Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

06
Jan 17

Rússia = China = Irão = Coreia Norte = Terrorismo Global

 

Hoje (dia 5 de Janeiro de 2017 numa audiência no Senado comandada pelo republicano John McCain) fiquei a saber através de afirmações de um dos responsáveis pelo Departamento de Defesa de Estado dos EUA ainda sob o comando do 44º Presidente Barack Obama (Donald Trump tomará posse como 45º Presidente a 20 de Janeiro), que para o Governo Democrata comandando os destinos da maior potência económica e militar de todo o Mundo nos últimos oito anos (durante os dois mandatos de Obama), as maiores ameaças para a Segurança e Integridade dos EUA segundo os seus teóricos e aplicadores são: a Rússia, a China, o Irão, a Coreia do Norte e (para não dizer que são só estes e naturalmente podendo estar outros igualmente implicados) o Terrorismo Global (para não se falar sempre do Estado Islâmico e da Al-Qaeda) – e já com a Índia a caminho.

 

USA_Location_map.jpg

Mapa:

Os Estados Unidos da América (5% da população e 6% da área) e o Resto do Mundo

 

Confirmando assim que toda a estratégia de liderança conscientemente levada a cabo por toda a Administração Norte-Americana trabalhando sob as ordens do ainda Presidente Barack Obama, não foi uma obra do acaso ou de qualquer intervenção Divina (como afirmava G. W. Bush juntando-se com DEUS e com os EUA numa Santíssima Trindade), mas apenas a continuação de um plano desde há muito em curso e apenas numa outra fase da sua inevitável aplicação (sequencial): por um lado tentando dar um aspeto mais humanista (político) e como tal moralmente justificativo (religioso) a todo o tipo de intervenções mais urgentes e necessárias – tanto a nível interno como externo e tendo em conta os interesses dos EUA (e logicamente das suas Corporações e das suas Elites) – levadas a cabo ao longo de décadas, provocando milhares e milhares de vítimas e disseminando-se com consequências negativas um pouco por todo o Mundo (de que o prémio Nobel da Paz de 2009 atribuído a Obama foi o seu ponto Humanista inicial, mais alto e talvez final); mas por outro lado persistindo na utilização máxima e sem qualquer tipo de possibilidade de recuo da sua megaestrutura nuclear de suporte em que se baseia e assenta todo o edifício de poder nos EUA (os militares e todas as agências de segurança públicas ou privadas que para e com eles trabalham, como a CIA, o Pentágono, a NSA e até o FBI – entre muitas outras equiparadas a paramilitares) e desse modo, demitindo-se da sua responsabilidade de intervenção política (no sentido de obrigatoriamente servirem os cidadãos que os elegeram), optando contra todas as expetativas (pelo menos por parte dos poucos mas influentes que ainda acreditavam neles) por tudo aquilo nunca antes dito nem sequer sugerido, da mera continuação do Status Quo, do caminho até aí percorrido e dos seus únicos objetivos – o de manter a qualquer preço a sua Supremacia Global. Com Obama ou com Trump.

 

Lado

(da

Barricada)

Países

(do

Eixo)

População

(comparada ao total mundial)

Área

 (comparada ao total mundial)

Eixo

do

Bem

 

EUA

 

5%

 

6%

Eixo

do

Mal

Rússia, China, Irão, Coreia do Norte (e índia)

 

42%

 

21%

(provisoriamente

não categorizados)

(restantes

países)

 

(53%)

 

(73%)

(não contabilizando o EI e a Al-Qaeda numa criação contraditória e acessória atribuída ao Eixo do Bem)

 

Num Mundo hoje dominado por uma única grande potência como ainda o é os EUA (na sua essência devido ao seu investimento militar e aos triliões direta ou indiretamente aí aplicados nessa área estratégica, de dominação e de manutenção da supremacia global), que graças ao seu crescimento exponencial desde que o mundo optou pela solução dos seus problemas recorrendo à Guerra (em vez da Paz) e à sua Indústria extremamente lucrativa e associada ao poder Militar (não só a da indústria de produção de armas mas incluindo outras áreas interligadas muitas delas dirigidas sem controlo e originando circuitos paralelos de troca e de tráfico ilegal) – com maior evidência e impacto desde a II Guerra Mundial mas sobretudo desde o colapso da U.R.S.S. e o fim do contrapeso (necessário ao equilíbrio da balança) – ainda se acha no direito de impor aos outros as suas ideias (as melhores) e nem sequer os ouvindo (sejam boas ou más as suas ideias) por um lado nem sequer reconhecendo a sua existência e pelo outro e contraditoriamente à sua aparente inexistência sendo convidados a tomar partido se não quiserem mesmo nunca terem existido (para isso servindo a guerra levada a cabo nos Media). Colocando-se de um dos lados da barricada (do Bem) e colocando todos os outros opondo-se ou ignorando-os, do lado oposto da mesma (do Mal): com toda a Europa seguindo-os tal e qual como obedientes cordeirinhos (a caminho do matadouro) e com muitos outros contestando a obediência (cega) e restantes obrigações, a prestar àqueles que se acham nossos donos, patrões e novos Mestres (esclavagistas) deste Mundo. Hoje com o Lado do Mal a agrupar países/organizações como a Rússia, a China, o Irão, a Coreia do Norte, o Estado Islâmico e a Al-Qaeda, descartados para já os países aderentes aos BRIC querendo ser independentes (não alinhados) e escolhendo o seu futuro por si: com a África do Sul já num caos, o Brasil bem mergulhado nele e faltando apenas a Índia (já começando a ser mencionada como um futuro aderente ao outro Lado o do Mal).

 

Tendo no nosso vizinho (talvez mesmo no nosso grupo) um potencial inimigo (devendo como nós, ter uma arma na mão).

 

(imagem: mapsofworld.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:36

16
Ago 14

 

Novos Ficheiros Secretos – Albufeira XXI

(No Limiar da Realidade)

 

Numa sociedade capaz de lobotomizar o nosso cérebro sem sequer ter necessidade de recorrer a qualquer tipo de intervenção cirúrgica, outro ser vivo compartilhando o mesmo ambiente pode tomar o nosso lugar e invocar em nossa substituição (e para nossa própria protecção) a sua supremacia sobre todas as outras espécies.

 

 

Nanobots – Pequenos e Eficientes

 

A nova raça de trabalhadores biomecânicos será programada especificamente para seguir as directivas que lhes são enviadas para aplicação e execução: a sua actividade apenas será interrompida em modo OFF ou se for necessário fazer RESET. Desse modo ou os seres humanos se adaptam às novas condições de desenvolvimento tecnológico expandindo a sua máquina e simultaneamente incorporando no seu corpo novos periféricos de expansão exterior – como já o fazem as plantas parasitando e alterando o ADN dos seus hospedeiros – ou então estarão irremediavelmente destinados a uma extinção seleccionada.

 

Na última quinta-feira antes do feriado de 15 de Agosto – três dias consecutivos de ponte – estava eu já em minha casa ainda nem sequer eram vinte e três horas. Lá fora a noite era apenas mais uma das trinta e uma de Agosto, talvez um pouco mais fria devido à presença do vento ou então por me encontrar sentado mesmo ao lado do ar condicionado: mas era um tempo apesar de tudo agradável, em contraponto a este forte e típico calor de Verão e à terrível e habitual confusão do dia.

 

Sem que nada o fizesse prever ou sequer suspeitar um dos braços da árvore situada nas proximidade da varanda do 1.º andar do meu apartamento – e sob a acção de uma forte e inesperada rabanada de vento vinda de sudeste – entrou sem qualquer tipo de aviso no meu espaço privado, aproveitando ainda a oportunidade da porta de vidro de acesso ao interior do mesmo estar entreaberta, para nele e sem qualquer tipo de autorização se introduzir: recusa-se a abandonar a sala de estar onde se encontra momentaneamente instalada, mesmo em frente do grande monitor de TV.

 

Ainda tentei tirar o ramo da minha sala, mas sempre que o puxava para fora parecia que o mesmo se fortalecia e avançava um pouco mais – mas agora lateralmente e em direcção às escadas interiores – recusando-se determinantemente a sair da divisão e envolvendo sub-reptícia e progressivamente o monitor, enquanto procurava inexplicavelmente a tomada eléctrica mais próxima. Encontrou a do candeeiro junto dos sofás e logo desligou-a: mergulhamos de imediato na escuridão. Enquanto sentia o ramo a deslocar-se entre as minhas pernas – acabando por me picar (dolorosamente) numa das virilhas – o grito de raiva do gato fez-me esquecer tudo o resto: um novo ramo da árvore tentara envolvê-lo e penetrá-lo, como se o quisesse chupar e possuir.

 

Liguei o comutador eléctrico da sala e nem sequer me espantei com o que vi: o gato espreitava do cimo das escadas com o pelo todo eriçado, enquanto os ramos das árvores – que agora eram pelo menos três – recuavam no interior sala, parecendo abandonar o apartamento e regressando de novo ao exterior. Sem demonstrar grande pressa ou ansiedade a árvore recuou muito tranquilamente até ao seu local (fixo) habitual, reinstalando-se de novo o mais confortavelmente possível e esticando os seus ramos em direcção ao céu (e as suas raízes em direcção ao interior da terra): se a operação biológica de introdução e de extracção fora um sucesso total interessava desde logo divulgá-la (e ao mesmo tempo disseminá-la).

 

Subi as escadas interiores do apartamento e fui ver o que se passava com o gato. Sentia-me ainda um pouco abalado e confuso com tudo o que de estranho se passara nos últimos minutos, acabando por subir com alguma dificuldade (e agarrado ao corrimão) as escadas da minha habitação, enquanto ia dando umas olhadelas de receio e de prevenção para a porta da rua ao fundo. O gato estava sentado em cima da cama do meu quarto: estava calmo mas parecendo relaxado de mais para o momento que acabara de viver. Acabei por me sentar ao lado dele, cheguei-o para junto de mim para o aconchegar e enquanto verificava o seu estado físico actual, acho que acabei inexplicavelmente por adormecer e cair redondo na cama.

 

A árvore acabara por adoptar um ser humano e o seu animal doméstico (como um extra): com a sua acção bizarra e inesperada acabara por apanhar o homem de surpresa, não lhe dando sequer tempo para se recompor e para pedir ajuda. Sem flagrante delito e não contando com a presença de qualquer tipo de testemunha, a missão tinha concretizado no terreno a sua plena implementação, com o ser humano a ser fisicamente violado por intrusão e alteração do seu ADN (aproveitando-o e modificando-o por canibalização) e sendo colocado posteriormente e por acção a ele estranha (vinda do exterior) numa posição de adaptação e submissão crescente, não declarada nem reconhecida.

 

Se alguma invasão vinda do exterior já se encontrava em preparação, ela poderia facilmente iniciar-se no interior do nosso próprio sistema, assente numa estrutura que por medo da sua própria evolução (e modificação de determinados parâmetros sagrados como o tempo) decidira limitar as nossas capacidades intelectuais de conhecimento e experimentação, fechando a maioria dos canais e postos de comunicação ligados ao nosso processador central e assim condicionando a realidade por nós percepcionada apenas ao nossos órgãos dos sentidos, sem por outro lado (e obrigatoriamente) expandir as áreas ainda inactivas e esmagadoramente maioritárias do nosso cérebro.

 

“Basic nanomachines are already in use. Nanobots will be the next generation of nanomachines. Advanced nanobots will be able to sense and adapt to environmental stimuli such as heat, light, sounds, surface textures, and chemicals; perform complex calculations; move, communicate, and work together; conduct molecular assembly; and, to some extent, repair or even replicate themselves”. (nanobot.info)

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:36

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