Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

27
Abr 19

Como utilizando um telescópio terrestre (neste caso um bom aparelho ótico − mas podendo ser um bem mais barato − o telescópio GSO 12" Ritchey Chretien, podendo ultrapassar os 4500€) a partir do Hemisfério Sul (África do Sul) unicamente para observar e simultaneamente registar (adaptando-lhe uma máquina fotográfica) uma imagem ou evento por algum motivo particular (objetivo/subjetivo) achado num determinado momento algo relevante (por exemplo ocorrendo longe para lá da Terra, no nosso Sistema Planetário), se consegue obter uma sequência de um fenómeno astronómico (Ocultação) envolvendo dois astros em movimento e interpondo-se (nas suas respetivas trajetórias), com um (neste caso a Lua) fazendo desparecer o outro (Saturno) por algum tempo e com o outro a reaparecer pouco tempo depois. Tendo já observado há muitos anos (atrás) e com um telescópio muito mais rudimentar tanto a Lua (bem definida) como Saturno e seus anéis (assim o Rei-Sol e as suas manchas solares) mas nunca tendo observado tal fenómeno, no fundo tão repetido como tão natural (dependendo apenas dos objetos e dos postos de observação).

 

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Ocultação

A Lua um objeto Anão (d=3.475Km)

Fazendo desaparecer Saturno um objeto Gigante (d=120.536Km)

(imagem: Cory Schmitz/Joanesburgo/África do Sul)

 

No caso desta observação astronómica levada a cabo pelo fotógrafo sul-africano Cory Schmitz com o seu telescópio RC (e câmara fotográfica adaptada) em Joanesburgo − no dia 29 de Março de 2019 (faz amanhã quatro semanas) – com a Lua a intrometer-se entre o posto de observação de Cory Schmitz na Terra (África do Sul) e o planeta Saturno e como consequência, devido à proximidade do nosso único satélite e á grande distância a que se encontra Saturno (mesmo que Saturno tenha um diâmetro quase 35 X maior que o da Lua) – a Lua a pouco mais de 384.000Km e Saturno a uns 1.500.000.000Km (3.900X mais) – com a aparentemente “Gigante-Lua” a como que engolir o aparentemente “Pequeno-Saturno”. Com a Lua ocultando o Gigante durante durante uns 104 minutos, num fenómeno astronómico denominado Ocultação. No caso do nosso único satélite ou lua – natural, ao contrário da ISS (Estação Espacial Internacional) um satélite artificial – com o Homem a já ter pisado por diversas vezes a sua superfície e a pensar (finalmente) voltar a fazê-lo brevemente (quase meio século depois da última “pisadela lunar”) − com o apoio do presidente Trump e da sua Administração.

 

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Sistema Solar

Para além do Sol e dos seus 8 planetas principais

Com o Cinturão de Kuiper (origem de asteroides)

E a Nuvem de Oort (origem de cometas)

 

Já no caso do planeta Saturno (e tendo ainda pelo meio uma viagem planeada − uma pública/NASA e outra privada/SPACE X − ao vizinho planeta Marte) − e falando-se já no presente da viagem tripulada a Marte só lá para o final de 2030/início de 2040 – tornando-se tudo muito mais difícil pela distância e pelo tempo (com o Homem a durar em média uns 80 anos e com a velocidade máxima atingida por uma nave espacial a andar pelos 16,26Km/s): se recorrendo unicamente à ciência e à tecnologia disponível (pelo menos a conhecida) e se previamente não se derem outros passos “revolucionários” (por inovadores), adicionais e obrigatórios (como na proteção do Homem das radiações exteriores, no desenvolvimento das Naves e da sua propulsão e ainda na instalação de bases de apoio intermédias, como será já a ISS no presente e como poderá ser uma possível, futura e já planeada base na Lua). Só que a uns 16,26Km/s (18.450 X menor que a Velocidade da Luz), vivendo em média uns 80 anos e mesmo partindo lá para os 20 (anos de idade), em 60 anos de viagem ficaríamos apenas por uns míseros 31.000.000.000Km percorridos (pouco mais de 200UA): deixando-nos para lá do último e oitavo planeta integrando o Sistema Solar (Neptuno) − para lá mesmo de Plutão (o despromovido 9º planeta agora planeta-anão) − dirigindo-nos para o Cinturão de Kuiper (a umas 30UA/50UA do Sol) fonte de diversos objetos/KBO’s (como os asteroides), levando-nos a abandonar a Heliosfera e a atravessar a Heliopausa (a umas 100UA), para finalmente entrarmos no Espaço Interestelar a caminho da Nuvem de Oort (estendendo-se por vários milhares de UA, afirmando-se umas 50), talvez o último limite do nosso Sistema Planetário (centrado no Sol e sob a sua ação), a última membrana rodeando-o e protegendo-o (do Espaço Exterior), além de ser a fonte e a origem dos Cometas esses astros viajantes e ainda misteriosos portadores de Água e talvez de Vida (como se fossem Espermatozoides).

 

Por essa altura com 80 anos (se ainda vivos), mas talvez "mais Perdidos (já no Espaço Interestelar) do que Achados" (por nós/encontrando um Novo Mundo ou por outros/encontrando a nossa espécie).

 

(a partir de notícia e imagem 1: ufosightingshotspot.blogspot.com − imagem 2: spaceplace.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:35

15
Abr 18

Podendo ajudar-nos ainda mais na descoberta de Outros Mundos e de Seres Alienígenas

 

No decorrer deste mês de Abril, ainda em atividade e decorridos quase 5 meses desde a sua entrada em ação (quando estava previsto durar 3), com a NASA a afirmar ter cumprido integralmente todos os objetivos projetados (de operação no Espaço) para a nano sonda ASTERIA.

 

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A nano sonda espacial Asteria

(testando-a em Abril de 2017 antes do seu lançamento)

 

Com objetivos a superar ao longo da sua experimentação e desenvolvimento, as NANO NAVES ESPACIAIS (sondas espaciais miniaturizadas) para além das suas virtudes económicas, científico-tecnológicas e sobretudo do seu alcance inimaginável e talvez revolucionário (hoje miniaturizando Objetos amanhã miniaturizando Sujeitos) – bastando para tal lembrar o filme lançado em 1966 e dirigido pelo cineasta Richard Fleischer A VIAGEM FANTÁSTICA (no qual um submarino é miniaturizado e introduzido no corpo de um cientista – fugido e oriundo do lado de lá da Cortina de Ferro – de modo a salvá-lo de um coágulo formado no cérebro) – começam desde já e progressivamente a justificar a razão da sua existência e aplicação com as suas primeiras missões atribuídas e concretizadas no Espaço (iniciadas em Agosto de 2017): lançadas para o Espaço rodeando o planeta Terra em meados de Agosto do ano passado (por um foguetão FALCON-9 da SPACE-X) e posteriormente sendo colocadas em órbita da Terra a partir da Estação Espacial Internacional (ISS) cerca de três meses depois (logo estando a operar vai fazer cinco meses).

 

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Asteria ao ser colocada em órbita

(por um braço automático a partir da ISS)

 

Com o satélite EXOPLANETSAT operado pela NASA e previsto para operar por 90 dias (mas naturalmente com a sua missão prolongada), transportando consigo um instrumento ótico – um TELESCÓIPIO MINIATURIZADO – destinado à realização de medições astrofísicas e denominado ASTERIA: atualmente movimentando-se em órbita da Terra e tendo como missão atribuída o estudo (entre outros corpos celestes como as estrelas albergando Sistemas Planetários) dos EXOPLANETAS, observando e registando o seu movimento ao longo da sua trajetória (sendo capaz de se adaptar às sucessivas mudanças de coordenadas/trajetória do objeto em estudo) particularmente na exploração do campo da FOTOMETRIA. Uma possibilidade espetacular que se abre para a futura exploração de Mundos Extremamente Longínquos e obrigando necessariamente à execução de missões de custos elevadíssimos (missões interplanetárias, missões para além do Sistema Solar e missões intergalácticas), aqui transformada pela dimensão reduzida dessas sondas, pelas grandes distâncias a alcançar e pelas múltiplas tarefas podendo executar (armazenar e transmitir), numa missão de Custos Reduzidos e para além do mais contribuindo (decisivamente e no campo) para o desenvolvimento dos futuros Telescópios.

 

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Arquitetura de Asteria

(filtrando o ruído e traduzindo o sinal recebido utilizando um algoritmo)

 

Segundo a NASA com o CubeSat ASTERIS (com uns 10Kg e o tamanho de um pacote de cereais) a demonstrar todas as suas capacidades no campo da Astrofísica, numa ilustração da aplicação das mesmas (capacidades da nano sonda) mostrando-nos o acompanhamento de uma estrela ao longo da sua trajetória, com Asteris apontando sempre para o seu respetivo alvo em destaque no estudo (a estrela): “It carries a payload for measuring the brightness of stars, which allows researchers to monitor nearby stars for orbiting exoplanets that cause a brief drop in brightness as they block the starlight.” (photojournal.jpl.nasa.gov)

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:32

25
Jan 16

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Desde sempre que ouvimos falar da presença de Entidades desconhecidas circulando no meio de nós, que como mortais que somos (e não querendo morrer) identificamos logo como uma manifestação (no mínimo com uma presença espiritual) dos nossos antepassados. Quanto ao que agora a companhia Thunder Energies vem dizer (e ao que ainda não disseram), o que nos interessa é saber se são eles ou não (sujeitos ou então objetos), localizados aqui ou noutro sítio qualquer (num mundo paralelo de antimatéria ou não).

 

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Entidades Invisíveis (sejam elas o que forem) poderão estar a partilhar connosco o meio ambiente terrestre

 

Afinal de contas é mesmo verdade que NÃO ESTAMOS SÓS no nosso canto do UNIVERSO, apesar dos nossos órgãos dos sentidos não terem conseguido até hoje confirmar tal facto. Quem o diz é a corporação THUNDER ENERGIES uma companhia de investigação e aplicação tecnológica trabalhando em áreas como a ótica, a física nuclear e a combustão.

 

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Entidades Invisíveis detetadas através de instrumentos óticos (modificados) e sendo capazes de sinalizar a presença de antimatéria – em galáxias, asteroides e raios cósmicos

 

“This is an exciting discovery. We do not know what these entities are; they’re completely invisible to our eyes, our binoculars, or traditional Galileo telescopes, but these objects are fully visible in cameras attached to our Santilli telescope.” (Dr. Ruggero Santilli, CEO Thunder Energies Corp.)

 

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Descobertas utilizando instrumentos óticos usuais (como os telescópios) mas inserindo-lhe lentes convexas ao contrário das normalmente adotadas (côncavas) – e registando a presença de antimatéria

 

Isto tudo motivado pela recente notícia divulgada pela TNRG:OTC informando ter detetado no ambiente terrestre e utilizando o seu telescópio SANTILLI a presença de ENTIDADES INVISÍVEIS aos nossos olhos e à maioria dos instrumentos óticos existentes. Uma inovação que já não será algo de novo nas aplicações levadas a cabo por esta companhia, tendo trabalhado anteriormente e com o mesmo objetivo na realização de testes envolvendo temas atuais como a existência da antimatéria. Concluindo a sua comunicação afirmando mais uma vez ter evidências da existência de ITE (ou EIT/Entidades Invisíveis Terrestres) de cor branca e de cor preta.

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Entidades Invisíveis que tem sido detetadas pelos novos telescópios Santilli (construídos pela companhia Thunder Energies) até agora direcionados para objetivos situados no espaço

 

“Dr. R. M. Santilli, Chief Scientist of Thunder Energies Corporation has conducted three decades of mathematical, theoretical and experimental studies on antimatter initiated in the early1980s when he was at at Harvard University under DOE support. This extended research has produced basically new telescopes, today known as Santilli telescopes, which have been conceived, designed, constructed, tested and produced to detect antimatter galaxies, antimatter cosmic rays and antimatter asteroids.” (thunder-energies.com)

 

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Telescópios Santilli que têm revelado a presença dessas Entidades Invisíveis (no espaço que nos envolve e à Terra), ultimamente sendo direcionado para o próprio ambiente terrestre e registando imagens surpreendentes (com essas entidades também presentes)

 

Ficando apenas por compreender o que realmente são essas Entidades Invisíveis, onde surgem com maior frequência, qual a sua origem (no espaço e no tempo) e já agora a razão aparente (e presente) para tal busca ser concretizada através da utilização de processos nunca antes ensaiados (apesar da tecnologia já estar à disposição de todos, bastando apenas juntá-las), sabendo-se há muito que certas características dos aparelhos óticos poderiam ser melhoradas ou mesmo revolucionadas, se associadas a outras das suas propriedades – e assim expandindo a sua influência e o fornecimento de dados (nas suas observações óticas).

 

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Imagens registadas fotograficamente por câmaras adaptadas aos telescópios SANTILLI e que poderão despertar o interesse dos militares num momento em que se afirma existirem grandes concentrações dessas entidades em torno das suas bases militares

 

Dúvidas que continuam a levantar um monte de questões e que levam em muitos casos ao aparecimento (como um bónus) de mais teorias por comprovar e de conspirações por confirmar (e assim enchendo ainda mais o saco das Teorias da Conspiração). E então quando se afirma que o visionamento dessas Entidades Invisíveis se concentra entre instalações industriais e bases militares ainda mais preocupados ficamos. Ainda-por-cima quando há muito tempo que sabemos que tal tecnologia associada poderia ter sido utilizada anteriormente (e como muitos especialistas já afirmam) bastando para tal associar as vantagens da visão noturna com essas agora célebres lentes côncavas (até para detetar OVNI’s aproveitando o seu ângulo de entrada e as características deste novo telescópio).

 

(imagens: oom2.com e prweb.com)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:56

22
Mar 14

Uma vista espectacular da nossa Via Láctea só possível pela evolução tecnológica registada nas últimas décadas e graças às grandes capacidades filosóficas e intelectuais dos seres humanos.

 

 

Não tão produtiva como seria inicialmente previsível – dada a evolução fulgurante registada nas primeiras décadas – apenas por não estar de acordo com os desejos e ambições dos patrocinadores. E sem financiadores nada se faz.

 

 

Desta vez o telescópio Spitzer propõem-nos uma visão do nosso Universo registada a infra-vermelhos, tendo como convidado principal uma das suas infinitas regiões, precisamente aquela onde nos integramos: a Terra, o Sol e todo o Sistema Solar.

 

(imagens – spitzer.caltech.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:53

23
Mai 11

Má – Água

 

Vale da Morte

 

(USA)

 

Com o Sol por trás e o meu “telescópio”

 

 

Vale dos Reis

 

Cidade

 

(Egipto)

 

Numa manhã de Sol forte e temperaturas elevadas – areia com uma forte tonalidade dourada

 

 

Resort Zao Onsen

 

Monstros de Gelo

 

(Japão)

 

Árvores moldadas pela neve e pelo gelo – conjunto de monstros gelados

 

 

(Fotos National Geographic)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:41

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