Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

06
Mar 21

“Apophis is 1,120 feet (340-meter-wide) wide

and made of rock, iron and nickel.

It is probably shaped roughly like a peanut,

though astronomers will have a better idea of its form

when it passes by Earth this week.”

(Stephanie Pappas/livescience.com)

 

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Apophis

Em 2029 passando perto da Terra

a uma distância semelhante à de muitos satélites

com órbitas mais elevadas

(superiores ou iguais a 35.780Km)

 

Neste sábado dia 6 de março pelas 01:15 TMG (de 2021) com o asteroide 99942 APOPHIS (de 340/370 metros de dimensão) a passar (hoje há pouco mais de duas horas) ─ como o faz periodicamente cumprindo a sua órbita à volta do Sol (em  323/324 dias) ─ no seu ponto de maior aproximação à Terra (este ano quase 17 milhões de Km), um objeto circulando nas proximidades da Terra (mais perto ou mais afastado dela), todos os anos (no cumprimento da sua trajetória) orbitando o Sol e tendo uma percentagem mesmo que muito remota de um certo dia num futuro próximo (a curto-prazo) poder passar num “voo rasante” muito perto de nós (o que já seria mau), podendo até ser uma tangente ou num evento extremo uma secante (aqui originando um Evento Apocalítico).

 

"We know Apophis is in a very complicated spin state,

it's sort of spinning

and tumbling at the same time."

(Richard Binzel/MIT/livescience.com)

 

Um evento previsto para 2029 (com Apophis a passar a cerca de 40.000Km da Terra), falado para 2036 (de novo nada devendo acontecer) e posteriormente marcado  para  2068 (com o estudo da possibilidade de impacto a poder ser melhor definida, com esta recente passagem em 2021), ainda com algumas perspetivas projetadas, através de cálculos matemáticos atualizados (agora e noutras passagens), de cenários dentro de menos de um século podendo ser considerados como potencialmente perigosos (ultrapassando o de 2029) ─ para a Terra, seu Ecossistema e para o Homem.

 

Lembremo-nos dos Dinossauros agora extintos, talvez por um asteroide.

 

(imagem: Stephane Masclaux/Shutterstock/livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 03:17

12
Fev 21

It’s exciting to think that a warm-Neptune class exoplanet

could be orbiting a Sun-like star

in our nearest neighbouring star system.

One of the Breakthrough Initiatives goals

is to send lightsail spacecraft

to the Alpha Centauri system

and give us a closer look.

(Evan Gough/ universetoday.com711.02.2021)

 

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Exoplaneta Terra 2

Um planeta como a Terra

podendo existir na zona habitável

do par de estrelas de Alpha Centauri A

 

Tal como qualquer país periférico, longe de tudo neste Universo ─ tal como Portugal com a Europa e o Sistema Solar com outro sistema estelar ─ dado o nosso tempo estimado de vida (muito curto) e a utilização em viagem de fontes de energia convencionais (extremamente limitadas) ─ pensava-se que face à distância existente entre estrelas conhecidas (e respetivos sistemas planetários) o contacto presencial (entre as mesmas) seria impraticável.

 

Hoje e apesar da novidade com o cenário a apresentar-se inalterável, não significando que num futuro e talvez como o ocorrido (possivelmente) com os nossos visitantes do passado ─ os “deuses astronautas” ─ uma viagem dessas se possa concretizar recorrendo a tecnologias revolucionárias ainda não apresentadas (certamente apoiando-se no eletromagnetismo, a Alma da Matéria). Desde que a distância (mesmo que hibernemos) não seja exagerada.

 

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Exoplaneta Terra 2

Um pôr-do-Sol possível

à superfície de um planeta

parecido com o nosso

 

Com um grupo de cientistas usando uma nova técnica de observação (de deteção), p/ além de descobrirem estrelas e planetas-gigantes, conseguindo detetar estrelas e o seu respetivo sistema (planetário) incluindo outros planetas de menores dimensões (como Neptuno 4X maior que a Terra). Um deles podendo residir em Alpha Centauri (sistema de 3 estrelas mais próximo do Sistema Solar) ─ numa zona habitável desse sistema: a 4,37 anos-luz do Sol.

 

[Possuindo-se um veículo viajando à velocidade da luz demorando-se mais de 4 anos a lá chegar, pelo que uma civilização Arturiana (integrando o sistema de Alpha Centauri) para viajar teria de usufruir e conjugar algo de inovador e complementar: como se em vez de utilizarmos uma canalização de água para concretizarmos uma comunicação ─ viajando/lenta ─ em sua substituição utilizássemos uma canalização elétrica ─ saltando/instantânea. Com as suas múltiplas vias e derivações, umas continuando ativas outras (entretanto abandonadas) não.]

 

The Alpha Centaurians were aliens from a planet where life had evolved on land before it migrated seawards. When their planet began losing its water due to vapor dissipating into space, they built a fleet of ships to steal water from other planets. They came to Earth to find water as well.” (marvel.fandom.com)

 

(imagens: universetoday.com ─ ESO/L. Calçada/ universetoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:05

31
Jan 21

About 70,000 years ago,

when the human species was already on Earth,

a small reddish star approached our solar system

and gravitationally disturbed comets and asteroids.

(Enrique Sacristán/agenciasinc.es)

 

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O Homem

 

Em mais um dos muitos episódios (iniciados há 4,5 biliões de anos com a formação do nosso planeta) tendo como tema central “a História da Terra e a Evolução do Homem”, a possibilidade de há cerca de 70.000 anos a passagem de uma estrela errante nas proximidades (a menos de um ano-luz de distância) do Sistema Solar ─ Sistema Planetário onde a Terra se integra ─ tenha provocado algumas anomalias e disrupções no funcionamento no mesmo: originando uma chuva de cometas e asteroides (passando perto dos limites exteriores da Nuvem de Oort) e atingindo a Terra quase ao nível da extinção, entre outros do Homem de então.

 

Screenshot_2021-01-31 Discourses on an Alien Sky #

A Deusa-Mãe

 

Estrela pretensamente oriunda da direção da constelação Gémeos e catalogada como extrassolar, tal como o recente visitante (esse entrando no nosso Sistema) Oumuamua (um objeto interestelar oriundo da direção da constelação de Lira).

 

Encaminhando-nos para uma nova história (reinventada todos os anos) ─ mesmo que não de imediato definida tendo um mesmo protagonista (alterado/replicado) ─ readaptando memórias de outros tempos (figuras, espaços) e dando-lhe conteúdo (contexto/estrutura): como o Planeta X, como uma estrela nómada ou como outro objeto qualquer, físico ou (levando-nos a Tesla) eletromagnético.

 

Screenshot_2021-01-30 Discourses on an Alien Sky #

A Configuração Polar

 

No meio da História do Homem, pondo de lado outra presença (alienígena) e desejando-nos como os escolhidos (a única espécie conhecida inteligente e organizada), observando obrigatoriamente mais além (o céu, o espaço) na procura de sinais e respostas: e inserindo-se o Homem e a sua civilização na história da evolução de um objeto (a Terra) já com vários biliões de anos, podendo-se igualmente supor uma História feita aos Saltos (sobrepostos por camadas) introduzindo-nos em ciclos.

 

(consulta: The Thunderbolts Project/thunderbolts.info

─ imagens: José A. Peñas/SINC/agenciasinc.es e rumble.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:41

08
Mai 20

Com as Tempestades de Areia sendo fenómenos atmosféricos  suscetíveis de ocorrerem em vários objetos rochosos circulando no interior do nosso sistema planetário (Sistema Solar), acontecimentos como os ocorridos em Marte com o planeta a ser quase que completamente envolvido por uma espessa e impenetrável camada de poeiras (em maior, igual ou menor extensão), poderão igualmente suceder noutros objetos semelhantes e até próximos, como o será o caso do planeta Terra.

 

Olhando para o planeta Marte (um corpo à nossa medida, tão perto ele está de nós) muitas vezes com o único objetivo de ao olharmos para o mesmo (e como se fosse um espelho) podermos estar a recolher provas (sinais, vestígios) de que alguma vez na sua história poder lá ter existido Vida (podendo o aspeto do Planeta Vermelho ser uma consequência do passado e um retrato do nosso futuro),

 

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Fig. 1

Deserto do Sahara

Tempestade de Areia

Julho 2018

 

Em 31 de julho de 2018 e observada a partir da Estação Espacial Internacional (ISS), com uma grande Tempestade de Areia (fig. 1) a atravessar todo o deserto do Sahara (o maior deserto da Terra) ─ fazendo-nos lembrar a última grande Tempestade Marciana (como aquela que pôs definitivamente KO o Rover Opportunity), aí cobrindo quase todo o planeta.

 

Por vezes no meio da nossa neblina mental (provocada por um quotidiano monótono e extremamente tóxico) orientada numa única direção e como se nada as interligasse (fazendo tudo parte de algo mais), desprezando todas as restantes opções (direções), não reparamos não ser necessário olhar para os outros nem neles tentar encontrar uma nossa possível projeção, para de uma forma ou de outra mas de acordo com a maioria encontrarmos a nossa alternativa (opção de Vida):

 

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Fig. 2

Niamey, Níger

Tempestade de Areia

Maio de 2020

 

Em 6 de maio de 2020 com uma Tempestade de Areia oriunda do deserto do Sahara e com centenas de metros de altura ─ “Cool, Weird & Scary” (rt.com)  ─ a envolver com um tom vermelho/alaranjado a capital do Níger (Niamey): com uma impressionante muralha maciça de areias (e de poeiras) avançando sobre a capital e ameaçando todos os seus residentes.

 

Bastando olharmo-nos de cima-a-baixo (tanto o Homem como a Terra) para sem recorrermos ao espelho (seja-o literalmente ou noutra projeção Marte) ─ e já que temos a patente exclusiva do Centro ─ compreendermos definitivamente que o que ali e acolá se passa é apenas mais um dos muitos produtos da mesma linha de montagem, sendo neste caso a Terra e Marte réplicas derivadas (diferenciadas e complementares) de um mesmo molde.

 

Pouco importando o Espaço/Tempo e integrando um mesmo conjunto (o Sistema Solar) tudo o que se passasse em Terra se passasse igualmente em Marte (e vice-versa):

 

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Fig. 3

Niamey, Níger

Tempestade de Areia

Maio de 2020

 

Tempestade de Areia (em Niamey/Níger) engolindo todos os edifícios aparecendo no seu caminho ─ e como que transformando o dia em noite ─ aparentemente não causando danos materiais nem vítimas humanas, mas podendo transportar consigo partículas/agentes infeciosos (como a bactéria da meningite) dando origem a outros surtos (perigosos) epidémicos.

 

Tal como acontece com as Tempestades de Areia ocorrendo num planeta aparentemente do passado e (para já) declarado oficialmente morto, ocorrendo igualmente num planeta ainda considerado do futuro pois comprovativamente (mesmo visto à distância, com todas as suas texturas e os seus coloridos) possuindo Vida.

 

E existindo Tempestades de Areia em Marte ─ por vezes envolvendo quase todo o planeta ─ existindo as mesmas na Terra ─ para já muito menos intensas.

 

(texto: apoiado em artigos rt.com ─ imagens: 1/Ricky Arnold/Twitter

e 2/3/Francesco Strazzari/Twitter em RT)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:25

07
Mai 20

“Newfound black hole is the closest one to Earth we've ever found.”

(Hanneke Weitering/space.com)

 

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Constelação Telescópio

onde se situa o buraco negro HR 6819

 

Com o Universo que nos rodeia e onde pelo menos nós vivemos a poder ser facilmente e para sua melhor compreensão equiparado a um Organismo Vivo, pensando seja em seres de base biológica, de base mecânica ou até biomecânica, podendo-se associar esses elementos formando entre si os mais variados conjuntos, posteriormente sendo agrupados e constituindo um Sistema, daí obtendo alguns dos seus momentos, sua compreensão (mecanismos e objetivos) e concretização, e por simples projeção de imagem (adaptando-a à nossa realidade), visualização: assim, tal como integrando o nosso corpo (biológico) falamos de diversos sistemas como o sistema circulatório, tal como integrando um sistema mecânico falamos de um sistema de circulação e de canalizações integrando um sistema de fornecimento/escoamento de águas, também poderemos usar tal raciocínio a um nível mais vasto e mais abrangente (do infinitamente pequeno ao infinitamente grande),

 

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Orbita dos três objetos do sistema triplo HR 6819

constituído por duas estrelas orbitando um buraco negro

 

Aplicando-o a tudo o que vemos à nossa volta (e que define e estrutura o nosso Mundo) incluindo o Sistema Solar e a nossa galáxia a Via Láctea ─ e já que falando em canalizações reclamando-as (para o Espaço) e introduzindo-as no nosso sistema (talvez aí podendo alterar o Tempo, por interseção momentânea abrindo-o e mesmo que coincidindo, interligando-o a outros Espaços). Criando um ponto de comunicação entre geometrias complementares, existindo alimentando-se (ou seja, comunicando) uma da outra: num processo certamente semelhante àquele que connosco acontece, vendo a morte (não como algo necessário, de ter um início e um fim) não como um limite, mas como a passagem de uma para outra fase (tendo de forçosamente  de existir algo “nada se cria, nada se perde, tudo se transforma ─ que ligue Eletromagnetismo com Alma).

 

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Vista simulada de um buraco negro

localizado na Grande Nuvem de Magalhães

 

E enquanto centrado no único Mundo que conhecemos (a Terra)  ─ tal é o tempo que lhe dedicamos e o espaço disponível do qual usufruímos, limitado por todos os lados e por reduzidíssimo (tendendo para zero) sendo nenhum (tempo é dinheiro, espaço matéria-prima) ─ mesmo assim, com muitos de nós “não passando de um estranho numa terra estranha”, obcecados pelo nossa visão centralizada (geocentrismo, heliocentrismo, antropocentrismo) ao longo da nossa evolução sendo deslocada (dado o movimento de tudo o que nos rodeia), em vez de como os antigos Navegadores empreendermos a nossa Aventura e Exploração iniciando aos poucos, por etapas, em reconhecimento e por conquista, a nossa inevitável Viagem ─ alcançando o nosso primeiro entreposto, desenvolvendo-o, instalando-nos e daí partindo de novo

 

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Sistema binário constituído por duas estrelas anãs-brancas

orbitando-se e provavelmente acabando por se fundir

 

Depois de há meio século pisarmos o primeiro Mundo Alienígena (a Lua) abandonando inexplicavelmente o nosso percurso evolutivo e de sobrevivência, virando-nos sendo pequenos mas achando-nos grandes para grandes empreendimentos (como a ida a Marte), esquecendo-nos que ligados ainda umbilicalmente a este planeta jamais o abandonaremos enquanto dele conseguirmos obter (mesmo que aparentemente) qualquer coisa: tal como com a Terra não nos interessando em compreende-la (conhece-la profundamente), nem mesmo os seus semelhantes mais próximos (sabendo-se a nossa disponibilidade ser curta), julgando-nos grandes nem olhando à nossa volta (dentro dos limites do nosso Sistema Solar) e passando a olhar para o infinito para destinos inatingíveis e a milhares de anos-luz: e em vez da Lua escolhendo como nosso objetivo prioritário, sistemas bem distantes e até tendo por próximo planetas e um buraco negro.

 

(imagens: ESO/Digitized Sky Survey 2/Davide De Martin - L. Calçada/ESO - Alain R./Wikimedia Commons - NASA/Tod Strohmayer/GSFC e Dana Berry/Chandra X-Ray Observatory)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:16

01
Mai 20

[NEAR EARTH ASTEROIDS (NEA)]

 

Não sendo daí e pelo menos para já, que virá o Fim-do-Mundo.

 

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Cometa C/2020 F8 SWAN

(a 27 abril 2020 tal como visto da Namíbia)

Na sua maior aproximação à Terra prevista para 12 de maio

passando a cerca de 84.000.000Km de distância

 

Nesta primeira quinzena de maio com nada menos nada mais que 26 asteroides em aproximação ao Sol no cumprimento das suas órbitas, assim como (pelo menos) dois cometas, ATLAS e SWAN ─ isto para não falar ainda de outros objetos em aproximação ao Sol (e como tal à Terra), só sendo detetados pouco antes, na altura ou mesmo depois da sua passagem (muitos deles passando perto do nosso planeta, até podendo impactá-lo) ─ verificando-se que muitos desses asteroides no cumprimento do seu periélio irão passar longe de nós, variando a sua aproximação entre uma distância de 800.000Km e de 7.000.000Km:

 

Passando por perto os asteroides 2020 HL6 (6 de maio, com d=9 metros) e 2020 HC6 (9 de maio com d=36 metros) e já mais afastados os asteroides 2020 DM4 (hoje, 1 de maio com d=158 metros) e 2020 GE3 (4 de maio com d=22 metros).

 

E com os asteroides de maiores dimensões a passarem nesta quinzena por perto (da Terra) a serem 438908 (3.400.000Km a 7 de maio com 282 metros) e 388945 (2.800.000Km a 10 de maio com 295 metros): em princípio nada que nos vá tirar o sono, passando estes bem longe da Terra sem perigo de grande aproximação ou de impacto ─ esses eventos (entre eles tangentes/secantes) podendo surgir ou inesperadamente (um pequeno objeto não anteriormente detetado), ou oriundos do outro lado do Sol (inicialmente encobertos/escondidos trás da nossa estrela) e sem o esperarmos, surpreendendo-nos.

 

E só hoje 1º de Maio sendo contemplados com 5 desses objetos.

 

(imagem: Gerald Rhemann/spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:30

18
Abr 20

Por sinalização da NASA (talvez, porque não, o Homem sujeita-se a tudo) uma ilustração do planeta extrassolar KEPLER-1649c ─ orbitando uma estrela ANÃ-VERMELHA (Kepler-1649) ─ num futuro ainda por determinar podendo ser o planeta sucessor da TERRA.

 

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Kepler Planet 1649c Surface

(PIA23690)

 

Estando localizado a 300 anos-luz da Terra e sendo um dos planetas conhecidos mais parecidos com ela: rochoso, de dimensões muito semelhantes e (como se diz agora) movimentando-se em volta da sua estrela de referência na “Zona Habitável” do Sistema.

 

Eventualmente com o planeta KEPLER-1649c e o planeta TERRA a apresentarem temperaturas muito semelhantes, mas com o planeta extrassolar a receber apenas (comparando Kepler-1649 com o Sol) 1/4 da luz recebida pelo nosso planeta: não se conhecendo as consequências disso, nem a constituição da sua atmosfera.

 

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Comparing the Size of Exoplanet Kepler-1649c and Earth

(PIA23774)

 

Como se conclui e apesar da sua “residência” se encontrar na atrás referida “zona habitável”, conhecendo-se o tipo de “funcionamento” destas estrelas anãs-vermelhas muito propícias e frequentes em atividades como o do “lançamento” de Chamas Solares intensas e direcionadas ─ podendo destruir tudo à sua passagem desde Atmosfera, Água e até Vida ─ sendo a sinalização mais do que apontar um destino, um meio de evitar outros semelhantes (analisando-se todos os prós e contras).

 

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Kepler Planet 1649c

(PIA23689)

 

E regressando-se de novo à Terra: no caso de dúvida optando-se antes por uma estrela anã-amarela, similar à nossa estrela de referência, já muito bem conhecida  (e centro de um Sistema Planetário) e com Vida.

 

Não chegando, pois, para nos convencer nem a “zona habitável” nem o “tamanho parecido” (Kepler-1649 = 1,06X Terra)  para além dos 300 anos-luz de distância ─ apesar de que a visão de um mundo como aquele aqui apresentado (pena ser apenas uma ilustração, mas ainda teremos um dia a capacidade de transformar a imaginação em realidade) por vezes tem atirado o Homem (noutras oportunidades, por acaso por necessidade) para muitas loucuras: como a de descobrir (tal como os Navegadores) “Outros Mundos”.

 

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Nebulosa California localizada a 1000 anos-luz de distância

(PIA23650)

 

[Já agora e na senda da Aventura dos Descobrimentos ─ com os navegadores a bordo de frágeis caravelas arriscando a sua vida (e muitas das vezes a dos seus) na conquista e na exploração de outras terras e aquisição dos mais variados e enriquecedores conhecimentos ─ a necessidade, tal como se de uma dúvida se tratasse, de esclarecer algo: se quisermos alguma vez na nossa história (da Humanidade)  expandir-nos para além dos nossos limites físicos ─ para já e numa 1ª fase as fronteiras do Sistema solar, tal como o já fizeram duas criações nossas as duas sondas “VOYAGER” (do Sol e falando de distâncias, com Marte a 1.5UA, Júpiter a 5.2UA, Cinturão de Kuiper podendo estender-se ás 100UA e a Nuvem de Oort esse “deserto” parecendo intransponível, atingir as 100.000UA)

 

Sonda

Juno

V = 74 Km/s

Sonda

(à velocidade da luz)

V = 300.000 Km/s

1

UA

D = 150.000.000 km

1

Ano-Luz

D = 63,24 UA

(UA: Unidade Astronómica V: Velocidade D: Distância)

 

E colocados desde já perante uma missão se não impossível pelo menos hercúlea (heroica até pela distância, pela tecnologia atual, pelo tempo necessário e pelo nosso limite temporal de vida), tendo de a passo e passo mesmo sendo estes inicialmente pequenos, não de olhar para sistemas como os de KEPLER-1649 (300 anos-luz de distância para nós uma enormidade ─ já agora a nebulosa Califórnia a 1000 anos-luz), mas para a construção de postos intermédios (na Lua, em Marte) para a partir de voos Interplanetários desvendarmos todos os mistérios do nosso Sistema (das luas de Júpiter e de Saturno até ao Cinturão de Kuiper) e então utilizando estações avançadas, nos lançarmos (numa 2ª fase) para a travessia da Nuvem de Oort a caminho da fronteira solar e atravessando-a, assumindo as Viagens Intergalácticas e mergulhando profundamente no Universo (uns 500 anos até lá?). Estendendo a nossa área de influência e protegendo a nossa área de conforto.]

 

(imagens e legendas: photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:45

16
Abr 20

Um enorme asteroide de cerca de 2,5Km de diâmetro e já depois de ter ultrapassado o seu periélio (ponto da sua trajetória mais próxima do Sol), aproximando-se da Terra e atingindo o seu ponto de maior aproximação ao planeta, a 29 de abril (daqui a pouco menos de 15 dias).

 

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Quando no Sistema Solar (integrando um grupo ainda mais vasto, a galáxia Via Láctea) tendo como estrela de referência o Sol e por protagonista um dos oito planetas que o integram (no nosso caso como parte interessada a Terra, habitada e dominada pelo Homem) pouca coisa perto de nós e considerado de relevante acontece (a maior parte de nós só tendo acesso e conhecendo utilizando o nosso órgão da visão, a Lua e as estrelas brilhando no céu noturno), torna-se particularmente interessante isolados como estamos nesta redoma protetora mas notoriamente limitada (impondo-nos grandes dificuldades, para nos deslocarmos para além dela), que certos objetos viajantes circulando no interior deste Sistema Planetário por vezes se aproximem de nós, de modo a assim podermos observa-los mesmo utilizando instrumentos de visualização básicos (ou especializados) a partir da superfície terrestre, permitindo-nos minimamente usufruir e aprender (apesar do obstáculo que representa por vezes a atmosfera), algo mais a partir deles: falando-se naturalmente dos Cometas e dos Asteroides.

 

Aqui debruçando-nos sobre um desse objetos-viajantes (algo diferentes entre eles), aqui sendo um corpo rochoso (geralmente metálico), orbitando maioritariamente entre Marte (228,0 milhões) e Júpiter (778,5 milhões) e com uma excentricidade orbital elevada (numa escala de 0 a 1 de 0,57) ─ devido ao seu elevado/distante afélio: sendo um NEO (um objeto passando nas proximidades da Terra) e simultaneamente um PHA (objeto potencialmente perigoso com mais de 100 metros e a menos de 7.500.000Km da Terra) designado como 52768 ou 1998 OR2 e sendo conhecido como “one of the brightest and therefore largest potentially hazardous asteroids known to exist.(wikipedia.org)

 

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Observado pela 1ª vez há quase 33 anos (30 de junho de 1987) ─ cumprindo cada uma das suas trajetórias em 3,68 anos (sendo a sua estrela de referência o Sol) ─ e pela última vez sendo observado a 14 de abril de 2020 (com as características da sua órbita a ser definida no dia seguinte, a 15 de abril) sendo-lhe atribuído o código 0 (com órbita bem definida e sem perigo de impacto com a Terra). Dentro de dias − a 29 de abril de 2020 ─ com este asteroide com cerca de 2,5Km de diâmetro (2.457 metros) a passar a pouco mais de 6.000.000Km da Terra (6.304.176Km) e a uma velocidade de 8,7Km/s, tendo tingindo o seu periélio a 13 de abril de 2020 a uma distância de pouco mais de 150.000.000Km (151.991.437Km), muito mais perto da Terra de que do Sol (24X).

 

Tendo já ultrapassado o seu periélio (abril, 13) mesmo antes de ser observado (abril, 14) e posteriormente definido (abril, 15), para a partir de 13 de abril (o tal periélio) se começar a afastar do Sol ao mesmo tempo que se irá aproximando da Terra, até que a 29 de abril tendo alcançado o ponto mais próximo do nosso planeta – os tais 6.000.000Km tornando-o um NEO/PHA – se começar finamente a afastar de ambos (Sol e Terra) para mais uma volta de mais de 3 anos (1.344 dias).

 

Apesar do asteroide ir passar sem qualquer tipo de problemas para a Terra (segundo os especialistas no seu ponto de maior aproximação ao planeta, apresentando mesmo como garantia de segurança, um erro inferior a ±75 km), orbitando no entanto o Sol a distâncias (muito maiores) entre 150.000.000Km e 510.000.000Km, tornando-se um pouco estranho como este asteroide mesmo tendo já ultrapassado o seu periélio e agora indo na direção da Terra, não suscita nenhum tipo de preocupação entre outros para a NASA.

 

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Talvez por já ter passado a 2.310.000Km da Terra (o mínimo) sem qualquer tipo de problemas (pelo menos relevantes) e estando mesmo previsto que dentro de 59 anos baterá esse recorde, passando a apenas 1.770.000Km − e a Lua a ainda menos, uns 1.380.000Km. À primeira vista e para um leigo e salvaguardando as distâncias, com esta asteroide a dever receber (para nossa felicidade e atribuído por nós, os terrestres) um prémio de “Má Pontaria”.

 

Mas apesar de tudo estando-se perante um caso exemplar – passando o seu periélio a uma grande distância e pouco sendo afetado pelo Sol − daqueles (casos) logo à primeira e não se conhecendo todos os detalhes, um pouco difíceis de acreditar. Mas aqui e neste caso, sendo todos nós crentes ferrenhos (nem que seja nos cálculos da NASA ou então num erro nosso ─ vou rever, pela hora tardia, arriscando a adormecer) acreditando logo sem sequer pensar.

 

E se um dia bater em algo e por acaso se desviar? Então com o “desvio”, 6.000.000Km, 2.310.000Km, 1.770.000Km ou 1.380.000Km poderão nada representar, “penteando-nos mais ou menos o cabelo” passando-nos uma tangente ou até uma secante.

 

(imagens: WEB − universetoday.com ─ virtualtelescope.eu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:46

05
Abr 20

“Nyberg flew to the space station again as a flight engineer for Expedition 36/37 on May 28, 2013. Nyberg and her crewmates spent 166 days in orbit, participating in hundreds of research experiments in the areas of physical science, technology, education, medicine and more. She also generated interest around the world by posting on social media including how to wash your hair in space, quilting in space, and being a mom while in space. She completed that mission and landed on Nov. 10, 2013.” (Megan Sumner/Johnson Space Center, Houston)

 

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Karen Nyberg

Expedição 36/37 a bordo da ISS

(maio a novembro de 2013)

 

Recuando à Crise Económica de 2008 atingindo Portugal no final do mandato do 1º Ministro José Sócrates (2005/2011) e posteriormente mergulhando o país numa das maiores crises económicas desde o 25 de abril de 1974 já com o 1º Ministro Passos Coelho (2011/15) no poder, fazendo a muitos recordar a crise económica de 1929 (no tempo da ditadura nacional 1928/33 e antecedendo a implantação do Estado Novo 1933/74) mais conhecida como a “Grande Depressão”, aproveitando a recente aposentação da astronauta da NASA a norte-americana Karen Nyberg (50 anos de idade) para neste novo momento em que se vive uma das maiores Crises Planetárias não Económica mas Sanitária provocada por um “Agente Biológico Infiltrado e Invisível” o vírus mortal Covid-19, observar como era a Terra vista do Espaço por essa altura (2013) a partir da Estação Espacial Internacional (ISS) quando cá por baixo Portugal estava mergulhado num dos maiores períodos de miséria desde há quase quatro décadas.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:02

23
Mar 20

Com o Espaço bem no Escuro e todo Limpo

 

Imagem da Terra obtida a partir da ISS (Estação Espacial Internacional) este domingo (22 de março), quando a mesma orbitava o planeta (uma órbita em pouco mais de 90 minutos) a cerca de 420Km de distância e a uma velocidade de 27.600Km/h (quase 8Km/s).

 

Screenshot_2020-03-22 Live_ISS_Stream.png

 

E sem Objetos Voadores desconhecidos visíveis

 

Sobrevoando o sudeste do litoral dos EUA (oriunda do Oceano Pacífico) em direção ao oceano Atlântico e atravessando a parte da Terra não iluminada pelo Sol (sendo noite), a Europa e o Golfo de Áden em direção à parte iluminada pelo Sol (sendo dia), aos mares do sul da Austrália.

 

Screenshot_2020-03-23 Live_ISS_Stream.jpg

 

Após uma Órbita diurna/noturna completa da ISS

 

Aproximadamente 1,5 horas depois e já inserida de novo na parte iluminada pelo Sol (já 23 de março), atravessando o oceano Índico ao largo da Grande Baía Australiana (a sul da Austrália) e dirigindo-se para o cumprimento de mais uma órbita (à Terra) para a América Central.

 

(imagens: ustream.tv)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:17

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