Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

28
Jun 19

“No que nos (Homem) diz respeito (e à nossa sobrevivência) com o Sol

(sendo a Terra a nossa atual zona de conforto)

a estar a meio do seu ciclo de Vida.

Um dia tendo-se (obrigatoriamente) que partir

ou optando-se por não se mexer então morrer.”

 

Imagem parcial da galáxia (com mais de 13 biliões de anos de idade) onde se situa o nosso sistema planetário o SISTEMA SOLAR – com um dos seus 8 planetas a ser a TERRA orbitando (tal como todos os outros) uma estrela de referência o SOL – localizado num dos braços da mesma galáxia em espiral a VIA LÁCTEA (mais ou menos a meio da distância centro/limites) e com tudo o que vemos a olho nu (no Céu noturno do deserto do Atacama) pertencendo-lhe.

 

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Arco da Via Láctea como visto a partir do telescópio ALMA

localizado no deserto de Atacama no Chile

(17.06.2019)

 

Uma galáxia − a VIA LÁCTEA – com 50.000 anos-luz de raio (distando cerca de 26.000 anos-luz do centro), 1000 a 3000 anos-luz de espessura, comportando 100 a 400 biliões de estrelas e com um período de translação (do Sol relativamente ao centro da galáxia) de 225 milhões de anos. No centro da qual (Via Láctea) se situa um Buraco Negro Supermaciço. E com o Sistema Estelar mais próximo a ser o de ALPHA CENTAURI com a sua estrela mais próxima (do Sol) a ser PROXIMA CENTAURI (a 4,6 anos-luz de distância).

 

Dentro de aproximadamente 4,5 biliões de anos,

se não destruídos por um asteroide ou pela própria evolução do Sol

(expandindo-se e “engolindo” a Terra),

sendo certa a colisão (“talvez não de frente, mas de raspão”)

da nossa galáxia VIA LÁCTEA com a galáxia de ANDRÓMEDA.

 

Com os telescópios ALMA a apontarem-nos de uma forma bem clara (dirigindo-se para a imensa escuridão cintilante) qual deverá ser efetivamente o futuro do Homem: depois dos Oceanos, a Aventura e a Descoberta do Espaço. E podendo o nosso Universo ser relevante por Único (onde existe Vida Orgânica, Inteligente, reproduzindo-se e sendo capaz de se organizar, adaptar e evoluir) não sendo certamente o único, Universo projetado e existente − mergulhado num oceano eterno de múltiplos Universos (como réplicas do mesmo Molde) e variáveis (mesmo que incompreendidas como o Tempo), concorrentes, paralelas ou coincidentes.

 

(imagem: Petr Horálek/ESO/space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:32

18
Jun 19

[Entre outros para a Pele a para os Pulmões.]

 

“Neste Verão de 2019 no Hemisfério Norte e à entrada das Férias Grandes

(com muito Sol e muita Luz)

− Integrando o Menu Climático

com as Radiações a serem altas tal como o teor de CO₂.”

 

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Os Espíritos Vermelhos

 

Com a Radiação a nível da Atmosfera (mais rigorosamente da Estratosfera, onde andam os balões meteorológicos) a aumentar, o mesmo acontecendo aos níveis de Dióxido de Carbono (CO₂) nela presentes – “atingindo um novo record no passado mês de Maio– estarão provavelmente reunidas todas as condições “ideais e experimentais” para nos lançarmos num voo turístico/científico (os aviões circulam logo abaixo dos balões, na Troposfera) até um qualquer paraíso terrestre, para aí usufruirmos finalmente de uma atmosfera (marítima e/ou continental) não stressada nem poluída (por exemplo pela poluição automóvel) ou seja de “Boa Qualidade”.

 

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Radiação Estratosférica

 

Mas pelos vistos com essas condições ambientais (proporcionadas ao viajante) a serem mais científicas do que turísticas, garantindo a partida e a chegada (e ainda a estadia) de mais uma das nossas Aventuras (e Descobertas), mas em contrapartida podendo transportar consigo (contaminando-nos no processo) o “vírus” da nossa futura destruição, como consequência de exposição a radiações excessivas e a atmosferas cada vez mais rarefeitas e irrespiráveis (“por defeito em oxigénio”): entre Março de 2015 e Julho de 2018 com a radiação a nível da Estratosfera (entre os 20Km e os 50Km) a subir 18% e nos últimos 60 anos com a presença de CO₂ a atingir um novo Recorde.

 

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Níveis de CO₂ na atmosfera

 

Esperando-se que chegados ao Verão as plantas na sua fase de crescimento cumpram a sua função (mais uma vez e cada vez mais por nós), libertando-nos dos nossos excessos de produção descontrolada de gases de estufa (CO₂). Já quanto aos efeitos da radiação e do conhecimento de como evitá-las sendo o problema de mais difícil solução, já que se por um lado a intensidade dos Raios Solares (em princípio menos perigosos, mais conhecidos) diminuíram dado o Sol estar a atravessar uma fase fraca do seu ciclo solar (de cerca de 11 anos e de momento num dos seus mínimos de atividade) por outro lado e aproveitando a ocasião (com as nossas diversas camadas de proteção por diversos motivos enfraquecidas) e as “brechas” entretanto reabertas, com os Raios Cósmicos a ocuparem o lugar dos raios antes emitidos (pelo Sol), sendo estes últimos mais penetrantes, radioativos e perigosos.

 

E com as temperaturas médias sempre a subirem, mês após mês, ano após ano, com o “Caldo” a compor-se e com um “traço irreversível (pelo menos para nós fazendo parte do ensopado).

 

(imagens: Red Sprites/Frankie Lucena/May 10, 2019/@ International Space Station − spaceweather.com – noaa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:15

19
Abr 19

[Turismo & Meteorologia]

 

Algo sobre Albufeira, sobre o Tempo e sobre o Sol,

nesta semana santa de Páscoa.

 

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Durante a Semana Santa em Albufeira

A tradicional procissão dos painéis da Misericórdia

(imagem: regiao-sul.pt)

 

Com as festividades da Semana Santa da Páscoa a intensificarem-se esta sexta-feira (dia 19 Sexta-Feira Santa) − para acelerarem amanhã com o Sábado de Aleluia (dia 20) e se concluírem domingo com a celebração da PÁSCOA (dia 21) – e ao mesmo tempo definitivamente afastada a preocupação da generalidade da população (residentes e turistas) face ao possível prolongamento da falta de Combustíveis (ontem com uma ou outra exceção com as bombas todas encerradas), eis que por outro lado e só para (nos) contrariar (deixando-nos chateados ou se preferirem marafados) a previsão da Meteorologia nos direciona (relativamente ao Tempo na Terra) para a manutenção de tempo chuvoso e moderadamente frio: para além da previsão do Tempo no Espaço, apontando igualmente para um agravamento − uma Tempestade Solar − para o mesmo período de tempo (aqui utilizando um Relógio) celebrando a ressurreição de Jesus.

 

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A Península Ibérica a Infravermelho

19.04.2019 18h UTC

(imagem: EUMESAT/IPMA)

 

Em Albufeira notando-se mesmo assim a invasão de nacionais e estrangeiros (entre várias nacionalidades, agora com muitos espanhóis), muitos deles portugueses (vindos em carros ou excursões, sejam crianças ou adultos) oriundos da capital (grande parte benfiquistas) ou de mais longe do Norte (grande parte portistas): maioritariamente fugidos (da monotonia da vida ou então da procissão) e à procura do Sol. Mantendo-se como sempre os ingleses (para já ainda sem Brexit) enchendo e dando vida (muitas vezes com derivações mais extremas) à rua e aos bares de Albufeira bem visíveis na Oura. Vendo-se gente a passear (na rua, em supermercados ou em shoppings), olhando das arribas o mar (como a do Pau da Bandeira, sobre a agora já sem Eles, Praia dos Pescadores), andando pela praia a sentir (a cor do céu e do mar, o cheiro do ar desse mar, a areia sob os pés ao andar) Num Momento tão Desejado como também Diferenciado − usufruindo num espaço de tempo posto à disposição da Preguiça (num elogio obrigatório à virtude da mesma) um pouco da tão necessária (como ausente) Qualidade de Vida − esmagando nem que por instantes a miserável (por doentia e mortal) monotonia urbana − mas pecando por curta e sem relevância no todo (como sentimos no corpo aquando do regresso provavelmente o Inferno).

 

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Com a previsão do Tempo no Espaço a apontar para a chegada

De uma tempestade Solar no domingo dia de Páscoa

(imagem: newslanes.com)

 

Tendo a Terra como destino (da previsão) assim como a sua Meteorologia Interna (previsão do Tempo na Terra), com a previsão do tempo neste caso para Albufeira (Algarve/Portugal/Europa) − aqui e no presente em divulgação/promoção (obviamente turística e antes que chegue o Petróleo e passemos a estaleiros) – a apontar para os próximos 7 dias (de sábado/20 a sexta-feira/26) chuva e/ou aguaceiros (abrandando no domingo e para o próximo fim-de-semana) com céu geralmente pouco nublado, temperaturas oscilando entre os 9°C/12°C de mínima (média de 10°C) e os 17°C/23°C de máxima (média de 20°C) – observando-se um ligeiro arrefecimento durante os próximos 7 dias – e vento geralmente moderado. No fundo não fugindo muito ao cenário (bem satisfatório para Abril Águas Mil) dos últimos dias.

 

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O Sol esta sexta-feira com duas manchas visíveis

AR2378 e AR2379 não apresentando perigo para a Terra

(imagem: SDO/HMI)

 

Já no que diz respeito ao Tempo (Previsto) no Espaço e podendo afetar direta como indiretamente o Tempo Terrestre previsto para os próximos dias, com os prognósticos a apontarem para a chegada à Terra neste fim-de-semana de Páscoa de mais uma Tempestade Solar: através da observação de um buraco (escuro) na coroa solar − devido à rotação do Sol deslocando-se e agora direcionando-se para a Terra – e após registo de uma explosão à sua superfície emitindo chamas solares (raios solares) na nossa direção, com os investigadores a anunciarem a sua chegada e impacto (com a atmosfera) até à Páscoa 22 de Abril. Felizmente com o Campo Magnético Terrestre a proteger-nos da barragem de radiações (cuidado com as viagens de avião a 22, devido ao aumento de radiações, sendo possível a evitar) − tanto as radiações solares como as outras radiações cósmicas – provocando, no entanto, auroras, espetáculos deslumbrantes, mas a altas latitudes (não sendo a de Albufeira ainda distante do Polo/Norte).

 

(imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:33

20
Mar 19

Iniciasse hoje dia 20 de Março de 2019 a estação da Primavera,

a qual se estenderá por cerca de três meses,

concluindo-se a 21 de Junho de 2019.

 

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Aurora à luz da Lua

(Peter Schurte/Noruega/12.03)

 

No mesmo dia em que entramos (finalmente) na bela estação da PRIMAVERA (com início a 20.03) no Hemisfério Norte (e no Algarve), eis que o nosso único (e peculiar pela sua dimensão e colocação, face ao planeta à volta do qual gira) satélite natural (localizado a mais de 384 mil Km de nós) nos oferece um espetáculo com um nome especial, apresentando-nos a

 

LUA CHEIA DO VERME

 

Indicando-nos o momento do degelo (em terra) e o começo da grande agitação (entre outros seres vivos) das minhocas em jardins há muito adormecidos (antes mais secos, agora bem mais húmidos).

 

E simultaneamente com o SOL − o nosso astro ou estrela de referência – parecendo sugerir de alguma forma ou feitio o desejo de participar na Festa (da Primavera), a fazer emergir na sua coroa duas novas manchas solares (uma remanescente do 24º ciclo solar – a AR 2735 – e a outra mais recente ainda não numerada) apontadas diretamente para a TERRA.

 

Num dia em que ainda mais dois asteroides (2019 CD5 e 2019 ES2) se juntarão a estas festividades, o maior/e mais rápido deles (149 metros) passando a menos de 3,9 milhões de Km (da Terra) e o mais pequeno/e mais lento deles (24 metros) a pouco mais de 2,9 milhões de Km: suficientemente distantes para nos preocuparmos.

 

(texto e imagem: apoio spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:46

19
Dez 18

Com o Sol no seu núcleo central podendo atingir temperaturas ultrapassando os 15.000.000⁰C para na sua coroa solar poder variar (de uma forma incrível/surpreendente) entre os 1.000.000⁰C e os 10.000.000⁰C (mesmo que na fotosfera e em torno das manchas solares se registem temperaturas muito mais baixas na ordem dos 4.000⁰C/5.000⁰C).

 

Desde 17 de Abril de 1976 com a sonda HELIOS 2 a ter sido a nave espacial terrestre a atingir um ponto de maior aproximação ao SOL

 

– Atingindo o seu periélio a cerca de 43.400.000Km de distância –

 

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A primeira imagem do Sol

(emissão oriunda da coroa solar e passagem do planeta Mercúrio)

Obtida a partir da sonda solar PARKER

(Em 8 de Novembro de 2018)

 

Chegou a vez de uma outra sonda passar ainda mais perto do Sol:

 

Com a sonda solar PARKER no passado dia 19 de Outubro (de 2018) a passar a pouco mais de 41.800.000Km de distância da nossa estrela (menor que a distância Sol/Mercúrio), numa das suas 24 passagens (planeadas)

 

– Orbitando o Sol –

 

E contando com a colaboração (da força gravitacional para se propulsionar) do planeta VÉNUS (localizado a aproximadamente 108.000.000Km do Sol).

 

Nas suas órbitas em torno do Sol com a sonda solar PARKER atingindo no ano de 2024 o seu ponto de maior aproximação de sempre, passando a pouco mais de 3.800.000Km do Sol.

 

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Parker Solar Probe

(sonda batendo o recorde de aproximação ao Sol)

Lançada da base de Cabo Canaveral

(Em 12 de Agosto de 2018)

 

Juntando-se assim a outros artefactos espaciais terrestres tendo como missão observar e estudar o SOL

 

– SOHO, SDO, STEREO-A –

 

Mas tendo sobre estes a grande vantagem de se situar muito mais perto da estrela e de se movimentar ao seu encontro; numa região nunca antes visitada pelo Homem tal a Temperatura e tal a Radioatividade.

 

E ainda sendo visto como um recorde de viagem tendo como referência o Sol (para além da proximidade), estando igualmente previsto a sonda solar PARKER bater o recorde da velocidade até hoje (por outra sonda) atingido:

 

Pela atrás referida HELIOS 2 em 2 de Abril de 1976 com os seus 68,6 Km/s.

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:05

17
Nov 18

“Agora que o Mundo Civilizado

Caminha para uma Inversão total de Valores e de Procedimentos

E conhecendo-se ainda os diferentes modos do Homem

Em conhecer e perceber a Realidade

– Deixando-se mesmo que de uma forma inconsciente manipular,

Muitas vezes coercivamente e por uma mera questão de sobrevivência –

Parece ter-se definitivamente Invertido o objetivo

Da Alegoria da Caverna:

Aqui com as Sombras transformando-se em Realidade

E com o Homem a regressar à Caverna.”

 

E Vendo o Sol a partir de Marte.

[E aproveitando ainda para falar de nós – e obviamente da Terra – c/ a colaboração de M. G.]

 

Earth, our home planet, is a world unlike any other. The third planet from the sun, Earth is the only place in the known universe confirmed to host life. With a radius of 3,959 miles, Earth is the fifth largest planet in our solar system, and it's the only one known for sure to have liquid water on its surface. Though we can't feel it, Earth zooms through its orbit at an average velocity of 18.5 miles a second. During this circuit, our planet is an average of 93 million miles away from the sun, a distance that takes light about eight minutes to traverse.

(Planet Earth, explasined/Michael Greshko/nationalgeographic.com)

 

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NASA – MastCam do Rover Curiosity

Olhando para o Céu de Marte I

14 Novembro 2018 16:04:45 UTC

SOL 2230

 

Enquanto o ROVER CURIOSITY movimentando-se na superfície de MARTE desde 6 de Agosto de 2012 (tendo aterrado na cratera GALE) e tendo já percorrido cerca de 20Km

 

Passa hoje (dia 16 de Novembro de 2018) o seu 2232º dia (marciano) de estadia sobre o Planeta Vermelho (SOL 2232)

 

– Continuando a sua missão (já com mais de 6 anos de duração) de exploração da geologia marciana (no presente fazendo pequenas perfurações neste solo alienígena) de novo com o seu Cérebro Original (retomando o seu computador de bordo nº1 dado anteriormente estar a ser utilizado o computador de bordo nº2)

 

Like Venus and Mars, Earth has mountains, valleys, and volcanoes. But unlike its rocky siblings, almost 70 percent of Earth's surface is covered in oceans of liquid water that average 2.5 miles deep. Earth's atmosphere is 78 percent nitrogen, 21 percent oxygen, and one percent other gases such as carbon dioxide, water vapor, and argon. Much like a greenhouse, this blanket of gases absorbs and retains heat. On average, Earth's surface temperature is about 57 degrees Fahrenheit; without our atmosphere, it'd be zero degrees.

(Planet Earth, explasined/Michael Greshko/nationalgeographic.com)

 

Noutro local do nosso vizinho planeta Marte (em Meridiani Planum) o familiar mais velho o ROVER OPPORTUNITY

 

Tendo percorrido mais de 45Km (na superfície de Marte desde 25 de Janeiro de 2004 ou seja com mais de 14 anos de permanência em serviço)

 

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NASA – MastCam do Rover Curiosity

Olhando para o Céu de Marte II

14 Novembro 2018 15:48:39 UTC

SOL 2230

 

Não comunica com a Terra há vários meses

(desde 10 de Junho de 2018 mais de 5 meses)

Encontrando-se eventualmente num estado de coma profundo.

 

Enquanto isso indo a caminho do planeta Marte uma outra sonda

 

The atmosphere not only nourishes life on Earth, but it also protects it: It's thick enough that many meteorites burn up before impact from friction, and its gases—such as ozone—block DNA-damaging ultraviolet light from reaching the surface. But for all that our atmosphere does, it's surprisingly thin. Ninety percent of Earth's atmosphere lies within just 10 miles of the planet's surface.

(Planet Earth, explasined/Michael Greshko/nationalgeographic.com)

 

– A INSIGHT –

 

No próximo dia 26 de Novembro aterrando na superfície do mesmo:

(e aí se fixando)

 

Tentando agora estudar mas em maior profundidade a geologia marciana.

 

We also enjoy protection from Earth's magnetic field, generated by our planet's rotation and its iron-nickel core. This teardrop-shaped field shields Earth from high-energy particles launched at us from the sun and elsewhere in the cosmos. Thanks to instruments such as NASA's Kepler Space Telescope, astronomers have found more than 3,800 planets orbiting other stars, some of which are about the size of Earth, and a handful of which orbit in the zones around their stars that are just the right temperature to be potentially habitable.

(Planet Earth, explasined/Michael Greshko/nationalgeographic.com)

 

(imagens: nasa.gov)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:15

04
Nov 18

Com a monotonia do nosso quotidiano, a cada dia que passa no calendário, a entranhar-se cada vez mais intensamente no nosso corpo, já tão falto de oportunidades e de soluções, é muito natural que periodicamente, mesmo que de uma forma aleatória por incompreendida, nos vejamos estranhamente a repetir afirmações, que antecipadamente se sabe não levar a lado nenhum: como o será a existência de um outro corpo celeste, integrando o nosso Sistema Planetário – o Sistema Solar – podendo este ser um Planeta (por exemplo o Planeta X) ou então uma outra Estrela, neste último caso Gémea do SOL.

 

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Sistema Binário de Estrelas

Região IC 348/Perseus

(Telescópio Hubble/Infravermelho)

 

Agora com uma equipa de investigadores e físicos ligados às Universidades de Harvard e de Berkeley – e utilizando Imagens de Radio (radioastrónomos) – a afirmarem que TODAS AS ESTRELAS NASCEM AOS PARES: uma conclusão baseada num estudo efetuado num Sistema de Estrelas jovens com menos de 1 milhão de anos de idade, localizado na Nuvem Molecular de Perseus (a cerca de 600 anos-luz de distância) e em que todas as Estrelas (criadas) aparecem aos Pares (ou em grupos superiores). Significando que tal como por lá, por cá O SOL TERIA A SUA IRMÃ GÉMEA (e com 4,6 biliões de anos) – a que muitos (há muito) chamam NEMESIS.

 

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Sistema Binário de Estrelas

 Nuvem Molecular de Perseus

(distância entre as estrelas gémeas

 

E pela sua proximidade sendo lógico recordar algumas dessas estrelas (já agora bem conhecidas), como será o SISTEMA TRIPLO – vizinho e englobando três estrelas – de ALPHA CENTAURI: o Sistema Estelar mais próximo do Sistema Solar (situado a mais de 4 anos-luz do Sol) formado por duas estrelas unidas (Alpha Centauri A e Alpha Centauri B) e uma outra mais afastada (Proxima Centauri) e tendo cerca de uns 7 biliões de anos de idade – mais velhas que o nosso Sol e a sua hipotética irmã (gémea) Nemesis. Sendo que neste caso (substituindo Centauri pelo Sol) “A wide binary companion to our sun would have been 17 times farther from the sun than its most distant planet today, Neptune.” (berkeley.edu)

 

(dados e imagens: berkeley.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:22

13
Set 18

National Solar Observatory USPS (United States Postal Service) office in Sunspot NM (New Mexico evacuated for safety reasons

(kvia.com)

 

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Observatório Nacional Solar

(Novo México)

 

Num momento em que muitos ainda recuperam forças para o início de uma nova temporada (2018/19), com uns preparando-se já para mais um ano de trabalho e outros ainda aproveitando os últimos dias de Verão (terminando a 23 de Setembro)

 

– E na esmagadora maioria dos casos com estes protagonistas (todos nós) temporariamente inseridos no Limbo entre a Realidade (projetada) e a denominada Ficção (imaginação)

 

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Observatório NSO evacuado pelo FBI

(utilizado para o estudo das manchas solares)

 

Eis que no Espaço/Tempo de recuperação físico-espiritual (acreditando-se na Alma tal como no Eletromagnetismo) disponibilizado para cada um nós (de modo a despertar-nos deste período de monotonia e de hibernação), nos socorremos (por vezes sofregamente) de alguns caminhos alternativos (por vezes previamente inexistentes) que nos façam prolongar este aparente (por maioritariamente não correspondente dado o nosso curto espaço de tempo) Estado de Graças:

 

Mesmo que transformando uma simples notícia num potencial acontecimento.

 

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Encerrado pelo FBI como medida de precaução

(devido a causas internas ou externas?)

 

No dia 6 de Setembro (passada terça-feira) surgindo uma notícia (como não poderia deixar de ser) oriunda dos EUA (mais precisamente do Novo México) informando-nos da evacuação de um Observatório Astronómico (Solar) por razões de segurança e levada a cabo pelo FBI: como afirmaria um porta-voz dos astrónomos responsáveis por tal missão científica (Sheri Lofson)

 

"We have decided to temporarily vacate this facility as a precautionary measure. And we're working with the proper authorities on this issue." –

 

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Sem conhecimento do motivo justificando tal decisão

(e suscitando desde logo a suspeição e a conspiração)

 

No presente com as instalações mantendo-se encerradas, encontrando-se seladas pela polícia (afirmando não estar diretamente envolvida na investigação) – sem a população conhecer o motivo para tal procedimento – e com os próprios investigadores (do Observatório e da própria USPS) a afirmarem (estranhamente) não saberem bem o que se passa (como será o caso de Rod Spurgeon)

 

"Right now, what we're told is that they've temporarily evacuated the area. We haven't been told why or when that expires."

 

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Número de Manchas Solares

(2000/2018)

 

Numa ação levada a cabo pelas autoridades de segurança norte-americanas (neste caso o FBI) mais uma vez executada sem qualquer tipo de explicação ou justificação pública (de preferência simultânea), obviamente levando esta intervenção pelos mais diversos caminhos interpretativos – mais ou menos elucidativos mais ou menos conspirativos – e em direção às mais diversas traduções: mais normais (manutenção) ou anormais (anomalia).

 

Neste ano de 2018 com as Manchas Solares a desaparecem mais rapidamente do que o que seria de esperar, tendo como consequência imediata a menor atividade do Sol (emitindo menos Raios Solares podendo atingir a Terra) mas deixando a porta aberta para a entrada dos (ainda mais perigosos) Raios Cósmicos. Podendo-se até conceber (Teoria da Conspiração) que algo de mais estranho se passará com o Sol, com o mesmo (natural) ou então sobre ele (artificial).

 

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Com um grande disco bem visível e com outos menores acompanhando-o

(e com a NASA a afirmar tratar-se da Lua a passar)

 

Já hoje (quinta-feira, 13 de Setembro) com a notícia a desenvolver-se, ficando-se agora a saber do encerramento de mais 6 Observatórios Solares (na Austrália, Chile, Espanha e em mais dois estados norte-americanos) – curiosamente fechadas todas ao mesmo tempo. Mas mesmo assim surgindo desde já imagens (de astrónomos amadores) com objetos estranhos perto do Sol sugerindo UFO’S & ALIENS. Registados por Maria Hill no passado dia 11 (última terça-feira) a partir do Indiana (estado dos EUA):

 

“This is what showed up in my camera after I took a picture of the sun in the eastern sky this morning. iphone 8 with a camera lens adapter.”

(Gina Hill).

 

[Notícia: 6 More Solar Observatories closed and This could be the reason! – September 13, 2018 – ufosightingshotspot.blogspot.com]

 

(imagens: nso.edu – kvia.com – spaqceweather.com – Gina Maria Colvin Hill)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:02

10
Ago 18

Sábado pelas 08:30 de Portugal

Lançando-se a sonda PARKER em direção ao SOL

 

“The solar corona is one of the last places in the solar system where no spacecraft has visited before.

It gives me the sense of excitement of an explorer.”

(Adam Szabo/nasa.gov)

 

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A sonda solar Parker aproximando-se do Sol

(ilustração: nasa.gov)

 

Hoje dia 10 de Agosto de 2018 pelas 12:00 locais (de Albufeira), no preciso momento em que nos aproximamos rapidamente de um acontecimento histórico para todo o planeta (Terra) – ao nível da Conquista do Espaço pelo Homem (neste caso dos nossos domínios mais próximos, o Sistema Solar e o seu foco e gerador o Sol) – com o lançamento por volta das 08:30 de amanhã (sábado/hora de Portugal) da sonda solar PARKER, a primeira do seu género a “tocar” a superfície do Sol: a sua atmosfera/coroa solar. Na sua aproximação ao Sol (até entrar em órbita da nossa estrela) atingindo velocidades máximas na ordem dos 190Km/s (tornando-se logo ali na sonda mais rápida da história), para aí numa missão estimada para durar uns sete anos, completar 24 órbitas (em torno do protagonista) e atingir uma aproximação (mínima) de cerca de 6.000.000Km (1/25 da distância Terra/Sol), estudar a nossa estrela como nunca antes tenha sido feito. Aí suportando temperaturas de cerca de 1400⁰C (protegida e “climatizada” tendo que suportar apenas uns 30⁰C), para além do bombardeamento constante de diversos tipos de raios (e de radiações), penetrando a sonda espacial solar Parker como se a mesma estivesse (apenas para termos uma ideia mesmo que não completamente correta) no interior de um micro-ondas.

 

 

Com o Sol a dormir

Uma subida de 18% só nos últimos quatro anos

(da radiação oriunda do Cosmos)

 

A partir de mais um estudo (da responsabilidade da spaceweather.com) levado a cabo não só na Estratosfera (12 a 50Km) como até em altitudes (mais baixas) onde circulam muitos dos aviões comerciais e de passageiros – a Troposfera (0 a 12Km) – vem-se mais uma vez confirmar que a radiação cósmica medida na estratosfera nestes últimos quatro anos (fins de 2014 a fins de 2018) tem vindo sistematicamente a aumentar: de menos de 4.1 a mais de 4,5 uGy/hr ou seja cerca de 18%.

 

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Variação da radiação cósmica ao longo do tempo

(de 2014/2018)

 

Podendo-se dessa forma não só estudar a variação da radiação cósmica em toda a camada Atmosférica envolvendo a Terra – Troposfera (0/12Km), Estratosfera (12/62Km), Mesosfera (62/80Km), Termosfera (80/500Km) e Exosfera (500/800Km) – particularmente naquela onde vivemos e circulamos – Troposfera em que vivemos/respiramos e Estratosfera onde circulamos de avião a jato (tudo numa estreita faixa de uns 60Km) – como até e por associação deduzir-se quais os seus efeitos sobre a saúde dos seres vivos (aí se movimentando e vivendo).

 

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O Sol sem manchas visíveis

(9 Agosto 2018)

 

Viajando num avião a menos de 12.000 metros de altitude (por exemplo 25.000 pés) com a radiação aí registada a expor os passageiros a valores cerca de 10X aos normalmente assinalados a nível da água do mar e já no caso de o fazermos num outro avião por exemplo supersónico e circulando a mais de 12.000 metros de altitude (por exemplo 40.000 pés) à mesma radiação registar valores agora 50X superiores!

 

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Variação da radiação cósmica com a altitude

(de 2014/2018)

 

Uma variação das radiações cósmicas agora atingindo o nosso planeta com maior intensidade (com os sensores instalados e utilizados neste estudo a detetarem Raios-X e Raios Gama numa determinada gama energética) segundo os cientistas podendo ser explicada de duas maneiras (no fundo com dois processos ocorrendo simultaneamente) complementares:

 

Dado o Sol estar a atravessar um período de fraca atividade (não se observando grande número de manchas solares) provocado pelo mesmo (Sol) se estar a aproximar de um seu Mínimo, como consequência diminuindo a Radiação Solar (atingindo a Terra) e assim abrindo-se a porta (por ocupação de Espaço disponível) agora à Radiação Cósmica (mais perigosa); por outro lado o enfraquecimento (em princípio momentâneo e à procura da manutenção do seu equilíbrio) do campo magnético terrestre, tendo como uma das suas principais funções proteger-nos igualmente (defendendo-nos como se fosse um escudo) dos Agentes Provocadores Exteriores como o são os Raios Cósmicos.

 

(imagens: nasa.gov e spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:26

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Mai 18

The life cycle of our Sun began roughly 4.6 billion years ago. In roughly 4.5 to 5.5 billion years, when it depletes its supply of hydrogen and helium, it will enter into its Red Giant Branch (RGB) phase, where it will expand to several times its current size and maybe even consume Earth! And then, when it has reached the end of its life-cycle, it is believed that it will blow off its outer layers and become a white dwarf. Until recently, astronomers were not certain how this would take place and whether or not our Sun would end up as a planetary nebula (as most other stars in our Universe do). But thanks to a new study by an international team of astronomers, it is now understood that our Sun will end its life-cycle by turning into a massive ring of luminous interstellar gas and dust – known as a planetary nebula.” (Matt Williams/universetoday.com/11.05.2018)

 

O Fim da nossa Estrela/Legal o SOL

‒ E como consequência a destruição da Terra ‒

Poderá ser provocada por uma outra Estrela/Fora-da-Lei GLIESE 710.

 

I

Estrela Legal

(Estrela Fora-da-Lei)

 

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O Sol estrela legal

Com cerca de 4,5 biliões de anos, nos próximos 4,5 a 5,6 biliões Evoluindo

(inicialmente tornando-se mais luminoso e posteriormente aumentando de volume) Transformando-se numa Gigante Vermelha (e incinerando e engolindo a Terra)

 

Vivendo num Universo com uma idade estimada de 13,8 biliões de anos e localizado num Sistema com cerca de 5 biliões de anos,

 

A Terra com os seus 4,6 biliões de anos e circulando com todo o seu respetivo Sistema Planetário (no presente com oito planetas considerados) em torno da sua estrela de referência o Sol,

 

‒ Sensivelmente a meio do seu Ciclo de Vida uns 10 a 11 biliões de anos ‒

 

Poderá num Futuro,

 

Infinitamente próximo para o Universo (visto em biliões de unidades de Espaço/Tempo);

 

Mas infinitamente distante para os Humanos (visto em unidades de Espaço/Tempo utilizando unicamente 2 dígitos);

 

Terminar a sua Aventura no Espaço (acompanhando na sua viagem o Sol, o seu Sistema e a sua Galáxia):

 

Não e como se pensava unicamente devido ou à Evolução da própria estrela o Sol,

 

Dentro de um bilião de anos e ainda num período de contração aumentado o seu brilho e intensificando o Efeito de Estufa ‒ na Terra ‒ colocando o nosso planeta num percurso e destino muito semelhante, ao que hoje se verifica em Vénus … e dentro de uns 3,5 biliões de anos colocando os oceanos a ferver, a sua Água a evaporar-se e a perder-se ‒ juntamente com a Atmosfera ‒ para o Espaço … para finalmente e ao entrar no seu período de expansão ‒ mais uns quantos biliões de anos ‒ engolir literalmente a Terra,

 

Ou em alternativa ao movimento da sua Galáxia a Via Láctea,

 

Prevista pelos cientistas para colidir dentro de 5 biliões de anos com uma outra estrutura semelhante e local, a galáxia de Andrómeda ‒ deslocando-se na mesma direção e ponto de encontro comum, localizado neste de muitos Universos constituindo um Multiverso ‒ levando o evento à destruição de ambas/consigo levando a Terra e à formação/transformação de terceiras/galáxias,

 

Mas à intrusão inopinada no nosso Sistema de uma Estrela Pária, Perdida, Fora da Lei

 

Por qualquer motivo um dia num passado longínquo sendo expulsa da sua galáxia talvez pela colisão com outra galáxia: denominada (em inglês) como uma ROGUE STAR.

 

II

Três Opções Apocalíticas

(Ao Nível de Extinção)

 

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Evento ao Nível da Extinção

A nebulosa NCG 6565 resultante do fim de vida de uma estrela

(e do seu possível sistema planetário)

Num cenário possível de ocorrer com a nossa estrela (O Sol)

 

Tomando em consideração as três anteriores opções para o Fim da Vida (e de todo o seu Ecossistema) tal como hoje a conhecemos neste nosso último Planeta de Salto (único até hoje conhecido, capaz de nos receber e de nos proteger) denominado Terra

 

(não para se transpor um argumento para uma Nova Temporada e nas mesmas coordenadas, mas para um outro Espaço/Tempo de Ultrapassagem dessas mesmas coordenadas para desse modo se atingir um Novo Ciclo, Fase ou Etapa, noutro ponto do Universo)

 

‒ Pelo menos no que diz respeito à Salvação da Raça Superior

 

Sendo conveniente no entanto recordar antes de analisar outros aspetos (igualmente relevantes),

 

Que se daqui a uns 3 a 4 biliões de anos a intensidade do Sol será 33% mais intensa que a registada hoje (subindo sucessivamente ultrapassando os 100% atuais), evoluindo posteriormente para uma estrela Gigante Vermelha (criando logo no início como sinais as condições ideais para Alterações Climáticas Catastróficas e para a perda dos Oceanos) e levando à destruição definitiva (entre outras e pelo menos por aqui) da nossa espécie (exceção se repetirmos o Evento Arca de Noé),

 

Pela mesma altura (3 a 4 biliões de anos) e noutro espaço estará já em curso a Colisão anunciada entre galáxias (Via Láctea e Andrómeda);

 

Mas agora com a intromissão de uma outra estrela

 

‒ A estrela anã (Dwarf Star) GLIESE 710 ‒

 

No nosso Sistema Solar, com a Terra a poder ficar mais perto do que nunca (tantas vezes anunciado tendo como protagonista o Sol, Cometas e até Extraterrestres, mas felizmente nunca sendo verdade e nunca se concretizando) do Dia do Juízo Final ‒ a uns escassos 1,29 milhões (não biliões) de anos (se entretanto não vier aí um Grande Calhau) de um,

 

MPEPE (Mais Próximo Evento e Ponto de Encontro).

 

E com as apostas a variarem agora ‒ ocorrência de um ELE (Evento ao Nível da Extinção) ‒ entre 1 (milhão) e 3 a 4 (biliões).

 

III

Racismo Cultural

(O Eixo do Mal)

 

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Uma Aventura na China p/ Espaço

Com a China depois da queda da estação espacial Tiangong-1

(Tiangong-2 lançada em 2016)

A ter já planeada a construção de uma grande estação espacial modular (para 2019/22)

 

[Se não se intrometerem os chineses (agora tentando enviar para o Espaço ‒ segundo os servidores e fazedores da opinião pública ocidental e católico-romana ‒ os seus tradicionais, infantis, pouco fiáveis e nada recomendáveis produtos, oriundos como antecipadamente nos ensinaram e nós imediatamente e por boa educação interiorizamos, das originais, fraquinhas e baratinhas Lojas dos 100) já nos tendo atirado para cima com a sua Estação Espacial Tiangong-1 (da responsabilidade da CNSA ‒ Agência Espacial Chinesa ‒ e concretizada como um protótipo da sua próxima estação), lançada em 2011 para estar ao serviço durante um período previsto de 2 anos (até 2013), colocada em hibernação (durante quase 5 anos) e em 2018 inevitavelmente e por descaimento orbital (não corrigida a sua órbita terrestre) entrando na atmosfera e despenhando-se na Terra: como não poderia deixar de ser (como se estivéssemos num Mundo de Crianças e de Brinquedos) caindo no nosso planeta num local chamado NEMO (o capitão do submarino Nautilus no livro de Júlio Verne “Vinte Léguas Submarinas”), considerado um Cemitério (de outras veículos e detritos espaciais) e um local de muito Mistério ‒ envolvendo desaparecimentos, segredos e criaturas de outros Mundos e assim tal como na nossa infância nele incluindo Feiticeiros, Bruxas e Magia (só mesmo vindo de mentes de crianças) e outras Maravilhas de Criança.]

 

IV

A Estrela Fora-da-Lei

(A Anã Gliese 710)

 

gliese710.jpg

Estrela anã Gliese 710

Uma estrela perdida em rota de colisão com o Sistema Solar

Podendo acarretar consequências catastróficas

Atingindo a Nuvem de Oort e com hipóteses de alcançar o Cinturão de Kuiper (e os seus KBO)

 

Pelo que se entretanto não formos atingidos por um cometa ou por um asteroide,

 

‒ Muito mais frequentes (no nosso tempo de duração) e previsíveis de ocorrerem se comparadas com implosões e explosões de estrelas e colisões de galáxias ‒

 

Como provavelmente a Terra já terá sido antes, levando à extinção de muitas espécies incluindo a então dominante (e certamente alteradas as condições ambientais ao aparecimento de outras),

 

Com um novo protagonista a surgir (na nossa ainda tão curta história de Estadia e de Consciência, inseridos no incrível ecossistema que este simples e único rochedo nos ofereceu e proporcionou, mesmo que dito perdido nos confins de um Universo Infinito) oferecendo-se igualmente para a concretização do nosso Final:

 

Gliese 710 uma estrela anã atualmente localizada na constelação Serpens Cauda a uma distância de cerca de 62 Anos-luz (do nosso Sistema) e deslocando-se na nossa direção a uma velocidade (radial) de quase 14Km/s, atingindo dentro de aproximadamente 1300/1400 milhões de anos as nossas vizinhanças

 

(podendo colocar todo o Sistema Solar ‒ nele incluindo a Terra ‒ num grande reboliço),

 

‒ No mínimo afetando os cometas (mesmo aí com consequências para a Terra) presentes na Nuvem de Ooort.

 

E com a nossa estrela o SOL (naturalmente e tal como todos os corpos com movimento próprio),

 

‒ No seu movimento em torno do centro da Via Láctea demorando de 225 a 250 milhões de anos a cumprir o seu trajeto

 

Podendo ter no seu percurso um Encontro do 1º Grau na sua 5ª/6ª rotação ao Centro (da galáxia) situado algures no Espaço, mas em grande proximidade e dada essa presença adicional (de mais uma poderosa estrela) tendo lógicas consequências (talvez terríveis) nomeadamente para nós (entre fauna e flora) os habitantes da Terra:

 

“Gliese 710 could cause a torrential rain of icy meteors to pelt the Earth into oblivion. The rogue star is set to pass through the Oort Cloud, a ring of icy comets, meteors, and planetesimals at the farthest edge of our solar system. This could potentially cause millions of asteroids to be ejected towards the center of the solar system, pelting unfortunate planets into Swiss cheese like a cosmic hailstorm. Maybe immortality isn’t so great after all.”

(Brett Tingley/mysteriousuniverse.org/11.05.2018)

 

(imagens: businessinsider.com ‒ livescience.com ‒  nasaspaceflight.com ‒ skymania.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:45

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