Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

07
Nov 19

[E a mais uma "Doçura & Travessura".]

 

Nos momentos antecedendo a comemoração do HALLOWEEN 2019, um exemplo dos múltiplos, belos e mágicos cenários, dados a usufruir pela NATUREZA: aqui e com a colaboração conjunta dos RAIOS do SOL e da ATMOSFERA TERRESTRE, com o SOL e a TERRA dando-nos a usufruir, uma avermelhada e brilhante imagem de uma AVE: misteriosa, eletromagnética e tocando-nos a ALMA (temporariamente associada ao nosso corpo físico). Numa transição entre o Inferno (da Terra) e o Céu (Lá em Cima).

 

A ÁGUIA DE FOGO

 

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Soledad

Rio Grande do Sul − Brasil

(30.10.2019)

 

“E então a majestosa águia de fogo...o céu em Soledade...Deus é bom.”

(Paulo Henrique Pinheiro/30.10.2019/Facebook.com)

 

Uma decoração Natural − tendo como “Companhia” o Ecossistema Terrestre − surgindo nos céus do BRASIL e segundo uma das suas testemunhas (PHP) representando “uma ÁGUIA, majestosa e simbolizando a bondade de DEUS”: projetada para nós (talvez como um sinal) na nossa atmosfera – ao pôr-do-sol. Segundo cientistas e especialistas no fenómeno, mais um caso natural de um fenómeno conhecido e já ocorrido anteriormente (precisamente com o mesmo tom para o cor-de-rosa, mas não como antes, aí definindo algo).

 

(imagem: Paulo Henrique Pinheiro/Facebook)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:17

26
Set 19

[Com ASTEROIDES alguns deles potencialmente perigosos,

circundando o SOL aparentemente adormecido.]

 

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O Sol a 22 de setembro de 2019

Sem apresentar manchas visíveis e com um mínimo solar em progresso

(ao fim de onze anos, na fronteira da mudança de ciclo)

 

Com o Sol ao fim de aproximadamente 11 anos a atingir de novo um novo mínimo solar − marcando o fim do 24º ciclo e o início do 25º − nestes últimos 3 meses não apresentando manchas solares visíveis em quase 90% dos dias (e sem nenhuma chama solar registada), podendo-se desde já afirmar que na passagem desta fase do mínimo do respetivo ciclo solar (por experiência e conhecimento, adquiridos em Ciclos anteriores), as previsões para o Espaço Exterior (tendo naturalmente reflexos na Terra) apontam (entre outros aspetos e segundo spaceweather.com) para a continuação da ausência das manchas e chamas solares, para o enfraquecimento do campo magnético do Sol e como consequência para o aumento de raios cósmicos entrando no nosso Sistema Planetário (Solar):

 

Estando o mínimo solar em progresso e pelos sinais, esperando-se a mudança (de Ciclo, período de 2008/2019) antes do final deste ano (de 2019).

 

Ultrapassando-se no Hemisfério Norte um Verão sem Manchas Solares (apenas 6 de pequenas dimensões) e com uma das poucas manchas surgidas nesse período (de 21 de Junho a 22 de Setembro) − a mancha AR 2744 – com esta (ainda segundo a Spaceweather) a reverter a sua polaridade magnética (+/- em vez de -/+) numa indicação (confirmação) de que o Mínimo Solar se aproxima do seu fim.

 

[E no 25º Ciclo Solar com o próximo Máximo

a estar marcado para o ano de 2023.]

 

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Podendo-se observar a evolução das manchas solares

no período de 2008 a 2019

(assim como o máximo deste 24º ciclo solar)

 

Aproveitando esta aparente tranquilidade do Sol (a nossa estrela de referência) em que a ação dos seus raios (solares) se reduz drasticamente − enfraquecendo por um lado a ação (de proteção) do campo magnético terrestre e abrindo por outro lado a porta de entrada de mais raios cósmicos (extremamente perigosos e penetrantes) no nosso Sistema (onde o nosso planeta se inclui) – o constatar da passagem (“passada quase desapercebida, por não suficientemente replicada”) no passado fim-de-semana (sábado, 21) e mais ou menos perto do nosso planeta (entre um mínimo de pouco mais de 75.000Km e um máximo de cerca de 7.500.000Km), de nada mais nada menos que 9 asteroides:

 

E com 4 deles passando a cerca de 1DL (Distância Lunar = Distância Terra/Lua = 384.401Km) da Terra ou ainda menos – 2019 SU2 (77.000Km) observado pela 1ª vez a 22, 2019 SD1 (115.000Km) observado pela 1ª vez a 20, 2019 SS2 (270.000Km) observado pela 1ª vez a 24 e 2019 SX (423.000Km) observado pela 1ª vez a 20.

 

Ou seja, com os 4 asteroides passando nas nossas proximidades (neste caso de dimensões reduzidas, entre 3/7 metros), dois deles sendo descobertos antes dessa passagem e dois deles sendo descobertos, mas depois da passagem:

 

[E se por acaso para além de virem sem aviso,

fossem maiores e impactassem

− O que seria da Terra e de Nós?]

 

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1998 HL1 ou 162082 o maior asteroide (440/990m)

a passar perto da Terra (cerca de 6 milhões de Km)

a 25 de outubro de 2019

 

No próximo dia 25 de Outubro de 2019 e com o Sol talvez tendo já iniciado um novo ciclo (o 25º), com um asteroide com quase 600 metros de diâmetro (589m) − o maior a passar mais próximo de nós, nos dois meses que aí vêm − e deslocando-se a uma velocidade de pouco mais de 11Km/s – 1998 HL1 − a passar a “apenas (e aproximadamente) 6.000.000Km da Terra (cerca de 1/25 da distância Sol/Terra).

 

Uma insignificância tomando em consideração os limites exteriores da Nuvem de Oort (podendo ser considerada a última fronteira do nosso Sistema Planetário), localizada a 100.000 UA de distância do Sol (15.000.000.000.000Km).

 

(imagens: spaceweather.com – watchers.news – newstate.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:41

07
Set 19

[O Sol, ao longo-do-seu-prazo:

ainda a uns 10 biliões de anos,

de se tornar uma White Dwarf.]

 

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Evolução do Sol

(desde a sua transformação duma Nuvem Estelar numa Anã-Amarela,

passando a Gigante-Vermelha antes de concluir o seu ciclo como, Anã-Branca)

 

Tendo aparecido há cerca de 4,5 biliões de anos (a partir de uma nuvem interestelar, permitindo formar H₂) e no presente tendo a forma e o conteúdo que nos apresenta (um Sistema Planetário centrado numa estrela o SOL, composto maioritariamente por H/pouco mais de 73% e He/quase 25%) – isto depois de muitas e sucessivas transformações ao longo da sua História Geológica (e Eletromagnética) e sendo o Sol apenas uma das mais de 110 biliões de estrelas existentes na VIA LÁCTEA (galáxia onde está integrado o Sistema Solar) – e sabendo-se que neste longo período de tempo e orbitando a cerca de 25.000 anos-luz do seu centro (da Via Láctea), tendo-o feito repetidamente em cada 250 milhões de anos – significando uma data de órbitas (umas 18) já realizadas pelo Sistema em torno do centro da sua Galáxia (um “Ano Cósmico”), percorrendo noutros Tempos outros Espaços (certamente) nunca antes percorridos – o Sol (uma estrala anã-amarela de classe espectral G2V) ainda na concretização da sua Sequência Principal (convertendo átomos de hidrogénio em hélio) e aproximadamente a metade da mesma (podendo durar ainda uns 4/5 biliões de anos, possivelmente com mais uns 1/2 biliões a acrescentar) chegará inevitavelmente ao momento em que o hidrogénio se esgotará, transformando-se então numa Gigante-Vermelha: aumentando brutalmente de tamanho e na sua expansão extraordinária  (segundo os últimos estudos científicos) acabando no decorrer do processo por engolir a Terra” e talvez mesmo atingindo Marte.

 

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Nebulosa Planetária NGC 6397

(observada pelo Hubble a 10.000 anos-luz de distância e daqui a 10.000 anos com o gás envolvendo-a dispersando, desaparecendo e aí restando a estrela Anã-Branca)

 

Um Evento que atravessará no futuro o nosso Sistema (como já terá ocorrido com outras estrelas vistas isoladamente ou em agrupamentos) − com o Sol contraindo-se inicialmente, aumentando de luminosidade (nos seus momentos finais entre 5.000/10.000X), para finalmente se expandir como uma estrela Gigante-Vermelha (no mínimo engolindo Mercúrio e Vénus, ficando às portas da Terra, hoje a uns míseros 150.000.000Km do Sol) – agora exemplificado (por um grupo de astrónomos) utilizando-se um fenómeno semelhante ocorrido na nebulosa planetária NGC 5307, localizada a 10.000 anos-luz de distância: algo de parecido com o que acontecerá ao Sol quando estiver próximo do fim do seu ciclo de vida, esperando-se que os terrestres (e  para sua salvaguarda e preservação) já estejam no mínimo para lá de Marte, em Júpiter ou numa das suas luas (“com água”) – sendo o Ideal que no decurso do tempo (destes biliões de anos que se seguem) e existindo ainda o Homem, sejamos já “Intergalácticos”. Dentro de uns 10 biliões de anos com o Sol a ser uma Anã-Branca (o resto” do que já fora antes). No caso de NGC 5307 – um cenário muito semelhante em que o nosso Sol se transformará/integrará, (1) passada a fase de Gigante-Vermelha, (2) atravessada a fase de Nebulosa Planetária e (3) antes de se transformar em Anã-Branca – e observando-o (a partir do telescópio espacial HUBBLE) na sua fase (2), levando-nos à investigação e á descoberta do seu passado e por associação ao conhecimento do que poderá ser o Sol e o seu Sistema (Solar) a longo-prazo: olhando-se para o Passado (para o Céu cheio de espaço e de Estrelas, cronologicamente distribuídas no tempo) descortinando-se e finalmente descobrindo-se o Futuro do Sol, da Terra e o Nosso.

 

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Space X de Elon Musk

(tendo como um dos seus objetivos iniciar a construção da uma base em Marte,

seguindo-se uma cidade e até o início de uma nova Civilização)

 

Numa altura em que no planeta Terra a maior Potência Global (os EUA) dando mais um exemplo, provavelmente negativo” se descarta do seu investimento (público, governamental) na área da Exploração Espacial (habitual, mas desde há alguns anos, já em claro desinvestimento), entregando o sector mais importante e estratégico − os voos tripulados, a Conquista da Nova Fronteira, o domínio do Espaço – ao sector Privado (Space X, Virgin Galactis, Blue Origin) e deixando para a NASA a investigação e os pequenos projetos (menos dispendiosos) como os das sondas automáticas (como tal não tripuladas, quando muito equipadas c/ Rovers), os dos telescópios (na Terra ou no Espaço) e até a ISS (no Espaço próximo, orbitando a Terra a uns 400Km e enquanto durar). Para já com a NASA tendo como um dos seus objetivos de missão relevante e certo (e com muito menor investimento se comparada a missão, com a reedição do “Homem na Lua”) a exploração de três das Luas de Galileu (podendo conter água no seu subsolo) − EUROPA, GANIMEDES e CALISTO amanhã podendo ser entrepostos das primeiras Viagens Interestelares – ficando para as empresas privadas (muitas delas senão todas, fortemente apoiadas/subsidiadas pelo Estado, c/ verbas antes dirigidas, para a agência espacial governamental, a NASA) o grande filão a explorar das Viagens Tripuladas, conquistando-se Mundos (e todas as suas riquezas minerais), dominando-se o Sistema (controlando-se os Meios e as Vias de comunicação) e aí sendo seu − Todo o Universo à Vista −  partindo-se para mais longe procurando o infinito, o impossível e a imortalidade: e mesmo não o conseguindo, ficando-se RICO (ficando os outros na Terra à espera). Muito em breve e certamente − confirmada a ideia de Elon Musk (Reconstrução de um Planeta) nunca conseguida na Terra (sabendo o Homem, apenas destruí-la) − com toda a elite terrestre, tentando reservar o seu lote no melhor lugar de Marte (à frente estando a SPACE X, empresa espacial – transportes/habitação/mineração/indústria/turística/etc. − de ELON MUSK).

 

(imagens: kishukishan.wordpress.com − NASA/ESA/Hubble – spacex.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:35

20
Ago 19

Flying through a Fire Cloud

 

On August 8, 2019, a team of atmospheric scientists

got an exceedingly rare look at these clouds as they were forming.

NASA’s DC-8 flying laboratory passed directly

through a large pyrocumulonimbus that day

as it was rising from a fire in eastern Washington.

The flight was part of a joint NOAA and NASA

field campaign called FIREX-AQ.

Scientists are studying the composition and chemistry of smoke

to better understand its impact on air quality and climate.

(earthobservatory.nasa.gov)

 

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Pôr-do-Sol alaranjado causado pela reflecção da luz em partículas

Suspensas na atmosfera e resultantes dos incêndios em terra

 

Com a violência nos EUA a estender-se do Geológico (sismos e vulcanismo) ao Social (educação e saúde) e do Interior (território norte-americano) ao Exterior (resto do Mundo) – com Trump a propor-se comprar a Gronelândia (e os seus 50.000 residentes)  e Musk propondo-se bombardear Marte (com Bombas Nucleares) − tornasse deveras divertido (e informativo) assistir às reações de um erudito da ciência (teórico) ao colocar-se perante algo de muito comum de se ver para muitos (dos leigos como nós) mas pelo mesmo (na prática) nunca vistochegando a ser surpreendente (como especialistas que são, incompreensivelmente nem se apercebendo bem do que se passa à sua volta) e enternecedor (tanta a ignorância e ingenuidade envolvida): aqui deparando-se com um cenário atmosférico bem diferente do constatado habitualmente (no seu quotidiano local e diário), com a imagem devendo representar um Ambiente Terrestre a alterar-se na sua apresentação visual (mudando as nossas perceções e sensações), sem motivo aparente e desenquadrada da Envolvente – como se estivesse inserido num Outro Mundo (alienígena) que não o seu. E tudo provocado apenas por um Incêndio (florestal).

 

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A utilidade dos satélites no estudo das Nuvens de Fogo

E a influência destas na produção de tempestades

 

Circulando no céu sobre o estado de Washington D.C. (na sua parte leste) no passado dia 8 (ao fim do dia pelas 20:00 locais) deste mês, com o mesmo (céu) como consequência de grandes incêndios (florestais) ocorridos nas proximidades da capital dos EUA – iniciados a 2 de Agosto com uma trovoada seguida de descargas elétricas (relâmpagos) servindo de ignição e ao irromper de um grande “Fogo Florestal” (material de combustão à base de arbustos, árvores e erva seca), entrando  em Williams Flats na Reserva Índia de Colville e a 15 já tendo queimado uma área superior a 180Km² − a apresentar-se coberto por um espesso manto de nuvens escuras (localizadas a cerca de 9Km de altitude) resultado da poluição atmosférica introduzida pelos produtos resultantes (e em suspensão, elevadas pelo ar quente) das combustões intensas em curso à superfície.

 

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Imagem a cinzento da coluna de fumo dando origem a uma pluma

Erguendo-se na atmosfera e alimentando a nuvem PyroCb a branco

 

Cientificamente com estas “colunas-de-fogo” erguendo-se da superfície da Terra e atingindo atitudes apreciáveis e aí “depositando” as “NUVENS-DE-FOGO”, a serem denominadas como nuvens “CUMULONIMBUS FLAMMAGENITUS” ou simplesmente “PYROCUMULONIMBUS” (PyroCb), sendo originadas no momento em que o fogo libertando energia extrema é capaz de atirar para a atmosfera grandes quantidades de calor e de humidade capazes de provocar de seguida o aparecimento de tempestades. Podendo-se ainda constatar como um evento ocorrido em terra poderá provocar um outro, mas agora na atmosfera (no caso das “Nuvens de Fogo” com a sua altitude a rondar os 9000 metros), ambos (terras em fogo e nuvens de fogo) proporcionando por um lado “belos” espetáculos, mas por outro extremamente violentos (e disruptivos): “When wildfire generate thunderstorms, these clouds serve like chimneys that funnel smoke and particles into the lower stratosphere. The amount of materials that get funneled is comparable to those produced by an erupting volcano”. (Rhodilee Dolor/08/19/19/ibtimes.com)

 

(imagens: earthobservatory.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:14

05
Ago 19

[E Sem Manchas Visíveis.]

 

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O Sol a 4 de Agosto de 2019

 

Já hoje, dada a fraqueza do Sol e a fraqueza da Terra

(e dos seus Campos Magnéticos),

A sentirmos na nossa pele

(na ISS, num avião comercial, na terra ou até no mar)

Os efeitos do crescimento

(substituindo a radiação solar)

Da radiação cósmica.

 

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Com o SOL atravessando um período de mínima de atividade entre ciclos (fim de um, início de outro) − ou seja aproveitando o Verão, estando em repouso e meio-adormecido – a manter-se há 12 dias sem manchas solares (visíveis), num total de 144 dias sem a presença das mesmas. E atravessando um mínimo (o SOL) tendo um efeito “calmante” sobre o Campo Magnético Terrestre, enfraquecendo-o e assim tornando as defesas proporcionadas pelo mesmo (à Terra, ao seu Ecossistema, ao Homem) mais permissivas e menos eficazes: entre outros e devido às fraturas no “Escudo Protetor”, abrindo as portas ao assalto dos (extremamente penetrantes e radioativos) Raios Cósmicos. Nos gráficos anteriores comprovando-se a diminuição do “trabalho” desenvolvido pelo Sol (no período indo de Maio a Julho) nos últimos três anos (2017/2019), com a diminuição visível dos níveis de atividade magnética e a confirmação (estando nós a vivê-lo) de um Mínimo Solar: vivendo-se um momento de transição antes do início do 25º Ciclo Solar. Para dentro de breves momentos o Sol voltar a acordar (reaparecendo as manchas e as CME), despertando para um novo ciclo e para novas tempestades magnéticas, solares ou então terrestres: estando tal previsto até ao fim deste ano (de 2019), iniciando-se um novo ciclo e encerrando-se (o mesmo) em 2030. Mas já em 2020 (se não antes − sendo o intermédio tempo de turbulência, antes de assentar) com o Sol a começar a “aquecer”.

 

(imagens: SDO/HMI − Stuart Green/Preston/Lancashire/UK/spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:52

01
Ago 19

[Meteorologicamente falando e para os próximos dias prevendo-se para Albufeira uma estabilização das temperaturas do ar, com as mínimas a andarem entre os 16°C/29°C e as máximas entre os 32°C/35°C − significando uma amplitude térmica podendo atingir um máximo (elevado) de 19°C (já esta sexta-feira). Geralmente com o céu limpo, mas com o decorrer dos dias podendo passar a nebulado e apresentando vento moderado N ou NW. E mantendo os índices ultravioletas elevados (UV9 para este fim-de-semana). A nível sismológico com o sismo mais relevante sentido em Albufeira nos últimos 15 dias, a registar-se a 27 de Julho, a SW de Albufeira, a 25Km de profundidade e com uma magnitude M1,1 (não sentido e pouco passando da 1 da madrugada).]

 

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Galáxia NGC 5866

(de diâmetro 60 mil anos-luz − pouco mais de metade do diâmetro da Via Láctea − e distando da Terra 44 milhões de anos-luz)

 

Contrariando a maioria estando refugiado em casa (em vez de estar na praia), protegendo-me da luz intensa e das queimaduras solares (índice elevado de raios ultravioleta), vou deixando tranquilamente que as horas passem (na escuridão do quarto e entrando alguma luz pelas persianas), até que o Sol caia mais um pouco no horizonte (possibilitando o aparecimento de maiores sombras) e me possibilite sem risco de insolação ou de asfixia (por ação de algum choque ou golpe inesperado de temperatura), a transição para o meio ambiente exterior (essencialmente para a aquisição de alguns produtos necessários para o nosso dia-a-dia).

 

Meio Ambiente tornado mais agressivo (afastando-se da média climática, aqui sobretudo moderada) não só devido a condições meteorológicas mais extremas (difíceis de suportar) para muitos dos seres humanos (sobretudo jovens e velhos) – temperaturas e radiações elevadas − como simultaneamente tornado ainda mais impiedoso (irracional por termos “o cérebro a ferver”) e tecnicamente impossível de recurso (por exemplo de recuar), dada a avalanche de contingentes de humanos como nós (mais ou menos alienígenas) deslocando-se ao encontro do Mar: aumentando exponencial e dramaticamente (para os locais e suas infraestruturas) o número de seres por m².

 

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Praia do Peneco em Albufeira

(localizada junto ao elevador e seguindo-se para a esquerda, surgindo a praia do Túnel, a praia dos Pescadores e a praia do INATEL … e lá bem ao fundo a praia da Oura)

 

Saindo-se do cubículo habitacional (hoje designada como zona de conforto) isolando-nos (e protegendo-nos) do exterior e deslocando-nos num veículo (mais ou menos ligeiro) com (ou sem) motor associado − vivendo-se a norte ou a sul da Avenida dos Descobrimentos − imediatamente sendo-se confrontado com a avenida e com uma epidemia sucessiva de rotundas, deixando-nos esmagados (e desprotegidos) entre grandes edifícios (hotéis, centros comerciais, restaurantes) e sem alternativa arrastados para o “fim-do-mundo (onde nunca pensaríamos estar) pelas infindáveis e superaquecidas filas de trânsito (importadas do Inferno de Lisboa e do Porto): e passada a fronteira (existente por lobotomia urbana), atravessando-se ruas e descendo (pelo Pau da Bandeira, funcionando, através das escadas rolantes), passando-se por muita comida e bebida até se atingir a parte mais baixa e mais antiga (da cidade) – infelizmente já parcialmente destruída (e nem se invocando os efeitos de anterior tsunami), sendo o jardim (e a sua “transformação”) um caso de péssimo exemplo (mais valendo deixar estar como estava – com água, peixinhos e até alguns camones lá caídos) − andando-se um pouco mais e atingindo-se o areal (a areia e a água do mar). Com areal, mar e Sol.

 

(imagens: SPITZER/2003 a 2009/NASA − pt.webcams.travel)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:46

28
Jun 19

“No que nos (Homem) diz respeito (e à nossa sobrevivência) com o Sol

(sendo a Terra a nossa atual zona de conforto)

a estar a meio do seu ciclo de Vida.

Um dia tendo-se (obrigatoriamente) que partir

ou optando-se por não se mexer então morrer.”

 

Imagem parcial da galáxia (com mais de 13 biliões de anos de idade) onde se situa o nosso sistema planetário o SISTEMA SOLAR – com um dos seus 8 planetas a ser a TERRA orbitando (tal como todos os outros) uma estrela de referência o SOL – localizado num dos braços da mesma galáxia em espiral a VIA LÁCTEA (mais ou menos a meio da distância centro/limites) e com tudo o que vemos a olho nu (no Céu noturno do deserto do Atacama) pertencendo-lhe.

 

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Arco da Via Láctea como visto a partir do telescópio ALMA

localizado no deserto de Atacama no Chile

(17.06.2019)

 

Uma galáxia − a VIA LÁCTEA – com 50.000 anos-luz de raio (distando cerca de 26.000 anos-luz do centro), 1000 a 3000 anos-luz de espessura, comportando 100 a 400 biliões de estrelas e com um período de translação (do Sol relativamente ao centro da galáxia) de 225 milhões de anos. No centro da qual (Via Láctea) se situa um Buraco Negro Supermaciço. E com o Sistema Estelar mais próximo a ser o de ALPHA CENTAURI com a sua estrela mais próxima (do Sol) a ser PROXIMA CENTAURI (a 4,6 anos-luz de distância).

 

Dentro de aproximadamente 4,5 biliões de anos,

se não destruídos por um asteroide ou pela própria evolução do Sol

(expandindo-se e “engolindo” a Terra),

sendo certa a colisão (“talvez não de frente, mas de raspão”)

da nossa galáxia VIA LÁCTEA com a galáxia de ANDRÓMEDA.

 

Com os telescópios ALMA a apontarem-nos de uma forma bem clara (dirigindo-se para a imensa escuridão cintilante) qual deverá ser efetivamente o futuro do Homem: depois dos Oceanos, a Aventura e a Descoberta do Espaço. E podendo o nosso Universo ser relevante por Único (onde existe Vida Orgânica, Inteligente, reproduzindo-se e sendo capaz de se organizar, adaptar e evoluir) não sendo certamente o único, Universo projetado e existente − mergulhado num oceano eterno de múltiplos Universos (como réplicas do mesmo Molde) e variáveis (mesmo que incompreendidas como o Tempo), concorrentes, paralelas ou coincidentes.

 

(imagem: Petr Horálek/ESO/space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:32

18
Jun 19

[Entre outros para a Pele a para os Pulmões.]

 

“Neste Verão de 2019 no Hemisfério Norte e à entrada das Férias Grandes

(com muito Sol e muita Luz)

− Integrando o Menu Climático

com as Radiações a serem altas tal como o teor de CO₂.”

 

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Os Espíritos Vermelhos

 

Com a Radiação a nível da Atmosfera (mais rigorosamente da Estratosfera, onde andam os balões meteorológicos) a aumentar, o mesmo acontecendo aos níveis de Dióxido de Carbono (CO₂) nela presentes – “atingindo um novo record no passado mês de Maio– estarão provavelmente reunidas todas as condições “ideais e experimentais” para nos lançarmos num voo turístico/científico (os aviões circulam logo abaixo dos balões, na Troposfera) até um qualquer paraíso terrestre, para aí usufruirmos finalmente de uma atmosfera (marítima e/ou continental) não stressada nem poluída (por exemplo pela poluição automóvel) ou seja de “Boa Qualidade”.

 

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Radiação Estratosférica

 

Mas pelos vistos com essas condições ambientais (proporcionadas ao viajante) a serem mais científicas do que turísticas, garantindo a partida e a chegada (e ainda a estadia) de mais uma das nossas Aventuras (e Descobertas), mas em contrapartida podendo transportar consigo (contaminando-nos no processo) o “vírus” da nossa futura destruição, como consequência de exposição a radiações excessivas e a atmosferas cada vez mais rarefeitas e irrespiráveis (“por defeito em oxigénio”): entre Março de 2015 e Julho de 2018 com a radiação a nível da Estratosfera (entre os 20Km e os 50Km) a subir 18% e nos últimos 60 anos com a presença de CO₂ a atingir um novo Recorde.

 

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Níveis de CO₂ na atmosfera

 

Esperando-se que chegados ao Verão as plantas na sua fase de crescimento cumpram a sua função (mais uma vez e cada vez mais por nós), libertando-nos dos nossos excessos de produção descontrolada de gases de estufa (CO₂). Já quanto aos efeitos da radiação e do conhecimento de como evitá-las sendo o problema de mais difícil solução, já que se por um lado a intensidade dos Raios Solares (em princípio menos perigosos, mais conhecidos) diminuíram dado o Sol estar a atravessar uma fase fraca do seu ciclo solar (de cerca de 11 anos e de momento num dos seus mínimos de atividade) por outro lado e aproveitando a ocasião (com as nossas diversas camadas de proteção por diversos motivos enfraquecidas) e as “brechas” entretanto reabertas, com os Raios Cósmicos a ocuparem o lugar dos raios antes emitidos (pelo Sol), sendo estes últimos mais penetrantes, radioativos e perigosos.

 

E com as temperaturas médias sempre a subirem, mês após mês, ano após ano, com o “Caldo” a compor-se e com um “traço irreversível (pelo menos para nós fazendo parte do ensopado).

 

(imagens: Red Sprites/Frankie Lucena/May 10, 2019/@ International Space Station − spaceweather.com – noaa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:15

19
Abr 19

[Turismo & Meteorologia]

 

Algo sobre Albufeira, sobre o Tempo e sobre o Sol,

nesta semana santa de Páscoa.

 

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Durante a Semana Santa em Albufeira

A tradicional procissão dos painéis da Misericórdia

(imagem: regiao-sul.pt)

 

Com as festividades da Semana Santa da Páscoa a intensificarem-se esta sexta-feira (dia 19 Sexta-Feira Santa) − para acelerarem amanhã com o Sábado de Aleluia (dia 20) e se concluírem domingo com a celebração da PÁSCOA (dia 21) – e ao mesmo tempo definitivamente afastada a preocupação da generalidade da população (residentes e turistas) face ao possível prolongamento da falta de Combustíveis (ontem com uma ou outra exceção com as bombas todas encerradas), eis que por outro lado e só para (nos) contrariar (deixando-nos chateados ou se preferirem marafados) a previsão da Meteorologia nos direciona (relativamente ao Tempo na Terra) para a manutenção de tempo chuvoso e moderadamente frio: para além da previsão do Tempo no Espaço, apontando igualmente para um agravamento − uma Tempestade Solar − para o mesmo período de tempo (aqui utilizando um Relógio) celebrando a ressurreição de Jesus.

 

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A Península Ibérica a Infravermelho

19.04.2019 18h UTC

(imagem: EUMESAT/IPMA)

 

Em Albufeira notando-se mesmo assim a invasão de nacionais e estrangeiros (entre várias nacionalidades, agora com muitos espanhóis), muitos deles portugueses (vindos em carros ou excursões, sejam crianças ou adultos) oriundos da capital (grande parte benfiquistas) ou de mais longe do Norte (grande parte portistas): maioritariamente fugidos (da monotonia da vida ou então da procissão) e à procura do Sol. Mantendo-se como sempre os ingleses (para já ainda sem Brexit) enchendo e dando vida (muitas vezes com derivações mais extremas) à rua e aos bares de Albufeira bem visíveis na Oura. Vendo-se gente a passear (na rua, em supermercados ou em shoppings), olhando das arribas o mar (como a do Pau da Bandeira, sobre a agora já sem Eles, Praia dos Pescadores), andando pela praia a sentir (a cor do céu e do mar, o cheiro do ar desse mar, a areia sob os pés ao andar) Num Momento tão Desejado como também Diferenciado − usufruindo num espaço de tempo posto à disposição da Preguiça (num elogio obrigatório à virtude da mesma) um pouco da tão necessária (como ausente) Qualidade de Vida − esmagando nem que por instantes a miserável (por doentia e mortal) monotonia urbana − mas pecando por curta e sem relevância no todo (como sentimos no corpo aquando do regresso provavelmente o Inferno).

 

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Com a previsão do Tempo no Espaço a apontar para a chegada

De uma tempestade Solar no domingo dia de Páscoa

(imagem: newslanes.com)

 

Tendo a Terra como destino (da previsão) assim como a sua Meteorologia Interna (previsão do Tempo na Terra), com a previsão do tempo neste caso para Albufeira (Algarve/Portugal/Europa) − aqui e no presente em divulgação/promoção (obviamente turística e antes que chegue o Petróleo e passemos a estaleiros) – a apontar para os próximos 7 dias (de sábado/20 a sexta-feira/26) chuva e/ou aguaceiros (abrandando no domingo e para o próximo fim-de-semana) com céu geralmente pouco nublado, temperaturas oscilando entre os 9°C/12°C de mínima (média de 10°C) e os 17°C/23°C de máxima (média de 20°C) – observando-se um ligeiro arrefecimento durante os próximos 7 dias – e vento geralmente moderado. No fundo não fugindo muito ao cenário (bem satisfatório para Abril Águas Mil) dos últimos dias.

 

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O Sol esta sexta-feira com duas manchas visíveis

AR2378 e AR2379 não apresentando perigo para a Terra

(imagem: SDO/HMI)

 

Já no que diz respeito ao Tempo (Previsto) no Espaço e podendo afetar direta como indiretamente o Tempo Terrestre previsto para os próximos dias, com os prognósticos a apontarem para a chegada à Terra neste fim-de-semana de Páscoa de mais uma Tempestade Solar: através da observação de um buraco (escuro) na coroa solar − devido à rotação do Sol deslocando-se e agora direcionando-se para a Terra – e após registo de uma explosão à sua superfície emitindo chamas solares (raios solares) na nossa direção, com os investigadores a anunciarem a sua chegada e impacto (com a atmosfera) até à Páscoa 22 de Abril. Felizmente com o Campo Magnético Terrestre a proteger-nos da barragem de radiações (cuidado com as viagens de avião a 22, devido ao aumento de radiações, sendo possível a evitar) − tanto as radiações solares como as outras radiações cósmicas – provocando, no entanto, auroras, espetáculos deslumbrantes, mas a altas latitudes (não sendo a de Albufeira ainda distante do Polo/Norte).

 

(imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:33

20
Mar 19

Iniciasse hoje dia 20 de Março de 2019 a estação da Primavera,

a qual se estenderá por cerca de três meses,

concluindo-se a 21 de Junho de 2019.

 

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Aurora à luz da Lua

(Peter Schurte/Noruega/12.03)

 

No mesmo dia em que entramos (finalmente) na bela estação da PRIMAVERA (com início a 20.03) no Hemisfério Norte (e no Algarve), eis que o nosso único (e peculiar pela sua dimensão e colocação, face ao planeta à volta do qual gira) satélite natural (localizado a mais de 384 mil Km de nós) nos oferece um espetáculo com um nome especial, apresentando-nos a

 

LUA CHEIA DO VERME

 

Indicando-nos o momento do degelo (em terra) e o começo da grande agitação (entre outros seres vivos) das minhocas em jardins há muito adormecidos (antes mais secos, agora bem mais húmidos).

 

E simultaneamente com o SOL − o nosso astro ou estrela de referência – parecendo sugerir de alguma forma ou feitio o desejo de participar na Festa (da Primavera), a fazer emergir na sua coroa duas novas manchas solares (uma remanescente do 24º ciclo solar – a AR 2735 – e a outra mais recente ainda não numerada) apontadas diretamente para a TERRA.

 

Num dia em que ainda mais dois asteroides (2019 CD5 e 2019 ES2) se juntarão a estas festividades, o maior/e mais rápido deles (149 metros) passando a menos de 3,9 milhões de Km (da Terra) e o mais pequeno/e mais lento deles (24 metros) a pouco mais de 2,9 milhões de Km: suficientemente distantes para nos preocuparmos.

 

(texto e imagem: apoio spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:46

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