Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

16
Jun 19

Entretenimentos de Verão

[Com Código de Impacto de 0 a 9]

 

No Hemisfério Norte (no qual se incluiu Portugal) e à porta de entrada (já aberta) das Férias Grandes de Verão – com o início oficial e meteorológico marcado para a próxima sexta-feira 21 de Junho – há falta de um aperitivo interno (antigamente recorrendo-se a eletrochoques) que nos liberte de mais este quotidiano repetitivo e de miséria (de tão artificial como banal) − sobressaltando-nos e colocando em dúvida o nosso rumo e existência – como o poderia ser o ainda possível mas cada vez menos potencial (cada dia que passa sendo menor) despoletar de uma Nova Guerra Energética (no Médio-Oriente, envolvendo o Irão),

 

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Com o aproximar da Chuva de Meteoros das Táuridas e dada a sua maior proximidade este ano (de 2019) com a Terra, com os fragmentos (de maior ou menor dimensão) do cometa Encke (que as mesmas “chuvas” transportam), podendo originar uma “pequena surpresa” este ano durante a abertura das duas janelas de oportunidade: uma já no início de Julho no Hemisfério Sul (5 Julho/11 julho) seguindo-se de imediato no Hemisfério Norte – de 21 de Julho a 10 de Agosto com as nossas Estrelas-Cadentes-de-Verão.

 

Com os nossos cientistas aproveitando a oportunidade e o seu conhecimento (mesmo religioso) de saberem de que para além de haver Terra também haverá para Todo-o-Sempre e como companhia o seu complemento unificador (e no futuro Refundador) o Céu – e desse modo lançando (mesmo que sem plena consciência) mais uma pedra nos alicerces da construção dessa inovadora ponte revolucionária e nunca antes imaginada (pela sua Ligação, mesmo que sentida, na nossa morte física não sendo percecionada) unindo Alma e Eletromagnetismo – para além da aproximação das Festividades das Táuridas acompanhadas como sempre pelo seu habitual  e por vezes espetacular Fogo-de-Artifício (quem é que no Verão e olhando para o Céu escuro e noturno nunca viu passando por breves instantes uma brilhante estrela-cadente), este ano de 2019 com a aproximação (orbital) a verificar-se entre ambos (a zona mais “densamente povoada” das Taúridas e o planeta Terra) a atingir um ponto de grande aproximação de apenas 9 milhões de quilómetros.

 

Nos cálculos podendo-se concluir estarmos num ponto duma cronologia com mais de meio século (iniciada em 1975 e podendo estender-se até 2030), em que devido à sua maior aproximação o Fenómeno (de Verão) − resultante de fragmentos deixados para trás pelo cometa Encke − será mais intenso do que é costume (com velocidades de entrada perto dos 30Km/s), iniciando-se como é hábito na segunda semana de Setembro e atingindo o seu pico lá para meados de Outubro.

 

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Com os incontáveis fragmentos oriundos de material deixado para trás pelo cometa Encke − periodicamente passando nas proximidades do nosso planeta (em Portugal estando no Hemisfério Norte durante o período do Verão) − este ano e devido à sua maior proximidade (nem 9 milhões de Km da Terra) podendo provocar uma Chuva de Estrelas mais intensa e até mais Impactante (tal como poderá ter sucedido há cerca de 111 anos em Tunguska na Rússia com a explosão de um objeto em plena atmosfera provocando uma onda de choque devastadora.

 

Podendo entre esses fragmentos (maioritariamente insignificantes, apenas vistos como fogo-de-artifício) periodicamente passando nas nossas proximidades mas este ano – por o fazerem muito mais perto do que antes registado (talvez nunca) e devido a muitos outros fatores como o da proximidade e da possível influência gravitacional das forças magnéticas colossais originadas no Gigante Gasoso e maior planeta do sistema Solar Júpiter – surgir inesperadamente um outro nunca antes tendo sido revelado (escondido no seu interior), talvez inicialmente dendo visto/desvalorizado como um elemento estranho e na sua trajetória (existindo sequer tempo para se pensar nela) podendo acarretar consequências diretas e/ou indiretas para o nosso planeta a Terra: e até com janelas já pré-estabelecidas − para um possível e potencial Impacto − no Hemisfério Sul de 5 a 11 de Julho e no (nosso) Hemisfério Norte de fins de Julho a meados de Agosto.

 

Até terem sido as Táuridas − e as suas Chuvas-de-Estrelas −a causa do Evento de Tunguska.

 

(imagens: Western University/youtube.com e thesun.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:56

01
Jun 19

Com a “Chuva-de-Estrelas (meteoritos) das TÁURIDAS (parecendo ter origem na constelação do Touro) ainda a caminho da Terra e só cá chegando, no Hemisfério Norte em pleno Outono (20.10 a 10.12 e com o pico a 12.11) e no Hemisfério Sul no fim do Inverno (10.09 a 20.11 e com o pico a 10.10),

 

– No Hemisfério Norte originada em fragmentos do asteroide 2004 TG10

e no Hemisfério Sul em fragmentos do cometa ENCKE

 

Antecipando-se à sua chegada e focando-nos num episódio recentemente ocorrido no Hemisfério Sul nas proximidades da costa da AUSTRÁLIA, eis que reaparecem de novo os receios de um Impacto (de um desses fragmentos com a Terra) conforme a sua dimensão/constituição podendo ter consequências catastróficas:

 

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Com uma Bola-de-Fogo do tamanho de um automóvel

A iluminar por momentos os céus noturnos da Austrália − e desaparecendo

(imagem: SA Health/Facebook/geek.com)

 

No passado dia 21 de Maio com um meteoro a entrar na atmosfera terrestre a uma V = 11,5Km/s, iluminando todo o Céu à sua passagem, explodindo no ar com uma energia semelhante a uma Bomba Atómica e finalmente fragmentando-se e despenhando-se nas águas do oceano Índico (na Grande Bacia Australiana) a uns 300Km da costa (do sul da Austrália).

 

A 'hypersonic' fireball

Just hit Australia

With the power of a NUCLEAR bomb

(express.co.uk/26.05.2019)

 

Levantando logo de imediato − tão próxima a presença e passagem deste meteoro, passando perto de terra e de zonas habitadas − a hipótese de Impacto (principalmente para aqueles considerando esta “Chuva das Táuridas”, como uma das fontes principais destes objetos passando perto da Terra e colidindo com a mesma, podendo ser perigosos), na semana passada (dia 1) com o seu Protagonismo a desenrolar-se no Ar (a mais de 30Km de altitude por essa razão não provocando danos) e acabando no Mar, mas certo dia (no caso australiano a partir de 10 de Setembro, mas ainda faltando mais de três meses) podendo desenrolar-se no Ar mas concluindo-se em Terra (aí já sólida).

 

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Apanhado por câmaras CCTV a imagem de uma bola-de-fogo brilhante

atravessando os céus australianos e explodindo − pouco antes da meia-noite

(imagens: Tic Toc by Bloomberg/youtube.com/yahoo.com)

 

Potential risk of Taurid meteor swarm

'Harbinger?'

Rogue Fireball near-missed Coast of Australia!

(ufosightingshotspot.blogspot.com/29.05.2019)

 

Um caso por ocorrido sobre o mar e a grande altitude, felizmente não editando agora (mas no Hemisfério Sul) o meteoro de Chelyabinsk (ocorrido na Rússia), mas tal acontecendo em terra e sobre áreas habitadas, podendo ter consequências muito mais graves da ocorrida (e atrás referida) em 2013: provocando destruição material e cerca de 1200 feridos essencialmente devido aos efeitos provocados pela ONDA de CHOQUE (criada na atmosfera ao explodir o objeto).

 

Mas no caso da Austrália, certamente nada tendo a ver com a esta “Chuva-de-Estrelas das Táuridas (com tanto tempo de avanço). E com o especialista (Engenheiro Aeroespacial Steve Chesley) na rádio (ABC Radio) afirmando − até para fazer descansar os locais (australianos):

 

“You wouldn’t want it to land on your head but these wouldn’t really do any damage on the ground. What the folks there along the coast of South Australia saw was a spectacular light show, probably a very loud sonic boom that would rattle the windows, this wasn’t big enough to break windows I expect, and then just small pebbles falling to the Earth and not at hypersonic velocities, they slow down very quickly.” (Steve Chesley/express.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:01

05
Nov 15

“Duas bolas de fogo cruzaram os céus, na quarta-feira, em Espanha…Os especialistas garantem que a primeira bola de fogo foi produzida por um fragmento do cometa Encke. O meteorito teria uma massa de apenas 100 gramas, mas deslocava-se a uma velocidade de 100 mil quilómetros por hora. O suficiente para gerar “uma bola de fogo impressionante, muito mais brilhante que a lua cheia”, por cima do Mediterrâneo…O fenómeno repetiu-se quando uma segunda bola de fogo cruzou os céus madrilenos.” (Susana Aires/tvi24.iol.pt/30.10.15)

 

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Chuva de meteoritos

 

Confirmando as afirmações de muitos astrónomos espalhados por todo o mundo, o nosso planeta (a Terra) na sua trajetória anual em volta da sua estrela de referência (o Sol,) atravessa neste momento uma região do espaço preenchido com diversos detritos deixados para trás pelo cometa ENCKE, dando origem nestes últimos ao aparecimento nos nossos céus de pequeníssimos meteoritos que ao penetrarem a nossa atmosfera se iluminam e desintegram (mais visíveis à noite).

 

“As Táuridas, ou Taurídeos, são uma chuva de meteoros cujo radiante está localizado na constelação do Touro. O fenômeno, que está associado ao cometa Encke, é visível anualmente no mês de novembro e apresenta dois radiantes: o radiante austral, próximo à estrela Aldebarã, e o radiante boreal, próximo ao aglomerado das Plêiades.” (wikipedia.org)

 

Neste ano de 2015 o fenómeno tem-se verificado com maior intensidade, segundo os cientistas devido à órbita da Terra estar a percorrer zonas do espaço mais carregadas de detritos, largadas pelo cometa ENCKE. Como se pode verificar pela tabela seguinte:

 

Ano Período N.º de Dias N.º de Meteoritos Média Diária
2012 01.11/30.11 30 32 1.1
2013 01.11/30.11 30 18 0.6
2014 01.11/30.11 30 22 0.7
2015 31.10/04.11 05 54 10.8

Táuridas – Bolas de Fogo detetadas
(dados: CMOR)

 

Como se pode verificar pelos dados fornecidos pelo Canadian Meteor Orbit Radar estes pequenos meteoritos que se deslocam a uma velocidade próxima dos 30km/s estão este ano bastante ativos, atingindo médias diárias mais de 10x superiores ao habitualmente registado. Como o confirma Martin Popek (da Republica Checa), que numa só noite de observação neste início do mês de Novembro, registou a presença de cerca de uma dúzia de meteoritos.

 

"I would say with some confidence the 2015 Taurid 'swarm' is active as predicted by astronomer David Asher," adds Brown. If those predictions continue to be correct, the fireball display could carry on until Nov. 10th. The best time to look, no matter where you live, is during the hours around local midnight when the constellation Taurus is high in the sky." (spaceweather.com)

 

Esta chuva de meteoritos prolongar-se-á até meados de Novembro deste ano, sendo visível a partir da meia-noite/uma da manhã bem alta no céu, para os lados da constelação Touro. Como curiosidade e até porque existem meteoritos (mesmo de pequenas dimensões) uns menores do que outros, alguns astrónomos conceituados já lançaram a hipótese do evento de TUNGUSKA (Rússia/1908) ter tido origem nas TÁURIDAS.

 

(imagem: Martin Popek/spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:56

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