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Ainda Sem Estatuto

Quarta-feira, 19.05.21

Não se passando nada de novo no interior desta redoma invisível, senão notícias de doenças, de misérias, de guerras e de morte, por vezes para sairmos daqui não restando outra hipótese senão desligarmo-nos, ficarmos de cabeça ao alto e olharmos ─ perdidamente para o Céu (desligando temporariamente o Sol, pela noitinha, para a nossa observação ser mais profunda)

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Sob o céu noturno do estado de Montana

Um OVI ─ satélite, fenómeno ótico, sucata

ou um OVNI ─ terrestre, extraterrestre

 

Eis que de novo a desilusão e a raiva nos percorre (provocando um arrepio na nossa espinha),  dado até o Espaço exterior nada nos proporcionar (de alternativo) de modo a puxar-nos e agarrar-nos (desesperados como estamos, perante um próximo naufrágio), nem que seja a um qualquer apêndice, para uns sendo necessário (os que já não acreditam nesta Realidade, castrada da sua componente e complemento, a Imaginação) para outros opcional (os que vivem à custa dela, mas no entanto, eliminando o sonho aos outros).

Passados 74 anos sobre a pretensa e famosa queda de um OVNI e captura de alienígenas numa localidade norte-americana do estado do Novo México ─ conhecido como o “Incidente de Roswell” ─ pouco ou nada mais se sabendo sobre este fenómeno OVNI incluindo a presença dos respetivos ALIENS e não existindo uma prova minimamente evidente e credível, ou que de alguma forma ou feitio (sob a forma de escrita ou de imagem), não esteja invariavelmente distorcida.

Existindo alienígenas/extraterrestres nunca se tendo visto (publicamente) um único exemplar ─ ou algo resultante da sua tecnologia avançada (incompreensível para nós, por ainda não alcançada) ─ só acreditando em tal quem quiser, tal como outros acreditam em Deus, nem que este (existindo ou tendo existido) não passasse de mais um Astronauta.

Só mesmo se já cá estivessem (isto para existirem e como explicação) ─ e socorrendo-nos do tema das réplicas ─ completamente integrados entre nós.

Na imagem tal como a mesma indica (apresentada acima) registada há poucos dias no estado norte-americano de Montana, observando-se mais uma vez uma luz bem brilhante, cintilando no céu noturno com várias cores/tonalidades, em forma tradicional de “charuto” e aí se movimentando:

Com uns afirmando ser um satélite, outros um comboio de satélites de comunicação Starlink ─ ou seja, ambos um OVI (objeto voador identificado) ─ e ainda com outros persistindo nas suas convicções/desejos (os tais desesperados e fartos, das máquina-malucas terrestres) obviamente um OVNI.

Podem ser tudo, podendo ser nada, para nós.

(imagem: Behind the Scenes/youtube.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:29

A Mancha-Solar AR2822

Segunda-feira, 10.05.21

Enquanto o problema de partes do foguetão chinês Longa Marcha (responsável pela colocação em órbita do módulo central da noa Estação Espacial Chinesa) poderem na sua queda em direção à Terra atingir alguma região habitada, parece definitivamente resolvido (sem danos ou vítimas conhecidas) ─ tal como os chineses tinham previsto desintegrando-se à entrada da atmosfera e com alguns fragmentos caindo sobre o oceano Atlântico (nas proximidades das ilhas Malvinas) ─ não chegando minimamente a preocupar Portugal (incluído nas bordas da “zona de risco”), outro problema pode começar agora a colocar-se diante de nós, não querendo isso significar que poderão daí advir algum tipo relevante de danos materiais ou humanos, certamente que apenas (e como sempre esperadas) algumas perturbações: com a mancha solar AR2822 com sua atividade e estando ainda “de lado” (não nos atingindo com grande intensidade caso surjam erupções solares, ejeção de material, chamas solares, CME) para já a ter só provocado algumas perturbações e cortes nas transmissões de rádio de onda-curta (o normal nestes casos), mas acompanhando a rotação do Sol (cerca de 25 dias de duração) nos próximos dias orientando-se já (na próxima semana) na nossa direção.

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Mancha-Solar AR2822 a 9 de maio de 2021

(rodando e colocando a Terra sob o seu raio de ação)

 

E aí com o “estado do tempo no Sol” assim como na sua coroa solar podendo ser mais rigoroso nas suas consequências, apontando na nossa direção (ou não) os efeitos de alguma intensa perturbação superficial: para já produzindo tempestades menores da classe C (M-Média e X-Intensa), mas estando-se na presença de campos magnéticos tão próximos e opostos (positivos com negativos) podendo tal como numa “tempestade na Terra”, subitamente depararmo-nos com um “relâmpago” uma descarga intensa ─ uma ejeção de material, chamas solares lançadas no Espaço, uma CME, tudo na nossa direção. Felizmente tendo o nosso planeta duas preciosas muralhas de proteção capazes de deter tais “ataques” (solares) ─ caso contrário seriamos como Vénus ou Marte (planetas inóspitos para os humanos e sem vida conhecida) ─ um deles sendo o “campo magnético terrestres” o outro a nossa “camada atmosférica”, protegendo-nos como escudos (refletindo e absorvendo) contra chamas e CME. Assim se esperando para a semana, quando estivermos na mira de possíveis CME (para já com o vento solar a estar em pouco mais de V=300Km/s), neste início do 25º Ciclo Solar (de cerca de 11 anos, com um período de máxima atividade, pelo meio): talvez dando origem ao aparecimento de chamas solares da classe M (de média intensidade).

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Vénus a 11 de julho de 2020

(a mais de 12.000Km da Sonda Solar Parker)

 

No passado dia 2 de maio de 2021 e na sua 8ª aproximação ao Sol, com a sonda solar PARKER a bater um novo recorde, passando a apenas 10,4 milhões de Km da superfície do Sol (distância Terra/Sol 150 milhões de Km). E antes disso tendo-nos oferecido uma imagem do planeta Vénus tal como registada (a 11 de julho do ano passado) a pouco mais de 12.000Km da sonda, mostrando-nos ao centro (mais escuro) o principal e mais extenso planalto da superfície do planeta e sobrepondo-se (na imagem, ao planeta) vários traços resultantes de uma mistura de raios cósmicos, poeiras e luz solar refletida, como que “riscando” o cenário. E no final com um anexo informativo e “especial” dos responsáveis da NASA e da missão solar PARKER, não querendo certamente que nos deixássemos levar mais uma vez por Teorias da Conspiração (envolvendo UFO/ALIENS), informando e esclarecendo (o que é caso raro mesmo em casos como este, em que algo mais indevidamente se intromete) que o objeto aparecendo na parte inferior-esquerda sobre a superfície de Vénus, seria simplesmente um objeto do instrumento WISPR, ou seja e traduzindo, a “câmara” da sonda solar. Seja.

(imagens: NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:46

Viagem até à Capital do Algarve

Quinta-feira, 06.05.21

Numa ida ao Hospital de Faro nos finais do mês de abril ─ antecedendo o último desconfinamento iniciado a 1 de maio ─ num dia de Sol propondo-nos a um passeio e a uma pequena aventura, uma ida de carro até à estação das ferreiras, seguida por uma viagem de comboio até à cidade de Faro. Na minha viagem de ida e ocupando a janela a norte, observando atentamente as elevações do barrocal algarvio, com os seus montes e montinhos (cerros) pejados de casas brancas. Do outro lado tendo-se a zona do litoral e no centro Albufeira-Faro surgindo ainda Quarteira/Vilamoura: o “segmento de reta” turístico da Região Algarvia, com a sua mediatriz a cruzá-lo na capital do turismo, Albufeira.

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Albufeira

(Praia dos Pescadores)

 

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Faro

(Estação da CP)

 

Numa semana com o Algarve já aberto (mais ou menos) com a exceção de três concelhos ─ Aljezur, Portimão e Albufeira ─ razão pela qual chegado a Faro e ainda não habituado (vindo eu de Albufeira), pedi licença para entrar num café tendo no seu interior clientes: sentindo-me como se viesse de um distante (outras regras) mas ao mesmo próximo (mesmas pessoas) outro mundo, contudo facilmente me integrando, dada a situação comum para os restantes (presentes, olhando, mas logo desligando). E para testar pegando um táxi, sendo esta a 3ª opção (forçada) de pagamento, em torno dos 3.5, 4.0 ou 4.5 euros. Na viagem de ida (como na viagem de volta) sendo passageiros jovens (estudantes) e outros mais velhos como eu.

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Faro

(Hospital Público)

 

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Faro

(Zona Ribeirinha)

 

No Hospital de Faro e pelo início da tarde (de um dia de semana e com a cidade já desconfinada), sendo reduzido o movimento (nem existindo grande fila de confirmação), rápido o atendimento (pouca espera) e um flash a consulta ─ sendo necessário, havendo ainda pouca gente e mesmo antes do pedido, até se conseguindo a radiografia, o TAC e a análise. Mais uma vez nada tendo a dizer contra, o trabalho dos profissionais de saúde. Deixando o Hospital de Faro, regressando ao cais de embarque (para a viagem de regresso) e atravessando a linha do comboio, deparando-me com a linha de água integrando já os limites ocidentais da ria Formosa: refletindo os raios solares e com um trilho pedestre (de passeio/lazer) a seu lado.

(imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:42

Sobreposição

Terça-feira, 04.05.21

Uma sobreposição de uma imagem do Sol localizado a 150.000.000Km da Terra (o Gigante Astro-Rei, do nosso Sistema Solar) e da Estação Espacial Internacional (ISS) circulando em volta do nosso planeta a uns 400Km de distância (muito menos que um ponto, se comparada com o Sol). Pela distância, pelo tamanho e pelo ponto de observação, induzindo-nos em erro (de observação) dada a real proporção (entre o Sol e a ISS) ─ a sensação errada da ISS ser muito maior: comprovando-se com esta apresentação e projeção ─ olhando-a com uns binóculos (em 1º plano), distribuídos pelo operador (da montagem) ao espetador tendo o Sol como tela ao fundo e colando-o à “enorme” ISS.

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(21 janeiro 2020)

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Mesmo a 1UA de distância da ISS, com os perigosos raios solares (e ainda a eles se juntando os raios cósmicos) a atingirem a ISS e neles mesmo que protegidos (no interior da estação espacial), os seus ocupantes e astronautas

 

Vivendo nós no interior de um grandioso Holograma, colocando-nos num cenário fechado e no entanto proporcionando-nos, o usufruto de um horizonte infinito: para já e para além da fronteira imposta, já nos tendo deslocado “uns mm”: considerando (numa escala minimamente credível) 1 UA = 1m nem uns 2,6mm (viagem Terra/Lua) ─ e para mais de 60 anos de exploração espacial, mesmo muito pouco, uma nódoa (na História da Evolução do Homem).

Com as máquinas levando a sua avante e já estando a caminho ou já tendo ultrapassado, os limites do Sistema Solar (Pionner 10 e 11, Voyager 1 e 2 e mais atrasada a New Horizons). Enquanto nós vemos a Lua (nos contentamos a vê-la) a mais de 380 mil Km.

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(18 junho 2020)

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Uma forma de tentar compreender a real dimensão do Sol ─ tendo o Sol um diâmetro 109X o da Terra ─ e de como uma forte erupção solar ejetando material em direção à Terra (e atingindo-a) poderia ter consequências catastróficas

 

E para termos uma melhor noção da disparidade imensa de dimensões entre dois objetos podendo ser grandes ou pequenos conforme o termo de comparação e podendo não ser o mesmo apesar da sua aparente dimensão (logo lhe dando forma e por normal adaptação uma aparente semelhança), apresentando a Terra e o Sol tal como o poderia fazer (em termos de apreciação, comparação/semelhança) entre a ISS e o Sol: só na massa ejetada pelo Sol cabendo a Terra várias vezes. Num Sistema Planetário com mais de 4,6 biliões de anos e espalhando-se por todos os lados por biliões e biliões de anos-luz (para quem vive nem cem anos, nem percorre mais de 380 mil Km), algo ainda de muito confuso dado os valores utilizados.

(imagens: avertedimagination.squarespace.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:24

Halos-Celestiais

Terça-feira, 27.04.21

Tendo-se o Sol mantido extremamente ativo nestes últimos dias, manifestando-se através erupções/explosões na sua coroa solar (como a do filamento de 25 de abril) e CME (só nas últimas 36 horas, 3) lançando “material” no Espaço exterior ─ pretensamente não nos indo atingir (diretamente) ─ interessa estar atento ao que o nosso Astro-Rei nos reserva (neste início do 25º Ciclo Solar e a caminho de um máximo): até pelas suas implicações na Vida (no Ecossistema) do nosso planeta.

 

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Duplo Halo-Solar em forma de V

Viera ─ Flórida ─ EUA ─ 23 abril 2021

 

Numa mensagem subliminar das Entidades Solares enviada neste início de 25º Ciclo, a deteção de mais uma indicação (neste caso com “efeitos visuais”) de que o Sol estará a entrar num período de maior atividade, podendo ter repercussões um pouco por todo o Sistema Planetário incluindo o planeta Terra: no dia 23 de abril de 2021 e nos céus da localidade norte-americana de Viera (estado da Flórida), emergindo nos céus azulados cobrindo a superfície da terra dois Halos em forma de V, como que sugerindo-nos estarem a apontar (ambos), especificamente para nós ─ o planeta, a Terra.

 

Servindo-se de uma tecnologia simples utilizando apenas recursos naturais, conjugando a presença de luz e de dois tipos de cristais (gelados) ─ circulando em nuvens (cirros) a elevada altitude (5Km/10Km): e dando origem a partir de cristais-gelados de comportamento diferente, Halos Celestes diferenciados ─ o halo de baixo sendo o mais comum e o halo de cima o mais raro. E tal como tudo na Vida com a “aparição” ─ obvia e naturalmente projetada pelas Entidades Solares ─ a durar apenas uns intensos, mas curtos 5 minutos, vindo, indo e desaparecendo. Um facto testemunhado e registado por Dan Gore (o fotografo) há já quatro dias.

 

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Conjunto/aglomerado de manchas solares

AR2018, AR2020 e AR2021

 

Um esclarecimento promovido num momento em que o Sol (e as suas Entidades representativas), depois de um tempo de adormecimento, de reflexão e até de manutenção (recarregando-se) retoma a sua atividade não tanto à distância, mas pelo contrário, “mais presencial” intensa e dirigida, dando origem nos últimos dias (para além do aparecimento de manchas/buracos no Sol) a algumas erupções (a partir da coroa solar), lançamento de chamas solares para o Espaço exterior e à ejeção de várias CME. Que como todos sabemos ─ já que o Sol também tem rotação ─ nos poderá (raios solares, massa solar, CME) ou não, ser dirigida.

 

(imagens: Dan Gore/spaceweather.com e SDO/HMI)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:34

O SOL "faz hoje" 4,6 BA

Domingo, 18.04.21

Comemorando-se no espaço-tempo os 4,6 biliões anos (de idade) da nossa estrela ─ o SOL (uma estrela da classe espectral G2V) ─ aproveitando-se para recuperar duas primeiras imagens do Astro-Rei, (1) uma o seu mais antigo registo, (2) a outra o primeiro (registo) no interior da sua COROA SOLAR.

 

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O Sol em 1845

Podendo-se observar a presença de manchas solares

(Louis Fizeau e Leon Foucault)

 

Na imagem (1) apresentando-nos o SOL, com o registo fotográfico a ser obtido (note-se) com uma exposição de apenas 1/60, tendo como seus autores os físicos Louis Fizeau e Leon Foucault: sendo (que se conheça) o 1º retrato do Sol datado de 1845 (já lá vão 176 anos).

 

Na imagem (2) e avançando sobre a imagem (1) no mínimo umas seis gerações, com a mesma a não se resumir a um registo distante e global da nossa estrela, mas dada a sua grande proximidade (do Sol), a oferecer-nos (em pormenor) a “atmosfera” eletromagnética que a rodeia.

 

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A Coroa Solar em 2018

Numa viagem às regiões adjacentes ao Sol de uma sonda automática

(Solar Parker Prove/NASA)

 

No “1º retrato” do SOL com o mesmo a ser feito a partir da superfície da Terra a uma distância de 150 milhões de Km e já no “2º retrato” da sua COROA SOLAR com o mesmo a ser obtido a partir da SONDA SOLAR PARKER (NASA) quando a mesma se encontrava a pouco mais de 27 milhões de Km do Sol (pouco mais de 1/6 da distância Terra/Sol).

 

[BA: Biliões de Anos]

 

(consulta e imagens: mymodernmet.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:26

Espaço ─ Cenário de Fuga

Segunda-feira, 15.03.21

“Torturados por um organismo-grande (Homem) e perseguidos por um outro organismo-pequeno (Vírus), olhando cada vez mais para o único-gigante, cenário de sobrevivência e de fuga (Espaço).”

 

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Passagem do objeto desconhecido entre a Terra e o Sol

(fevereiro 2007)

 

Chegados ao século XXI ainda olhando para o céu ─ e nele tentando encontrar respostas ─ graças à ciência e à tecnologia e apesar de estarmos muitas vezes enclausurados (num quotidiano miserável e repetitivo, alternando entre uma definição de prazer e uma definição de dor), ainda arranjamos tempo e espaço (cada vez mais caros hoje em dia) para através de outras vias (de comunicação como a WEB) mantermos uma remota esperança de (um certo dia) encontrarmos o que desde sempre (desde que temos consciência) procuramos.

 

E em vez de nos interessarmos por histórias com um final há muito decretado (replicado sucessivamente e sem fim, mesmo sabendo-se o molde já desgastado) ─ de um paraíso natural passando-se  para um pesadelo climatizado ─ desviando-nos para inglórios e maus caminhos, deixando-nos agora manipular pelos outros (perdidos como nós) e pela sua forma de apresentação (exposição do conteúdo): desde logo e por oposição (à lógica predominante do sistema) virando as costas (ao afirmado como racional) e olhando em frente (ao referido como irracional).

 

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Colocados perante a realidade, optando (como seu complemento) pela imaginação.

 

Nesta nova informação recolhida por “Behind The Scenes” (youtube.com), com a mesma disponibilizando-nos imagens de dois eventos passados na proximidade da nossa estrela (o Sol), nesse registo sendo possível de observar o trânsito de dois objetos (um por identificar, outro identificado) atravessando-se entre a Terra (nós) e o Sol (impedindo por segundos a visão total deste último), posteriormente prosseguindo e desaparecendo: um deles sendo o objeto por identificar (desde há 14 anos sem resposta) ─ registado pelas câmaras das sondas da NASA STEREO B (inoperacional na atualidade) ─ o outro (apenas usado como termo de comparação) sendo a Lua.

 

Trânsito de dois objetos diante do Sol, apresentando (a partir de observação não privilegiada, a NET) formas (diferentes dimensões), enquadramentos (no tempo) e comportamentos diferenciados (um acelerado outro nem tanto). E se um deles sendo a Lua, o outro só podendo ser (não se percebendo, como uma mera anomalia) algo de natural ou artificial: tendo em mãos o segundo caso (o que nos interessa) sendo de estranhar o não esclarecimento deste evento pela NASA ─ não sendo um corpo celeste desconhecido (colocando-nos a questão, “passando por perto e não sendo identificado?”) ─ deixando-nos sempre na dúvida se na realidade tínhamos visto alguma coisa (por exemplo um planeta em trânsito) ou se não seria mesmo algo de criação artificial, podendo ser comandado à distância (sonda automática) ou em regime presencial (nave espacial tripulada).

 

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Passagem da Lua entre a Terra e o Sol

(termo de comparação c/ a passagem anterior)

 

Pegando-se em imagens da Lua e comparando-as com imagens da missão STEREO ─ apresentando-nos um objeto por identificar, registado em vídeo em 2007 ─ levantando-se imediatamente questões (como se não procurássemos a solução, mas a aventura e o mistério) sobre o ocorrido e não surgindo (entretanto) explicações, optando-se por outras vias denominadas como alternativas (SOFT) ou adeptas das teorias da Conspiração (HARD): não se pronunciando os terrestres e ninguém ou nada intervindo, surgindo muito “naturalmente” os ET’S. Assim em fevereiro de 2007 uma mega nave espacial passou entre a Terra e o Sol ─ e quem a viu (e registou) não fomos nós (o Homem) foi uma máquina.

 

(imagens: Behind the Scenes/youtube.com/13.03.2021)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:49

Em Caldo Verde ─ Não se sabendo se c/ Chouriço

Domingo, 14.03.21

[Fácil, não muito barato, mas podendo dar milhões.]

 

Como ─ ignorando o envolvimento não mencionado de mecanismos extras e imprescindíveis no processo de produção (como transformação/distribuição) ─ se consegue criar algo (neste caso alimento), sem quatro dos seus elementos principais: Sol, água e combustível para além de pesticidas ─ Sundrop Farms is a leading horticultural player in Australia producing high-value fruit using renewable sources” (sundropfarms.com).

 

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Apresentando-se como investidor e dono deste grupo (australiano) ─ “redefining sustainable greenhouse production of fresh fruits and vegetables” ─ a empresa SUNDRP FARMS, dirigindo-se para uma indústria de produção não poluente, não destruindo solos (não os utilizando diretamente), não desperdiçando recursos (água/combustíveis fósseis), nem utilizando produtos químicos (como pesticidas).

 

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Em pleno deserto australiano (sul da Austrália) não muito longe do oceano Índico (Grande Baía Australiana) edificando uma grande infraestrutura dedicada à produção, no caso de um produto alimentar- vegetal o tomate: servindo-se de perto de 23.000 espelhos solares para a produção da energia necessária à concretização do projeto.

 

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No processo de produção de cerca de 180 mil pés de tomate e para além da técnica aí utilizada (introduzindo cascas de coco e insetos) ─ além dos 200 milhões de dólares investidos no meganegócio, no deserto seco e árido, nos confins do mundo ─ utilizando-se processos alternativos como o dos “espelhos” e da “água-do-oceano”.

 

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No deserto do sul da Austrália obtendo-se energia através do Sol (como já vimos com os espelhos ou painéis solares) e sendo necessário a existência e utilização de água (doce), indo-se buscar a mesma ao oceano (a uns quilómetros de distância) sob a forma de água-salgada até chegar à “estufa”: aí antes da sua utilização dando-se a dessalinização.

 

(fonte: SAPO/SUNDROP/WIKIPEDIA ─ imagens: sundropfarms.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:39

Num Céu Cheio de Estrelas

Quarta-feira, 10.03.21

Ao observar-se uma das muitas imagens capturadas a 7 de março de 2021 (segunda-feira, pela tardinha) pelas câmaras do ROVER PERSEVERANCE ─ “Left Navigation Camera” (Navcam) ─ mais uma eventual anomalia acidentalmente assinalada a partir da revisão (mais profunda) do registo fotográfico, oferendo-nos um retrato do Sol (imagem SOL 16/16º dia marciano) como visto a partir de Marte: e perto da nossa estrela (referência do nosso Sistema Planetário) surgindo um objeto desconhecido.

 

“Com o ROVER PERSEVERANCE estacionado em MARTE

a 150.000.000Km de distância do SOL,

a detetar perto dele (imagem da NASA)

a presença de um objeto desconhecido.”

 

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O Sol

No Universo e no mínimo uma entre 10²³ estrelas

Perseverance Rover

Left Navigation Camera (Navcam)

SOL 16/16º dia de estadia em Marte

 

Um registo pelo “apêndice” adicionado (real não resultando de montagem e credível por fornecido pela NASA) pondo logo muitos curiosos de olho nele, chamando a si muitos teóricos amadores e adeptos da conspiração, não querendo ver o que os seus olhos e mente sugerem (utilizando os órgãos dos sentidos, por vezes induzindo-nos em ilusões), mas algo de diferenciado e que nos dê algum tipo de conforto e de segurança (dada a vida monótona e miserável que levamos). Pondo de lado qualquer tipo de anomalia ocorrida (tecnológica, introduzindo erro) utilizando como seria expetável a explicação mais natural (como se nos deparássemos com o Diabo) por exemplo interferências na obtenção/processamento da imagem dando origem a imperfeições/lapsos ─ com a opção escolhida por patrocinada pelos”alternativos” (recusando-se a ir na corrente) a passar pela transformação de algo podendo ser normalizado (segundo as regras do nosso quotidiano estático e repetitivo) em algo sem controlo (sem limites de interpretação): evoluindo para uma solução diferenciada (exterior à nossa projeção) introduzindo para além da possibilidade do objeto ser um cometa ou um asteroide, uma resposta muito mais extrema incluindo naves espaciais (objetos voadores não identificados ou OVNI´s) apetrechados de tecnologia revolucionária e até podem ser conduzidas por (à distância ou presencialmente) alienígenas.

 

(imagem: mars.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:29

Alienígenas? Nem Tão Estranhos Como Isso.

Sexta-feira, 29.05.20

Com a evolução geológica da Terra (por ação interna e/ou externa), com uma violenta Tempestade Solar (poderosas CME dirigidas) ou com um impacto de um asteroide (ou outro qualquer objeto, em rota de colisão com a Terra), a poderem (há mais de 65 milhões de anos) ter Extinguido os Dinossauros e 75% dos seres vivos de então.

 

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1

 

Apenas sendo suportada por dois acontecimentos ocorridos no mesmo dia (passado dia 27 de junho de 2020), mais uma interpretação (explicação alternativa) oriunda dos teóricos da conspiração, associando o adiamento do lançamento da nave espacial DRAGON (da SPACE X do multimilionário privado ELON MUSK) com o corte na transmissão do LIVE FEED da ISS (Estação Espacial Internacional), quando supostamente este registava o aparecimento de um objeto estranho orbitando igualmente a Terra (com a ISS orbitando-nos, a cerca de 400Km de distância): como se pode ver na figura (1) num registo gravado antes de se dar o corte na transmissão em direto via NASA (ISS/TERRA), com um objeto localizado no lado inferior/esquerdo da imagem deslocando-se um pouco mais à frente da ISS a surgir movimentando-se, e projetando sobre a superfície do nosso planeta a sua sombra na parte centro/direita da mesma (provando essa sombra, ter como origem num objeto real). Com essa associação a transformar-se numa transposição (partindo da nossa imaginação, tornando-se realidade e não o contrário) ainda-por-cima alicerçada por factos semelhantes ocorridos anteriormente ─ fazendo-nos lembrar logo o “Black Night” ─ convencendo-nos por necessidade de interiorização (e de libertação por aqui, na Terra, estarmos fechados) e por um certo nível de sustentação (aparentemente mais religiosa, do que cientifica), estarmos perante um cancelamento (adiamento) do lançamento do FALCON 9/da SPACE X  com astronautas da NASA, apenas sendo devido a uma intervenção certamente que ALIENÍGENA: ao nosso conhecimento ou à Terra. Amanhã confirmando-se ou não a presença de (os mesmos/outros) estranhos.

 

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2

 

Na entrada do último mês deste primeiro semestre (de 2020) com a nossa estrela já tendo entrada num novo ciclo (o 25º) ─ atravessando um período de fraca atividade e sem nenhuma mancha visível ─ com uma erupção ocorrida e em curso na região da coroa solar situada mais a noroeste e ainda (no decorrer da sua rotação) localizada do outro lado do Sol a mostrar-se ainda bem ativa, ejetando material para o Espaço e emitindo jatos de raios solares da categoria ─ numa escala de 1 a 9 ─ M1 (médias) e C9 (pequenas): numa mancha solar ainda meio escondida, mas que na sequência do movimento de rotação do Sol poderá mantendo-se, evoluir e dirigir as suas possíveis erupções, na direção da Terra ─ nas próximas 48 horas atingindo a fronteira (o limbo, entre o invisível/não direcionado e o visível/direcionado) e virando-se para nós podendo provocar (na Terra) tempestades geomagnéticas. Não se confirmando ainda estar associada a uma nova mancha solar, mas tal sucedendo e como muitas vezes acontece ─ nestes períodos de mudança de ciclo solar (do 24º para o 25º) ─ podendo originar CME bem intensas. Podendo como todos sabemos até ter sido uma violentíssima tempestade solar a poder ter contribuído para a “Extinção dos Dinossauros” (figura 2), mas com a maioria das probabilidades a apontarem não para a “Radiação Solar” (como até poderia ter sido a “Radiação Cósmica”), mas para a forte hipótese de tal “Evento ao nível da Extinção” ter tido como protagonista um Asteroide: segundo um estudo do Imperial College London ─ “New simulations have revealed the asteroid that doomed the dinosaurs struck Earth at the 'deadliest possible' angle” ─ há cerca de 66 milhões de anos com um asteroide a entrar na atmosfera terrestre num ângulo perfeito (de 60°), maximizando os efeitos climáticos provocados pelo brutal impacto (em terra, como na atmosfera) e dizimando os dinossauros (a espécie então dominante) enquanto extinguia cerca de 75% das espécies (terrestres).

 

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3

 

Um impacto de um asteroide com mais de 10Km de dimensão (densidade = 2.630Kg/m³) e originando uma cratera de cerca de 200Km de extensão, deslocando-se a uma velocidade de 12Km/s: atingindo a Península mexicana do Iucatão no local da cratera de CHIXULUB (figura 3). Segundo alguns com alguns dos seus fragmentos (ejetados durante o impacto e atirados para o espaço exterior) ainda evoluindo (circulando) no Sistema Solar.

 

(imagens: ufosightingshotspot.blogspot.com ─ sciencedaily.com

─ Science and more/youtube.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:45