Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

30
Out 18

Com o Exércitos Solar a recuar (para a sua necessária manutenção) desde as fronteiras do Sistema (Solar) deixando territórios seus desprotegidos (mesmo nas proximidades do seu Quartel-General), outros exércitos se aproveitam – como o Exércitos Cósmico – para se introduzirem no Sistema intrometendo-se no Esquema (do nosso Sistema Planetário com um calhau tendo Vida): e oriundos do exterior (como tal desconhecidos) podendo ser perigosos.

 

Cosmic rays crashing into our planet's atmosphere produce a spray of secondary particles and photons.

 

atmospheric_radiation2.png

Radiação Estratosférica

(Céus da Califórnia/EUA)

Constatando o crescimento dos Raios Cósmicos

Desde o ano de 2015 até ao presente

 

Agora que o SOL atravessa um período de baixa atividade provavelmente por se encontrar a caminho de um dos seus mínimos – com o 24º Ciclo Solar (com os ciclos do Sol a terem uma duração média de 11 anos) iniciado em Dezembro de 2018 (e com o seu período de máxima atividade a ser reportado a Abril de 2014) a aproximar-se do seu fim dando início ao 25º Ciclo (num registo e estudo dos Ciclos Solares iniciado em 1755) – a ação dos Raios Solares atingindo o nosso Planeta (a TERRA), Atmosfera e Superfície e inevitavelmente afetando todas as formas de Vida (como o HOMEM) – evoluindo neste seu Ecossistema (Terrestre) – têm vindo progressivamente a diminuir, como o demonstra a menor intensidade registada nas CME emitidas (ejetadas a partir da coroa solar e podendo ou não atingir o nosso planeta) e o nº crescente de dias sem Manchas Solares (visíveis). E com o 24º Ciclo Solar a caminho do seu 10º Aniversário (Dezembro de 2018) prevendo-se para 2019/20 (final/início) a mudança para o ciclo seguinte (o 25º): e eventualmente e como consequência com os RAIOS SOLARES a atingirem-nos mas com baixa intensidade. Deixando a porta aberta para os outros (em princípio mais perigosos): os RAIOS CÓSMICOS.

 

As 2018 comes to an end, Solar Minimum appears to be just getting started. Cosmic rays could continue to increase for years to come.

 

hmi1898.gif

O Sol

(a 25 de Outubro de 2018)

Sem manchas solares visíveis

Este ano com um máximo s/ manchas (o 3º desde 2006) de 173 dias

 

E a partir de um estudo publicado na spaceweather.com – utilizando balões circulando a alta-altitudepodendo-se constatar de imediato a ocorrência de tal fenómeno (decrescimento nos raios solares e crescimento nos raios cósmicos) no que diz respeito aos céus dos EUA, com a ação dos Raios Cósmicos a intensificarem-se de uma forma gradual assim como preocupante desde o ano de 2015. Numa monitorização da presença de RAIOS-X, de RAIOS GAMA e de NEUTRÕES na atmosfera (sobretudo sobre o estado da Califórnia/EUA) registando em certos pontos aumentos na ordem dos 20/30%! Sendo assim fácil de entender que enquanto atravessando um Mínimo (de atividade do Sol, sem manchas e sem CME relevantes) a ação dos RAIOS SOLARES decrescerá (visivelmente) sendo esse mesmo espaço (e tempo) substituídos pelos RAIOS CÓSMICOS: “Cosmic rays are the subatomic debris of exploding stars and other violent events. They come at us from all directions, 24/7. Normally, the sun's magnetic field and solar wind hold cosmic rays at bay--but during Solar Minimum these defenses weaken. Deep-space radiation surges into the solar system.” (spaceweather.com)

 

Cosmic radiation at aviation altitudes is typically 50 times that of natural sources at sea level. Pilots are classified as occupational radiation workers and, flight attendants face an elevated risk of cancer compared to members of the general population.

 

sunspotnumbers_oct2018.png

24º Ciclo Solar

(e ponto do ciclo onde nos encontramos)

A caminho de um mínimo e de uma mudança de ciclo

Lá para o final de 2019/início de 2020 e aí iniciando-se o 25º ciclo

 

Face a esta exposição informativa (anterior) referindo-se aos Raios Solares e aos Raios Cósmicos à sua origem, penetração e influência na futura evolução do nosso Sistema Solar – e conhecendo-se antecipadamente a rota de colisão de galáxias em que se encontram a Via Láctea (a nossa) e Andrómeda (nossa vizinha) – sendo necessário diferenciar as consequências da ação de ambos: e (já agora e dado os efeitos no Ecossistema terrestre) nunca podendo haver comparação possível que se faça (solar/cósmico), dado um deles ser apenas LUZ (comum) – os Raios Solares – e o outro Pura Radiação, emitida por partículas fortemente energéticas (sobretudo protões, com produção de raios cósmicos secundários os muões) – os Raios Cósmicos. E sendo a LUZ (Raios Solares) uma radiação de natureza (e suas ondas) eletromagnética (originada no Sol) – com as outras radiações (Raios Cósmicos) apresentando-se (na sua forma) como partículas subatómicas (como eletrões e protões) extremamente energéticos e penetrantes (originadas em Supernovas e Buracos-Negro) e aparentemente muito mais perigosos para a Terra (e para a Vida) – sendo fácil de compreender a preocupação de todos nós ainda mais com a Terra de momento (mais) desprotegida: com o seu Campo Magnético (terrestre) enfraquecido (barreira de proteção) sendo muito mais vulnerável a tudo vindo do exterior (com a terra a enfraquecer as barreiras dada a baixa atividade Solar).

 

(dados e imagens: spaceweather.com)

 

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:03

29
Dez 17

Apanha um voo intercontinental de preferência que passe pelos polos

(ou então noutro buraco da camada de ozono)

 

samolet-airplane-avialayner-5962.jpg

Voando a grande altitude sobre uma camada de nuvens

(a mais de 40 000 pés)

 

Para todas aquelas pessoas que passam a vida a andar de avião passando horas seguidas em voos de longa duração sobrevoando a Terra a grande altitude (por exemplo a mais de 40 000 pés/12 000metros), uma das preocupações que as mesmas devem sempre tomar (para além da escolha da companhia aérea dando mais garantias de conforto e de segurança) e que a esmagadora maioria das vezes passa em claro (salvo uma ou outra rara exceção ninguém lhe ligando), será o de saber antecipadamente o que se passa lá fora (no exterior da aeronave) que possa afetar de algum modo (como por exemplo no que diz respeito à saúde) os passageiros que transporta.

 

E se insistires no tratamento além de radioativo talvez fiques um pouco mais luminoso

(talvez para melhor te verem e comerem de noite)

 

Nesse sentido e sabendo-se a altitude que estes aviões (comerciais de passageiros) atingemsobrevoando frequentemente a Terra por cima de um manto de nuvens mais ou menos espesso (ou seja ficando-se muito mais expostos a tudo o que possa vir do exterior do nosso Ecossistema) ‒ sendo clara a menor proteção proporcionada pela atmosfera terrestre se comparada com a normalmente registada ao nível do solo (onde nos movimentamos diariamente): com uma camada de proteção inferior no mínimo em 40 000 pés (mais de 12Km) ficando-se desde logo muito mais exposto à ação dos Raios Solares e dado o momento do atual Ciclo do Sol (a caminho de um Mínimo de atividade) ‒ por um lado sujeitando-nos a radiações solares de menor intensidade ‒ escancarando as portas aos Raios Cósmicos (como se a influência/interna do Sol diminuísse deixando entrar em força a influência/externa do Cosmos).

 

thule-greenland-neutron-monitor.jpg

Relação Ciclo Solar/nº Manchas Solares e Raios Cósmicos/intensidade

(a partir de 1950 e chegados a 2017)

 

Podendo-nos sujeitar assim a um nível de radiações elevadas (ou mesmo excessivas) com consequências inevitáveis para a saúde de todos os passageiros (hospedeiras e tripulantes) voando a grande altitude e muito frequentemente. Algo por diversas vezes (ainda no início de 2017) divulgado pela NASA (Agência Espacial Norte-americana) e pelo CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) ‒ e justificada pela chegada próxima de um Mínimo Solar, aumentando a intensidade sentida na Terra pela passagem dos perigosos e ainda mais intrusivos Raios Cósmicos ‒ mas com impacto praticamente nulo tanto nas Companhias Aéreas como (pelos vistos e estranhamente) nos seus Clientes: com os Raios Solares nestes tempos de aproximação de mais um mínimo no ciclo do Sol (ciclo esse durando cerca de 11 anos) a perderem intensidade, provocando flutuações no campo magnético terrestre (enfraquecendo-o) e permitindo a entrada de mais Raios Cósmicos. Naturalmente com a camada atmosférica envolvendo a Terra (e cumprindo tal como o campo magnético uma das suas missões essenciais pelo menos para a Vida) continuando a proteger-nos no solo, mas não o fazendo da mesma forma (eficiente) a altitudes bem mais elevadas.

 

Nunca esquecendo que viajar numa lata voadora (sendo bombardeada por raios cósmicos), poderá ser uma experiência semelhante a estarmos dentro de um micro-ondas (em funcionamento)

 

E num primeiro rescaldo feito ao ano de 2017 associando a atividade solar/cósmica (raios solares/raios cósmicos) e a evolução provocada pelas diferentes radiações atmosféricas (registadas este ano), sendo evidente a subida dos níveis de radiação cósmica (a grandes altitudes na atmosfera) incluindo nos corredores aéreos circulando os voos comerciais e de passageiros: mas sendo difícil de sinalizar possíveis efeitos na saúde de todos os passageiros (indo e vindo sem parar) já o sendo possível de detetar e estudar entre membros da tripulação. Recentemente com os primeiros casos (envolvendo a tripulação) a começarem a vir a público: inesperadamente com várias tripulações a sentirem-se indispostas durante o voo (náuseas, tonturas) num ou noutro caso solicitando mesmo uma aterragem de emergência ‒ mas para já apenas se murmurando (podendo ser sintomas de ionização ou talvez não, sendo da pressurização) entre uns e os outros (empregados e donos).

 

(imagens: goodfom.com e wattsupwiththat.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:00

11
Set 17

Não se esqueça que hoje (segunda-feira) e devido à chama solar produzida na região ativa 2673 no dia de ontem (domingo) ‒ produzindo um fluxo elevadíssimo de protões na atmosfera e provocando uma tempestade (radioativa) de nível elevado e da classe S3 (numa escala de 1/5) ‒ os riscos biológicos para os seres Humanos aumentam (e para a restante fauna e flora) especialmente a altitudes elevadas (a atmosfera e o campo magnético terrestre não nos conseguem proteger de tudo):

 

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Razão pela qual astronautas e tripulantes/passageiros de aviões estão mais expostos a situações como esta (intensas chamas solares, muitas vezes acompanhadas por fortes CME), podendo colocar em risco a sua saúde devido às intensas radiações (solares) ‒ como será o caso dos astronautas a bordo da ISS (Estação Espacial Internacional) e das grávidas especialmente em voos de longa duração.

 

“Due to the ongoing S3-level #radiation storm, NASA model has active alert for aircrew & prenatal passengers on transcontinental flights now.”

(Dr. Tamitha Skov @TamithaSkov/6:38 AM - Sep 11, 2017)

 

goes-proton-flux-september-11-2017.gif

 

Para já não falar (ainda) dos efeitos das partículas solares no funcionamento dos diversos satélites quando expostos a chamas solares intensas (e transportadas pelo vento solar) e claro está das interrupções ou colapsos nas transmissões (na propagação das ondas na atmosfera) em certas frequências de radio (altas frequências).

 

Nunca se esquecendo também e a nível da superfície terrestre (já que o Verão ainda não acabou), o perigo do Sol (para quem não se previne) e dos seus raios ultravioleta: já conferiu o índice de hoje (especialmente se for para a praia)?

 

Hoje no Algarve indicando nível UV7 (nível elevado numa escala de 1/11).

 

(imagens: NOAA/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:46

22
Mai 17

Foi o Sol que nos ajudou a aparecer.

E se não nos mexermos, desapareceremos com ele.

(já indo este, a meio do seu caminho)

 

Nestes últimos dias com o nosso planeta sob a ação de fortes ventos solares oriundos de um buraco aberto na superfície do Sol (20 e 21 Maio) ‒ fig. 1 ‒ tem-se assistido com maior intensidade e a latitudes mais elevadas aos efeitos da ação desses raios solares (provocando tempestades geomagnéticas de classe G1/menores) ao impactarem com a atmosfera terrestre:

 

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Fig. 1

Buraco na Coroa Solar

(origem do jato de vento solar)

 

Originando fenómenos mais comuns nestes momentos como as auroras (por exemplo na América do Norte), podendo as mesmas persistir ainda esta segunda-feira (dia 22 Maio) mas com a velocidade dos ventos solares a decrescerem para valores já mais perto dos 500Km/s (quando já andou pelos 700Km/s). Com o nosso planeta a abandonar a região onde os mesmos (ventos solares) se faziam sentir mais intensamente (ao passarem oriundos do Sol) e prevendo-se assim um abrandamento das condições do Tempo no Espaço (rodeando e envolvendo o planeta).

 

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Fig. 2

4 Clarões ao Pôr-do-Sol

(Califórnia/Oceano Pacífico)

 

Nesta imagem da autoria de Mila Zinkova registada no passado sábado (dia 20 Maio) ao Pôr-do-Sol, na costa da Califórnia e observando o oceano Pacífico ‒ fig. 2 ‒ assistindo-se a outro fenómeno atmosférico pouco habitual, observado geralmente ao pôr e ao nascer do Sol e sendo talvez impulsionado por estas condições particulares do “tempo que faz no espaço”: provocado por estas tempestades solares (criadas no Sol) e transformadas em tempestades magnéticas (aplicadas na Terra) ‒ neste caso com o Sol a pôr-se no horizonte e momentos antes de desaparecer a emitir uns últimos clarões (aqui 4) de cor esverdeada. Num efeito de miragem provocada pelas diferentes temperaturas das camadas de ar colocadas e sobrepostas acima da linha de água.

 

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Fig. 3

Júpiter, Steve e Aurora

(o planeta, o arco de cor purpura dançando/dividindo o Céu e uma sua companheira habitual)

 

Com muitos outros fenómenos podendo ocorrer especialmente sob tempestades solares/tempestades geomagnéticas mais intensas, dependendo os seus efeitos de muitos parâmetros variáveis desde a intensidade dos ventos solares/CME até à capacidade de proteção e defesa do campo magnético terrestre. Desde fenómenos mais comuns como os retratados na fig. 2 e na fig. 3 ‒ neste último caso o denominado Steve ‒ até fenómenos mais extremos como os já sentidos no passado: “A tempestade solar de 1859, também conhecida como Evento Carrington, foi uma poderosa tempestade solar geomagnética ocorrida em 1859 durante o auge do ciclo solar. A ejeção de massa coronal solar, atingiu a magnetosfera da Terra e induziu uma das maiores tempestades geomagnéticas já registradas. Um "feixe de luz branca na fotosfera solar foi observado e registrado pelos astrônomos ingleses Richard C. Carrington e Richard Hodgson.” (wikipedia.org)

 

(imagens: spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:24

21
Fev 13

O Sol – Fevereiro 2013

 

O Sol está chateado e com muito mau aspecto – com um corte feio e sinuoso na sua coroa – prevendo-se a chegada à Terra de fortes ventos solares.

 

(imagem – spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:47

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