Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

10
Ago 18

Sábado pelas 08:30 de Portugal

Lançando-se a sonda PARKER em direção ao SOL

 

“The solar corona is one of the last places in the solar system where no spacecraft has visited before.

It gives me the sense of excitement of an explorer.”

(Adam Szabo/nasa.gov)

 

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A sonda solar Parker aproximando-se do Sol

(ilustração: nasa.gov)

 

Hoje dia 10 de Agosto de 2018 pelas 12:00 locais (de Albufeira), no preciso momento em que nos aproximamos rapidamente de um acontecimento histórico para todo o planeta (Terra) – ao nível da Conquista do Espaço pelo Homem (neste caso dos nossos domínios mais próximos, o Sistema Solar e o seu foco e gerador o Sol) – com o lançamento por volta das 08:30 de amanhã (sábado/hora de Portugal) da sonda solar PARKER, a primeira do seu género a “tocar” a superfície do Sol: a sua atmosfera/coroa solar. Na sua aproximação ao Sol (até entrar em órbita da nossa estrela) atingindo velocidades máximas na ordem dos 190Km/s (tornando-se logo ali na sonda mais rápida da história), para aí numa missão estimada para durar uns sete anos, completar 24 órbitas (em torno do protagonista) e atingir uma aproximação (mínima) de cerca de 6.000.000Km (1/25 da distância Terra/Sol), estudar a nossa estrela como nunca antes tenha sido feito. Aí suportando temperaturas de cerca de 1400⁰C (protegida e “climatizada” tendo que suportar apenas uns 30⁰C), para além do bombardeamento constante de diversos tipos de raios (e de radiações), penetrando a sonda espacial solar Parker como se a mesma estivesse (apenas para termos uma ideia mesmo que não completamente correta) no interior de um micro-ondas.

 

 

Com o Sol a dormir

Uma subida de 18% só nos últimos quatro anos

(da radiação oriunda do Cosmos)

 

A partir de mais um estudo (da responsabilidade da spaceweather.com) levado a cabo não só na Estratosfera (12 a 50Km) como até em altitudes (mais baixas) onde circulam muitos dos aviões comerciais e de passageiros – a Troposfera (0 a 12Km) – vem-se mais uma vez confirmar que a radiação cósmica medida na estratosfera nestes últimos quatro anos (fins de 2014 a fins de 2018) tem vindo sistematicamente a aumentar: de menos de 4.1 a mais de 4,5 uGy/hr ou seja cerca de 18%.

 

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Variação da radiação cósmica ao longo do tempo

(de 2014/2018)

 

Podendo-se dessa forma não só estudar a variação da radiação cósmica em toda a camada Atmosférica envolvendo a Terra – Troposfera (0/12Km), Estratosfera (12/62Km), Mesosfera (62/80Km), Termosfera (80/500Km) e Exosfera (500/800Km) – particularmente naquela onde vivemos e circulamos – Troposfera em que vivemos/respiramos e Estratosfera onde circulamos de avião a jato (tudo numa estreita faixa de uns 60Km) – como até e por associação deduzir-se quais os seus efeitos sobre a saúde dos seres vivos (aí se movimentando e vivendo).

 

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O Sol sem manchas visíveis

(9 Agosto 2018)

 

Viajando num avião a menos de 12.000 metros de altitude (por exemplo 25.000 pés) com a radiação aí registada a expor os passageiros a valores cerca de 10X aos normalmente assinalados a nível da água do mar e já no caso de o fazermos num outro avião por exemplo supersónico e circulando a mais de 12.000 metros de altitude (por exemplo 40.000 pés) à mesma radiação registar valores agora 50X superiores!

 

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Variação da radiação cósmica com a altitude

(de 2014/2018)

 

Uma variação das radiações cósmicas agora atingindo o nosso planeta com maior intensidade (com os sensores instalados e utilizados neste estudo a detetarem Raios-X e Raios Gama numa determinada gama energética) segundo os cientistas podendo ser explicada de duas maneiras (no fundo com dois processos ocorrendo simultaneamente) complementares:

 

Dado o Sol estar a atravessar um período de fraca atividade (não se observando grande número de manchas solares) provocado pelo mesmo (Sol) se estar a aproximar de um seu Mínimo, como consequência diminuindo a Radiação Solar (atingindo a Terra) e assim abrindo-se a porta (por ocupação de Espaço disponível) agora à Radiação Cósmica (mais perigosa); por outro lado o enfraquecimento (em princípio momentâneo e à procura da manutenção do seu equilíbrio) do campo magnético terrestre, tendo como uma das suas principais funções proteger-nos igualmente (defendendo-nos como se fosse um escudo) dos Agentes Provocadores Exteriores como o são os Raios Cósmicos.

 

(imagens: nasa.gov e spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:26

04
Jul 18

No dia em que nos Estados Unidos da América (ainda considerada a maior potência à face do planeta Terra) comemoram a sua Declaração de Independência,

 

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Evolução da Tempestade de Poeiras entre 7 e 10 de Junho

(em Marte e conforme registo visusal da sonda Curiosity ‒ PIA 22320)

 

‒  A 4 de Julho de 1776 (já lá vão 242 anos) data em que as suas 13 colónias declararam a sua independência da Grã-Bretanha

 

E num momento em que no mesmo planeta (aparentemente devido à eleição de um novo Líder para essa mesma Potência Global) se vive um Tempo ARTIFICIAL de grande Indefinição política,

 

Muito próximo de nós e ainda em aproximação (à Terra),

 

‒ Atingindo a sua distância mínima de aproximadamente 57,6 milhões de Km a 31 de Julho ‒

 

Um outro planeta por acaso nosso vizinho (pertencendo igualmente aos Planetas Interiores/à Cintura de Asteroides como Mercúrio, Vénus, Terra e Marte) e com diversos artefactos terrestres movimentando-se em seu redor (orbitando-o ou circulando à sua superfície),

 

‒ Destacando-se aqui os veículos motorizados ainda em funcionamento e circulando em Marte como as sondas norte-americanas OPPORTUNITY e CURIOSITY (sob responsabilidade da NASA) ‒

 

Vê-se igualmente e pela mesma altura (início do Verão) sob um estado de Indefinição mas aqui Atmosférica ou seja NATURAL,

 

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A última imagem oriunda de Marte enviada pelo Rover Opportubity

(SOL 5111 ‒ 10 de Junho)

 

Com uma Grande Tempestade (de areias e de poeiras) a arrastar-se há já mais de um mês e com a mesma (tempestade) no decorrer da sua evolução (e crescimento) a tornar-se Global e a engolir (dentro dessa espessa e impenetrável camada de pó) todo o planeta:

 

Colocando obviamente em risco todos os artefactos terrestres localizados e colocados (e desse modo expostos à força dos elementos) à superfície do Planeta Vermelho,

 

Especialmente no caso do ROVER OPPORTUNITY (num caso de Triplo Impacto),

 

- Por ser o mais velho (14 anos em Marte contra 6 do seu colega mais novo),

 

- Por ser o mais exposto (com o ROVER CURIOSITY eventualmente mais protegido no interior da cratera de GALE),

 

- E por depender exclusivamente do seu Gerador Solar (e do aproveitamento dos seus Painéis Solares) ao contrário do CURIOSITY alimentado por Energia Nuclear (nada tendo a recear com a chegada da escuridão).

 

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Pré-lançamento do Rover Opportunity

(Centro Espacial Kennedy/Florida)

 

Com a intensificação da Tempestade Atmosférica Marciana (Total) e com os seus efeitos (ainda visíveis) a persistirem,

 

Provavelmente com a mesma (tempestade) podendo estar a atingir o seu pico (tempestades habituais aquando da chegada do Verão a Marte), colocando-se em causa a recuperação do veículo motorizado mais idoso e unicamente solar (recorde-se que inicialmente projetado para funcionar apenas 3 meses):

 

Desde o dia 10 de Junho (dia do envio das últimas imagens relativas a SOL 5111) com o ROVER a entrar em suspensão, esperando pacientemente por melhores dias (melhores condições ambientais) e por uma possível recuperação.

 

Com os especialistas da NASA face ao PEDE (Planet-Encircling Dust Event) ainda em curso,

 

‒ No nunca pisado pelo Homem

(pelo menos no seu Molde presente, referido ao seu último Ciclo)

Planeta Vermelho

(em tempos remotos provavelmente possuindo água e atmosfera e até podendo contar com a presença de Vida),

Pelo menos desde o seu último Salto, de Espaço, no Tempo e Civilizacional

(podendo ‒ sabe-se lá ‒  uma réplica anterior à nossa já ter no passado habitado Marte e mais tarde por qualquer motivo/Evento extremo ter Saltado para outro lado, o mais próximo possível e de preferência integrando o Sistema/Solar)

 

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Relação entre o recarregamento das baterias solar e a opacidade atmosférica

(com a Tempestade Atmosférica descendo drasticamente o processo de carga)

 

A manterem ainda intacta a esperança no regresso do veículo motorizado Opportunity (ressuscitando-o), apesar da Meteorologia Atmosférica Extrema rodeando (com maior impacto e consequências) o artefacto terrestre (segundo eles com esta tempestade ainda a afetar fortemente cerca de 1/4 do planeta):

 

Na sua última transmissão originada no Vale Perseverança (início de Junho) prosseguindo o seu trabalho ‒ Geológico ‒ na superfície de Marte, parando então o seu movimento e a do seu braço mecânico (na altura sobre o rochedo LA JOYA) e aí se deixando dormir (tentando recuperar baterias e para isso aguardando o regresso do Sol e dos seus raios solares).

 

Deixando-nos esperançados de ainda voltarmos a estar de novo com a sonda OPPORTUNITY,

 

(como continuaremos a estar com a sonda CURIOSITY e como já estivemos com a contemporânea da sonda Opportunity a já inativa sonda SPIRIT)

 

Pelo menos enquanto as mais novas não chegarem

(entre elas a sonda norte-americana MARS 2020 e a sonda europeia EXOMARS):

 

“Opportunity is currently the longest-serving rover on the Martian landscape. Launched back in 2004, Opportunity, together with its sister, Spirit, were designed to last for a 90-day mission. Both rovers proved far more durable than expected, however, with Spirit continuing its mission for six years before falling silent in 2010 and Opportunity still going strong well into 2018. Overall, the work done by Opportunity, Spirit, as well as the nuclear-powered Curiosity, have laid the groundwork for more ambitious missions to the Red Planet. Among these are Mars 2020, a machine based on Curiosity, as well as Europe’s ExoMars rover, both of which would be sent to Mars in order to find signs of life.”

(Simon Alvarez/teslarati.com/03.07.2018)

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:56

05
Jan 18

Numa imagem espetacular enviada para a Terra pela sonda norte-americana JUNO (lançada pela NASA de Cabo Canaveral em 5 de Agosto de 2011) a partir das proximidades do planeta JÚPITER (o maior planeta do Sistema Solar localizado em Novembro/2017 a 960 milhões de Km da Terra), podemos usufruir de um cenário tumultuoso típico de se observar na atmosfera jupiteriana: demonstrando-nos como o planeta continua bastante ativo (e Vivo) e fazendo-nos imaginar (até pela sua forma, colorido e distribuição) como à sua superfície as condições apresentadas serão certamente extremas, terríveis e impossíveis de suportar pelo Homem (num planeta-gigante se comparado com a Terra). E desde há 4 meses com o suicídio de CASSINI (atrevendo-se a atravessar a atmosfera de Saturno e rapidamente sendo esmagada) com JUNO a ser a nossa única presença por aquelas regiões do Espaço.

 

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JÚPITER

(PIA 21973)

 

Uma imagem registada a 16 de Dezembro de 2017 quando a sonda JUNO se encontrava a pouco mais de 13.000Km de JÚPITER ‒ como a agência espacial norte-americana refere a uma distância praticamente igual ao diâmetro da Terra ‒ e como tem acontecido nos últimos tempos posteriormente editada por Cidadãos Cientistas (assim designados pela NASA) ‒ depois de melhorada e realçados alguns pormenores ‒ e finalmente sendo editada num Site da NASA (neste caso a 4 de Janeiro de 2018 no seu PHOTOJOURNAL). Mostrando-nos que tal como acontece no nosso planeta Cenários de Beleza podem esconder Constituintes Terríveis, mas que no entanto talvez num Futuro não muito distante JÚPITER ainda venha a ter um papel preponderante (a desempenhar até para o Homem) ‒ sendo Protagonista como talvez já o tenha sido (no início da formação do Sistema Solar).

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:45

05
Dez 17

A Sonda Interestelar

 

“A set of thrusters aboard the Voyager 1 spacecraft successfully fired up Wednesday after 37 years without use. Since 2014, engineers have noticed that the thrusters Voyager 1 has been using to orient the spacecraft, called "attitude control thrusters," have been degrading.”

(NASA/JPL)

 

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Trajetória das 4 sondas Interestelares

(Pioneer 10 e 11 e Voyager 1 e 2)

 

Lançada em 5 de Setembro de 1977 (há 40 anos) pela Agência Espacial Norte-Americana (NASA) tendo como objetivo JÚPITER, SATURNO e finalmente o ESPAÇO INTERESTELAR (localizado para lá do nosso SISTEMA SOLAR), a sonda VOYAGER 1 (sendo a 1ª a atravessar os limites do nosso Sistema Planetário num facto confirmado em Setembro de 2013) ‒ tendo ainda visitado ÚRANO e NEPTUNO ‒ passados 37 anos sobre a última operação semelhante (registada no ano de 1980) e continuando (por ainda ativa) a ser operada a partir da Terra (atualmente a mais de 141 UA de distância), voltou de novo a ativar os seus PROPULSORES numa operação bem-sucedida (executada na passada 3ªfeira) ajudando na reorientação da sonda e no prolongamento da vida da mesma.

 

E sabendo-se antecipadamente que o sistema se tinha vindo progressivamente a degradar (ligado aos propulsores de controlo de altitude da sonda) e que era fundamental para a continuação da missão (agora Interestelar) fazer a reorientação da VOYGER 1 (antes propulsionada entre outros pelo planeta gigante Júpiter), sendo com enorme satisfação que os responsáveis pela mesma cerca de 19 horas e 35 minutos depois (já na 4ªfeira) receberam a confirmação da ignição (dos propulsores) transformando este último episódio (dos 40 anos de vida da Voyager 1) num Sucesso absoluto: para além da continuação da comunicação de dados entre a sonda e o nosso planeta (nunca interrompida) ficando-se agora com a certeza que mesmo a mais de 20 biliões de Km de distância da Terra e 4 décadas passadas sobre a sua partida de Cabo Canaveral, ainda é possível interagir e ter uma resposta da mesma (pensando na tecnologia de há 40 anos um acontecimento apenas Fantástico e uma confirmação das grandes e ilimitadas capacidades do Homem) ‒ já agora aplicando-o à VOYAGER 2.

 

Convertendo Dados em Música

 

“A ideia da dupla (convertendo os dados da Voyager 1 em música), assim como Kepler tinha em mente, é fazer com que possamos entender melhor como funciona o cosmos de maneiras pouco convencionais. Dessa forma, a viagem cósmica proporcionada pela bela trilha descreve o trajeto da Voyager 1, incluindo o épico momento dramático de sua aproximação a Júpiter e Saturno e a entrada no espaço interestelar.”

(Claudio Yuge/tecmundo.com.br)

 

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Transformando dados recolhidos durante 40 anos pela Voyager 1

(Em música a 4 instrumentos)

 

Como tudo tem a ver com tudo e algo ligado à VOYAGER 1 poderá ainda ter a ver com algo conhecido (mas ainda não correlacionado) ou então desconhecido (por ainda não observado), nestes últimos dias de protagonismo (dado à sonda norte-americana) e com a mesma na ribalta (ativando os propulsores colocando o Homem no pódio), com um grupo de cientistas convertendo os dados (recebidos da sonda) em música (segundo eles) Espacial e Incrível: e a partir dos dados transmitidos durante 40 anos (1977/2017) entre a VOYAGER 1 e a TERRA criando a sua Música (Domenico Vicinanza/GÉANT e Genevieve Williams/Universidade de Exeter), espelhada numa faixa de 3 minutos e utilizando (para a sua transformação) 4 tipo de instrumentos ‒ violino, flauta, trompa e percussão de Glockenspiel (podendo ser escutada em Digital Trends/Music created using data measurements sent from the Voyager 1 spacecraft/soundcloud.com).

 

Numa missão levando a sonda VOYAGER 1 (tal como com as outras 3 sondas interestelares) a lugares do Espaço onde o Homem nunca esteve, atravessando os limites (extremos) do Sistema Solar (a sua zona fronteiriça) ‒  local onde a influência do Sol diminui drasticamente (face à presença dos raios cósmicos) justificado pela influência do Espaço Infinito que o rodeia ‒ e levando esta e outras sondas automáticas a distâncias para além dos 84UA/Voyager 2 e 94 UA/Voyager 1. Um Sistema Planetário (onde a Terra se integra) rodeando uma estrela (o Sol) e pertencendo a uma galáxia (Via Láctea) com mais de 200 milhões de estrelas, provavelmente com muitas delas estando rodeadas por planetas mas devido à pequenez destes e à distância a que se encontram (e não sendo brilhantes como as estrelas) não sendo detetados e passando despercebidos ‒ e até podendo possuir algum tipo de Vida e situar-se numa zona habitável relativamente à posição da sua respetiva estrela.

 

Talvez um dia quando o Homem assumir de vez a sua necessidade imperiosa de partir (se quiser sobreviver e persistir, pois a Terra não é eterna) e ultrapassar os Limites do Sistema Solar, possa finalmente utilizando as suas naves interplanetárias, interestelares e intergalácticas (e por aí fora, viajando no Espaço/Tempo) descobrir Outros Mundos e aí se estabelecer ‒ talvez com outras espécies talvez mesmo semelhantes ao Homem. Só faltando ao Homem (decidir e) partir como o fazem todas as espécies na Terra.

 

(imagens: nasa.gov e tecmundo.com.br)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:03

03
Dez 17

Em dois artigos publicados no Site Online UNIVERSE TODAY (universetoday.com), podemos assinalar a confirmação de que a sonda automática JUNO (orbitando o distante planeta JÚPITER) se encontra de momento onde deveria estar; e de que (neste ano de 2017) mais um cometa na sua rota de aproximação ao Sol passará nas vizinhanças do planeta Terra.

 

JUNO

 

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Sonda Juno acima do Polo Sul de Júpiter

 

No caso da sonda JUNO (uma missão da responsabilidade NASA) com os cientistas a tentarem obter uma explicação para as anomalias detetadas na mesma aquando da sua aproximação ao planeta (no cumprimento do seu trajeto orbital projetado), ao passar perto do Gigante Gasoso a alta velocidade: algo já anteriormente detetado pelas sondas PIONEER (10 e 11) aquando da sua passagem numa região do espaço situada entre o planeta Úrano e o Cinturão de Kuiper (numa viagem a caminho dos limites do Sistema Solar), com as mesmas deslocadas de onde deveriam estar em quase 400.000Km.

 

Com a sonda espacial norte-americana a ser de momento o único objeto (artificial) a estar presente nessa região do Sistema Solar assinalando a presença (mesmo que não presencial) dos Humanos (o seu natural criador) ‒ agora que a sonda Cassini se foi mergulhando no seu planeta vizinho (SATURNO) ‒ devido às enormes dimensões do planeta (o maior do nosso sistema planetário e dotado de um poderoso campo magnético) e à elevada velocidade de passagem da sonda (tão perto do mesmo), correndo sempre o risco de se poder deslocar do seu trajeto e de sofrer outras interferências promovidas pelo Poder Extremo de Júpiter (se comparado com a Terra).

 

Em conclusão e incluindo nos cálculos todos os desvios e situações (positivas e negativas) com os mesmos cientistas a concluírem que no final e de facto o plano se cumprira (e que o objetivo se atingira) ‒ com a sonda a estar, onde sempre fora pensado que estivesse: a 960 milhões de quilómetros da Terra, nas proximidades do planeta Júpiter, orbitando-o em perfeição e fazendo-o em segurança. Sendo natural que numa viagem de quase 1000 milhões de Km surja sempre uma anomalia (ou outro fenómeno qualquer) como algo de habitual, lógico (valor verdadeiro ou falso) e universal.

 

COMETA

 

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Cometa C/2017 T1 (Heinze) a 2 Dezembro 2017

 

No caso do cometa (descoberto este ano pelo astrónomo Aren Heinze) e já que estamos em Dezembro e a entrar na Época Natalícia (a famosa Estrela de Belém poderá ter sido um corpo celeste deste tipo) com C/2017 T1 a atingir no dia de Natal uma das pontas da sua trajetória elíptica (e atingindo o seu periélio mais tarde, a 21 de Fevereiro de 2018 e a 87 milhões de Km do Sol) passando (na ida) no seu ponto mais próximo da Terra a 4 de Janeiro de 2018 e a 33 milhões de Km de distância: apurando-se que caso o seu segundo encontro (vinda) se verificasse em Julho (e não apenas com a sua órbita/mas sem a presença da Terra em Abril, três meses antes) o cenário seria espetacular com o cometa HEINZE a passar a uns meros 2 milhões de Km da Terra.

 

Com o cometa Heinze (C/2017 T1) a atingir (a uma V=50Km/s) o seu brilho máximo (final de Dezembro) antes de atingir o seu periélio (final de Fevereiro), decrescendo ligeiramente de brilho até atingir o mesmo (periélio) e a partir do início de Março (e até finais de Setembro) diminuindo de intensidade e desaparecendo. Podendo-se sugerir que em condições semelhantes (às agora ocorridas com este cometa) mas de outra forma sendo distribuídas no Espaço e no Tempo (podendo significar como vimos antes, apenas uma diferença de meses, introduzindo cenários sequenciais mas diferentes) poderíamos estar (não este mês mas num outro mês qualquer) tal como há 2017 anos atrás a observar a passagem de um cometa (de um Asteroide, de um OVNI) e o nascimento de Jesus (de um Homem ou de um Alien) ‒ nem que fosse no Verão ou no Hemisfério Sul.

 

(imagens: nasa.gov e theskyline.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:49

26
Set 17

“No dia da Comemoração dos 20 anos sobre a partida da sonda Cassini (da Terra tendo como destino Saturno), por imposição Humana e como medida aparente de Preservação (e tal como um preservativo), celebra-se em sua vez (porque já morreu) a missa do 30º dia (da sonda).”

 

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 Explorando os planetas Exteriores ‒ Gigantes e distantes

 

Fazendo este ano no dia 15 de Outubro 20 anos sobre o seu lançamento da Terra (localizada a 150 milhões de Km do Sol) de Cabo Canaveral (Califórnia/EUA), a agência espacial NASA (em colaboração com os europeus da ESA e com os italianos da ASI) responsável pelo seu lançamento e posterior inserção orbital (menos de 7 anos depois) em torno do planeta Saturno (localizado a 1500 milhões de Km do Sol), decidiu antecipar a comemoração deste grande Evento Tecnológico dos finais do século XX (numa missão integrada no maior e mais caro projeto da NASA utilizando sondas automáticas para a exploração dos Planetas Exteriores ‒ com as Viking, as Voyager e a Galileu), substituindo-a por um episódio dramático (necessariamente envolvendo vítimas), potencialmente marcante (pelo choque ficando impresso na memória) e sobretudo final (obviamente mortal).

 

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 Sonda Cassini-Huygens ‒ Ainda na Terra em 1996

 

Na cronologia de vida desta sonda automática desde que deu à luz até ao momento em que se foi (do Programa Flagship com o objetivo de explorar regiões distantes do Sistema Solar), tendo a mesma colocado nas mãos do seu Criador o seu próprio destino (um objeto inanimado não tem destino, servindo apenas um objetivo), do qual o Mesmo não abdicou, mesmo sabendo as consequências do que estava a fazer (a matar o seu próprio filho). No dia 15 de Setembro de 2017 (precisamente um mês antes do Fim) e quando os mais otimistas vivendo no final do séc. XX (e suspeitando da mesma poder funcionar 20 anos depois) certamente pretenderiam (se ainda cá estivessem) festejar esta data como um marco histórico (da História da Conquista do Espaço por sondas automáticas não tripuladas, desde o abandono das missões Apollo), com a NASA a impor aos responsáveis desta missão o suicídio da sonda Cassini basicamente por duas razões (a segunda mais importante que a primeira):

 

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 Cassini a 634 mil Km de Saturno ‒ Em 14 Setembro 2017

 

Com a energia necessária ao seu funcionamento cada vez mais perto de se esgotar/1ª razão (fonte de alimentação de plutónio dado os painéis solares terem sido postos de lado dada a grande distância de Saturno ao Sol) e mais importante ainda com a possibilidade (no fundo inevitabilidade) de se poder perder o controlo da sonda (por falta de energia e de comunicações) facultando-lhe por mera neglicência mais uns tempos de vida (em vez de a abater imediatamente) e com isso podendo no seu caminho (desconhecido) encontrar outros Mundos (por exemplo como a preservada lua Encelados com os seus potenciais oceanos) contaminando-os (apesar de não convincente sendo para alguns uma razão para a concretização de um momento para eles espetacular) ‒ e daí THE GRAND FINALE.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:54

15
Set 17

“NASA has let one of its most valuable space exploration missions go up in smoke.

On Friday morning, the craft that has been exploring Saturn's system plunged into the planet's atmosphere and almost immediately disintegrated.”

(cnbc.com)

 

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  A sonda CASSINI

(explodindo à entrada na atmosfera de Saturno)

 

Hoje dia 15 de Setembro de 2017 pouco antes das 13:00 (em Portugal), a sonda automática CASSINI lançada em 2017 de Cabo Canaveral (estado da Flórida) e inserindo-se na órbita do planeta SATURNO em 1 de Julho de 2004 (atualmente a quase 1,5 biliões de Km da Terra), terminou a derradeira fase da sua missão apontando o seu trajeto na direção de Saturno (e da sua camada superior de nuvens), mergulhando num voo definitivo e perdendo-se na atmosfera do planeta (segundo as primeiras informações a 1.500Km do topo das nuvens).

 

Com a perda definitiva da sonda orbital CASSINI (2017) já depois do mesmo ter acontecido com o módulo de aterragem HUYGENS (em meados de Janeiro de 2005 ao atingir a superfície da lua de Saturno TITÃ), terminando a missão CASSINI-HUYGENS na região do Gigante Saturno: 13 anos orbitando o 2º maior planeta do Sistema Solar (só sendo suplantado por Júpiter) e tomando conhecimento sobre toda esta região envolvendo o planeta (incluindo as suas mais de 60 luas) num projeto agora abandonado isolando ainda mais esta área do Espaço.

 

De todas as sondas automáticas ainda ativas e movimentando-se nas profundezas do Espaço, restando apenas 5 desde o fim da sonda Cassini: e pondo de lado as VOYAGER já no limite do Sistema Solar (com a Voyager 1 fora dele e a Voyager 2 a caminho) ficando-se somente com 3 ‒ a NEW HORIZONS (a uns 5 biliões de Km) e a DAWN e a JUNO (já tendo ultrapassado os 500 milhões de Km): a primeira visitando recentemente o planeta-anão PLUTÃO e dirigindo-se atualmente na direção do CINTURÃO de KUIPER, a segunda tendo como seu principal cartão-de-visita a sua passagem por VESTA e a sua temporada em torno de CERES e finalmente com a terceira recentemente chegada ao seu destino a ter como corpo de estudo nada mais nada menos que o Gigante planeta JÚPITER (o maior do Sistema).

 

Agora com o Homem ainda mais preso à Terra (o nosso local de nascimento mas também o nosso único cemitério) ‒ atualmente apenas sendo autorizado a curtas viagens entre a Terra e a ISS por volta duns 400Km ‒ e com aquela que deveria ser a Nova Aventura da Humanidade partindo À Aventura e à Conquista (tal como o fizeram no passado com a Conquista dos Oceanos), a ser entregue a simples MÁQUINAS comandadas à distância (como se fosse um simples jogo) e assim negando a nossa participação (presencial) e tomada direta do conhecimento (utilizando todos os nossos órgãos dos sentidos).

 

"This is the final chapter of an amazing mission, but it's also a new beginning. Cassini's discovery of ocean worlds at Titan and Enceladus changed everything, shaking our views to the core about surprising places to search for potential life beyond Earth."

(Thomas Zurbuchen/NASA)

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:40

29
Out 16

Desde que o Homem abandonou “a Conquista do Espaço (a Epopeia dos Descobrimentos)” em “naves por si tripuladas (pequenas e frágeis naus navegando em mares alterosos)” – substituindo-se na sua missão por meras sondas automáticas – a aventura definitivamente acabou limitando-se à necrologia (sendo este o caso da sonda Schiaparelli). Se quiser sobreviver no mínimo terá de imitar.

 

Local de impacto da sonda SCHIAPARELLI

 

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O local da morte do piloto de testes Schiaparelli

(região mais escura)

Terminando a sua viagem interplanetária de pouco mais de meio ano

Impactando violentamente com a superfície marciana

 

Numa missão da responsabilidade da Agência Espacial Europeia (ESA) foi lançada no passado dia 14 de Março do cosmódromo de Baikonur no Cazaquistão a sonda automática SCHIAPARELLI tendo como destino o planeta Marte: uma operação-teste que terminou mal com a sonda na sua descida em direção à superfície do planeta acabando por se fragmentar ao impactar violentamente com o solo marciano.

 

Como se pode verificar na imagem (de 25 de Outubro) enviada a partir de um outro observador muito atento ao que se passa em Marte (o telescópio da sonda MRO utilizando as lentes da câmara HiRISE), mostrando-nos com tonalidades mais escuras o ponto de impacto da sonda Schiaparelli (uma cratera com cerca de 2,4m) com o planeta Vermelho. Destacando-se à esquerda uma cratera de maior dimensão e com os vestígios do impacto (e possível explosão da sonda) a destacarem-se curiosamente à direita.

 

Um percalço nas pretensões da ESA de enviar para Marte a sua própria sonda automática (transportando consigo o respetivo veículo motorizado de exploração à superfície o ROVER) agora que os russos se ofereceram para continuar a cooperar com a Europa na Conquista do Espaço (com os seus foguetões e a sua agência espacial ROSCOSMOS) e em que até os chineses já começaram a montar a sua novinha Estação Espacial.

 

(imagem: universetoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:37

21
Set 16

“No próximo dia 30 a ESA fará impactar a sonda Rosetta sobre a superfície do cometa 67P/C-G. Um cometa onde os cientistas dizem não terem ainda encontrado qualquer vestígio de água, tendo no entanto detetado oxigénio – o que poderá significar a existência de vida microbiana: e que para o espanto de muitos (e de todos os outros cometas) é mesmo capaz de cantar.”

 

Rosetta_s_final_destination.jpg

Cometa 67P/C-G

9  Setembro 2016

Com a região de Ma’at assinalada a vermelho

(local onde a sonda Rosetta tocará o cometa)

 

1.Acompanhando-o no seu trajeto e tendo como referência o Sol (ao qual ambos estão presos gravitacionalmente) a sonda ROSETTA aproxima-se rapidamente do fim da sua missão: num projeto da responsabilidade da ESA (Agência Espacial Europeia) iniciado em Março de 2004 e tendo atingido o seu ponto mais alto em Agosto de 2014 com a inserção da sonda europeia em órbita do cometa 67P/C-G.

 

2.Neste intervalo de tempo decorrido desde 2014 assistindo-se ao comportamento de 67P/C-G na sua órbita de aproximação ao Sol (ao ser acompanhado pela sonda Rosetta), com o cometa a atingir o seu periélio no início de Agosto de 2015 (a mais de 185 milhões de Km da sua estrela de referência) e encontrando-se de momento a mais de 566 milhões de Km. E contando ainda com o fracasso da sonda de aterragem PHILAE.

 

3.Um cometa descoberto há 47 anos (1969), com um período orbital de seis anos e meio, no seu ponto mais distante localizado a cerca de 850 milhões de Km, composto por dois corpos de 2/4Km ligados entre si, rodando em torno do seu eixo virtual em pouco mais de 12 horas e atualmente circulando a uma velocidade próxima dos 15Km/s (menos de metade da velocidade no seu periélio: 34Km/s).

 

4.Para certos cientistas não sendo propriamente um cometa, já que se por um lado for constituído por rochas e certos metais podendo simultaneamente conter água gelada e outros gases, por outro lado e sendo esta uma das características dos asteroides a sua órbita nunca se estenderá para distâncias superiores a 10 UA (do Sol): sabendo todos nós que os cometas serão originários da distante NUVEM DE OORT e oriundos de regiões a mais de 100 UA.

 

“Se por um lado as forças gravitacionais associadas ao cometa resultarão num impacto da sonda Rosetta de consequências certamente muito similares ao da sonda Philae, por outro lado e segundo os cientistas o brilho e as poeiras inesperadamente observadas em 67P/C-G poderão ter como causa um deslizamento de terras à superfície desse corpo celeste.”

 

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A última semana da sonda Rosetta

Setembro 2016

Período durante a qual a sonda da ESA se preparará para atingir a superfície do cometa

(67P/C-G)

 

5.Ora o cometa 67P/C-G apresenta uma órbita com um período aproximado de 6.5 anos e com a mesma a estender-se (entre o seu afélio e o periélio) entre 1.2 e 5.7 UA de distância do Sol. Que eu saiba na sua aproximação à Terra nunca nos presenteando com o aspeto por todos nós esperado e imaginado (núcleo, cabeleira e cauda) e só agora surpreendentemente e ao afastar-se, oferecendo-nos um aumento no seu brilho e o aparecimento de poeiras.

 

6.Com os instrumentos da sonda a registarem imediatamente um aumento significativo nos parâmetros relacionados com o brilho, com a presença de gases/poeiras e até com a temperatura à superfície do cometa. Num fenómeno estranho que só poderá ter sido provocado por uma forte emissão de raios oriundos do Sol e impactando o cometa, por raios cósmicos oriundos do exterior do sistema ou até mesmo (porque não) por intervenção dos ET.

 

7.Esta última hipótese baseada em teorias da conspiração, que por sua vez nos pretendem apresentar a sua proposta alternativa e explicativa do que se passa na realidade e atualmente no cometa (e que já deveria ter sido observado na sua recente aproximação ao Sol): podendo tratar-se não de um corpo natural (asteroide ou cometa) mas de um objeto artificial tendo posto os seus propulsores em funcionamento por uma questão de correção de trajetória. Uau!

 

8.Seja como for no dia 30 de Setembro de 2016 por volta das 10:40 UTC a sonda ROSETTA dará por concluída a sua missão em 67P/C-G iniciando a sua descida em direção à superfície do cometa e finalmente entrando em contacto com a mesma na região de DEIR-EL MEDINA. Terminando aí a sua missão iniciada há doze anos e após serem percorridos quase 8.000 milhões de quilómetros.

 

(imagens: esa.int)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:47

10
Dez 15

Depois de cinco anos de viagem no espaço e de uma primeira tentativa (falhada) de entrar em órbita do nosso vizinho interior o planeta VÉNUS (a sonda foi lançada em Maio de 2010, tendo o seu encontro sido previsto para Dezembro desse mesmo ano), a sonda interplanetária japonesa AKATSUKI equipada de uma vela solar utilizando a energia fornecida pelas radiações emitidas pelo SOL para se deslocar (IKAROS), atingiu finalmente o seu objetivo: após cinco anos circulando em torno do Sol e espreitando constantemente uma nova oportunidade, a sonda orbitava agora o planeta Vénus.

 

akatsuki-venus-1.jpg

Planeta Vénus a 72.000km da sonda japonesa Akatsuki
(agora em sua órbita)

 

A 7 de Dezembro de 2015 a sona Akatsuki iniciava então a sua missão de estudo da atmosfera e do clima do planeta Vénus, como o confirmaria pouco tempo depois a agência espacial japonesa (JAXA/ISAS): “As a result of measuring and calculating the Akatsuki’s orbit after its thrust ejection, the orbiter is now flying on the elliptical orbit at the periapsis altitude of about 400 kilometres (250 miles) and apoapsis altitude of about 440,000 kilometres (273,000 miles) from Venus. The orbit period is 13 days and 14 hours. We also found that the orbiter is flying in the same direction as that of Venus’s rotation” (NASA).

 

Esta sonda é atualmente a única em ação nas proximidades deste planeta vizinho (entendendo Vénus e Marte como os nossos vizinhos interiores e exteriores), sendo a sua presença no local considerada fundamental para o estudo e conhecimento do mesmo, em aspetos extremamente importantes para uma melhor compreensão da sua história geológica (atividade vulcânica e fenómenos a ela associados como descargas elétricas), climática (com temperaturas máximas a ultrapassarem os 450⁰C) e atmosférica (com a sua persistente camada de nuvens, fina e bastante tóxica a cobrirem a superfície do planeta).

 

Além da sua influência na Terra.

 

(imagem: JAXA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:26

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