Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

29
Mai 20

Com a evolução geológica da Terra (por ação interna e/ou externa), com uma violenta Tempestade Solar (poderosas CME dirigidas) ou com um impacto de um asteroide (ou outro qualquer objeto, em rota de colisão com a Terra), a poderem (há mais de 65 milhões de anos) ter Extinguido os Dinossauros e 75% dos seres vivos de então.

 

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1

 

Apenas sendo suportada por dois acontecimentos ocorridos no mesmo dia (passado dia 27 de junho de 2020), mais uma interpretação (explicação alternativa) oriunda dos teóricos da conspiração, associando o adiamento do lançamento da nave espacial DRAGON (da SPACE X do multimilionário privado ELON MUSK) com o corte na transmissão do LIVE FEED da ISS (Estação Espacial Internacional), quando supostamente este registava o aparecimento de um objeto estranho orbitando igualmente a Terra (com a ISS orbitando-nos, a cerca de 400Km de distância): como se pode ver na figura (1) num registo gravado antes de se dar o corte na transmissão em direto via NASA (ISS/TERRA), com um objeto localizado no lado inferior/esquerdo da imagem deslocando-se um pouco mais à frente da ISS a surgir movimentando-se, e projetando sobre a superfície do nosso planeta a sua sombra na parte centro/direita da mesma (provando essa sombra, ter como origem num objeto real). Com essa associação a transformar-se numa transposição (partindo da nossa imaginação, tornando-se realidade e não o contrário) ainda-por-cima alicerçada por factos semelhantes ocorridos anteriormente ─ fazendo-nos lembrar logo o “Black Night” ─ convencendo-nos por necessidade de interiorização (e de libertação por aqui, na Terra, estarmos fechados) e por um certo nível de sustentação (aparentemente mais religiosa, do que cientifica), estarmos perante um cancelamento (adiamento) do lançamento do FALCON 9/da SPACE X  com astronautas da NASA, apenas sendo devido a uma intervenção certamente que ALIENÍGENA: ao nosso conhecimento ou à Terra. Amanhã confirmando-se ou não a presença de (os mesmos/outros) estranhos.

 

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2

 

Na entrada do último mês deste primeiro semestre (de 2020) com a nossa estrela já tendo entrada num novo ciclo (o 25º) ─ atravessando um período de fraca atividade e sem nenhuma mancha visível ─ com uma erupção ocorrida e em curso na região da coroa solar situada mais a noroeste e ainda (no decorrer da sua rotação) localizada do outro lado do Sol a mostrar-se ainda bem ativa, ejetando material para o Espaço e emitindo jatos de raios solares da categoria ─ numa escala de 1 a 9 ─ M1 (médias) e C9 (pequenas): numa mancha solar ainda meio escondida, mas que na sequência do movimento de rotação do Sol poderá mantendo-se, evoluir e dirigir as suas possíveis erupções, na direção da Terra ─ nas próximas 48 horas atingindo a fronteira (o limbo, entre o invisível/não direcionado e o visível/direcionado) e virando-se para nós podendo provocar (na Terra) tempestades geomagnéticas. Não se confirmando ainda estar associada a uma nova mancha solar, mas tal sucedendo e como muitas vezes acontece ─ nestes períodos de mudança de ciclo solar (do 24º para o 25º) ─ podendo originar CME bem intensas. Podendo como todos sabemos até ter sido uma violentíssima tempestade solar a poder ter contribuído para a “Extinção dos Dinossauros” (figura 2), mas com a maioria das probabilidades a apontarem não para a “Radiação Solar” (como até poderia ter sido a “Radiação Cósmica”), mas para a forte hipótese de tal “Evento ao nível da Extinção” ter tido como protagonista um Asteroide: segundo um estudo do Imperial College London ─ “New simulations have revealed the asteroid that doomed the dinosaurs struck Earth at the 'deadliest possible' angle” ─ há cerca de 66 milhões de anos com um asteroide a entrar na atmosfera terrestre num ângulo perfeito (de 60°), maximizando os efeitos climáticos provocados pelo brutal impacto (em terra, como na atmosfera) e dizimando os dinossauros (a espécie então dominante) enquanto extinguia cerca de 75% das espécies (terrestres).

 

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3

 

Um impacto de um asteroide com mais de 10Km de dimensão (densidade = 2.630Kg/m³) e originando uma cratera de cerca de 200Km de extensão, deslocando-se a uma velocidade de 12Km/s: atingindo a Península mexicana do Iucatão no local da cratera de CHIXULUB (figura 3). Segundo alguns com alguns dos seus fragmentos (ejetados durante o impacto e atirados para o espaço exterior) ainda evoluindo (circulando) no Sistema Solar.

 

(imagens: ufosightingshotspot.blogspot.com ─ sciencedaily.com

─ Science and more/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:45

20
Mai 20

Com todos os acessos privilegiados cortados ao Turismo, vivendo-se de momento na região uma situação insustentável de impasse: ou não fosse toda a gente aqui residente (desde o pedreiro ao engenheiro) dependente da única indústria ainda ativa, dinâmica e evolutiva ─ a do Turismo.

 

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O resultado da passagem de um organismo microscópico pela superfície do nosso planeta: paralisando todo o Mundo e mesmo com as suas infraestruturas ainda intactas, colocando-o muito perto do abismo socioeconómico. Aqui numa imagem da praia do Túnel localizada na cidade de Albufeira, mesmo com o tempo convidativo apresentando-nos uma praia quase deserta ─ mas ainda com alguns não resistindo ao calor e à tranquilidade das águas mergulhando e aproveitando para com a ajuda do SOL e do MAR matar o “bicho”: com os raios do Sol a matar o intruso e com a água salgada definitivamente a levá-lo (pelo menos ficando-se com o desejo).

 

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Albufeira ─ Praia do Túnel e Praia dos Pescadores

Webcam do Hotel Sol & Mar

 

Neste dia 20 de junho de 2020 (68º dia de registo Covid-19) questionando-nos ainda e continuando este cenário sem evolução “o que será o futuro de Albufeira e de toda esta região de turismo do Algarve”, sabendo-se como o Sul adotou como único investimento a “monocultura turística” à volta da qual se estabeleceu “uma verdadeira colónia de cogumelos”, totalmente dependente desta indústria mas atualmente sem ninguém presente que dela possa usufruir: totalmente cercada por ar, terra e mar. E enquanto as fronteiras não forem repostas permitindo a entrada daqueles para quem a região foi orientada ─ os Turistas ─ mesmo com o organismo derrotado prevendo-se o pior para os locais: depois do desemprego a fome. Mas apesar de tudo acreditando na Natureza e no Homem ─ e esperando ter servido de lição (a necessidade de diversificação) ─ tendo fé de que ainda usufruiremos todos ─ locais e visitantes ─ do Verão, reerguendo então a região.

 

(imagens: albufeira.com/webcam/solemar)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:16

01
Mai 20

[NEAR EARTH ASTEROIDS (NEA)]

 

Não sendo daí e pelo menos para já, que virá o Fim-do-Mundo.

 

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Cometa C/2020 F8 SWAN

(a 27 abril 2020 tal como visto da Namíbia)

Na sua maior aproximação à Terra prevista para 12 de maio

passando a cerca de 84.000.000Km de distância

 

Nesta primeira quinzena de maio com nada menos nada mais que 26 asteroides em aproximação ao Sol no cumprimento das suas órbitas, assim como (pelo menos) dois cometas, ATLAS e SWAN ─ isto para não falar ainda de outros objetos em aproximação ao Sol (e como tal à Terra), só sendo detetados pouco antes, na altura ou mesmo depois da sua passagem (muitos deles passando perto do nosso planeta, até podendo impactá-lo) ─ verificando-se que muitos desses asteroides no cumprimento do seu periélio irão passar longe de nós, variando a sua aproximação entre uma distância de 800.000Km e de 7.000.000Km:

 

Passando por perto os asteroides 2020 HL6 (6 de maio, com d=9 metros) e 2020 HC6 (9 de maio com d=36 metros) e já mais afastados os asteroides 2020 DM4 (hoje, 1 de maio com d=158 metros) e 2020 GE3 (4 de maio com d=22 metros).

 

E com os asteroides de maiores dimensões a passarem nesta quinzena por perto (da Terra) a serem 438908 (3.400.000Km a 7 de maio com 282 metros) e 388945 (2.800.000Km a 10 de maio com 295 metros): em princípio nada que nos vá tirar o sono, passando estes bem longe da Terra sem perigo de grande aproximação ou de impacto ─ esses eventos (entre eles tangentes/secantes) podendo surgir ou inesperadamente (um pequeno objeto não anteriormente detetado), ou oriundos do outro lado do Sol (inicialmente encobertos/escondidos trás da nossa estrela) e sem o esperarmos, surpreendendo-nos.

 

E só hoje 1º de Maio sendo contemplados com 5 desses objetos.

 

(imagem: Gerald Rhemann/spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:30

28
Abr 20

Com o asteroide 1998 OR2 (52768) a poucas horas de atingir o seu periélio,

 

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Asteroide 1998 OR2 como observado pelo radar

do Observatório de Arecibo localizado em Porto Rico

 

─ A pouco mais de 150.000.000Km do Sol e aproximadamente a pouco mais de 6.000.000Km da Terra, ou seja, 25X mais perto do planeta do que da estrela, transformando-o não só num NEO (objeto passando nas proximidades da Terra) como num PDA (dada a sua proximidade com o nosso planeta, podendo existir sempre algum tipo de interferência ou até num caso extremo de impacto) ─ previsto para se concretizar na próxima quarta-feira (29 de abril) ─ um “calhau” com quase 2,5Km de diâmetro deslocando-se a pouco menos de V = 9Km/s ─ felizmente e apesar da relativa proximidade (e até pela sua grande dimensão) sem perigo de impacto com a Terra (restando esperar pelo espetáculo, aos astrónomos pelo mesmo proporcionado), podendo-se dirigir a nossa atenção para um outro objeto igualmente em aproximação ao Sol, neste caso o cometa Atlas (C/2019 Y4) ─ descoberto no final de dezembro de 2019 ─ no próximo dia 31 de maio atingindo o seu periélio: a pouco mais de 39.000.000Km do Sol (e bem mais distante da Terra ─ umas 3X ─ a uns 117.000.000Km).

 

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Cometa ATLAS (C/2019 Y4)

depois de se desintegrar em quatro fragmentos (A,B,C e D)

 

Um cometa inicialmente sendo um ─ C/2019 Y4 (ATLAS) ─ mas, agora e depois de se fragmentar ─ no final do mês de março de 2020  ─ sendo quatro ─ C/2019 Y4-A (ATLAS), C/2019 Y4-B (ATLAS), C/2019 Y4-C (ATLAS) e C/2019 Y4-D (ATLAS): deixando de novo muitos astrónomos (e observadores interessados, curiosos) desiludidos com o sucedido, pois esperando (no mínimo) um interessante espetáculo (talvez mesmo visível a olho nu) vendo agora o seu brilho a desfalecer não sendo visível da Terra. E com todos os 4 fragmentos a decair (no brilho, aquilo que os torna visíveis) com o fragmento C e D já quase invisíveis, restando o A e o B ainda visíveis com o auxílio de um instrumento ótico (por exemplo um telescópio) ─ com todos passando (tal como o original) a cerca de 39.000.000Km do Sol.

 

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Manchas solares AR2760 (à esquerda) e AR2761 (à direita)

Uma oriunda do 24º a outra do 25º ciclo solar

 

E aproveitando a ocasião e o site SPACE WEATHER (TIME MACHINE) [spaceweather.com] ─ falando-se ainda um pouco sobre outros dois tipos de fenómenos ocorrendo à nossa volta (para além da partilha do Tempo, tendo o Espaço em comum), um exterior à nossa influência (da raça dominante neste planeta, os terrestres) o outro como consequência direta da nossa presença ─ ou sendo mais correto, da sua ausência: sendo eles (os fenómenos ocorridos no Sistema Solar) sobre a atividade do SOL e sobre a conversa JÚPITER/IO. No caso da atividade do Sol ─ localizado a 150.000.000Km da Terra ─ e sabendo-se o mesmo estar em mudança de ciclo (cada um durando cerca de 11 anos) e com fraca intensidade (mudança do 24º para o 25º Ciclo Solar) ─ até agora com a ação dos raios cósmicos, a superarem os oriundos do Sol ─ com duas manchas na sua coroa solar a surgirem no seu hemisfério sul (com polaridades diferentes), uma delas vindo do 24º (AR2760) a outra formada já durante o 25º (AR2761): algo considerado normal (sendo um fenómeno expetável) nestas passagens de ciclo, mas por vezes podendo provocar algumas CME mais intensas e dirigidas à Terra (com maior ou menor consequências).

 

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Escutando o diálogo elétrico entre Júpiter e uma das suas luas Io

através da radioastronomia

 

Já no caso de Júpiter e nesse fenómeno incluindo uma das suas luas Io ─ distando ambos aproximadamente (hoje) uns 730.000.000Km da Terra ─ graças ao SARS-CoV-2 (não sendo um objeto espacial, mas um vírus terrestre) e ao seu rasto Covid-19, imperando no Espaço o Silêncio e ouvindo-se via rádio a conversa entre dois astros (integrando connosco este Sistema Planetário): com muito menos barulho ocultando o diálogo (oriundo de viaturas, aviões, motores, pessoas, etc.), ainda por cima sem a sobrecarga de uma ação solar mais intensa (com o Sol atravessando um mínimo), escutando-se perfeitamente o “diálogo” entre o Gigante e uma das suas luas ─ tal como o afirma o site [saceweather.com], estabelecido entre a atmosfera de Júpiter e a sua (uma das 80 ou mais) lua vulcânica Io.

 

(imagens: spaceweather.com ─ earthsky.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:38

16
Abr 20

Um enorme asteroide de cerca de 2,5Km de diâmetro e já depois de ter ultrapassado o seu periélio (ponto da sua trajetória mais próxima do Sol), aproximando-se da Terra e atingindo o seu ponto de maior aproximação ao planeta, a 29 de abril (daqui a pouco menos de 15 dias).

 

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Quando no Sistema Solar (integrando um grupo ainda mais vasto, a galáxia Via Láctea) tendo como estrela de referência o Sol e por protagonista um dos oito planetas que o integram (no nosso caso como parte interessada a Terra, habitada e dominada pelo Homem) pouca coisa perto de nós e considerado de relevante acontece (a maior parte de nós só tendo acesso e conhecendo utilizando o nosso órgão da visão, a Lua e as estrelas brilhando no céu noturno), torna-se particularmente interessante isolados como estamos nesta redoma protetora mas notoriamente limitada (impondo-nos grandes dificuldades, para nos deslocarmos para além dela), que certos objetos viajantes circulando no interior deste Sistema Planetário por vezes se aproximem de nós, de modo a assim podermos observa-los mesmo utilizando instrumentos de visualização básicos (ou especializados) a partir da superfície terrestre, permitindo-nos minimamente usufruir e aprender (apesar do obstáculo que representa por vezes a atmosfera), algo mais a partir deles: falando-se naturalmente dos Cometas e dos Asteroides.

 

Aqui debruçando-nos sobre um desse objetos-viajantes (algo diferentes entre eles), aqui sendo um corpo rochoso (geralmente metálico), orbitando maioritariamente entre Marte (228,0 milhões) e Júpiter (778,5 milhões) e com uma excentricidade orbital elevada (numa escala de 0 a 1 de 0,57) ─ devido ao seu elevado/distante afélio: sendo um NEO (um objeto passando nas proximidades da Terra) e simultaneamente um PHA (objeto potencialmente perigoso com mais de 100 metros e a menos de 7.500.000Km da Terra) designado como 52768 ou 1998 OR2 e sendo conhecido como “one of the brightest and therefore largest potentially hazardous asteroids known to exist.(wikipedia.org)

 

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Observado pela 1ª vez há quase 33 anos (30 de junho de 1987) ─ cumprindo cada uma das suas trajetórias em 3,68 anos (sendo a sua estrela de referência o Sol) ─ e pela última vez sendo observado a 14 de abril de 2020 (com as características da sua órbita a ser definida no dia seguinte, a 15 de abril) sendo-lhe atribuído o código 0 (com órbita bem definida e sem perigo de impacto com a Terra). Dentro de dias − a 29 de abril de 2020 ─ com este asteroide com cerca de 2,5Km de diâmetro (2.457 metros) a passar a pouco mais de 6.000.000Km da Terra (6.304.176Km) e a uma velocidade de 8,7Km/s, tendo tingindo o seu periélio a 13 de abril de 2020 a uma distância de pouco mais de 150.000.000Km (151.991.437Km), muito mais perto da Terra de que do Sol (24X).

 

Tendo já ultrapassado o seu periélio (abril, 13) mesmo antes de ser observado (abril, 14) e posteriormente definido (abril, 15), para a partir de 13 de abril (o tal periélio) se começar a afastar do Sol ao mesmo tempo que se irá aproximando da Terra, até que a 29 de abril tendo alcançado o ponto mais próximo do nosso planeta – os tais 6.000.000Km tornando-o um NEO/PHA – se começar finamente a afastar de ambos (Sol e Terra) para mais uma volta de mais de 3 anos (1.344 dias).

 

Apesar do asteroide ir passar sem qualquer tipo de problemas para a Terra (segundo os especialistas no seu ponto de maior aproximação ao planeta, apresentando mesmo como garantia de segurança, um erro inferior a ±75 km), orbitando no entanto o Sol a distâncias (muito maiores) entre 150.000.000Km e 510.000.000Km, tornando-se um pouco estranho como este asteroide mesmo tendo já ultrapassado o seu periélio e agora indo na direção da Terra, não suscita nenhum tipo de preocupação entre outros para a NASA.

 

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Talvez por já ter passado a 2.310.000Km da Terra (o mínimo) sem qualquer tipo de problemas (pelo menos relevantes) e estando mesmo previsto que dentro de 59 anos baterá esse recorde, passando a apenas 1.770.000Km − e a Lua a ainda menos, uns 1.380.000Km. À primeira vista e para um leigo e salvaguardando as distâncias, com esta asteroide a dever receber (para nossa felicidade e atribuído por nós, os terrestres) um prémio de “Má Pontaria”.

 

Mas apesar de tudo estando-se perante um caso exemplar – passando o seu periélio a uma grande distância e pouco sendo afetado pelo Sol − daqueles (casos) logo à primeira e não se conhecendo todos os detalhes, um pouco difíceis de acreditar. Mas aqui e neste caso, sendo todos nós crentes ferrenhos (nem que seja nos cálculos da NASA ou então num erro nosso ─ vou rever, pela hora tardia, arriscando a adormecer) acreditando logo sem sequer pensar.

 

E se um dia bater em algo e por acaso se desviar? Então com o “desvio”, 6.000.000Km, 2.310.000Km, 1.770.000Km ou 1.380.000Km poderão nada representar, “penteando-nos mais ou menos o cabelo” passando-nos uma tangente ou até uma secante.

 

(imagens: WEB − universetoday.com ─ virtualtelescope.eu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:46

12
Abr 20

Perth breaks 110-year record for hottest April day ever, Australia

(Julie Celestial/11.04.2020/watchers.news)

 

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Na praia, ao Sol e talvez com o vírus por perto

 

Não resistindo a uma vaga de calor inesperada, agora que no Hemisfério Sul a estação do Outono já decorre (no Hemisfério Norte onde se situa Portugal, estando já em curso a Primavera), nas proximidades dos antípodas do nossos país (Nova Zelândia e mar da Tasmânia), ou seja, na maior ilha da Oceânia a Austrália, alguns australianos optaram perante temperaturas atingindo os 40°C, em dirigirem-se para a praia apesar dos avisos sobre a Pandemia (do novo coronavírus Covid-19): como será o caso de Perth localizada na costa ocidental da Austrália (e com cerca de 2 milhões de habitantes), com os seus habitantes sob temperaturas mais próprias de ocorrerem no Verão, a deslocarem-se até à praia para se refrescarem um pouco mais.

 

Num território situado (Hemisfério Sul Oriental) muito próximo do “Quadrante Hemisférico” (Hemisfério Norte Oriental) onde se iniciou este surto agora Global − com o vírus Covid-19 já tendo percorrido de uma ponta à outra todo o Hemisfério Norte, a parte “Rica” (instalado de momento na América do Norte e caminhando para a América do Sul) – agora continuando a sua viagem para o Sul do Globo Terrestre e preparando-se para atacar (em força) o Hemisfério Sul, a parte “Pobre” do planeta Terra: e no seu caminho para além da América do Sul (e Central), tendo parte do continente Africano e ainda a Oceânia (e restos da Ásia como a Indonésia e até Timor-Leste). No entanto fazendo-o com contenção (vendo o que se passa no Mundo) para satisfação (e sossego) das autoridades.

 

Com os responsáveis pelo controlo da ação deste vírus mortal (um “agente Infiltrado-Invisível”) em território australiano, a elogiarem as pessoas por seguirem as orientações (e cuidados) indicadas, respeitando todos os conselhos divulgados pelas autoridades no terreno (sobre este novo coronavírus) − por exemplo respeitando as distâncias mínimas e não se juntando em grupos – e dessa forma evitando que se fechassem os acessos às praias: colocando para já “em espera” a tomada de tal medida, até pela aproximação da Páscoa e pela chegada (esperada, em principio já em curso, mas ainda com leve impacto) do vírus − podendo até ser bom ou mau dependendo da implantação do mesmo (mas para já aparentemente resultando).

 

Uma Ilha-Continente com mais de 7,5 milhões de Km² de área (83,4X Portugal) e com mais de 25,5 milhões de habitantes (2,4X Portugal), no presente e quanto à pandemia (covid-19) já sendo tocado (levemente) pelo “bicho”, no dia de hoje (domingo, 12 de abril de 2020) com mais de 6.000 infetados (6.313), cerca de 60 vítimas mortais  (59) e  cerca de 80 em estado grave/crítico (81) − numa média de 2 mortes por cada milhão de pessoas (Portugal 49/1 Milhão) − e com pouco mais de 350.000 testes realizados (pouco mais de 0,01/pessoa). E com uma taxa de mortalidade (provisória/em evolução) menor que 1% (0,9%). Esperemos que resulte − num Hemisfério Sul liderado (para já, bem de longe) pelo Brasil do “Louco Bolsonaro”: hoje (dados das 17:19 TMG) com 21.065 infetados e 1.144 mortos (e ainda outros 296 em estado crítico/grave), uma taxa de mortalidade de 5,4%.

 

(imagem: watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:12

02
Fev 20

Perto, muito perto de nós (numa distância menor do que a percorrida pela Apollo 11 na sua viagem Terra/Lua) e mais uma vez fazendo reverência ao SOL, amanhã (fevereiro, 3) com o asteroide 2020 BT14 a passar a menos de 190.000Km da Terra: observado pela 1ª vez sexta-feira e medindo entre 8/18 metros.

 

Pipoqueira Solar

 

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Grãos de Milho Solar

(Kernels of sun-corn)

Daniel K. Inouye Solar Telescope

(DKIST)

 

“What looks like an opened bag of popcorn kernels is actually an incredibly high-resolution image of the sun's surface. These small magnetic structures were captured last month by the world's largest solar telescope, the Daniel K. Inouye Solar Telescope (DKIST) on the Hawaiian island of Maui. Scientists hope that as more of the telescope's instruments begin to come online for this new project, they can continue what they hope will be a 50-year study of the star.” (space.com)

 

No momento (início de fevereiro de 2020) que o SOL durante mais um dos seus CICLOS SOLARES o 24º tendo o seu início a 4 de janeiro de 2008 (e com atividade mínima durante os dois primeiros anos) – atravessa um dos seus períodos MÍNIMOS DE ATIVIDADE − sem nenhuma MANCHA SOLAR visível (a última a AR2757 com a rotação do Sol em vias de desaparecer) − apresentando, no entanto, um enorme BURACO (em forma de canyon e com cerca de 750.000Km de extensão) na sua COROA SOLAR (ou atmosfera) virado para a TERRA e enviando na nossa direção poderosos VENTOS SOLARES (escapando por essa abertura, surgindo no campo magnético solar): com a sua chegada estimada para a próxima quarta-feira (5 de fevereiro). Não se prevendo tempestades geomagnéticas, mas podendo visualizar-se AURORAS.

 

(imagem: NSO/NSF/AURA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:39

24
Dez 19

[Na noite da visita do Pai Natal c/ as suas 10 renas (uma delas sendo Rodolfo) e prendas (respondendo aos nossos pedidos enquanto crianças) − mas não se sabendo ao certo, se castanho, verde ou vermelho (o protagonista).]

 

Coincidindo com a chegada do menino Jesus (25 de dezembro) e com a Passagem de Ano (de 2019/20) comemorando-se no próximo ano (de 2020) o início do 25º Ciclo Solar.

 

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Na transição do 24º CICLO SOLAR para o 25º CICLO SOLAR e atravessando de momento (dezembro de 2019) a nossa estrela de referência − o SOL – um período de atividade mínima (desde há 40 dias sem nenhuma mancha solar visível) – mas por outro lado abrindo as portas aos Raios Cósmicos − eis que no seu Hemisfério Sul uma MANCHA SOLAR aparece aparentemente oriunda do 24ª Ciclo Solar, mas podendo ser catalogada (ainda não numerada) como uma já pertencendo ao 25º Ciclo (podendo desse forma, marcar o seu início).

 

Numa imagem fornecida pela NASA através do seu SDO (Observatório Dinâmico Solar) – uma sonda utilizando câmaras de alta definição e ultravioletas para estudar o Sol – apresentando-nos finalmente uma mancha solar bem visível, descendente do ciclo anterior, mas com polaridade contrária: ocorrendo este fenómeno − mudança da polaridade das manchas solares (de -/+ para +/-) e tal como sucede neste caso − sendo o mesmo um sinónimo de entrada de um novo Ciclo Solar (o 25º). Numa contagem iniciada (1º Ciclo) em 1755.

 

E confirmando-se a entrada da nossa estrela no seu (desde que há registo) 25º CICLO SOLAR (tendo cada ciclo solar em média 11 anos) − finais de dezembro de 2019/janeiro de 2020 – e sabendo-se tal se iniciar (a mudança) a partir de um mínimo de atividade (que vivemos atualmente), por volta de 2025 (meio do ciclo) atingindo-se um pico máximo de atividade (maior número de manchas solares apresentadas/visíveis) com os Raios Solares a atingirem o seu período de mais intensa atividade (sobrepondo-se aos Cósmicos).

 

(texto/apoio e imagem: spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:07

07
Nov 19

[E a mais uma "Doçura & Travessura".]

 

Nos momentos antecedendo a comemoração do HALLOWEEN 2019, um exemplo dos múltiplos, belos e mágicos cenários, dados a usufruir pela NATUREZA: aqui e com a colaboração conjunta dos RAIOS do SOL e da ATMOSFERA TERRESTRE, com o SOL e a TERRA dando-nos a usufruir, uma avermelhada e brilhante imagem de uma AVE: misteriosa, eletromagnética e tocando-nos a ALMA (temporariamente associada ao nosso corpo físico). Numa transição entre o Inferno (da Terra) e o Céu (Lá em Cima).

 

A ÁGUIA DE FOGO

 

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Soledad

Rio Grande do Sul − Brasil

(30.10.2019)

 

“E então a majestosa águia de fogo...o céu em Soledade...Deus é bom.”

(Paulo Henrique Pinheiro/30.10.2019/Facebook.com)

 

Uma decoração Natural − tendo como “Companhia” o Ecossistema Terrestre − surgindo nos céus do BRASIL e segundo uma das suas testemunhas (PHP) representando “uma ÁGUIA, majestosa e simbolizando a bondade de DEUS”: projetada para nós (talvez como um sinal) na nossa atmosfera – ao pôr-do-sol. Segundo cientistas e especialistas no fenómeno, mais um caso natural de um fenómeno conhecido e já ocorrido anteriormente (precisamente com o mesmo tom para o cor-de-rosa, mas não como antes, aí definindo algo).

 

(imagem: Paulo Henrique Pinheiro/Facebook)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:17

26
Set 19

[Com ASTEROIDES alguns deles potencialmente perigosos,

circundando o SOL aparentemente adormecido.]

 

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O Sol a 22 de setembro de 2019

Sem apresentar manchas visíveis e com um mínimo solar em progresso

(ao fim de onze anos, na fronteira da mudança de ciclo)

 

Com o Sol ao fim de aproximadamente 11 anos a atingir de novo um novo mínimo solar − marcando o fim do 24º ciclo e o início do 25º − nestes últimos 3 meses não apresentando manchas solares visíveis em quase 90% dos dias (e sem nenhuma chama solar registada), podendo-se desde já afirmar que na passagem desta fase do mínimo do respetivo ciclo solar (por experiência e conhecimento, adquiridos em Ciclos anteriores), as previsões para o Espaço Exterior (tendo naturalmente reflexos na Terra) apontam (entre outros aspetos e segundo spaceweather.com) para a continuação da ausência das manchas e chamas solares, para o enfraquecimento do campo magnético do Sol e como consequência para o aumento de raios cósmicos entrando no nosso Sistema Planetário (Solar):

 

Estando o mínimo solar em progresso e pelos sinais, esperando-se a mudança (de Ciclo, período de 2008/2019) antes do final deste ano (de 2019).

 

Ultrapassando-se no Hemisfério Norte um Verão sem Manchas Solares (apenas 6 de pequenas dimensões) e com uma das poucas manchas surgidas nesse período (de 21 de Junho a 22 de Setembro) − a mancha AR 2744 – com esta (ainda segundo a Spaceweather) a reverter a sua polaridade magnética (+/- em vez de -/+) numa indicação (confirmação) de que o Mínimo Solar se aproxima do seu fim.

 

[E no 25º Ciclo Solar com o próximo Máximo

a estar marcado para o ano de 2023.]

 

wolfjmms.png

Podendo-se observar a evolução das manchas solares

no período de 2008 a 2019

(assim como o máximo deste 24º ciclo solar)

 

Aproveitando esta aparente tranquilidade do Sol (a nossa estrela de referência) em que a ação dos seus raios (solares) se reduz drasticamente − enfraquecendo por um lado a ação (de proteção) do campo magnético terrestre e abrindo por outro lado a porta de entrada de mais raios cósmicos (extremamente perigosos e penetrantes) no nosso Sistema (onde o nosso planeta se inclui) – o constatar da passagem (“passada quase desapercebida, por não suficientemente replicada”) no passado fim-de-semana (sábado, 21) e mais ou menos perto do nosso planeta (entre um mínimo de pouco mais de 75.000Km e um máximo de cerca de 7.500.000Km), de nada mais nada menos que 9 asteroides:

 

E com 4 deles passando a cerca de 1DL (Distância Lunar = Distância Terra/Lua = 384.401Km) da Terra ou ainda menos – 2019 SU2 (77.000Km) observado pela 1ª vez a 22, 2019 SD1 (115.000Km) observado pela 1ª vez a 20, 2019 SS2 (270.000Km) observado pela 1ª vez a 24 e 2019 SX (423.000Km) observado pela 1ª vez a 20.

 

Ou seja, com os 4 asteroides passando nas nossas proximidades (neste caso de dimensões reduzidas, entre 3/7 metros), dois deles sendo descobertos antes dessa passagem e dois deles sendo descobertos, mas depois da passagem:

 

[E se por acaso para além de virem sem aviso,

fossem maiores e impactassem

− O que seria da Terra e de Nós?]

 

asteroid1988hl1-63_5.jpg

1998 HL1 ou 162082 o maior asteroide (440/990m)

a passar perto da Terra (cerca de 6 milhões de Km)

a 25 de outubro de 2019

 

No próximo dia 25 de Outubro de 2019 e com o Sol talvez tendo já iniciado um novo ciclo (o 25º), com um asteroide com quase 600 metros de diâmetro (589m) − o maior a passar mais próximo de nós, nos dois meses que aí vêm − e deslocando-se a uma velocidade de pouco mais de 11Km/s – 1998 HL1 − a passar a “apenas (e aproximadamente) 6.000.000Km da Terra (cerca de 1/25 da distância Sol/Terra).

 

Uma insignificância tomando em consideração os limites exteriores da Nuvem de Oort (podendo ser considerada a última fronteira do nosso Sistema Planetário), localizada a 100.000 UA de distância do Sol (15.000.000.000.000Km).

 

(imagens: spaceweather.com – watchers.news – newstate.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:41

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