Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

27
Mai 16

“Battles on the streets and petrol pumps running dry: France plunged into chaos by protests over labour laws just weeks before the Euros.”

(dailymail.co.uk)

 

Com as crianças a atingirem fisicamente a idade adulta utilizando apenas certos moldes e os seus respetivos e certificados manuais de instrução – ignorando por completo o seu desenvolvimento psíquico para além dos limites do manual já que perder tempo a pensar é perigoso – não é de admirar que amanhã ou mesmo hoje (e ainda sem o sabermos) vivamos no mundo de TINTIN.

 

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A França nas mãos de dois dos seus grandes heróis da banda desenhada:

Os Dupond & Dupont

(François Hollande e Manuel Valls)

 

Esta é uma das mais fortes imagens que ainda nos chegam dessa França socialista (com o país em completa polvorosa a única solução para manter o poder político incólume é cortar nas notícias negativas), que no seu conjunto e utilizando-se de seres aparentemente alienados (da realidade) presentes nesse cenário, nos apresenta dois dos responsáveis máximos pelo estado social e económico desastroso (e caótico) em que o país se encontra, cada vez mais próximo do seu descalabro total – num efeito esmagadoramente provocado pela estratégia adotada por ambos de obediência cega às estruturas associadas à supremacia global, no caso aos EUA (poder das armas) e ao FMI (poder do dinheiro). Numa estratégia impensável e como tal essencialmente provocadora (pelo menos segundo a ideologia e pratica socialista) tendo como molde os inopinados heróis da banda desenhada TINTIN Dupond & Dupont – que quando muito só poderiam funcionar num mundo de crianças, mas que pelos vistos se tornou num exclusivo da elite intelectual adulta da superior política francesa.

 

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Uma estratégia colocando em guerra aberta/em causa sectores agora considerados secundários para a sustentação da nossa sociedade

Como são o Trabalho e a Segurança

 

Infelizmente e porventura levados pela psicologia de massas que como espécie lutando pela sua sobrevivência coletiva naturalmente ainda nos domina, somos agora obrigados (e levados artificialmente) a lutar não pela nossa própria sobrevivência mas pela nossa não extinção declarada e seletiva (mas nunca assumida): “Tarde de mais os franceses chegaram à conclusão que lá por estar a arder outra casa que não a sua (por exemplo Portugal), mais cedo ou mais tarde os incendiários e os seus incêndios chegarão a um dos lotes mais próximos (por exemplo França) ”. Numa trajetória política previsível e irreversível (pelos vistos nestes casos a História repete-se incessantemente e sem que ninguém desconfie) que mais uma vez atirará a EUROPA para as mãos daqueles que sem um mínimo de vergonha (e sem crime e castigo) a têm vindo a destruir – seja a direita ou a esquerda do espectro partidário (oficial e reconhecido). Como se tem visto na Grã-Bretanha (Sim ou não à Europa), na Espanha (realização de novas Eleições) e na França (Aplicação da nova Lei do Trabalho), os estados mais perto de nós (Portugal).

 

(imagens: economico.sapo.pt e voanews.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:48

19
Abr 11

Caso “Tintin no Congo” conhece hoje datas para julgamento em Bruxelas

 

Teor da obra considerado racista

 

O livro da polémica

 

Este livro foi publicado por Hergé em 1931.

Ou seja há oitenta anos!

E como “mais nada de grave se passou desde então no mundo, no que diz respeito ao problema do racismo”, alguém declarando-se de mãos limpas, lá encontrou um boneco compensatório para os seus remorsos conformistas, tornando-se ilusionista.

 

Tintin no Congo

 

Cesse-se a publicação ou afastem-na das criancinhas!

 

Não custa nada ter memória e muito menos ter cultura. O problema é o daqueles que não tendo nenhuma das características anteriores, por opção fundamental de vida e necessidade de sobrevivência no mercado onde desejaram inserir-se – como é “bom” seguir-se um determinado percurso obrigatório e situacionista (de poucos anos) e em troca, obter-se uma boa segurança económica (de muitos anos), comprovada por um certificado de aptidão passado pelo poderoso estado – decidem por todos nós, o que é bom e o que é mau, confundindo-nos com datas e factos diferentes, misturando casos e exemplos sem qualquer espécie de ligação e resolvendo sem qualquer tipo de hesitação, atacar pessoas do século XX (os seus mestres) por não cumprirem as novas directivas – que eles próprios não cumprem – impostas em nome do bem do novo século XXI.

 

O Bobo

 

No mundo anterior, a força exercia-se e sentia-se, através do uso das armas: aí a posse de uma arma ou do detentor da mesma, representava o poder – daí a proliferação de postos hierárquicos e do poder de intervenção dos exércitos: era bom ser General! No mundo posterior e face à violência que a utilização indiscriminada de armas projectava sobre a sociedade – e o mau aspecto que dava – o poder resolveu substituir a força das armas pela força de um canudo: a força bruta era então substituída pela brutalidade de um saber seguro e controlado, de ingestão forçada, mas deveras compensatória: era bom ser Doutor! A violência não acabava, só que agora seria sempre certificada, antes de ser utilizada, até para controlar melhor os outros grupos rivais.

Antes de Bolonha só conhecia o esparguete, mas um barrete, enfia-se por qualquer razão. O meu grande erro foi não ter pegado em qualquer um!

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:20

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