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Terrestres, Marcianos ou Solares

Quarta-feira, 05.05.21

Integrando um espaço e um tempo mais amplo do que aquele de que temos alguma noção ─ o Universo, dito Infinito ─ e partilhando um conjunto mais ou menos extenso, mas denotando em extensão e compreensão características comuns ─ o limitado Sistema Solar, ele próprio um subconjunto de um outro mais vasto, a Via Láctea (e assim sucessivamente, do infinitamente pequeno ao infinitamente grande)

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Marte num passado remoto

(integrando um Sistema Planetário com 4,7 biliões de anos)

 

A Terra e toda a sua História (Geológica, Biológica) terão que ter forçosamente algo de comum com todos os seus parceiros planetários (planetas, cometas, asteroides, etc.), podendo mesmo a Vida ter migrado entre vários Mundos (próximos e em diferentes fases da sua formação) até chegar ao ponto onde hoje se encontra:

Nos seus estimados 4,7 biliões de anos decorridos desde a sua formação (centrado numa estrela da classe espetral G2V, o Sol) e no meio de múltiplos impactos entre diferentes corpos e material movimentando-se no Espaço e definindo progressivamente a disposição da sua futura estrutura (básica e planetária),

Depois da estabilização de certos Mundos podendo-se ter então aberto a porta a outro tipo de evolução (não apenas geológica, preparando o terreno) não tanto a nível de um Mundo Mineral (já preparado para receber algo mais) mas de um outro e como sua consequência (natural sequência) ─ montado e preparado o seu ecossistema ─ o Mundo Orgânico, Biológico, a Vida.

Conjugando o que nos caracteriza e distingue (apesar de ainda não a compreendermos, situarmos) a nossa Alma, com a Matéria e o seu correspondente (espiritual) o Eletromagnetismo.

Num passado já muito longínquo com a Vida a poder ter aparecido numa “Terra agora Estranha” e perdida, entretanto no tempo (e noutra projeção/disposição deste mesmo espaço),

Atravessando Civilizações, ultrapassando Saltos Civilizacionais, podendo-se ter quase extinguido ou não, mas regressando sempre e sendo resiliente subsistindo e replicando-se de novo, sempre sob o mesmo molde (apenas adaptado):

Ainda com a Terra num estado mais atrasado da sua formação debatendo-se com impactos de cometas e de asteroides ─ quase como que com sucessivas vagas de espermatozoides, tentando fecundar a Terra ─ podendo o Homem já existir noutros Mundos migrando periodicamente e conforme as suas necessidades.

E sendo originário de algum lado podendo ser daqui ou doutro lado, bastando ter-se movimentado (sendo o Homem de base um nómada):

Talvez se tendo sido marciano, no presente terrestre e num futuro próximo regressando e sendo terrestre/marciano ou simplesmente um solar,

Vendo-se aqui Marte tal como poderia ter sido no (seu) passado (remoto), sonhando-se reconstruí-lo (de novo, pelo menos Elon Musk e os seus amigos empresários)

(imagem: Kevin Gill/universetoday.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:04

Sobreposição

Terça-feira, 04.05.21

Uma sobreposição de uma imagem do Sol localizado a 150.000.000Km da Terra (o Gigante Astro-Rei, do nosso Sistema Solar) e da Estação Espacial Internacional (ISS) circulando em volta do nosso planeta a uns 400Km de distância (muito menos que um ponto, se comparada com o Sol). Pela distância, pelo tamanho e pelo ponto de observação, induzindo-nos em erro (de observação) dada a real proporção (entre o Sol e a ISS) ─ a sensação errada da ISS ser muito maior: comprovando-se com esta apresentação e projeção ─ olhando-a com uns binóculos (em 1º plano), distribuídos pelo operador (da montagem) ao espetador tendo o Sol como tela ao fundo e colando-o à “enorme” ISS.

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(21 janeiro 2020)

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Mesmo a 1UA de distância da ISS, com os perigosos raios solares (e ainda a eles se juntando os raios cósmicos) a atingirem a ISS e neles mesmo que protegidos (no interior da estação espacial), os seus ocupantes e astronautas

 

Vivendo nós no interior de um grandioso Holograma, colocando-nos num cenário fechado e no entanto proporcionando-nos, o usufruto de um horizonte infinito: para já e para além da fronteira imposta, já nos tendo deslocado “uns mm”: considerando (numa escala minimamente credível) 1 UA = 1m nem uns 2,6mm (viagem Terra/Lua) ─ e para mais de 60 anos de exploração espacial, mesmo muito pouco, uma nódoa (na História da Evolução do Homem).

Com as máquinas levando a sua avante e já estando a caminho ou já tendo ultrapassado, os limites do Sistema Solar (Pionner 10 e 11, Voyager 1 e 2 e mais atrasada a New Horizons). Enquanto nós vemos a Lua (nos contentamos a vê-la) a mais de 380 mil Km.

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(18 junho 2020)

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Uma forma de tentar compreender a real dimensão do Sol ─ tendo o Sol um diâmetro 109X o da Terra ─ e de como uma forte erupção solar ejetando material em direção à Terra (e atingindo-a) poderia ter consequências catastróficas

 

E para termos uma melhor noção da disparidade imensa de dimensões entre dois objetos podendo ser grandes ou pequenos conforme o termo de comparação e podendo não ser o mesmo apesar da sua aparente dimensão (logo lhe dando forma e por normal adaptação uma aparente semelhança), apresentando a Terra e o Sol tal como o poderia fazer (em termos de apreciação, comparação/semelhança) entre a ISS e o Sol: só na massa ejetada pelo Sol cabendo a Terra várias vezes. Num Sistema Planetário com mais de 4,6 biliões de anos e espalhando-se por todos os lados por biliões e biliões de anos-luz (para quem vive nem cem anos, nem percorre mais de 380 mil Km), algo ainda de muito confuso dado os valores utilizados.

(imagens: avertedimagination.squarespace.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:24

Em Escarpa, Em Colapso

Quinta-feira, 29.04.21

Ainda mergulhados na Terra aquando da 1ª ida até à Lua (julho de 1969) e com as virtudes do capitalismo norte-americano então no topo da sua grandiosidade (1945/1970), desde há pelo menos meio século que todos nós sabemos (ou suspeitamos) que, para além do nosso único satélite artificial pouco ter a oferecer ao residente comum deste planeta (a caminho de 8 biliões de indivíduos), os restantes corpos celestes até pela sua proximidade “desprotegida” ou pelo seu afastamento “gelado” ─ mesmo aqueles como a Terra, os restantes 7 planetas principais, integrando este Sistema Planetário (centrado no Sol) ─ também se encontram sensivelmente na mesma situação:

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ESCARPA

Sonda MRO ─ Instrumento HiRISE ─ PIA 23611

(Inserida numa depressão com uma extensão de umas centenas de metros,

íngreme e conhecida por expor à sua superfície “água-gelada”)

 

Desde os planetas Interiores como Mercúrio e Vénus (pela sua proximidade, exposição e ausência de proteção, sendo constantemente “bombardeados” pelo Sol), passando ainda por Marte (completamento exposto, sem atmosfera protetora) e estendendo-se aos planetas Exteriores como os Gigantes-Gelados Júpiter e Saturno (não esquecendo Úrano e Neptuno), todos eles não apresentando as condições mínimas para a sobrevivência da nossa espécie.

Para além da exposição a todos os perigos conhecidos ou desconhecidos oriundos do Espaço Exterior (à Terra) e tal como verificado nas diversas visitas à Lua feitas pelo Homem há 50 anos atrás (deixando-se no ar a questão, porque desistimos dela), ao olharmos para a Lua, para Marte ou para outro corpo qualquer integrando o nosso Sistema Solar, não se verificando neles a existência de atmosfera (de oxigénio, necessário para a nossa função respiratório), de água (compondo grande percentagem do nosso Mundo a Terra, assim como do nosso corpo, sendo-nos tal como um “combustível” fundamental), nem de qualquer tipo visível de Vida (mesmo que microscópica, nem sequer um vestígio):

Significando que pelo menos neste Espaço-Tempo poderemos estar (nesta “extremidade” do Universo) momentaneamente ou por desconhecimento, sós.

Até porque poderemos ser uma espécie autóctone desta parte do Universo usufruindo deste canto da pequena e perdida Via Láctea, através de sucessivos Saltos Civilizacionais ocorrendo desde há uns 4,5 biliões de anos, tendo a vir a assumir um papel preponderante na evolução e transformação deste minúsculo, mas único ponto chamado Terra, mas que para sobreviver e continuar terá um dia forçosamente de abandonar esta referência, emigrar e persistir:

Tal como hoje em dia poderemos imaginar sucessivos Saltos Civilizacionais ocorridos ao longo de toda a História Geológica do nosso planeta, desaparecendo/reaparecendo o Homem e até podendo envolver outro planeta próximo (como Vénus, como Marte) neste intercâmbio Temporal (poderemos já ter sido num passado remoto, venusianos e até marcianos), amanhã tendo-se obrigatoriamente de migrar (o Sistema Solar não durará para sempre) podendo a Lua voltar a ser protagonista como ponto intermédio e Marte o nosso futuro como Lar e 1º Grande Entreposto Interestelar.

E talvez seja por isto baseado num passado profundamente encastrado nos nossos testemunhos e genes, que ao olharmos para Marte até pela sua forma, proximidade e aspeto (um ser familiar, talvez com a mesma idade, apenas seguindo caminhos/trajetórias/órbitas diferentes), sintamos nele algo de conhecido de muito familiar, de querer lá estar ou então regressar.

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COLAPSO

Sonda MRO ─ Instrumento HiRISE ─ PIA 24614

(podendo ser uma depressão ou um topo, observada em depósitos superficiais

do polo Sul, mas sendo o 1º caso e como resultado de um colapso)

 

Com o chefe desta ilusão a ser no presente o milionário e ilusionista (e norte-americano, com acesso privilegiado às impressoras e ao subsídio estatal) Elon Musk:

Querendo-nos enviar para Marte.

Concluindo-se que no início da terceira década do século XXI e passados mais de 50 anos (vai fazer 52) sobre a nossa chegada ao 1º Mundo Alienígena (com o astronauta Buzz Aldrin a deixar a sua marca/sola da bota na Lua), por um lado sonhando-se muito com Marte e estendendo-se a busca a anos-luz, mas por outro lado nem sequer se conhecendo toda a amplitude das nossas altitudes, positivas como negativas:

O que se passa por exemplo (nos oceanos) a uns meros 10Km/11Km de profundidade (tendo máquinas capazes de ultrapassar os limites do Sistema Solar, como as sondas Pioneer e Voyager ─ e já com outra a caminho, a sonda automática New Horizons) e com o problema de como travar uma doença provocada por um ser vivo de vida tão curta (se comparada com a do Homem) e microscópico, quando diante de nós já conseguimos ver o infinitamente pequeno (com o microscópio) e o infinitamente grande (com o telescópio) ─ em toda a sua extensão e compreensão, este complexo e ao mesmo simples “Organismo (Universo) Vivo” (montando-se progressivamente na nossa cabeça e formando diante de nós “o modelo”).

Ao chegar-se às proximidades do planeta Marte ─ o 4ª planeta mais distante do Sol e o nosso mais próximo vizinho exterior (à órbita da Terra) ─ para o milionário (subsidiado pelo Estado) Elon Musk o facto central separando-nos da nossa própria extinção (entendendo-se o Homem como a espécie dominante), deparando-nos com algo muito pior do que os mais extremos cenários ambientais terrestres, inserindo-nos neles (para além de um certo ponto) sendo impossível de sobreviver, inseridos na superfície marciana nem sequer sendo possível imaginarmo-nos (milagres só na Terra, com ícones locais e altares) a recuar, estando a meses de viagem (centenas de milhões de Km) do posto de socorro mais próximo:

Sendo Elon Musk mais um exemplar oriundo dum mesmo molde (mesmo tipo de programação, objetivo), quanto muito classificado pelos seus iguais (criando a hierarquia de poder, a pirâmide social) como sendo um génio ou um louco (apesar de adjetivos distintos e extremos, tendo por complementaridade necessária ao bom funcionamento do sistema, consequências iguais) ─ um predador proporcionando às suas presas o destino do costume ou em alternativa única (oferta de EM e sendo-lhe  exclusiva) a fuga em frente ─ tal como o fez com Starman (o seu astronauta-humanoide-manequim) lançando-o em direção ao Planeta Vermelho, ouvindo David Bowie e conduzindo um dos modelos Tesla ─ e acabando se não fossilizado na viagem, então bem calcinado no Inferno.

Por lá (Marte) só mesmo como com os mortos por cá (Terra), bem enterrados.

(imagens: photojournal.jpl.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:34

Halos-Celestiais

Terça-feira, 27.04.21

Tendo-se o Sol mantido extremamente ativo nestes últimos dias, manifestando-se através erupções/explosões na sua coroa solar (como a do filamento de 25 de abril) e CME (só nas últimas 36 horas, 3) lançando “material” no Espaço exterior ─ pretensamente não nos indo atingir (diretamente) ─ interessa estar atento ao que o nosso Astro-Rei nos reserva (neste início do 25º Ciclo Solar e a caminho de um máximo): até pelas suas implicações na Vida (no Ecossistema) do nosso planeta.

 

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Duplo Halo-Solar em forma de V

Viera ─ Flórida ─ EUA ─ 23 abril 2021

 

Numa mensagem subliminar das Entidades Solares enviada neste início de 25º Ciclo, a deteção de mais uma indicação (neste caso com “efeitos visuais”) de que o Sol estará a entrar num período de maior atividade, podendo ter repercussões um pouco por todo o Sistema Planetário incluindo o planeta Terra: no dia 23 de abril de 2021 e nos céus da localidade norte-americana de Viera (estado da Flórida), emergindo nos céus azulados cobrindo a superfície da terra dois Halos em forma de V, como que sugerindo-nos estarem a apontar (ambos), especificamente para nós ─ o planeta, a Terra.

 

Servindo-se de uma tecnologia simples utilizando apenas recursos naturais, conjugando a presença de luz e de dois tipos de cristais (gelados) ─ circulando em nuvens (cirros) a elevada altitude (5Km/10Km): e dando origem a partir de cristais-gelados de comportamento diferente, Halos Celestes diferenciados ─ o halo de baixo sendo o mais comum e o halo de cima o mais raro. E tal como tudo na Vida com a “aparição” ─ obvia e naturalmente projetada pelas Entidades Solares ─ a durar apenas uns intensos, mas curtos 5 minutos, vindo, indo e desaparecendo. Um facto testemunhado e registado por Dan Gore (o fotografo) há já quatro dias.

 

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Conjunto/aglomerado de manchas solares

AR2018, AR2020 e AR2021

 

Um esclarecimento promovido num momento em que o Sol (e as suas Entidades representativas), depois de um tempo de adormecimento, de reflexão e até de manutenção (recarregando-se) retoma a sua atividade não tanto à distância, mas pelo contrário, “mais presencial” intensa e dirigida, dando origem nos últimos dias (para além do aparecimento de manchas/buracos no Sol) a algumas erupções (a partir da coroa solar), lançamento de chamas solares para o Espaço exterior e à ejeção de várias CME. Que como todos sabemos ─ já que o Sol também tem rotação ─ nos poderá (raios solares, massa solar, CME) ou não, ser dirigida.

 

(imagens: Dan Gore/spaceweather.com e SDO/HMI)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:34

As Poeiras como origem do Homem

Sábado, 10.04.21

Em dois estudos publicados em sciencedaily.com (um de 2 de abril, outro de 8 de abril) focando o mesmo tema ─ as “poeiras do Espaço” ─ a indicação de que poderemos ter a nossa origem (do Homem) nessas mesmas partículas (movimentando-se no Espaço) e de que as mesmas continuam (continuando pelos vistos a cumprir a sua função) a atingir-nos:

 

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Tabela Periódica

 

Com o Carbono a fazer uma viagem Interestelar até atingir a Terra, transformando passados milhões e milhões de anos uma esfera inicialmente “efervescente”, num extraordinário Ponto-Azul pleno de Movimento e de Vida ─ contribuindo como fator inicial, para o aparecimento da mesma (Vida) ─ num processo posteriormente alimentado por outras partículas ou “poeiras espaciais” resultantes da passagem de cometas e de asteroides (nas proximidades da Terra), acabando algumas delas por se atravessarem no nosso caminho e nos atingir. Tal como com o “Ciclo da Água” com o “Ciclo da Poeira” mantendo-se a Vida. Colocando-se de novo a questão de qual o fator primordial para se dar o arranque da Vida (tal como a conhecemos), sendo o Homem basicamente composto por Água (H₂O), outros elementos (como Carbono) e outras substâncias minerais (cálcio, fósforo, etc.), mas não sendo uma água engarrafada gaseificada, mas um ser orgânico, biológico, consciente, mexendo-se e estando vivo: em termos simplistas e tendo-se noção da distância existente entre uma estrutura como a da Terra (no conjunto não se vendo, como se não existisse) e a do Universo (tão grande, esmagador, sem dimensões, e que incapazes de o compreender, definimos como Infinito) ─ ele próprio fazendo parte de um conjunto ainda mais vasto o Multiverso ─ e ao mesmo tempo questionando-nos sobre o que será a “Alma” e sobre a sua existência (e finalidade), confrontando-nos com uma dúvida sobre se será mesmo o “Mundo Orgânico” a nossa origem/destino ou se não será (em sua substituição e como o original) o ainda predominante “Mundo Mineral”.

 

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Chuva de Meteoros

 

Sabendo-se que à nossa volta (no Espaço exterior) assim como debaixo dos nossos pés (com sismos, erupções, deslocamento de placas, etc.), as rochas são poderosas e até (se quiserem/se calhar, qual a diferença?) nos esmagam: e se ainda acreditamos na existência da Alma (o nosso único passaporte, podendo-nos proporcionar uma viagem, para outros lugares), talvez seja porque o nosso Universo considerando-se em si como um “Organismo Vivo” também terá uma Alma, a sua (dando-lhe possibilidade de comunicar, de se transportar, de se poder replicar noutro lugar/nem que o faça num Mundo Paralelo, descortinando o ponto de interseção e comum entre eles, depois sendo apenas “saltar” e ver-se do outro lado da projeção/do holograma) ─ não se vendo como a nossa mas existindo ─ a “Alma Eletromagnética” ─ unindo e separando Mundos, transformando-os (para ele, par nós) mas nunca se perdendo. E a Terra só “funcionando” (existindo) dada a presença no seu interior (centro) de um dínamo-gigante alimentado pelo Sol. E da Matéria e da Energia (e apenas existindo, sem princípio nem fim, tendo-se apenas que se proporcionar o momento ─ originários como somos do mesmo molde, facilmente podendo ser atualizados) se fazendo tudo o que existe. Mas e como sempre suspeitamos (mas por despeito nunca afirmamos) num enlace fortuito e extraordinário (digamos que, acontecendo de cem em cem anos), podendo a nossa mente dar outro “Salto” e de repente estando-se noutro Mundo (noutra Galáxia, ou Universo, ou num Mundo com parâmetros diferentes “espirituais-eletromagnéticos”). Talvez nesta grande bolha (integrando bolhas de nível superior) só existamos mesmo nós (daqui até ao infinito) e para se conhecer mais alguém, tendo-se de arranjar uma forma de a conseguir rebentar e daí, começando-se (a II Grande Viagem de Circunavegação) logo a avistar.

 

(imagens: vchalup/Paulista/stock.adobe.com/sciencedaily.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:47

Terra, o Lugar mais Seguro

Quarta-feira, 31.03.21

[Em muitos milhares de anos-luz.]

 

“Identificado cientificamente o local da Via Láctea onde será mais seguro viver, por acaso estando no Sistema Solar e sendo a Terra.”

 

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Marte (à esquerda) e a Via Láctea

(Parque de Writing-on-Stone/Alberta/Verão 2018)

 

Uma questão que todos nós colocamos ─ como seres vivos e tendo consciência ─ ansiando (como nómadas aventureiros que somos) invariavelmente por respostas: qual será o melhor lugar para viver na VIA LÁCTEA (idade de 13 biliões de anos)?

 

Pelos vistos e segundo um grupo de astrónomos italianos conhecendo minimamente a evolução de vários tipos de galáxias (c/ condições gerais inaceitáveis) e tomando (nesse estudo) como protagonista a nossa galáxia (c/condições gerais aceitáveis),

 

Descortinando esse lugar a cerca de 26.000 anos-luz do centro da Via Láctea (onde encontramos estrelas, planetas, cometas, asteroides, buracos-negros e outros objetos) ─ para o centro sendo um inferno ─ num sistema planetário para nós familiar o Sistema Solar (idade de 4,6 biliões de anos).

 

O mais seguro lugar numa galáxia (contendo centenas de biliões de estrelas, uma delas sendo o Sol) também considerada das mais seguras, lugar onde por acaso já existe Vida ─ a Terra ─ e onde ela poderá ainda vingar ou retornar: talvez (até pela proximidade) Marte.

 

A

The best place and time to live in the Milky Way

L

aanda.org/articles/aa/full_html/2021/03/aa39507-20/aa39507-20.html

(A: Artigo L: Ligação)

 

(imagem: Getty Images/livescience.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:52

O Demónio Passou Há Minutos, Muito Perto de Nós

Sábado, 06.03.21

“Apophis is 1,120 feet (340-meter-wide) wide

and made of rock, iron and nickel.

It is probably shaped roughly like a peanut,

though astronomers will have a better idea of its form

when it passes by Earth this week.”

(Stephanie Pappas/livescience.com)

 

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Apophis

Em 2029 passando perto da Terra

a uma distância semelhante à de muitos satélites

com órbitas mais elevadas

(superiores ou iguais a 35.780Km)

 

Neste sábado dia 6 de março pelas 01:15 TMG (de 2021) com o asteroide 99942 APOPHIS (de 340/370 metros de dimensão) a passar (hoje há pouco mais de duas horas) ─ como o faz periodicamente cumprindo a sua órbita à volta do Sol (em  323/324 dias) ─ no seu ponto de maior aproximação à Terra (este ano quase 17 milhões de Km), um objeto circulando nas proximidades da Terra (mais perto ou mais afastado dela), todos os anos (no cumprimento da sua trajetória) orbitando o Sol e tendo uma percentagem mesmo que muito remota de um certo dia num futuro próximo (a curto-prazo) poder passar num “voo rasante” muito perto de nós (o que já seria mau), podendo até ser uma tangente ou num evento extremo uma secante (aqui originando um Evento Apocalítico).

 

"We know Apophis is in a very complicated spin state,

it's sort of spinning

and tumbling at the same time."

(Richard Binzel/MIT/livescience.com)

 

Um evento previsto para 2029 (com Apophis a passar a cerca de 40.000Km da Terra), falado para 2036 (de novo nada devendo acontecer) e posteriormente marcado  para  2068 (com o estudo da possibilidade de impacto a poder ser melhor definida, com esta recente passagem em 2021), ainda com algumas perspetivas projetadas, através de cálculos matemáticos atualizados (agora e noutras passagens), de cenários dentro de menos de um século podendo ser considerados como potencialmente perigosos (ultrapassando o de 2029) ─ para a Terra, seu Ecossistema e para o Homem.

 

Lembremo-nos dos Dinossauros agora extintos, talvez por um asteroide.

 

(imagem: Stephane Masclaux/Shutterstock/livescience.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 03:17

Alpha Centauri A

Sexta-feira, 12.02.21

It’s exciting to think that a warm-Neptune class exoplanet

could be orbiting a Sun-like star

in our nearest neighbouring star system.

One of the Breakthrough Initiatives goals

is to send lightsail spacecraft

to the Alpha Centauri system

and give us a closer look.

(Evan Gough/ universetoday.com711.02.2021)

 

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Exoplaneta Terra 2

Um planeta como a Terra

podendo existir na zona habitável

do par de estrelas de Alpha Centauri A

 

Tal como qualquer país periférico, longe de tudo neste Universo ─ tal como Portugal com a Europa e o Sistema Solar com outro sistema estelar ─ dado o nosso tempo estimado de vida (muito curto) e a utilização em viagem de fontes de energia convencionais (extremamente limitadas) ─ pensava-se que face à distância existente entre estrelas conhecidas (e respetivos sistemas planetários) o contacto presencial (entre as mesmas) seria impraticável.

 

Hoje e apesar da novidade com o cenário a apresentar-se inalterável, não significando que num futuro e talvez como o ocorrido (possivelmente) com os nossos visitantes do passado ─ os “deuses astronautas” ─ uma viagem dessas se possa concretizar recorrendo a tecnologias revolucionárias ainda não apresentadas (certamente apoiando-se no eletromagnetismo, a Alma da Matéria). Desde que a distância (mesmo que hibernemos) não seja exagerada.

 

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Exoplaneta Terra 2

Um pôr-do-Sol possível

à superfície de um planeta

parecido com o nosso

 

Com um grupo de cientistas usando uma nova técnica de observação (de deteção), p/ além de descobrirem estrelas e planetas-gigantes, conseguindo detetar estrelas e o seu respetivo sistema (planetário) incluindo outros planetas de menores dimensões (como Neptuno 4X maior que a Terra). Um deles podendo residir em Alpha Centauri (sistema de 3 estrelas mais próximo do Sistema Solar) ─ numa zona habitável desse sistema: a 4,37 anos-luz do Sol.

 

[Possuindo-se um veículo viajando à velocidade da luz demorando-se mais de 4 anos a lá chegar, pelo que uma civilização Arturiana (integrando o sistema de Alpha Centauri) para viajar teria de usufruir e conjugar algo de inovador e complementar: como se em vez de utilizarmos uma canalização de água para concretizarmos uma comunicação ─ viajando/lenta ─ em sua substituição utilizássemos uma canalização elétrica ─ saltando/instantânea. Com as suas múltiplas vias e derivações, umas continuando ativas outras (entretanto abandonadas) não.]

 

The Alpha Centaurians were aliens from a planet where life had evolved on land before it migrated seawards. When their planet began losing its water due to vapor dissipating into space, they built a fleet of ships to steal water from other planets. They came to Earth to find water as well.” (marvel.fandom.com)

 

(imagens: universetoday.com ─ ESO/L. Calçada/ universetoday.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:05

Estrela Errante

Domingo, 31.01.21

About 70,000 years ago,

when the human species was already on Earth,

a small reddish star approached our solar system

and gravitationally disturbed comets and asteroids.

(Enrique Sacristán/agenciasinc.es)

 

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O Homem

 

Em mais um dos muitos episódios (iniciados há 4,5 biliões de anos com a formação do nosso planeta) tendo como tema central “a História da Terra e a Evolução do Homem”, a possibilidade de há cerca de 70.000 anos a passagem de uma estrela errante nas proximidades (a menos de um ano-luz de distância) do Sistema Solar ─ Sistema Planetário onde a Terra se integra ─ tenha provocado algumas anomalias e disrupções no funcionamento no mesmo: originando uma chuva de cometas e asteroides (passando perto dos limites exteriores da Nuvem de Oort) e atingindo a Terra quase ao nível da extinção, entre outros do Homem de então.

 

Screenshot_2021-01-31 Discourses on an Alien Sky #

A Deusa-Mãe

 

Estrela pretensamente oriunda da direção da constelação Gémeos e catalogada como extrassolar, tal como o recente visitante (esse entrando no nosso Sistema) Oumuamua (um objeto interestelar oriundo da direção da constelação de Lira).

 

Encaminhando-nos para uma nova história (reinventada todos os anos) ─ mesmo que não de imediato definida tendo um mesmo protagonista (alterado/replicado) ─ readaptando memórias de outros tempos (figuras, espaços) e dando-lhe conteúdo (contexto/estrutura): como o Planeta X, como uma estrela nómada ou como outro objeto qualquer, físico ou (levando-nos a Tesla) eletromagnético.

 

Screenshot_2021-01-30 Discourses on an Alien Sky #

A Configuração Polar

 

No meio da História do Homem, pondo de lado outra presença (alienígena) e desejando-nos como os escolhidos (a única espécie conhecida inteligente e organizada), observando obrigatoriamente mais além (o céu, o espaço) na procura de sinais e respostas: e inserindo-se o Homem e a sua civilização na história da evolução de um objeto (a Terra) já com vários biliões de anos, podendo-se igualmente supor uma História feita aos Saltos (sobrepostos por camadas) introduzindo-nos em ciclos.

 

(consulta: The Thunderbolts Project/thunderbolts.info

─ imagens: José A. Peñas/SINC/agenciasinc.es e rumble.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:41

Areias da Terra, Areias de Marte

Sexta-feira, 08.05.20

Com as Tempestades de Areia sendo fenómenos atmosféricos  suscetíveis de ocorrerem em vários objetos rochosos circulando no interior do nosso sistema planetário (Sistema Solar), acontecimentos como os ocorridos em Marte com o planeta a ser quase que completamente envolvido por uma espessa e impenetrável camada de poeiras (em maior, igual ou menor extensão), poderão igualmente suceder noutros objetos semelhantes e até próximos, como o será o caso do planeta Terra.

 

Olhando para o planeta Marte (um corpo à nossa medida, tão perto ele está de nós) muitas vezes com o único objetivo de ao olharmos para o mesmo (e como se fosse um espelho) podermos estar a recolher provas (sinais, vestígios) de que alguma vez na sua história poder lá ter existido Vida (podendo o aspeto do Planeta Vermelho ser uma consequência do passado e um retrato do nosso futuro),

 

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Fig. 1

Deserto do Sahara

Tempestade de Areia

Julho 2018

 

Em 31 de julho de 2018 e observada a partir da Estação Espacial Internacional (ISS), com uma grande Tempestade de Areia (fig. 1) a atravessar todo o deserto do Sahara (o maior deserto da Terra) ─ fazendo-nos lembrar a última grande Tempestade Marciana (como aquela que pôs definitivamente KO o Rover Opportunity), aí cobrindo quase todo o planeta.

 

Por vezes no meio da nossa neblina mental (provocada por um quotidiano monótono e extremamente tóxico) orientada numa única direção e como se nada as interligasse (fazendo tudo parte de algo mais), desprezando todas as restantes opções (direções), não reparamos não ser necessário olhar para os outros nem neles tentar encontrar uma nossa possível projeção, para de uma forma ou de outra mas de acordo com a maioria encontrarmos a nossa alternativa (opção de Vida):

 

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Fig. 2

Niamey, Níger

Tempestade de Areia

Maio de 2020

 

Em 6 de maio de 2020 com uma Tempestade de Areia oriunda do deserto do Sahara e com centenas de metros de altura ─ “Cool, Weird & Scary” (rt.com)  ─ a envolver com um tom vermelho/alaranjado a capital do Níger (Niamey): com uma impressionante muralha maciça de areias (e de poeiras) avançando sobre a capital e ameaçando todos os seus residentes.

 

Bastando olharmo-nos de cima-a-baixo (tanto o Homem como a Terra) para sem recorrermos ao espelho (seja-o literalmente ou noutra projeção Marte) ─ e já que temos a patente exclusiva do Centro ─ compreendermos definitivamente que o que ali e acolá se passa é apenas mais um dos muitos produtos da mesma linha de montagem, sendo neste caso a Terra e Marte réplicas derivadas (diferenciadas e complementares) de um mesmo molde.

 

Pouco importando o Espaço/Tempo e integrando um mesmo conjunto (o Sistema Solar) tudo o que se passasse em Terra se passasse igualmente em Marte (e vice-versa):

 

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Fig. 3

Niamey, Níger

Tempestade de Areia

Maio de 2020

 

Tempestade de Areia (em Niamey/Níger) engolindo todos os edifícios aparecendo no seu caminho ─ e como que transformando o dia em noite ─ aparentemente não causando danos materiais nem vítimas humanas, mas podendo transportar consigo partículas/agentes infeciosos (como a bactéria da meningite) dando origem a outros surtos (perigosos) epidémicos.

 

Tal como acontece com as Tempestades de Areia ocorrendo num planeta aparentemente do passado e (para já) declarado oficialmente morto, ocorrendo igualmente num planeta ainda considerado do futuro pois comprovativamente (mesmo visto à distância, com todas as suas texturas e os seus coloridos) possuindo Vida.

 

E existindo Tempestades de Areia em Marte ─ por vezes envolvendo quase todo o planeta ─ existindo as mesmas na Terra ─ para já muito menos intensas.

 

(texto: apoiado em artigos rt.com ─ imagens: 1/Ricky Arnold/Twitter

e 2/3/Francesco Strazzari/Twitter em RT)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:25