Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

23
Mar 20

Com o Espaço bem no Escuro e todo Limpo

 

Imagem da Terra obtida a partir da ISS (Estação Espacial Internacional) este domingo (22 de março), quando a mesma orbitava o planeta (uma órbita em pouco mais de 90 minutos) a cerca de 420Km de distância e a uma velocidade de 27.600Km/h (quase 8Km/s).

 

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E sem Objetos Voadores desconhecidos visíveis

 

Sobrevoando o sudeste do litoral dos EUA (oriunda do Oceano Pacífico) em direção ao oceano Atlântico e atravessando a parte da Terra não iluminada pelo Sol (sendo noite), a Europa e o Golfo de Áden em direção à parte iluminada pelo Sol (sendo dia), aos mares do sul da Austrália.

 

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Após uma Órbita diurna/noturna completa da ISS

 

Aproximadamente 1,5 horas depois e já inserida de novo na parte iluminada pelo Sol (já 23 de março), atravessando o oceano Índico ao largo da Grande Baía Australiana (a sul da Austrália) e dirigindo-se para o cumprimento de mais uma órbita (à Terra) para a América Central.

 

(imagens: ustream.tv)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:17

04
Mar 20

[DSCOVR: Deep Space Climate Observatory.]

 

Mais um satélite à nossa disposição para observarmos a Terra.

 

A TERRA como vista (a 3 de março de 2020) pelo observatório espacial DSCOVR colocado a cerca de 1.422Km de distância (do nosso planeta), Terra essa (aí e nesse tempo) situada a cerca de 146.673.649Km de distância do SOL (a nossa estrela de referência) − e com a distância média da Terra ao Sol a ser de 1 UA (aproximadamente 150.000.000Km), não sendo a sua órbita (da Terra em volta do Sol, no seu movimento de translação) circular mas elíptica: logo com o nosso planeta umas vezes estando mais próxima do Sol, outras vezes mais afastado.

 

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Com a Terra propondo-nos uma sua visão centrada no Atlântico,

com o continente Americano (à esquerda) e Africano (à direita) a rodeá-lo;

acima da ponta noroeste de África situando-se Portugal,

aqui encoberto por uma densa camada de nuvens.

 

Graças ao regresso do satélite (de observação da Terra e do seu clima) DSCOVR (da responsabilidade da NOAA) − lançado em 11 de fevereiro de 2015 de Cabo Canaveral por um foguetão FALCON 9 da agência espacial privada SPACEX (do multimilionário norte-americano ELON MUSK) – depois de oito meses inoperacional (devido a um problema de controlo de altitude − posição/orientação − deste satélite artificial) voltando de novo ao ativo (já fornecendo imagens este mês) e proporcionando-nos desde logo o usufruto (em diversos registos) de diversos discos da Terra (ao longo dos seus  180° de latitude e 360° de longitude): The deep space satellite (DSCOVR), which produces incredible full-disk images of our Blue Marble (TERRA). (Nancy Atkinson/universetoday.com)

 

(imagem: epic.gsfc.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:02

01
Mar 20

Não havendo mais notícias a dar e tendo o Espaço como tema − seja do lado público ou do lado privado − limitando-nos a observar (e a citar) subtemas de relativa (pouca) importância. Conclusão: não havendo financiamento, nada surgindo de novo, parando a evolução.

 

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Um ponto central brilhando

Não sendo uma imagem distante de um qualquer planeta

(como poderia ser o "Pálido Ponto Azul" de Carl Sagan)

mas um registo próximo de mais uma lua temporária da Terra

 

[Num registo de vídeo acompanhando no centro da imagem o movimento de 2020 CD3 (a pequena lua da Terra) e dando aos objetos  em redor (estrelas) o aspeto de traços brilhantes e bem coloridos.]

 

Impossibilitados de a observar em direto (não se realizando desde o início dos anos 70 do século passado, voos espaciais tripulados) e para tal e à falta de dinheiro (para “outras coisas”) recorrendo ao que se tem mais à mão (telescópios instalados na Terra, tendo a atmosfera terrestre à sua frente), com um grupo de astrónomos a detetar nas proximidades do nosso planeta e orbitando-o a uma determinada distância, um objeto desconhecido em princípio rochoso (como poderia ser algo de artificial produzido pelo Homem), de facto um outro satélite − natural − de tamanho reduzidíssimo e orbitando-nos tal como a LUA. E tal como acontecerá com a LUA com o decorrer do tempo um dia libertando-se dela e começando a afastar-se da Terra, com este pequeno objeto agora denominado como 2020 CD3 e tornando-se de momento numa “segunda Lua da Terra” e tal como sucedido com outros objetos semelhantes começando igualmente a afastar-se muito mais rapidamente e (podendo até retornar) a perder-se no Espaço.

 

(imagem: Observatório Gemini/Maunakea no Havaii/gemini.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:13

26
Fev 20

E a partir de 25 com a Terra a ter (oficial e temporariamente) 2 luas

Uma Lua Gigante (a LUA de d = 3.475Km)

E uma outra Lua Extra Anã (2020 CD3 de d = 1m/6m).

 

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MPEC 2020-D104

2020 CD3: Temporarily Captured Object

(Minor Planet Center)

 

Observado pela primeira vez (oficialmente e posteriormente registado) no passado dia 15 de fevereiro – pelos astrónomos norte-americanos Theodore Pruyne e Kacper Wierzchos, utilizando o Telescópio do Observatório de Mount Lemmon (Tucson/Arizona) – e com a sua órbita acabando por ser definida a 25 (num código de 0 a 9, indicando a incerteza da sua órbita e possibilidade de impacto com a Terra, sendo designado como 4), a descoberta de mais um NEO (Near Earth Object/Objeto Próximo da Terra) − um asteroide muito particular − denominado 2020 CD3: um pequeno objeto movimentando-se nas proximidades da Terra, por vezes aproximando-se − podendo colidir − ou afastando-se da mesma, na sua aproximação ao nosso planeta (seja esse o caso) podendo ser capturado pelo mesmo, acompanhando-o temporariamente para de seguida (e tal como acontecerá com a Lua) partir e nos deixar para trás. Ou seja, a partir de agora e oficialmente com a “TERRA” a ter a “LUA” e (não tendo impactado e não se prevendo tal) mais uma “Lua Pequenininha” (com 1 a 6 metros de diâmetro).

 

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Earth’s (been orbited for the past three years or so)

Got a new ‘moon’

(theconversation.com)

 

Não sendo uma visita inesperada por parte destas pequeníssimas luas ao nosso planeta Terra, com algumas a irem e virem como sucederá dentro de poucos anos a à lua 2020 CD3: como já sucedeu (por exemplo) com 2006 RH, passando por cá (em 2006/2007), afastando-se (em 2008 para o outro lado do Sol) e talvez regressando (segundo os astrónomos e nada acontecendo entretanto na sua viagem) em 2028. E já agora do objeto 1991 VG (pertencendo ao grupo dos chamados “quase satélites”) dando umas voltas à Terra (talvez mesmo só 1), desaparecendo e no futuro talvez voltando. Sem notícias de impacto e devendo-nos preocupar mais com outros tipos de asteroides – como os NEA/Near Earth Asteroids e os PHA/Potencially Hazardous Asteroids: com os PHA a serem os mais perigosos, com 100 metros ou mais de diâmetro e passando a 0,5DL ou menos de distância da Terra. Sabendo-se que muitos asteroides passam por cá e (não entrando na atmosfera/não explodindo/não impactando) nem sequer sabemos disso (sobrevivendo-se ao evento, só depois).

 

[d: diâmetro]

 

(imagens: minorplanetcenter.net – theconversation.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:22

14
Fev 20

Pálido Ponto Azul é uma fotografia da Terra tirada em 14 de fevereiro de 1990 pela sonda Voyager 1, de uma distância de seis biliões de quilômetros da Terra, como parte de uma série de imagens do Sistema Solar denominada Retrato de Família.” (wikipedia.org)

 

A Pale Blue Dot

(planetary.org)

 

[This excerpt from Sagan's book PALE BLUE DOT was inspired by an image taken, at SAGAN's suggestion, by VOYAGER 1 on FEBRUARY 14, 1990. As the spacecraft left our planetary neighborhood for the fringes of the solar system, engineers turned it around for one last look at its home planet. Voyager 1 was about 6.4 billion kilometers away, and approximately 32 degrees above the ecliptic plane, when it captured this portrait of our world. Caught in the center of scattered light rays (a result of taking the picture so close to the Sun), EARTH appears as a tiny point of light, a crescent only 0.12 pixel in size.]

 

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Terra − A Pale Blue Dot

30º aniversário de uma das mais icónicas imagens da NASA

obtida pela missão Voyager

 

Look again at that dot. That's here. That's home. That's us. On it everyone you love, everyone you know, everyone you ever heard of, every human being who ever was, lived out their lives. The aggregate of our joy and suffering, thousands of confident religions, ideologies, and economic doctrines, every hunter and forager, every hero and coward, every creator and destroyer of civilization, every king and peasant, every young couple in love, every mother and father, hopeful child, inventor and explorer, every teacher of morals, every corrupt politician, every "superstar," every "supreme leader," every saint and sinner in the history of our species lived there--on a mote of dust suspended in a sunbeam.

 

The Earth is a very small stage in a vast cosmic arena. Think of the rivers of blood spilled by all those generals and emperors so that, in glory and triumph, they could become the momentary masters of a fraction of a dot. Think of the endless cruelties visited by the inhabitants of one corner of this pixel on the scarcely distinguishable inhabitants of some other corner, how frequent their misunderstandings, how eager they are to kill one another, how fervent their hatreds.

 

Our posturings, our imagined self-importance, the delusion that we have some privileged position in the Universe, are challenged by this point of pale light. Our planet is a lonely speck in the great enveloping cosmic dark. In our obscurity, in all this vastness, there is no hint that help will come from elsewhere to save us from ourselves.

 

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Carl Sagan

 

The Earth is the only world known so far to harbor life. There is nowhere else, at least in the near future, to which our species could migrate. Visit, yes. Settle, not yet. Like it or not, for the moment the Earth is where we make our stand.

 

It has been said that astronomy is a humbling and character-building experience. There is perhaps no better demonstration of the folly of human conceits than this distant image of our tiny world. To me, it underscores our responsibility to deal more kindly with one another, and to preserve and cherish the pale blue dot, the only home we've ever known. (Carl Sagan − Pale Blue Dot − 1994/Planetary Society/planetary.org)

 

Pale Blue Dot (Pálido Ponto Azul) representando o nosso planeta tal como registado há 30 anos pela missão Voyager 1 (ainda hoje em movimento e fazendo-o já fora do Sistema Solar logo, de viagem interplanetária passando a interestelar), quando a mesma se encontrava a mais de 40 UA da Terra (a mais de 6 biliões de Km de distância) e feita a pedido do cientista, físico, biólogo, astrônomo, astrofísico, cosmólogo, escritor, divulgador científico e ativista norte-americano (wikipedia.org) − Carl Sagan.

 

E daí saindo o livro de 1994 do escritor nova-iorquino (1934/1996 − morrendo novo de uma pneumonia, uma grande perda para a Humanidade) Pálido Ponto Azul − dando-nos uma nova perspetiva do Sistema Solar (o “Retrato de Família”) e pelo meio, mostrando-nos ao mesmo tempo a aparente pequenez do nosso Mundo, no entanto pendurado na sua grandeza, pois nela contendo (único caso para já conhecido) Vida.

 

(textos/inglês: os indicados − imagens: a partir de PIA 23645/Pale Blue Dot Revisited/nasa.gov e ScienceandSpaceHD/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:02

16
Nov 19

Como se estivéssemos num Mundo Alienígena,

dando-nos para nosso usufruto,

dos ambientes mais extremos.

 

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Fontes termais rodeando o vulcão de Dallol

(Etiópia)

Devido às condições ambientais extremas aí verificadas

(acidez/salinidade/temperatura)

Não apresentando qualquer tipo de sinal da existência de Vida

(Tolerância Zero)

 

Má notícia para todos aqueles que acreditam que a Vida se adapta a qualquer lugar, na Terra como até fora dela − ou seja, no Espaço exterior − com o exemplo destas fontes hidrotermais situadas na ETIÓPIA (sudeste africano) e inseridas numa superfície (quente) rodeando o vulcão de Dallol: com as fortes tonalidades observadas − esverdeadas e amareladas – sendo denunciadoras da sua composição (superácida, supersalgada, além de superquente) e ação (podendo em ação conjunta e numa situação extrema, tornar extremamente difícil a existência nesse local de Vida). Neste caso das fontes termais rodeando o vulcão Dallol, com as análises aí efetuadas a resultarem numa conclusão (a ser verdade, infelizmente) indiscutível: face à combinação extrema destes três fatores (forte acidez, elevada salinidade e altas temperatura) com as amostras aí recolhidas a estarem completamente desprovidas – como se se tratasse de um caso de “Tolerância Zero” − de qualquer tipo ou forma de Vida. Apesar de outras experiências anteriores não terem chegado à mesma conclusão (notando-se aqui e ali, algum resquício de vida) − segundo os cientistas, tendo sido menos rigorosas − dado o cuidado tido agora com todos os problemas de possíveis contaminações, com o resultado a levantar outros problemas (paralelos) e outras questões − como será o caso da existência de Vida para além da Terra, no Sistema Solar, noutras galáxias, no Universo:

 

“Scientists Find a Spot Where No Life Can Survive.

That's Bad News for Alien Hunters.”

(Yasemin Saplakoglu/livescience.com)

 

Se na Terra e dadas as condições ambientais extremas (e apesar de tudo o que de contrário a rodeia) existem lugares onde a percentagem de êxito de Vida é “Zero”, teremos que esperar que no Espaço e noutros ambientes semelhantes, a Vida (pelo menos tal como a conhecemos) será bem difícil de encontrar para os seus “Caçadores” − esperando ver nos “encontrados e extraterrestres” a sua imagem. Mas sozinhos ou mal-acompanhados um dia teremos (forçosamente) de abandonar este planeta, tendo para já escolhido um (para habitarmos mesmo que temporariamente, de passagem) por acaso (ou coincidência?) de condições bem extremas: um planeta perto de nós (a poucos meses de viagem) que mal lhe puséssemos o pé em cima (um objeto completamente exposto e sem nenhum tipo de proteção, sem atmosfera nem água), nem nos daria tempo para um ai quanto mais para um vislumbre – e para onde um milionário norte-americano (Elon Musk) pela sua ação podendo ser considerado “louco ou guru” enviou uma viatura (da sua empresa automóvel Tesla) − lançado inicialmente para o Espaço por outra empresa sua (a Space X) − conduzido por um insuflável (Starman, o Homem das Estrelas) mas nunca o alcançando (o planeta Marte). Mas se é certo que existem locais onde a Vida é inviável, a Terra também é por si uma prova, de que até os opostos podem coexistir (e porque não e tal como o caos e a ordem, completar-se).

 

(imagem: Shutterstock/livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:25

04
Nov 19

[Quase-Tangentes (ou rasantes) esperando-se que apenas passando (não parando, nem tocando), Tangentes pouco tocando e apenas o fazendo num ponto (esperando-se o melhor, se possível não alastrando), ou Secantes penetrando o Plano e transformando (deformando) o Espaço − onde na sua trajetória (este último) irá encontrar a Terra.]

 

Estando o asteroide 2019 UN3 incluído nos 61 objetos seus semelhantes passando perto da Terra − a uma distância menor que a da Terra/Lua (384.400Km) e desde o início do ano de 2019 − no global do nº de asteroides do ano de 2019 (até ao momento pouco mais de 60, passando a < 1 LD) podendo a vir a ser muito semelhante ao do ano de 2018 (77): pelo que a preocupação não resultará do possível aumento do número de “passagens próximas (que não tem sucedido) mas no aumento da capacidade técnica da deteção destes objetos se possível, descobrindo-os “muito e muito antes” e sem deixar passar nada no “filtro”. Mas o ideal, aconteça ou não aconteça, c/ um grande ou c/ um pequeno (e até podendo ser um Cometa) − e tal como sempre acontece em terra (na Terra) c/ o Homem para se prevenir, em vez de remediar, um dia (talvez para se salvar) a ter de partir (p/ o Espaço).

 

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Asteroide Florence, um dos maiores NEA − com cerca de 4Km (e passando relativamente perto, ainda a uns milhões de Km e até pela sua dimensão, podendo ser considerado um PHA) − felizmente sem previsão de impacto (tal como mais de 90% dos PHA)

 

Inesperadamente com o Objeto surgindo e sendo descoberto no “Horizonte Celeste” (às 14:45 UTC de 31.10.2019), poucas horas antes da sua passagem, neste dia (e felizmente) “sem paragem”. E se tivesse parado por cá como Estação (levando com um Grande calhau) ou como Apeadeiro (levando com um mais pequeno)?

 

No passado dia 1 de Novembro “Dia de Todos os Santos ou Dia dos Fiéis Defuntos (para os “Sagrados”) seguindo-se à noite de “Halloween” de 31 de Outubro (para os “Profanos”) – juntando “Morte” com “Doçuras & Travessuras− eis que mais um objeto vindo das profundezas da escuridão do Espaço faz mais “uma quase-tangente ao nosso planeta”, passando no seu ponto de maior aproximação à Terra a apenas (pouco mais de) 12.500Km de distância: e para demonstrar tratar-se de uma “distância menor (Objeto/Terra), sendo sensivelmente 30X menor que a distância Terra/Lua e aproximadamente igual ao diâmetro da Terra.

 

Com o asteroide 2019 UN3 passando pelo início da tarde de 31 de outubro sobre o continente Africano, depois da sua passagem a uma distância (de nós) de um “diâmetro da Terra”, caminhando de novo para o seu ponto mais afastado da sua trajetória ou afélio (passando por perto e influenciado entre outros pelo Sol e pela Terra) localizado no Cinturão de Asteroides. Apesar da distância (de passagem relativamente ao nosso planeta) sendo-lhe atribuído − dada a sua órbita e trajetória incerta (logo, o perigo de impacto) − o Código 7 (numa escala 0-9). Nos registos existentes sendo o segundo asteroide a passar tão perto da Terra, só sendo ultrapassado por um outro (por pouco) tendo por cá passado em 2011 (2011 CQ1). E estando já marcado um recorde para 2095 (asteroide 2010 RF12) com uma “quase-tangente, tangente ou secante” à Terra e com 6% de hipóteses de existir, colisão.

 

Felizmente tratando-se de um objeto menor de uns 1m/2m de dimensão e que impactando não teria grandes consequências para a Terra (evento menor), mas que no entanto e num contexto diferente (por exemplo de trajetória e/ou de dimensão do objeto) poderia ter graves consequências para o nosso planeta caso, em vez de lhe fazer uma quase-tangente fazendo-lhe uma tangente ou secante (tendo maior dimensão e/ou maior velocidade e/ou diferente ângulo de entrada, etc.) e impactando (parcial ou totalmente): não sendo por acaso que passando tão perto de nós a uma velocidade de quase 13m/s, o objeto 2019 UN13 com um trajetória tão próxima da Terra e pela sua aproximação do duo Terra/Sol de órbita tão incerta, seja definido como (relacionando-o com a possibilidade de impacto) de Código 7 (numa escala de 0/9).

 

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Asteroide 2019 MO (grupo Alinda) de cerca de 5m de dimensão, entrando na atmosfera terrestre e posteriormente explodindo sobre o Mar das Caraíbas a 22.06.2019 (apenas 12h depois de ser descoberto) provocando ondas de choque registadas nas Bermudas

 

Com este objeto − um asteroide do grupo ATON normalmente circulando no interior da órbita da Terra e com um período inferior a 1 ano − vindo do Espaço (exterior à Terra e por desconhecido, potencialmente perigoso) apanhando-nos completamente desprevenidos e só sendo descoberto (no momento por “quase ninguém”) poucas horas antes do seu aparecimento − e em caso de necessidade “prevendo-se o pior (a Tangente ou Secante) sendo impossível de alguma ação preventiva e de segurança (para a Terra, para a Vida, para o Homem) − fazendo parte entre muitos outros do grupo de asteroides que passando mais ou menos perto de nós (na sua aproximação ao Sol, contornando-o) o fazem com AVISO ou SEM AVISO, no caso dos primeiros ainda se podendo fazer algo, mas tal já não sucedendo com os segundos. Talvez mesmo nem sequer dando tempo para pensar, apenas olhar e rezar.

 

Asteroides que tal como os Cometas e apesar de terem origens diferentes sempre têm preocupado e posto em alerta o Homem aquando das suas passagens por perto (da nosso planeta), uns tendo como remetente o Cinturão  de Asteroides (localizado a 330/480 milhões de Km do Sol) ou até mais distante o Cinturão de Kuiper (localizado a 4.500/7.500 milhões de Km do sol) − os ASTEROIDES – e os outros tendo como fornecedores a distante Nuvem de Oort (localizada entre um mínimo de 2000/5000 UA e um máximo de 50.000 UA, 100.000 UA ou até 200.000 UA) − os COMETAS. Para já não falar dos objetos INTERESTELARES como OUMUAMUA e BORISOV, oriundos de um outro Sistema, logo de outra(s) Estrela(s): e não sendo do Sol denominados como, Extrassolares – alguns mesmo atribuindo-lhes (até pela sua raridade) além do título de Alienígenas o de Artificiais (enviados p/ Algo ou Alguém).

 

Ainda uns dias antes (29 out) com outro NEA (2019 UB8 com 6 metros) a passar relativamente perto de nós (pouco mais de 190.000Km) para já na altura do 2019 UN13 (31 out) outros dois o acompanharem (um de 8 m a pouco mais de 750.000Km e outro de 20m a pouco mais de 1.500.000Km) e para finalmente passarem outros dois (a 1 e 2 de Novembro) a pouco mais de 190.000Km/17m e de 115.000Km/7m. Sabendo-se de antemão das características dos já descobertos (registados e definidos) NEA (Near Earth Asteriods) e podendo-se prever até como futuros e possíveis PHA (Potentially Hazardous Asteroids) as suas futuras aproximações (com alguns já apontados como potencialmente perigosos), mas por outro lado nunca se podendo vir a saber nada (ou garantir minimamente algo de positivo, de sobrevivência) sobre aqueles que sem aviso, repentinamente e sem que possamos fazer algo (para o impedir ou nos prepararmos) – com maiores parâmetros “destrutivos” que 2019 UN13 (descoberto e passando a 31 e definido apenas a 1, felizmente passando ao lado e sendo pequeno) de um momento para o outro aparecem à nossa frente e em possível rota de colisão com a Terra: muitos deles sendo descobertos já após a sua passagem (perto de nós), confirmando-se aí e apenas, não termos sido atingidos.

 

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Comparação do nº de asteroides passando a menos de 1 DL (distância lunar = LD = 384.401Km) no ano de 2018 e de 2019, globalmente (nível anual) muito semelhantes; justificando a preocupação não ser a quantidade, mas a qualidade na sua deteção (antecipada)

 

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Num momento em que o SOL ainda se “afunda mais” na sua aproximação a um “Mínimo de Atividade Solar” assinalando a passagem do seu 24º Ciclo Solar (2008/2019?) para o 25º Ciclo Solar (2019?/2030?) − em ciclos aproximados de 11 anos – diminuindo a sua intensidade de ação, entre elas a dos seus “Raios Solares (dirigindo-se e incidindo sobre a Terra) e assim abrindo ou mesmo “escancarando as portas” a outros raios exteriores (ocupando o espaço livre deixado pelos raios oriundos do Sol) potencialmente mais perigosos (para a Terra, para a Vida, para o Homem) pelo menos enquanto esta atividade mínima solar se mantiver, sem Manchas Solares e sem CME’S: os “Raios Cósmicos (afetando ainda mais − que os Solares − todo o Ecossistema Terrestre); e num momento em que até se verificou (para além do asteroide e do ciclo solar) uma “tripla conjunção” – Lua, Júpiter, Ganímedes (1 das mais de 80 luas de Júpiter, 1 das 4 Luas de GALILEU) − visível a olho nu, no céu, ao anoitecer. Quando cada vez mais são anunciadas passagens próximas de objetos vindos do Espaço (como por exemplo os asteroides), não sendo preocupação única e tendo como aspeto negativo a sua quantidade (de registos, podendo estar a crescer como a manter-se na “média”) como e acima de tudo e para alguns (que poderão equipara-se a muitos, nas suas consequências) a sua grande imprevisibilidade − podendo de um momento aparecer não se tendo mais nada a fazer senão ver (num ponto da Terra sendo tangente, ou em todos sendo secante).

 

Num Sistema Planetário com cerca de (previsão) 150 milhões destes objetos (até ao presente quase 840 mil detetados) a circularem – “apenas considerando os mais visíveis, passíveis de deteção e com mais de 100m” − em trajetórias definidas mas podendo tornar-se (p/ diversas circunstâncias) algo instáveis (muitos deles orbitando entre Marte e Júpiter) – e apresentando dimensões variando entre 1m e 500Km – com as 4 principais preocupações a residirem na sua trajetória, na sua dimensão e no crescimento de aparecimentos (deste tipo de objetos), mas também e como seria lógico e do mais necessário, obrigatório e imediato conhecimento, a dependerem da maior antecipação possível das descobertas, cálculos e previsões destes episódios, não se evitando e/ou prevenindo, podendo ter consequências negativas. Sendo apenas necessário dinheiro (ou seja, investimento).

 

Mas mesmo assim (não havendo fortes investimento nestas áreas de observações, registos, cálculos, previsões e até futuras explorações) desqualificando-se a importância de tal assunto envolvendo a evolução diária do “Tempo no Espaço”, quando e persistindo neste mesmo termo conjugando “Momento e Consenso” − e segundo estudos recentes dos Média dos EUA tendencialmente (se não esmagadoramente) DEM – os norte-americanos se dividem entre dois grandes perigos talvez ao Nível da Extinção (pondo de lado o COMETA & HILLARY, agora na oposição) de ser impactado por um  ASTEROIDE ou então sê-lo por TRUMP.

 

[1UA = 150.000.000Km]

 

(imagens: NASA – Frankie Lucena/watchers.news – watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:09

23
Out 19

[Current resident of the International Space Station.

Looking forward to sharing my journey with you! (Christina H Koch/Twitter)]

 

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When the inspirational meets the practical

31 Out 2019

Striking view of our planet from the end of the robotic arm

While taking a ride to repair

(A Space Station power channel)

 

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Even astronauts need to chill

2 Set 2019

Spending this Labor Day weekend reading and relaxing by my favorite window

After a long week packed with science, a spacewalk, and a re-docking,

(it’s important to recharge your batteries to keep focused on bringing your best)

 

Tal como alguns dos seus colegas (astronautas de várias nacionalidades e continentes) tendo passado pela ISS (nas outras 60 expedições) munidos de uma máquina fotográfica, sendo agora a vez da norte-americana Christina Koch (na 59ª/60ª/61ª Expedição à ISS) nos oferecer (e dar a usufruir com prazer) alguns registos seus  obtidos durante a sua estadia (iniciada em 14 de Março com a 59ª Expedição à ISS, continuando ainda com a última, a 61ª e aí – à chegada da 62ª − terminando a sua “tripla-missão”). Caminhando para os 8 meses a bordo da ISS.

 

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Space X Dragon

27 Ago 2019

Flying away over the Canadian Rocky Mountains

After being attached to Space Station

(For about a month)

 

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August night skies!

3 Ago 2019

For my friends in the Southern Hemisphere this time

Can you spot the Southern Cross?

(Happy star gazing and goodnight from Space Station!)

 

Entre outras tantas histórias de outros tantos fotógrafos tendo frequentado a ISS e presenteando-nos com os seus “belos retratos” − felizmente para nós não podendo lá estar, com muitos a fazerem-no, podendo-se no mínimo simular (recorrendo à nossa imaginação e capacidade de projeção) – com esta norte-americana de 40 anos iniciando o seu percurso até atingir a “Estação Espacial Internacional” (ISS) − tal como outros mais de 230, já o tinham feito antes (1 em quase 32.000.000) – sonhando vir a ser astronauta (um sonho concretizado) e acabando na “Cidade das Estrelas (na Rússia) enfiada numa nave espacial Soyuz (MS-12) a caminho do Espaço.

 

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Table set for 6 on Space Station

19 Jul 2019

All prepped for the second half of the Expedition 60 crew to arrive!

Population in space doubles tomorrow

(God speed, Morgan, Luca, and Alexander Skvortsov!)

 

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So special to experience a partial lunar eclipse

17 Jul 2019

During the historic week of

Apollo 50th celebrations

(Dreaming of the sights we’ll see on future Artemis missions)

 

ISS começada a ser montada (em órbita) há 21 anos (1998) − a sua primeira secção – e quando terminada (numa 1ª fase em 2008) dispondo de 358m³ de volume habitável e um peso de perto de 300.000Kg: no final disponibilizando um volume de pressurização de 1.200m³ e uma massa total superior a 400.000Kg − e com uma estrutura suplementar com vários módulos (uns 14). Orbitando a Terra a uma distância entre 278Km (mínima) e 460Km (máxima) − média 340Km – demorando a completá-la (a órbita) em pouco mais de 1,5 horas (nas suas órbitas perdendo cerca de 100m/dia de altitude) e sendo servida (para transporte) pela Progress e pela Soyuz (russas), pelos Vaivéns (norte-americanos) e agora até pela SPACE X (agência espacial privada norte-americana).

 

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City lights, stars, lightning storms, even satellite flares

10 Jul 2019

A composite of individual photos

Stacked on top of each other to show all the amazing things

(We see at night out our window)

 

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Madagascar

7 Jun 2019

The river mouths

In northern Madagascar

(Earth Art)

 

Tendo como objetivos iniciais a realização de experiências laboratoriais (fora da Terra e com Gravidade Zero) e de observações do Espaço (sem o incómodo da interposição da camada atmosférica) e simultaneamente sendo planeada para num futuro próximo e como Entreposto Espacial (entre o Mundo Interior e o Mundo Exterior à Terra), lançar o Homem para novas missões de preferência tripuladas e dirigidas para Outros Mundos como a LUA (regressando) ou Marte − e até para outros corpos celestes próximos ou passando por perto (como os Asteroides). Demasiado ambiciosos para nós (o Homem, não conseguindo acompanhar mentalmente o desenvolvimento tecnológico) quando nunca mais fomos à Lua faz daqui a pouco (apenas uns 3 anos) Meio Século. Mas no mínimo sendo no presente ainda um dos poucos símbolos de Cooperação a nível Global (envolvendo desde logo os EUA e a Rússia e outros países da Terra) e uma das fontes centrais de Divulgação de Dados e de Conhecimento Científico: algo ainda vivo e só por isso sendo extraordinário.

 

(imagens/legendas: Christina H Koch/@Astro_Christina/twitter.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:21

16
Out 19

[Segundo AOC (jovem, 30 anos de idade) – eleita em Janeiro deste ano como membro (do género feminino) do partido Democrata, na Câmara dos Representantes dos EUA.]

 

The-Real-Dooms-Days-Explained-Years-Bible-End-Time

 

Invariavelmente, se chegado a reformado e tendo informação (de interesse, prioritária e só ao alcance de alguns)

 

[The rising level of carbon dioxide in the Earth’s atmosphere]

“Is currently net beneficial for both humanity

and the biosphere generally.”

(Indur Goklany/humansarefree.com)

 

− Ou seja já não tendo de apresentar contas (à respetiva hierarquia) e como tal nada tendo a perder (financeiramente, estando no fim do seu percurso ativo-oficial)

 

Eis que aqui e ali vão surgindo algumas vozes discordantes (a medo, apesar de experimentadas e eruditas, mas não o sendo previamente politizadas e certificadas), opondo-se à Teoria Oficial (não Científica e adepta das Conspirações, como direção e forma de pensamento) do

 

“Carbon dioxide fertilises plants,

and emissions from fossil fuels have already had

a hugely beneficial effect on crops,

increasing yields by at least 10-15 per cent.”

(Indur Goklany/humansarefree.com)

 

FIM DO MUNDO DENTRO DE 12 ANOS”:

(ventilado por políticos, através de intervenções enviesadas, mas intencionais e deliberadas)

 

ocasio-cortez-says-earth-will-end-in-12-years-beca

 

Atrevendo-se a afirmar (contra a imposição generalizada) que

 

“From a quarter to half of Earth’s vegetated lands

has shown significant greening over the last 35 years

largely due to rising levels of atmospheric carbon dioxide.”

(according to a study published in Nature Climate Change on 2016)

(humansarefree.com)

 

AS Emissões de CO₂ e ao contrário do constantemente afirmado

(até ao nojo, até ao vómito)

estão a tornar a Terra, mais Verde assim como mais Fértil”.

 

E o que diria GORE e GRETA (e todos os Conglomerados Associados, ao título comercial ECO ou VERDE) – representando (respetivamente) o predador e a presa a tal alarvidade social?

 

“Results showed that carbon dioxide fertilization

explains 70 percent of the greening effect.

The second most important driver is nitrogen, at 9 percent.

So we see what an outsized role CO2 plays in this process.”

(humansarefree.com)

 

[Indur Goklany has previously represented the United States on the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC).]

 

(imagens: retiredindelaware.blogspot.com − politicallyincorrecthumor.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:41

15
Out 19

Humans Will Never Live on Another Planet, Nobel Laureate (Michel Mayor) Says

(livescience.com)

 

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Remetendo-nos à nossa minúscula dimensão − muito menor do que a de “um grão de areia– devendo-se perder a ilusão de alguma vez alcançar “Outros Mundos” e até “Outros Nossos Semelhantes– e assim devendo-se ficar pela Terra “Lar-Doce-Lar

 

Numa afirmação Misteriosa − de um dos galardoados com o Prémio Nobel da Física deste ano (de 2019) − ainda-por-cima tendo-o sido por “ter descoberto o primeiro planeta a orbitar uma estrela como a nossa, o Sol– não só por nem sequer conseguirmos manter o nosso (planeta, a Terra) – e desse modo como poderíamos colonizar outros, mesmo que próximos? (como Marte) – e porque a distância também se torna uma impossibilidade (de ultrapassar para os Humanos): limitada no seu cumprimento pelo Tempo, excluindo desde logo os EXOPLANETAS (motivo de estudo do próprio laureado).

 

"If we are talking about exoplanets, things should be clear: We will not migrate there."

(Michel Mayor)

 

Convidando-nos a tratar da Terra (desta, a única) e ficar por cá tendo fé (no sedentarismo geocêntrico) em mais uns milhões de anos − de evolução (e de inovação tecnológica revolucionária) − com a Terra ainda intacta e o Homem (apesar de estático) ainda presente. Sem Dinâmica e Expansão (no mínimo contraditório, estranho)?

 

"So that's where we stand, firmly on the Earth,

and unlikely to change for a very, very long time."

"We must take care of our planet,

it is very beautiful and still absolutely livable."

(Michel Mayor)

 

[Artigo: LIVESCIENCE − Humans Will Never Live on Another Planet, Nobel Laureate Says. Here's Why Yasemin Saplakoglu livescience.com/will-we-ever-live-exoplanet.html]

 

152_posternormalsize.jpg 153_Kepler_16b_preview.jpg

De alguma forma negando-nos Mundos como TRAPPIST-1 (a uns 40 anos-luz da Terra) e KEPLER-16b (a uns 200 anos-luz da Terra), proporcionando-nos uma beleza noturna nunca vista ou um descanso relaxante sob a presença de dois Sóis

 

[Um forte Golpe na Teoria (pelos vistos talvez mais uma “Crença”, nestes tempos tornada inviolável por algum tipo de necessidade ou obrigação – pontual e de funcionamento do sistema − sendo assumida “pedagogicamente” por um “Iluminado”) de que “Não Estaremos Sós no Universo”, não só por nos ser comunicada por um erudito e especialista (dedicado, até pela atribuição do Nobel) na área (do estudo dos planetas exteriores ao nosso Sistema Solar − extrassolares, exo-planetas − tendo como referência uma determinada estrela, aqui o Sol), como pela sua (quase − aqui ou ali dando alguma hipótese, caso se verifique uma extraordinária Evolução Científica na conquista do “Espaço ao Tempo” deformando-o/encurtando-o) perentória afirmação de que “jamais habitaríamos outro planeta, traduzindo-se não só numa impossibilidade (nossa, do HOMEM) – de Viajarmos a grandes distâncias, dado o nosso conhecido limite de tempo − como numa confirmação de não existência (deles): jamais nos contactando, jamais nos querendo ver, provavelmente nem existindo, os Extraterrestres (do Espaço). E assim e pelos vistos estando todos nós condenados (no passado/presente/futuro) a continuarmos sós (ou então vivendo estes em charcos isolados como nós). Face à conjugação fatal da “Morte e da Solidão”, podendo-nos conduzir à Loucura e antecipadamente a uma (outra) atitude, alterada e Suicidária (levando-nos à Extinção).]

 

(de artigo e imagem: livescience.com/Shutterstock − imagens: exoplanets.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:41

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