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Mancha Explosiva e Instável (a caminho)

Terça-feira, 26.10.21

Tendo-se que ter em atenção (tendo alguma humildade) que o maior perigo para a sobrevivência da Terra (pelo menos, tal como ela hoje é) não vem obviamente do Homem (uma parte ínfima do nosso Ecossistema terrestre) ─ ou seja, não sendo de origem interna ─ mas certamente de algo para além de natural, muito mais poderoso (que a Terra/que o Homem): do Sol (tempestades solares) ou de um asteroide (impacto) ─ ou seja, tendo origem externa.

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O Sol

(a 25 de outubro de 2021)

 

Apresentando-nos bem visíveis 5 manchas solares e com 1 potencialmente explosiva a caminho (começando a aparecer), o Sol parece querer contrariar a previsão de um 25º Ciclo Solar tranquilo, mostrando-se aparentemente mais energético (se comparado com os ciclos solares anteriores): vindo do fim de um ciclo (durando em média 11 anos) e iniciando outro a caminho de um novo pico máximo de atividade (previsto para 2024/2025), nos próximos dias podendo apresentar mais provas desse tipo de comportamento (mais agressivo), com a chegada dessa nova mancha solar considerada para além de explosiva (horas sucessivas de intensa atividade), como sendo instável. Acompanhando o movimento de rotação do Sol, com esta mancha na sua superfície a deslocar-se, podendo a qualquer momento entrar em erupção (ejetando material/chamas solares) e estando direcionada para o nosso planeta atingi-lo: para já só o fazendo (estando essa região ainda no limbo) lateralmente, mas dentro de 24h/48h colocando-se à vista de todos (um dia de frente), dando então origem ao aparecimento de mais uma fonte de atividade solar, oferecendo-nos chamas solares, CME’S e alimentando o vento solar (librando-nos por outro lado da influência mais perniciosa dos raios cósmicos, se comparados com os raios solares).

[Seja como for, com o Homem com todo o seu arsenal nuclear podendo autoinfligindo-se, exterminar-se (à sua espécie e a muitas outras) ─ ficando, no entanto, a Terra ─ já em alternativa entrando em cena o Sol ou um asteroide, com o Sol servindo-se de uma tempestade extrema (excessiva, prolongada) ou da sua própria evolução no tempo (transformando-se numa estrela vermelha gigante e engolindo-a) podendo esterilizar tudo/engolir-nos, ou com um impacto direto de um asteroide num evento extremo (de extinção) destruir o planeta. O Homem face ao Universo sendo parte de tudo ─ mas por outro lado no infinito não sendo nada, para se lhe poder sobrepor.]

(imagem: Martin Wise/spaceweathergallery.com/25.10.2021)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:17

Estado do Tempo

Sexta-feira, 22.10.21

[Meteorológico, Espacial e Geológico]

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Mancha solar gigante AR9661

(21 outubro 2001)

 

Num dia (21 de outubro em Albufeira) ainda de praia (índice 4 de raios ultravioleta, moderado), de céu pouco nublado, com a temperatura do ar a andar pelos 15°C/25°C (mínima máxima) ─ temperatura da água do mar 20°C (ondulação entre 1,0m/1,5m) ─ e com vento moderado de norte, a informação que no Espaço o Sol continua bem ativo, neste seu 25º Ciclo Solar:

Vendo-se já a emergir na superfície do Sol (aproveitando o movimento de rotação da nossa estrela) uma mancha solar “prometedora” ─ a mancha AR2886 ─ em princípio não apresentando perigo de emissão de “chamas solares” significativas, apesar do registo já verificado de chamas da classe B (a 2ª numa escala de cinco).

Podendo ainda aumentar a sua atividade (explosiva/eruptiva) e, entretanto, ter a Terra como alvo dessas chamas solares, chamando-nos por associação à memória (até pelos seus possíveis extremos) a tempestade geomagnética severa ocorrida precisamente há vinte anos (em 21.10.2001, tal como o site spaceweather.com recorda):

Quando no decorrer do 23º Ciclo Solar e atravessando um pico máximo da sua atividade (do Sol), a mancha solar gigante AR9661 ─ entre as várias que o Sol apresentava na altura ─ entrou em erupção duas vezes (quase seguidas), produzindo duas “chamas solares” da classe X1,6 (a mais intensa).

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Aurora em Itália a 45° de latitude

(21 outubro 2001)

 

Com duas CME a atingirem a Terra (podendo o vento solar atingir a velocidade de 700Km/s, hoje nos 520Km/s), uma, dois dias depois (de ejetada da coroa solar), a outra no dia seguinte, provocando intensas e prolongadas tempestades geomagnéticas (como auroras).

Para já e neste ciclo solar não se esperando para já fenómenos tão extremos, até por se vir de ciclos anteriores de fraca atividade e o máximo de atividade deste ciclo só estar previsto para 2025 (mais cedo, só em 2024).

No entanto podendo a evolução deste ciclo solar afetar o “tempo na Terra”, entre as mais diversas áreas podendo ser afetadas até pelo seu interesse e importância, focando-nos na geologia terrestre e em duas das suas mais visíveis manifestações, os sismos e os vulcões:

Desde muito antes de o Homem aparecer, dando forma ao nosso planeta e fazendo desaparecer e aparecer diferentes Civilizações (um dia estando à vista no outro dia submersa), graças ao seu motor vivo (o dínamo existente no centro da Terra) fornecendo energia e atribuindo movimento, ao processo de deriva (e continua transformação) das placas tectónicas.

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Mantendo-se a atividade vulcânica

(com mais habitações em risco)

 

A Terra tal como todo o Universo sendo visto, como um Organismo Vivo.

E se a nível de sismicidade os sismos mais intensos sentidos hoje não passam do registado a sul das Ilhas Fiji (amplitude 6.0) ─ região do Anel de Fogo do Pacífico, a mais ativa geologicamente da Terra ─ no sul do Irão (5,2) e na ilha grega de Creta (4,5) ─ pouco relevantes no panorama global diário ─ já a nível vulcânico com perto de uma dezena de vulcões a destacarem-se (por ativos):

Maioritariamente localizados no continente americano (6 em 9) ─ como o vulcão mexicano Popocatéptl ─ e com um deles (entre os 3 restantes) situando-se na Europa, via Espanha, ilhas Canárias, ilha de La Palma, o vulcão Cumbre Vieja.

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Residentes de La Palma

(muitos tendo perdido tudo)

 

No caso do vulcão em erupção e atualmente mais ativo perto de nós (dos Açores uns 500Km, do sul de Portugal uns 1.200Km) localizado no oceano Atlântico e não acompanhando (como muitos outros) nenhuma zona de falhas (ou fazendo fronteira) entre placas tectónicas ─ o vulcão da ilha de La Palma ─

Não se registando alterações significativas na sua intensidade eruptiva, mantendo-se o cenário iniciado (e a intensidade do fenómeno) há já 33 dias (em 19 de setembro de 2021), com a continuação da ejeção de cinzas para a atmosfera e a criação ininterrupta de rios de lava incandescente (dirigindo-se para o mar) ─ e levando face ao avanço da lava, à evacuação de outras áreas populacionais rurais e urbanas.

Mantendo-se tal como desde o início deste evento uma atividade sísmica elevada (na região) ─ significando que o processo continua com a mesma intensidade ─ com cerca de uma centena de sismos registados nas últimas 24 horas:

O mais forte deles de intensidade M4,8 e epicentro a 39Km de profundidade.

E desde o início da erupção do Cumbre Vieja em La Palma, com cerca de 7.500 pessoas já tendo sido obrigados a evacuar a ilha.

(imagens: spaceweather.com ─ Paolo Bardelli/spaceweathergallery.com

─ Saul Santos/AP/dw.com ─ Jorge Guerrero/Getty/dw.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:21

O Sol no 5 de outubro

Quarta-feira, 06.10.21

Ao mesmo tempo que a atividade deste 25º CICLO SOLAR vai aumentando (ou não viéssemos de um mínimo de atividade do SOL, coincidindo com o fim do 24º Ciclo) ─ através da emissão dos seus RAIOS SOLARES ─ influenciando o “tempo no espaço” e diminuindo o impacto e a influência dos intrusivos e exteriores (ao nosso Sistema Planetário) RAIOS CÓSMICOS,

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Nº de manchas solares

(a exceder o previsto)

 

Eis que a nossa estrela de referência (o SOL) destinada segundo projeções futuras a ir ter um ciclo solar de fraca atividade (em continuidade com o anterior), parece querer ultrapassar essas previsões, com o número de manchas solares registadas em setembro, a ser a maior dos últimos cinco anos. Neste início de 25º Ciclo Solar tendo origem em finais de 2019/começo de 2020 e com um máximo de atividade solar estimado para julho de 2025 (um ciclo durando em média 11 anos), excedendo sobre os dados atuais os dados antes previstos, podendo-se talvez sugerir um Ciclo atual bem mais ativo.

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AR2882

(mancha solar à esquerda)

 

E até se podendo atingir neste 25º Ciclo Solar o seu ponto máximo de atividade mais cedo (mantendo-se esta superatividade), antecipando-se para finais de 2024 a data antes marcada para meados de 2025. E neste dia de outubro com o vento solar a deslocar-se no Espaço a uma velocidade de cerca de 305Km/s, com 29 manchas solares assinaladas: entre elas destacando-se a mancha solar AR2882, grandinha, mas para já quietinha e com poucas probabilidades (para já) de emitir “chamas solares” (rodando esta na nossa direção).

(imagens: spaceweather.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:23

Se o Preto não é Cor, é este que a Define e a Destaca

Segunda-feira, 09.08.21

“Sendo a profundidade do céu noturno e escuro,

a testemunha vital de tal complemento.”

Observando o registo fotográfico do estoniano MÄRT VARATU (de 6 de agosto de 2021) oferecendo-nos uma perspetiva do céu noturno sobre a cidade de HAAPSALU (cerca de 58,6° de latitude norte),

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Palete de Cores Natural 1

Noites coloridas oferecidas pelo Sol (raios ultravioleta)

interagindo com a Terra (atmosfera)

 

Concordando em absoluto que o céu tal como o vemos todos as noites nunca é completamente escuro ─ muito pelo contrário ─ tendo sempre algo para nos oferecer, desde uma momentânea passagem de uma estrela cadente, a uma noite iluminada de LUA CHEIA,

E passando obviamente pelas noites cheias de estrelas no céu (brilhando com uma miríade de cores, nas profundezas mais ou menos longínquas do Espaço) e ainda, pelas muitas noites em que devido à ocorrência de fenómenos mais próximos,

A atmosfera que nos envolve colaborando, podendo-nos proporcionar outros Eventos de Luz, iluminando e colorindo os céus, de muitas das nossas madrugadas: muitas delas nem vistas, mas pelo menos sendo sonhadas (a dormir, ou acordados).

Explicando-nos (com a colaboração do site spceweather.com) que os raios ultravioletas que todos os dias atingem o nosso planeta muitos deles sendo “filtrados” pelo Sol ─ mas com outros passando e podendo-nos atingir estando expostos (como na praia nos dias de maior calor e nas horas de maior incidência)

Provocando aquando do seu impacto e penetração na mesma camada gasosa exterior protegendo o nosso planeta e à sua passagem, reações químicas,

Persistem mesmo terminado o dia durante o período noturno, oferecendo-nos aí céus com cores e tonalidades diferentes e das mais variadas, fixas ou cintilantes, maiores ou menores, mais ou menos afastadas, umas podendo estar vivas outras por outro lado já mortas (chegando-nos ainda hoje imagens, de antes do seu desaparecimento).

No caso aqui exposto explicando-se o aparecimento no céu noturno das cores verde e vermelha, ambas estando associadas aos nossos conhecidos e atrás mencionados raios ultravioletas (enviados para a Terra pelo Sol), este domingo (uma informação para quem vai à praia) no nível UV9 (muito elevado).

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Palete de Cores Natural 2

Dias c/ manchas solares sugerindo um aumento de atividade,

agora c/ o Sol apresentando-se limpo de manchas

 

Nessas reações (químicas) iniciadas durante o período do dia (atingindo um pico máximo nas horas de maior calor, entre as 11:00 e as 15:00), podendo-se assistir posteriormente durante o período noturno e quando uma radiação ultravioleta atinge um átomo de oxigénio,

Esta (reação) manifestar-se através da emissão de cor verde (tudo isto a 90Km/100Km de altitude), enquanto ao atingir iões hidroxilos (formados por um átomo de oxigénio e um átomo de oxigénio) então manifestar-se aí de cor vermelha (aí a uns 86Km/87Km de altitude).

E depois de falarmos de algumas cores desta “palete de cores infinita” proporcionada pela “escuridão do céu”, em princípio limitada e claustrofóbica (como se a escuridão ou o silêncio não pudessem ser o oposto daquilo que pensamos ser),

Faltando-nos acrescentar que qualquer noite é boa para colocarmos a cabeça de fora e usufruirmos o céu colocado sobre a nossa cabeça (qualquer dia nem olhando para acima não o conhecendo, confundindo-o, tal como o fazemos ao confundir na sua identificação, uma galinha viva com um frango rodando no espeto):

Podendo-se usufruir gratuitamente de espetáculos de grande beleza (vejam-se as auroras boreais a altas latitudes), ainda por cima na altura em que passando nas vizinhanças da trajetória de um cometa (indo atravessar essa região) ─ cometa 109/P SWIFT-TUTTLE ─

Estarmos cada vez mais próximos da chegada da “Chuva de Estrelas das Perseidas”.

Com a última previsão a apontar os dias ideais como 11/12/13 de agosto e com a frequência de “estrelas” a andar por mais de 100/hora (cerca de 3 a cada 2 minutos, nada de especial) ─ não se confirmando a frequência (sendo ainda mais baixa) podendo até dar para se adormecer.

(imagens: Märt Varatu e Eduardo Schaberger Poupeau/spaceweathergallery.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:31

As Aparências Iludem

Quinta-feira, 29.07.21

“Uma CME podendo atingir Mercúrio (“passando-o” um pouco mais, no “micro-ondas” solar), atingindo a Terra sendo algo diferente (nas consequências), não só pela distância (sendo a Terra/Sol, o triplo da Mercúrio/Sol), como pelo nosso planeta estar duplamente protegido: pelo campo magnético terrestre e pela camada atmosférica envolvendo-nos.”

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Ejeção da CME com Mercúrio à direita

 

Viajando atualmente a uma distância de aproximadamente 46,7 milhões de Km do SOL, uma imagem da passada segunda-feira (27 de julho de 2021) do planeta MERCÚRIO (o planeta circulando mais perto do Sol), aparentemente sendo atingido por uma CME:

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A meio da viagem da CME para Mercúrio

 

E se os raios solares demoram (hoje, a esta distância) cerca de 2,6 minutos a chegar a Mercúrio, já o material (ejetado da superfície do Sol) transportado pelo vento solar e viajando (por esta altura, podendo variar) a uma velocidade de menos de 330Km/s levando pouco mais de 1,6 dias ─ a CME arrancando pouco depois das 22:00, chegando a Mercúrio lá pelas 04:00 (seis horas depois).

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Chegada aparente da CME a Mercúrio

 

Na realidade com esta CME a não atingir o planeta Mercúrio, passando-lhe ao lado, entre este planeta e o planeta Terra: não existindo Vida conhecida em Mercúrio, atingindo-nos (a CME) sendo algo diferente (existindo VIDA), provocando no mínimo auroras e até perturbações/interrupções nas ondas de rádio, num extremo podendo chegar à “grelha-elétrica”.

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Aurora Azul-Púrpura Alberta/Canadá 55°N

 

Talvez na sequência desta CME (aparentemente atingindo Mercúrio, mas na realidade passando entre dois planetas, este último e a Terra), com a mesma a provocar o aparecimento na atmosfera terrestre a altitudes e latitudes elevadas ─ e com o nosso planeta no seu movimento de translação (em volta do Sol) a atravessar possivelmente os seus jatos de “vento solar” ─ fenómenos de luz brilhante, colorida e em movimento, como as “auroras”.

(imagens: soho.nascom.nasa.gov ─ Joel Weatherly/spaceweathergallery.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:27

O Sol já acordou, mas ainda não disse grande coisa

Segunda-feira, 26.07.21

[Sobre como será, este seu 25º Ciclo de Vida.]

Retrato de um SOL ativo

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Múltiplas regiões ativas, proeminências

e um longo e ondulante filamento, de plasma de hidrogénio.

(Sol/Alan Friedman/23 julho 2021)

 

Falhada no passado dia 23 de julho (sexta-feira) a chegada de uma CME à Terra ─ podendo impactar o campo magnético terrestre, mas não o atingindo ─ e tendo-se a certeza de que pelo menos até ao próximo dia 28 de julho (quarta-feira) tudo se manterá tranquilo até à chegada de um novo jato de “vento solar” (neste momento deslocando-se a uma velocidade de 348Km/s), sendo de destacar que desde o início deste novo “Ciclo Solar” (o 25º ciclo, iniciado em dezembro de 2019) o mês de julho foi entre todos o mais ativo: como assim o provam as suas 6 regiões simultaneamente ativas e visíveis ─ manchas AR2842, AR2845, AR2846, AR2847, AR2848 e AR2849, não acontecendo tantas em simultâneo, desde o dia 6 de setembro de 2017  ─ e a sua primeira “chama solar” de classe X ─ produzida na mancha solar AR2838 a 1ª desta classe desde há quase 4 anos. Mas para já e apesar das “manchas solares” sucedendo-se (algumas delas bem ativas), com o Sol mantendo-se ainda relativamente nas calmas, vindo de um período de baixa atividade, mas dirigindo-se no cumprimento do seu ciclo (de cerca de 11 anos) para um pico máximo de atividade da nossa estrela, lá para meados de 2025.

(imagem/legenda: Alan Friedman/spaceweathergallery.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:38

25º Ciclo Solar ─ O Sol Já Acordou

Sábado, 24.07.21

“The Sun Just Spat Out an X-Class Flare, The Most Powerful Since 2017.”

(M.S./06.07.2021/sciencealert.com)

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Imagine an explosion on the farside of the sun so powerful, we could feel it here on Earth. It happened on July 13th. The debris emerged in a circular cloud known as a “halo CME”.

(spaceweatherarchive.com)

 

The Sun appears to be waking up from the quiet period of its 11-year cycle. On 3 July 2021, at 14:29 UTC (10:29 EDT), our wild star spat out its first X-class flare of Solar Cycle 25; it was the most powerful flare we've seen since September 2017. (Michelle Starr/6 julho 2021/sciencealert.com)

Com o calor do Verão a cair sobre nós originando durante estes últimos dias temperaturas superiores a 30°C e ainda com o Sol a acompanhar-nos na praia todos os dias, atingindo-nos com índices de raios ultravioleta de nível 9 (muito elevado), no Espaço a cerca de 150 milhões de Km de distância (de nós) centro do movimento de translação da Terra, o SOL parece querer regressar a um novo período de grande atividade, começando a apresentar um nº apreciável de manchas solares (visíveis) e na sua coroa (superfície), notando-se um incremento em nº e intensidade de explosões, erupções, CME.

Como o caso registado no passado dia 20 de julho (terça-feira), dando-se uma explosão/erupção na região da mancha AR2846 e originando-se aí mais uma CME, sem impacto direto, mas sempre preocupante.

E conhecendo-se o aparecimento por vezes de fraturas no campo magnético terrestre (protegendo a Terra dos raios solares e raios cósmicos) e da existência de momentos em que a proteção dada por mesmo campo possa estar a um nível baixo (como poderá ser o caso presente), estando-se no início de um novo Ciclo Solar a caminho de mais um pico máximo de atividade da nossa estrela, podendo desde já ter “manifestações mais ou menos intensas da sua presença”, sendo bem possível na sequência de alguns episódios já registados anteriormente (com um par de eventos solares nestes últimos dias), que mantendo-se este ritmo e chegando novas manchas solares (ainda do outro lado do Sol) podendo ser dirigidas (apontadas à Terra), o Sol nos transmita alguma mensagem (de massa, de partículas, de energia, eletromagnética):

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On August 31, 2012, a long prominence/filament of solar material that had been hovering in the Sun's atmosphere, erupted out into space. The flare caused auroras on Earth.

(wikipedia.org)

 

X-class flares are among the most powerful solar eruptions from our host star (mightiest on record being an astonishing X28 in November 2003). This new flare wasn't quite so intense, clocking in at X1.5 (causing a shortwave radio blackout over the Atlantic Ocean). The most recent X-class flare, prior to this new one, took place in September 2017, when the Sun erupted in an X8.2 flare. (Michelle Starr/6 julho 2021/sciencealert.com)

Tendo saído do seu 24º Ciclo Solar e entrando há uns meses atrás no seu Ciclo seguinte (25º) ─ tendo em média cada ciclo aproximadamente 11 anos e com o meio desse período a verificar-se lá para 2025/26 ─ com a nossa estrela depois de acordar a lançar-se num período de atividade crescente, até atingir o seu pico máximo. Pelo que à medida que o tempo for passando e as manchas solares rodando e depois de mais uma volta (devido à rotação do Sol) reaparecendo, poderá um dia chegar, estando para nós apontada a consequência de algum tipo de Evento Solar: atingindo-nos desde logo com raios de luz viajando a 300.00Km/s (demorando mais do que 8 minutos a chegar), assim como com massa solar viajando transportada pelo vento solar ainda hoje se movimentando a uma velocidade (digamos que baixa) de cerca de 400Km/s (a esta velocidade demorando mais de 4 dias a chegar).

Podendo não acontecer nada ou até um certo dia os raios solares “fritarem tudo”, deitando abaixo a rede elétrica e deixando-nos temporária ou “um pouco definitivamente”, às escuras: sem luz, sem água, sem comida, sem transportes, sem proteção, fazendo-nos desde logo lembrar um cenário (podendo um dia ser real) “Apocalíptico”. Razão pelo que se deve estar sempre com atenção aos efeitos do Sol, tanto em Terra como no Espaço.

(imagens: SOHO/nasa.gov ─ NASA/wikipedia.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:26

Pólen Solar

Terça-feira, 01.06.21

Olhando para esta imagem do SOL, rodeado por “densos círculos concêntricos”, proporcionando-nos um espetáculo bem colorido e muito semelhante a outros antes observados ─ tendo como protagonistas o Sol e pequenas gotículas de água existindo nas nuvens

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Coroa de pólen solar

(Alemanha, 30 maio 2021)

 

Destacando-se, no entanto, uma particularidade podendo distingui-los dos restantes, o de para além da sua maior densidade apresentarem uma tonalidade mais intensa:

Dentro das minhas limitadas observações sendo mais semelhante à imagem do céu lá estando presente o Sol, sendo observado mais para o fim da tarde de um limpo e disponível céu de Verão, aqui sendo intensamente “filtrado” por ocupação de nuvens densas e escuras resultando de fortes e prolongados incêndios, “incendiando o Sol” e colocando todo o céu a arder, em tons-de-fogo, de vermelho.

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Pólen de Pinus ponderosa

(espécie de Pinheiro)

 

Como se fosse um foco intenso de uma lanterna-misteriosa, penetrando, tentando ultrapassar o intenso nevoeiro.

E se no 1º caso tínhamos o Sol e as nuvens com gotas de água, no 2º caso o mesmo Sol e o resultado de incêndios originando nuvens de cinzas espessas e escuras, já no 3º caso e envolvendo de novo o Sol (e os seus intensos e luminosos raios solares, fazendo sobressair determinados elementos por reflexão),

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Pinheiro

(originário do Novo Mundo)

 

Tendo agora presente um elemento só presente em determinadas alturas do ano e nos diferentes Hemisférios, introduzindo-se no ar, passando a integrar a atmosfera, as nuvens aí se movimentando e pela sua presença, dando origem a este intenso e belo fenómeno visual:

Encontrando-se mais uma vez a explicação para este efeito ótico (não lá longe no Sol, mas aqui mesmo na Terra) sendo o mesmo provocado num processo reprodutivo (Sexual) pela presença de PÓLEN (neste caso de pinheiro) no ar ─ brilhante, fazendo o papel de espermatozoide e com o Sol a dar-lhe o decisivo impulso.

(fonte: spaceweather.com ─ imagens: Heiko Ulbricht/spaceweathergallery.com ─

Rocky Mountain National Park/nps.gov ─ wikipedia.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:24

Ainda Sem Estatuto

Quarta-feira, 19.05.21

Não se passando nada de novo no interior desta redoma invisível, senão notícias de doenças, de misérias, de guerras e de morte, por vezes para sairmos daqui não restando outra hipótese senão desligarmo-nos, ficarmos de cabeça ao alto e olharmos ─ perdidamente para o Céu (desligando temporariamente o Sol, pela noitinha, para a nossa observação ser mais profunda)

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Sob o céu noturno do estado de Montana

Um OVI ─ satélite, fenómeno ótico, sucata

ou um OVNI ─ terrestre, extraterrestre

 

Eis que de novo a desilusão e a raiva nos percorre (provocando um arrepio na nossa espinha),  dado até o Espaço exterior nada nos proporcionar (de alternativo) de modo a puxar-nos e agarrar-nos (desesperados como estamos, perante um próximo naufrágio), nem que seja a um qualquer apêndice, para uns sendo necessário (os que já não acreditam nesta Realidade, castrada da sua componente e complemento, a Imaginação) para outros opcional (os que vivem à custa dela, mas no entanto, eliminando o sonho aos outros).

Passados 74 anos sobre a pretensa e famosa queda de um OVNI e captura de alienígenas numa localidade norte-americana do estado do Novo México ─ conhecido como o “Incidente de Roswell” ─ pouco ou nada mais se sabendo sobre este fenómeno OVNI incluindo a presença dos respetivos ALIENS e não existindo uma prova minimamente evidente e credível, ou que de alguma forma ou feitio (sob a forma de escrita ou de imagem), não esteja invariavelmente distorcida.

Existindo alienígenas/extraterrestres nunca se tendo visto (publicamente) um único exemplar ─ ou algo resultante da sua tecnologia avançada (incompreensível para nós, por ainda não alcançada) ─ só acreditando em tal quem quiser, tal como outros acreditam em Deus, nem que este (existindo ou tendo existido) não passasse de mais um Astronauta.

Só mesmo se já cá estivessem (isto para existirem e como explicação) ─ e socorrendo-nos do tema das réplicas ─ completamente integrados entre nós.

Na imagem tal como a mesma indica (apresentada acima) registada há poucos dias no estado norte-americano de Montana, observando-se mais uma vez uma luz bem brilhante, cintilando no céu noturno com várias cores/tonalidades, em forma tradicional de “charuto” e aí se movimentando:

Com uns afirmando ser um satélite, outros um comboio de satélites de comunicação Starlink ─ ou seja, ambos um OVI (objeto voador identificado) ─ e ainda com outros persistindo nas suas convicções/desejos (os tais desesperados e fartos, das máquina-malucas terrestres) obviamente um OVNI.

Podem ser tudo, podendo ser nada, para nós.

(imagem: Behind the Scenes/youtube.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:29

A Mancha-Solar AR2822

Segunda-feira, 10.05.21

Enquanto o problema de partes do foguetão chinês Longa Marcha (responsável pela colocação em órbita do módulo central da noa Estação Espacial Chinesa) poderem na sua queda em direção à Terra atingir alguma região habitada, parece definitivamente resolvido (sem danos ou vítimas conhecidas) ─ tal como os chineses tinham previsto desintegrando-se à entrada da atmosfera e com alguns fragmentos caindo sobre o oceano Atlântico (nas proximidades das ilhas Malvinas) ─ não chegando minimamente a preocupar Portugal (incluído nas bordas da “zona de risco”), outro problema pode começar agora a colocar-se diante de nós, não querendo isso significar que poderão daí advir algum tipo relevante de danos materiais ou humanos, certamente que apenas (e como sempre esperadas) algumas perturbações: com a mancha solar AR2822 com sua atividade e estando ainda “de lado” (não nos atingindo com grande intensidade caso surjam erupções solares, ejeção de material, chamas solares, CME) para já a ter só provocado algumas perturbações e cortes nas transmissões de rádio de onda-curta (o normal nestes casos), mas acompanhando a rotação do Sol (cerca de 25 dias de duração) nos próximos dias orientando-se já (na próxima semana) na nossa direção.

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Mancha-Solar AR2822 a 9 de maio de 2021

(rodando e colocando a Terra sob o seu raio de ação)

 

E aí com o “estado do tempo no Sol” assim como na sua coroa solar podendo ser mais rigoroso nas suas consequências, apontando na nossa direção (ou não) os efeitos de alguma intensa perturbação superficial: para já produzindo tempestades menores da classe C (M-Média e X-Intensa), mas estando-se na presença de campos magnéticos tão próximos e opostos (positivos com negativos) podendo tal como numa “tempestade na Terra”, subitamente depararmo-nos com um “relâmpago” uma descarga intensa ─ uma ejeção de material, chamas solares lançadas no Espaço, uma CME, tudo na nossa direção. Felizmente tendo o nosso planeta duas preciosas muralhas de proteção capazes de deter tais “ataques” (solares) ─ caso contrário seriamos como Vénus ou Marte (planetas inóspitos para os humanos e sem vida conhecida) ─ um deles sendo o “campo magnético terrestres” o outro a nossa “camada atmosférica”, protegendo-nos como escudos (refletindo e absorvendo) contra chamas e CME. Assim se esperando para a semana, quando estivermos na mira de possíveis CME (para já com o vento solar a estar em pouco mais de V=300Km/s), neste início do 25º Ciclo Solar (de cerca de 11 anos, com um período de máxima atividade, pelo meio): talvez dando origem ao aparecimento de chamas solares da classe M (de média intensidade).

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Vénus a 11 de julho de 2020

(a mais de 12.000Km da Sonda Solar Parker)

 

No passado dia 2 de maio de 2021 e na sua 8ª aproximação ao Sol, com a sonda solar PARKER a bater um novo recorde, passando a apenas 10,4 milhões de Km da superfície do Sol (distância Terra/Sol 150 milhões de Km). E antes disso tendo-nos oferecido uma imagem do planeta Vénus tal como registada (a 11 de julho do ano passado) a pouco mais de 12.000Km da sonda, mostrando-nos ao centro (mais escuro) o principal e mais extenso planalto da superfície do planeta e sobrepondo-se (na imagem, ao planeta) vários traços resultantes de uma mistura de raios cósmicos, poeiras e luz solar refletida, como que “riscando” o cenário. E no final com um anexo informativo e “especial” dos responsáveis da NASA e da missão solar PARKER, não querendo certamente que nos deixássemos levar mais uma vez por Teorias da Conspiração (envolvendo UFO/ALIENS), informando e esclarecendo (o que é caso raro mesmo em casos como este, em que algo mais indevidamente se intromete) que o objeto aparecendo na parte inferior-esquerda sobre a superfície de Vénus, seria simplesmente um objeto do instrumento WISPR, ou seja e traduzindo, a “câmara” da sonda solar. Seja.

(imagens: NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:46