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Quinta-feira, 29 DE Março DE 2018

Tempestade Vermelha ataca a ISS

“À medida que a Tecnologia se desenvolve a um ritmo acelerado e surpreendente, em contramão e incompreensivelmente o Homem parece regredir mentalmente e exponencialmente.”

 

Na passada segunda-feira (dia 26 de Março) e enquanto alguns (mais interessados) observavam a transmissão em direto oriunda da Estação Espacial Internacional (figura 1/ISS) – orbitando o nosso planeta a cerca de 400Km de distância – algo de estranho (por não devidamente esclarecido) se passou em seu redor (como se pode ver pela alteração de tonalidade) sendo registado pelas câmaras deste (grande) satélite artificial (e além do mais tripulado).

 

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Fig. 1

Estação Espacial Internacional

(ISS)

 

Num momento em que na Terra (já com mais de 4,5 biliões de anos) ainda se discute se devemos ou não pensar em partir do nosso planeta – à procura de Outros Mundos e de Outras Terras, como o fizeram os Navegadores na sua Conquita dos Oceanos – de modo (único) ao Homem poder garantir desde logo o seu Futuro (já que a Terra como o Sol não duram para sempre), por cá nada se passa senão a inquietante, progressiva e acelerada degradação mental do Homem (bem espelhadas nas sua Elites e no seu puro e dedicado oportunismo) deixando-nos prever Tempos (talvez mesmo a muito Curto-Prazo) no mínimo preocupantes: (1º) ficando-se muito admirado (agora e com este último incidente) pelo Facebook nos ver meramente como um Produto/uma Coisa (não pagam logo de que é que estavam à espera?) – falando-se para nos entreterem/enrolarem em falhas (de seguranças) (2º) e verdadeiramente siderado (como animais ditos racionais) por todas as Ideias e Ações (propostas e levadas a cabo) se basearem apenas no ACREDITO porque foram ELES que disseram!

 

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Figs. 2-3-4-5

ISS sob Ataque Vermelho

(Março 2018)

 

“Num Mundo cheio de Mentes Brilhantes, mas onde são os Idiotas a deterem o Poder.”

 

Como se pode constatar pela sequência de imagens anterior (2/3/4/5) com a ISS a ser subitamente invadida por um clarão de luz avermelhada (antes não visível) parecendo dirigida e como que envolvendo a estação espacial: aparecendo e desaparecendo pouco tempo depois (e por mera curiosidade/coincidência originando um corte temporário na transmissão) num fenómeno de origem desconhecida e entre outros entretanto ocorridos e não completamente esclarecidos sugerindo as mais diversas explicações e (até) associações – podendo até ser um fenómeno natural (de origem/associação terrestre) ou então artificial (com intervenção externa afetando a Terra e recuperando de novo as Teorias da Conspiração/ entre outras o sempre previsto, presente, mas nunca concretizado, Planeta X).

 

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Fig. 6

A Terra também sob Ataque?

(Março 2018)

 

Em Terra (e apesar da desvalorização e não divulgação do incidente alegadamente ocorrido no Espaço) com outros fenómenos um pouco estranhos (pelo menos para nós os leigos) a ocorrerem (na mesma semana e nas proximidades), pelo período de tempo em que ocorreram e por algumas similitudes entre eles (contestáveis) sendo por alguns associados ao ocorrido na ISS: atingindo aqui países europeus (da Europa Central/Leste como a Bulgária, a Roménia, a Rússia e a Ucrânia/figura 6) – depois de um outro fenómeno simultâneo e associado (a tempestade de areia oriunda do Sahara) ter atingido a região do Mediterrânico (Oriental).

 

(imagens: nasa.gov – John/youtube.com/nasa.gov/ISS – Margarita Alshina/Instagram/eventregistry.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:22
Terça-feira, 06 DE Março DE 2018

O Estado do Tempo

Exterior (Sistema Solar) e Interior (Hemisfério Norte) ao nosso Ecossistema

 

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Na Terra

 

Enquanto na Terra e no que diz respeito particularmente à Europa o tempo (generalizando-se a todo o Hemisfério Norte atualmente atravessando a estação de Inverno) se mantem por um lado com precipitação intensa, rajadas de vento e forte agitação marítima (por ação da denominada tempestade EMMA) e por outro lado com condições meteorológicas proporcionando tempo extremamente frio, com queda de neve e formação de gelo (por ação da denominada tempestade Besta de Leste) ‒ colocando uma parte da Europa enregelada (a de leste) outra com precipitação intensa (a de oeste) e ainda outra no meio levando com as duas tempestades (a central) ‒ as consequências da junção destas duas tempestades atmosféricas e simultâneas uma vinda de oeste e a outra vinda de este, são desde já bem evidentes agora que as mesmas parecem estar lentamente a perder força: com as condições meteorológicas mais extremas e provocando mais vítimas mortais (ultrapassando já as 66) a serem da responsabilidade da Besta de Leste e logicamente sentindo-se mais os seus efeitos em países como a Polónia, a Republica Checa, a Lituânia, a Roménia, a Sérvia e a Eslovénia (com umas 40 vítimas mortais ou seja 60% do total) ‒ mas com o Reino Unido (ou não fosse uma ilha) a ser sem dúvida o território onde se registaram mais vítimas mortais (10 ou seja uns 15%) e com a Espanha um pouco atrás (6 ou seja uns 9%) os dois apanhando logo e em simultâneo com as 2 tempestades. No caso de Portugal (e do Algarve) com o nosso território a levar direta e maioritariamente com o impacto da tempestade Emma (oriunda do oceano Atlântico) ‒ provocando chuva/vento/agitação marítima ‒ e ainda mas em menor grau com as franjas intrusivas da Besta de Leste (ou não fosse a mesma oriunda do Ártico/Sibéria) provocando frio intenso e (a partir de certas altitudes) queda de neve. Hoje (dia 4 de Março de 2018) em Albufeira e pelas 14:00 com o céu a apresentar-se encoberto, com períodos de chuva fraca (ou chuviscos) e a temperatura a registar 17⁰C (com a previsão a apontar 10⁰C/17⁰C como a mínima/máxima).

 

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Com a radiação na estratosfera a subir 13% neste período de 26 meses

(período 2015/17)

 

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Coincidindo este 24º Ciclo Solar com a aproximação de mais um mínimo de atividade do Sol

(e com os ciclos solares a diminuírem de intensidade desde 1980)

 

No Espaço

 

Já se por outro lado abandonarmos a Terra e o seu Ecossistema (a nossa celebrada Zona de Conforto) e nos virarmos agora para a análise do tempo mas neste caso o que se verifica (não na Terra) no Espaço, podendo-se tirar desse estudo outros ensinamentos importantíssimos por certamente estarem interligados e correlacionados, com tudo o que aqui se passa pelo menos a nível Meteorológico (como poderia ser a nível Geológico com evidências sismológicas e vulcânicas): nesse sentido sendo fundamental analisar e estudar todas as influências externas condicionando a Evolução (ao longo do tempo) do nosso espaço ocupado pelo (também ainda nosso como sua espécie dominante e inteligente) planeta Terra, ou seja prever tal como na meteorologia o “Tempo que faz no Espaço” (Space Weather). Desde logo e abandonado o interior da nossa preciosa e inimitável redoma de proteção (pelo menos segundo o que sempre nos disseram) a Terra ‒ em que o Homem (posto de lado o Geocentrismo) é visto como o substituto da Terra e como o novo Centro deste Mundo ‒ com essa realidade definitivamente a diluir-se e a ser substituída por uma outra em que o Sol é verdadeiramente o centro (e o foco originário de todo este conjunto, igualmente virtual por inserir/estar inserido noutros, sucessivamente sobrepostos no Espaço/Tempo), aliás como o deveria ter sido sempre ou não fosse ele o Deus protetor da Terra ‒ para o bem e para o mal. Razão pela qual o seu estudo (sua Transformação e Evolução) é tão importante para a Terra como para a nossa (do Homem) sobrevivência: um dia em que a sua influência se deixasse de sentir (do Sol) ‒ sobrepondo-se a ação dos Raios Cósmicos à ação dos Raios Solares ‒ ficando toda a Terra perigosamente exposta ao mais variados e inesperados fenómenos oriundos do exterior e para além da destruição desse sistema de proteção (do ecossistema terrestre com o Sol pela sua ação afastando os muito mais penetrantes e perigosíssimos raios cósmicos) com outras consequências tão ou ainda mais nefastas (coincidindo entre outros com um enfraquecimento do campo magnético terrestre, com a verificação evidente de alterações climáticas e até com manifestações geológicas, como deslocação de placas, sismológicas e vulcânicas) a completarem a formação de um cenário certamente bem negro.

 

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Protecting apricot field almost in bloom from strong frost ‒ Italy, February 2018

Extreme cold results in severe agricultural damage across Europe, food prices rising

(watchers.news)

 

Na Terra e no Espaço

 

Numa altura em que um Cenário deste tipo poderá estar a formar-se (mais ou menos negro) para se manifestar num futuro já próximo (com alguns cientistas a afirmarem estarmos perto de um ponto de viragem ou seja de um pico, segundo eles com um marco a apontar provavelmente para uma espera máxima de uns 300 anos) ‒ ou não estivesse a nossa estrela num período de baixa atividade, cada vez mais sendo evidente o número reduzido de manchas solares aparecendo à sua superfície, num claro sinal de que o Sol (neste seu Ciclo Solar) se aproxima de um pico de atividade mínima (com pouquíssimas manchas visíveis) deixando a Terra entregue a si própria mas com as suas defesas em baixo (não pressionadas pelo Sol adormecendo, deixando entrar elementos indesejados). E em que diminuindo a contribuição indireta do Sol para a nossa proteção e da Terra (o vento solar também afasta elementos/corpos celestes indesejados), não só abrimos as portas aos Raios Cósmicos (extremamente poderosos, radioativos e penetrantes) mas igualmente a muitos mais elementos vagueando pelo Sistema e podendo atingir-nos em qualquer momento e com consequências (previsíveis) bem negativas: como será por exemplo o caso (mais significativo) dos viajantes do Sistema como serão (entre outros) os nossos conhecidos asteroides. E assim sem grande esforço e consultando apenas (nem que seja só hoje) o site Space Weather (spaceweather.com), podendo-se registar vários sinais desta notória evidência (entrando pelos nossos olhos e mesmo assim parecendo não o querermos ver e aceitar) ‒ resultando desse perigoso mas inevitável e periódico desequilíbrio raios solares/cósmicoscomo (1) a Explosão de Auroras, (2) o aparecimento de Nuvens Polares Estratosféricas e (3) o aumento assinalável da Radiação (cósmica) nessa mesma Estratosfera. Para além do já antes afirmado (essencialmente a nível do tempo na Terra e no Espaço circundante) provocando com a passagem dos sucessivos anos terrestres e Ciclos Solares (de cerca de 11 anos) alterações significativas a nível geológico comprovados com o agravamento das condições (na Terra) a nível sismológico e vulcânico: com todas as regiões vizinhas de falhas tectónicas (ou associadas a outras falhas menores) a serem as mais suscetíveis, como o será a região do sul de Portugal (sobretudo o litoral de Lisboa ao Algarve) e no topo dos topos, toda a região do Círculo de Fogo do Pacífico (a região mais ativa em todo o Globo terrestre) ‒ apanhando uma vintena de países (da Ásia, da América, da Oceânia, do Alasca até à Antártida) como (entre outros) o Japão, a Indonésia, a PNG (uma das zonas ultimamente mais ativas a nível sismológico) e toda a costa do Continente Americano (de norte a sul desde o Canadá até ao Chile).

 

(imagens: conferenceseries.com ‒ climatedepot.com ‒ Andrea Goggioli/watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:34
Sexta-feira, 23 DE Fevereiro DE 2018

Os 2 Planetas-Irmãos

Com a Verdade (Realidade + Imaginário) a andar por aí (The Truth Is Out There) e com o Homem (a raça dita dominante e inteligente) ‒ apesar da sua grande Proximidade (até com o planeta Marte) ‒ ainda a não a ter Compreendido.

 

Terra

 

PIA22219.jpg

1

Planeta Terra ‒ Havai ‒ registo de 1999

(PIA 22219)

 

Este cenário (1) poderia muito bem ser atribuído a um antigo leito provavelmente oceânico (ou fluvial) anteriormente encontrando-se submerso, e que nos dias de hoje passado um bom intervalo de tempo (muitos e muitos anos) por desaparecimento do material aí existente no seu estado líquido (o oceano ou o rio) e pela emersão do seu antigo leito no estado sólido, se apresenta como um terreno árido, desértico e seco (e aparentemente sem qualquer tipo visível de sinais de Vida) típico de uma superfície terrestre como por exemplo a do deserto do Sahara, de um curso de rio entretanto descontinuado, seco e abandonado ou de uma zona do nosso litoral (por exemplo sedimentar como o algarvio e com alguns vestígios antigos de material de origem metamórfica/vulcânica) entretanto e progressivamente tendo sido abandonada pelo mar. Num retrato facilmente obtido à superfície do nosso planeta mas (por acaso, por coincidência ou até como algo de muito Natural ‒ ou não fosse o Espaço uma sucessão infinita de réplicas) podendo não o ter sido: sendo registado na Terra (no Havai) como o poderia ter sido em Marte.

 

PIA16103.jpg

2

Planeta Marte ‒  Cratera Gale ‒ registo de 2012

(PIA 16103)

 

Marte

 

E sendo-o no nosso planeta como o poderia ser no outro (Marte), no caso do cenário seguinte (2) podendo representar o anterior (como fazendo parte da Terra), paralelos (em sequência) no tempo mas não noutras evoluções do Espaço, replicando situações vagueando (por aí) e por vezes sobrepondo-se (por camadas/por aqui): originando imagens de ambientes idênticos em sistemas com acelerações (e exposições) bem diferenciadas e colocando-nos perante realidades idênticas e/ou deslocadas. Num retrato obviamente podendo ser de Marte, um planeta formado na mesma altura que a Terra (e que todo o Sistema Solar), atualmente (e desde que há notícias) circulando nas nossas proximidades (sendo Marte o último Planeta Interior) não muito mais distante do Sol (a estrela de referência) e que no entanto ao contrário deste Ponto Azul e único (do Sistema Solar) suportando um complexo Ecossistema cheio de Vida e de Transformações ‒ dando prosseguimento à sua Evolução e persistência/resiliência ‒ aparentemente não o acompanhou (num trajeto cronológico paralelo e coincidente) apresentando-se no presente como um Mundo Morto (aparentemente) face ao seu simétrico a Terra vista como um Mundo Vivo (eventualmente):

 

Red_Giant_Earth_warm.jpg

3

A Terra daqui a 8 biliões de anos/carbonizada com o Sol já transformado numa Gigante Vermelha

E à medida que o Sol for envelhecendo (desde há 4/5 biliões de anos queimando hidrogénio, transformando-o em hélio e saturando o seu núcleo, encolhendo-o e acelerando as reações de fusão) e o seu brilho, calor e dimensão (exterior e como consequência) for aumentando (transformando-se numa estrela Gigante Vermelha), a tendência evolutiva (inevitável) será a de as condições (ambientais) da Terra se aproximarem das de Vénus (como já poderá ter ocorrido em Vénus relativamente a Mercúrio) e de o próximo Ecossistema (terrestre) se transferir para Marte.

 

O primeiro assente num Mundo (dito) estritamente Mineral (por interferências internas e externas relevantes só aplicados ao mesmo/Marte apesar da sua suposta proximidade/à Terra e ao seu ponto de referência e gerador/o Sol ‒ talvez devido a algum tipo de Evento marcante ocorrido ou à possibilidade de Marte ter tido origem e formação num local mais distante do atual) e onde a Vida (Mundo Orgânico) não se manifestou ou o seu Ciclo foi inesperadamente interrompido (talvez temporariamente ou definitivamente), o segundo numa etapa diferenciada da sua transformação e desenvolvimento (evolução) e apesar de ter a mesma origem e se desenvolver no mesmo meio (familiar) ‒ com organismos (organizados, inteligentes e dinâmicos) rodeando a estrutura central e mineral (ordenada a partir do caos/e vice-versa e apesar de replicativa, de base evolutiva estática) ‒ expondo um fator particular, diferenciado e único (para o Homem e na sua Zona de Proteção para já exclusivo) apresentando-se quase como um oposto do outro, utilizando (por associação) o Espelho (Mágico ‒ a Magia do Espaço/Tempo) da Bruxa Má no conto de fadas de A Bela Adormecida (“Espelho, espelho meu, Existe outra mulher mais bela do que eu?”).

 

(imagens: nasa.gov e wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:00
Sábado, 17 DE Fevereiro DE 2018

Retrato da Terra e da Lua a mais de 60 milhões de Km

Uma imagem muito semelhante se observada por um Marciano, já que relativamente ao nosso planeta, Marte tem o seu periélio a apenas 54,6 milhões de Km de distância (afélio a 225 milhões de Km).

 

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A Terra e a Lua

Fotografadas por OSIRIS-REx

(imagem: nasa.gov)

 

Imagem centrada no planeta Terra e no seu satélite natural a Lua ‒ obtida em 17 de Janeiro de 2018 a partir da sonda da NASA OSIRIS-Rex (lançada a 8 de Setembro de 2016 de Cabo Canaveral) ‒ quando a mesma se encontrava a 63,6 milhões de quilómetros de distância (do nosso planeta).

 

Com a Terra ao centro da referida imagem (e a Lua à sua direita) e num momento em que a sonda se afastava da Terra a uma velocidade de 8,5Km/s: numa missão tendo como objetivo o estudo e a recolha de amostras de um asteroide (101955 Bennu) e o seu transporte para a Terra.

 

Num retrato mostrando simultaneamente:

 

(1) A nossa imensa pequenez face à Infinidade do Universo em que nos inserimos (Sistema Solar/Terra/Homem),

 

(2) Elucidando-nos de como a noção de distância entre dois pontos é tão relativa (se compararmos as distâncias/tempos de viagem antes/depois de certos saltos civilizacionais, com a razão Tempo/Espaço ‒ para um determinado percurso ‒ estreitando-se rapidamente tendendo para zero) e adicionalmente,

 

(3) Revelando a nossa já apreciável capacidade científica e tecnológica (atual) tornando o Homem capaz de atingir um Mundo Estranho (recolhendo amostras do mesmo) e regressar de novo a casa. Um facto comprovado já lá vai quase meio século (com as naves tripuladas Apollo durante a década de 70 tocando a superfície da Lua) agora reiniciado mas sem a presença (no veículo espacial) do elemento principal o Homem.

 

Dando sempre que pensar, na busca de uma explicação aceitável (e já agora credível para justificar a ida Lua e o seu posterior abandono) ‒ quando tudo se iniciou em 20 de Julho de 1969 com o primeiro Homem (Neil Armstrong) a pisar a Lua (até aí um Mundo Desconhecido e Estranho).

 

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Dois pontos impercetíveis para lá do Sistema Solar

Mas com um dos impercetíveis, sendo bem peculiar

(a Terra)

 

A Terra vista como um pequeno ponto (pelo que dizem predominantemente azul) integrando um conjunto mais vasto com cerca de 4,6 biliões de anos (o Sistema Solar) e que ao contrário dos outros componentes desse mesmo conjunto (integrado por sua vez num ainda mais vasto, a galáxia da Via Láctea) apresenta uma característica única e deveras extraordinária (porque nunca observada noutros parâmetros ou mundos): Vida. E para um extraterrestre nunca lhe passando pela cabeça (não sendo um caso de projeção incorreta) “A regra na Terra ser a Morte”, num contributo para a Extinção da espécie mais organizada (e dita inteligente e superior) do nosso (para já único e por habitado) planeta.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:28
Terça-feira, 02 DE Janeiro DE 2018

A Nossa Grande e Misteriosa Lua

“Não tendo estado sempre perto de nós um dia a Lua terá chegado próximo da Terra e colocada em órbita aí se terá estabilizado.”

(como o sugerem muitos documentos antigos)

 

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Com a presença inopinada da Lua a ser verificada (segundo alguns antigos Contadores de Histórias) há cerca de 12.000 anos, contribuindo para a inclinação do eixo terrestre (definindo as Estações), para as noites mais iluminadas (pelo reflexo noturno da própria Lua), para o aparecimento das marés (conforme a Lua atinge o perigeu/apogeu relativamente à Terra) e até para a velocidade de rotação do nosso planeta (acelerando sem a presença da Lua tal como poderá ter acontecido nos primórdios do Sistema Solar)

 

Um dia há muitos biliões de anos (uns 4,5 biliões) deu-se numa determinada região do Espaço uma grande explosão de LUZ (envolvendo Matéria e Energia), na sequência da qual se formaram os planetas e restantes corpos celestes constituindo o que atualmente denominamos o SISTEMA SOLAR: centrado numa estrela de referência (o SOL), constituindo um Sistema Planetário (integrando oito planetas principais), composto adicionalmente por outros objetos (como luas, asteroides e cometas) e no caso particular da Terra relevando-se este planeta não só pela Existência de Vida Inteligente (uma exclusividade deste Sistema) como pela sua LUA peculiar ‒ apenas umas centenas de milhões de anos depois (da grande explosão) surgindo como companheira da Terra. Como se a Lua tivesse sido absorvida pelo Sistema Solar na sua movimentação (provavelmente errática) pelo Espaço, acabando por ser dominada pelas poderosas forças emanando da nossa estrela (pelo campo de influência do Sol) e curiosamente sendo colocada em órbita de um planeta não muito maior (do que ela): com o raio da Terra a ser apenas 3,67 X o raio da Lua e com o nosso satélite (em princípio natural) a ser sem dúvida o maior se comparado com todos os outros orbitando todos os outos (oito) planetas principais ‒ em tamanho com a nossa LUA (d=3 475Km) a ser o 5º Maior Satélite Natural deste Sistema Planetário só sendo ultrapassada por IO (3 642Km), CALISTO (4 820Km), TITÃ (5 150Km) e GANIMEDES (5 262Km) luas dos Planetas Gigantes JÚPITER (3) e SATURNO (1/Titã).

 

Planetas

D1

Luas

D2

R

Mercúrio

4880

-

-

-

Vénus

12104

-

-

-

Terra

12756

Lua

3474

3,7

Marte

6794

Fobos

22

308,8

Júpiter

143000

Ganimedes

5268

27,2

Saturno

120000

Titã

5151

23,3

Úrano

51000

Oberon

1523

33,5

Neptuno

49500

Tritão

2707

18,3

(D1 e D2: Diâmetros planetas e luas R: Razão D1/D2)

 

Observando a tabela anterior e tomando como referência a Cintura de Asteroides (separando os Planetas Interiores/Mercúrio, Vénus, Terra e Marte, dos Planetas Exteriores/Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno) sendo fácil de concluir que se os primeiros (planetas mais perto do Sol) tendencialmente não possuiriam luas (ou então as teriam poucas e de diminutas dimensões se comparadas com o planeta orbitado) ‒ tal como Mercúrio e Vénus assim como Marte ‒ os segundos além de possuírem várias luas (dezenas) teriam sempre numa razão (R = D1/D2) muito maior do que a registada entre Terra/Lua: numa razão de 20/30X e nunca de 3/4X ‒ e com uma lua tão perto e tão grande se vista do nosso planeta. Ao contrário das outras luas (de pequenas dimensões face ao seu hospedeiro) sob a influência gravitacional de grandes corpos celestes, no caso da LUA (a nossa) com as suas dimensões (pouco mais de 1/4 do diâmetro da Terra) e proximidade (mais de 380000Km) a influenciarem decisivamente a Terra (o ecossistema do hospedeiro): como por exemplo com o aparecimento (evidente) das marés (alta e baixa) ‒ entre outros fatores afetando a Evolução (da Terra, Mineral e Organicamente) podendo ser um dos fundamentais para o aparecimento da Vida. Nesse sentido e ao se constatar a presença de um corpo celeste (menor) de tais dimensões/proximidade a um corpo celeste (maior) orbitando-o, ficando-se na dúvida se tal objeto (a Lua) teria sido criada simultaneamente com o restante Sistema (Solar) ou se teria chegado depois (às proximidades da Terra) e aí se fixado posteriormente (estabilizando-se a cerca de 150 milhões de Km do Sol e sendo capturado por um planeta interior muito semelhante a Vénus ‒ a cerca de 100 milhões de Km do Sol ‒ e com pouco mais de 12000Km de diâmetro a Terra) ‒ recordando a série de ESPAÇO 1999 com a LUA à deriva viajando pelo Espaço (tendo por um incidente ocorrido na Terra abandonado a órbita do seu planeta) mas aqui invertendo o sentido (e a história) colocando o satélite natural no seu destino final, a TERRA.

 

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Mantendo-se um grande Mistério em torno do aparecimento da Lua desde tempos de tal modo distantes (recorrendo aos filósofos antigos, talvez nem tanto talvez para lá de 10000 BC) ‒ sendo uma das hipóteses mais credível a sua captura pela Terra muito ou pouco tempo no passado (de biliões a poucos milhões/milhares de anos) ‒ que muitos lhe atribuem uma (outra) função para além da sua mera presença, garantindo no seu Conjunto as condições para a existência de Vida na Terra; até podendo ser artificial

 

E tomando tudo em consideração podendo-se sugerir para a LUA (sem ferir suscetibilidades) três hipóteses para o seu aparecimento (e criação): um grande impacto (da Terra com um corpo celeste ou outros corpos menores daí advindo a Lua), a formação simultânea (no início da criação do Sistema Solar e por colisão de dois corpos celestes) e a sua captura (e até podendo ter sido roubada a outro planeta como por exemplo Vénus). Em qualquer dos casos aceitando-as apesar dos pontos contra e a favor de cada uma das três hipóteses apresentadas, mas nunca deixando de considerar como uma quarta alternativa (e provavelmente de muitas outras ainda a acrescentar) ‒ até por mencionada em registos feitos pelo Homem e como tal sendo muito mais recentes (com o Homem Erectus, o primeiro Homem mais perto do atual, a ser reportado a 1500 milhões de anos atrás e não a biliões como a Lua) ‒ a possibilidade da mesma ter surgido num tempo muito mais recente (se comparada com a História da Terra), vindo talvez de mais longe (da Cintura de Asteroides ou mais além) e talvez (deixem-nos Sonhar pois Sonhar faz parte da Realidade) com outros Desígnios (talvez mesmo e considerando-nos, de origem Alienígena e Artificial). Num tempo já não assim tão distante (bastando para tal deixar-nos pensar e imaginar) lembrando-nos dos dias em que a Lua não se via no Céu (reportado em escritos antigos) e em que o firmamento que se abria perante os nossos olhos (o nosso instrumento ótico primário) não era bem igual ao que hoje nos acompanha. Hoje em dia (2018 DC) mais de 4,5 biliões da anos depois de a Terra ter aparecido (e todo o Sistema Solar) e apenas uns míseros 1,5 milhões de anos decorridos sob o aparecimento da 1ª forma (mais definitiva) de Homem, mantendo-se o mistério:

 

Ancient Texts Speak Of A Time ‘Before The Moon’

 

“Many ancient writings speak of a time “before the Moon.” In turn, many scholars have quoted these works over the centuries. For example, Aristotle wrote of Arcadia, stating that the land was occupied “before there was a moon in the sky above the Earth.” Similarly, Apollonius of Rhodes spoke of a time “when not all the orbs were yet in the heavens.”The tribe of Chibchas in Colombia also has such notions in their traditional oral legends. They state, “In the earliest times, when the Moon was not yet in the heavens!” The wording sounds remarkably similar to that of Apollonius. Perhaps also of interest, particularly given the bizarre claims of the Moon being put into position around the Earth, are some Zulu legends which say that the Moon was dragged across space from a great distance. Most of these accounts also speak of intense disruption to the planet until the new heavenly body settled into its true orbit.” (top10lists.top)

 

(imagens: interestingimage.com e history.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:28
Quinta-feira, 28 DE Dezembro DE 2017

Os PHA da Passagem de Ano de 2017/18

Não contando com todos aqueles objetos que tal como as pessoas aparecem em cima da hora ou mesmo depois do acontecimento se ter concluído (e com a grande evolução tecnológica cada vez mais se detetando casos idênticos), a Passagem de Ano de 2017/2018 será tranquila e sem a presença imprevista de qualquer tipo de intrusos (aqui sendo celestes). De qualquer forma e por conforto podendo-se também rezar.

 

Dos objetos circulando pelo interior do Sistema Solar ‒ muitos deles oriundos de aglomerados de diferentes materiais localizados para além da órbita de Marte (com o seu periélio/afélio a variar entre 200/250 milhões de Km) ‒ agora que o ano de 2017 está a terminar e a um velho ano sucederá um Ano Novo, poderemos destacar (aproveitando para relevar o número crescente deste tipo de objetos circulando nas proximidades da Terra) três PHA (asteroides potencialmente perigosos), dois sendo os últimos a passarem este ano (2017 QL33 e 2017 YU 1) e o outro o primeiro a passar em 2018 (2017 YD).

 

Asteroide (designação)

Data (dia/mês/ano)

Distância

(Km)

Velocidade (Km/s)

Diâmetro

(m)

2017 QL33

30/12/2017

5 112 533

8,2

195

2017 YU 1

30/12/2017

3 778 328

7,6

20

2017 YD

01/01/2018

9 252 069

4,1

30

Antes e depois da Passagem de Ano de 2017/18

(os 3 asteroides passando mais perto da Terra)

 

Sendo um dos nossos últimos e mais próximos visitantes o asteroide 2017 QL33 (período orbital = 2,5 anos), por sinal e de longe o de maior dimensão (em torno dos 200 metros) ‒ e tendo passado o seu periélio no fim da 1ª semana de Dezembro a mais de 140 milhões de Km do Sol ‒ e sem dúvida o mais perigoso (dos três) pensando num possível impacto com a Terra (mas nas próximas décadas sem previsões para tal); no mesmo dia sendo seguido pelo asteroide 2017 YU1 (o menor dos 3 objetos com um período orbital de quase 2 anos) passando ainda mais próximo do nosso planeta ‒ ainda a caminho do seu periélio a ocorrer no início da 4ª semana de Janeiro (já de 2018) a uma distância sensivelmente igual à do asteroide anterior. A 2017 QL33 sendo-lhe atribuído o Código 4 e a 2017 YU1 (com maior aproximação à Terra) o Código 7 (numa escala de 0 a 9 indicando o grau de incerteza no cálculo das suas órbitas).

 

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E no dia 1 de Janeiro de 2018 a Terra terá o seu PHA

(passando por perto sem problema)

 

E para o início do próximo ano e com encontro já programado para o 1º Dia de 2018 (logo uma segunda-feira habitualmente início de mais uma semana de trabalho) chegando o asteroide 2017 YD (tendo passado o seu periélio antes do dia de Natal a cerca de 150 milhões de Km do Sol) com um período orbital de 1,75 anos e (nesta passagem de 2017 para 2018) anunciando o ANO NOVO (tranquilo no que nos toca com o objeto passando a quase 10 milhões de Km de distância); de qualquer forma sendo-lhe atribuído o Código 8 (o de maior incerteza orbital). Anunciando-se desde já a passagem de um asteroide bem maior já no início de Fevereiro (de 2018) passando a pouco mais de 5 milhões de Km da Terra (à velocidade de 34Km/s bem maior que os outros três) e de diâmetro muito próximo dos 700 metros (período = 1,6 anos). Como se pode constatar com nenhum destes objetos a constituírem perigo para a Terra, deixando-nos assim tranquilos para mais uma Passagem de Ano deste século XXI.

 

(imagem: express.co.uk/GETTY)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:35
Sexta-feira, 15 DE Dezembro DE 2017

O Vulcão da NASA

“Mars is only about one-half the size of Earth and yet has several volcanoes that surpass the scale of the largest terrestrial volcanoes … The large shield volcanoes on Mars resemble Hawaiian shield volcanoes. They both have effusive eruptions which are relatively quiet and basaltic in nature. Both have summit pits or calderas and long lava flows or channels. The biggest difference between Martian and Terrestrial volcanoes is size.” (solarviews.com)

 

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Baby Island ‒ Ilha de origem vulcânica

(sul do Pacífico)

 

Confirmando mais uma vez que tudo o que vemos à nossa volta (em todas as dimensões, tendendo para o infinito e em planos paralelos) é uma réplica do mesmo molde ‒ por isso afirmarmos que se queremos conhecer os outros primeiro devemos conhecer-nos a nós próprios ‒ cientistas da NASA interessados em compreender a evolução (entre elas a geológica) do planeta Marte (como se sabe com o sector público e privado tentando a médio-prazo colonizar o planeta) decidiram prestar especial atenção a um vulcão localizado no oceano Pacífico (sul).

 

Isto porque sendo de tão simples e de tão fácil entendimento (o que vemos é o que é, foi e será) ‒ assim como a realidade dos cenários em que estamos envolvidos ‒ os mesmos (cientistas) verificaram por simples comparação entre dois objetos tão próximos (e tão semelhantes) que o que viam na Terra (em torno desse jovem vulcão) era o que tinham registado em Marte: com grandes extensões de terreno (marciano) sugerindo fortemente um processo de transformação (em muitos aspetos) semelhante ao terrestre. Levantando-se de novo a questão (apoiada por teorias credíveis) da existência de água em Marte (num passado muito remoto e formando um possível oceano).

 

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O lago interior da ilha vulcânica

(criado por um colapso de terras)

 

Tudo se iniciando numa grande explosão registada na região sul do oceano Pacífico (integrado no reino da Polinésia de Tonga) tendo como causa uma forte erupção submarina (aí ocorrida e prosseguindo no tempo) e desde há cerca de três anos Construindo esta nova ilha: inicialmente pensando tratar-se de mais um pedaço de terra temporariamente à superfície (como acontece em muitas destas erupções com a terra a desaparecer posteriormente) mas passados esses anos ainda se mantendo emerso e com o seu pico a atingir uns 120 metros de altitude. E a partir desse vulcão (ainda jovem mas instrutivo) observado na Terra, associando-os aos seus semelhantes (noutros tempos, noutros ambientes, talvez com água) há biliões de anos existentes em Marte ‒ e desse modo compreendendo uns compreendendo também os outros.

 

E como é evidente (tal como sucede na Terra) com Marte na sua História a poder ter sido (um certo dia no seu passado) um pouco turbulento, quente, com água e um pouco salgado. Sendo uma das particularidades registada neste tipo de terrenos (formados recentemente) e sabendo-se como de início eles sofreriam com uma grande erosão (levando a que muitas destas pequenas ilhas entretanto desapareçam), a sua adaptação e a sua resiliência: sendo capaz de estabilizar os terrenos e de seguida consolidar-se. Uma Ilha Bebé assente numa caldeira de um vulcão submarino (1400 metros assente acima do leito oceânico) e que segundo os especialistas ainda poderá durar de 6 a 30 anos; e segundo os cientistas podendo este tipo de formação (de pequenas ilhas oceânicas) ser em tudo idêntico, ao que poderá ter ocorrido em Marte (pelo menos com os cenários a sugerirem-no).

 

(imagens: livescience.com/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:08
Segunda-feira, 04 DE Dezembro DE 2017

A Lua a 4 de Dezembro

Hoje com a Lua a localizar-se a apenas 358.499Km da Terra

 

Imagem da SUPER LUA de 4 de Dezembro a maior (Lua Cheia) registada no ano de 2017. Aqui observada a partir de Miami (EUA) utilizando um telescópio (refrator) Celeston.

 

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Super Lua

 

Uma Lua (Cheia) grande e brilhante apenas porque a mesma se encontra no seu ponto mais próximo da Terra (no seu perigeu): apresentando-se 7% mais larga e 15% mais brilhante.

 

(imagem: P& K SpaceImaging/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:20
Domingo, 03 DE Dezembro DE 2017

O Problema de Juno e a Chegada do Cometa

Em dois artigos publicados no Site Online UNIVERSE TODAY (universetoday.com), podemos assinalar a confirmação de que a sonda automática JUNO (orbitando o distante planeta JÚPITER) se encontra de momento onde deveria estar; e de que (neste ano de 2017) mais um cometa na sua rota de aproximação ao Sol passará nas vizinhanças do planeta Terra.

 

JUNO

 

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Sonda Juno acima do Polo Sul de Júpiter

 

No caso da sonda JUNO (uma missão da responsabilidade NASA) com os cientistas a tentarem obter uma explicação para as anomalias detetadas na mesma aquando da sua aproximação ao planeta (no cumprimento do seu trajeto orbital projetado), ao passar perto do Gigante Gasoso a alta velocidade: algo já anteriormente detetado pelas sondas PIONEER (10 e 11) aquando da sua passagem numa região do espaço situada entre o planeta Úrano e o Cinturão de Kuiper (numa viagem a caminho dos limites do Sistema Solar), com as mesmas deslocadas de onde deveriam estar em quase 400.000Km.

 

Com a sonda espacial norte-americana a ser de momento o único objeto (artificial) a estar presente nessa região do Sistema Solar assinalando a presença (mesmo que não presencial) dos Humanos (o seu natural criador) ‒ agora que a sonda Cassini se foi mergulhando no seu planeta vizinho (SATURNO) ‒ devido às enormes dimensões do planeta (o maior do nosso sistema planetário e dotado de um poderoso campo magnético) e à elevada velocidade de passagem da sonda (tão perto do mesmo), correndo sempre o risco de se poder deslocar do seu trajeto e de sofrer outras interferências promovidas pelo Poder Extremo de Júpiter (se comparado com a Terra).

 

Em conclusão e incluindo nos cálculos todos os desvios e situações (positivas e negativas) com os mesmos cientistas a concluírem que no final e de facto o plano se cumprira (e que o objetivo se atingira) ‒ com a sonda a estar, onde sempre fora pensado que estivesse: a 960 milhões de quilómetros da Terra, nas proximidades do planeta Júpiter, orbitando-o em perfeição e fazendo-o em segurança. Sendo natural que numa viagem de quase 1000 milhões de Km surja sempre uma anomalia (ou outro fenómeno qualquer) como algo de habitual, lógico (valor verdadeiro ou falso) e universal.

 

COMETA

 

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Cometa C/2017 T1 (Heinze) a 2 Dezembro 2017

 

No caso do cometa (descoberto este ano pelo astrónomo Aren Heinze) e já que estamos em Dezembro e a entrar na Época Natalícia (a famosa Estrela de Belém poderá ter sido um corpo celeste deste tipo) com C/2017 T1 a atingir no dia de Natal uma das pontas da sua trajetória elíptica (e atingindo o seu periélio mais tarde, a 21 de Fevereiro de 2018 e a 87 milhões de Km do Sol) passando (na ida) no seu ponto mais próximo da Terra a 4 de Janeiro de 2018 e a 33 milhões de Km de distância: apurando-se que caso o seu segundo encontro (vinda) se verificasse em Julho (e não apenas com a sua órbita/mas sem a presença da Terra em Abril, três meses antes) o cenário seria espetacular com o cometa HEINZE a passar a uns meros 2 milhões de Km da Terra.

 

Com o cometa Heinze (C/2017 T1) a atingir (a uma V=50Km/s) o seu brilho máximo (final de Dezembro) antes de atingir o seu periélio (final de Fevereiro), decrescendo ligeiramente de brilho até atingir o mesmo (periélio) e a partir do início de Março (e até finais de Setembro) diminuindo de intensidade e desaparecendo. Podendo-se sugerir que em condições semelhantes (às agora ocorridas com este cometa) mas de outra forma sendo distribuídas no Espaço e no Tempo (podendo significar como vimos antes, apenas uma diferença de meses, introduzindo cenários sequenciais mas diferentes) poderíamos estar (não este mês mas num outro mês qualquer) tal como há 2017 anos atrás a observar a passagem de um cometa (de um Asteroide, de um OVNI) e o nascimento de Jesus (de um Homem ou de um Alien) ‒ nem que fosse no Verão ou no Hemisfério Sul.

 

(imagens: nasa.gov e theskyline.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:49
Terça-feira, 28 DE Novembro DE 2017

O Monstro de 5 Km de Diâmetro

Um asteroide como o 3200 PHAETHON ao embater na Terra provocaria uma explosão com uma energia cinética equivalente a 10 milhões de megatoneladas de TNT, uma cratera podendo atingir 100Km de diâmetro, quedas de material resultante do impacto podendo atingir os 1100Km de distância, um impacto regional ainda muito mais vasto (nuns 5000Km de raio), sismos/furacões/tsunamis a nível global, tudo num cenário generalizado de grande catástrofe complementada pelos efeitos imediatos (e extremamente nocivos) nos céus/na atmosfera/na camada de ozono, podendo provocar um dramático efeito de estufa e levar à extinção de plantas e de animais (e logicamente até do Homem).

 

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O asteroide 3200 Phaethon cruzando as órbitas de Mercúrio, Vénus, Terra e Marte

 

Mais um asteroide de enormes dimensões (um monstro de mais de 5Km de diâmetro) passará no próximo dia 17 de Dezembro (um Domingo) a cerca de 10 milhões de Km da Terra: um asteroide observado pela 1ª vez há mais de 40 anos (o seu período é de cerca de 40,29 anos) e conhecido como 3200 PHAETHON (1983TV). Um asteroide Apollo cruzando as órbitas de planetas como Mercúrio, Vénus, Terra e Marte.

 

Dadas as suas dimensões (o que significaria um impacto de um calhau deste tamanho com a Terra) e a sua passagem nas proximidades da Terra (depois da Lua o corpo celeste a 17 de Dezembro circulando mais perto do nosso planeta) ‒ e sabendo-se que numa das aproximações que se seguem (lá para 2093) passará a apenas uns 3 milhões de Km da Terra ‒ suscitando alguns receios pela sua presença e passagem (perto de nós).

 

Um asteroide já anteriormente considerado um cometa (com a observação de poeiras acompanhando o corpo celeste), eventualmente emitindo um brilho suficiente para ser visto da Terra utilizando um pequeno telescópio e no seu periélio (ponto de maior aproximação à nossa estrela) localizando-se a quase 21 milhões de Km do Sol (e deslocando-se a uma velocidade média de 20Km/s).

 

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Com Zeus a ter que intervir para salvar a Terra do semideus Phaethon

 

Com Sites como o ufosighthingshotspot.blogsopt.pt a associar (entendendo-se a ligação) a passagem do asteroide (anteriormente possível cometa) com o nome ao mesmo atribuído ‒ PHAETHON ‒ um semideus grego que tendo pedido emprestado a Carruagem do Sol ao seu pai o Deus HELIOS, não conseguindo controlar os cavalos (puxando a carruagem) e quase incendiando a Terra (à sua passagem descontrolada), obrigou ZEUS a matá-lo de modo a salvar o planeta.

 

E no entanto com Sites como o spaceweather.com na sua seção de NEAR ERTH ASTEROIDS (associado ao JPL/nasa.gov) ‒ especializados na deteção de objetos circulando nas proximidades da Terra ‒ a não darem nenhum relevo particular à passagem do asteroide 3200 PHAETHON, ignorando-o na tabela (publicada em spaceweather.com) e apenas mencionando (para 17) o objeto 2017 VT14 (de d=105m e passando a menos de 1500 milhões de Km da Terra).

 

(imagens: wikipedia.org e dailymail.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:24

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