Associated Press - Grant Hindsley for The New York Times)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:22

Formiga-Lava-Pés ou Formiga-de-Fogo

Terça-feira, 25.09.18

[Evolução = Sobrevivência]

 

Como se ainda fosse necessário demonstrar que a Evolução de todas as Espécies habitando este Ecossistema Terrestre (incluindo a espécie dita dominante a Humana) depende basicamente da capacidade destas (espécies) se adaptarem (ao longo do Tempo) e de se movimentarem (ao longo do Espaço)

 

– Ao longo da sua travessia utilizando uma estrutura de sustentação alicerçada no Eletromagnetismo (associando e dando vida aos elementos da Tabela Periódica) e simultaneamente atribuindo-lhe Movimento devido ao desencadear em cadeia dos efeitos ação/reação

 

Mais um grupo de animais agora pertencente à classe dos Insetos e à família Formicidae

 

– A FORMIGA-LAVA-PÉS (também conhecida como FORMIGA-DE-FOGO)

 

Vêm-nos mais uma vez confirmar como (sejam animais, sejam plantas) somos todos tão iguais.

 

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Jangada de Formigas-de-Fogo

(imagem: accuweather.com)

 

Com estas formigas de tom avermelhado, não muito grandes mas agressivas (apresentando-se em grandes grupos e sendo omnívoras) e geralmente construindo grandes estruturas de terra e de restos de árvores (em locais abertos) como sua habitação

 

– Os chamados FORMIGUEIROS

 

Em casos meteorológicos extremos (como por exemplo inundações) podendo colocar em causa a sobrevivência do seu grupo (e da sua Rainha),

 

Sendo capazes (nestas situações de emergência) de se agruparem ainda com mais força e consistência, construindo em conjunto uma superfície (debaixo dos seus pés) tendo como propriedade fundamental flutuar (espetacularmente) sobre um lençol de água:

 

Na imagem anterior com uma colónia formada por milhares de Formigas-Lava-Pés flutuando sobre águas-de-cheia originadas pela passagem (muito recente) do furacão FLORENCE (pelos estados norte-americanos da Carolina),

 

Tentando com a sua técnica salvar o Formigueiro e desse modo a sua Rainha.

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:14

As Aranhas de Olhos Grandes

Domingo, 22.05.16

Não só para verem melhor durante o período noturno, como para detetarem com maior facilidade e precisão o movimento próximo das suas possíveis vítimas – preparando a armadilha a que nós chamamos TEIA (no caso do Homem com múltiplas interpretações e aplicações) para estes Insetos não passando de um simples Restaurante (numa área natural e fundamental à sua sobrevivência).

 

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Vivendo num MUNDO cada vez mais controlado e dominado pelo PODER SUPREMO DO OBJETO e tendo com a sua INTELIGÊNCIA e como contraponto digerido e interiorizado essa alteração FUNDAMENTAL promovida pelo HOMEM e logicamente refletida no MEIO AMBIENTE, essa espécie (INSECTOS) que certamente perdurará mesmo após o nosso desaparecimento da TERRA e da mais que provável e definitiva extinção dessa espécie então considerada dominante (HOMEM), começou desde há tempos e como medida preventiva METAMORFOSEAR-SE de modo a adaptar-se às novas contingências que este NOVO MUNDO lhes irá criar.

 

Ao contrário do HOMEM que vê no OUTRO HOMEM um perigo à sua EXISTÊNCIA=DOMINAÇÃO propondo em diferentes níveis progressivos uma espécie de lobotomia de aplicação subliminar e exterior (como se a sua própria espécie fosse o seu principal inimigo, obrigando-o a proteger-se do seu próprio grupo, atrás do incomensurável poder do objeto), este INSECTO utilizando outra estratégia completamente oposta por dirigida, intencional e coletiva (muito simplesmente por demonstrar inteligência e organização) decidiu adaptar-se, abrir de vez os seus olhos e em conjunto com a sua espécie (em grande expansão e cada vez mais poderosa) sobrevalorizar e desenvolver os seus órgãos de perceção, melhorando notoriamente a qualidade da sua perceção e desse modo protegendo-se contra a ação de outros, especialmente da intrusão de OBJETOS imprevistos e outros potenciais inimigos.

 

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E assim enquanto vemos constantemente à nossa volta espécies a serem extintas e outras a eclodirem (como se só existisse como única referência o tempo da nossa morte e do nosso nascimento, nada existindo para lá destas referências nem mesmo a nossa espécie incluindo ascendentes, descendentes e já agora porque não nós próprios) esquecemo-nos daquilo que aprendemos cedo na escola e que (acho eu) ainda hoje é verdade (comprovados pelos fatos reais ou projetados):

 

“Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.”

(Antoine Lavoisier)

 

Pela sua extraordinária estrutura e capacidade de resistência, talvez a única espécie com grande percentagem de sobrevivência ao próximo salto evolucional terrestre (entre todas as espécies existentes no planeta e incluindo a espécie dita dominante, o próprio Homem).

 

E se os Repteis também sobreviverem (muito plausível), provavelmente num futuro próximo um verdadeiro PARAÍSO destes – não sendo talvez por acaso que recordando Histórias/Aventuras de Infância, muitos de nós ainda crianças acreditem em sonhos, que os Repteis já vêm aí a caminho e muito perto: com os desesperados e perdidos adeptos da Conspiração (já que a realidade terrestre é monótona e doentia por estática) imaginando o Planeta X comandado por Reptilianos já dispostos e preparados para em breve nos Invadir.

 

Não para nos comer (SONHO de HOMEM) mas para se reabastecerem de comida (IPESADELO de INSECTO).

 

(imagens: livescience.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:48

Tribos

Sexta-feira, 10.04.15

“Islamic State militants attacked the capital of Iraq's vast Anbar province on multiple fronts on Friday, seizing two areas on the city outskirts in a setback for a government campaign to retake the desert terrain.”

 

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Iraque – Província de Anbar – Cidade de Hit
(localizada 140km a oeste da capital Bagdad)

 

Enquanto os grandes líderes mundiais não perceberem que “ tribos há muitas mas que todas elas têm a mesma força”, conflitos como o do Iraque nunca mais acabarão (Vietname, Afeganistão, Iémen).

 

Uma tribo por mais tribos a que se alie, nunca vergará outra tribo por mais isolada que ela esteja.

 

E se a exterminar por necessidade de afirmação, outra a substituirá por espírito de sobrevivência.

 

O que agora aconteceu no Iraque é assim basicamente normal e para qualquer estudioso na região considerado simplesmente banal:

 

“ISIS Attacks Capital Of Iraq's Anbar Province, Hundreds Of Families Flee Area.”

 

Uma tribo iraquiana lutando pela sobrevivência do seu grupo abriu as portas aqueles que na altura lhes apontavam as armas e com o seu acto pôs em causa a sobrevivência de outras tribos.

 

Heróis? Traidores?

 

Dependendo do lado analítico e das interpretações do poder vigente (e com o povo – como sempre – personificando a vítima).

 

(texto/itálico/negrito: huffingtonpost.com – imagem: Associated Press)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:54

E Ainda Estamos Vivos

Sábado, 21.07.12

Imagem obtida a partir da Estação Espacial internacional (ISS) a mais de 600Km da Terra

 

Enquanto a Terra se expõe a acontecimentos vindos do exterior e luta pela sua estabilização e sobrevivência socorrendo-se de ferramentas próprias de alerta e de prevenção que ainda tem disponíveis – veja-se a luta feroz da camada protetora da Terra contra os efeitos das radiações solares sobre a nossa atmosfera, aqui bem retratadas nos efeitos provocados e que originam estas fantásticas auroras – no seu interior o Homem empurra todas as suas sociedades organizadas para modelos de exploração imediata e selvagem e com o único intuito de maximização do lucro, opção esta que têm levado o planeta a uma exaustão acelerada dos seus recursos a curto prazo, com o fim da sua matéria-prima, a desativação dos seus cidadãos ativos e a banalização da globalização da poluição, como se fosse algo de natural e de consequências previsíveis.

 

(imagem – spaceweather.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:52