Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

23
Jan 18

Toda esta Nova Temporada de Fenómenos no Presente pouco usuais de serem observados (e pelo intenso impacto visual, por nós considerado extraordinário), a iniciar-se na transição de 2017 para 2018 com o lançamento (1) de mais um Falcon 9 de Elon Musk (e da sua empresa espacial Space-X) e com o grande impacto (de formas e de cores) provocado pela passagem do mesmo (foguetão) na atmosfera terrestre:

 

“Saw a God damn UFO in Hollywood guys, what?”

(Melanie Dramos/twitter.com)

 

“We are not alone.”

(CRO/twitter.com)

 

“Nuclear alien UFO from North Korea.”

(Elon Musk/twitter.com)

 

Tal como aquando dos aviões a jato (com cerca de meio século) deixando atrás de si o seu rasto (com o Homem ainda atento a olhar), agora com outros veículos (aéreos) deixando igualmente a sua marca (e no momento político atual face à confusão provocada pelo rasto do seu foguetão, com Elon Musk a juntar numa excelente ação de marketing, Alienas, UFO’S e a Coreia do Norte).

 

322617.jpg

1

O rasto deixado pelo foguetão Falcon 9 na noite de Los Angeles

 

Cansados dos Terrestres e não compreendendo a não Declaração Alienígena (2) (confrontando-nos definitivamente com a sua existência) – apesar dos inúmeros testemunhos (nossos) afirmando a sua existência (dos Alienas), tal como os norte-americanos o fazem (com os vizinhos) apontando o dedo à Invasão Alienígena-Mexicana (em curso) – mesmo com todos os desmentidos (oficiais e científicos) sobre os mais diversos factos ocorridos (incluindo objetos/sujeitos desconhecidos) e envolvendo Entidades Externas (não originárias da Terra),

 

alien species walking among us - earth ets.jpg

2

Só em Espécies Alienígenas visitando até hoje a Terra podendo ser 5

 

Ainda nos sobressaltamos quando somos inesperadamente colocados sob cenários (por poucas vezes observado, muito menos compreendido mas fazendo parte da realidade) inequivocamente extraordinários: fazendo de novo emergir a ideia já antiga (com centenas de milhares de anos) de que para Além da Terra e do Homem algo mais existirá – e tal como em ET (o filme) com o Dedo Luminoso (comunicativo e indicativo) mesmo estando descrentes dando-nos um pouco mais de Esperança. Até hoje (finais de Janeiro/2018) nunca consumada.

 

J0.jpg

3

Lançamento do foguetão japonês EPSILON-3

 

No passado dia 18 de Janeiro com o Japão a lançar (3) a partir do Centro Espacial de Uchinoura (e sob responsabilidade da Agência Espacial do Japão JAXA) localizada em Okinawa o foguetão EPSILON-3, oficialmente destinado ao lançamento de satélites científicos dedicados à observação do nosso planeta. Tal como nos lançamentos anteriores já levados a cabo este ano (Janeiro 2018) por norte-americanos e russos (privados/SPACE-X e públicos/Roscosmos), deixando-nos usufruir de um espetáculo (para nós) tão belo como raro.

 

J1.jpgJ2.jpg

J3.jpgJ4.jpg

4/5/6/7

Sequência do lançamento do foguetão Epsilon-3

 

Na sequência das imagens (4 a 8 fornecidas pela kagayastudio) podendo-se observar o registo deixado para trás pelo rasto dos motores do foguetão japonês Epsilon-3 (lançado às primeiras horas da manhã e transformando o ainda fim da noite, em dia temporariamente antecipado), num espetáculo de formas e de cores (contrastando com o céu ao amanhecer) verdadeiramente fantástico (por estranho e imprevisível) e por momentos transportando-nos para outros Mundos e para outras crenças: envolvendo Outros (e até) podendo ser Nós.

 

J5.jpg

8

Com o combustível fornecido aos motores ainda em combustão

 

Com o foguetão Epsilon-3 a colocar com sucesso e em órbita da Terra (a 500Km de distância) um satélite de observação científica – curiosamente num início (de 2018) internacionalmente bastante atarefado – como que complementando um processo iniciado pelas agências espaciais norte-americanas (privadas) e russas (públicas) ao lançarem os seus respetivos foguetões (e respetivos satélites, com missões específicas, secretas ou não): seguindo-se (como estratégia de conquista do Espaço) os japoneses, os chineses e os indianos.

 

gallery-1454093886-red-dragon-landing-mars.jpg

9

Chegada da nave Red Dragon da Space-X a Marte

 

E tendo em consideração que a última missão tripulada tendo como destino o Espaço (exterior e para lá das vizinhanças da Terra) – e tendo como objetivo o único corpo celeste alcançável pelo Homem com a tecnologia de então (a Lua) – acaba de fazer 55 anos (em Dezembro de 2017) com a missão Apollo 17 (alunando a 11 de Dezembro de 1972), esperando-se que em função das promessas (9) de Elon Musk (Marte) e de Donald Trump (Lua) e da necessidade de resposta (imediata) de russos e chineses, os primeiros alienígenas conhecidos a atingirem um Outro Mundo (que não o seu) seremos nós: e depois da Lua (Apollo 11 alunando em 16 de Julho de 1969) apontando a Marte (com a nave Dragão da Space-X mesmo antes da partida, detendo para já a camisola amarela). Talvez lá chegando na próxima década (2020/29) antes ou depois dos ET’S (ou outro tipo de T’S) se declararem.

 

(imagens: @alias_amanada/PA, humansarefree.com, telescope take/youtube.com, kagayastudio/youtube.com e pinterest.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:11

25
Mar 17

NASA Transition Authorization Act

 

snapshot DT NASA.jpg

Momento da assinatura contando com a presença de Trump, Cruz e Rubio

(entre outros)

 

Num momento em que o apelo da NASA e o chamamento dos privados parece começar finalmente a ser ouvido (falta saber a favor de quem) – veja-se a movimentação de dois dos mais interessados no orçamento destinado à NASA, um o senador Ted Cruz pelo Texas e o outro o senador Marco Rubio pela Flórida (por sinal dois estados-base da empresa Space-X) – os olhos do mundo voltam-se de novo em direção ao Espaço, observando outra vez a Lua e desejando agora ir até Marte.

 

Trump signs NASA funding bill, sets goal of human on Mars.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

Na passada 3ªfeira dia 21 ao ler um dos títulos do jornal online The Hill fiquei a pensar no que estaria a pensar o presidente norte-americano Donald Trump ao autorizar os fundos orçamentais do seu Governo destinados à NASA para o ano de 2018: num total de 19.5 biliões de dólares e num acréscimo de 0.4 biliões ao inicialmente previsto.

 

No momento da cerimónia da assinatura da referida autorização orçamental com o Presidente dos EUA a estar ladeado por dois senadores Republicanos, sendo nada mais nada menos que dois dos seus maiores adversários da ainda recente corrida presidencial os senadores Ted Cruz (Texas) e Marco Rubio (Flórida).

 

dragoncrew.8k.jpg

SPACE-X

 

The bill’s authors and sponsors – including Sens. Ted Cruz, R-Texas, and Marco Rubio, R-Fla. – were in attendance in the Oval Office for the signing.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

O primeiro dos senadores sendo o autor da proposta, o segundo o seu patrocinador e o presidente o responsável pela assinatura de confirmação. Num financiamento governamental atribuído à Agência Espacial Norte-Americana e com o Presidente a pedir como contrapartida para o mesmo (e para os seguintes) o envio de humanos ao planeta Marte.

 

Para tirar dúvidas, dada a ambição do projeto e dado as três individualidades envolvidas, indo de imediato à procura dos orçamentos da NASA para verificar a sua evolução – e a real intenção destes três envolvidos no programa espacial norte-americano: quando já no passado outro político dessa nação falara no Espaço e na sua intenção de colocar um Homem na Lua.

 

The law provides the space agency with 19.5 billion in funding for fiscal year 2018, while requesting that the agency come up with a plan to send a crewed mission to Mars in the 2030s.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

Num momento da História da Conquista do Espaço onde tudo parece suspenso, com o Homem após pisar um outro mundo a ignorá-lo virando-lhe as costas (limitando-se à permanência num habitáculo localizado a 400Km), enviando drones pelo Espaço e substituindo-nos indevidamente e renunciando entregando aos privados o sonho que deveria ser de todos.

 

Com o orçamento oferecido por este triunvirato à NASA para o ano de 2018 a não ser mais do que uma cópia de todos aqueles que se repetem desde há mais de 50 anos: com o maior orçamento em termos comparativos com os custos atuais a ser o do distante ano de 1966 (quase 2.5 X o presente) e desde o ano de 1998 nunca ultrapassando os 20 biliões (de dólares).

 

aHR0cDovL3d3dy5zcGFjZS5jb20vaW1hZ2VzL2kvMDAwLzA2My

VIRGIN GALACTIC

 

The legislation also asks NASA to develop ways to extend human presence, including potential human habitation on another celestial body and a thriving space economy in the 21st century.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

Já lá indo portanto 19 anos desde que a NASA parou (gastando tudo nos Vaivém), entretendo-se a partir daí com a ISS e com aparelhos voadores teleguiados capazes de atingir grandes distâncias e dotados de imensos periféricos, um deles sendo o operador sentado numa cadeira tomando um café enquanto aprecia o Cosmos.

 

Com Bill Clinton, George W. Bush e Barack Obama (no poder como presidentes de 1993 a 2017) pela sua indiferença dedicada (estatuto) e irrelevância de impacto (político) – deixando unicamente a máquina a rolar – a poderem vir a ser considerados os últimos coveiros da NASA: restando ficar por saber se o próximo a salva ou lhe dá outra mocada para ver se ainda mexe.

 

The current funding legislation may wind up being a down payment on that future mission, if the technology can be developed to make it happen.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

Na verdade tudo se resumindo a um fator comum a qualquer tipo de investimento que se pretenda seguro

 

Ou seja com um processo anterior já bem consolidado e oferecendo garantias inequívocas de crescimento

 

Só possível aproveitando todo o conhecimento, trabalho e investimento inicial feito pelo setor do Estado (público),

 

Utilizando como matriz o modelo e estrutura pré-existente, ou seja,

 

O caminho já desbravado, transformado, utilizado, ativo e como tal concessionado, pronto a ser utilizado e com poucos recursos adicionais até melhorado – apenas por replicação e tal como o fazem todas as crianças (imitando e repetindo).

 

snapshot.jpg

BLUE ORIGIN

 

While interstellar travel may not happen anytime soon, there is some push from an unlikely source to return to and colonize the moon first – from Amazon owner Jeff Bezos. He has been lobbying the Trump administration to begin unmanned cargo missions to the moon by 2020, with the goal of eventually constructing living quarters and sending humans there.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

No caso dos EUA e à sua estratégia futura no que diz respeito à Conquista do Espaço (associada à obrigatória expansão dos seus territórios de intervenção, forçosamente tendo de se alargar para além do nosso conjunto restrito mas integrado e fazendo parte de algo maior naturalmente a ocupar – devido à nossa necessidade de evoluirmos e de nos expandirmos), agora com o novo Presidente tão próximo da iniciativa privada, a ser fortemente pressionado para dar mais voz ao setor: não só pela Space-X (de Elon Musk tendo como um dos objetivos maiores Marte), como pela Virgin Galactic (de Richard Branson com objetivos estritamente comerciais) e até pela Blue Origin (de Jeff Bezos tendo como um dos objetivos maiores a Lua). Pela antecedência e contratos (com a NASA) com a Space-X à frente.

 

Supporters of the project (Blue Origin) believe that a permanent moon settlement could facilitate additional space exploration and, eventually, additional colonization of our solar system. “I think that if you go to the moon first, and make the moon your home, then you can get to Mars more easily,” Bezos said.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

E com o futuro da Exploração Espacial no que concerne aos Humanos a ser previsivelmente assumida pelos privados nos EUA (logicamente em estreita colaboração com a NASA de onde virão as justificações para a sua participação e financiamento governamental), provavelmente a serem logo seguidos pelos seus colegas da Europa (ESA), enquanto na Rússia e especialmente na China o estado continuará a ser o principal orientador e financiador (apesar de alguns privados/milionários já começarem a avançar).

 

Se tudo correr bem (para público e privado) com Jeff Bezos já em 2020 a levar de novo os Humanos até à Lua e a finalmente a aí instalar uma base, com Elon Musk pela mesma altura a iniciar a sua aventura até Marte terminando na sua colonização, com Richard Branson a inaugurar as suas carreiras turísticas em órbita da Terra ou levando-nos de visita até à Lua e lá mais para oriente com a Rússia aproveitando toda a sua tecnologia de ponta (especificamente a nível dos seus foguetões) e todas as suas eventuais parcerias (com o privado e mesmo com outros países como já o faz atualmente até com os EUA no que diz respeito com a ISS) para se intrometer e ser parte na questão.

 

20160625093936846-879x485.jpg

LONGA MARCHA 7

 

E com a China perto de alcançar os 1,5 biliões de pessoas (quase 20% da população mundial) e usufruindo dos seus imensos recursos económicos e financeiros atuais (num momento em que o resto do mundo vive em crise, ainda mais gravada pela indefinição nos EUA), a lançar-se definitivamente à conquista de territórios exteriores, lançando satélites, sondas em direção a Marte, construindo poderosos motores e na perspetiva de se lançar mais além e se tornar na outra grande potência, montando a sua própria estação e a partir daí lançando-se em direção ao Espaço – e logo ali com a Lua tão perto.

 

Segundo previsões dos cientistas e técnicos chineses com os mesmos a afirmarem estarem perto de concluir o novo foguetão Longa Marcha 7 (com a sua 1ªmissão já marcada para os fins de Abril), que proporcionará a capacidade de não só começar a trabalhar no transporte de carga para a montagem da estação espacial chinesa (por módulos e com o primeiro a já ter sido lançado), como através do transporte de uma nave espacial a ele acoplada, permitirá também o transporte de tripulação o desenvolvimento da estação e a sua preparação para missões mais distantes.

 

[Nota Final]

 

[Num momento em que a América continua a transmitir para o Mundo uma imagem de total desgoverno financeiro (não exclusivo da administração Trump mas de todas as Administrações Norte-Americanas Democratas ou Republicanas), por um lado não ultrapassando de novo a barreira dos 20 biliões para a Exploração Espacial e no entanto pedindo a Lua e até Marte (com astronautas integrando as missões), mas pelo outro lado e dispondo de um orçamento previsto de mais de 1 trilião para um período de 10 anos (para muitos uma brutalidade) desbaratando apenas dinheiro sob o pretexto Obamacare. Em concreto com os 20 milhões a arderem em lume brando e com os democratas e os republicanos a lutarem pela patente – Obamacare ou Trumpcare. Estaremos ainda saudáveis para podermos ainda pensar?]

 

(imagens: youtube/washingtonpost/space/spacex/spacenews/.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:32

23
Mar 17

Na década que se inicia em 2020 uma nave espacial interplanetária partirá da Terra tendo como destino Marte e como objetivo a instalação nesse corpo celeste da primeira base terrestre exterior ao nosso planeta: daí partindo para a colonização de Marte e certamente para a sua posterior transformação num entreposto para o lançamento de outras missões tripuladas muito mais ousadas e profundas (mergulhando finalmente na imensidão do Espaço num misto de Aventura, Mistério e Descoberta do desconhecido). O que todos desejamos (mesmo que inconscientemente e para não nos sentirmos mortos) para a nossa Vida.

 

20802115234_3bbae76b6e_k-700x432.jpg

A nave Dragão entrando na atmosfera de Marte

 

A 1014 dias do início de 2020 (ano marcado pela empresa SPACE-X para se lançar definitivamente em direção ao planeta MARTE), a empresa de ELON MUSK atualmente colaborando com a Estação Espacial Internacional (ISS) – e com a NASA – no transporte de carga para o satélite em órbita da Terra (a cerca de 400Km) – com os russos através da ROSCOSMOS a serem os responsáveis pelo transporte dos astronautas – acaba de apresentar publicamente o trabalho que tem desenvolvido (conjuntamente com a NASA) no sentido de se encontrar o melhor local para se concretizar a aterragem da primeira nave DRAGÃO sobre a superfície marciana: um Evento Histórico e que segundo os objetivos da SPACE-X iniciará a colonização do Planeta Vermelho. Num projeto sofrendo um atraso de 2 anos em relação ao ano previsto para o lançamento da nave (2018), mas que num esforço conjunto privados/estado possibilitou para já a descoberta de 4 locais possíveis: Deuteronilus Mensae, Phlegra Montes, Utipia Planitia e Arcadia Planitia.

 

Para a concretização final da escolha sobre qual será o primeiro local de aterragem da nave Dragão (em Marte) – o ponto fulcral da missão e onde tudo se iniciará e a partir daí se expandirá – tendo sempre presente como parâmetros obrigatoriamente a respeitar e a determinar (a decisão final), unicamente três fatores (no entanto e muito provavelmente extremamente difícil de encontrar):

Localizar-se perto do equador marciano para uma utilização máxima da energia solar;

Localizar-se perto de grandes quantidades de gelo de modo a partir dele se obter água;

Localizar-se num local situado a baixa altitude para se usufruir de melhores condições térmicas.

Curiosamente com os quatro locais possíveis a estarem todos localizados no hemisfério Norte de Marte e a 40⁰ do seu equador.

 

Wikimolaamazonisarcadia-1-580x510.jpg

Localização de Arcadia Planitia

 

Segundo os cientistas:

Com a região de Deuteronilus Mensae (um conjunto de terras altas e planícies polvilhada de crateras) a apresentar evidências da possível presença de gelo à superfície de Marte;

Com a região de Phlegra Montes (um conjunto de montanhas com mais de 1300Km de extensão rodeada de elevações, depressões e bacias) provavelmente originada pelo movimento de placas tectónicas (não de origem vulcânica) podendo também conter alguma quantidade de água mas subterrânea (talvez em depósitos a 20m da superfície);

Com a Utopia Planitia (o local onde a sonda Viking tocou a superfície de Marte há mais de 40 anos) a ser também um sítio prometedor para a existência de água, sendo a maior bacia de impacto conhecida em todo o Sistema Solar e segundo a NASA com grandes depósitos de gelo subterrâneo;

E finalmente com Arcadia Planitia uma região de Marte a nível topográfico com um desnivelamento mais suave e equilibrado, sendo o resultado de um terreno onde há muitos anos no passado da história geológica do planeta já poderá ter circulado lava (em terrenos próximos de zonas onde terá existido atividade glacial), sugerindo a forte possibilidade da existência de gelo (ainda hoje) mas subterrâneo.

 

PSP_005719_2260-580x230.jpg

O terreno suave e menos rochoso de Arcadia Planitia

 

E das 4 regiões selecionadas pelos técnicos e cientistas da NASA/SPACE-X e aqui resumidamente apresentadas, sendo para já a preferida e para onde parece apontar a nave DRAGÃO a ARCADIA PLANITIA:

A única destas 4 regiões apresentando um terreno menos rochoso, mais suave e naturalmente de mais fácil exploração e prospeção (de água subterrânea), além de mais acessível à instalação da primeira base no planeta.

 

Futuramente e após a chegada da primeira nave Dragão com os voos a serem repetidos periodicamente a cada 2 anos (tempo que Marte demora a atingir de novo o seu ponto mais próximo da Terra), reabastecendo a base de material e pessoal num tempo de viagem de menos que 3 meses e a partir daí seguindo-se para a expansão da base inicial formando uma colónia e mais tarde transformando-a num entreposto para outras viagens e explorações (interplanetárias e intergalácticas).

 

(dados recolhidos de: Evan Gough/universetoday.com – imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:22

09
Mar 17

No Futuro e com o avanço lógico e irreversível da iniciativa privada (chamando a si a Conquista do Espaço, como novos territórios a explorar e a colonizar), talvez um bom negócio a adotar pela Agência Espacial (pelo menos para manter um museu e uns drones ainda a voar):

 

Vender papel de parede com algumas cenas da NASA

 

PIA21385_modest.jpg

Júpiter

Papel de Parede

(imagem: PIA 21385 – Sonda Juno)

 

É triste vermos aquela que há 50 anos se tornou a grande Agência Espacial do nosso planeta (a NASA) – com o Homem a colocar pela primeira vez o seu próprio pé sobre um Mundo Extraterrestre – a ter que se limitar no presente ao envio de sondas automáticas (simples drones que um dia qualquer um de nós poderá comprar num Centro Comercial) comandadas a partir de um qualquer escritório localizado ao nosso lado (esperando que as imagens cheguem entre uma sandes e uma bejeca): limitando-se a replicar tudo aquilo que qualquer um de nós já pode facilmente realizar no nosso planeta – nem necessitando sequer da nossa própria presença no objetivo e local a alcançar (espreitando o nosso vizinho ou assassinando pessoas) – aqui apenas ultrapassando os limites da Terra e testando até ao extremo as capacidades da máquina (mesmo de se poder desembaraçar sozinha). E com o Homem a ser o elemento passivo, aguardando o desempenho do Outro (delegado pelo Homem como seu representante ativo) e dos dados que o mesmo lhe for entretanto enviando.

 

Agora com mais um dos seus cidadãos-cientistas de nome Eric Jorgensen e à falta de melhor,

 

Com a sonda Cassini ainda no ativo mas já perto do fim na sua missão em Saturno, a já nos deixar saudades pelo cessar das suas imagens

 

PIA21046.jpg

Saturno

Hemisfério Norte a caminho do seu solstício de Verão

(imagem: PIA 21046 – Sonda Cassini)

 

A manipular mais uma vez uma das poucas imagens até agora recebidas de Júpiter e já tantas vezes replicada, ornamentada e no fundo alterada (e como tal nada significando para o avanço no estudo deste planeta). Um grupo de cidadãos oportunisticamente aproveitados pela NASA e de imediato utilizados pela mesma (já que ainda acreditam plenamente nela), de forma aos cada vez mais extensos períodos de tempo em que dali não sai mais nada (além do que já saíra antes) sejam sempre ocupados, mantendo o assunto presente assim como vivas as pretensões da agência; e ao mesmo tempo garantindo que estes cidadãos (os seus maiores e fieis entusiastas) não a abandonem nem que para tal lhes tenham que oferecer algo mais (espaço na página enquanto não houver novidades). Sabendo-se que mesmo estas imagens oriundas das regiões localizadas para além da Cintura de Asteroides onde se encontram os dois maiores planetas do Sistema Solar – os Gigantes Gasosos Júpiter e Saturno – se poderão perder a muito curto prazo, com o fim da missão Cassini prevista para 15 de Setembro (deste ano) e com algumas dificuldades técnicas com que a Juno já se depara.

 

Após o último voo tripulado do programa Apollo concretizado em Dezembro de 1972 e tendo como destino a Lua (missão Apollo 17 com os astronautas norte-americanos Cernan, Evans e Schmitt) – já lá vão quase 45 anos – e a última das missões do Vaivém Atlantis antes da sua reforma em Julho de 2011 (o último dos Vaivéns a deixar o ativo) – já lá vão quase 6 anos – com o Homem a apenas se aventurar no Espaço em viagens extremamente curtas (entre a Terra e a ISS, o que já fazia antes), mas agora com a ajuda dos russos (utilizando a Roscosmos e o cosmódromo de Baikonour) ou da empresa de Elon Musk (uma empresa privada e utilizando a Space-X). E com a empresa privada (de Elon Musk) pretendendo atingir Marte (com a sua nave Dragão) já durante a década de vinte – com voos tripulados, atingindo a sua superfície e colonizando o planeta. Agora mês de Março do ano de 2017 e prestes a comemorar-se 56 anos sobre o discurso de John F. Kennedy (25 Maio 1961) – momento no qual o então Presidente norte-americano colocou a Lua no caminho da Terra e obviamente na rota daquela que viria a ser a maior potência do mundo, os EUA – recordando as suas já lendárias e proféticas palavras: “I believe that this nation should commit itself to achieving the goal, before this decade is out, of landing a man on the moon and returning him safely to the Earth”.

 

logo-thumbnail-full_0.jpg spacex.jpg

NASA vs. SPACE-X

Governo e Privados disputando o Espaço – E Trump?

(imagens: Web)

 

Com as últimas notícias a revelarem os últimos avanços da NASA no seu programa de relançamento das viagens espaciais – com as novas naves a possibilitarem o transporte de astronautas, um dos objetivos considerados prioritários na retoma dos voos tripulados – anunciando já para 2018 (o mais certo lá para 2019 ou depois) o regresso ao nosso único satélite a Lua, seguida de uma viagem até Marte. Depois de meio século de interrupção (das viagens espaciais) nunca bem explicada (com o Programa Apollo a ser aparentemente encerrado por motivos estritamente financeiros) apesar dos tremendos sucessos (em Portugal observando em direto numa TV a preto-e-branco um veículo terrestre visitando um outro astro, localizado a quase meio milhão de Km de distância e com os astronautas completamente isolados num pequeníssimo habitáculo e dirigindo-se a uma velocidade de mais de 10Km/s (36000Km/h) em direção a um ponto preciso no meio do Espaço, sabendo de antemão que uma pequena falha na sua trajetória os poderia fazer passar o seu alvo a Lua, perdendo-se definitivamente a nave e com ela toda a sua equipa de 3 astronautas – uma verdadeira aventura de ficção científica mas aqui verdadeiramente antecipada no tempo), sendo difícil de acreditar na retoma do projeto há meio século suspenso, após tantos anos de interrupção e de indiferença política pelo mesmo – de Republicanos e de Democratas seguindo-se agora Trump. Será que ele aprecia Elon Musk?

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:05

23
Fev 17

Entre as 2 hipóteses colocadas em cima da mesa – sobre a presença de um objeto não identificado nas proximidades da Falcon/Dragão – a versão natural, lógica, científica e oficial será a de que se terá tratado de uma parte do foguetão (entretanto descartada) ou de lixo espacial (de passagem na altura); com os leigos, curiosos e desesperadores da vida (cansados de uma vida de réplica e dos seus atos replicados) a optarem imediatamente pela 2ªhipótese, a da presença alienígena (já que os terrestres parecem não ter mais nada para lhes oferecer).

 

snapshot.jpg

Objeto voador passando nas proximidades do foguetão/nave Falcon/Dragão

(19 de Fevereiro de 2017)

 

1

Numa operação bem-sucedida levada a cabo pela empresa norte-americana (privada) de transporte espacial SPACE-X (na sua 10ªmissão comercial), a equipa técnica responsável pela execução da missão CRS-10 concretizou no passado dia 19 de Fevereiro (domingo) mais uma viagem aérea entre o complexo 39A do Centro Espacial Kennedy (na sua 1ªutilização como rampa de lançamento ao serviço da referida empresa) e a Estação Espacial Internacional ISS.

 

2

Com o foguetão Falcon 9 (através do poderoso motor instalado no seu 1ºandar) a vencer a força da gravidade terrestre (graças à combustão de centenas ou mesmo milhares de toneladas de combustível) e a colocar em órbita numa trajetória de encontro com a ISS a sua nave DRAGÃO: propulsionada agora pelo motor colocado no seu 2ºandar e levando-a a uma manobra final de acoplagem entre a Dragão e a ISS.

 

3

Aparentemente e segundo todas as informações oriundas dos órgãos de comunicação social e da própria empresa, tendo tudo corrido bem, desde o lançamento do foguetão Falcon 9, passando pela libertação da nave Dragão e terminando no regresso do seu 1ºandar numa aterragem concretizada numa plataforma flutuante instalada sobre o mar. E no entanto com um intruso-voador a surgir inesperadamente (por 1 ou 2 segundos) num vídeo sobre a missão.

 

4

Pela localização do incidente (gravado pelas câmaras da Space-X) e pelo período durante o qual o mesmo foi registado (já tinham ocorrido os processos de separação da nave), sendo razoável de pensar que se tratariam de objetos associados à separação do 1ºandar do foguetão do 2ºandar transportando a Dragão: algo de semelhante já tendo sido observado em missões similares levadas anteriormente a cabo pela Space-X (missão de 4 de Março de 2016).

 

5

Num momento em que a ISS (já acompanhada pela Dragão numa estadia conjunta de cerca de um mês) se desloca na sua órbita a cerca de 450Km de altitude, a uma velocidade de mais de 27500Km/h e movimentando-se (acompanhando a parte da Terra onde é noite) sobre a América do Sul na direção da Austrália (10:00 em Portugal). Certamente com as duas a passarem ao lado de muito lixo espacial que se tem vindo a acumular nessa região nas proximidades da Terra – mas nunca se podendo negar a possibilidade extraterrestre.

 

O que nos leva a pensar que se os eruditos estiverem errados e os leigos (de acordo com as suas teorias e afirmações) tiverem algo de importante ou até mesmo de verdade para a explicação deste incidente (vindos do mundo profundo das suas convicções), então até poderemos sugerir estarmos em presença de marcianos preocupados com a estratégia de Elon Musk de num futuro a muito curto-prazo chegar ao seu planeta e colonizá-lo: algo que já nem na Terra acontece e que Marte (e os marcianos) jamais consentirá.

 

(imagem: spacex.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:38

21
Fev 17

Para ganhar mais dinheiro para a sua grande viagem, trabalhando para o Entreposto tal e qual um merceeiro, levando e trazendo encomendas; um apeadeiro que um dia deixará de ser do Governo dos EUA e que passará de vez para as mãos das grandes Corporações privadas – transformando-a aí numa verdadeira estação (central). Mas apenas se houver dinheiro.

 

1crs10_liftoff.jpg

Descolagem do foguetão Falcon 9 da Space-X carregando a nave espacial Dragão

 

Com o milionário de origem sul-africana ELON MUSK prestes a fazer 46 anos, é minha opinião que um dos objetivos de vida do criador da empresa de transporte espacial SPACE-X será o de um dia pisar o solo do planeta MARTE.

 

Talvez não no início de 2020 como inicialmente projetado mas segundo novas estimativas, previsões e prioridades, apontando lá para o ano 2030: numa missão já denominada como Dragão Vermelho mas ligeiramente prolongada no tempo (até à concretização do seu objetivo final pisar Marte) devido à necessidade da empresa Space-X obter mais recursos financeiros e ainda de se focar com mais atenção nas questões ligadas à tripulação e a certas questões técnicas do seu foguetão FALCON.

 

 Fazendo com que a empresa de Elon Musk por uma questão de prioridades ligadas ao aspeto financeiro do programa ligado ao projeto de colocar seres humanos vivendo em Marte, tenha que o arrastar um pouco no tempo colocando para já em primeiro lugar o seu programa comercial – pelo que só lá para dos 60 poderá cumprir o seu sonho.

 

2crs10_s2engine.jpg

Com o motor do segundo-andar já em combustão após a separação do 1ºandar

 

No passado domingo pelas 9:30 da manhã (14:30 em Portugal) com a nave espacial DRAGÃO a ser lançada do Complexo de Lançamento 39A localizado no Centro Espacial KENNEDY, transportada por um foguetão Space-X Falcon 9 e tendo como destino a Estação Espacial Internacional (ISS): segundo o site da empresa Space-X com a nave Dragão a carregar cerca de 2500Kg de material e mantimentos para a ISS e a ser o primeiro lançamento a ser efetuado do mesmo local desde o último voo do Vaivém ATLANTIS (em Julho de 2011).

 

E após a concretização da acoplagem entre a Dragão e a ISS, com a Dragão a ficar por lá cerca de um mês findo o qual descarregada e de novo carregada a nave, a mesma retornará à Terra.

 

5crs10_landed.jpg

O 1ºandar do foguetão Falcon 9 após a sua aterragem perto de Cabo Canaveral

 

E mais uma vez com o primeiro andar do foguetão Falcon 9 a ser recuperado em pleno mar, aterrando sem sobressaltos sobre uma plataforma flutuante colocada sobre a água – tornando-os reutilizáveis e sendo uma poupança substancial no investimento efetuado.

 

Por este andar e sabendo-se da ligação crescente entre a agência governamental NASA e a empresa privada Space-X (com a NASA a pagar 2.5 biliões de euros pelo transporte de astronautas entre a Terra e a ISS) com a empresa de Elon Musk a poder substituir no futuro os russos no transporte dos astronautas para a estação espacial – hoje realizada pela Rússia no cosmódromo de Baikonur, a maior base espacial do Mundo e onde se encontra instalado o centro de lançamento de foguetões para a ISS.

 

(imagens: spacex.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:29

13
Abr 16

No Crash, No Crash, For Space-X

No dia 8 de Abril de 2016

ELON MUSK atingiu finalmente o seu primeiro objetivo com a SPACE-X

 

Na passada sexta-feira a empresa do multimilionário ELON MUSK conseguiu finalmente que o 1ºandar do foguetão FALCON 9 aterra-se suavemente no seu percurso de regresso sobre uma plataforma instalada no mar. Uma tentativa concretizada com sucesso durante a missão CRS-8 da nave de carga espacial SPACE-X.

 

spacex-falcon9-rocket-barge-landing-success.jpg

Aterragem na vertical e no mar do 1ºandar do foguetão FALCON 9

 

Tornando a partir de agora possível seja em terra como no mar a recuperação do 1ºandar do foguetão (sob a ação da gravidade terrestre), reutilizando-o para outras missões e poupando milhões ao projeto. Numa operação nunca vista em terra com estas dimensões (quanto mais no mar), em que várias centenas de toneladas aterraram na vertical.

 

approach.0.jpg

A SPACE-X/módulo DRAGON depois de se ter libertado do 2ºandar

 

E colocando em órbita o módulo espacial DRAGON aqui utilizado pela SPACE-X para o transporte e entrega de carga para a Estação Espacial Internacional (ISS). Numa missão de reabastecimento a uma neve ou estação que no futuro da empresa de transporte espacial de ELON MUSK também incluirá astronautas.

 

marte dragon.jpg

Num projeto da SPACE-X com os olhos postos em Marte

 

Por este andar e nunca ignorando o poder da indústria tecnológica de ponta e dos militares norte-americanos (controlando a outra NASA, omnipotente e para todos nós desconhecida), poder-se-á mesmo seguir Marte e (porque não) a sua subsequente colonização. Desde que a iniciativa privada continue presente e sob rios de dinheiro (dólares).

 

(imagens: nasa.gov e space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:09

13
Fev 16

“Musk Says Hyperloop Could Work On Mars…Maybe Even Better!”
(Matt Williams/universetoday.com)

 

W3.jpg

Hyperloop

 

Enquanto por cá nos vamos entretendo e passando o nosso tempo bem sentados no sofá a assistir tranquilamente à destruição do nosso único planeta a Terra – numa TV último modelo a 3D e Hi-Fi – existem outros que tendo muitas mais condições e muitos mais aparelhos ainda conseguem pensar e ver para além do ecrã.

 

Nesses casos o dinheiro (atualmente o único valor seguro), a saúde (que nos permite pensar sem condicionantes físicos), assim como o desespero (a morte está logo ali à nossa espera, sem exceções e ao dobrar da esquina), fazem com que o Homem responda e assuma o que é: um corpo dinâmico, sujeito a forças e reagindo ao mundo (ação/reação).

 

Caso do milionário sul-africano Elon Musk (atingindo esse estatuto aos 28 anos quando já na Califórnia) que pretende investir parte do dinheiro ganho com as suas empresas durante estes últimos anos (Hyperloop, PayPall, Space X, Tesla Motors) na Conquista do Espaço, mais precisamente na chegada do Homem a Marte e na colonização do respetivo planeta.

 

Um projeto segundo Elon Musk com duas componentes extremamente importantes (senão mesmo decisivas) para a sobrevivência futura da própria Humanidade – sabendo-se de antemão que os recursos da Terra não são ilimitados e que o nosso planeta não durará para sempre (nas mesmas condições ambientais que lhe permitem a existência de vida).

 

V3.jpg

Space-X

 

Sendo esses dois componentes fulcrais à nossa sobrevivência, a criação de um outro lugar que possa ser alternativo ao da Terra (colonizando-o e transformando-o) e posteriormente convertendo-o numa nova plataforma de partida para outras Terras em paralelo (numa nova aventura do Homem em direção ao desconhecido).

 

Numa sequência há muito projetada e já iniciada pelas empresas de Elon Musk, como o provam os ensaios levados a cabo com êxito pela sua nave Space-X e a sua conceção futurística na área dos transportes tendo como modelo o seu comboio de alta-velocidade o Hyperloop (muito mais eficiente na quase inexistente atmosfera marciana por diminuição de atrito).

 

Num sonho muito provável de se tornar realidade a muito curto-prazo e envolvendo uma colónia composta por vários milhares de pessoas (uns 80) e até com toda a colónia ligada à internet. Nem que para tal tivesse que terraplanar Marte à custa de bombas termonucleares (lançando-as sobre as superfícies geladas e nos polos de Marte).

 

E tudo de forma a tentar criar com a libertação de gases, um efeito de estufa, aquecendo o planeta e alterando de uma forma localizada, progressiva e fechada, o ambiente marciano. E então com o crescimento de CO₂ abrindo à porta à introdução de H₂O e (sabe-se lá) ao aparecimento de uma atmosfera Fazendo-nos lembrar a da Terra).

 

(dados: universetoday.com – imagens: youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:30

Junho 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13

19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds
mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO