Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

27
Set 19

Observando o poder da NATUREZA (apenas um entre muitos, com muitos mais por identificar) exercido sobre o sudoeste da costa de ÁFRICA (zona fronteiriça entre a Namíbia e a África do Sul) − com um intruso meteorológico vindo de terra (movimentando-se por via aérea) a invadir uma região do sudeste do oceano ATLÂNTICO (separando o continente africano do continente americano) – deparando-nos com uma imagem por satélite (SUOMI NPP da NOAA/NASA) obtida do Espaço (exterior à Terra), mostrando-nos uma extensa e espessa camada de nuvens, constituída por poeiras e areias, cinzentas e a altas altitudes e dirigindo-se de terra (sentido este/oeste) para o mar.

 

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Fronteira Namíbia/África do Sul

(envolvendo o Rio Laranja)

25 setembro 2019

(Suomi NPP)

 

Um fenómeno tendo ocorrido ontem por volta das 14:25 (locais) e estendendo-se por uma área bastante extensa rodeando a norte e a sul o Rio Laranja (Orange River) − separando a Namíbia da África do Sul – com o vento levantando e transportando consigo pequenas partículas (de areias e de poeiras), circulando e flutuando (suspensas) no ar e provocando (como consequência visível/sentida) a nível da estratosfera (mais afastada da superfície) uma grande Tempestade de Poeira e a nível da troposfera (mais perto da superfície) poluição atmosférica (causando problemas respiratórios) e fraca visibilidade. Levando ao encerramento dos aeroportos (da região afetada).

 

southafrica_2018294_lrg.jpg

Fronteira Namíbia/África do Sul

(envolvendo o Rio Laranja)

21 outubro 2018

(Suomi NPP)

 

No entanto e para descanso dos residindo a sul (no Hemisfério Sul) − salvo raras exceções mas não tanto pelos residentes a norte (no Hemisfério Norte), com as areias & poeras levantadas nesta região fronteiriça entalada entre os territórios da Namíbia e da África do Sul (H.S.) a ser considerada insignificante (mesmo negligenciável) face às originadas no Deserto do SAHARA (H.N.) − uma das maiores fontes em todo o Mundo de produção de poeiras. Num Evento semelhante já anteriormente observado (21 outubro 2018) precisamente na mesma zona e com uma espessa camada de nuvens (de areias e poeiras) a formar-se na atmosfera. Com os céus a ficarem temporariamente vermelhos sobre a Baia Alexandre (África do Sul).

 

(imagens: earthobservatory.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:15

16
Abr 17

"Thanks to VIIRS, we can now monitor short-term changes caused by disturbances in power delivery, such as conflict, storms, earthquakes and brownouts," said Román. "We can monitor cyclical changes driven by reoccurring human activities such as holiday lighting and seasonal migrations. We can also monitor gradual changes driven by urbanization, out-migration, economic changes, and electrification. The fact that we can track all these different aspects at the heart of what defines a city is simply mind-boggling." (Michael Carlowicz/nasa.gov)

 

Talvez para nos entretermos nesta quadra festiva da Páscoa a observar como se fossemos um observador exterior o aspeto da face não iluminada do nosso planeta (noite nesse lado, dia do lado oposto), a NASA vem-nos agora oferecer imagens da Terra num mapa global da mesma como vista durante o período noturno ‒ imagens tendo sido divulgadas ao longo do ano passado e agora formando um conjunto demonstrativo das áreas mais e menos iluminada do nosso planeta Terra.

 

blackmarble2016-continents.jpg

1

Terra

 

Para qualquer observador exterior ao nosso planeta, seja ele de origem terrestre (como os astronautas a bordo da ISS) ou oriunda de zonas do Espaço mais ou menos profundas (mesmo não se conhecendo para já a existência de outros seres vivos, optando por um transportador de vida como por exemplo um cometa), uma prova de que na Terra para além da existência de um Mundo Mineral extremamente ativo algo de mais aí existirá, em plena atividade, demonstrando iniciativa, conhecimentos e tecnologia e capaz de iluminar artificialmente um corpo celeste destas dimensões ‒ o Homem.

 

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2

Mundo

 

Num trabalho de já mais de um quarto de século levado a cabo por diversos satélites (como por exemplo o maior deles a ISS) num exercício de visualização da Terra quando não iluminada pelo Sol (e quando muitos de nós estão a dormir), mostrando-nos através de imagens recolhidas em Terra e simultaneamente facultando-nos o espetáculo a que qualquer um assistiria ao se aproximar deste planeta (terrestre ou extraterrestre), algo nada parecido com os demais (7 planetas).

 

2016-europe A.jpg

3

Europa

 

Não só pelo ecossistema apresentado (ainda em funcionamento/o seu núcleo interno, intacto/sem impactos definitivos e protegido/pelo campo magnético), como e sobretudo pelo seu cartão de apresentação (de identidade) com uma linda imagem colada (fotografia) e ainda-por-cima bem focada e iluminada (com o contraste bem vincado e definido entre a escuridão natural da noite e a iluminação artificial aí presente). Significando não só ser este o único Mundo (conhecido) com Vida Inteligente e organizada em todo o Sistema Solar (como talvez nas suas extensas vizinhanças), como também pela sua realidade, beleza e contexto (um sinal brutal de presença/Vida num ponto tão minúsculo do Universo/impercetível mas único) levando-nos ao outro lado (da Realidade) e lançando-nos no tão produtivo Imaginário ‒ interiorizando-o, sobressaltando e revolucionando a cultura, abrindo ainda mais portas e caminhos à ciência e com isso, suscitando novas experiências, novos métodos, novas aprendizagens e assim de uma forma simples e dinâmica (mas envolvendo sempre Movimento - Energia e Matéria já cá estão) prosseguindo a Evolução.

 

2016-europe.jpg

4

Portugal

 

Num empreendimento inicialmente concebido (em conjunto) pela NASA, NOOA e pelo Departamento de Defesa dos EUA (presença militar) ‒ pretensamente para previsão das condições atmosféricas ‒ e hoje em dia entregue nas mãos da sociedade civil e como tal livre para nos apresentar estes tão pouco vistos e por isso mesmo deliciosos registos.

 

Suomi NPP observes nearly every location on Earth at roughly 1:30 p.m. and 1:30 a.m. (local time) each day, observing the planet in vertical 3000-kilometer strips from pole to pole. VIIRS includes a special “day-night band,” a low-light sensor that can distinguish night lights with six times better spatial resolution and 250 times better resolution of lighting levels (dynamic range) than previous night-observing satellites. And because Suomi NPP is a civilian science satellite, the data are freely available to scientists within minutes to hours of acquisition. Armed with more accurate nighttime environmental products, the NASA team is now automating the processing so that users will be able to view nighttime imagery within hours of acquisition. This has the potential to aid short-term weather forecasting and disaster response. (Michael Carlowicz/nasa.gov)

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:23

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