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As Aparências Iludem

Quinta-feira, 29.07.21

“Uma CME podendo atingir Mercúrio (“passando-o” um pouco mais, no “micro-ondas” solar), atingindo a Terra sendo algo diferente (nas consequências), não só pela distância (sendo a Terra/Sol, o triplo da Mercúrio/Sol), como pelo nosso planeta estar duplamente protegido: pelo campo magnético terrestre e pela camada atmosférica envolvendo-nos.”

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Ejeção da CME com Mercúrio à direita

 

Viajando atualmente a uma distância de aproximadamente 46,7 milhões de Km do SOL, uma imagem da passada segunda-feira (27 de julho de 2021) do planeta MERCÚRIO (o planeta circulando mais perto do Sol), aparentemente sendo atingido por uma CME:

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A meio da viagem da CME para Mercúrio

 

E se os raios solares demoram (hoje, a esta distância) cerca de 2,6 minutos a chegar a Mercúrio, já o material (ejetado da superfície do Sol) transportado pelo vento solar e viajando (por esta altura, podendo variar) a uma velocidade de menos de 330Km/s levando pouco mais de 1,6 dias ─ a CME arrancando pouco depois das 22:00, chegando a Mercúrio lá pelas 04:00 (seis horas depois).

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Chegada aparente da CME a Mercúrio

 

Na realidade com esta CME a não atingir o planeta Mercúrio, passando-lhe ao lado, entre este planeta e o planeta Terra: não existindo Vida conhecida em Mercúrio, atingindo-nos (a CME) sendo algo diferente (existindo VIDA), provocando no mínimo auroras e até perturbações/interrupções nas ondas de rádio, num extremo podendo chegar à “grelha-elétrica”.

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Aurora Azul-Púrpura Alberta/Canadá 55°N

 

Talvez na sequência desta CME (aparentemente atingindo Mercúrio, mas na realidade passando entre dois planetas, este último e a Terra), com a mesma a provocar o aparecimento na atmosfera terrestre a altitudes e latitudes elevadas ─ e com o nosso planeta no seu movimento de translação (em volta do Sol) a atravessar possivelmente os seus jatos de “vento solar” ─ fenómenos de luz brilhante, colorida e em movimento, como as “auroras”.

(imagens: soho.nascom.nasa.gov ─ Joel Weatherly/spaceweathergallery.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:27

O Sol já acordou, mas ainda não disse grande coisa

Segunda-feira, 26.07.21

[Sobre como será, este seu 25º Ciclo de Vida.]

Retrato de um SOL ativo

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Múltiplas regiões ativas, proeminências

e um longo e ondulante filamento, de plasma de hidrogénio.

(Sol/Alan Friedman/23 julho 2021)

 

Falhada no passado dia 23 de julho (sexta-feira) a chegada de uma CME à Terra ─ podendo impactar o campo magnético terrestre, mas não o atingindo ─ e tendo-se a certeza de que pelo menos até ao próximo dia 28 de julho (quarta-feira) tudo se manterá tranquilo até à chegada de um novo jato de “vento solar” (neste momento deslocando-se a uma velocidade de 348Km/s), sendo de destacar que desde o início deste novo “Ciclo Solar” (o 25º ciclo, iniciado em dezembro de 2019) o mês de julho foi entre todos o mais ativo: como assim o provam as suas 6 regiões simultaneamente ativas e visíveis ─ manchas AR2842, AR2845, AR2846, AR2847, AR2848 e AR2849, não acontecendo tantas em simultâneo, desde o dia 6 de setembro de 2017  ─ e a sua primeira “chama solar” de classe X ─ produzida na mancha solar AR2838 a 1ª desta classe desde há quase 4 anos. Mas para já e apesar das “manchas solares” sucedendo-se (algumas delas bem ativas), com o Sol mantendo-se ainda relativamente nas calmas, vindo de um período de baixa atividade, mas dirigindo-se no cumprimento do seu ciclo (de cerca de 11 anos) para um pico máximo de atividade da nossa estrela, lá para meados de 2025.

(imagem/legenda: Alan Friedman/spaceweathergallery.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:38

25º Ciclo Solar ─ O Sol Já Acordou

Sábado, 24.07.21

“The Sun Just Spat Out an X-Class Flare, The Most Powerful Since 2017.”

(M.S./06.07.2021/sciencealert.com)

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Imagine an explosion on the farside of the sun so powerful, we could feel it here on Earth. It happened on July 13th. The debris emerged in a circular cloud known as a “halo CME”.

(spaceweatherarchive.com)

 

The Sun appears to be waking up from the quiet period of its 11-year cycle. On 3 July 2021, at 14:29 UTC (10:29 EDT), our wild star spat out its first X-class flare of Solar Cycle 25; it was the most powerful flare we've seen since September 2017. (Michelle Starr/6 julho 2021/sciencealert.com)

Com o calor do Verão a cair sobre nós originando durante estes últimos dias temperaturas superiores a 30°C e ainda com o Sol a acompanhar-nos na praia todos os dias, atingindo-nos com índices de raios ultravioleta de nível 9 (muito elevado), no Espaço a cerca de 150 milhões de Km de distância (de nós) centro do movimento de translação da Terra, o SOL parece querer regressar a um novo período de grande atividade, começando a apresentar um nº apreciável de manchas solares (visíveis) e na sua coroa (superfície), notando-se um incremento em nº e intensidade de explosões, erupções, CME.

Como o caso registado no passado dia 20 de julho (terça-feira), dando-se uma explosão/erupção na região da mancha AR2846 e originando-se aí mais uma CME, sem impacto direto, mas sempre preocupante.

E conhecendo-se o aparecimento por vezes de fraturas no campo magnético terrestre (protegendo a Terra dos raios solares e raios cósmicos) e da existência de momentos em que a proteção dada por mesmo campo possa estar a um nível baixo (como poderá ser o caso presente), estando-se no início de um novo Ciclo Solar a caminho de mais um pico máximo de atividade da nossa estrela, podendo desde já ter “manifestações mais ou menos intensas da sua presença”, sendo bem possível na sequência de alguns episódios já registados anteriormente (com um par de eventos solares nestes últimos dias), que mantendo-se este ritmo e chegando novas manchas solares (ainda do outro lado do Sol) podendo ser dirigidas (apontadas à Terra), o Sol nos transmita alguma mensagem (de massa, de partículas, de energia, eletromagnética):

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On August 31, 2012, a long prominence/filament of solar material that had been hovering in the Sun's atmosphere, erupted out into space. The flare caused auroras on Earth.

(wikipedia.org)

 

X-class flares are among the most powerful solar eruptions from our host star (mightiest on record being an astonishing X28 in November 2003). This new flare wasn't quite so intense, clocking in at X1.5 (causing a shortwave radio blackout over the Atlantic Ocean). The most recent X-class flare, prior to this new one, took place in September 2017, when the Sun erupted in an X8.2 flare. (Michelle Starr/6 julho 2021/sciencealert.com)

Tendo saído do seu 24º Ciclo Solar e entrando há uns meses atrás no seu Ciclo seguinte (25º) ─ tendo em média cada ciclo aproximadamente 11 anos e com o meio desse período a verificar-se lá para 2025/26 ─ com a nossa estrela depois de acordar a lançar-se num período de atividade crescente, até atingir o seu pico máximo. Pelo que à medida que o tempo for passando e as manchas solares rodando e depois de mais uma volta (devido à rotação do Sol) reaparecendo, poderá um dia chegar, estando para nós apontada a consequência de algum tipo de Evento Solar: atingindo-nos desde logo com raios de luz viajando a 300.00Km/s (demorando mais do que 8 minutos a chegar), assim como com massa solar viajando transportada pelo vento solar ainda hoje se movimentando a uma velocidade (digamos que baixa) de cerca de 400Km/s (a esta velocidade demorando mais de 4 dias a chegar).

Podendo não acontecer nada ou até um certo dia os raios solares “fritarem tudo”, deitando abaixo a rede elétrica e deixando-nos temporária ou “um pouco definitivamente”, às escuras: sem luz, sem água, sem comida, sem transportes, sem proteção, fazendo-nos desde logo lembrar um cenário (podendo um dia ser real) “Apocalíptico”. Razão pelo que se deve estar sempre com atenção aos efeitos do Sol, tanto em Terra como no Espaço.

(imagens: SOHO/nasa.gov ─ NASA/wikipedia.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:26

Pólen Solar

Terça-feira, 01.06.21

Olhando para esta imagem do SOL, rodeado por “densos círculos concêntricos”, proporcionando-nos um espetáculo bem colorido e muito semelhante a outros antes observados ─ tendo como protagonistas o Sol e pequenas gotículas de água existindo nas nuvens

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Coroa de pólen solar

(Alemanha, 30 maio 2021)

 

Destacando-se, no entanto, uma particularidade podendo distingui-los dos restantes, o de para além da sua maior densidade apresentarem uma tonalidade mais intensa:

Dentro das minhas limitadas observações sendo mais semelhante à imagem do céu lá estando presente o Sol, sendo observado mais para o fim da tarde de um limpo e disponível céu de Verão, aqui sendo intensamente “filtrado” por ocupação de nuvens densas e escuras resultando de fortes e prolongados incêndios, “incendiando o Sol” e colocando todo o céu a arder, em tons-de-fogo, de vermelho.

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Pólen de Pinus ponderosa

(espécie de Pinheiro)

 

Como se fosse um foco intenso de uma lanterna-misteriosa, penetrando, tentando ultrapassar o intenso nevoeiro.

E se no 1º caso tínhamos o Sol e as nuvens com gotas de água, no 2º caso o mesmo Sol e o resultado de incêndios originando nuvens de cinzas espessas e escuras, já no 3º caso e envolvendo de novo o Sol (e os seus intensos e luminosos raios solares, fazendo sobressair determinados elementos por reflexão),

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Pinheiro

(originário do Novo Mundo)

 

Tendo agora presente um elemento só presente em determinadas alturas do ano e nos diferentes Hemisférios, introduzindo-se no ar, passando a integrar a atmosfera, as nuvens aí se movimentando e pela sua presença, dando origem a este intenso e belo fenómeno visual:

Encontrando-se mais uma vez a explicação para este efeito ótico (não lá longe no Sol, mas aqui mesmo na Terra) sendo o mesmo provocado num processo reprodutivo (Sexual) pela presença de PÓLEN (neste caso de pinheiro) no ar ─ brilhante, fazendo o papel de espermatozoide e com o Sol a dar-lhe o decisivo impulso.

(fonte: spaceweather.com ─ imagens: Heiko Ulbricht/spaceweathergallery.com ─

Rocky Mountain National Park/nps.gov ─ wikipedia.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:24

Ainda Sem Estatuto

Quarta-feira, 19.05.21

Não se passando nada de novo no interior desta redoma invisível, senão notícias de doenças, de misérias, de guerras e de morte, por vezes para sairmos daqui não restando outra hipótese senão desligarmo-nos, ficarmos de cabeça ao alto e olharmos ─ perdidamente para o Céu (desligando temporariamente o Sol, pela noitinha, para a nossa observação ser mais profunda)

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Sob o céu noturno do estado de Montana

Um OVI ─ satélite, fenómeno ótico, sucata

ou um OVNI ─ terrestre, extraterrestre

 

Eis que de novo a desilusão e a raiva nos percorre (provocando um arrepio na nossa espinha),  dado até o Espaço exterior nada nos proporcionar (de alternativo) de modo a puxar-nos e agarrar-nos (desesperados como estamos, perante um próximo naufrágio), nem que seja a um qualquer apêndice, para uns sendo necessário (os que já não acreditam nesta Realidade, castrada da sua componente e complemento, a Imaginação) para outros opcional (os que vivem à custa dela, mas no entanto, eliminando o sonho aos outros).

Passados 74 anos sobre a pretensa e famosa queda de um OVNI e captura de alienígenas numa localidade norte-americana do estado do Novo México ─ conhecido como o “Incidente de Roswell” ─ pouco ou nada mais se sabendo sobre este fenómeno OVNI incluindo a presença dos respetivos ALIENS e não existindo uma prova minimamente evidente e credível, ou que de alguma forma ou feitio (sob a forma de escrita ou de imagem), não esteja invariavelmente distorcida.

Existindo alienígenas/extraterrestres nunca se tendo visto (publicamente) um único exemplar ─ ou algo resultante da sua tecnologia avançada (incompreensível para nós, por ainda não alcançada) ─ só acreditando em tal quem quiser, tal como outros acreditam em Deus, nem que este (existindo ou tendo existido) não passasse de mais um Astronauta.

Só mesmo se já cá estivessem (isto para existirem e como explicação) ─ e socorrendo-nos do tema das réplicas ─ completamente integrados entre nós.

Na imagem tal como a mesma indica (apresentada acima) registada há poucos dias no estado norte-americano de Montana, observando-se mais uma vez uma luz bem brilhante, cintilando no céu noturno com várias cores/tonalidades, em forma tradicional de “charuto” e aí se movimentando:

Com uns afirmando ser um satélite, outros um comboio de satélites de comunicação Starlink ─ ou seja, ambos um OVI (objeto voador identificado) ─ e ainda com outros persistindo nas suas convicções/desejos (os tais desesperados e fartos, das máquina-malucas terrestres) obviamente um OVNI.

Podem ser tudo, podendo ser nada, para nós.

(imagem: Behind the Scenes/youtube.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:29

A Mancha-Solar AR2822

Segunda-feira, 10.05.21

Enquanto o problema de partes do foguetão chinês Longa Marcha (responsável pela colocação em órbita do módulo central da noa Estação Espacial Chinesa) poderem na sua queda em direção à Terra atingir alguma região habitada, parece definitivamente resolvido (sem danos ou vítimas conhecidas) ─ tal como os chineses tinham previsto desintegrando-se à entrada da atmosfera e com alguns fragmentos caindo sobre o oceano Atlântico (nas proximidades das ilhas Malvinas) ─ não chegando minimamente a preocupar Portugal (incluído nas bordas da “zona de risco”), outro problema pode começar agora a colocar-se diante de nós, não querendo isso significar que poderão daí advir algum tipo relevante de danos materiais ou humanos, certamente que apenas (e como sempre esperadas) algumas perturbações: com a mancha solar AR2822 com sua atividade e estando ainda “de lado” (não nos atingindo com grande intensidade caso surjam erupções solares, ejeção de material, chamas solares, CME) para já a ter só provocado algumas perturbações e cortes nas transmissões de rádio de onda-curta (o normal nestes casos), mas acompanhando a rotação do Sol (cerca de 25 dias de duração) nos próximos dias orientando-se já (na próxima semana) na nossa direção.

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Mancha-Solar AR2822 a 9 de maio de 2021

(rodando e colocando a Terra sob o seu raio de ação)

 

E aí com o “estado do tempo no Sol” assim como na sua coroa solar podendo ser mais rigoroso nas suas consequências, apontando na nossa direção (ou não) os efeitos de alguma intensa perturbação superficial: para já produzindo tempestades menores da classe C (M-Média e X-Intensa), mas estando-se na presença de campos magnéticos tão próximos e opostos (positivos com negativos) podendo tal como numa “tempestade na Terra”, subitamente depararmo-nos com um “relâmpago” uma descarga intensa ─ uma ejeção de material, chamas solares lançadas no Espaço, uma CME, tudo na nossa direção. Felizmente tendo o nosso planeta duas preciosas muralhas de proteção capazes de deter tais “ataques” (solares) ─ caso contrário seriamos como Vénus ou Marte (planetas inóspitos para os humanos e sem vida conhecida) ─ um deles sendo o “campo magnético terrestres” o outro a nossa “camada atmosférica”, protegendo-nos como escudos (refletindo e absorvendo) contra chamas e CME. Assim se esperando para a semana, quando estivermos na mira de possíveis CME (para já com o vento solar a estar em pouco mais de V=300Km/s), neste início do 25º Ciclo Solar (de cerca de 11 anos, com um período de máxima atividade, pelo meio): talvez dando origem ao aparecimento de chamas solares da classe M (de média intensidade).

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Vénus a 11 de julho de 2020

(a mais de 12.000Km da Sonda Solar Parker)

 

No passado dia 2 de maio de 2021 e na sua 8ª aproximação ao Sol, com a sonda solar PARKER a bater um novo recorde, passando a apenas 10,4 milhões de Km da superfície do Sol (distância Terra/Sol 150 milhões de Km). E antes disso tendo-nos oferecido uma imagem do planeta Vénus tal como registada (a 11 de julho do ano passado) a pouco mais de 12.000Km da sonda, mostrando-nos ao centro (mais escuro) o principal e mais extenso planalto da superfície do planeta e sobrepondo-se (na imagem, ao planeta) vários traços resultantes de uma mistura de raios cósmicos, poeiras e luz solar refletida, como que “riscando” o cenário. E no final com um anexo informativo e “especial” dos responsáveis da NASA e da missão solar PARKER, não querendo certamente que nos deixássemos levar mais uma vez por Teorias da Conspiração (envolvendo UFO/ALIENS), informando e esclarecendo (o que é caso raro mesmo em casos como este, em que algo mais indevidamente se intromete) que o objeto aparecendo na parte inferior-esquerda sobre a superfície de Vénus, seria simplesmente um objeto do instrumento WISPR, ou seja e traduzindo, a “câmara” da sonda solar. Seja.

(imagens: NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:46

Viagem até à Capital do Algarve

Quinta-feira, 06.05.21

Numa ida ao Hospital de Faro nos finais do mês de abril ─ antecedendo o último desconfinamento iniciado a 1 de maio ─ num dia de Sol propondo-nos a um passeio e a uma pequena aventura, uma ida de carro até à estação das ferreiras, seguida por uma viagem de comboio até à cidade de Faro. Na minha viagem de ida e ocupando a janela a norte, observando atentamente as elevações do barrocal algarvio, com os seus montes e montinhos (cerros) pejados de casas brancas. Do outro lado tendo-se a zona do litoral e no centro Albufeira-Faro surgindo ainda Quarteira/Vilamoura: o “segmento de reta” turístico da Região Algarvia, com a sua mediatriz a cruzá-lo na capital do turismo, Albufeira.

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Albufeira

(Praia dos Pescadores)

 

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Faro

(Estação da CP)

 

Numa semana com o Algarve já aberto (mais ou menos) com a exceção de três concelhos ─ Aljezur, Portimão e Albufeira ─ razão pela qual chegado a Faro e ainda não habituado (vindo eu de Albufeira), pedi licença para entrar num café tendo no seu interior clientes: sentindo-me como se viesse de um distante (outras regras) mas ao mesmo próximo (mesmas pessoas) outro mundo, contudo facilmente me integrando, dada a situação comum para os restantes (presentes, olhando, mas logo desligando). E para testar pegando um táxi, sendo esta a 3ª opção (forçada) de pagamento, em torno dos 3.5, 4.0 ou 4.5 euros. Na viagem de ida (como na viagem de volta) sendo passageiros jovens (estudantes) e outros mais velhos como eu.

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Faro

(Hospital Público)

 

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Faro

(Zona Ribeirinha)

 

No Hospital de Faro e pelo início da tarde (de um dia de semana e com a cidade já desconfinada), sendo reduzido o movimento (nem existindo grande fila de confirmação), rápido o atendimento (pouca espera) e um flash a consulta ─ sendo necessário, havendo ainda pouca gente e mesmo antes do pedido, até se conseguindo a radiografia, o TAC e a análise. Mais uma vez nada tendo a dizer contra, o trabalho dos profissionais de saúde. Deixando o Hospital de Faro, regressando ao cais de embarque (para a viagem de regresso) e atravessando a linha do comboio, deparando-me com a linha de água integrando já os limites ocidentais da ria Formosa: refletindo os raios solares e com um trilho pedestre (de passeio/lazer) a seu lado.

(imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:42

Sobreposição

Terça-feira, 04.05.21

Uma sobreposição de uma imagem do Sol localizado a 150.000.000Km da Terra (o Gigante Astro-Rei, do nosso Sistema Solar) e da Estação Espacial Internacional (ISS) circulando em volta do nosso planeta a uns 400Km de distância (muito menos que um ponto, se comparada com o Sol). Pela distância, pelo tamanho e pelo ponto de observação, induzindo-nos em erro (de observação) dada a real proporção (entre o Sol e a ISS) ─ a sensação errada da ISS ser muito maior: comprovando-se com esta apresentação e projeção ─ olhando-a com uns binóculos (em 1º plano), distribuídos pelo operador (da montagem) ao espetador tendo o Sol como tela ao fundo e colando-o à “enorme” ISS.

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(21 janeiro 2020)

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Mesmo a 1UA de distância da ISS, com os perigosos raios solares (e ainda a eles se juntando os raios cósmicos) a atingirem a ISS e neles mesmo que protegidos (no interior da estação espacial), os seus ocupantes e astronautas

 

Vivendo nós no interior de um grandioso Holograma, colocando-nos num cenário fechado e no entanto proporcionando-nos, o usufruto de um horizonte infinito: para já e para além da fronteira imposta, já nos tendo deslocado “uns mm”: considerando (numa escala minimamente credível) 1 UA = 1m nem uns 2,6mm (viagem Terra/Lua) ─ e para mais de 60 anos de exploração espacial, mesmo muito pouco, uma nódoa (na História da Evolução do Homem).

Com as máquinas levando a sua avante e já estando a caminho ou já tendo ultrapassado, os limites do Sistema Solar (Pionner 10 e 11, Voyager 1 e 2 e mais atrasada a New Horizons). Enquanto nós vemos a Lua (nos contentamos a vê-la) a mais de 380 mil Km.

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(18 junho 2020)

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Uma forma de tentar compreender a real dimensão do Sol ─ tendo o Sol um diâmetro 109X o da Terra ─ e de como uma forte erupção solar ejetando material em direção à Terra (e atingindo-a) poderia ter consequências catastróficas

 

E para termos uma melhor noção da disparidade imensa de dimensões entre dois objetos podendo ser grandes ou pequenos conforme o termo de comparação e podendo não ser o mesmo apesar da sua aparente dimensão (logo lhe dando forma e por normal adaptação uma aparente semelhança), apresentando a Terra e o Sol tal como o poderia fazer (em termos de apreciação, comparação/semelhança) entre a ISS e o Sol: só na massa ejetada pelo Sol cabendo a Terra várias vezes. Num Sistema Planetário com mais de 4,6 biliões de anos e espalhando-se por todos os lados por biliões e biliões de anos-luz (para quem vive nem cem anos, nem percorre mais de 380 mil Km), algo ainda de muito confuso dado os valores utilizados.

(imagens: avertedimagination.squarespace.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:24

Halos-Celestiais

Terça-feira, 27.04.21

Tendo-se o Sol mantido extremamente ativo nestes últimos dias, manifestando-se através erupções/explosões na sua coroa solar (como a do filamento de 25 de abril) e CME (só nas últimas 36 horas, 3) lançando “material” no Espaço exterior ─ pretensamente não nos indo atingir (diretamente) ─ interessa estar atento ao que o nosso Astro-Rei nos reserva (neste início do 25º Ciclo Solar e a caminho de um máximo): até pelas suas implicações na Vida (no Ecossistema) do nosso planeta.

 

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Duplo Halo-Solar em forma de V

Viera ─ Flórida ─ EUA ─ 23 abril 2021

 

Numa mensagem subliminar das Entidades Solares enviada neste início de 25º Ciclo, a deteção de mais uma indicação (neste caso com “efeitos visuais”) de que o Sol estará a entrar num período de maior atividade, podendo ter repercussões um pouco por todo o Sistema Planetário incluindo o planeta Terra: no dia 23 de abril de 2021 e nos céus da localidade norte-americana de Viera (estado da Flórida), emergindo nos céus azulados cobrindo a superfície da terra dois Halos em forma de V, como que sugerindo-nos estarem a apontar (ambos), especificamente para nós ─ o planeta, a Terra.

 

Servindo-se de uma tecnologia simples utilizando apenas recursos naturais, conjugando a presença de luz e de dois tipos de cristais (gelados) ─ circulando em nuvens (cirros) a elevada altitude (5Km/10Km): e dando origem a partir de cristais-gelados de comportamento diferente, Halos Celestes diferenciados ─ o halo de baixo sendo o mais comum e o halo de cima o mais raro. E tal como tudo na Vida com a “aparição” ─ obvia e naturalmente projetada pelas Entidades Solares ─ a durar apenas uns intensos, mas curtos 5 minutos, vindo, indo e desaparecendo. Um facto testemunhado e registado por Dan Gore (o fotografo) há já quatro dias.

 

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Conjunto/aglomerado de manchas solares

AR2018, AR2020 e AR2021

 

Um esclarecimento promovido num momento em que o Sol (e as suas Entidades representativas), depois de um tempo de adormecimento, de reflexão e até de manutenção (recarregando-se) retoma a sua atividade não tanto à distância, mas pelo contrário, “mais presencial” intensa e dirigida, dando origem nos últimos dias (para além do aparecimento de manchas/buracos no Sol) a algumas erupções (a partir da coroa solar), lançamento de chamas solares para o Espaço exterior e à ejeção de várias CME. Que como todos sabemos ─ já que o Sol também tem rotação ─ nos poderá (raios solares, massa solar, CME) ou não, ser dirigida.

 

(imagens: Dan Gore/spaceweather.com e SDO/HMI)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:34

O SOL "faz hoje" 4,6 BA

Domingo, 18.04.21

Comemorando-se no espaço-tempo os 4,6 biliões anos (de idade) da nossa estrela ─ o SOL (uma estrela da classe espectral G2V) ─ aproveitando-se para recuperar duas primeiras imagens do Astro-Rei, (1) uma o seu mais antigo registo, (2) a outra o primeiro (registo) no interior da sua COROA SOLAR.

 

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O Sol em 1845

Podendo-se observar a presença de manchas solares

(Louis Fizeau e Leon Foucault)

 

Na imagem (1) apresentando-nos o SOL, com o registo fotográfico a ser obtido (note-se) com uma exposição de apenas 1/60, tendo como seus autores os físicos Louis Fizeau e Leon Foucault: sendo (que se conheça) o 1º retrato do Sol datado de 1845 (já lá vão 176 anos).

 

Na imagem (2) e avançando sobre a imagem (1) no mínimo umas seis gerações, com a mesma a não se resumir a um registo distante e global da nossa estrela, mas dada a sua grande proximidade (do Sol), a oferecer-nos (em pormenor) a “atmosfera” eletromagnética que a rodeia.

 

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A Coroa Solar em 2018

Numa viagem às regiões adjacentes ao Sol de uma sonda automática

(Solar Parker Prove/NASA)

 

No “1º retrato” do SOL com o mesmo a ser feito a partir da superfície da Terra a uma distância de 150 milhões de Km e já no “2º retrato” da sua COROA SOLAR com o mesmo a ser obtido a partir da SONDA SOLAR PARKER (NASA) quando a mesma se encontrava a pouco mais de 27 milhões de Km do Sol (pouco mais de 1/6 da distância Terra/Sol).

 

[BA: Biliões de Anos]

 

(consulta e imagens: mymodernmet.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:26