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CHINA ─ DUSTSTORM Vs. SANDSTORM

Sexta-feira, 19.03.21

[Episódio]

 

“The skies in Beijing turned orange recently, thanks to what was widely reported as a massive sandstorm.” (Paul Keaveny/18.03.2021/theconversation.com)

 

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Pequim ─ De cor alterada para o laranja ─ 15.03.2021

 

[Dúvida]

 

“Beijing and other parts of northern China hit by biggest sandstorm in 10 years; at least 6 dead, 81 missing in neighboring Mongolia.” (BNO News/@BNONews/15.03.2021/twitter.com/the conversation.com)

 

“The problem, at least in terms of public health, is that it was not actually a sandstorm. It was a dust storm.” (Paul Keaveny/18.03.2021/theconversation.com)

 

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Chade ─ Como origem das poeiras ─ Integrando as tempestades

 

[Explicação]

 

“Dust storms in China have occurred since long before humans had a widespread impact on the landscape. During the repeated ice ages of the past 2.6 million years, huge volumes of dust were generated by the advance and retreat of ice sheets, settling to form deposits known as loess.” (Paul Keaveny/18.03.2021/theconversation.com)

 

“So, what is causing the present dust storms? Is this a purely natural process, or a function of climate change, or land mismanagement, perhaps? The answer is complex – and probably includes a little bit of each of these factors. Part humans, part nature.”

(Paul Keaveny/18.03.2021/theconversation.com)

 

(texto/inglês: theconversation.com ─ imagens: Alamy e

Torsten Pursche/shutterstock em theconversation.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:05

Relâmpagos em Marte

Quarta-feira, 17.03.21

“ZZZZZT!

MARS MIGHT BE SPARKY.”

(Phil Plat/syfy.com)

 

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DUST DEVIL

(um redemoinho com 30m de comprimento)

 

Um aviso mais para quem não sendo marciano e sabendo do ambiente infernal que o espera ─ no Planeta Vermelho e por apresentar tons semelhantes (por não tão carregados, enferrujados) fazendo lembrar o Diabo ─ ainda pretende migrar e instalar-se neste desértico, árido e tóxico Mundo exterior (em distância o 4º a partir do Sol, com órbita exterior à da Terra), para além de não possuir água (visível, existindo possivelmente subterrânea) nem oxigénio (necessário para  nossa respiração) e mesmo sem atmosfera (por rarefeita), ainda nos podendo atingir (tempestades de areia) como no nosso planeta produzindo relâmpagos. Sendo um planeta extremamente árido e praticamente sem atmosfera, com um fenómeno como os relâmpagos (sua criação) nem sequer devendo existir, mas por outro lado talvez podendo ocorrer considerando algumas exceções (já detetadas e registadas): num planeta maioritariamente apresentando-se aos nossos sentidos como estático ─ morto, sem movimento, logo sem vida ─ aparecendo por vezes aqui e ali algo (nem que temporariamente) desmentindo em parte esta ideia (dando ainda uma hipótese a Marte), conjugando movimento e ações/reações e dando origem a fenómenos (de menores dimensões),

 

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TEMPESTADE DE AREIA

(aproximando-se e originando relâmpagos)

 

Como os DUST DEVIL ─ compreendendo-se aí melhor os seus mecanismos de formação ─ ou como as (de maiores dimensões) TEMPESTADES DE AREIA ─ interiorizando-se então do que estas dependem, de como evoluem e finalmente de como se dissipam e desaparecem (regressando de novo no mesmo ou noutro dia marciano e até podendo ser em dias sucessivos, por vezes bem extenso: por semanas ou meses, neste último caso e durante uma Tempestade de Areia Global tendo já inutilizado/morto, o velhinho mas na altura e apesar das mazelas, ainda bem ativo ROVER OPPORTUNITY). Um planeta desmentindo-nos e apresentando como prova os relâmpagos: apenas se tendo que pensar na Terra e em fenómenos muito semelhantes por cá ocorridos e observados e envolvendo relâmpagos ou se quiserem (sendo o mesmo) descargas elétricas, por exemplo nas erupções vulcânicas terrestres envolvendo o choque de partículas eletricamente carregadas e originando (entre outros, por fricção) as visíveis e brilhantes descargas. No fundo sendo (talvez) tudo devido, à presença (de pequenos grãos de areia, chocando na atmosfera de Marte) de eletricidade estática. Pelo que um dia ao chegarmos a Marte e não querendo ter surpresas, tendo que ter sempre em atenção (em Marte como na Terra ou noutro planeta qualquer) ao estado do tempo: neste caso as “Trovoadas Marcianas”, tal como algumas por cá, sendo secas originando descargas (elétricas/perigosas): e se na Terra levando com um relâmpago e morrendo (de seguida por vezes chorando-se e no final enterrando-se), em Marte sendo ainda pior (morrendo-se longe de casa, sem o berço de descanso e de uma forma tão habitual, tão terrestre).

 

(imagens: NASA/JPL-Caltech/University of Arizona e NASA em syfy.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:31

Perto do Equinócio? Então é STEVE!

Quarta-feira, 17.03.21

Mas quem é STEVE?

 

Manifestando-se a grande altitude na atmosfera e apresentando-se como uma estrutura ótica colorida (cor-de-purpura) ─ assemelhando-se a uma AURORA , mas não o sendo, muitas vezes aparecendo lado-a-lado com elas e confundindo-se (aquando das tempestades geomagnéticas) ─ com STEVE em vez de como Aurora ver as suas partículas energéticas caindo como chuva em direção à Terra (oferecendo o espetáculo já conhecido), servindo-se de outro mecanismo (em funcionamento na ionosfera) para no final apresentar o seu produto ótico: não se verificando a queda de partículas (como nas auroras) mas a sua ausência, com um mecanismo atmosférico alternativo (ainda desconhecido) ejetando-os a grande velocidade através da alta-atmosfera ─ dando-lhe aquela cor (roxo) a gases a temperaturas na ordem dos 3.000°C e circulando a uma velocidade ultrapassando MACH 13 (velocidade hipersónica).

 

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Steve 1

March 12, 2021 @ Glacier View, Alaska

(Latitude 64°N)

 

História com STEVE

 

Partindo dum ponto de rutura estabelecendo a ligação entre o Universo A1 e os restantes, integrando todos o respetivo Multiverso A ─ um ponto de fonteira entre Universos (integrando esse Multiverso A) estando localizado a cerca de 14.0 BAL de distância do centro desse Universo (A1) ─ o viajante denominado como ITα (por se interessar na origem de conjuntos) iniciava aí um percurso de estudo e de análise (evolutiva, astronómica, astrológica, espiritual), levando-o aos extremos virtualmente definidos como (para uma mais limitada, mas fácil compreensão, generalizando/especializando) “o início e o fim”: em função dos recursos disponíveis necessitando para a execução de tal tarefa de três altos temporais, cada um deles com pouco mais de 4.5 BAL, levando-nos sucessivamente (1º salto) da periferia a um ponto intermédio (onde se definiriam e estabeleceriam os detalhes finais da viagem), (2º salto) desse último ponto à Via Láctea ─ onde aproveitando um interregno (para se libertar física e mentalmente, como se numa desintoxicação) tentaria observar um planeta algo curioso (com vida inteligente, alma e eletromagnetismo), num dos muitos Sistemas Planetários demonstrando estar numa fase civilizacional ainda muito primitiva (Sistema Solar centrado numa estrela de classe espectral G2V, o Sol) e no entanto algo avançada tanto no ramo da tecnologia como na da morte ─ para finalmente (3ºsalto) se colocar percorrida integralmente a distância no instante do BIG BANG.

 

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Steve 2

March 13, 2021 @ near Gleichen, Alberta

(Latitude 51°N)

 

No 2º salto e passando perto da galáxia de Andrómeda, visitando a sua vizinha Via Látea assim como um Sistema Planetário (Solar por centrado no Sol) ─ rodeando uma estrela G2V (cor amarela/temperatura 5000/6000°K) ─ num instante saindo do tubo e aí caindo na Terra: sem mais vendo-se a olhar o céu, de um mundo distante (no tempo/espaço) e desconhecido, maravilhando-se com a sua extraordinária beleza contrastando com a (apesar de não visionada por nós, falsa por preenchida) escuridão do Espaço ─ como diria Carl Sagan “um pequeníssimo, fantástico e belo Ponto Azul, perdido na imensidão do Espaço. Logo à chegada com a (certamente) poderosa memória e cultura ancestral da “Entidade ITα”, a ser posto perante um evento (espetáculo geológico-eletromagnético, comparado ao Mundo Espiritual, simbolizando a Alma do Universo) julgando ser Aurora (mais presente) mas sendo Steve (mais ausente). No dia 12 e 13 de março (de 2021) em diferentes locais (latitudes) com o viajante deparando-se com ele (sendo um nome do género masculino ─ por tradução/interpretação ─ logo podendo ser um possível reflexo não de uma mulher, mas de um homem, de acordo e como obra da nossa “cabeça”) fixando o Sujeito/Objeto-Fenómeno e classificando-o como um STEVE: apanhado no Alasca (64°N) e mais abaixo em Alberta (51°N). Deixando a “ITα” completamente entregue e extremamente seduzido, como se estivesse em transe e antes de confrontar com o BIG BANG.

 

(legenda/inglês: spaceweather.com ─ imagens:

Fred Hirschmann/Steve 1 e Alan Dyer/Steve 2 em spaceweather.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:15

Nuvens ao Amanhecer em mais um Verão Marciano

Domingo, 14.03.21

Tal como noutros planetas solares ocorrendo tempestades dos mais diversos tipos e origens ─ na Terra por exemplo com as tempestades geomagnéticas e com as tempestades de areia ─ sendo natural pertencendo ao mesmo Sistema Planetário que o que ocorra num dos seus objetos, ocorra também noutros sendo seus semelhantes: desse modo existindo tempestades de areia na Terra, também o mesmo podendo suceder noutros planetas. E na realidade com este tipo de fenómeno ocorrendo não só por cá (tempestades de areia nos desertos) como igualmente em Marte (também seco e árido).

 

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Tempestade de Areia

Marte

 

Por mais rarefeita que seja, por mais fina que se apresente, existindo atmosfera, a componente geológica e a componente temperatura, formando-se vento e conjugando-se com a areia (dunar), surgindo mais densa ou mais fina, maior ou menor e inevitavelmente, as NUVENS: e num ambiente tóxico, de solos calcinados, sem água nem vida e (aparentemente) desprovido de movimento, surgindo “fenómenos de vento” pequenos, médios e até extremos ─ desde os redemoinhos (DUST DEVIL), passando por outras tempestades mais/menos intensas (como veremos uma a seguir) e chegando às Tempestades Marcianas Globais e de Areia (como a que liquidou recentemente o ROVER OPPORTUNITY).

 

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Região de Tharsis

Marte

 

E a partir das tempestades de areia existindo na Terra e pelos vistos em Marte, surgindo a história seguinte andando à volta de um vulcão (ARSIA MONS, localizado no planalto vulcânico de THARSIS ─ c/ cerca de 5.000Km de extensão ─ no equador de Marte) periodicamente submergido por nuvens ─ extensas e espessas de areia ─ transportadas pelo vento através da atmosfera marciana (podendo chegar a uma distância de 1.800Km), aparecendo (pelo início do dia) e horas depois desparecendo (por volta do meio-dia), sem se saber como nem porquê. Tendo o protagonista desta história ─ para além das Tempestades de Areia ─ o monte marciano ARSIA MONS (17Km de altitude), quase que com o dobro da altitude do monte terrestre EVEREST (9Km de altitude). Já para não falar de OLYMPUS MONS (mais de 20Km).

 

Descrevendo resumidamente o fenómeno (rodeando o vulcão situado a sul do equador de Marte): todos os anos por volta da Primavera e durando várias semanas ou meses com uma nuvem a formar-se numa parcela da região englobando o extenso planalto vulcânico de THARSIS (5 mil Km), mais precisamente próxima do vulcão ARSIA MONS (altitude de 17Km), diariamente e durante um tempo apreciável repetindo-se esse processo (ainda sem explicação científica), desde momentos antes do amanhecer até perto da hora do meio-dia (marciano). E no processo evolutivo de construção desta NUVEM (atingindo grandes proporções, estendendo-se por vários quilómetros) com a formação da mesma iniciando-se sobre o vulcão Arsia Mons (ao nascer-do-Sol) ─ a chamada Cabeça (do corpo de nuvens), de forma circular e podendo ter 50Km/250Km de extensão ─ posteriormente com a ajuda dos ventos (soprando na atmosfera, sobre a superfície do Planeta Vermelho) podendo estender-se por uns impressionantes 1.800Km de extensão e 200Km de largura (Tharsis/5.000Km) para no final e tal como no início (da sua formação) simples e repentinamente desaparecer (por volta do meio-dia) ─ recomeçando tudo de novo no dia seguinte.

 

Não temos nós

Animais Domésticos?

Nós?

Até os comemos!

 

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O Monólito do UTAH (USA)

Um estranho objeto descoberto numa zona desértica do território continental norte-americano

E Haim Eshed

EX- Chefe do Programa Espacial de Israel afirmando estarem os EUA há anos em contacto com os ET

 

Depois da afirmação recente de investigadores da Universidade de Nottingham (GB) indicando a existência no mínimo de “36 CIVILIZAÇÕES ALIENÍGENAS” no interior da nossa galáxia (VIA LÁTEA), porque não pensar e aceitar (o UNIVERSO é INFINITO, permitindo TUDO) que para além da nossa espécie “Uma outra mais EVOLUÍDA esteja há muito ENTRE NÓS”?

 

Estranho não é (?), mas certamente com uma explicação NATURAL (não chegando às nossas mãos a ARTIFICIAL): caso contrário podendo entrar em cena os CONSPIRADORES (e as suas teorias imaginativas) e com eles os EXTRATERRESTRES (de terrestres já estamos fartos, não nos levando a lado nenhum), talvez vivendo em MARTE em refúgios subterrâneos (seres de origem local) ou então sendo já agentes exteriores infiltrados (invasores INTERESTELARES, seres de outras galáxias) tendo como objetivo da sua missão a TERRA, o seu controlo, conquista e colonização, o que para muitos (desses teóricos da Conspiração) já está em curso ─ até com “Eles” vivendo entre nós ─ em ritmo (para os ET’S) de Cruzeiro.

 

(imagens: esa.int - Hernández-Bernal/syfy.com - AFP - Haim Eshed/Twitter)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:17

Alienígenas? Nem Tão Estranhos Como Isso.

Sexta-feira, 29.05.20

Com a evolução geológica da Terra (por ação interna e/ou externa), com uma violenta Tempestade Solar (poderosas CME dirigidas) ou com um impacto de um asteroide (ou outro qualquer objeto, em rota de colisão com a Terra), a poderem (há mais de 65 milhões de anos) ter Extinguido os Dinossauros e 75% dos seres vivos de então.

 

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1

 

Apenas sendo suportada por dois acontecimentos ocorridos no mesmo dia (passado dia 27 de junho de 2020), mais uma interpretação (explicação alternativa) oriunda dos teóricos da conspiração, associando o adiamento do lançamento da nave espacial DRAGON (da SPACE X do multimilionário privado ELON MUSK) com o corte na transmissão do LIVE FEED da ISS (Estação Espacial Internacional), quando supostamente este registava o aparecimento de um objeto estranho orbitando igualmente a Terra (com a ISS orbitando-nos, a cerca de 400Km de distância): como se pode ver na figura (1) num registo gravado antes de se dar o corte na transmissão em direto via NASA (ISS/TERRA), com um objeto localizado no lado inferior/esquerdo da imagem deslocando-se um pouco mais à frente da ISS a surgir movimentando-se, e projetando sobre a superfície do nosso planeta a sua sombra na parte centro/direita da mesma (provando essa sombra, ter como origem num objeto real). Com essa associação a transformar-se numa transposição (partindo da nossa imaginação, tornando-se realidade e não o contrário) ainda-por-cima alicerçada por factos semelhantes ocorridos anteriormente ─ fazendo-nos lembrar logo o “Black Night” ─ convencendo-nos por necessidade de interiorização (e de libertação por aqui, na Terra, estarmos fechados) e por um certo nível de sustentação (aparentemente mais religiosa, do que cientifica), estarmos perante um cancelamento (adiamento) do lançamento do FALCON 9/da SPACE X  com astronautas da NASA, apenas sendo devido a uma intervenção certamente que ALIENÍGENA: ao nosso conhecimento ou à Terra. Amanhã confirmando-se ou não a presença de (os mesmos/outros) estranhos.

 

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2

 

Na entrada do último mês deste primeiro semestre (de 2020) com a nossa estrela já tendo entrada num novo ciclo (o 25º) ─ atravessando um período de fraca atividade e sem nenhuma mancha visível ─ com uma erupção ocorrida e em curso na região da coroa solar situada mais a noroeste e ainda (no decorrer da sua rotação) localizada do outro lado do Sol a mostrar-se ainda bem ativa, ejetando material para o Espaço e emitindo jatos de raios solares da categoria ─ numa escala de 1 a 9 ─ M1 (médias) e C9 (pequenas): numa mancha solar ainda meio escondida, mas que na sequência do movimento de rotação do Sol poderá mantendo-se, evoluir e dirigir as suas possíveis erupções, na direção da Terra ─ nas próximas 48 horas atingindo a fronteira (o limbo, entre o invisível/não direcionado e o visível/direcionado) e virando-se para nós podendo provocar (na Terra) tempestades geomagnéticas. Não se confirmando ainda estar associada a uma nova mancha solar, mas tal sucedendo e como muitas vezes acontece ─ nestes períodos de mudança de ciclo solar (do 24º para o 25º) ─ podendo originar CME bem intensas. Podendo como todos sabemos até ter sido uma violentíssima tempestade solar a poder ter contribuído para a “Extinção dos Dinossauros” (figura 2), mas com a maioria das probabilidades a apontarem não para a “Radiação Solar” (como até poderia ter sido a “Radiação Cósmica”), mas para a forte hipótese de tal “Evento ao nível da Extinção” ter tido como protagonista um Asteroide: segundo um estudo do Imperial College London ─ “New simulations have revealed the asteroid that doomed the dinosaurs struck Earth at the 'deadliest possible' angle” ─ há cerca de 66 milhões de anos com um asteroide a entrar na atmosfera terrestre num ângulo perfeito (de 60°), maximizando os efeitos climáticos provocados pelo brutal impacto (em terra, como na atmosfera) e dizimando os dinossauros (a espécie então dominante) enquanto extinguia cerca de 75% das espécies (terrestres).

 

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3

 

Um impacto de um asteroide com mais de 10Km de dimensão (densidade = 2.630Kg/m³) e originando uma cratera de cerca de 200Km de extensão, deslocando-se a uma velocidade de 12Km/s: atingindo a Península mexicana do Iucatão no local da cratera de CHIXULUB (figura 3). Segundo alguns com alguns dos seus fragmentos (ejetados durante o impacto e atirados para o espaço exterior) ainda evoluindo (circulando) no Sistema Solar.

 

(imagens: ufosightingshotspot.blogspot.com ─ sciencedaily.com

─ Science and more/youtube.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:45

Júpiter Tal Como Visto de Cima

Sexta-feira, 01.11.19

[Pela sonda JUNO, pelo Cidadão Cientista Gerald Eichstädt e … por mais alguém/ninguém.]

 

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As complexas e coloridas (editadas por um, como os designa a NASA, Cidadão Cientista/CC) movimentações das violentas correntes atmosféricas (JET STREAM) observadas no Hemisfério Norte de Júpiter”, numa imagem obtida pelas câmaras da sonda automática JUNO em 29 de maio deste ano. E com Gerald Eichstädt realçando os “pontos brancos”.

 

Numa região do Hemisfério Norte de JÚPITER, sinais evidentes da presença e da ação de um JET STREAM na sua atmosfera, conhecido como “JET N3” (depois de editados pela NASA e tratados pelo CC Gerald Eichstädt). E tal como a NASA afirma (resultando mais evidente com o tratamento de imagem realizado pelo CC GE), com as diferentes diferenças de cor aí observadas representando (significando) diversos tipos de comportamento da sua ATMOSFERA, do seu topo à sua base. Com o branco (a cor) aqui a ser o protagonista. Num planeta com um diâmetro médio de cerca de 140.000Km (aproximadamente 11X o da Terra) e onde certamente tudo será “muito mais extremo(pelo menos para nós, comparando-se com a TERRA, até pela sua distância ao SOL) incluindo as Tempestades Atmosféricas, ainda-por-cima num planeta considerado um “Gigante Gasoso” (o maior do Sistema Solar, “engolindo todos os outros”, exceto o SOL) e onde não se vislumbra (mas tendo de existir no seu núcleo) a sua parte como (o) componente sólido: onde como na LUA pudéssemos aterrar e tal como Neil Armstrong o fez (fazendo em breve Meio-Século e nem se tendo dado, desde essa altura, mais nenhum passo) lá colocar os nossos pés (deixando-nos de promessas e de adiamentos e de justificações falsas de que o dinheiro não chega, quando todo ele é canalizado para a Indústria de Guerra). E regressando aos “pontos brancos” visíveis na atmosfera de Júpiter (sobressaindo não só pela cor), sendo essas zonas (da atmosfera) entre todas (as rodeando-as) as mais elevadas.

 

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Modelo apresentando (através de um corte do exterior ao centro) o interior do planeta Júpiter, com o seu núcleo (central, rochoso e gelado) no estado sólido, rodeado por uma espessa camada de hidrogénio metálico, no estado líquido. Sucedendo-se o “H e o He(líquidos/gasosos) e a restante (e exterior) camada atmosférica (mais fina talvez com uns 50Km).

 

Um registo atmosférico do JET N3 podendo atingir os 3.000Km (de altitude) e com as duas “manchas brancas” (espessas, compactas, violentas camadas de nuvens) visíveis no meio de todo o colorido − aparecendo ao centro-direita da imagem − a representarem as regiões da atmosfera (de Júpiter) aparecendo a maiores altitudes: obtido pela sonda JUNO quando (numa das suas várias aproximações − esta sendo a 20ª − programadas a Júpiter) a cerca de 10.000Km de distância do topo das nuvens jupiterianas (latitude 39°N). Júpiter: um planeta Gigante e Gasoso possuindo 2,5X a Massa dos outros sete planetas (juntos) do Sistema Solar (no outro extremo tendo, cerca de 1000X Menos a Massa do Sol) − e composto maioritariamente por Hidrogénio (80%) e por Hélio (10%) − onde um dos seus “sinais de marca” é a “Grande Mancha Vermelha”, bem visível (integrando a camada atmosférica exterior do planeta) – como que “estacionada há muito, muito tempo até pela sua dimensão e forma (fazendo-nos lembrar “o olho-de-um-furacão” na Terra) e simbolizando as violentíssimas tempestades atmosféricas (se comparadas com as do nosso planeta, mesmo as mais violentas, muito menos intensas) em curso á superfície – “GASOSA− de Júpiter.

 

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Na Terra com as diferentes camadas atmosféricas envolvendo todo o planeta (mais estreitas e protetoras nos polos) estendendo-se (como se pode ver no gráfico) por mais de 700Km (ainda no seu interior orbitando a ISS), dividindo-se desde o solo até às suas zonas mais exteriores em (5 camadas) Troposfera, Estratosfera, Mesosfera, Termosfera e Exosfera.

 

De tão grande e apesar de tão afastado – entre 740 e 815 milhões de Km do Sol (a Terra a 150 milhões de Km) – sendo a partir da Terra visível a olho nu e de todos os planetas solares sendo aquele a possuir mais luas (ultrapassando já as 80 e podendo uma ou outra ter Água), por um lado e para os Seres Humanos sendo igualmente extremamente agressivo e “impossível de compartilhar”, não só devido ao seu poderosíssimo Campo Magnético (atraindo e esmagando tudo) como devido às suas violentíssimas Tempestades Atmosféricas, as mais habituais com ventos a caminho dos 400Km/h (podendo ser muito superiores, na Terra e existindo, sendo “apenas APOCALÍPTICAS”), mas por outro e sendo “Importantíssimo e Fundamental (até para a Preservação da Terra e da nossa Espécie, assim como de todas as outras) podendo manter-nos VIVOS (como o também fará por exemplo o nosso vizinho Marte, substituindo-nos e à Terra, e “levando com eles em cima”): protegendo-nos de cometas como poderia ser o caso (um dia com outro qualquer, podendo um cometa intercetar a órbita da Terra e até passar uma tangente ou então − BOOM! − uma secante) de SHOEMAKER-LEVY 9 (viesse ele na direção da terra) impactando Júpiter em Julho de 1994 (e com o planeta a “digerir sem parecer vomitar”).

 

(imagens: PHOTOJOURNAL/PIA23439/NASA – wikipedia.org − wattsupwiththat.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:04

O Poder da Terra

Sexta-feira, 27.09.19

Observando o poder da NATUREZA (apenas um entre muitos, com muitos mais por identificar) exercido sobre o sudoeste da costa de ÁFRICA (zona fronteiriça entre a Namíbia e a África do Sul) − com um intruso meteorológico vindo de terra (movimentando-se por via aérea) a invadir uma região do sudeste do oceano ATLÂNTICO (separando o continente africano do continente americano) – deparando-nos com uma imagem por satélite (SUOMI NPP da NOAA/NASA) obtida do Espaço (exterior à Terra), mostrando-nos uma extensa e espessa camada de nuvens, constituída por poeiras e areias, cinzentas e a altas altitudes e dirigindo-se de terra (sentido este/oeste) para o mar.

 

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Fronteira Namíbia/África do Sul

(envolvendo o Rio Laranja)

25 setembro 2019

(Suomi NPP)

 

Um fenómeno tendo ocorrido ontem por volta das 14:25 (locais) e estendendo-se por uma área bastante extensa rodeando a norte e a sul o Rio Laranja (Orange River) − separando a Namíbia da África do Sul – com o vento levantando e transportando consigo pequenas partículas (de areias e de poeiras), circulando e flutuando (suspensas) no ar e provocando (como consequência visível/sentida) a nível da estratosfera (mais afastada da superfície) uma grande Tempestade de Poeira e a nível da troposfera (mais perto da superfície) poluição atmosférica (causando problemas respiratórios) e fraca visibilidade. Levando ao encerramento dos aeroportos (da região afetada).

 

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Fronteira Namíbia/África do Sul

(envolvendo o Rio Laranja)

21 outubro 2018

(Suomi NPP)

 

No entanto e para descanso dos residindo a sul (no Hemisfério Sul) − salvo raras exceções mas não tanto pelos residentes a norte (no Hemisfério Norte), com as areias & poeras levantadas nesta região fronteiriça entalada entre os territórios da Namíbia e da África do Sul (H.S.) a ser considerada insignificante (mesmo negligenciável) face às originadas no Deserto do SAHARA (H.N.) − uma das maiores fontes em todo o Mundo de produção de poeiras. Num Evento semelhante já anteriormente observado (21 outubro 2018) precisamente na mesma zona e com uma espessa camada de nuvens (de areias e poeiras) a formar-se na atmosfera. Com os céus a ficarem temporariamente vermelhos sobre a Baia Alexandre (África do Sul).

 

(imagens: earthobservatory.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:15

A Terra ‒ Afundamentos & Bombas

Quinta-feira, 04.01.18

Porque será que tudo o que no Presente (e pelos vistos no Passado e no Futuro) nos vai sendo proposto como uma nova Descoberta (na realidade concluídas aquando da derrocada do outro lado, deixando de existir oponente como no tempo USA Vs. URSS), não passa apenas de mais uma Constatação já Experienciada e Vivida (por muitos, esmagadoramente leigos)? E no entanto sendo apenas divulgada em publicações (ditas) científicas, confirmando o que já há muito (tempo) todos nós já sentíamos (pelos tais denominados eruditos)!

 

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Satellite data enables scientists to map the seafloor, which is sinking under the weight of rising seas

(this map shows gravity anomalies in the western Indian Ocean)

 

“In recent decades, melting ice sheets and glaciers driven by climate change are swelling Earth's oceans. And along with all that water comes an unexpected consequence — the weight of the additional liquid is pressing down on the seafloor, causing it to sink.”

(livescience.com)

 

Com dois artigos recentemente publicados pelo site LiveScience (livescience.com) abordando dois fenómenos Naturais (mas certamente com contribuição Artificial) podendo influir (já no Presente) na Evolução do nosso Ecossistema Terrestre ‒ o Afundamento do Leito Oceânico e os Ciclones Bomba ‒ verificamos que no Meio Ambiente onde hoje vivemos (estendendo-se do infinitamente pequeno ao infinitamente grande, em réplicas sucessivas tendo como base o mesmo molde) e que nos proporciona todas as condições necessárias e suficientes para sermos resilientes e persistirmos (evitando assim a Extinção), todos os parâmetros não são demais para definirem o funcionamento de uma sua Estrutura (e de assim compreendermos todo o seu Mecanismo de Reprodução, nesta fase de Replicação): por vezes por esquecimento, incompreensão ou desprezo (uma Mega Distração) não conseguindo ver à sua frente aquilo que se ia tornando Evidente (como se usássemos uma pala indicando-nos o caminho a seguir) e no fundo apenas o fazendo (a esmagadora maioria dos 7,5 X 10↑12) por uma simples questão de ignorância e de pretensa sobrevivência (tornando-se um facto inquestionável face aos nossos Órgãos dos Sentidos, tendo o seu Processador central ativo e desde que não irremediavelmente infetado) ‒ como será o caso do crescimento dos Oceanos (obviamente com o seu nível a aumentar → devido ao degelo nos polos alimentando o seu volume) e do afundamento dos seus leitos (aumentando a pressão oceânica sendo a crosta terrestre elástica tendendo a afundar-se) e dos Ciclones Extremos e surpreendentemente Repentinos (para a grande maioria de nós, que nunca os viu ou sentiu imaginando-o apenas em filmes) capazes de reproduzir num instante e de uma forma radical (para muitos de nós apanhados desprevenidos podendo ser para Além do Limite) condições Meteorológicas originando ventos fortíssimos girando em direção ao centro de baixas pressões e entre outras consequências a descida (para nós) abrupta das temperaturas.

 

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Water vapor across the globe

(on Jan. 3, 2018)

 

“How does a system reach bomb-cyclone status? Its atmospheric pressure must drop so rapidly that it explodes in strength. This can happen when a cold air mass collides with a warm air mass, such as air over warm ocean waters. The formation of this rapidly strengthening weather system is a process called bombogenesis, which creates what is known as a bomb cyclone.”

(livescience.com)

 

Analisando de uma forma aberta todas as variantes (conhecidas e entendidas ou então no mínimo e por experiência previsíveis por expetáveis) envolvendo estes dois cenários (Oceanos e Atmosfera) fazendo parte de um Panorama mais geral (o Ecossistema da Terra), sendo lógicas as conclusões tiradas pelos cientistas (levando ao Afundamento e à Bomba) apenas não se compreendendo só agora sendo levadas em conta (pelos mesmos e por outros) para a reexposição do problema e para a sua solução. Desde logo aconselhando a leitura (dos dois artigos eruditos) para uma mais completa informação e um melhor entendimento (doutros eruditos e dos leigos): The Bottom of the Ocean is Sinking (Mindy Weisberger) e Bomb Cyclone Forecast to hit East Coast (Jeanna Bryner). Do lado cientifico-tecnológico e constando-se (o facto fundamental para a confirmação) cada vez mais o nosso retrocesso Civilizacional (onde está a vitória sobre o Tempo, onde está a ultrapassagem dos limites, onde estão as novas descobertas, onde estão os novos empreendimentos, onde está a conquista do Espaço, onde está o nosso desígnio, onde está a dita Utopia) ‒ bastando para tal (e apenas) olhar diretamente a Elite, perceber o seu papel na estrutura, conhecimentos, ambições e hierarquia e sentir no corpo o seu peso (sob a forma de objetos/casa, carro, frigorifico, TV, arma, etc. ou infiltrando o sujeito/de uma forma intrusiva impondo a guerra e a doença), daí nada saindo ‒ correndo-se o sério risco de um dia sermos ultrapassados pela NATUREZA envolvente (violada incessantemente e por todos em nome do lucro e do progresso, ditado por Auto Iluminados provavelmente em sobrecarga e a um passo de fundir), somente por ignorarmos que somos todos (nós) uma parte de um todo preenchido e insuflado (por Matéria e Energia) que um dia soube partir e nunca mais quis parar (o tal Movimento que caracteriza a Vida). Num Mundo que após o Colapso de um dos Grandes Blocos Políticos Globais (a URSS) perdendo o seu oponente (deixando como filho pródigo e único os USA) deixou-se então ficar ‒ doente, apodrecendo, decompondo-se e talvez abrindo caminho ao surgimento de uma Nova Espécie Dominante e Inteligente (e talvez Extraterrestre).

 

(legendas: livescience.com ‒ imagens: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:28

Dinamismo de Neptuno

Sábado, 12.08.17

Neptuno o Rei do Mar ‒ filho de Saturno e irmão de Júpiter e de Plutão

(este último a ovelha negra da família e tratado como um anão)

 

Com mais um planeta (dos oito ainda certificados como tal) fazendo parte do Sistema Solar (tendo o Sol como referência central) a reclamar o seu grande dinamismo na prossecução do seu trajeto evolutivo, cientistas da Universidade de Berkeley localizada no estado norte-americano da Califórnia (pertencentes ao Mundo Orgânico) tornam-se agora protagonistas dessa ânsia planetária (e do Mundo Mineral) de reconhecimento universal da posse de Atmosfera (talvez com parâmetros consentâneos para a construção de um ecossistema capaz de albergar vida). Oito planetas fazendo parte de um conjunto virtualmente fechado em que os corpos mais perto do centro (também virtual o Sol) são mais pequenos, mais quentes e mais expostos (planetas interiores), enquanto os outros situando-se para lá da Cintura de Asteroides (planetas exteriores) e projetando-se mesmo a grandes distâncias, se revelam como maiores, mais frios e talvez menos expostos. Sugerindo-nos que num Futuro deste Sistema (o Sol irá a meio do seu percurso de vida) por lá poderá residir a nossa nova esperança (de sobrevivência) e o próximo local de partida para o nosso novo e inexorável destino. Como a Península o foi (Ibérica) na Conquista dos Oceanos.

 

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Numa observação registada este ano entre 26 de Junho e 2 de Julho

 

Apresentando-nos imagens pouco comuns do gigante e distante (diâmetro Neptuno = 4 X diâmetro Terra e distância Neptuno ao Sol = 30 X distância Terra ao Sol) planeta Neptuno (o 8º e último integrando o Sistema Solar) durante o seu crepúsculo (período de luminosidade ao amanhecer e ao anoitecer) ‒ com extensas áreas extremamente luminosas, resultantes de grandes tempestades e aparecendo no interior da sua atmosfera ‒ mas aqui surgindo em regiões deste Gigante Gelado (sendo aí pouco habituais tais fenómenos) mais típicas de latitudes intermédias do que mais perto do seu equador (como as aqui registadas). E com uma tempestade de tal dimensão (9.000Km de extensão) que por pouco lá caberia a Terra: num planeta considerado o mais ventoso de todos (os oito) e com a velocidade dos ventos a poder atingir a velocidade de mais de 1.600Km/h no equador (na Terra na ordem dos 259Km/h) ‒ e com as estações responsáveis pela evolução das tempestades (em Neptuno) a durarem 40 anos, em vez dos 3 meses como na Terra (Neptuno completa uma órbita em volta do Sol em cerca de 160 anos).

 

(dados e imagem: sciencedaily.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:11

Quadruplo Impacto

Segunda-feira, 22.05.17

Foi o Sol que nos ajudou a aparecer.

E se não nos mexermos, desapareceremos com ele.

(já indo este, a meio do seu caminho)

 

Nestes últimos dias com o nosso planeta sob a ação de fortes ventos solares oriundos de um buraco aberto na superfície do Sol (20 e 21 Maio) ‒ fig. 1 ‒ tem-se assistido com maior intensidade e a latitudes mais elevadas aos efeitos da ação desses raios solares (provocando tempestades geomagnéticas de classe G1/menores) ao impactarem com a atmosfera terrestre:

 

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Fig. 1

Buraco na Coroa Solar

(origem do jato de vento solar)

 

Originando fenómenos mais comuns nestes momentos como as auroras (por exemplo na América do Norte), podendo as mesmas persistir ainda esta segunda-feira (dia 22 Maio) mas com a velocidade dos ventos solares a decrescerem para valores já mais perto dos 500Km/s (quando já andou pelos 700Km/s). Com o nosso planeta a abandonar a região onde os mesmos (ventos solares) se faziam sentir mais intensamente (ao passarem oriundos do Sol) e prevendo-se assim um abrandamento das condições do Tempo no Espaço (rodeando e envolvendo o planeta).

 

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Fig. 2

4 Clarões ao Pôr-do-Sol

(Califórnia/Oceano Pacífico)

 

Nesta imagem da autoria de Mila Zinkova registada no passado sábado (dia 20 Maio) ao Pôr-do-Sol, na costa da Califórnia e observando o oceano Pacífico ‒ fig. 2 ‒ assistindo-se a outro fenómeno atmosférico pouco habitual, observado geralmente ao pôr e ao nascer do Sol e sendo talvez impulsionado por estas condições particulares do “tempo que faz no espaço”: provocado por estas tempestades solares (criadas no Sol) e transformadas em tempestades magnéticas (aplicadas na Terra) ‒ neste caso com o Sol a pôr-se no horizonte e momentos antes de desaparecer a emitir uns últimos clarões (aqui 4) de cor esverdeada. Num efeito de miragem provocada pelas diferentes temperaturas das camadas de ar colocadas e sobrepostas acima da linha de água.

 

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Fig. 3

Júpiter, Steve e Aurora

(o planeta, o arco de cor purpura dançando/dividindo o Céu e uma sua companheira habitual)

 

Com muitos outros fenómenos podendo ocorrer especialmente sob tempestades solares/tempestades geomagnéticas mais intensas, dependendo os seus efeitos de muitos parâmetros variáveis desde a intensidade dos ventos solares/CME até à capacidade de proteção e defesa do campo magnético terrestre. Desde fenómenos mais comuns como os retratados na fig. 2 e na fig. 3 ‒ neste último caso o denominado Steve ‒ até fenómenos mais extremos como os já sentidos no passado: “A tempestade solar de 1859, também conhecida como Evento Carrington, foi uma poderosa tempestade solar geomagnética ocorrida em 1859 durante o auge do ciclo solar. A ejeção de massa coronal solar, atingiu a magnetosfera da Terra e induziu uma das maiores tempestades geomagnéticas já registradas. Um "feixe de luz branca na fotosfera solar foi observado e registrado pelos astrônomos ingleses Richard C. Carrington e Richard Hodgson.” (wikipedia.org)

 

(imagens: spaceweather.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:24