Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

07
Ago 19

“Sem que o saibamos podendo estar neste preciso momento na TERRA,

a ser observados por URSOS D’ÁGUA recentemente instalados na LUA.”

 

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Um Urso d’Água na Lua

(sobrevivendo ao impacto e ao ambiente externo)

 

Depois de meio século a olhar para a LUA (1969) sabendo a partir de documentos oficialmente certificados e até hoje não desmentidos (tanto pelas várias missões Apollo tocando a superfície, como por todas as outras missões posteriores mesmo que apenas orbitais ao nosso satélite natural) que nela não existiriam sinais de VIDA ORGÂNICA, eis que de repente somos surpreendidos pela notícia publicada em 06.08.2019 pelo site LIIVE SCIENCE (livescience.com) de que ao contrário do que seria expetável (por todo o conhecimento e informação até hoje transmitido(a) e assimilado(a)) poderia existir Vida na Lua: olhando para nós, sem que nos apercebamos”.

 

Toda esta história se iniciando após a sonda israelita BERESHEET se ter despenhado (na Lua) seguindo a sua fracassada tentativa de alunagem (tentada a 11 de Abril deste ano) – no que seria a 1ª vez (momento histórico) que uma nave espacial israelita faria a viagem Terra/Lua (e viagem de retorno) tocando a superfície da Lua – explodindo e fragmentando-se após o impacto e como consequência podendo ter “contaminado” todo o cenário (“paisagem lunar”) em seu redor: eventualmente e como consequência deste incidente espalhando centenas de TARDIGRADAS (“aqui desidratadas como a Lua”) sobre a superfície lunar.

 

Não transportando astronautas (missão não tripulada) – ou seja Vida Humana − mas transportando consigo exemplares de DNA e as tais Tardigradas (desidratadas/conservadas) − representando Vida Orgânica (conforme comunicado, publicado quase 4 meses depois do incidente, registado a 11 de Abril). E se quanto às amostras de DNA as probabilidades de as mesmas terem sido de imediato destruídas seria praticamente de 100% − dado o ambiente extremamente hostil (radioativo, tóxico e mortal) da atmosfera lunar pata com a esmagadora maioria (se não a totalidade) da Vida Terrestre – já quanto às TARDIGRADAS “a conversa poderá ser outra e bem diferente”.

 

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Local de queda da sonda Beresheet

(ao centro mais claro após o impacto)

 

Podendo estes Animais – pertencendo na Terra ao REINO ANIMALIA (“reino biológico composto por seres vivos pluricelulares, Eucariontes, heterotróficos, cujas células formam tecidos biológicos, com capacidade de responder ao ambiente − possuem tecido nervoso − que os envolve”/wikipedia.org) − ter sobrevivido ou não ao impacto e em caso afirmativo (cumprimento de uma 1ª fase), até podendo vir-se a adaptar ao meio ambiente lunar (numa possível 2ª fase). Mas será que resistem mesmo e porquê (acreditando na sua sobrevivência em condições tão extremas) os URSOS D’ÁGUA?

 

Com as TARDIGRADAS, URSOS D’ÁGUA ou LEITÕES-DE-MUSGO, a serem criaturas (seres vivos) microscópicas (0,05mm a 1,2mm), com forma tubular e assentes em 8 pernas cada uma apresentando pequenos dedos (como se fossem de uma mão/pé), tendo como uma das suas principais características para além da sua pele extremamente seca, ser conhecida (na Terra) como “praticamente INDESTRUTÍVEL” (suportando condições extremas, mortais para qualquer outra espécie animal): aguentando temperaturas ambientais entre um mínimo de 200°C Negativos e um máximo de quase 150°C positivos (e uma amplitude térmica de 350°C), para além da ação (negativa) das radiações (solares/cósmicas) e de se encontrar (dada a ausência de atmosfera) no Vácuo. Resistindo a condições extremas e mesmo assim (e parecendo já morta) como que “Ressuscitando dos Mortos” – o mesmo podendo suceder na Lua.

 

Ficando aqui apenas uma dúvida: estudados há mais de dois séculos mas ainda rodeados por muitos mistérios (e “desconhecimentos”) − mas aí já conhecidos, existentes e presentes, como muitos outros microrganismos − antes da sonda israelita o fazer outras o terão feito (como as missões Apollo), tendo tocado a superfície da Lua, contaminando-a de imediato, mas disso não se falando … tanto, pelo menos até agora. Logo, porque só hoje a notícia (sendo óbvio, porquê a novidade),Silly Season Científica”? (sendo que para muitos − de nós − recordar é viver, ou seja, ressuscitar).

 

(imagens: flipboard.com – wired.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:34

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