Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

08
Mar 19

Com um artefacto terrestre passando tão perto do Sol – na sua maior aproximação passando a pouco mais de 6 milhões de Km da nossa estrela (apenas 1/25 da distância Terra/Sol aproximadamente 150 milhões de Km) – e ao fazê-lo estabelecendo um novo recorde de velocidade: cerca de 195Km/s. Lançado de Cabo Canaveral a 12 de Agosto de 2018 e obviamente alimentado a painéis solares − e contando ainda com a preciosa colaboração (para o seu movimento e trajeto) das forças de gravidade da Terra de Vénus e até de Júpiter.

 

wispr-big.jpg

O Sol (jato solar dele oriundo) e Mercúrio (objeto perto do centro)

Como vistos pela sonda solar Parker

 

This image from Parker Solar Probe's WISPR (Wide-field Imager for Solar Probe) instrument shows a coronal streamer, seen over the east limb of the Sun on Nov. 8, 2018, at 1:12 a.m. EST.

 

Coronal streamers are structures of solar material within the Sun's atmosphere, the corona, that usually overlie regions of increased solar activity.

 

The fine structure of the streamer is very clear, with at least two rays visible.

 

Parker Solar Probe was about 16.9 million miles from the Sun's surface when this image was taken.

 

The bright object near the center of the image is Mercury, and the dark spots are a result of background correction.

 

(texto/inglês e imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:10

24
Dez 18

Uma imagem que ficará para a História da Exploração do Cosmos pelo Homem, apresentando-nos (e desse modo dando-nos a usufruir) a instalação do primeiro sismómetro sobre a superfície de um outro planeta (que não o nosso): aqui com o braço robótico da sonda InSight (módulo de superfície) a colocar esse instrumento de deteção, medição e recolha de dados (sísmicos) – o SEIS (Experiência Sísmica em Interior de Estruturas) – sobre a superfície do planeta Marte (também conhecido por Planeta Vermelho dada a sua cor prevalecente consequência da presença do óxido de ferro) e a partir daí tomando-lhe o pulso (as suas vibrações sísmicas). Ou como diriam os cientistas responsáveis pela missão:

 

PIA22977.jpg

SEIS

O 1ª sismómetro a ser colocado à superfície de um planeta que não a Terra

(PIA 22297)

 

“Having the seismometer on the ground is like holding a phone up to your ear. We're thrilled that we're now in the best position to listen to all the seismic waves from below Mars' surface and from its deep interior.”

(Philippe Lognonné)

 

Obtida pela câmara IDC instalada no módulo de aterragem da sonda InSight e aí se podendo ver (a branco) o braço robotizado da mesma (sonda) e na sua extremidade (agarrando-o) o dito sismómetro (acobreado). E registada por volta do crepúsculo (marciano) no dia 19 de Dezembro (passada quarta-feira). Num momento (pioneiro) já antes vivido na Terra (há 130 anos) e mais tarde tendo sequência na Lua (há 50 anos):

 

“We've been waiting for this moment for a long time. It's been 130 years since the first seismic record on Earth and almost 50 years since a seismometer was placed on the Moon during the Apollo program. What we learn from SEIS will shed light on how Mars formed and evolved.”

(Philippe Lognonné)

 

[Com o primeiro sismómetro conhecido (ou sismógrafo) – nesse tempo denominado de sismoscópio – a ser inventado pelo chinês Zhang Heng (em 132), mais tarde sendo reinventado pelo escocês James Forbes (em 1842) e finalmente sendo melhorado por um trio (Milne, Ewing e Gtay) trabalhando no Japão entre 1880 e 1895. Utilizado depois na Lua (há meio século atrás) e agora em Marte (neste final de 2018).]

 

(texto/inglês: o indicado – imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:55

19
Dez 18

Com o Sol no seu núcleo central podendo atingir temperaturas ultrapassando os 15.000.000⁰C para na sua coroa solar poder variar (de uma forma incrível/surpreendente) entre os 1.000.000⁰C e os 10.000.000⁰C (mesmo que na fotosfera e em torno das manchas solares se registem temperaturas muito mais baixas na ordem dos 4.000⁰C/5.000⁰C).

 

Desde 17 de Abril de 1976 com a sonda HELIOS 2 a ter sido a nave espacial terrestre a atingir um ponto de maior aproximação ao SOL

 

– Atingindo o seu periélio a cerca de 43.400.000Km de distância –

 

wispr-resized.jpg

A primeira imagem do Sol

(emissão oriunda da coroa solar e passagem do planeta Mercúrio)

Obtida a partir da sonda solar PARKER

(Em 8 de Novembro de 2018)

 

Chegou a vez de uma outra sonda passar ainda mais perto do Sol:

 

Com a sonda solar PARKER no passado dia 19 de Outubro (de 2018) a passar a pouco mais de 41.800.000Km de distância da nossa estrela (menor que a distância Sol/Mercúrio), numa das suas 24 passagens (planeadas)

 

– Orbitando o Sol –

 

E contando com a colaboração (da força gravitacional para se propulsionar) do planeta VÉNUS (localizado a aproximadamente 108.000.000Km do Sol).

 

Nas suas órbitas em torno do Sol com a sonda solar PARKER atingindo no ano de 2024 o seu ponto de maior aproximação de sempre, passando a pouco mais de 3.800.000Km do Sol.

 

sunapproachshort2.gif

Parker Solar Probe

(sonda batendo o recorde de aproximação ao Sol)

Lançada da base de Cabo Canaveral

(Em 12 de Agosto de 2018)

 

Juntando-se assim a outros artefactos espaciais terrestres tendo como missão observar e estudar o SOL

 

– SOHO, SDO, STEREO-A –

 

Mas tendo sobre estes a grande vantagem de se situar muito mais perto da estrela e de se movimentar ao seu encontro; numa região nunca antes visitada pelo Homem tal a Temperatura e tal a Radioatividade.

 

E ainda sendo visto como um recorde de viagem tendo como referência o Sol (para além da proximidade), estando igualmente previsto a sonda solar PARKER bater o recorde da velocidade até hoje (por outra sonda) atingido:

 

Pela atrás referida HELIOS 2 em 2 de Abril de 1976 com os seus 68,6 Km/s.

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:05

13
Dez 18

E mesmo num solo em princípio árido, estéril, seco e gelado

– Como o é aquele que o nosso satélite natural nos proporciona –

Com a visão de Longo Alcance e a Estratégia de Negócios dos chineses a apoderarem-se de um dos objetivos da missão e a enviarem para o Outro Lado da Lua não só sementes como os seus imprescindíveis acompanhantes os insetos.

 

The lander (of Change’4) carries a 3 kilogram sealed container with seeds and insect eggs to test whether plants and insects could hatch and grow together in synergy on the dusty lunar surface:

 

"We want to study the respiration of the seeds and the photosynthesis on the Moon."

(Liu Hanlong, chief director of the experiment and vice president of Chongqing University)

 

Change4Rover.jpg

O Rover da sonda chinesa Change´4 na Lua

(ilustração – CNSA)

 

A caminho de se transformar no centro do Mercado Económico e Financeiro Mundial, o país mais populoso deste nosso planeta (quase 1,4 mil milhões) e apresentando a maior área de seu território (mais de 9,5 milhões de Km²) – a Republica Popular da China – antecipando um Futuro de sobrelotação (populacional) e de carência crescente de matéria-prima (com a exploração exaustiva e ininterrupta da Terra), como que sentindo-se um pouco limitado e em vias de se tornar num conjunto potencialmente Claustrofóbico (com a população Mundial a caminho dos 8 mil milhões e a área da superfície mantendo-se), decidiu responsavelmente abandonar a sua Zona de Conforto (o Ecossistema Terrestre) e dirigir-se decisivamente para a Lua: na sua direção enviando uma sonda automática (não tripulada) – a CHANGE’4 carregada por um foguetão Longa Marcha 3B – lançada a 7 de Dezembro e alunando já no ano seguinte a 3 de Janeiro (de 2019). Uma sonda equipada com um módulo de alunagem (destinado a durar 12 meses) assim como de um ROVER lunar (destinado a durar 3 meses). Numa missão da responsabilidade da CNSA (agência espacial governamental chinesa) e concretizada a partir de um lançamento efetuado no Centro de Lançamento de Satélites de Xichang (localizado na China).

 

Chang-e4_Auto18.jpeg

Lançamento da sonda Change’4

(transportada por um foguetão Longa Marcha 3B)

 

Com a sonda chinesa Change’4 a alunar na zona mais afastada da LUA (o outro lado do nosso satélite natural nunca exposto na nossa direção) – na cratera de Von Kármán – fazendo História pelo seu ato de pioneiro (a primeira sonda automática e não tripulada a fazê-lo) mas envolvendo no seu caso problemas adicionais de comunicação (ou não estivesse estacionada a sonda do Outro Lado da Lua, interpondo-se esta última na transferência de dados Terra/Lua). Preparando o caminho para as suas sucessoras e já com a Change’5 dando um passo mais à frente, recolhendo amostras (do solo lunar) e reenviando-as para Terra: para mais tarde enviar astronautas e a partir daí fundar a sua primeira Base Lunar. E tendo já em projeto a sua própria Estação Espacial (com a ISS a caminho do seu limite de vida), o envio de sondas para mundos mais distantes e prometedores (como Marte e a lua Europa), a criação de postos espaciais intermédios e de apoio (naturais ou artificiais) e previsivelmente Esgotada a Terra seguindo-se a Conquista do Espaço. Pelo que a partir do fim do Programa Apollo e da ida do Homem à Lua em naves por si tripuladas – já lá vão 46 anos (Dezembro de 1972) – poderemos estar com os chineses a abrir de novo os olhos à exploração espacial. E desse modo à salvação da nossa própria espécie.

 

(texto/inglês: Kerry Ebden/room.eu.com – imagens: room.eu.com/CNSA e eoportal.org/CASC)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:51

12
Dez 18

[Neste caso oriundos do planeta Marte e obtidos pela sonda InSight: com áudio em NASA Jet Propulsion Laboratory/youtube.com]

 

InSight Uses its Seismometer to “Hear” the Sound of Wind on Mars

(universetoday.com)

 

snapshot I.jpg

Sounds of Mars

NASA’s InSight Senses Martian Wind

01.12.2018

 

Falando-se mais um pouco do nosso vizinho (exterior) planeta MARTE e desse modo assinalando-se a presença num dos planetas do SISTEMA SOLAR (o 4º mais distante do SOL) de mais um artefacto originário do planeta TERRA (o único com vida inteligente confirmada à sua superfície)

 

– Para os Marcianos caso existissem sendo tomado como um objeto alienígena para nós apenas como mais uma sonda automática (terrestre) à descoberta do ainda misterioso Planeta Vermelho –

 

Os habitantes do nosso planeta (o 3º mais distante do Sol) puderam usufruir pela primeira vez não só das imagens recolhidas na região marciana de ELYSIUM PLANITIA

 

– Pelas câmaras do módulo de aterragem da INSIGHT (tocando a superfície de Marte no passado dia 26 de Novembro)

 

Como simultaneamente deixar-se absorver pela gravação de áudio (inédita) acompanhando um determinado momento:

 

I1.jpg

 

I2.jpg

 

I3.jpg

The spacecraft’s seismometer and air pressure sensor

Picked up vibrations from winds

As they blew across Mars’ Elysium Planitia

 

No dia 1 de Dezembro com o seu sismómetro e sensor de pressão atmosférica a detetar vibrações exteriores (como consequência de ventos exteriores na ordem dos 16 a 24Km/h) transformando de seguida essas mesmas vibrações em sons e (enviando esses dados para a TERRA) apresentando-nos o que ouviríamos estando na superfície de MARTE.

 

Algo nada original (ouvir sons provenientes do Espaço) e por diversas vezes (e em diversas circunstâncias) já praticado.

 

E com a NASA a programar já para os próximos anos a colocação de um novo ROVER sobre a superfície marciana (MARS 2020), mas agora já equipado com dois microfones (como ferramenta cientifica) de modo a ouvir tudo bem desde a aterragem em Marte:

                                                           

E existindo MARCIANOS (ou Alienígenas de outras origens por exemplo Mexicanos) podendo-se confirmar a Visão complementando-a com a Audição – para já com movimento só mesmo os DUST DEVILS (os Redemoinhos de Poeiras em Marte).

 

(imagens e legendas: nasa.jpl/youtube.com/07.12.2018)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:09

27
Nov 18

Acabada de aterrar na segunda mais extensa região vulcânica do planeta MARTE

 

– Local (situado nas imediações do equador marciano com latitude centrada nos 3⁰N) onde muitos vestígios sugerem igualmente a possível existência de água congelada (à superfície mas sobretudo em depósitos em profundidade)

 

I1.jpg

E pouco antes das 20:00 (hora de Portugal)

Com a sonda automática da NASA

InSight

A tocar a superfície do planeta MARTE

 

Altitude 300 meters… 200 meters… 80 meters… 60 meters … 50 meters, constant velocity 37 meters… 30 meters … 20 meters… 17 meters… standing by for touchdown… Touchdown confirmed! InSight is on the surface of Mars!

(Centro de Controlo da Missão InSight – JPL/NASA)

 

O módulo da sonda automática INSIGHT integra a partir de pouco antes das 20:00 desta segunda-feira (26 de Novembro de 2018) o grupo restrito de artefactos (imóveis/como a InSight ou movimentando-se/neste momento só um o CURIOSITY ativo)

 

– Por volta de dezena-e-meia sobretudo norte-americanos –

 

Colocados sobre a superfície do Planeta Vermelho.

 

Na sua primeira imagem enviada a partir de Elysium Planitia (no fundo correspondendo a SOL 0 o teste inicial) com as câmaras da InSight a mostrarem-nos uma planície seca, desértica (sujeita a grandes amplitudes térmicas) e pejada de calhaus de diferentes dimensões,

 

Coberta por uma atmosfera rarefeita (pouco densa) e carregada de areias/poeiras (originando o aparecimento de manchas nas lentes das câmaras)

 

No seu conjunto formando um cenário apresentando uma tonalidade (geológica) vermelho/alaranjada provocada pela presença de óxido de ferro (conhecido na Terra como Ferrugem).

 

Num conjunto já por diversas vezes aqui mencionado (Sistema Solar), num planeta com uma idade eventual de mais de 4,5 biliões de anos (tal como a Terra e todo o seu Sistema), num Espaço-Tempo comum atravessado e partilhado (intersetando-se, sendo paralelos)

E no entanto (e no seu conjunto) utilizado na concretização de um projeto despoletando parâmetros onde o Protagonista simplesmente não Aparece: nem que seja sob a forma de Energia & Movimento sinónimo da presença de Vida (mesmo que os nossos órgãos a não reconheçam).

 

Iniciando-se agora com a sonda INSIGHT um período de forte penetração.

 

(imagem: nasa.gov)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:36

25
Nov 18

Tendo partido da Terra (estado da Califórnia/EUA) há mais de meio ano (5 de Maio de 2018) a sonda InSight atinge a superfície de Marte (na região de Elysium Planitia) amanhã dia 26 de Novembro (de 2018).

 

312_Robotic_Arm.jpeg

O módulo de aterragem da Insight

 

A pouco mais de 24 horas de tocar a superfície do planeta MARTE (com o módulo de aterragem a fazê-lo pouco antes das 20:00 de segunda-feira hora de Portugal) – e por volta das 13:30 deste domingo (hora de Portugal) com o veículo espacial a pouco menos de 90.000.000Km de distância da Terra e já a menos de 170.000Km de distância de Marte (pouco menos de metade da distância Terra/Lua mais de 190.000Km) – a sonda automática INSIGHT prepara-se finalmente para atingir o seu 1º objetivo de missão, atingindo a parte superior da atmosfera marciana (a quase 20.000Km/h) e de seguida desacelerando violentamente a sua velocidade (a 8Km/h) até as suas pernas de suporte tocarem o solo do nosso vizinho:

 

424_Martian_Weather_Forecast_for_InSight_Landing.j

Temperatura da atmosfera em Marte

 

E a partir daí com o módulo (fixo) de aterragem da sonda INSIGNT a juntar-se ao veículo motorizado (logo móvel) da sonda CURIOSITY (o seu ROVER) sobre a superfície do PLANETA VERMELHO, um mantendo-se mais interessado na exploração/estudo da sua superfície (geologia mas também atmosfera) o outro mais na exploração/estudo do seu interior (geologia mas também circulações envolvendo ambas geologia/atmosfera). Agora que mesmo podendo ainda não estar morto – o ROVER OPPORTUNITY – tudo sugere poder estar num estado de coma irreversível.

 

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Região marciana de Elysium Planitia

 

Consolidando com mais esta aterragem (se bem-sucedida) um dos níveis iniciais (de base e fundamentais) de futuras Explorações e Conquistas de outros Mundos (como a Lua e como Marte) – como assim desejado (e antecipado) por Thomas Zurbuchen administrador-associado da NASA (nasa.gov): Landing on Mars is hard. It takes skill, focus and years of preparation. Keeping in mind our ambitious goal to eventually send humans to the surface of the Moon and then Mars, I know that our incredible science and engineering team – the only in the world to have successfully landed spacecraft on the Martian surface – will do everything they can to successfully land InSight on the Red Planet”.

 

(imagens: ilustrações/gráfico NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:30

12
Nov 18

A 26 de Novembro chega a Marte!

 

[InSight – Interior Exploration using Seismic Investigations, Geodesy and Heat Transport]

                                                                                                                                                                    

The InSight Mars lander has two science objectives

That support the Mission's science goals:

 

22116_PIA22743-16x9.jpg

Módulo de aterragem da sonda InSight

Colocado sobre a superfície do planeta Marte

Já este mês

 

Com a chegada da sonda automática INSIGHT (da responsabilidade da NASA) ao seu destino e objetivo de missão (o PLANETA VERMELHO) a estar marcado para o próximo dia 26 de Novembro deste ano (de momento com a sonda a mais de 127 milhões de Km da Terra e a mais de 3,6 milhões de Km do Sol), a agência espacial (e governamental) norte-americana prepara-se para colocar mais um módulo de aterragem sobre a superfície do planeta MARTE:

 

Formation & Evolution

Understand the formation and evolution of terrestrial planets

Through investigation of the interior structure and processes of Mars.

 

PIA17357_hires.jpg

Ponto de aterragem da sonda Insight

Entre Viking 2 e Curiosity

Localizado em Elysium Planitia

 

De modo a explorar o interior do planeta, compreender a sua evolução (ao longo de cerca de 4,5 biliões de anos) e assim tentar arranjar uma explicação (científica e aceitável) para o aspeto presente (pelo menos geológico) do mesmo.

 

Tectonic Activity

Determine the present level of tectonic activity

And meteorite impact rate on Mars.

 

Numa missão projetada para durar dois anos, podendo-nos dar a conhecer (melhor) a História do planeta Marte como de todo o conjunto do qual ele (tal como a TERRA) faz parte – tal como os cientistas da NASA sugerem analisando-lhe os Sinais Vitais, (1) verificando-lhe o pulso/seismology, (2) tirando-lhe a temperatura/heat flow e (3) e analisando os reflexos/precision tracking.

 

1024px-Despegue_de_InSight_(VAFB-20180505-PH_JBS01

Lançamento da sonda InSight

A partir de um foguetão Atlas V 401

5 Maio 2018 – Vandenberg/EUA

 

E há muito tempo ultrapassada a Grande Tempestade Atmosférica envolvendo quase integralmente a superfície marciana,

 

Com o velho Rover Opportunity circulando há mais de uma década em Marte e já com alguns percalços técnicos (e limitado por geradores solares), se não estando morto permanecendo certamente em coma profundo;

 

Com o seu irmão mais novo o Rover Curiosity mesmo continuando a trabalhar tendo que se sujeitar a um transplante cerebral para poder voltar a comunicar;

 

Para finalmente dentro de duas semanas um outro artefacto semelhante (aos anteriores) chegar a Marte – a sonda InSight – tocar a sua superfície e aí ficar a estudá-lo mas em profundidade: estática mas penetrante.

 

(texto/itálico/negrito: nasa.gov – imagens: nasa.gov, universetoday.com e wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:20

21
Set 18

Uma SONDA que na sua órbita de maior aproximação ao SOL, se situará apenas a uns 6 milhões de Km da sua COROA SOLAR: ou seja a 1/25 da distância entre a TERRA e o SOL.

 

01_wispr-crop.jpg

Primeiras Imagens

Com a Sonda SOLAR PARKER a mostrar-nos o planeta JÚPITER (centro/direita)

Assim como o centro da VIA LÁCTEA (galáxia onde a Terra se integra)

 

Lançada há mais de um mês – 12 de Agosto de 2018 – da base aérea de Cabo Canaveral (Florida/EUA) a bordo de um foguetão DELTA IV, para além de todos os dados entretanto enviados (para a sua base na Terra) durante este período de tempo, a sonda vem agora proporcionar-nos as primeiras imagens de viagem: confirmando assim o seu bom funcionamento (de todos os seus instrumentos) e oferecendo-nos para nosso usufruto imagens de Júpiter e da Via Láctea (a nossa galáxia).

 

16-00815_MissionDesign.jpg

Trajetória da sonda solar PARKER ao longo de 24 órbitas ao SOL

(com o seu lançamento a 12 de Agosto e com o ponto de maior aproximação a situar-se pelos 6 milhões de Km – primeira a 05.11.2018 a uns 24 milhões de Km)

 

De momento (a 21 de Setembro) com a sonda solar Parker dirigindo-se para o Sol a uma V = 25,4Km/s, distando da Terra 0,27UA (mais de 40 milhões de Km) e distando do Sol (o seu objetivo de missão) 0,845UA (mais de 126 milhões de Km). Já com os seus instrumentos no cumprimento das suas tarefas (no fundo desde o seu lançamento), entre elas a medição do campo elétrico e do campo magnético do Sol (e o estudo desses fenómenos e seus impactos na Terra); assim como o estudo das partículas transportadas pelo vento solar.

 

(imagens: nasa.gov e jhuapl.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:12

10
Ago 18

Sábado pelas 08:30 de Portugal

Lançando-se a sonda PARKER em direção ao SOL

 

“The solar corona is one of the last places in the solar system where no spacecraft has visited before.

It gives me the sense of excitement of an explorer.”

(Adam Szabo/nasa.gov)

 

m18-109a.jpg

A sonda solar Parker aproximando-se do Sol

(ilustração: nasa.gov)

 

Hoje dia 10 de Agosto de 2018 pelas 12:00 locais (de Albufeira), no preciso momento em que nos aproximamos rapidamente de um acontecimento histórico para todo o planeta (Terra) – ao nível da Conquista do Espaço pelo Homem (neste caso dos nossos domínios mais próximos, o Sistema Solar e o seu foco e gerador o Sol) – com o lançamento por volta das 08:30 de amanhã (sábado/hora de Portugal) da sonda solar PARKER, a primeira do seu género a “tocar” a superfície do Sol: a sua atmosfera/coroa solar. Na sua aproximação ao Sol (até entrar em órbita da nossa estrela) atingindo velocidades máximas na ordem dos 190Km/s (tornando-se logo ali na sonda mais rápida da história), para aí numa missão estimada para durar uns sete anos, completar 24 órbitas (em torno do protagonista) e atingir uma aproximação (mínima) de cerca de 6.000.000Km (1/25 da distância Terra/Sol), estudar a nossa estrela como nunca antes tenha sido feito. Aí suportando temperaturas de cerca de 1400⁰C (protegida e “climatizada” tendo que suportar apenas uns 30⁰C), para além do bombardeamento constante de diversos tipos de raios (e de radiações), penetrando a sonda espacial solar Parker como se a mesma estivesse (apenas para termos uma ideia mesmo que não completamente correta) no interior de um micro-ondas.

 

 

Com o Sol a dormir

Uma subida de 18% só nos últimos quatro anos

(da radiação oriunda do Cosmos)

 

A partir de mais um estudo (da responsabilidade da spaceweather.com) levado a cabo não só na Estratosfera (12 a 50Km) como até em altitudes (mais baixas) onde circulam muitos dos aviões comerciais e de passageiros – a Troposfera (0 a 12Km) – vem-se mais uma vez confirmar que a radiação cósmica medida na estratosfera nestes últimos quatro anos (fins de 2014 a fins de 2018) tem vindo sistematicamente a aumentar: de menos de 4.1 a mais de 4,5 uGy/hr ou seja cerca de 18%.

 

stratosphere_california.png

Variação da radiação cósmica ao longo do tempo

(de 2014/2018)

 

Podendo-se dessa forma não só estudar a variação da radiação cósmica em toda a camada Atmosférica envolvendo a Terra – Troposfera (0/12Km), Estratosfera (12/62Km), Mesosfera (62/80Km), Termosfera (80/500Km) e Exosfera (500/800Km) – particularmente naquela onde vivemos e circulamos – Troposfera em que vivemos/respiramos e Estratosfera onde circulamos de avião a jato (tudo numa estreita faixa de uns 60Km) – como até e por associação deduzir-se quais os seus efeitos sobre a saúde dos seres vivos (aí se movimentando e vivendo).

 

hmi1898.gif

O Sol sem manchas visíveis

(9 Agosto 2018)

 

Viajando num avião a menos de 12.000 metros de altitude (por exemplo 25.000 pés) com a radiação aí registada a expor os passageiros a valores cerca de 10X aos normalmente assinalados a nível da água do mar e já no caso de o fazermos num outro avião por exemplo supersónico e circulando a mais de 12.000 metros de altitude (por exemplo 40.000 pés) à mesma radiação registar valores agora 50X superiores!

 

altitudes.png

Variação da radiação cósmica com a altitude

(de 2014/2018)

 

Uma variação das radiações cósmicas agora atingindo o nosso planeta com maior intensidade (com os sensores instalados e utilizados neste estudo a detetarem Raios-X e Raios Gama numa determinada gama energética) segundo os cientistas podendo ser explicada de duas maneiras (no fundo com dois processos ocorrendo simultaneamente) complementares:

 

Dado o Sol estar a atravessar um período de fraca atividade (não se observando grande número de manchas solares) provocado pelo mesmo (Sol) se estar a aproximar de um seu Mínimo, como consequência diminuindo a Radiação Solar (atingindo a Terra) e assim abrindo-se a porta (por ocupação de Espaço disponível) agora à Radiação Cósmica (mais perigosa); por outro lado o enfraquecimento (em princípio momentâneo e à procura da manutenção do seu equilíbrio) do campo magnético terrestre, tendo como uma das suas principais funções proteger-nos igualmente (defendendo-nos como se fosse um escudo) dos Agentes Provocadores Exteriores como o são os Raios Cósmicos.

 

(imagens: nasa.gov e spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:26

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