Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

29
Nov 16

Enquanto os alienígenas se passeiam alegre e descaradamente diante das câmaras da NASA instaladas bem à frente do Sol (para eles e pelo movimento um dos pontos mais interessantes do Sistema Solar), os terrestres habitando este pequeno ponto azul localizado a 150 milhões de Km da sua estrela (por acaso o centro da nossa evolução), ainda refletem na razão pela qual um certo dia abandonaram a Lua (localizada a menos de 400 mil Km) e optaram por um planeta tão inóspito como distante como o é Marte (localizado a menos de 100 milhões de Km da Terra).

 

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Na procura incessante de outras formas de vida que não a nossa, aqueles que ainda querem acreditar na possibilidade da existência de um outro mundo talvez paralelo que nos dê mais respostas (em vez de nos carregar cada vez com mais dúvidas), acabam na sua aventura interminável e denotando uma pura ingenuidade juvenil (de em tudo acreditar mesmo no impossível) por descobrir mais um facto deveras estranho (um objeto ejetando-se do Sol), no mínimo sem explicação (não sendo conhecidos fenómenos deste tipo) mas por outro lado comprovado pelos factos (imagem obtido pelo satélite SOHO – EIT 284 – 27.11.16). Emissão de plasma, um objeto alienígena ou apenas mais uma erupção de material oriundo do Sol? Certamente mais um espeto (descarga) cravado no nosso cérebro: convidando-o dividir-se e finalmente libertar-se.

 

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Numa informação que mais uma vez poderá ter (no mínimo) a virtude de nos colocar no nosso verdadeiro lugar (no Universo), tentando desmontar a ideia generalizada e profunda que atravessa a nossa sociedade e a civilização terrestre, de que poderemos ser algo de exclusivo e como tal podendo considerar-nos o centro de algo de mais e claramente central (superior e divino): como se herdando da Terra a Teoria Geocêntrica, a aplicássemos agora ao Homem. Podendo-se como explicação antecipada (no tempo) mas baseada em conhecimentos já imaginados (e científicos), que poderemos estar face a um artefacto alienígena (viajando entre espaços) servindo-se da nossa estrela como um verdadeiro Portal (de comunicação e de entrada para um outro mundo). Numa história de contactos e avistamentos que se tem estendido a toda a História do Homem.

 

(informação: ufosightingshotspot.blogspot.pt/Streetcap1 – imagem: SOHO/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:19
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05
Ago 16

Com certa frequência quando somos informados de que algo de mau aconteceu, um dos primeiros pensamentos que nos passa pela cabeça é de que estaremos a entrar numa maré de azar e como tal, deveremos estar preparados para novos e maus acontecimentos que certamente aí virão (e se repetirão) – não há 2 sem 3! No caso de certas temáticas sendo um caso estranhamente prevalecente (só não o sendo por previa estratégia).

 

O fim da transmissão do ISS LIVE FEED

(em Agosto)

 

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Com a interrupção definitiva das transmissões

Resolvendo definitivamente

A questão duvidosa das interrupções temporárias

(imagem: ufosightingsdaily.com)

 

E foi algo de semelhante o que aconteceu no dia hoje: com a NASA a anunciar o fim das transmissões ao vivo a partir da ISS, com o observatório solar SDO a encravar aquando da passagem da Lua entre o mesmo e o Sol e finalmente com o observatório SOHO (como muitas vezes acontece) a cortar algumas sequências do suicídio de mais um cometa (mais de 2 horas aquando/após o seu impacto).

 

O Observatório SDO encravado

(desde a interposição da Lua)

 

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Um acontecimento inédito nas transmissões SOHO

Com o observatório a já ter por várias vezes vivido

Momentos de interposição como este

(imagem: sdo.gsfc.nasa.gov)

 

Um cometa do grupo Kreutz resultante da fragmentação no passado distante de um outro cometa maior ao entrar no interior do Sistema Solar.

 

A falha do Observatório SOHO

(apagando mais de duas horas de imagem)

 

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Com a NASA a oferecer-nos toda a aproximação do cometa ao Sol

Excetuando uma faixa de mais de 2 horas

Durante/após o seu impacto final

(sohodata.nascom.nasa.gov)

 

Por uma coincidência tremenda com tudo a acontecer como numa avalanche, aquando da passagem de um cometa (já referido atrás) no seu caminho de impacto em direção ao Sol. Com a NASA a parecer querer dar razão aos teóricos da conspiração (acusando-a não pela informação mas pela sua previa manipulação), não fosse a emissão diária e ao vivo da ISS uma fonte constante de notícias alternativas às oficiais: mostrando-nos imagens incompreensíveis mas que na realidade lá estão.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:53
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23
Fev 15

Em qualquer momento algo nos pode surpreender: neste caso tratando-se apenas de mais um pequeno cometa – talvez perdido o que nos deixa na dúvida.

 

O observatório SOHO disponibilizou-nos nestes últimos dias imagens da passagem de mais um cometa na sua trajectória de aproximação ao Sol, tendo o mesmo e após a ultrapassagem do seu periélio ficado mais brilhante e visível, começando então progressivamente a afastar-se.

 

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Cometa SOHO-2875
(parte inferior da imagem)

 

Não se tratando de um cometa da família que mais usualmente visita o nosso Sol (como descendente de um grande cometa que se terá fragmentado há muitos séculos atrás), este cometa que agora surge um pouco que inesperadamente, apareceu inicialmente como um simples ponto muito ténue e pouco perceptível nas câmaras, para depois de contornar o Sol se abrilhantar e até começar a apresentar uma pequena cauda.

 

Em geral os cometas que tenho observado a partir das imagens fornecidas pelo telescópio do observatório SOHO, vão aumentando de brilho e de dimensão à medida que se aproximam do seu periélio; após a ultrapassagem do qual muitas vezes se esvanecem. Com este (aparentemente) sucedeu o contrário.

 

(imagem – SOHO)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:56
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08
Dez 13

Até ao fim deste ano se verificará se algo sobrou do Cometa do Século!

(no entanto outros asteróides e cometas vêm a caminho, agora que o Sol está teoricamente num pico máximo de actividade e que se aproxima da sua mudança de pólos magnéticos)


ISON (pretensamente) visto a partir da Austrália já no decorrer do mês de Dezembro

 

Em princípio o cometa ISON não se terá desintegrado completamente e desaparecido de vez do Sistema Solar. Observadores australianos afirmam ter obtido esta imagem do cometa vários dias passados sobre o seu periélio registado em 28-11-2013. Antecipadamente morto pela NASA e depois suscitando-lhes muitas dúvidas sobre se algo teria sobrevivido à sua passagem nas proximidades do Sol, a agência espacial norte-americana ainda não abandonou no entanto e definitivamente a observação do cometa, mantendo-se atenta à sua evolução e trajectória ao longo dos próximos dias. Relembre-se que a NASA denominou este corpo celeste viajando desde os confins do Universo e tendo atravessado na sua trajectória a nuvem de OORT como o Cometa do Século pelo espectáculo que a sua passagem perto da Terra nos poderia proporcionar fundamentalmente no início da sua viagem de retorno. No entanto a sua desintegração ao passar no seu periélio deitou tudo por água abaixo: segundo os especialistas da NASA nada mais restará do que algumas poeiras que acabarão por se dissipar no espaço, apesar de alguns afirmarem que uma parte diminuta do seu núcleo se poderá ter mantido intacta. Subsistem no entanto ainda algumas dúvidas sobre o cometa ISON: uma delas afirma que o perigo associado a este cometa ainda não está totalmente ultrapassado, já que a Terra ainda irá atravessar a zona por onde este terá passado na sua viagem de ida e na sua possível viagem de volta – durante a sua viagem em direcção ao Sol muitos aspectos do seu comportamento surpreenderam os cientistas, um deles a cor avermelhada que durante algum tempo apresentou a sua extensa cauda (mais extensa do que o diâmetro do próprio Sol) o que poderia significar a presença de produtos tóxicos e extremamente nocivos na sua constituição que poderiam ter consequências bastante nefastas para a manutenção do equilíbrio do ecossistema do nosso planeta, quando ele atravessava a zona incluindo a trajectória do cometa. Como confirmação desta possibilidade estaria o crescente número de acontecimentos relatados sobre o elevado número de meteoritos que tem nos últimos tempos atingido o nosso planeta e que segundo muitos observadores estaria relacionada com a anterior passagem do cometa ISON pela carregada nuvem de OORT, a qual teria provocado a impulsão de outros corpos aí existentes em direcção ao centro do nosso sistema, podendo vir a atingir a Terra. Como curiosidade adicional que muito tem intrigado alguns destes observadores, está o desligar momentâneo do SOHO e da impossibilidade de nos últimos dias se poder aceder às imagens diariamente fornecidas ao público pela NASA – apesar da justificação apresentada de possíveis trabalhos de manutenção e organização.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:19

20
Out 11

Ele veio assistir à actividade do Sol nestes últimos dias e à passagem do controverso cometa Elenin. Só que não contava que o núcleo do cometa se fosse desintegrar tão rapidamente e que o espectáculo se fosse perder assim; partindo de seguida, para a mais próxima cintura de asteróides, cheios de belezas, bares e discotecas.

 

Sol – Soho – Lasco 3

 

O extraterrestre posicionou a sua nave diante da pequena estrela. No exterior, a actividade era muito intensa e caótica: circulava-se a grande velocidade e os turistas observavam com alegria e entusiasmo, as emissões poderosas e constantes do Sol. No enorme poliedro espacial o ser analisou o sistema onde se encontrava, o seu centro, os pequenos planetas circundantes e aquele onde, sabia ele, uma espécie primitiva de vida se instalara.

 

O boneco ficou ali por um momento ao lado da estrela e de repente, desapareceu como tinha aparecido. Na Terra os seres vivos dominadores continuavam a extinguir-se precocemente e enquanto a maioria dos turistas espaciais regressavam aos seus sistemas de origem, outros iam-se apeando e visitando o satélite artificial da Terra e o seu interior oco cheio de centros comerciais ou então as paisagens coloridas de Marte e as suas estruturas habitacionais subterrâneas, ligados por extensos e múltiplos túneis, bem explícitos nas imagens dos postais.

 

Pode-se armadilhar a realidade, transformando-a em imagens.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:31

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