Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

09
Ago 19

Observando (e registando) com esta imagem o aspeto que terá a nossa costa Atlântica a Longo-Prazo, depois de um Evento ao nível da extinção (por exemplo um grande Impacto seguido de Tsunami), descaracterizando completamente todo o Ecossistema Terrestre.

 

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TEAL RIDGE − MARTE

SOL 2440

18.06.2019

 

Na sequência do Evento, acrescido das diversas réplicas que se lhe seguiram (tanto a nível dos oceanos, como geológico e até atmosférico) sucessivamente com o nosso planeta a perder Água (aquilo de que somos maioritariamente feitos), a perder a sua Atmosfera (uma das nossas ligações fundamentais com o Meio Ambiente) e finalmente (perdido tudo) a parar e a Morrer (numa opção sem retorno).  Tornando-se árido e (ambientalmente) extremo como um deserto, sem movimento visível e estático como um morto, sem vida visível e mesmo se tendo existido agora reduzida a enigmáticos (por irreconhecíveis) escombros e até podendo guardar segredos mas já estando profundamente enterrados (esquecidos não localizáveis), para numa fase posterior e muito mais longa estendendo-se talvez  por uns biliões de anos (alguns dedos de uma mão) acabar por perder a sua Alma, nivelada e esterilizada por sucessivos ataques e intrusões profundas, de radiações cósmicas extremamente penetrantes − mortais. Calcinando até à Eternidade o planeta como se estivéssemos no Inferno. Numa mensagem de Marte (do seu Passado) para a Terra (antevendo o Futuro).

 

[Cenário observado a partir de um veículo motorizado já com sete anos de serviço – o Curiosidade − tendo percorrido até hoje cerca de 21Km e subido quase 370m a partir do seu ponto inicial de partida.]

 

(imagem: CURIOSITY ROVER/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:58

03
Ago 19

Num momento da ainda tão curta “História conjunta da Terra e do Homem” em que poderemos estar em direto e ao vivo a assistir à “Queda de um Império” (tal como anteriormente terá sucedido com o “Império Romano”) − o “Império Norte-Americano” – e ao surgimento de outro − o “Império Chinês” – sendo de considerar ser nestas mudanças de ciclos (antes de se atingir de novo o equilíbrio) que se verificam (tal como com o nosso Astro-Rei o SOL, ao passar de um ciclo para o seguinte) certos Eventos − relevantes e por vezes determinantes: como uma III Guerra Mundial.

 

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Face ao clima extremamente intimidatório (tanto psíquica, como fisicamente) em que no presente se vive nos EUA (no seu interior), afetando igualmente maiorias e minorias, homens e mulheres, nacionais e emigrantes e todos aqueles vistos individual ou coletivamente pondo em causa o sistema Estalinista de partido único vigente (um partido bipolar, pretensamente aberto a Republicanos e Democratas) nos seus 50 Estados e restantes Territórios, sendo necessário acrescentar à previsão do THE NATIONAL INTEREST (revista norte-americana fundada em 1985 e dedicando-se à política internacional) − sobre os 5 locais mais suscetíveis de início da WW3 − uma 6ª hipótese cada vez mais credível, por aparentemente mais próxima (no tempo, conhecido já o espaço) e dada a sucessão de evidências e mesmo factos (com alertas coletivos e sinais individuais): com os locais considerados pela revista The National Interest (nationalinterest.org) a serem, (1) o MAR do SUL da CHINA, (2) a UCRÂNIA, (3) o GOLFO PÉRSICO, (4) a PENÍNSULA da COREIA e “devido à imprevisibilidade” e até como alternativa (falte algum território na hora da partida) outro local como (entre outros sempre disponíveis) (5) a Venezuela – todos pondo em causa os interesses da Rússia e da China, logo sendo um ataque direto e aos mesmos dirigido (provocatório) – aos quais deveríamos obrigatoriamente e sendo honestos (“Qual o Território detentor de todo o Dinheiro e de todas as Armas?”) acrescentar (6) os EUA, dada a possibilidade existente do eclodir de mais uma Guerra Civil podendo tomar contornos (dado os EUA serem a Grande Potência Dominante e Global) de uma III Guerra Mundial.

 

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ÚLTIMA HORA:

(US Civil War)

Multiple people were killed Saturday in a shooting

at a shopping center in El Paso, Texas.

One suspect is in custody.

At least 22 people were injured.

Eleven victims were transported to the Del Sol Medical Center.

Another 11 victims were taken to the University Medical Center of El Paso.

(CNN/cnn.com/03.08.2019)

 

(imagens: nationalinterest.org e cnn.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:48

24
Jul 19

[Tal com temia Obélix.]

 

Enquanto no dia de hoje (quarta-feira 24 de junho) é esperada a passagem de três asteroides (PHA) nas proximidades do nosso planeta

 

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– Dois de cerca de 70 metros de diâmetro e um terceiro “The Grat Pyramid Size Asteroide” com cerca de 30 metros – passando cada um deles a uma distância da Terra de (ordem decrescente) 4.700.000 Km (2015HM 10 a uma v=9,5Km/s), de 1.000.000 Km (2019OE a uma v=9Km/s) e de menos de 350.000 Km (2019OD a uma v=19Km/s) − uma distância menor que a distância Terra/Lua (384.400 Km) –

 

Algo que nos deveria preocupar bastante dado que se por um lado muitos desses objetos podem ser antecipadamente detetados (pela sua dimensão), outros menores, com constituições diferenciadas (mais ou menos densos) e deslocando-se a grandes velocidades, não o são, senão aquando da sua passagem ou mesmo após a concretização da mesma − e aí, existindo um possível Impacto, nada havendo a fazer senão assistir

 

Em Washington centro de todo o poder científico, tecnológico, económico, financeiro e militar terrestre, umas Bolinhas de Fogo continuam a estalar (como pipocas agora até de micro-ondas) tendo ainda como tema a “Interferência Russa nas Eleições de 2016”, agora tentando executar Muller, chegar ainda ao Presidente (desde sempre o objetivo) e assim promover mais uma “Chuva de Estrelas” infelizmente para os norte-americanos (e para o restante Mundo) de “Estrelas Cadentes”.

 

(imagem: Pixabay/rt.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:38

28
Jun 19

“No que nos (Homem) diz respeito (e à nossa sobrevivência) com o Sol

(sendo a Terra a nossa atual zona de conforto)

a estar a meio do seu ciclo de Vida.

Um dia tendo-se (obrigatoriamente) que partir

ou optando-se por não se mexer então morrer.”

 

Imagem parcial da galáxia (com mais de 13 biliões de anos de idade) onde se situa o nosso sistema planetário o SISTEMA SOLAR – com um dos seus 8 planetas a ser a TERRA orbitando (tal como todos os outros) uma estrela de referência o SOL – localizado num dos braços da mesma galáxia em espiral a VIA LÁCTEA (mais ou menos a meio da distância centro/limites) e com tudo o que vemos a olho nu (no Céu noturno do deserto do Atacama) pertencendo-lhe.

 

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Arco da Via Láctea como visto a partir do telescópio ALMA

localizado no deserto de Atacama no Chile

(17.06.2019)

 

Uma galáxia − a VIA LÁCTEA – com 50.000 anos-luz de raio (distando cerca de 26.000 anos-luz do centro), 1000 a 3000 anos-luz de espessura, comportando 100 a 400 biliões de estrelas e com um período de translação (do Sol relativamente ao centro da galáxia) de 225 milhões de anos. No centro da qual (Via Láctea) se situa um Buraco Negro Supermaciço. E com o Sistema Estelar mais próximo a ser o de ALPHA CENTAURI com a sua estrela mais próxima (do Sol) a ser PROXIMA CENTAURI (a 4,6 anos-luz de distância).

 

Dentro de aproximadamente 4,5 biliões de anos,

se não destruídos por um asteroide ou pela própria evolução do Sol

(expandindo-se e “engolindo” a Terra),

sendo certa a colisão (“talvez não de frente, mas de raspão”)

da nossa galáxia VIA LÁCTEA com a galáxia de ANDRÓMEDA.

 

Com os telescópios ALMA a apontarem-nos de uma forma bem clara (dirigindo-se para a imensa escuridão cintilante) qual deverá ser efetivamente o futuro do Homem: depois dos Oceanos, a Aventura e a Descoberta do Espaço. E podendo o nosso Universo ser relevante por Único (onde existe Vida Orgânica, Inteligente, reproduzindo-se e sendo capaz de se organizar, adaptar e evoluir) não sendo certamente o único, Universo projetado e existente − mergulhado num oceano eterno de múltiplos Universos (como réplicas do mesmo Molde) e variáveis (mesmo que incompreendidas como o Tempo), concorrentes, paralelas ou coincidentes.

 

(imagem: Petr Horálek/ESO/space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:32

06
Mai 19

A Killer Asteroid Is Coming

(livescience.com)

 

Recentemente com BILL NYE ex-apresentador do programa SCIENCE GUY e atual CEO da SOCIEDADE PLANETÁRIA, a avisar-nos para um futuro e catastrófico IMPACTO (talvez mesmo a curto-prazo) de um ASTEROIDE com a TERRA: podendo levar tal como sucedido há cerca de 66 milhões de anos com os DINOSSAUROS (a espécie então Dominante), à EXTINÇÃO (desta vez) do HOMEM (a espécie agora dita prevalecendo sobre as restantes).

 

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Um Asteroide sobre Nova Iorque

Projeção da entrada de um asteroide de cerca de 300 metros de dimensão na atmosfera terrestre e a uma velocidade de 12Km/s, dada a impossibilidade de o intercetar acabando por colidir com a Terra sobre a cidade de Nova Iorque fazendo-a desaparecer do mapa

(numa simulação NASA)

 

"The Earth is going to get hit with another [big] asteroid"

(Bill Nye/Sociedade Planetária/02.05.2019)

 

Com um “Inconveniente Suplementar” aumentando ainda mais os Perigos e as Consequências de tal Impacto, a ser devido ao desconhecimento (para já total) da data prevista para tal Evento (muito possivelmente) Apocalíptico, para já (e como se vê) não se sabendo QUANDO (?), talvez com poucas hipóteses de ocorrer no nosso tempo (enquanto por aqui andarmos), mas certamente ocorrendo (tal como anteriormente).

 

"The problem is, we don't know when. It's a very low probability in anyone's lifetime, but it's a very high-consequence event. If it happens, it would be like control-alt-delete for everything."

(Bill Nye)

 

E ao contrário dos DINOSSAUROS (segundo Mike Wall em livescience.com) − não podendo fazer mais nada, senão esperar a ocorrência do Impacto e observar e sentir os efeitos (e consequências) do mesmo Acontecimento (pela sua natureza e potência, verdadeiramente Extraordinário) – esperando-se que o HOMEM recorrendo a todo o seu conhecimento CIENTÍFICO-TECNOLÓGICO faça Algo e se vá começando a preparar: para o que “der e vier”.

 

Tendo-se logo e como primeiro passo a necessidade absoluta de se descobrir (com a maior brevidade e antecipação possível) esse referido Asteroide potencialmente podendo provocar na Terra (ao impactar) um terrível Evento ao Nível da Extinção (nossa e das restantes Espécies), com os cientistas confiantes (na concretização desse objetivo) agora que já conseguem detetar (e assim descobrir, segundo eles) os mais perigosos: no mínimo com 1km e não se detetando até hoje (vindo na nossa direção) nenhum.

 

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A Extinção dos Dinossauros

Há 66 milhões de anos no passado (período da extinção do Cretáceo-Paleógeno) e com os Dinossauros a dominarem o planeta Terra dando-se um Evento ao Nível de Extinção Maciça (E.L.E./Extintion Level Event) com cerca de 3/4 das espécies (animais e plantas) a desaparecerem de vez incluindo os Dinossauros

 

“Unlike the dinosaurs, however, we don't just have to sit around and wait for doom to rain down on us. We can do something about the asteroid threat — and we should start prepping for it now.”

(Bill Nye)

 

Chelyabinsk Meteor: A Wake-Up Call for Earth

The Chelyabinsk meteor was a small asteroid — about the size of a six-story building — that broke up over the city of Chelyabinsk, Russia. The blast was stronger than a nuclear explosion. The shock wave it generated shattered glass and injured about 1,200 people.

(Elizabeth Howell/space.com)

 

Mas de um momento para o outro podendo-se ser surpreendido pela chegada de um objeto (passando nas proximidades da Terra e podendo fazer uma tangente ou secante) apanhando-nos desprevenidos (por exemplo) vindo do lado do Sol (e encoberto pelo mesmo e pelo brilho intenso dos seus raios), por mais pequeno, menor densidade, velocidade e ângulo de entrada na atmosfera que apresente, podendo não Destruir o Planeta (destruição global) mas mesmo assim podendo obliterar por ex. um Estado (destruição regional).

 

Faltando apenas descobrir alguma forma de tendo um objeto destes a caminho e podendo-nos atingir, antes de tal ocorrer o possamos destruir ou no mínimo desviar: falando-se de um Raio-Trator-Gravitacional, da Detonação de uma Arma Nuclear ou da utilização de Raios-Laser. Mas com a certeza (no Tempo e no Espaço) de que mais cedo ou mais tarde o Impacto sucederá (hoje mesmo ou amanhã):

 

“There are catastrophic impacts in our future if we don't do something about them. It's not a matter of if; it's only a matter of when.”

(Jim Green/NASA)

 

(texto: a partir de Live Science − imagens: dailymail.co.uk/earthspacecircle.blogspot.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:02

08
Abr 19

A Terra (a azul, branco e castanho) como vista a partir da Lua

Podendo-se observar o deserto do Sahara (abaixo a Arábia Saudita)

E o nosso vizinho oceano Atlântico

 

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Com a Apollo 11 (tendo a bordo Neil Armstrong, Michael Collins e Buzz Aldrin) partindo de uma órbita terrestre, a atingir a órbita lunar em menos de 52 horas (V = 7.400Km/h). No presente e tomando como referência a velocidade atingida pela sonda automática (obviamente não tripulada) New Horizons (mais de 58.000Km/h) com o tempo de viagem a descer drasticamente para pouco mais de 8,5 horas.

 

A TERRA (um dos 8 planetas do nosso Sistema) a 12 de Outubro de 2015 conforme registo obtido por uma das muitas sondas da NASA – o LRO (um orbitador lunar) lançado em meados de 2009 e atualmente orbitando a LUA – um corpo celeste por nós conhecido (os seus habitantes) como o 3º planeta do Sistema Solar e interior à Cintura de Asteroides,

 

Tendo como companhia (entre os seus colegas de Viagem mais próximos) no seu movimento de translação anual (durando 365 ou 366 dias caso o ano seja bissexto) em redor da sua estrela de referência − o SOL (uma entre um número incontável de estrelas integrando a Via Láctea) − um único satélite (natural),

 

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No primeiro voo tripulado (norte-americano) levando três seres humanos a bordo para a concretização da Viagem Espacial pioneira (equivalente à Aventura dos Navegadores desbravando os Oceanos) ligando a Terra a outro Corpo Celeste (a Lua), um registo do módulo lunar da Apollo 11 (LM) obtido a partir do módulo orbital (CSM) − a 21.07.1969 − e tendo a Terra a erguer-se (ao fundo bem azul) acima do horizonte lunar.

 

Localizado a apenas 384.400Km de distância (nem 10 voltas em redor do nosso planeta) e parecendo ter estabelecido connosco (pelo menos temporariamente e numa base de muitos e muitos milhões de anos − isto apesar de se estar gradualmente a afastar cada vez mais do nosso planeta) um percetível (veja-se o caso das Marés) cordão umbilical:

 

Unindo dois corpos celestes na sua (extrema/dependente) adoração à mesma estrela (o Astro-Rei) − apesar de tão diferentes tanto na apresentação, como no conteúdo − e mesmo assim até pela interdependência (ou conivência evolutiva e de sobrevivência entre ambos a Terra e a Lua) surpreendendo-nos na proporcionalidade das suas dimensões.

 

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Apesar de apresentado num registo a P/B, um contraste bem visível entre a superfície da Lua (um Mundo “Morto”) − completamente exposta aos efeitos exteriores (e suas consequências) oriundos do Espaço (parecendo a casca completamente seca de um fruto) – e a variação de cores (entre a não cor/o preto e a cor/o branco) e texturas refletidas para o mesmo Espaço pela Terra (um Mundo bem Vivo): e tudo isso graças a essa extraordinária camada protetora representada pela atmosfera terrestre envolvendo todo o nosso planeta. Numa foto Lunar Orbiter 1 (anterior à missão Apollo 11) de 1966.

 

Contrapondo aos 12.742Km de diâmetro da Terra, uma Lua ultrapassando os 3.474Km de diâmetro (mais de 27% do tamanho da Terra).

 

Quando o que se verifica esmagadoramente em casos semelhantes passando-se no nosso Sistema Planetário − neste caso entre os planetas e as suas respetivas luas (se as tiverem) – e que não se verifica ao compararmos a dupla em causa (e que nos afeta) Terra/Lua – com esta última a ser “o maior satélite natural de um planeta no sistema solar em relação ao tamanho do seu corpo primário (wikipedia.org),

 

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O nosso Mundo a 142.000.000Km de distância

A Terra e a Lua tal como as veria um extraterrestre (aqui pela câmara HiRise da sonda automática MRO), passando nas proximidades do planeta Marte (o nosso vizinho exterior) – a cerca de 142 milhões de Km do nosso planeta – no dia 03.10.2007 – e com cerca de metade dos seus discos (da Terra e da Lua) iluminados.

 

É que a desproporção (de dimensões/tamanho) planeta/lua é muito maior do que a registada pelos nossos lados:

 

Escolhendo entre o nosso Sistema (Solar) uma lua maior e outra menor que a nossa (a LUA) – por exemplo Ganimedes (a maior lua do Sistema Solar e a maior do planeta Gigante-Gasoso Júpiter) e Titã (a 2ª do Sistema e a maior de Saturno),

 

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O nosso Mundo a 183.000.000Km de distância

Visionadas a partir do exterior (Terra e Lua) a uma distância superior à que separa a Terra do Sol (150.000.000Km) − com a luz necessitando de mais do que 8 minutos para atingir esta distância (á v=300.000Km/s) – uma imagem de 06.05.2006 enviada pela sonda Messenger, mostrando-nos (a sudoeste) um ponto brilhante a Terra e logo à sua direita um mais pequenino a Lua.

 

Rapidamente se chegando aos valores da relação lua/planeta (usando maiores planetas/maiores luas) respetivamente 3,8% e 4,4% (bem menores que os espetaculares 27% da relação lua/Terra).

 

Podendo-se facilmente andar pelos 0,04%.

 

(dados e imagens retirados de: Alan Taylor/Portraits of the Earth-Moon System/theatlantic.com e theatlantic.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:16

20
Mar 19

Com o Impacto de um Calhau de uma certa dimensão,

A poder surpreender-nos tal como o fez aos Dinossauros.

 

“Sneaky Meteor Evades Earthling Detection,

Explodes with Force of 10 Atomic Bombs.”

(Live Science)

 

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No presente com a descoberta de uma cratera de impacto (com mais de 30Km de diâmetro) localizada debaixo da camada de gelo da Gronelândia/Dinamarca (criada há cerca de 13.000 anos no final da era do Pleistoceno) a sugerir a ligação desta (cratera) a um devastador Evento de Mudança Climática (deixando toda a região a arder)

 

Notícias de mais um calhau em rota de colisão com a Terra e tendo-a mesmo impactado (em 18 de Dezembro de 2018), que entrando na atmosfera terrestre a alta velocidade e sendo vítima de forte atrito (produzido entre o Calhau e a Atmosfera), explodiu no ar sobre o nosso planeta com um impacto de energia equivalente a 10 Bombas Atómicas:

 

O maior desde que se fazem registos semelhantes (iniciados há 30 anos), unicamente batido pela Bola de Fogo que explodiu e se desintegrou sobre a cidade russa de Cheliavinsk (há 6 anos), com alguns dos seus fragmentos precipitando-se e caindo em terra

 

− Para além da inevitável onda de choque (resultante da explosão) provocando mais de um milhar de feridos e muita destruição material.

 

No caso do Calhau-Fantasma (de 18 de Dezembro de 2018) com o mesmo a explodir 25Km acima do oceano (Pacífico), dando origem a uma libertação de energia de mais de 170 Kt de TNT (cerca de 10X a bomba atómica de Hiroshima).

 

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Mar de Bering situado entre o Alasca e a Rússia (e integrando o oceano Pacífico) região onde se verificou uma forte explosão na atmosfera (apenas detetada na altura pela Força Aérea dos EUA) − em 18 de Dezembro de 2018 − consequência da entrada e explosão (sem aviso ou alerta prévio) de um Calhau (felizmente pequeno) oriundo do Espaço

 

Não tendo sido previamente detetado antes de se dar o impacto (com a Terra) e como tal, passando despercebido para os diferentes grupos de monitorização desses calhaus (oriundos do Espaço e podendo atingir-nos): essencialmente devido à sua pequena dimensão (com os telescópios modernos a serem utilizados para detetar objetos, com mais de uma centena de metros) e com os mais pequenos a conseguirem escapar às observações.

 

Comparando-o (o Calhau) com o de Cheliavinsk (maior dimensão/cerca de 19 metros) com a explosão libertada por este último (menor dimensão) a libertar apenas 40% do libertado pelo anterior.

 

E segundo a NASA com mais este Calhau Fantasma de cerca de 1.500 toneladas e 10 metros de diâmetro (cerca de metade do de Cheliavinsk), a atravessar a atmosfera terrestre (a v = 32Km/s) e a explodir pouco depois: tal ocorrendo sem que ninguém sequer o notasse (antes, durante e pouco depois) – com o facto a ocorrer sobre o mar de Bering e longe de qualquer zona habitada (da Rússia e do Alasca) − sendo apenas divulgado (por acaso, devido a uma Conferência e num artigo da Live Science) exatamente três meses depois.

 

Graças à US AIR FORCE e aos seus voos de monitorização de satélites (certamente espionagem).

 

(texto/consulta: Brandon Specktor/livescience.com/Março 2019 – imagens: thisinsider.com e pbs.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 03:11

06
Mar 19

Com o Mundo a ser dominado (aparentemente pelo menos para os Ocidentais) pelos EUA, não serão muito difíceis as conclusões a tirar sobre as ações mais recentes da autodenominada maior Potência Global, atuando compulsivamente (estando-lhes no sangue) nas mais diferentes partes do Globo e que os Média (controlados pelos mesmos) têm vindo sucessivamente a noticiar (sem problemas de consciência, pondo de lado a Cultura e a Memória): tendo como focos desta campanha/temporada (e entre outros) e tal e qual numa sala de espetáculos, na Geral a Síria, a Venezuela e o Irão (ligados ao setor da Energia), nos Camarotes poderosas entidades como a Rússia e a China (dando-nos a visualizar o Eixo do Mal), nas bancadas a Índia e o Paquistão (com bombas atómicas e populacionais) e finalmente perdida entre sombrios e já abandonados corredores e galerias (olhando para os seus retratos expostos, do seu tão glorioso Passado) e tal como Portugal (Perdido entre as Brumas da Memória) solitária, mal se movendo e já senil, a Velha Europa.

 

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NASA's Orion spacecraft approaches

the Gateway in lunar orbit

 

Enquanto um pouco por todo o Mundo (esmagadoramente no Hemisfério Norte) e seguindo os Insuspeitos do Costume (a grande potência a nível planetário os EUA) as Elites que o controlam e submetem (manipulando as Armas e o Dólar) se dividem (por acaso ou por necessidade) – tal como os seres vivos unicelulares dividindo-se em dois por bipartição – aparentemente e de uma forma descontrolada (sendo certo que do Caos se faz Ordem) entre TRUMPISTAS e ANTITRUMPISTAS − uns de um lado de mais um Muro, outros do outro lado do mesmo Muro, mas com esta barreira a ser utilizada mas não criada pelo BONECO (tendo como todos sabemos, a assinatura da sua criação, autoria repartida) – todas as histórias que nos vão chegando sobre o Estado da Saúde do Mundo e dos seus mais de 7,5 biliões de habitantes, nos vão deixando (cada vez) mais cabisbaixos (por perturbados) com o Futuro da Sociedade da qual ainda (no Presente) usufruímos (considerando a Europa): ainda possível de se aí Viver (e ajudar a sobreviver) pelo menos enquanto o Eixo do Mundo (Económico-Financeiro) não se deslocar irreversivelmente (e de vez) ainda mais para Oriente − do Atlântico para o Índico-Pacífico de Washington/Berlim para Pequim. E tal como muitos animais (ditos) irracionais marcando o seu território e aí impondo o seu poder e a sua soberania (tal como conhecemos com os gatos marcando os limites do seu espaço com os seus insuportáveis jatos de urina), vendo-os (Homens de Poder e de Letras) − utilizando um Muro ou um outro Artefacto − como Loucos Urinando de qualquer modo ou feitio em redor do seu novo Ícone da Pura Contradição (simultaneamente Amando/Odiando): o milionário TRUMP. Uma Merda!

 

Pelo que a nossa única hipótese de podermos ainda vir a evitar a nossa EXTINÇÃO como Espécie Inteligente e sendo capaz de se Movimentar (Evoluir) e associar (reproduzir) num Universo em constante transformação − envolvidos como estamos pelo nosso planeta e por todos os excessos que nele se têm cometido, mas tendo a virtude (e a felicidade) de antecipadamente sabermos que neste Mundo (e em todos os outros pelo infinito replicados) mesmo morrendo-se (algo haverá do Outro Lado, seja possivelmente a Alma como o já é o Eletromagnetismo) “Nada se Perde Nada se Cria Tudo se Transforma” – será inevitavelmente o de um dia termos que partir (de preferência o mais rápido possível) abandonando a nossa área de sempre e de conforto (pelo menos desde que temos Memória e nos conhecemos/ou reconhecemos)  em direção a uma (nova) Terra Prometida: uma Terra exterior à nossa (certamente noutra estrela), que nos dê continuidade e certezas (num ecossistema disponível) da  preservação da nossa espécie  − tal como nómadas que somos e de fácil inclusão, ainda à procura da Alma e cheios de Imaginação. Com a Agência Espacial Norte-Americana NASA (Governamental) não querendo ficar para trás nas Viagens e nas Explorações Espaciais (face ao crescente avanço da iniciativa privada) − como é o caso do surgimento da Space X do milionário Elon Musk – e aproveitando o impulso dado pela nova Administração Norte-Americana em recuperar (a curto/médio-prazo) as Viagens à Lua chegando posteriormente a Marte, a estabelecer desde já as primeiras parcerias tendo como objetivo a exploração do nosso satélite natural e do nosso planeta vizinho exterior. E até levando a uma declaração conjunta entre responsáveis da NASA e o seu primeiro parceiro nesta Aventura Espacial − o Governo do Canadá e o seu 1º Ministro Justin Trudeau – incentivando a parceria, a sua expansão e desenvolvimento (em nasa.gov):

 

“NASA is thrilled that Canada is the first international partner for the Gateway lunar outpost. Space exploration is in Canada’s DNA. In 1962, Canada became the third nation to launch a satellite into orbit with Alouette 1.”

 

“Today, Canada leads the world in space-based robotic capabilities, enabling critical repairs to the Hubble Space Telescope and construction of the International Space Station. Our new collaboration on Gateway will enable our broader international partnership to get to the Moon and eventually to Mars.”

 

(ilustração e legenda: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:05

06
Nov 18

[Monstro com mais de 1Km]

 

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Observação do asteroide 2003 SD220 ou 163889

(3/5 Dezembro e 14/15 Dezembro 2015)

 

Com o próximo encontro nas proximidades da TERRA

 

– Com um corpo celeste de dimensões relevantes –

 

A estar marcado para o dia 22 de Dezembro de 2018 (um sábado)

 

– Com o ASTEROIDE 163899 a passar a 7,4 DL (distância lunar = 384.401Km) da Terra a uma V = 6,2Km/s –

 

Poderemos ficar (aparentemente) descansados que nenhum objeto passando nas proximidades do nosso planeta (e tomando a distância Terra/Lua como referência) nos trará (para a Terra e para o seu Ecossistema) consequências negativas:

 

Com o monstro de 1.232 metros de diâmetro a passar a pouco mais de 2.800.000Km da Terra (um pouco menos que 1/50 da distância Terra/Sol), cumprindo o seu período orbital de aproximadamente 18,8 anos (um objeto descoberto em Janeiro/2000, observado pela última vez Outubro/2018 e com órbita definida 24h depois).

 

E desse modo com código de impacto Zero (0).

 

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Maiores aproximações do asteroide à Terra

(período de 2009/27)

 

Esta segunda-feira (5 de Novembro) com o asteroide 163899 a localizar-se 0,989 UA do Sol (a 148.350.000Km) e a 0,151 UA da Terra (a 22.650.000Km).

 

Não se verificando como se vê hipótese de qualquer tipo de Impacto (direto/indireto), ficando-se apenas a aguardar que nenhum mais pequeno (e sem qualquer tipo de Aviso) nos alcance:

 

Como se terá passado em CHELIABINSK (Rússia) a 15 de Fevereiro de 2013 (pelas 09:20 locais) com um objeto a entrar na atmosfera terrestre, transformando-se numa BOLA-DE-FOGO e explodindo de seguida – desintegrando-se e provocando uma onda de choque, causando danos materiais (telhados/janelas/etc.) e cerca de 1.200 feridos.

 

Num Evento sem Aviso Prévio.

 

(imagens: Arecibo Observatory/earthsky.org e JPL/wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:44

05
Nov 18

Porque não considerar por muito estranho que pareça

Que um outro tipo de Vida exista num planeta como Marte?

 

CR0_594397295PRC_F0730000CCAM02218L1.jpg

Superfície de Marte

CURIOSITY ROVER – SOL 2218

02-11-2018

(aproximadamente pelas 03h UTC)

 

Cenário do que poderia muito bem ser uma concentração orientada

(centro urbano/rede de comunicações)

De um determinado aglomerado populacional

(neste caso alienígena)

De características aparentemente organizadas

(tomando a nossa civilização e a de outros seres – por exemplo o Homem e as Formigas – como termo de comparação)

 

– Tal como observado a partir do Espaço –

 

Proporcionando-nos um espetáculo tão comum de se ver na TERRA

(um corpo celeste irmão e vizinho)

E aí confirmando

(no nosso planeta)

A existência de VIDA

(à vista e à sua superfície)

 

– Sob uma forma colorida

(devido a todas as reações físico-químicas e ao omnipresente eletromagnetismo)

 

Da alternância CAOS/ORDEM, das respetivas TRANSFORMAÇÕES e do MOVIMENTO Associado (juntando Massa e Energia):

 

5700.jpg

Superfície da Terra

Vista aérea de casas no estado da Florida

Cities part of the system we’ve invented to keep people alive on Earth

(K.S.Robinson/theguardian.com)

 

E Transportando-o para Marte

 

– Este Cenário já tão visto (aqui)

 

Teoricamente

(como em Mundos Paralelos)

Coincidindo e podendo ser um caso prático e eficaz

(da sua replicação)

Noutro Lugar que não este

(a TERRA)

Até hoje considerado Único.

 

Mantendo-se esta dúvida (Presença do Mundo Mineral ou em simultâneo Presença do Mundo Mineral e do Mundo Orgânico – tal como na Terra coexistindo em Marte)

E aumentando

(como se tem verificado)

A possibilidade da existência de Água no planeta

(em depósitos subterrâneos),

 

Com mais este nosso Problema (Existencial e de mudança de Armário) a poder ser mais um incentivo para partirmos à Aventura: tal como já no Passado (com os Navegadores e os Descobrimentos) por Necessidade e Sobrevivência (só os mortos não se mexem).

 

(imagens: nasa.gov – Alamy/theguardian.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:55
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