Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

13
Set 18

National Solar Observatory USPS (United States Postal Service) office in Sunspot NM (New Mexico evacuated for safety reasons

(kvia.com)

 

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Observatório Nacional Solar

(Novo México)

 

Num momento em que muitos ainda recuperam forças para o início de uma nova temporada (2018/19), com uns preparando-se já para mais um ano de trabalho e outros ainda aproveitando os últimos dias de Verão (terminando a 23 de Setembro)

 

– E na esmagadora maioria dos casos com estes protagonistas (todos nós) temporariamente inseridos no Limbo entre a Realidade (projetada) e a denominada Ficção (imaginação)

 

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Observatório NSO evacuado pelo FBI

(utilizado para o estudo das manchas solares)

 

Eis que no Espaço/Tempo de recuperação físico-espiritual (acreditando-se na Alma tal como no Eletromagnetismo) disponibilizado para cada um nós (de modo a despertar-nos deste período de monotonia e de hibernação), nos socorremos (por vezes sofregamente) de alguns caminhos alternativos (por vezes previamente inexistentes) que nos façam prolongar este aparente (por maioritariamente não correspondente dado o nosso curto espaço de tempo) Estado de Graças:

 

Mesmo que transformando uma simples notícia num potencial acontecimento.

 

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Encerrado pelo FBI como medida de precaução

(devido a causas internas ou externas?)

 

No dia 6 de Setembro (passada terça-feira) surgindo uma notícia (como não poderia deixar de ser) oriunda dos EUA (mais precisamente do Novo México) informando-nos da evacuação de um Observatório Astronómico (Solar) por razões de segurança e levada a cabo pelo FBI: como afirmaria um porta-voz dos astrónomos responsáveis por tal missão científica (Sheri Lofson)

 

"We have decided to temporarily vacate this facility as a precautionary measure. And we're working with the proper authorities on this issue." –

 

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Sem conhecimento do motivo justificando tal decisão

(e suscitando desde logo a suspeição e a conspiração)

 

No presente com as instalações mantendo-se encerradas, encontrando-se seladas pela polícia (afirmando não estar diretamente envolvida na investigação) – sem a população conhecer o motivo para tal procedimento – e com os próprios investigadores (do Observatório e da própria USPS) a afirmarem (estranhamente) não saberem bem o que se passa (como será o caso de Rod Spurgeon)

 

"Right now, what we're told is that they've temporarily evacuated the area. We haven't been told why or when that expires."

 

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Número de Manchas Solares

(2000/2018)

 

Numa ação levada a cabo pelas autoridades de segurança norte-americanas (neste caso o FBI) mais uma vez executada sem qualquer tipo de explicação ou justificação pública (de preferência simultânea), obviamente levando esta intervenção pelos mais diversos caminhos interpretativos – mais ou menos elucidativos mais ou menos conspirativos – e em direção às mais diversas traduções: mais normais (manutenção) ou anormais (anomalia).

 

Neste ano de 2018 com as Manchas Solares a desaparecem mais rapidamente do que o que seria de esperar, tendo como consequência imediata a menor atividade do Sol (emitindo menos Raios Solares podendo atingir a Terra) mas deixando a porta aberta para a entrada dos (ainda mais perigosos) Raios Cósmicos. Podendo-se até conceber (Teoria da Conspiração) que algo de mais estranho se passará com o Sol, com o mesmo (natural) ou então sobre ele (artificial).

 

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Com um grande disco bem visível e com outos menores acompanhando-o

(e com a NASA a afirmar tratar-se da Lua a passar)

 

Já hoje (quinta-feira, 13 de Setembro) com a notícia a desenvolver-se, ficando-se agora a saber do encerramento de mais 6 Observatórios Solares (na Austrália, Chile, Espanha e em mais dois estados norte-americanos) – curiosamente fechadas todas ao mesmo tempo. Mas mesmo assim surgindo desde já imagens (de astrónomos amadores) com objetos estranhos perto do Sol sugerindo UFO’S & ALIENS. Registados por Maria Hill no passado dia 11 (última terça-feira) a partir do Indiana (estado dos EUA):

 

“This is what showed up in my camera after I took a picture of the sun in the eastern sky this morning. iphone 8 with a camera lens adapter.”

(Gina Hill).

 

[Notícia: 6 More Solar Observatories closed and This could be the reason! – September 13, 2018 – ufosightingshotspot.blogspot.com]

 

(imagens: nso.edu – kvia.com – spaqceweather.com – Gina Maria Colvin Hill)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:02

10
Ago 18

Sábado pelas 08:30 de Portugal

Lançando-se a sonda PARKER em direção ao SOL

 

“The solar corona is one of the last places in the solar system where no spacecraft has visited before.

It gives me the sense of excitement of an explorer.”

(Adam Szabo/nasa.gov)

 

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A sonda solar Parker aproximando-se do Sol

(ilustração: nasa.gov)

 

Hoje dia 10 de Agosto de 2018 pelas 12:00 locais (de Albufeira), no preciso momento em que nos aproximamos rapidamente de um acontecimento histórico para todo o planeta (Terra) – ao nível da Conquista do Espaço pelo Homem (neste caso dos nossos domínios mais próximos, o Sistema Solar e o seu foco e gerador o Sol) – com o lançamento por volta das 08:30 de amanhã (sábado/hora de Portugal) da sonda solar PARKER, a primeira do seu género a “tocar” a superfície do Sol: a sua atmosfera/coroa solar. Na sua aproximação ao Sol (até entrar em órbita da nossa estrela) atingindo velocidades máximas na ordem dos 190Km/s (tornando-se logo ali na sonda mais rápida da história), para aí numa missão estimada para durar uns sete anos, completar 24 órbitas (em torno do protagonista) e atingir uma aproximação (mínima) de cerca de 6.000.000Km (1/25 da distância Terra/Sol), estudar a nossa estrela como nunca antes tenha sido feito. Aí suportando temperaturas de cerca de 1400⁰C (protegida e “climatizada” tendo que suportar apenas uns 30⁰C), para além do bombardeamento constante de diversos tipos de raios (e de radiações), penetrando a sonda espacial solar Parker como se a mesma estivesse (apenas para termos uma ideia mesmo que não completamente correta) no interior de um micro-ondas.

 

 

Com o Sol a dormir

Uma subida de 18% só nos últimos quatro anos

(da radiação oriunda do Cosmos)

 

A partir de mais um estudo (da responsabilidade da spaceweather.com) levado a cabo não só na Estratosfera (12 a 50Km) como até em altitudes (mais baixas) onde circulam muitos dos aviões comerciais e de passageiros – a Troposfera (0 a 12Km) – vem-se mais uma vez confirmar que a radiação cósmica medida na estratosfera nestes últimos quatro anos (fins de 2014 a fins de 2018) tem vindo sistematicamente a aumentar: de menos de 4.1 a mais de 4,5 uGy/hr ou seja cerca de 18%.

 

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Variação da radiação cósmica ao longo do tempo

(de 2014/2018)

 

Podendo-se dessa forma não só estudar a variação da radiação cósmica em toda a camada Atmosférica envolvendo a Terra – Troposfera (0/12Km), Estratosfera (12/62Km), Mesosfera (62/80Km), Termosfera (80/500Km) e Exosfera (500/800Km) – particularmente naquela onde vivemos e circulamos – Troposfera em que vivemos/respiramos e Estratosfera onde circulamos de avião a jato (tudo numa estreita faixa de uns 60Km) – como até e por associação deduzir-se quais os seus efeitos sobre a saúde dos seres vivos (aí se movimentando e vivendo).

 

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O Sol sem manchas visíveis

(9 Agosto 2018)

 

Viajando num avião a menos de 12.000 metros de altitude (por exemplo 25.000 pés) com a radiação aí registada a expor os passageiros a valores cerca de 10X aos normalmente assinalados a nível da água do mar e já no caso de o fazermos num outro avião por exemplo supersónico e circulando a mais de 12.000 metros de altitude (por exemplo 40.000 pés) à mesma radiação registar valores agora 50X superiores!

 

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Variação da radiação cósmica com a altitude

(de 2014/2018)

 

Uma variação das radiações cósmicas agora atingindo o nosso planeta com maior intensidade (com os sensores instalados e utilizados neste estudo a detetarem Raios-X e Raios Gama numa determinada gama energética) segundo os cientistas podendo ser explicada de duas maneiras (no fundo com dois processos ocorrendo simultaneamente) complementares:

 

Dado o Sol estar a atravessar um período de fraca atividade (não se observando grande número de manchas solares) provocado pelo mesmo (Sol) se estar a aproximar de um seu Mínimo, como consequência diminuindo a Radiação Solar (atingindo a Terra) e assim abrindo-se a porta (por ocupação de Espaço disponível) agora à Radiação Cósmica (mais perigosa); por outro lado o enfraquecimento (em princípio momentâneo e à procura da manutenção do seu equilíbrio) do campo magnético terrestre, tendo como uma das suas principais funções proteger-nos igualmente (defendendo-nos como se fosse um escudo) dos Agentes Provocadores Exteriores como o são os Raios Cósmicos.

 

(imagens: nasa.gov e spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:26

14
Mai 18

The life cycle of our Sun began roughly 4.6 billion years ago. In roughly 4.5 to 5.5 billion years, when it depletes its supply of hydrogen and helium, it will enter into its Red Giant Branch (RGB) phase, where it will expand to several times its current size and maybe even consume Earth! And then, when it has reached the end of its life-cycle, it is believed that it will blow off its outer layers and become a white dwarf. Until recently, astronomers were not certain how this would take place and whether or not our Sun would end up as a planetary nebula (as most other stars in our Universe do). But thanks to a new study by an international team of astronomers, it is now understood that our Sun will end its life-cycle by turning into a massive ring of luminous interstellar gas and dust – known as a planetary nebula.” (Matt Williams/universetoday.com/11.05.2018)

 

O Fim da nossa Estrela/Legal o SOL

‒ E como consequência a destruição da Terra ‒

Poderá ser provocada por uma outra Estrela/Fora-da-Lei GLIESE 710.

 

I

Estrela Legal

(Estrela Fora-da-Lei)

 

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O Sol estrela legal

Com cerca de 4,5 biliões de anos, nos próximos 4,5 a 5,6 biliões Evoluindo

(inicialmente tornando-se mais luminoso e posteriormente aumentando de volume) Transformando-se numa Gigante Vermelha (e incinerando e engolindo a Terra)

 

Vivendo num Universo com uma idade estimada de 13,8 biliões de anos e localizado num Sistema com cerca de 5 biliões de anos,

 

A Terra com os seus 4,6 biliões de anos e circulando com todo o seu respetivo Sistema Planetário (no presente com oito planetas considerados) em torno da sua estrela de referência o Sol,

 

‒ Sensivelmente a meio do seu Ciclo de Vida uns 10 a 11 biliões de anos ‒

 

Poderá num Futuro,

 

Infinitamente próximo para o Universo (visto em biliões de unidades de Espaço/Tempo);

 

Mas infinitamente distante para os Humanos (visto em unidades de Espaço/Tempo utilizando unicamente 2 dígitos);

 

Terminar a sua Aventura no Espaço (acompanhando na sua viagem o Sol, o seu Sistema e a sua Galáxia):

 

Não e como se pensava unicamente devido ou à Evolução da própria estrela o Sol,

 

Dentro de um bilião de anos e ainda num período de contração aumentado o seu brilho e intensificando o Efeito de Estufa ‒ na Terra ‒ colocando o nosso planeta num percurso e destino muito semelhante, ao que hoje se verifica em Vénus … e dentro de uns 3,5 biliões de anos colocando os oceanos a ferver, a sua Água a evaporar-se e a perder-se ‒ juntamente com a Atmosfera ‒ para o Espaço … para finalmente e ao entrar no seu período de expansão ‒ mais uns quantos biliões de anos ‒ engolir literalmente a Terra,

 

Ou em alternativa ao movimento da sua Galáxia a Via Láctea,

 

Prevista pelos cientistas para colidir dentro de 5 biliões de anos com uma outra estrutura semelhante e local, a galáxia de Andrómeda ‒ deslocando-se na mesma direção e ponto de encontro comum, localizado neste de muitos Universos constituindo um Multiverso ‒ levando o evento à destruição de ambas/consigo levando a Terra e à formação/transformação de terceiras/galáxias,

 

Mas à intrusão inopinada no nosso Sistema de uma Estrela Pária, Perdida, Fora da Lei

 

Por qualquer motivo um dia num passado longínquo sendo expulsa da sua galáxia talvez pela colisão com outra galáxia: denominada (em inglês) como uma ROGUE STAR.

 

II

Três Opções Apocalíticas

(Ao Nível de Extinção)

 

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Evento ao Nível da Extinção

A nebulosa NCG 6565 resultante do fim de vida de uma estrela

(e do seu possível sistema planetário)

Num cenário possível de ocorrer com a nossa estrela (O Sol)

 

Tomando em consideração as três anteriores opções para o Fim da Vida (e de todo o seu Ecossistema) tal como hoje a conhecemos neste nosso último Planeta de Salto (único até hoje conhecido, capaz de nos receber e de nos proteger) denominado Terra

 

(não para se transpor um argumento para uma Nova Temporada e nas mesmas coordenadas, mas para um outro Espaço/Tempo de Ultrapassagem dessas mesmas coordenadas para desse modo se atingir um Novo Ciclo, Fase ou Etapa, noutro ponto do Universo)

 

‒ Pelo menos no que diz respeito à Salvação da Raça Superior

 

Sendo conveniente no entanto recordar antes de analisar outros aspetos (igualmente relevantes),

 

Que se daqui a uns 3 a 4 biliões de anos a intensidade do Sol será 33% mais intensa que a registada hoje (subindo sucessivamente ultrapassando os 100% atuais), evoluindo posteriormente para uma estrela Gigante Vermelha (criando logo no início como sinais as condições ideais para Alterações Climáticas Catastróficas e para a perda dos Oceanos) e levando à destruição definitiva (entre outras e pelo menos por aqui) da nossa espécie (exceção se repetirmos o Evento Arca de Noé),

 

Pela mesma altura (3 a 4 biliões de anos) e noutro espaço estará já em curso a Colisão anunciada entre galáxias (Via Láctea e Andrómeda);

 

Mas agora com a intromissão de uma outra estrela

 

‒ A estrela anã (Dwarf Star) GLIESE 710 ‒

 

No nosso Sistema Solar, com a Terra a poder ficar mais perto do que nunca (tantas vezes anunciado tendo como protagonista o Sol, Cometas e até Extraterrestres, mas felizmente nunca sendo verdade e nunca se concretizando) do Dia do Juízo Final ‒ a uns escassos 1,29 milhões (não biliões) de anos (se entretanto não vier aí um Grande Calhau) de um,

 

MPEPE (Mais Próximo Evento e Ponto de Encontro).

 

E com as apostas a variarem agora ‒ ocorrência de um ELE (Evento ao Nível da Extinção) ‒ entre 1 (milhão) e 3 a 4 (biliões).

 

III

Racismo Cultural

(O Eixo do Mal)

 

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Uma Aventura na China p/ Espaço

Com a China depois da queda da estação espacial Tiangong-1

(Tiangong-2 lançada em 2016)

A ter já planeada a construção de uma grande estação espacial modular (para 2019/22)

 

[Se não se intrometerem os chineses (agora tentando enviar para o Espaço ‒ segundo os servidores e fazedores da opinião pública ocidental e católico-romana ‒ os seus tradicionais, infantis, pouco fiáveis e nada recomendáveis produtos, oriundos como antecipadamente nos ensinaram e nós imediatamente e por boa educação interiorizamos, das originais, fraquinhas e baratinhas Lojas dos 100) já nos tendo atirado para cima com a sua Estação Espacial Tiangong-1 (da responsabilidade da CNSA ‒ Agência Espacial Chinesa ‒ e concretizada como um protótipo da sua próxima estação), lançada em 2011 para estar ao serviço durante um período previsto de 2 anos (até 2013), colocada em hibernação (durante quase 5 anos) e em 2018 inevitavelmente e por descaimento orbital (não corrigida a sua órbita terrestre) entrando na atmosfera e despenhando-se na Terra: como não poderia deixar de ser (como se estivéssemos num Mundo de Crianças e de Brinquedos) caindo no nosso planeta num local chamado NEMO (o capitão do submarino Nautilus no livro de Júlio Verne “Vinte Léguas Submarinas”), considerado um Cemitério (de outras veículos e detritos espaciais) e um local de muito Mistério ‒ envolvendo desaparecimentos, segredos e criaturas de outros Mundos e assim tal como na nossa infância nele incluindo Feiticeiros, Bruxas e Magia (só mesmo vindo de mentes de crianças) e outras Maravilhas de Criança.]

 

IV

A Estrela Fora-da-Lei

(A Anã Gliese 710)

 

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Estrela anã Gliese 710

Uma estrela perdida em rota de colisão com o Sistema Solar

Podendo acarretar consequências catastróficas

Atingindo a Nuvem de Oort e com hipóteses de alcançar o Cinturão de Kuiper (e os seus KBO)

 

Pelo que se entretanto não formos atingidos por um cometa ou por um asteroide,

 

‒ Muito mais frequentes (no nosso tempo de duração) e previsíveis de ocorrerem se comparadas com implosões e explosões de estrelas e colisões de galáxias ‒

 

Como provavelmente a Terra já terá sido antes, levando à extinção de muitas espécies incluindo a então dominante (e certamente alteradas as condições ambientais ao aparecimento de outras),

 

Com um novo protagonista a surgir (na nossa ainda tão curta história de Estadia e de Consciência, inseridos no incrível ecossistema que este simples e único rochedo nos ofereceu e proporcionou, mesmo que dito perdido nos confins de um Universo Infinito) oferecendo-se igualmente para a concretização do nosso Final:

 

Gliese 710 uma estrela anã atualmente localizada na constelação Serpens Cauda a uma distância de cerca de 62 Anos-luz (do nosso Sistema) e deslocando-se na nossa direção a uma velocidade (radial) de quase 14Km/s, atingindo dentro de aproximadamente 1300/1400 milhões de anos as nossas vizinhanças

 

(podendo colocar todo o Sistema Solar ‒ nele incluindo a Terra ‒ num grande reboliço),

 

‒ No mínimo afetando os cometas (mesmo aí com consequências para a Terra) presentes na Nuvem de Ooort.

 

E com a nossa estrela o SOL (naturalmente e tal como todos os corpos com movimento próprio),

 

‒ No seu movimento em torno do centro da Via Láctea demorando de 225 a 250 milhões de anos a cumprir o seu trajeto

 

Podendo ter no seu percurso um Encontro do 1º Grau na sua 5ª/6ª rotação ao Centro (da galáxia) situado algures no Espaço, mas em grande proximidade e dada essa presença adicional (de mais uma poderosa estrela) tendo lógicas consequências (talvez terríveis) nomeadamente para nós (entre fauna e flora) os habitantes da Terra:

 

“Gliese 710 could cause a torrential rain of icy meteors to pelt the Earth into oblivion. The rogue star is set to pass through the Oort Cloud, a ring of icy comets, meteors, and planetesimals at the farthest edge of our solar system. This could potentially cause millions of asteroids to be ejected towards the center of the solar system, pelting unfortunate planets into Swiss cheese like a cosmic hailstorm. Maybe immortality isn’t so great after all.”

(Brett Tingley/mysteriousuniverse.org/11.05.2018)

 

(imagens: businessinsider.com ‒ livescience.com ‒  nasaspaceflight.com ‒ skymania.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:45

19
Abr 18

[Um excerto (apresentando-o e propondo a sua leitura) de um artigo científico muito interessante, para quem ainda tenta obter (descobrir e não replicar) – tantos são os trilhos expostos mas ainda não interiorizados – umas pistas sobre o Espaço/Tempo onde coexistimos.]

 

The denser is the core of a galaxy, the stronger its magnetic field, the faster its rotation, the longer its spiral arms and the higher is the energy value and velocity of particles emitted from its core and also from its spiral arms

(Jamal Shrair)

 

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Buraco-Negro Supermaciço

Our star is rotating on a helical orbit while spiraling up and down

(spiral oscillation)

 

“The true motion of the Sun in the galaxy is not a circular motion, but exactly like the motion of an electron in the hydrogen atom. The electron is not moving on a circular orbit or with a random motion around the proton – as quantum mechanics claims – but on a helical orbit. It is also oscillating up and down (spiral oscillation) while orbiting the proton.”

 

According to my understanding, all structures in the Universe, including the largest one, are magnetically ordered and centrally powered. The Milky Way follows this standard cosmic model. The astronomical objects and celestial bodies of our galaxy are connected to each other and ultimately to the extremely powerful magnetic field at its center. This is the reason why stars, star systems and star clusters orbits each other and also around the central magnetic field, which is considered in mainstream physics to be a super-massive black hole. The Sun is also part of this galactic magnetic order and cannot be an exception among at least 100 billion stars. Those stars are not scattered randomly, but they are ordered into different groups that are orbiting each other. Thus, without a doubt, the Sun is a member of star system which orbits a larger star cluster. In fact, calculations and observations show that the solar system is linked to another star system. However, realizing the complete physical reality of our star is the biggest scientific task. The Sun is the cosmological candle that allows us to visualize the whole Universe. But, only when we can light it up on the surface of the Earth, we will be able to visualize the Universe and truly understand the force that powers it.

 

[Investigador na área da Fusão Nuclear (fenómenos idênticos ocorridos no Sol) e dos Fundamentos da Física, tendo como base de formação a Engenharia Eletrotécnica. Ligado à ShrairFusion: “ShrairFusion conducts theoretical and experimental research in the field of condensed matter nuclear fusion, which is identical to the fusion that takes place in the Sun. In addition, it provides competent and valuable consultation in the field of low energy nuclear reactions (LENR), also known as Cold Fusion.” (hu.linkedin.com)]

 

(texto/excerto: Jamal S. Shrair/watchers.news/14.04.2018 – imagem: watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:36

24
Jan 18

“Dependendo do projetor, do projecionista, do realizador, do produtor, do argumentista e dos demais elementos integrando (e dando a volta) este Circuito fechado (por parametrizado).”

 

Mais um objeto voador (OVI ou OVNI) a ser identificado neste mês de Janeiro (de 2018) vagueando pelos Céus da Terra (o único planeta do Sistema Solar com existência de Vida confirmada), neste registo do dia 18 (de Janeiro) observado sobre um país da América do Sul (o Perú): fazendo-nos recordar de imediato as imagens do Falcon 9 (da Space-X de Elon Musk) aquando do seu lançamento (recente) iluminando espetacularmente (num conjunto de formas e de cores para nós um pouco estranho) os céus de Los Angeles.

 

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Nuvens nacaradas ou Madrepérola

(com os efeitos luminosos provocados, a serem devidos à sua iridescência)

 

Não se tratando neste caso de um fenómeno com impacto visual de origem artificial – Terrestre ou mesmo Extraterrestre (fosse um OVI ou um OVNI) mas apenas de mais um fenómeno de origem Natural (pelo peruano David Alvarado identificado como um conjunto de Nuvens Polares Estratosféricas) envolvendo o Sol, as Nuvens e a Terra (a sua curvatura e os mecanismos de reflexão): com as nuvens (no Inverno e entre os 15/25Km de altitude) aproveitando a curvatura da Terra, a refletirem na sua face inferior os primeiros/últimos raios do Sol (ao nascer e pôr-do-dia) e a projetarem-nos na Terra oferecendo-nos este maravilhoso espetáculo.

 

(texto: a partir de dados de ufosightingshotspot.blogspot.pt – imagem: David Alvarado/iLMeteo)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:08
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21
Dez 17

Tendo como protagonista o Sol

 

A partir de uma notícia publicada em THE WATCHERS (watchers.news) incidindo sobre a opinião de alguns cientistas russos (do Laboratório Astronómico Solar/Raios-X) investigando a Atividade Solar, o Sol num momento do seu Ciclo a caminho de um Mínimo (com os ciclos solares a durarem 11 anos) parece ter atingido cedo demais (cerca de um ano e meio) esse ponto de inversão da sua atividade.

 

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O Sol a 21 de Dezembro de 2017

(e à esquerda a mancha solar AR 2692)

 

Estando já a terminar um Ciclo Solar de baixa atividade e sabendo-se hoje que o Máximo (alcançado por 2012) já por si fora um dos mais fracos (em cem anos), sendo possível para esses cientistas russos (do PN Lebedev Physical Institute) que arrastando-se um pouco mais esta situação, podermos ter um Mínimo de Atividade Solar um pouco mais tarde, mas muito menor que o esperado.

 

E para o comprovar com o Sol a não registar (nos últimos 2 meses) grandes tempestades (magnéticas) e perturbações nos seus campos ‒ com a nossa Estrela devendo estar mais ativa e assim contradizendo o momento (que só deveria ocorrer daqui a 18 meses) ‒  diminuindo sucessivamente o número de manchas observadas (na sua coroa solar): 43 em Setembro, 13 em Outubro e finalmente 5 em Novembro (quando a média de 5.7 geralmente nos indica quando o Sol efetivamente atingiu esse mínimo).

 

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400 Anos de Observações de Manchas Solares

(watchers.news)

 

Concluindo assim os cientistas (russos) sobre o atual ponto do Ciclo Solar, não ser de excluir neste ponto um mínimo histórico de 100 anos ou até mesmo de uns 1000. E sabendo-se como nestes períodos de baixa atividade solar (existentes em cada ciclo) se perde sempre um pouco da Ligação entre o Sol e a Terra (e todos os outros corpos integrando o Sistema Solar) ‒ como se o Sol efetivamente nos deixasse de proteger e de nos manter seguros, diminuído a sua atividade e deixando-nos à mercê da infiltração de intrusos (vindos do exterior ao Sistema) ‒ havendo sempre o Perigo da diminuindo da ação dos Raios Solares sobre a Terra (tendo portanto alguns aspetos positivos), sendo então substituídos pela ação dos Raios Cósmicos muito mais perigosos e penetrantes.

 

Diminuindo a atividade solar (e estamos nesse tempo e ponto), enfraquecendo a ação do campo magnético terrestre (logo as defesas da Terra) e abrindo-se assim as portas (nalguns pontos escancarando-as) aos ainda mais perigosos Raios Cósmicos. E para já ficando-se à espera de uma Resposta Solar e ainda com algum tempo (nosso) para ver e esclarecer (olhando por exemplo para a evolução de manchas solares ao longo de 400 anos). E ainda com a curiosidade de verificar se na prossecução deste Ciclo Solar (e do momento em que o mesmo atingirá o seu mínimo) se tal comportamento do Sol terá alguma influência relevante (entre outros) nas condições meteorológicas e na atividade geológica (terrestre).

 

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O Sol a 21 de Dezembro de 2017

(Observatório Geofísico e Astronómico da Universidade de Coimbra)

 

No caso de Portugal tal como na região do Algarve (e naturalmente de Albufeira) ‒ situadas no Hemisfério Norte ‒  com o dia 21 de Dezembro (esta quinta-feira) a indicar o início da estação do Inverno (21 Dezembro 21017/20 Março 2018), coincidindo a mesma data com a ocorrência de um dos dias mais curtos do ano (o Solstício de Inverno): com o dia a ser mais curto a norte (Bragança/9h 8mn) e um pouco mais longo (quase meia-hora) a sul (Faro/9h 37mn). Refletindo meteorologicamente uma situação de normalidade (para esta estação do ano) no caso português, com a manutenção do tempo sem chuva, o prolongamento da seca extrema/severa e ainda a continuação de tempo frio (e temperaturas mínimas e máximas um pouco baixas). Nada de relevante (pelo menos associado ao Ciclo Solar).

 

(dados: watchers.news ‒ imagens: SDO/HMI, The Watchers e IPMA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:38

06
Out 17

Sexta-feira dia 6 de Outubro em Albufeira com o tempo continuando a manter as condições climatéricas usufruídas no Verão (apesar de já termos entrado na Estação do Outono), com relevante afluência às praias aproveitando os raios quentes do Sol e a temperatura agradável (por aceitável por esta altura do ano) das águas do mar: com os caminhos em direção às Delícias do Algarve (neste caso o Sol e a Praia) a estarem bem frequentados (da Falésia até à Galé), caminhando-se sobre as falésias ou nas marginais frente ao mar.

 

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E no 5º dia após as Eleições Autárquicas com o Presidente a tomar uma bica (bem à vista no café Caravela para satisfação dos presentes), arrancando de seguida de indumentária própria para a época com a sua pasta para a Câmara.

 

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Num dia em que na cidade de Albufeira se regista a temperatura de 27⁰C pelas 14:00 (locais) com uma máxima prevista de 28⁰C e uma mínima de 18⁰C ‒ de dia convidando todos (os que possam) a uma ida para a praia e a um banho no mar (e logo a partir das 08:00 da manhã), intermediada por um bom almoço ou por um jantar (provando a gastronomia da região) e finalmente dadas as temperaturas registadas ao longo de toda a noite (arrastando-se pela madrugada) convidando a um passeio muitas vezes sob o luar (e vendo as calmas águas do mar paradas e como um espelho sob a luz a cintilar) deixando-nos arrastar como se não mais quiséssemos terminar.

 

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Com este cenário de regresso do Verão ao Algarve e à cidade de Albufeira a prometer manter-se pelo menos durante mais uma semana (de 7 a 14 de Outubro), com as temperaturas máximas a andarem pelos 28⁰C/30⁰C e as mínimas pelos 16⁰C/19⁰C, apresentando-se o Céu limpo (exceto a caminho do próximo fim-de-semana com algumas nuvens) e sem precipitação.

 

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Num período em que muitos Europeus ainda circulam pelo Algarve (mesmo em autocaravanas e ficando em parques como o do Imortal em Albufeira) ou não fosse o caso de nos seus países já se estar (efetivamente) no Outono e se poder tremer de frio (como no norte/centro da Europa incluindo ‒ por exemplo ‒ a Alemanha).

 

(imagens: PA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:34

29
Set 17

Imagens (de um cometa):

Observatório SOHO

Instrumentos LASCO C3 (imagens 1/2) e LASCO C2 (imagem 3)

NASA

 

SOHO 6.jpg

 Imagem 1

 

Mais uma sequência de imagens captadas pelo Observatório Solar e Heliosférico da NASA (SOHO uma sonda espacial tendo como objetivo estudar a nossa estrela) registando os últimos momentos de um cometa na sua aproximação (final) ao Sol.

 

SOHO 1.jpg

 Imagem 2

 

Um registo obtido a partir de instrumentos óticos a bordo da sonda SOHO ‒ neste caso LASCO C2 e LASCO C3 ‒ referindo-se a esta quarta-feira (dia 27) e provavelmente a um impacto desse cometa declarando aí a sua morte.

 

SOHO 3.jpg

 Imagem 3

 

Pela dimensão do cometa e pelo brilho emitido (estando correlacionados) durante a sua trajetória (desde que aparece no canto inferior da imagem até desaparecer junto ao Sol) aparentemente sendo pequeno e não tendo escapado ao Sol (e à sua atração gravitacional).

 

(imagens: sohodata.nascom.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:36
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22
Set 17

“New Study Indicates that Planet 9 Likely Formed in the Solar System”

(Matt Williams/universetoday.com)

 

Planet_nine_artistic_plain-700x432.jpg

 1

Ilustração do Planeta 9

Bloqueando a Via Láctea

 

Entre tantas e tantas teorias atualmente ao nosso dispor sobre as condições de formação e de constituição do Sistema Solar (pertencendo á galáxia Via Láctea), uma das mais faladas e discutidas até pela proximidade dos diferentes elementos integrantes (como planetas, luas, cometas e asteroides, entre outros), dirige-se ao número de planetas (e outros corpos celestes semelhantes) tendo o Sol como estrela de referência: desde os planetas principais (interiores e exteriores ao Cinturão de Asteroides), passando pelos objetos trans-neptunianos (como Sedna) e chegando aos planetas mais longínquos como poderá ser eventualmente o (fig. 1) Planeta 9 (no tempo de Plutão sendo o 9º e último planeta ‒ entretanto despromovido ‒ sendo então atribuído ao Planeta 9 o nome de Planeta X). Deixando-nos a forte impressão de que por mais que o limitemos (teoricamente e ao Sistema Solar) na prática nada tem fim (nem origem), com o mesmo sucedendo no Espaço quando aí se interpõe o Tempo ‒ desde o Sol (em profundidade) ao seu Sistema, passando pela galáxia e estendendo-se ao Universo.

 

Planet_Nine_animation.ogv.480p 1.jpgPlanet_Nine_animation.ogv.480p 2.jpg

 2/3

Planetas terrestres (Interiores) e planetas gigantes (Exteriores)

Formando o Sistema Solar com os seus 8 planetas (principais) atuais

 

Um planeta anteriormente já falado e sugerido como pertencendo ao Sistema Solar (ou periodicamente e vindo de lugares longínquos do Espaço, atravessando-o), repetidamente citado em fontes históricas de Sociedades (organizadas, cultas e com memória) e Civilizações (como a dos Sumérios) existentes sobre a superfície da Terra no passado (com alguns a sugerirem mesmo um possível contacto com outras Civilizações Extraterrestres) ‒ deixando-nos a pensar se existindo um Mundo de base Mineral, podendo este fator ser um indicativo da possibilidade da existência de um outro Mundo complementar o Mundo Orgânico ‒ dada a sua orbita elíptica bastante aberta, afastando-o no seu trajeto em torno do Sol (a enormes distâncias comparadas com as do planetas principais) e com um período orbital de uns 3600 anos: por muitos denominado diferentemente, por outros mais conhecido como Décimo Planeta (ou Planeta X), mas hoje em dia ainda descredibilizado (2017) mesmo que recentemente substituído pelo Planeta 9 (com algum cuidado em 2014/pelos astrónomos Trujillo e Sheppard e mais assumidamente em 2016/pelos astrónomos Brown e Batygin).

 

Agora (meados de Setembro de 2017) após a publicação de um novo estudo (5 Setembro 2017) sobre o hipotético Planeta 9 sugerido em 2016 ‒ Was Planet 9 captured in the Sun’s natal star-forming region?” (Parker-Lichtenberg-Quanz/MNRAS/arxiv.org) ‒ voltando-se de novo a falar do planeta desconhecido (seja nove ou seja dez ou outra simbologia qualquer) sobretudo pelos teóricos do outro lado da Conspiração (no fundo aqueles que não fazem a mínima ideia do que se passa, apesar de sentirem algo estar a acontecer): com o Planeta 9 (ou X) a colidir com a Terra a 23 de Setembro (no próximo sábado) acontecendo o Apocalipse e o previsível Fim-do-Mundo ‒ e como não poderia deixar de ser com as maiores consequências a ocorrerem nos EUA (no presente e ainda o centro mundial do poder) com o despertar de Yellowstone (o Supervulcão norte-americano) e a fratura do continente em dois (da América do Norte). E se um asteroide é perigoso (havendo impacto) ‒ e que o digam os Dinossauros ‒ o que não representará um planeta?

 

Planet_Nine_animation.ogv.480p 3.jpgPlanet_Nine_animation.ogv.480p 4.jpg

 4/5

Seis objetos circulando para além da órbita de Neptuno e possível Planeta 9

Tomando Sedna como comparação (a  700 UA de distância) com o Sistema Solar a ter 2.000 UA de diâmetro

 

Na ainda curta História deste Nono Planeta (tendo ainda que ultrapassar o conjunto numeroso de histórias envolvendo o Planeta X) localizado na Via Láctea, com muitas hipóteses a surgirem para a sua existência, umas mais inverosímeis outras nem tanto assim: e com as mais credíveis eventualmente aceites pelos cientistas (tendo os astrónomos como autoridades) a serem a de se ter formado perto do Sol movendo-se (posteriormente) para as extremidades do Sistema (Solar) ou então sendo um exo planeta na sua trajetória capturado pelo Sol e de seguida abandonando tal região do Espaço (dedicado ao Sistema Solar). Numa órbita em tudo idêntico aos dos seis objetos trasnsneptunianos (numa elítica bem aberta e conforme a fig. 4/5), orbitando para além de Neptuno todos na mesma direção, ao contrário da do planeta (9 ou 10 como quiserem). Um planeta a existir sendo 10X mais maciço que a Terra, com 2 a 4 vezes o tamanho desta, localizado a cerca de 700UA (1 UA = 150 milhões de Km) de nós e tendo uma órbita elítica bem aberta, demorando cerca de 10.000/20.000 a cumpri-la (como os mais longínquos objetos do Cinturão de Kuiper).

 

(imagens: 1 ESO/Tomruen/nagualdesign ‒ 2/3/4/5 wikimedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:19

11
Set 17

No dia 10 de Setembro o Sol produziu uma chama solar (oriunda da região ativa 2673) da classe X8.2 (a mais forte) emitindo uma CME não dirigida à Terra.

 

LC1.jpgLC2.jpgLC4.jpg

 SOHO ‒ Lasco C3

(10 Setembro 2017)

 

Enquanto cá pela Terra nos entretemos este fim-de-semana com notícias provenientes do interior do seu (e nosso) ecossistema ‒ com o violento sismo de M8.1 que atingiu particularmente os estados de Oaxaca e de Chiapas no México e com a passagem do furacão IRMA dirigindo-se para o estado norte-americano da Flórida ‒ no Espaço exterior que rodeia o nosso planeta e querendo de novo marcar presença (mesmo estando num período do seu ciclo de baixa atividade) eis que o Sol se manifesta (e de novo este mês e pela 4ª vez) com uma chama solar da classe X8.2:

 

SOL.gif

 O Sol com as suas regiões ativas 2673, 2674 e 2678

(com a 1ª prestes a desaparecer devido à rotação solar)

 

Originada de novo na mancha solar AR 2673 e pela velocidade adquirida e emissão de frequências de rádio registadas, estando certamente associada à emissão de uma intensa CME.

 

LASCO C2.jpgLASCO C3.jpgLASCO C5.jpg

 SOHO ‒ Lasco C2

(10 Setembro 2017)

 

Mas dada a posição da mancha devido à rotação do Sol, com a mesma a já não estar dirigida e aparentemente não atingindo a Terra ‒ acabando por desaparecer na prossecução da rotação, para dentro de um mês (ou até bem menos dependendo da latitude) continuando ainda ativa, voltar de novo a ser visível. Segundo os cientistas da NASA com a 4ª chama solar desta dimensão (classe X a mais forte) ocorrida neste mês de Setembro, a ser a segunda mais forte do 24º ciclo solar (logo depois da recente X9.3) ‒ todas da responsabilidade da mancha AR 2673 ‒ e a 48ª no total.

 

ET1.jpgET2.jpg

 Erupção na mancha solar AR 2673

(emitindo uma chama solar da classe X8.2)

 

Uma região ativa da coroa solar (2673) com uma configuração magnética integrando raios beta/gama/delta, como se vê capaz de provocar grandes erupções solares e de produzir intensas CME ‒ se tal acontecer não sendo para já.

 

(imagens: SOHO/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:17
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