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Amanhã chega à Terra uma CME

Domingo, 10.10.21

“Viajando do Sol (da mancha AR2882) para a Terra (atingindo a sua atmosfera),

no vento solar.”

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Ejeção de material

da coroa solar

 

Pelo início da manhã do dia de ontem (sábado 9, pelas oito da manhã) com a superfície do SOL a dar origem a uma CME (ejeção de material da coroa solar) da classe M1.6 (média intensidade) ─ tendo origem na mancha solar AR2882 ─ lançando através do Espaço e em direção à TERRA, “massa solar ejetada” e transportada pelos “ventos solares” ─ neste domingo (dia 10) movimentando-se a uma velocidade de 353Km/s. Atingindo o nosso planeta amanhã (segunda-feira, 11 de outubro) e podendo dar origem na atmosfera terrestre (ao impactar com a mesma) a tempestades geomagnéticas da classe G1/G2 (menor/moderada). Neste 25º Ciclo Solar e depois de dúzias de CME já terem falhado a Terra (provocando passando ao lado, pequenas perturbações geomagnéticas), eis que agora (chegando amanhã) uma nos é dirigida (a nós, à Terra), com outras consequências:

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Mancha Solar

AR2882

 

Não passando de um aviso de que este Ciclo Solar ainda está no seu início (talvez mais intenso do que se esperava) e a caminho de um máximo (que até poderá ser antecipado, mantendo-se o Sol bem ativo), mas nunca atingindo um nível de intensidade como o registado (um extremo) no Evento de Carrington, não afetando grelhas elétricas (nem afetando satélites), apenas provocando mais e mais intensas Auroras (a altas latitudes, podendo chegar a Nova Iorque). Mas sendo sempre de lembrar que um acontecimento como o do “Evento de Carrington” ocorrendo hoje, poderia num caso extremo “deitar abaixo a nossa Civilização” (tal como a conhecemos hoje em dia), podendo a sua recuperação ser um trabalho (para não dizer quase impossível) “hercúleo”. Desde intervenções internas (vulcanismo/sismologia) como externas (impactos/tempestades solares), sendo o futuro da Terra sempre dependente destes dois intervenientes.

(imagens: spaceweather.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:03

Lotaria Solar ─ O Outro Planeta

Quarta-feira, 01.09.21

Numa 1ª fase (das Viagens Espaciais) teremos que nos limitar ao melhoramento progressivo talvez mesmo revolucionário dos métodos e teorias convencionais (deixando a velocidade do som como referência e tentando ao máximo aproximarmo-nos da velocidade da luz), mas se quisermos dar o verdadeiro salto passando à 2ª e decisiva fase, teremos que inventar uma nova forma de propulsão com um veículo a ela adaptado transportando-nos de um ponto para o outro, instantaneamente por sobreposição (holográfica).

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O Nono Planeta do Sistema Solar

Andando por aí no Sistema Solar

faltando apenas encontrá-lo

 

Limitados na nossa existência por um estreito território estendendo-se por muitos milhares de quilómetros e em todas as direções, em redor de todo este objeto mais ou menos esférico e dotado de atmosfera, ao qual chamamos Terra ─ e com a nossa derradeira aventura tendo sido a Conquista dos Oceanos, já la vai mais de meio milénio ─ sendo expetável que com o decorrer do tempo e com a diminuição crescente do espaço (excesso demográfico), a nossa sensação crescente de claustrofobia se acentue e nos leve cada vez mais (com níveis de ansiedade crescente) a olhar mais para além: interiorizando-se cada vez mais (por observação, experiência, constatação) que nada sendo eterno desde o nosso lar até à nossa terra, um dia mais cedo ou mais tarde mas certamente no momento pensado e mais oportuno, teremos que abandonar essas nossas referências de origem (como a Terra) e partir, se quisermos persistir e sobreviver, como animal nómada  que somos, em que movimento (envolvendo matéria e energia) é sinónimo de Vida (podendo mesmo existir uma ligação, entre Alma e Eletromagnetismo).

Perdidos e sufocados pelas chamas vermelhas de sangue deste Inferno terrestre, manobrado na sua apresentação e tradução através da utilização persistente de uma versão pretensamente soft, mas literalmente de pesadelo mental acéfalo (por corte) e climatizado (para não se decompor logo) ─ que eles designam como uma espécie de percurso de passagem para um outro mundo, dos crentes, de todos, dos pobres-de-espirito, talvez um Purgatório ─ olhando por vezes para o Céu, para a Lua, para qualquer coisa, mesmo que não se veja, podendo no entanto e inesperadamente ocorrer. Saltando-se do interior deste ecossistema terrestre e ultrapassada rapidamente a ISS (a uns míseros 400Km de altitude), mergulhando-se nas profundezas da escuridão do Sistema Solar, deparando-nos com a Lua e aí mentalmente estupefactos, paralisados por segundos então “transformados num flash de quase meio século” (1970 a 2020), vendo-nos como há 50 anos atrás com a chegada do Homem a um mundo distando a pouco mais de 380 mil km de distância.

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Órbita provável do Planeta 9

Um KBO c/ massa 5X a da Terra

no mínimo 10X mais distante que Neptuno

 

Em 2021 sem mais um quilómetro a mais percorrido pelo Homem em naves espaciais tripuladas, com uma das potências Mundiais de referência certamente a maior ─ os EUA ─ a desinvestirem completamente na sua Agência Espacial Governamental a NASA deixando para esta e apenas a investigação teórica (a parte ai importante, mas sem retorno comercial imediato) e as “sondas automáticas”, desviando a grande fatia das verbas para as novas Agências Aeroespaciais privadas como a SpaceX, a Blue Origin ou a Virgin Galactic, com o futuro da Humanidade a ficar ainda mais negro um pouco mais ameaçado, abandonando-se de novo a Exploração e a Conquista do Espaço (um dia teremos que forçosamente abandonar a Terra) e optando-se pela versão imediata, lucrativa, comercial, mais dirigida não à cura de algo/alguém mas à manutenção do vício de um drogado ou pré-condenado.

[Restando-nos então para a construção da “Arca” resistindo ao próximo “Dilúvio”, a Rússia e a Imperial China, o Hemisfério Norte Oriental ─ e com a América já em declínio (a Europa lutando desesperadamente por existir), mas talvez ainda bem presente (como o “entertainer”, que sempre foi) nalguma área do seu interesse.]

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Os Annunaki e a Civilização Suméria

Aqueles de sangue real descendentes dos Nefilim

seres não sendo deste Mundo

 

E depois de despromovido Plutão (de planeta principal passando a planeta-anão) já para além da Nuvem de Oort (a umas 100.000UA), por vezes falando-se de um outro planeta podendo ainda ser nosso irmão ou seja do nosso planeta Terra ─ o tal Planeta X, Décimo Planeta ou Planeta 9 ─ mas circulando mesmo tendo o Sol como referência, muito mas mesmo muito longe de nós talvez nunca visto (mas por cálculos “existindo”): mas como todos tendo o seu afélio e periélio e um dia talvez como já no passado podendo ser visto por cá passando perto do Sol passando perto da Terra (lembrando-me aí do Planeta X e dos Annunaki).

Até podendo já existir e ser mais um corpo integrando inicialmente a Nuvem de Oort (fonte de asteroides e de cometas, última fronteira do nosso Sistema Solar). Querendo sobreviver (o Homem) tendo-se de ultrapassar esse limite, imitando as sondas automáticas Pioneer e Voyager e os objetos extrassolares e interestelares Oumuamua e 2I Borisov, mas agora presencialmente. E se a Terra demora 1 ano a dar a volta completa ao Sol, Plutão pouco menos de 250 anos, quanto não demorará um objeto integrando os limites da Nuvem de Oort ou mesmo ultrapassando-a (milhares e milhares de anos, uma enormidade).

(imagens: universetoday.com ─ annunaki.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:25

O Último Bacalhau com Natas

Quarta-feira, 25.08.21

Procurando para além daqueles que conhecemos (os territórios terrestres) outros lugares semelhantes (e exteriores) onde possamos minimamente persistir − como tantos e tão diferentes (lugares) existentes neste planeta que nos acolheu e adotou (ao Homem) –

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Natas sem bacalhau, num parto difícil

Das sustâncias consideradas necessárias e obrigatórias para que o nosso ciclo de vida se cumpra convidando-nos a neles (esses lugares) nos fixarmos − por nos garantirem as condições mínimas de satisfação e de reprodução (replicando e mantendo viva a espécie) –

A Água é sem dúvida a sustância essencial por estrutural e fundamental (desde o Mundo Orgânico, ao Mundo Mineral), tal como na produção do cimento (na construção de um edifício, na elaboração de um Corpo) ligando tudo e dando origem a um todo (edificado, seguindo um código):

Ou não fosse a marca e o símbolo não só da Terra como do próprio Homem a molécula composta por dois átomos de Hidrogénio e um átomo de Oxigénio − conhecida como H₂O – compondo curiosamente e quase na mesma proporção (uns 60%/70%) a Mãe (a Terra), os filhos e o seu Filho Pródigo (o Homem).

Para uns acreditando em bruxas ou em eruditos sendo apenas uma coincidência, mas não existindo ou acreditando em tal e sendo o mecanismo de Vida mais simples do que se pensa, tendo forçosamente de existir um elemento comum de ligação (até para cada uma das partes existir e ter uma mínima justificação para tal, dependendo/reagindo coma outra) entre a TERRA (o Mundo Mineral) e o Homem (o Mundo Orgânico),

Um podendo ser interpretado como o Esqueleto da Vida, o outro como o corpo físico dando-lhe forma (nesta fase) envolvendo-o e permitindo-lhe, num outro Ciclo Evolutivo, libertando-se numa outra dimensão, o atingir de um outro nível por imposição aparentemente não existente mas até pela evidência de tudo o que nos rodeia, tendo que ter continuação.

Como se estivéssemos a atravessar um conjunto em extensão e com a experimentação, progressivamente adquirindo o conhecimento necessário para ao Saltarmos, não sermos apanhados de surpresa na transição revelando detalhes, em vez de nos fixarmos no novo cenário:

Ou não fosse a força que dirige este Universo invisível mas sentindo-se fortemente a sua presença, ligando a nossa Alma ao Eletromagnetismo Cósmico.

Seja Zero, Um ou o Infinito o Mundo não poderá acabar ou ser interrompido com a nossa morte (a nossa ou de qualquer seu elemento Vivo), um podendo anular o Outro e daí nada se transformar não existindo Evolução:

Uma ação originando sempre uma reação e antes de se espalhar (em ondas, influenciando tudo e influenciando-se) tendo que se replicar mantendo o seu molde original.

Sendo o mesmo apesar de diferente, para nós neste ciclo (incomunicável com o seguinte) de difícil ou mesmo impossível interpretação.

E se deste lado do Espelho vejo a minha imagem, do outro lado dessa imagem podendo estar é certo que de outra forma talvez mesmo com diferente conteúdo, o outro eu, refletindo em nós (o original) uma mesma imagem.

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Tratando dos calos, aguardando as natas

Nada impedindo que do outro lado do desconhecido e pertencendo nós a um todo como vemos bem diferenciado (só em humanos sendo cerca de 8 biliões, sempre em renovação), algo ou alguém tal como aquando da 1ª vez nos espere.

Tendo tudo que existir e a explicação sendo a parte inútil:

Quem não vive sem saber nem compreender como tanta coisa funciona, nem mesmo como essa sabedoria chegou até nós.

E se tudo não passar de um holograma porque não sendo hoje um mero espetador amanhã não poderemos ser um ator, um produtor, um realizador.

Para já e como numa viagem de juventude, à Aventura e à Descoberta, num ritmo de aprendizagem e coleção de experiências “interiores”, antes de espreitarmos pela janela ou sairmos pela porta (em direção a uma outra Terra Prometida, mais comprometida, talvez menos material), experimentando, desmontando, destruindo tudo o que nos vem à mão e assim abrindo a cabeça.

Algo tendo de existir (a nossa limitação podendo ser uma defesa, uma separação necessária) não sendo nada Finito:

Mesmo apagando-se a luz com o Homem rapidamente a adaptar-se à escuridão, até porque interrompendo-se a Vida interrompendo-se algo podendo-se mesmo e por indução ou reflexo parar tudo, uma contradição insolúvel dado tudo depender do “Movimento” que como se sabe é eterno, movendo-se tanto no vazio como no atrito.

Tudo se cruzando e como tal tendo que ter um ponto comum e de contacto.

Hoje tendo água por cá (na Terra, em Marte), amanhã noutro objeto qualquer (em Europa em Enceladus) e depois de amanhã já nem sequer se necessitando dela.

Evoluindo tudo, se o Homem quiser (estando disposto, não se arvorando logo a Deus, ao centro do Universo) e se os Deuses assim o permitirem.

Provavelmente ao nosso lado (e não a milhões de anos Luz) estando o nosso Espaço, o nosso Tempo, sendo este apenas mais um ponto de passagem (tal e qual um armário uns podendo ter portas outros não e mesmo nesses, podendo estar o que pensamos ser o abismo, mas de facto a nossa Bendita Perdição.

(imagens: receitasemenus.net/purepeople.com.br)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:10

O Asteroide que matou os Dinossauros, veio da Cintura de Asteroides

Terça-feira, 10.08.21

Ao passar muito levemente e com muito pouco tempo disponível pela página interior de uma revista de carater cientifico-tecnológico,

Por acaso ou talvez por coincidência, ou então porque algo ou alguém previamente o definiu, falando do tema pelo qual cada vez mais pessoas se entusiasmam e se deixam arrastar,

Vendo-me de novo face à questão do nosso possível e futuro desaparecimento ─ da Terra ─ perante o Evento Apocalíptico que há cerca de 66 milhões de anos atrás,

Levou a raça dominante de então os DINOSSAUROS á extinção.

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Com um asteroide com quase 10Km de dimensão a entrar numa rota de colisão com a Terra, entrando na sua atmosfera e impactando de seguida com a superfície do que viria a ser o nosso planeta,

Para de seguida se dar uma grande explosão e se produzir uma intensa onda de choque, dando a volta completa a todo o planeta e no seu caminho de destruição,

Provocando violentos sismos, sucessivas erupções, tsunamis para todos os gostos, todos eles fenómenos arrasadores, catastróficos, à sua passagem não deixando nada vivo nem de pé,

Especialmente se não se pudesse proteger, se fosse grande, azar aí (sendo essa a razão, o tamanho) dos dinossauros (sendo o seu fim).

Na sua trajetória secante ao nosso planeta colidindo (o asteroide) na região do globo terrestre onde se situa a grande cratera (de impacto) de Chicxulub, com cerca de 145Km de diâmetro.

Sabendo-se assim o seu destino, a data e o local de impacto e tendo-se algumas ideias sobre a proveniência do asteroide, certamente para lá da nossa órbita e podendo ir até ao limite do nosso Sistema Solar ou mesmo ultrapassá-lo,

Faltando ter apenas mais uma ideia para assim esclarecer todas as dúvidas, através dela sabendo-se a direção e a morada correta do seu remetente (antes até se levantando a possibilidade de ser um cometa, mas ficando-se por mais um asteroide),

Podendo-se assim investigá-lo e até situá-lo, aproveitando toda a experiência e conhecimento entretanto adquirido (com os eros e correções, sendo consolidado) caso fenómeno semelhante volte de novo a acontecer.

Pelos vistos e depois de anos e anos de estudos e de múltiplas observações e até da entrada e da saída do nosso Sistema de Objetos Interestelares como os asteroides 2I Borisov e Oumuamua,

Chegando-se à brilhante conclusão esperando-se que agora correta (para asteroides desta dimensão e caraterísticas de composição),

De que o asteroide que deu origem à extinção dos Dinossauros terá vindo de uma região localizada entre o planeta Marte e o plante Júpiter, mais rigorosamente da CINTURA de ASTEROIDES.

E a partir desse estudo e da sua conclusão ─ oferecendo-nos a origem, o trajeto e o destino do asteroide, 66 milhões de anos depois (e assim acompanhando-os) ─ tirando eu a minha própria conclusão, baseando-me no comportamento deste objeto:

Voltando a ser lançado do Cinturão de Asteroides e tendo de novo a Terra como seu alvo (até lá esperando-se o nosso planeta ter algum mecanismo de proteção contra esse tipo de objetos),

Sabendo-se que a distância Cinturão de Asteroides/Terra é de cerca de 260 milhões de Km (média) e que a velocidade dos asteroides anda pelos (uma hipótese) 20Km/s, significando que arrancando um asteroide desta “base” (a cintura), este estaria a tocar-nos 150 dias depois.

Cinco meses para nos prepararmos.

(imagem: Getty Images)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:04

Nem mesmo o Super-Homem, tinha mais poder que a Terra

Terça-feira, 10.08.21

Uma visão do Inferno oriunda dos EUA (do outro lado do Atlântico, do outro lado da América do Norte), mostrando-nos um dos estados norte-americanos afetados desde há vários anos por uma seca podendo ser considerada “extrema” (a Califórnia), nesta época do ano (como noutras, dado o abandono a que a floresta está votada) sendo especialmente atingida por incêndios de grandes proporções:

Como se já não bastasse a extrema falta de água (agora com os fogos florestais) e o problema da forte sismologia (dada a deslocação de placas tectónicas) outro grande problema dessa região (e nunca se podendo esquecer a existência no centro dos EUA, do SUPER VULCÃO DE YELLOWSTONE).

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Veado vagueando numa densa nuvem de fumo

e tendo atrás de si um conjunto de carros calcinados,

durante um grande e recente incêndio ocorrido na Califórnia

(Greenville, 6 de agosto de 2021)

 

Num incêndio em curso desde meados do mês de julho, dada a sua grandeza no espaço (grande extensão de terreno) e no tempo (mais de três semanas), sendo considerado o maior incêndio florestal de sempre, ocorrido no estado norte-americano da Califórnia:

Queimando florestas, incendiando casas, matando animais e pessoas e no fim, completamente destruída a Natureza e estando esta calcinada, terraplanando localidades inteiras. Sendo um Inferno e estando tudo a arder, para muitos deles e de nós (colocados em situações semelhantes e sem qualquer tipo de auxílio) não havendo muito a fazer ─ tal como aconteceu a quase uma centena de portugueses morrendo queimadas ao fugir, tal como aqui acontece ao veado na prática estando cercado (sem fuga possível) e não conseguindo visionar um caminho, por onde se escapar “são e salvo”.

Eventos como os da Califórnia podendo-se encontrar disseminados um pouco por todo o Mundo, na análise global e atual da situação ambiental e do ecossistema terrestre divulgada pelas autoridades oficiais (certificadas pelos Governos, pela autodenominada elite política) tendo (inevitavelmente) já um culpado identificado, desse modo não nos deixando ver todos aqueles que o acompanham ─ evitando ao mesmo tempo, terem as autoridades de tomar alguma posição ─ podendo até pô-las em causa e simultaneamente, atirando a resolução do problema (mais uma vez) um pouco mais para a frente:

E assim em vez de se agir rapidamente (evitando-se a propagação da “doença”), passando-se pelo contrário todo o tempo “na conversa fiada” (acessória, sem sumo) ─ sobre o Degelo nos Polos, o Aquecimento Global e as Alterações Climáticas (temas na lista de preferência dos tags) ─ apontando unicamente o Homem por tudo o que se passa neste planeta ─ como se tal fosse possível, como se a Natureza valesse tão pouco (face ao Homem).

Sabendo-se no Mundo estarmos perto dos 8 biliões de seres humanos, dos 10.000 triliões de formigas (para já não falar das baratas) e ainda que tal como na Grã-Bretanha, cada país poderá ter no seu território “ratos aos biliões”.

Um dia (como hoje) comendo-se tudo isto.

Muito antes do Homem se convencer da sua dimensão “mais que minúscula” face ao tamanho do planeta que hoje habita (mesmo face a muitas outras espécies que persistirão depois de nós, até pela sua quantidade e resistência aos extremos climáticos, sendo nós e agora os “novos dinossauros”) ─ a TERRA ─ tomando consciência de que mesmo que o Homem influencie a evolução da Vida à superfície da Terra e todo o seu Ecossistema Natural (e a sua transformação), considerando o real poder de cada um (o Homem e a Terra), o peso do Homem será sempre miserável quase que desprezível face ao contributo brutal das forças cósmicas da Terra e da Natureza.

Com a verdadeira força do Homem a não estar na sua capacidade de destruir um planeta, mas na sua capacidade de se autodestruir/de se extinguir a si próprio (por exemplo com todo o seu arsenal nuclear, ainda por utilizar) desaparecendo, mas mantendo-se no fim e apenas a Terra (com os animais e plantas sobreviventes, donde sairá a “nova versão, de espécie dominadora”).

E se os Eventos Apocalípticos se sucedem, para além de uma pequena contribuição humana para estes acontecimentos ocorrerem (geralmente diminuta), com a causa principal para tais desastres (em territórios no presente ocupados por humanos) a estar no facto de “a Terra estar bem Viva” (geologicamente) e sempre em movimento (ao contrário por exemplo do nosso vizinho exterior Marte), a nível da crosta terrestre com regiões agora afundando-se enquanto outros se erguem chegando (talvez de novo) à superfície ─ tornando natural, obviamente e como muitas outras vezes (antes) se terá passado, por evolução e não por intervenção do Homem, territórios antes acessíveis em zonas interditas.

Se existir algum culpado (sendo-o, no entanto, apenas para nós, julgando-nos mais uma vez o centro, até para as coisas más), só podendo ser o protagonista, a Terra.

(dados e imagem: Josh Edelson/AFP/Getty Images/livescience.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:55

São Coisas? É a Vida!

Segunda-feira, 02.08.21

O problema não está em quem detêm o poder (a Terra/a Natureza), mas em quem não o tendo (o Homem), em vez de partir decidiu-se por ficar e dizer mal de outros (de outros homens, que não o Homem) ─ como nunca faria, o “filho pródigo”.

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VISHWAKARMA

Deus Hindu

Arquiteto e Engenheiro Divino do Universo

 

Dezassete meses desde o início desta Pandemia, com a maioria dos habitantes deste planeta a serem obrigados a isolar-se, fechando-se obrigatoriamente em casa ─ e com a Natureza a reivindicar antigos espaços, atualmente ocupados pelo Homem, mas momentaneamente ao abandono  ─ vemos como mesmo com todo o tipo de impedimentos surgidos (como os deste Evento Biológico), entre eles o de acesso a zonas anteriormente restritas (por parte do Homem), o Homem vai à África do Sul e põe-se a matar ilegalmente mais rinocerontes ─ segundo muitos mostrando o seu poder, a sua superioridade sobre a Natureza ─ respondendo-lhe ao mesmo tempo a Terra, com mais uma vaga de calor na Gronelândia ─ pelos vistos um Evento de menor dimensão. Mas afinal quem tem razão a Natureza, o Homem ou já agora, o Coronavírus? Chifres de rinocerontes e degelo nos polos, tudo se passando no meso planeta e tendo as suas respetivas dimensões, interligando fenómenos num circuito fechado onde a ação de um terá sempre a reação do outro e desse modo completando e fechando o conjunto. Em princípio não existindo protagonistas, mas tendo-se de concordar no meio de muitos pontos pudendo existir um ponto, por caso e/ou necessidade sendo diferenciado dos outros: e entre o poder de um todo face à posição de uma das partes, não podendo ser os recursos materiais (Natureza transformada em matéria-prima) muito menos os recursos humanos (o Homem), a comandarem a estrutura, muito menos a Máquina (a Terra). E se o assassínio de animais (irracionais por racionais) pelos seus chifres é um ato incompreensível e vergonhoso de única responsabilidade Humana (a espécie dita dominante) ─ dos nossos especialistas, educadores, formadores, pensadores ─ já a vaga de calor na Gronelândia podendo até convidar um destes dias para uma ida à praia, se tendo a colaboração do Homem num possível e mínimo acelerar do processo (devendo-se sempre evitar tal, tentando sempre contrariar esse processo degenerativo ─ mas por vezes e por múltiplas razões, tornando-se inevitável), tendo a principal razão para tal Evento o poderoso trabalho evolutivo, transformando continuamente a Natureza e dando Vida à Terra (connosco como com outras espécies, adaptando-se e sabendo ser adotada). E não sendo como seria óbvio (e evidente) o Homem o protagonista de tal mudança, mas um daqueles que dela teria, o direito ao seu usufruto. Tendo até sido um Ente superior, através de um seu enviado, a entregar-nos este Paraíso: e utilizando-se este invólucro apenas nesta passagem.

(imagem: dreamstime.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:33

Hemisfério Norte de Seca, Chuva intensa e Tempo de Praia (até a latitudes elevadas)

Domingo, 01.08.21

“Com fogos, inundações, deslocamento de terras

e talvez ─ um destes dias ─ praia para os esquimós.”

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Fogos

EUA

 

Estando tudo ligado entre si ou o Universo não fosse um “Organismo Vivo” (consciente e organizado) ─ numa mistura de “caos e de ordem” e de diversas dimensões (muitas delas ainda desconhecidas) de eletromagnetismo (sendo a Alma desse Universo) ─ tudo o que se passe num determinado ponto do Espaço, envolvendo alterações de caraterísticas de regiões adjacentes, mais cedo ou mais tarde por diversos processos de propagação, poderá refletir num outro ponto ─ podendo ser o seu simétrico (na amostra) ─ condições semelhantes ou proporcionais (conforme o espaço e o tempo) do ponto do espaço inicialmente considerado, como origem (da ação, provocando uma reação e a sua manifestação).

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Inundações

Bélgica

 

Assim se compreendendo que, provocando a formação de uma onda num dos lados de um pequeno e pouco profundo lago, a mesma se deslocará até atingir (com maior ou menor intensidade) o outro lado do mesmo, facilmente se interiorizando e aceitando que estando-se presente num acontecimento maior (com causas naturais, artificiais ou mesmo mistas), mesmo que a nível do nosso planeta (a Terra) algo aconteça aqui, rápida e automaticamente poderá ter a sua resposta para acolá: como por exemplo uma região do nosso planeta estar sujeita a chuvas intensas (provocando mesmo no Verão, inundações e deslocamentos de terras) e outra, talvez em circunstâncias muito semelhantes (opor exemplo de latitudes) estar sujeita  a secas extremas (tal como se passa na Califórnia com os fogos, como poderia ser a mais altas latitudes, apresentando-se aí tempo, de Sol e praia).

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Bomba de Calor

Canadá

 

Existindo agora estes problemas a nível do comportamento da atmosfera, algo ao qual não estávamos habituados desde há muitos anos atrás (desde que nos conhecemos) ─ “antigamente o tempo não sendo assim” (como tudo, não podendo ser esse um motivo de estranheza, mas de evolução) ─ podendo-se apresentar sempre e no mínimo três soluções (internas), uma (1) não incluindo o Homem, a outra (2) “muito mais grandiosa” incluindo-o e até lhe dando protagonismo, subalternizando de uma forma ridícula a força da Natureza e finalmente uma terceira, (3) repartindo rigorosamente o papel de um (o Homem) e do outro (a Natureza). E se a versão (2) parece ser entre estas três a menos credível ─ regressando-se no presente a uma réplica da Teoria do Geocentrismo, substituindo apenas a Terra no centro e tendo adora o Homem como o “Centro do Mundo” ─ sendo a base das Alterações Climáticas, dos Degelos nos Polos, do Aquecimento Global, do Efeito de Estufa, do Buraco na camada de Ozono, etc. ─ grande e poderoso Homem, dominando a Natureza e nem sequer conseguindo “sair de casa” (lançar-se para o Espaço, tal como os Navegadores o fizeram então com os Oceanos) ─ já a versão (1) e (3) parecem ser as mais aceitáveis: certamente com a Natureza a ter a contribuição fundamental (para todas as alterações registadas, à superfície da Terra), tendo naturalmente uma pequena contribuição humana (afinal de contas nem 8 mil milhões somos), com a Terra num seu todo a evoluir e a transformar-se a nível geológico, com umas regiões afundando e com outras a emergirem (cada muitas delas de novo, mas numa fase ou ciclo diferente) ─ estando a Terra geologicamente viva e bem ativa e sendo o Mundo Mineral o marco inicial (a parte central, o Esqueleto) da Vida.

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Tufão

China

 

Todos aqueles querendo contribuir (como um quadrupedo com as palas) para a campanha (de caminho obrigatório e único) do Homem ser, “o protagonista do que se diz ser a destruição da Terra, quase que exclusivamente por exclusividade dele” ─ sendo o Homem apenas uma das partes e logo a mais fraca (um violento terramoto podendo destruir uma região, um impacto todo um planeta) ─ sabendo estarem apenas a manipular, a adiar vergonhosamente a solução (por vezes estando mesmo, dos dois lados), mais uma vez em vez de se resolver o problema, arrastando-se o mesmo e entretanto e mais uma vez (para isso servindo a Justiça) arranjando-se um “bode expiatório”. Afirmando perentoriamente quererem um Mundo 100% Descarbonizado, mal sabendo se tal acontecesse uma das consequências seria o Homem nem sequer existir (pelo menos tal como nos conhecemos).

(imagens: EPA-EFE/Vassilis Psomas/theconversation.com ─

The Telegraph/watchers.news ─ Getty Images/yahoo.com ─ CCTV/watchers.news)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:47

Pólen Solar

Terça-feira, 01.06.21

Olhando para esta imagem do SOL, rodeado por “densos círculos concêntricos”, proporcionando-nos um espetáculo bem colorido e muito semelhante a outros antes observados ─ tendo como protagonistas o Sol e pequenas gotículas de água existindo nas nuvens

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Coroa de pólen solar

(Alemanha, 30 maio 2021)

 

Destacando-se, no entanto, uma particularidade podendo distingui-los dos restantes, o de para além da sua maior densidade apresentarem uma tonalidade mais intensa:

Dentro das minhas limitadas observações sendo mais semelhante à imagem do céu lá estando presente o Sol, sendo observado mais para o fim da tarde de um limpo e disponível céu de Verão, aqui sendo intensamente “filtrado” por ocupação de nuvens densas e escuras resultando de fortes e prolongados incêndios, “incendiando o Sol” e colocando todo o céu a arder, em tons-de-fogo, de vermelho.

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Pólen de Pinus ponderosa

(espécie de Pinheiro)

 

Como se fosse um foco intenso de uma lanterna-misteriosa, penetrando, tentando ultrapassar o intenso nevoeiro.

E se no 1º caso tínhamos o Sol e as nuvens com gotas de água, no 2º caso o mesmo Sol e o resultado de incêndios originando nuvens de cinzas espessas e escuras, já no 3º caso e envolvendo de novo o Sol (e os seus intensos e luminosos raios solares, fazendo sobressair determinados elementos por reflexão),

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Pinheiro

(originário do Novo Mundo)

 

Tendo agora presente um elemento só presente em determinadas alturas do ano e nos diferentes Hemisférios, introduzindo-se no ar, passando a integrar a atmosfera, as nuvens aí se movimentando e pela sua presença, dando origem a este intenso e belo fenómeno visual:

Encontrando-se mais uma vez a explicação para este efeito ótico (não lá longe no Sol, mas aqui mesmo na Terra) sendo o mesmo provocado num processo reprodutivo (Sexual) pela presença de PÓLEN (neste caso de pinheiro) no ar ─ brilhante, fazendo o papel de espermatozoide e com o Sol a dar-lhe o decisivo impulso.

(fonte: spaceweather.com ─ imagens: Heiko Ulbricht/spaceweathergallery.com ─

Rocky Mountain National Park/nps.gov ─ wikipedia.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:24

O Nosso Futuro (Ainda Distante) Poderá Estar Num Gigante-Gasoso

Sábado, 22.05.21

Porque não considerar a possibilidade de sendo os planetas rochosos os mais propícios para a nossa futura ocupação (colonização) ─ com o Homem habitando neste momento o 3º planeta do Sistema (Solar), mais próximo da sua estrela de referência (o SOL)

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Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno

Os 4 planetas Gigantes-Gasosos (de um total de 8) integrando o Sistema Solar

(e dos 4 restantes, com 3 já estando queimados ─ Mercúrio,

Vénus e Marte ─ e 1 ainda a ser consumido ─ a Terra)

 

Depois de “queimados Mercúrio, Vénus e Marte e com a Terra ainda ativa”, se poderão seguir outros planetas ainda “não utilizados” como os “Planetas Gasosos” (ou Planetas Gigantes, se comparados com o nosso):

Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno, compostos maioritariamente por gases (hidrogénio, hélio e metano).

E tendendo estes planetas a encolher dada a perda progressiva da sua atmosfera, podendo-se prever que num futuro ainda bem distante e perdida a sua componente (maioritária) gasosa (mas não completamente), este se possa apresentar então como um planeta rochoso, rico em dois elementos metálicos como o ferro e o níquel.

Daí podendo surgir um potencial Mundo para nos acolher, com dimensões mais próximas das da Terra e um ambiente algo semelhante:

Algo que já poderá ter sucedido antes, nestes biliões de anos de evolução do nosso Sistema (Planetário) ─ já ultrapassados os seus 4,5 biliões de anos de idade ─ talvez com Mercúrio, Vénus ou Marte (ou um outro planeta podendo ter estado localizado onde agora observamos a Cintura de Asteroides) e com as suas respetivas Civilizações, podendo ter como último recurso (de se salvarem da extinção) migrado.

Daí podermos estar a habitar uma TERRA não sendo a TERRA 1, mas a 2,3 ou 4 e com os Saltos Civilizacionais a poderem ocorrer no mesmo local (interno) ou noutro local (externo) desde que próximo e acessível:

Podendo ser o Homem na sua cronologia de existência e invariavelmente (sendo um animal de base nómada, sendo um ser vivo sempre em movimento), “Um Estranho Numa Terra Estranha”.

Um dia podendo-se estar em Júpiter (ou Saturno) e antes de se dar mais um Salto ─ então podendo ser interestelar ─ apanhando um pouco dos raios do Sol nessa época sendo o Ex Gigante o local ideal (há muito impossibilitado de o fazer, no último planeta habitado a Terra).

(imagem: NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:37

Terrestres, Marcianos ou Solares

Quarta-feira, 05.05.21

Integrando um espaço e um tempo mais amplo do que aquele de que temos alguma noção ─ o Universo, dito Infinito ─ e partilhando um conjunto mais ou menos extenso, mas denotando em extensão e compreensão características comuns ─ o limitado Sistema Solar, ele próprio um subconjunto de um outro mais vasto, a Via Láctea (e assim sucessivamente, do infinitamente pequeno ao infinitamente grande)

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Marte num passado remoto

(integrando um Sistema Planetário com 4,7 biliões de anos)

 

A Terra e toda a sua História (Geológica, Biológica) terão que ter forçosamente algo de comum com todos os seus parceiros planetários (planetas, cometas, asteroides, etc.), podendo mesmo a Vida ter migrado entre vários Mundos (próximos e em diferentes fases da sua formação) até chegar ao ponto onde hoje se encontra:

Nos seus estimados 4,7 biliões de anos decorridos desde a sua formação (centrado numa estrela da classe espetral G2V, o Sol) e no meio de múltiplos impactos entre diferentes corpos e material movimentando-se no Espaço e definindo progressivamente a disposição da sua futura estrutura (básica e planetária),

Depois da estabilização de certos Mundos podendo-se ter então aberto a porta a outro tipo de evolução (não apenas geológica, preparando o terreno) não tanto a nível de um Mundo Mineral (já preparado para receber algo mais) mas de um outro e como sua consequência (natural sequência) ─ montado e preparado o seu ecossistema ─ o Mundo Orgânico, Biológico, a Vida.

Conjugando o que nos caracteriza e distingue (apesar de ainda não a compreendermos, situarmos) a nossa Alma, com a Matéria e o seu correspondente (espiritual) o Eletromagnetismo.

Num passado já muito longínquo com a Vida a poder ter aparecido numa “Terra agora Estranha” e perdida, entretanto no tempo (e noutra projeção/disposição deste mesmo espaço),

Atravessando Civilizações, ultrapassando Saltos Civilizacionais, podendo-se ter quase extinguido ou não, mas regressando sempre e sendo resiliente subsistindo e replicando-se de novo, sempre sob o mesmo molde (apenas adaptado):

Ainda com a Terra num estado mais atrasado da sua formação debatendo-se com impactos de cometas e de asteroides ─ quase como que com sucessivas vagas de espermatozoides, tentando fecundar a Terra ─ podendo o Homem já existir noutros Mundos migrando periodicamente e conforme as suas necessidades.

E sendo originário de algum lado podendo ser daqui ou doutro lado, bastando ter-se movimentado (sendo o Homem de base um nómada):

Talvez se tendo sido marciano, no presente terrestre e num futuro próximo regressando e sendo terrestre/marciano ou simplesmente um solar,

Vendo-se aqui Marte tal como poderia ter sido no (seu) passado (remoto), sonhando-se reconstruí-lo (de novo, pelo menos Elon Musk e os seus amigos empresários)

(imagem: Kevin Gill/universetoday.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:04