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O Gigante Solar Adormecido

Sábado, 18.12.21

“Num sinal dos tempos, se antes sendo pouco mencionado na Antiguidade na Idade Média, depois e já no decorrer dos Tempos Modernos (no qual vivemos) com JÚPITER sendo profusamente divulgado ─ como porta de entrada científica para a chegada de novas e revolucionárias tecnologias ─ até nas obras literárias (espreitando sempre o Futuro, muitas delas sendo obras-primas) de ficção-científica.”

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Duas Tempestades Jupiterianas

 

Na sonda especial tripulada CUBO e depois de uma viagem de mais de 800 milhões de Km, ao abrir o olho-de-vigia direcionado para a dianteira do meu veículo, vi-me subitamente sufocado pela presença de um enorme corpo celeste, ocupando tudo o que a minha visão alcançava e eliminando todo o resto:

Tendo noção das distâncias brutais definidas, entre o Sol e o Espaço limite onde se faz sentir a influência dessa estrela de referência, para o Homem até pelo seu tempo médio estimado de vida condicionando-lhe todas as suas missões espaciais, com a distância separando-nos sendo tão pouco significativa,

Ao atingir este ponto do meu percurso, previsto chegar às proximidades do Gigante a uma V=600Km/s em cerca de quinze dias, abrindo o painel de observação deparando-me deixando-me estupefacto com uma fantástica e maravilhosa obra de arte, antes só proporcionada pelo Sol agora podendo ser partilhada por este outro extremo do nosso Sistema Solar,

Talvez na sua origem uma estrela podendo concorrer com outra, mas na sua evolução tendo falhado. Hoje um Gigante Gasoso com um raio de quase 70.000Km, 11X o raio da Terra, dotado de um período orbital de 12 anos e por muitos considerado a “1ª Muralha de Defesa da Terra” por exemplo protegendo-nos do aparecimento de perigosos asteroides.

Há uns 4,6 biliões de anos ainda Júpiter estaria nos seus primeiros anos de formação, mesmo sendo mais um planeta ou uma potencial estrela falhada, no próprio Sistema Solar então no seu início, podendo ter existido uma outra estrela companheira do Sol, por essa altura constituindo um sistema estelar binário, entretanto e por qualquer motivo, tendo sido interrompido.

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Ganimedes a maior lua do Sistema Solar

 

Por ação de um qualquer tipo de Evento Cósmico com a outra estrela abandonando o Sistema, desde esses tempos extremamente remotos até hoje deixando, no entanto, tantos os indícios e os vestígios, alguns mistérios relacionados ou não com esta segunda estrela-solar, como o da possível existência de um outro planeta Solar onde hoje vemos a Cintura de Asteroides.

Ao olhar o Gigante deparando-me com duas grandes tempestades atmosféricas enchendo todo o cenário, rodando sobre si próprias e circulando a velocidades extremas sobre a sua invisível, inalcançável e brutal ─ pela pressão exercida, desintegrando tudo ─ superfície sólida. E da minha memória retirando logo a imagem da “Grande Mancha Vermelha”, um ícone do planeta.

“Grande Mancha Vermelha” o eterno e violentíssimo, segundo valores extremos terrestres, anticiclone atmosférico desenrolando-se um pouco abaixo da linha do equador de Júpiter, acompanhando-nos há muitos e muitos anos como mais um companheiro, um familiar como a Lua, deslocando-se rapidamente para oeste e dando a volta ao planeta a cada 4,5 anos.

Colocado após esta longa viagem Terra/Júpiter perante um cenário espantoso e alucinante e no entanto e que se saiba, não contendo, não podendo, tal como a conhecemos ou pensamos conhecer, Vida. Existindo talvez numa das sus numerosas luas, uma delas podendo ser Ganimedes, o seu maior satélite natural e a maior lua existente em todo o Sistema Solar.

Orbitando Júpiter a cerca de 1 milhão de Km de distância e sendo um dos Mundos Solares contendo Água esse precioso e fundamental produto para os seres humanos. E até aproveitando para além de o ver por perto presencialmente e não à distância usar um outro dos nossos órgãos dos sentidos, tendo no mínimo cinco e ouvi-lo, escutá-lo atentamente:

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A nível de tempestades comparando os vórtices da Terra e de Júpiter

 

Utilizando um instrumento capaz de detetar ondas de rádio eletromagnéticas (nas frequências por nós sendo audíveis) provocadas/originadas/dirigidas ─ baseadas/motivadas ─ pelo potentíssimo campo magnético jupiteriano e servindo-nos disso para nos apresentar os “Sons de Ganimedes” e servindo para comparar dados, uns da Terra, outros de Júpiter e associados.

E nos sons provenientes de Ganimedes por influência direta e direcionada ao mesmo pelo gigantesco campo eletromagnético criado por poderosíssimo gigante solar Júpiter, distinguindo-se bem uma pequena diferenciação no sinal, cientificamente até podendo significar no caso desta maior lua de Júpiter e do Sistema, a simples transição da lua, da noite para o dia (belo).

Com os ensinamentos daqui tirados sendo um dos mais interessantes exemplos os das “tempestades atmosféricas na superfície de Júpiter”, podendo-se estudando a evolução dos seus vórtices nos dois planetas e comparando-os, compreender melhor os mecanismos de ambos fazendo-os correr em paralelo e daí tirando óbvias conclusões:

Apesar de os termos de colocar em escalas diferentes considerando as tempestades de Júpiter muitíssimo mais extremas, existindo por cá, impossíveis de suportar por humanos na Terra, podendo-se tirar daí muitos ensinamentos, entendendo as tempestades em Júpiter podendo-se entender e mesmo rever (prepararmo-nos para) as tempestades na Terra.

Um planeta Gigante maioritariamente Gasoso, apesar da sua dimensão (pequena, se comparado com o Rei) o único podendo destacar-se um pouquinho do Sol, tendo todos os elementos para ser um parente mais próximo do que se pensa da estrela ─ Hidrogénio e Hélio ─ e, no entanto, não o sendo (não tendo massa suficiente), sendo segundo muitos uma “estrela-falhada”.

Alguma vez despertará (natural ou artificialmente, por ação interna ou externa)?

(imagens: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:19

Explicação [Natural Vs. Artificial]

Segunda-feira, 22.11.21

“An extraterrestrial civilisation that had mastered nanotechnology

may have transferred its intelligence to tiny machines.

It could then invade other worlds, or even asteroid belts,

with swarms of microscopic probes.”

(Martin Rees/theconversation.com/18.11.2021)

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Evolução de um TLD

(o raio de luz azul)

 

Num registo de vídeo realizado a partir da cabine de pilotagem de um avião (de transporte, possivelmente de passageiros), a observação de um fenómeno atmosférico (referido como de origem natural) denominado cientificamente como um “TRANSIENT LUMINOUS EVENT” ─ ou TLE: registado a cerca de 12Km de altitude ainda na troposfera (1ª camada a partir do nível da água dos oceanos, indo até perto dos 18Km) na passada sexta-feira (19 de novembro).

Num dia de intensa tempestade (atmosférica) originando trovões/relâmpagos e pilotando um avião de transporte deslocando-se na troposfera ─ a “faixa de vida” terrestre onde se situam os gases indispensáveis para a Vida (como o é o oxigénio, para a nossa respiração), integrando o nosso Ecossistema ─ observando-se a produção de um jato de luz azul, direcionado para camadas mais altas da atmosfera.

Apanhando de surpresa os observadores deste fenómeno atmosférico e intensamente luminoso ─ ocorrido na Baía de Bengala perto da costa do estado de Tâmil Nadu na Índia ─ dada a raridade da ocorrência de tais fenómenos (atmosféricos/luminosos), ainda mal compreendidos cientificamente (esclarecidos, de modo que o povo entenda), nem se sabendo mesmo como e onde ocorrem nas nuvens (em que zona da mesma).

“Based on our current understanding of physics and cosmology,

we should surely be open-minded about the possibility

that there’s much we don’t understand.

Perhaps the laws we see and the constants we measure

are only “local” and differ in other parts of the universe?

That would lead to even more jaw-dropping possibilities.”

(Martin Rees/theconversation.com/18.11.2021)

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Num cenário simulado

(explorando singularidades)

 

Apesar da raridade, mas repetindo-se o fenómeno ─ ainda-por-cima não se compreendendo bem o seu mecanismo de formação ─ mesmo que ocorrendo na Natureza e logicamente sendo certamente de origem natural, dada a manutenção da dúvida inicial e falta continua e persistente da apresentação de uma explicação válida e credível, utilizando-se a mesma lógica e um simples método de eliminação (1/Sim ou 0/Não),

Não sendo o fenómeno de origem natural só podendo mesmo ser de origem (não-natural ou) artificial. E sendo de origem artificial não sendo pois mais uma obra da Natureza (um simples fenómeno elétrico), só podendo ser um serviço interno (da responsabilidade do Homem) ou então de origem externa (da responsabilidade Alienígena): uma arma secreta norte-americana, russa ou chinesa, ou então e em alternativa, surgindo a opção dos chamados “Teóricos da Conspiração” socorrendo-se (aqui já “naturalmente”) dos ET.

Mesmo com a última tática do Pentágono (o seu célebre Relatório) tentando destruir definitivamente a credibilidade dos UFO e dos apoiantes da sua existência, substituindo-os por UAP (Fenómenos Aéreos Não Identificados) ─ substituindo Eventos integrando naves e extraterrestres, por outros Eventos podem até ser simples fenómenos meteorológicos ─ face a explicações oficiais mas nada credíveis (ou ausência delas) não admirando nunca que (e como acontece com tantos sujeitos e objetos) não se tendo sucesso com o Natural, se recorra então ao Artificial.

(imagens: Air UK services Alex/youtube.com ─

Mertsaloff/Shutterstock/theconversation.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:23

Mancha Explosiva e Instável (a caminho)

Terça-feira, 26.10.21

Tendo-se que ter em atenção (tendo alguma humildade) que o maior perigo para a sobrevivência da Terra (pelo menos, tal como ela hoje é) não vem obviamente do Homem (uma parte ínfima do nosso Ecossistema terrestre) ─ ou seja, não sendo de origem interna ─ mas certamente de algo para além de natural, muito mais poderoso (que a Terra/que o Homem): do Sol (tempestades solares) ou de um asteroide (impacto) ─ ou seja, tendo origem externa.

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O Sol

(a 25 de outubro de 2021)

 

Apresentando-nos bem visíveis 5 manchas solares e com 1 potencialmente explosiva a caminho (começando a aparecer), o Sol parece querer contrariar a previsão de um 25º Ciclo Solar tranquilo, mostrando-se aparentemente mais energético (se comparado com os ciclos solares anteriores): vindo do fim de um ciclo (durando em média 11 anos) e iniciando outro a caminho de um novo pico máximo de atividade (previsto para 2024/2025), nos próximos dias podendo apresentar mais provas desse tipo de comportamento (mais agressivo), com a chegada dessa nova mancha solar considerada para além de explosiva (horas sucessivas de intensa atividade), como sendo instável. Acompanhando o movimento de rotação do Sol, com esta mancha na sua superfície a deslocar-se, podendo a qualquer momento entrar em erupção (ejetando material/chamas solares) e estando direcionada para o nosso planeta atingi-lo: para já só o fazendo (estando essa região ainda no limbo) lateralmente, mas dentro de 24h/48h colocando-se à vista de todos (um dia de frente), dando então origem ao aparecimento de mais uma fonte de atividade solar, oferecendo-nos chamas solares, CME’S e alimentando o vento solar (librando-nos por outro lado da influência mais perniciosa dos raios cósmicos, se comparados com os raios solares).

[Seja como for, com o Homem com todo o seu arsenal nuclear podendo autoinfligindo-se, exterminar-se (à sua espécie e a muitas outras) ─ ficando, no entanto, a Terra ─ já em alternativa entrando em cena o Sol ou um asteroide, com o Sol servindo-se de uma tempestade extrema (excessiva, prolongada) ou da sua própria evolução no tempo (transformando-se numa estrela vermelha gigante e engolindo-a) podendo esterilizar tudo/engolir-nos, ou com um impacto direto de um asteroide num evento extremo (de extinção) destruir o planeta. O Homem face ao Universo sendo parte de tudo ─ mas por outro lado no infinito não sendo nada, para se lhe poder sobrepor.]

(imagem: Martin Wise/spaceweathergallery.com/25.10.2021)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:17

Amanhã chega à Terra uma CME

Domingo, 10.10.21

“Viajando do Sol (da mancha AR2882) para a Terra (atingindo a sua atmosfera),

no vento solar.”

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Ejeção de material

da coroa solar

 

Pelo início da manhã do dia de ontem (sábado 9, pelas oito da manhã) com a superfície do SOL a dar origem a uma CME (ejeção de material da coroa solar) da classe M1.6 (média intensidade) ─ tendo origem na mancha solar AR2882 ─ lançando através do Espaço e em direção à TERRA, “massa solar ejetada” e transportada pelos “ventos solares” ─ neste domingo (dia 10) movimentando-se a uma velocidade de 353Km/s. Atingindo o nosso planeta amanhã (segunda-feira, 11 de outubro) e podendo dar origem na atmosfera terrestre (ao impactar com a mesma) a tempestades geomagnéticas da classe G1/G2 (menor/moderada). Neste 25º Ciclo Solar e depois de dúzias de CME já terem falhado a Terra (provocando passando ao lado, pequenas perturbações geomagnéticas), eis que agora (chegando amanhã) uma nos é dirigida (a nós, à Terra), com outras consequências:

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Mancha Solar

AR2882

 

Não passando de um aviso de que este Ciclo Solar ainda está no seu início (talvez mais intenso do que se esperava) e a caminho de um máximo (que até poderá ser antecipado, mantendo-se o Sol bem ativo), mas nunca atingindo um nível de intensidade como o registado (um extremo) no Evento de Carrington, não afetando grelhas elétricas (nem afetando satélites), apenas provocando mais e mais intensas Auroras (a altas latitudes, podendo chegar a Nova Iorque). Mas sendo sempre de lembrar que um acontecimento como o do “Evento de Carrington” ocorrendo hoje, poderia num caso extremo “deitar abaixo a nossa Civilização” (tal como a conhecemos hoje em dia), podendo a sua recuperação ser um trabalho (para não dizer quase impossível) “hercúleo”. Desde intervenções internas (vulcanismo/sismologia) como externas (impactos/tempestades solares), sendo o futuro da Terra sempre dependente destes dois intervenientes.

(imagens: spaceweather.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:03

CHINA ─ DUSTSTORM Vs. SANDSTORM

Sexta-feira, 19.03.21

[Episódio]

 

“The skies in Beijing turned orange recently, thanks to what was widely reported as a massive sandstorm.” (Paul Keaveny/18.03.2021/theconversation.com)

 

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Pequim ─ De cor alterada para o laranja ─ 15.03.2021

 

[Dúvida]

 

“Beijing and other parts of northern China hit by biggest sandstorm in 10 years; at least 6 dead, 81 missing in neighboring Mongolia.” (BNO News/@BNONews/15.03.2021/twitter.com/the conversation.com)

 

“The problem, at least in terms of public health, is that it was not actually a sandstorm. It was a dust storm.” (Paul Keaveny/18.03.2021/theconversation.com)

 

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Chade ─ Como origem das poeiras ─ Integrando as tempestades

 

[Explicação]

 

“Dust storms in China have occurred since long before humans had a widespread impact on the landscape. During the repeated ice ages of the past 2.6 million years, huge volumes of dust were generated by the advance and retreat of ice sheets, settling to form deposits known as loess.” (Paul Keaveny/18.03.2021/theconversation.com)

 

“So, what is causing the present dust storms? Is this a purely natural process, or a function of climate change, or land mismanagement, perhaps? The answer is complex – and probably includes a little bit of each of these factors. Part humans, part nature.”

(Paul Keaveny/18.03.2021/theconversation.com)

 

(texto/inglês: theconversation.com ─ imagens: Alamy e

Torsten Pursche/shutterstock em theconversation.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:05

Relâmpagos em Marte

Quarta-feira, 17.03.21

“ZZZZZT!

MARS MIGHT BE SPARKY.”

(Phil Plat/syfy.com)

 

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DUST DEVIL

(um redemoinho com 30m de comprimento)

 

Um aviso mais para quem não sendo marciano e sabendo do ambiente infernal que o espera ─ no Planeta Vermelho e por apresentar tons semelhantes (por não tão carregados, enferrujados) fazendo lembrar o Diabo ─ ainda pretende migrar e instalar-se neste desértico, árido e tóxico Mundo exterior (em distância o 4º a partir do Sol, com órbita exterior à da Terra), para além de não possuir água (visível, existindo possivelmente subterrânea) nem oxigénio (necessário para  nossa respiração) e mesmo sem atmosfera (por rarefeita), ainda nos podendo atingir (tempestades de areia) como no nosso planeta produzindo relâmpagos. Sendo um planeta extremamente árido e praticamente sem atmosfera, com um fenómeno como os relâmpagos (sua criação) nem sequer devendo existir, mas por outro lado talvez podendo ocorrer considerando algumas exceções (já detetadas e registadas): num planeta maioritariamente apresentando-se aos nossos sentidos como estático ─ morto, sem movimento, logo sem vida ─ aparecendo por vezes aqui e ali algo (nem que temporariamente) desmentindo em parte esta ideia (dando ainda uma hipótese a Marte), conjugando movimento e ações/reações e dando origem a fenómenos (de menores dimensões),

 

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TEMPESTADE DE AREIA

(aproximando-se e originando relâmpagos)

 

Como os DUST DEVIL ─ compreendendo-se aí melhor os seus mecanismos de formação ─ ou como as (de maiores dimensões) TEMPESTADES DE AREIA ─ interiorizando-se então do que estas dependem, de como evoluem e finalmente de como se dissipam e desaparecem (regressando de novo no mesmo ou noutro dia marciano e até podendo ser em dias sucessivos, por vezes bem extenso: por semanas ou meses, neste último caso e durante uma Tempestade de Areia Global tendo já inutilizado/morto, o velhinho mas na altura e apesar das mazelas, ainda bem ativo ROVER OPPORTUNITY). Um planeta desmentindo-nos e apresentando como prova os relâmpagos: apenas se tendo que pensar na Terra e em fenómenos muito semelhantes por cá ocorridos e observados e envolvendo relâmpagos ou se quiserem (sendo o mesmo) descargas elétricas, por exemplo nas erupções vulcânicas terrestres envolvendo o choque de partículas eletricamente carregadas e originando (entre outros, por fricção) as visíveis e brilhantes descargas. No fundo sendo (talvez) tudo devido, à presença (de pequenos grãos de areia, chocando na atmosfera de Marte) de eletricidade estática. Pelo que um dia ao chegarmos a Marte e não querendo ter surpresas, tendo que ter sempre em atenção (em Marte como na Terra ou noutro planeta qualquer) ao estado do tempo: neste caso as “Trovoadas Marcianas”, tal como algumas por cá, sendo secas originando descargas (elétricas/perigosas): e se na Terra levando com um relâmpago e morrendo (de seguida por vezes chorando-se e no final enterrando-se), em Marte sendo ainda pior (morrendo-se longe de casa, sem o berço de descanso e de uma forma tão habitual, tão terrestre).

 

(imagens: NASA/JPL-Caltech/University of Arizona e NASA em syfy.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:31

Perto do Equinócio? Então é STEVE!

Quarta-feira, 17.03.21

Mas quem é STEVE?

 

Manifestando-se a grande altitude na atmosfera e apresentando-se como uma estrutura ótica colorida (cor-de-purpura) ─ assemelhando-se a uma AURORA , mas não o sendo, muitas vezes aparecendo lado-a-lado com elas e confundindo-se (aquando das tempestades geomagnéticas) ─ com STEVE em vez de como Aurora ver as suas partículas energéticas caindo como chuva em direção à Terra (oferecendo o espetáculo já conhecido), servindo-se de outro mecanismo (em funcionamento na ionosfera) para no final apresentar o seu produto ótico: não se verificando a queda de partículas (como nas auroras) mas a sua ausência, com um mecanismo atmosférico alternativo (ainda desconhecido) ejetando-os a grande velocidade através da alta-atmosfera ─ dando-lhe aquela cor (roxo) a gases a temperaturas na ordem dos 3.000°C e circulando a uma velocidade ultrapassando MACH 13 (velocidade hipersónica).

 

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Steve 1

March 12, 2021 @ Glacier View, Alaska

(Latitude 64°N)

 

História com STEVE

 

Partindo dum ponto de rutura estabelecendo a ligação entre o Universo A1 e os restantes, integrando todos o respetivo Multiverso A ─ um ponto de fonteira entre Universos (integrando esse Multiverso A) estando localizado a cerca de 14.0 BAL de distância do centro desse Universo (A1) ─ o viajante denominado como ITα (por se interessar na origem de conjuntos) iniciava aí um percurso de estudo e de análise (evolutiva, astronómica, astrológica, espiritual), levando-o aos extremos virtualmente definidos como (para uma mais limitada, mas fácil compreensão, generalizando/especializando) “o início e o fim”: em função dos recursos disponíveis necessitando para a execução de tal tarefa de três altos temporais, cada um deles com pouco mais de 4.5 BAL, levando-nos sucessivamente (1º salto) da periferia a um ponto intermédio (onde se definiriam e estabeleceriam os detalhes finais da viagem), (2º salto) desse último ponto à Via Láctea ─ onde aproveitando um interregno (para se libertar física e mentalmente, como se numa desintoxicação) tentaria observar um planeta algo curioso (com vida inteligente, alma e eletromagnetismo), num dos muitos Sistemas Planetários demonstrando estar numa fase civilizacional ainda muito primitiva (Sistema Solar centrado numa estrela de classe espectral G2V, o Sol) e no entanto algo avançada tanto no ramo da tecnologia como na da morte ─ para finalmente (3ºsalto) se colocar percorrida integralmente a distância no instante do BIG BANG.

 

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Steve 2

March 13, 2021 @ near Gleichen, Alberta

(Latitude 51°N)

 

No 2º salto e passando perto da galáxia de Andrómeda, visitando a sua vizinha Via Látea assim como um Sistema Planetário (Solar por centrado no Sol) ─ rodeando uma estrela G2V (cor amarela/temperatura 5000/6000°K) ─ num instante saindo do tubo e aí caindo na Terra: sem mais vendo-se a olhar o céu, de um mundo distante (no tempo/espaço) e desconhecido, maravilhando-se com a sua extraordinária beleza contrastando com a (apesar de não visionada por nós, falsa por preenchida) escuridão do Espaço ─ como diria Carl Sagan “um pequeníssimo, fantástico e belo Ponto Azul, perdido na imensidão do Espaço. Logo à chegada com a (certamente) poderosa memória e cultura ancestral da “Entidade ITα”, a ser posto perante um evento (espetáculo geológico-eletromagnético, comparado ao Mundo Espiritual, simbolizando a Alma do Universo) julgando ser Aurora (mais presente) mas sendo Steve (mais ausente). No dia 12 e 13 de março (de 2021) em diferentes locais (latitudes) com o viajante deparando-se com ele (sendo um nome do género masculino ─ por tradução/interpretação ─ logo podendo ser um possível reflexo não de uma mulher, mas de um homem, de acordo e como obra da nossa “cabeça”) fixando o Sujeito/Objeto-Fenómeno e classificando-o como um STEVE: apanhado no Alasca (64°N) e mais abaixo em Alberta (51°N). Deixando a “ITα” completamente entregue e extremamente seduzido, como se estivesse em transe e antes de confrontar com o BIG BANG.

 

(legenda/inglês: spaceweather.com ─ imagens:

Fred Hirschmann/Steve 1 e Alan Dyer/Steve 2 em spaceweather.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:15

Nuvens ao Amanhecer em mais um Verão Marciano

Domingo, 14.03.21

Tal como noutros planetas solares ocorrendo tempestades dos mais diversos tipos e origens ─ na Terra por exemplo com as tempestades geomagnéticas e com as tempestades de areia ─ sendo natural pertencendo ao mesmo Sistema Planetário que o que ocorra num dos seus objetos, ocorra também noutros sendo seus semelhantes: desse modo existindo tempestades de areia na Terra, também o mesmo podendo suceder noutros planetas. E na realidade com este tipo de fenómeno ocorrendo não só por cá (tempestades de areia nos desertos) como igualmente em Marte (também seco e árido).

 

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Tempestade de Areia

Marte

 

Por mais rarefeita que seja, por mais fina que se apresente, existindo atmosfera, a componente geológica e a componente temperatura, formando-se vento e conjugando-se com a areia (dunar), surgindo mais densa ou mais fina, maior ou menor e inevitavelmente, as NUVENS: e num ambiente tóxico, de solos calcinados, sem água nem vida e (aparentemente) desprovido de movimento, surgindo “fenómenos de vento” pequenos, médios e até extremos ─ desde os redemoinhos (DUST DEVIL), passando por outras tempestades mais/menos intensas (como veremos uma a seguir) e chegando às Tempestades Marcianas Globais e de Areia (como a que liquidou recentemente o ROVER OPPORTUNITY).

 

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Região de Tharsis

Marte

 

E a partir das tempestades de areia existindo na Terra e pelos vistos em Marte, surgindo a história seguinte andando à volta de um vulcão (ARSIA MONS, localizado no planalto vulcânico de THARSIS ─ c/ cerca de 5.000Km de extensão ─ no equador de Marte) periodicamente submergido por nuvens ─ extensas e espessas de areia ─ transportadas pelo vento através da atmosfera marciana (podendo chegar a uma distância de 1.800Km), aparecendo (pelo início do dia) e horas depois desparecendo (por volta do meio-dia), sem se saber como nem porquê. Tendo o protagonista desta história ─ para além das Tempestades de Areia ─ o monte marciano ARSIA MONS (17Km de altitude), quase que com o dobro da altitude do monte terrestre EVEREST (9Km de altitude). Já para não falar de OLYMPUS MONS (mais de 20Km).

 

Descrevendo resumidamente o fenómeno (rodeando o vulcão situado a sul do equador de Marte): todos os anos por volta da Primavera e durando várias semanas ou meses com uma nuvem a formar-se numa parcela da região englobando o extenso planalto vulcânico de THARSIS (5 mil Km), mais precisamente próxima do vulcão ARSIA MONS (altitude de 17Km), diariamente e durante um tempo apreciável repetindo-se esse processo (ainda sem explicação científica), desde momentos antes do amanhecer até perto da hora do meio-dia (marciano). E no processo evolutivo de construção desta NUVEM (atingindo grandes proporções, estendendo-se por vários quilómetros) com a formação da mesma iniciando-se sobre o vulcão Arsia Mons (ao nascer-do-Sol) ─ a chamada Cabeça (do corpo de nuvens), de forma circular e podendo ter 50Km/250Km de extensão ─ posteriormente com a ajuda dos ventos (soprando na atmosfera, sobre a superfície do Planeta Vermelho) podendo estender-se por uns impressionantes 1.800Km de extensão e 200Km de largura (Tharsis/5.000Km) para no final e tal como no início (da sua formação) simples e repentinamente desaparecer (por volta do meio-dia) ─ recomeçando tudo de novo no dia seguinte.

 

Não temos nós

Animais Domésticos?

Nós?

Até os comemos!

 

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O Monólito do UTAH (USA)

Um estranho objeto descoberto numa zona desértica do território continental norte-americano

E Haim Eshed

EX- Chefe do Programa Espacial de Israel afirmando estarem os EUA há anos em contacto com os ET

 

Depois da afirmação recente de investigadores da Universidade de Nottingham (GB) indicando a existência no mínimo de “36 CIVILIZAÇÕES ALIENÍGENAS” no interior da nossa galáxia (VIA LÁTEA), porque não pensar e aceitar (o UNIVERSO é INFINITO, permitindo TUDO) que para além da nossa espécie “Uma outra mais EVOLUÍDA esteja há muito ENTRE NÓS”?

 

Estranho não é (?), mas certamente com uma explicação NATURAL (não chegando às nossas mãos a ARTIFICIAL): caso contrário podendo entrar em cena os CONSPIRADORES (e as suas teorias imaginativas) e com eles os EXTRATERRESTRES (de terrestres já estamos fartos, não nos levando a lado nenhum), talvez vivendo em MARTE em refúgios subterrâneos (seres de origem local) ou então sendo já agentes exteriores infiltrados (invasores INTERESTELARES, seres de outras galáxias) tendo como objetivo da sua missão a TERRA, o seu controlo, conquista e colonização, o que para muitos (desses teóricos da Conspiração) já está em curso ─ até com “Eles” vivendo entre nós ─ em ritmo (para os ET’S) de Cruzeiro.

 

(imagens: esa.int - Hernández-Bernal/syfy.com - AFP - Haim Eshed/Twitter)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:17

Alienígenas? Nem Tão Estranhos Como Isso.

Sexta-feira, 29.05.20

Com a evolução geológica da Terra (por ação interna e/ou externa), com uma violenta Tempestade Solar (poderosas CME dirigidas) ou com um impacto de um asteroide (ou outro qualquer objeto, em rota de colisão com a Terra), a poderem (há mais de 65 milhões de anos) ter Extinguido os Dinossauros e 75% dos seres vivos de então.

 

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Apenas sendo suportada por dois acontecimentos ocorridos no mesmo dia (passado dia 27 de junho de 2020), mais uma interpretação (explicação alternativa) oriunda dos teóricos da conspiração, associando o adiamento do lançamento da nave espacial DRAGON (da SPACE X do multimilionário privado ELON MUSK) com o corte na transmissão do LIVE FEED da ISS (Estação Espacial Internacional), quando supostamente este registava o aparecimento de um objeto estranho orbitando igualmente a Terra (com a ISS orbitando-nos, a cerca de 400Km de distância): como se pode ver na figura (1) num registo gravado antes de se dar o corte na transmissão em direto via NASA (ISS/TERRA), com um objeto localizado no lado inferior/esquerdo da imagem deslocando-se um pouco mais à frente da ISS a surgir movimentando-se, e projetando sobre a superfície do nosso planeta a sua sombra na parte centro/direita da mesma (provando essa sombra, ter como origem num objeto real). Com essa associação a transformar-se numa transposição (partindo da nossa imaginação, tornando-se realidade e não o contrário) ainda-por-cima alicerçada por factos semelhantes ocorridos anteriormente ─ fazendo-nos lembrar logo o “Black Night” ─ convencendo-nos por necessidade de interiorização (e de libertação por aqui, na Terra, estarmos fechados) e por um certo nível de sustentação (aparentemente mais religiosa, do que cientifica), estarmos perante um cancelamento (adiamento) do lançamento do FALCON 9/da SPACE X  com astronautas da NASA, apenas sendo devido a uma intervenção certamente que ALIENÍGENA: ao nosso conhecimento ou à Terra. Amanhã confirmando-se ou não a presença de (os mesmos/outros) estranhos.

 

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2

 

Na entrada do último mês deste primeiro semestre (de 2020) com a nossa estrela já tendo entrada num novo ciclo (o 25º) ─ atravessando um período de fraca atividade e sem nenhuma mancha visível ─ com uma erupção ocorrida e em curso na região da coroa solar situada mais a noroeste e ainda (no decorrer da sua rotação) localizada do outro lado do Sol a mostrar-se ainda bem ativa, ejetando material para o Espaço e emitindo jatos de raios solares da categoria ─ numa escala de 1 a 9 ─ M1 (médias) e C9 (pequenas): numa mancha solar ainda meio escondida, mas que na sequência do movimento de rotação do Sol poderá mantendo-se, evoluir e dirigir as suas possíveis erupções, na direção da Terra ─ nas próximas 48 horas atingindo a fronteira (o limbo, entre o invisível/não direcionado e o visível/direcionado) e virando-se para nós podendo provocar (na Terra) tempestades geomagnéticas. Não se confirmando ainda estar associada a uma nova mancha solar, mas tal sucedendo e como muitas vezes acontece ─ nestes períodos de mudança de ciclo solar (do 24º para o 25º) ─ podendo originar CME bem intensas. Podendo como todos sabemos até ter sido uma violentíssima tempestade solar a poder ter contribuído para a “Extinção dos Dinossauros” (figura 2), mas com a maioria das probabilidades a apontarem não para a “Radiação Solar” (como até poderia ter sido a “Radiação Cósmica”), mas para a forte hipótese de tal “Evento ao nível da Extinção” ter tido como protagonista um Asteroide: segundo um estudo do Imperial College London ─ “New simulations have revealed the asteroid that doomed the dinosaurs struck Earth at the 'deadliest possible' angle” ─ há cerca de 66 milhões de anos com um asteroide a entrar na atmosfera terrestre num ângulo perfeito (de 60°), maximizando os efeitos climáticos provocados pelo brutal impacto (em terra, como na atmosfera) e dizimando os dinossauros (a espécie então dominante) enquanto extinguia cerca de 75% das espécies (terrestres).

 

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3

 

Um impacto de um asteroide com mais de 10Km de dimensão (densidade = 2.630Kg/m³) e originando uma cratera de cerca de 200Km de extensão, deslocando-se a uma velocidade de 12Km/s: atingindo a Península mexicana do Iucatão no local da cratera de CHIXULUB (figura 3). Segundo alguns com alguns dos seus fragmentos (ejetados durante o impacto e atirados para o espaço exterior) ainda evoluindo (circulando) no Sistema Solar.

 

(imagens: ufosightingshotspot.blogspot.com ─ sciencedaily.com

─ Science and more/youtube.com)

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Júpiter Tal Como Visto de Cima

Sexta-feira, 01.11.19

[Pela sonda JUNO, pelo Cidadão Cientista Gerald Eichstädt e … por mais alguém/ninguém.]

 

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As complexas e coloridas (editadas por um, como os designa a NASA, Cidadão Cientista/CC) movimentações das violentas correntes atmosféricas (JET STREAM) observadas no Hemisfério Norte de Júpiter”, numa imagem obtida pelas câmaras da sonda automática JUNO em 29 de maio deste ano. E com Gerald Eichstädt realçando os “pontos brancos”.

 

Numa região do Hemisfério Norte de JÚPITER, sinais evidentes da presença e da ação de um JET STREAM na sua atmosfera, conhecido como “JET N3” (depois de editados pela NASA e tratados pelo CC Gerald Eichstädt). E tal como a NASA afirma (resultando mais evidente com o tratamento de imagem realizado pelo CC GE), com as diferentes diferenças de cor aí observadas representando (significando) diversos tipos de comportamento da sua ATMOSFERA, do seu topo à sua base. Com o branco (a cor) aqui a ser o protagonista. Num planeta com um diâmetro médio de cerca de 140.000Km (aproximadamente 11X o da Terra) e onde certamente tudo será “muito mais extremo(pelo menos para nós, comparando-se com a TERRA, até pela sua distância ao SOL) incluindo as Tempestades Atmosféricas, ainda-por-cima num planeta considerado um “Gigante Gasoso” (o maior do Sistema Solar, “engolindo todos os outros”, exceto o SOL) e onde não se vislumbra (mas tendo de existir no seu núcleo) a sua parte como (o) componente sólido: onde como na LUA pudéssemos aterrar e tal como Neil Armstrong o fez (fazendo em breve Meio-Século e nem se tendo dado, desde essa altura, mais nenhum passo) lá colocar os nossos pés (deixando-nos de promessas e de adiamentos e de justificações falsas de que o dinheiro não chega, quando todo ele é canalizado para a Indústria de Guerra). E regressando aos “pontos brancos” visíveis na atmosfera de Júpiter (sobressaindo não só pela cor), sendo essas zonas (da atmosfera) entre todas (as rodeando-as) as mais elevadas.

 

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Modelo apresentando (através de um corte do exterior ao centro) o interior do planeta Júpiter, com o seu núcleo (central, rochoso e gelado) no estado sólido, rodeado por uma espessa camada de hidrogénio metálico, no estado líquido. Sucedendo-se o “H e o He(líquidos/gasosos) e a restante (e exterior) camada atmosférica (mais fina talvez com uns 50Km).

 

Um registo atmosférico do JET N3 podendo atingir os 3.000Km (de altitude) e com as duas “manchas brancas” (espessas, compactas, violentas camadas de nuvens) visíveis no meio de todo o colorido − aparecendo ao centro-direita da imagem − a representarem as regiões da atmosfera (de Júpiter) aparecendo a maiores altitudes: obtido pela sonda JUNO quando (numa das suas várias aproximações − esta sendo a 20ª − programadas a Júpiter) a cerca de 10.000Km de distância do topo das nuvens jupiterianas (latitude 39°N). Júpiter: um planeta Gigante e Gasoso possuindo 2,5X a Massa dos outros sete planetas (juntos) do Sistema Solar (no outro extremo tendo, cerca de 1000X Menos a Massa do Sol) − e composto maioritariamente por Hidrogénio (80%) e por Hélio (10%) − onde um dos seus “sinais de marca” é a “Grande Mancha Vermelha”, bem visível (integrando a camada atmosférica exterior do planeta) – como que “estacionada há muito, muito tempo até pela sua dimensão e forma (fazendo-nos lembrar “o olho-de-um-furacão” na Terra) e simbolizando as violentíssimas tempestades atmosféricas (se comparadas com as do nosso planeta, mesmo as mais violentas, muito menos intensas) em curso á superfície – “GASOSA− de Júpiter.

 

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Na Terra com as diferentes camadas atmosféricas envolvendo todo o planeta (mais estreitas e protetoras nos polos) estendendo-se (como se pode ver no gráfico) por mais de 700Km (ainda no seu interior orbitando a ISS), dividindo-se desde o solo até às suas zonas mais exteriores em (5 camadas) Troposfera, Estratosfera, Mesosfera, Termosfera e Exosfera.

 

De tão grande e apesar de tão afastado – entre 740 e 815 milhões de Km do Sol (a Terra a 150 milhões de Km) – sendo a partir da Terra visível a olho nu e de todos os planetas solares sendo aquele a possuir mais luas (ultrapassando já as 80 e podendo uma ou outra ter Água), por um lado e para os Seres Humanos sendo igualmente extremamente agressivo e “impossível de compartilhar”, não só devido ao seu poderosíssimo Campo Magnético (atraindo e esmagando tudo) como devido às suas violentíssimas Tempestades Atmosféricas, as mais habituais com ventos a caminho dos 400Km/h (podendo ser muito superiores, na Terra e existindo, sendo “apenas APOCALÍPTICAS”), mas por outro e sendo “Importantíssimo e Fundamental (até para a Preservação da Terra e da nossa Espécie, assim como de todas as outras) podendo manter-nos VIVOS (como o também fará por exemplo o nosso vizinho Marte, substituindo-nos e à Terra, e “levando com eles em cima”): protegendo-nos de cometas como poderia ser o caso (um dia com outro qualquer, podendo um cometa intercetar a órbita da Terra e até passar uma tangente ou então − BOOM! − uma secante) de SHOEMAKER-LEVY 9 (viesse ele na direção da terra) impactando Júpiter em Julho de 1994 (e com o planeta a “digerir sem parecer vomitar”).

 

(imagens: PHOTOJOURNAL/PIA23439/NASA – wikipedia.org − wattsupwiththat.com)

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