Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

01
Out 18

Sobre a GMV de Júpiter

 

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Júpiter

(JunoCam – NASA)

 

A study (led by Agustín Sánchez-Lavega of University of the Basque Country, Spain) determines that although the size of the GRS (Great Red Spot) has changed dramatically over the last 140 years, the winds have changed only modestly since 1979, when the Voyager missions visited Jupiter. The authors suggest that a “deeply rooted dynamical circulation” maintains these wind speeds. Further, they suggest that the rich morphologies in the top of the GRS reflect the dynamics at the cloud tops.

 

The MWR (Microwave Radiometer – a Juno instrument designed to study the hidden structure beneath Jupiter’s morphologically stunning cloud tops) should be able to probe the Jovian atmosphere to a depth of 550 km. It has already revealed that some atmospheric features visible on the surface actually extend to a depth of at least 300 km.

 

(JunoCam Wows Us Again With Detailed Images of the Great Red Spot/universetoday.com/27.09.2018)

 

Sobre a lua Titã

 

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Titã

(ilustração – NASA)

 

A great deal of attention was focused on Saturn’s largest moon Titan, which has many surprising Earth-like characteristics. These include its nitrogen-rich atmosphere, the presence of liquid bodies on its surface, a dynamic climate, organic molecules, and active prebiotic chemistry. And in the latest revelation to come from the Cassini orbiter, it appears that Titan also experiences periodic dust storms. This puts it in a class that has so far been reserved for only Earth and Mars.

 

Aside from being the only other celestial object in the Solar System with a substantial nitrogen atmosphere, it is also the only other Solar body where stable bodies of liquid still exist on its surface. And like on Earth, this liquid cycles between the atmosphere and the surface. But whereas on Earth, this cycle consists of water evaporating, forming clouds, and raining back down onto the surface (i.e. the hydrological cycle); on Titan, the entire process involves methane and ethane.

 

(Titan First-Ever Detected Dust Storms Proves the Moon to be More Earth-like than Ever/universetoday.com/27.09.2018)

 

(fonte: universetoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:08

15
Mar 16

O MAR de LIGEIA localizado na lua de Saturno TITÃ é a segunda maior extensão líquida aí existente – com uma área aproximada de 130.000Km². Aí como no MAR de KRAKEN podendo-se mesmo SURFAR (tal como num passado bastante remoto, mas aí muito mais perto no vizinho planeta Marte).

 

PIA20021.jpg

1
Mar de LIGEIA e Ilha Mágica
Missão CASSINI-HUYGENS – TITÃ
PIA 20021

 

Enquanto a NASA Militar se mantem secretamente ocupada na concretização de projetos de Longo Alcance, a NASA Civil (que todos nós conhecemos como tendo chegado à Lua) continua toda entretida com os seus DRONES telecomandados – e com a sua maior construção conhecida, o supremo lego ISS.

 

Pelo meio vão-nos entretendo com teorias limitativas e normalizadas (a NASA que hoje temos) e enviando mais sondas para o Espaço (sem verbas para mais). Num projeto há muito estagnado e em que ninguém já acredita, se não for o caso de ser uma fachada para outros desígnios desconhecidos (paralelos e talvez coincidentes, mas mais vastos e estratégicos).

 

Como podermos surfar uma onda seja em Marte ou em Titã.

 

PIA20021_fig1 B.jpg

2
Mar de LIGEIA e Ilha Mágica
Missão CASSINI-HUYGENS – TITÃ
Evolução da Ilha Mágica

 

TITÃ: uma das luas do planeta Saturno com um mar à superfície (constituído por hidrocarbonetos e conhecido como Mar de LIGEIA), diverso material geológico e contínuos indícios de movimento. Com a sua ILHA MÁGICA mudando constantemente de forma, desafiando a imaginação e o mundo que conhecemos: muitas vezes brilhante e talvez mesmo com vida.

 

E se o SURF é uma modalidade bastante divulgada e praticada de expressão terrestre, num outro mundo (ainda virgem) essa expressão poderá significar a nossa plena afirmação (e poder): sendo o HOMEM capaz de transportar (para um outro mundo) o poder omnipresente da sua inesgotável imaginação e conhecimento, projetando neste mundo, uma nova e viável TERRA – e interagindo então esta com ele, finalmente transformando-o por objetivo (de missão) na sua própria reflexão (agora num novo ambiente).

 

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3
Mar de KRAKEN
Missão CASSINI-HUYGENS – TITÃ
Evolução semelhante à Ilha Mágica – PIA 19047

 

Uma imagem de Titã (1/2) onde uma grande extensão de massa líquida de hidrocarbonetos (Mar de Ligeia) aparece bem visível e contrastada face à superfície sólida que a suporta – como se estivéssemos a ver um lençol de águas límpidas (um lago), sobrepondo-se à escuridão profunda das depressões desta lua de Saturno (a profundidades a que luz solar e cósmica não consegue alcançar). Com algumas ilhas a destacarem-se (através da sua luminosidade) no interior dessa extensa massa líquida (como é o caso da chamada Ilha Mágica), sujeitando-se como na Terra a fenómenos tão conhecidos por nós como as marés, as mudança dos níveis das águas do mar e da própria superfície (sólida) do satélite de Saturno.

 

Num fenómeno pelos vistos muito comum em Titã, como também o demonstra o exemplo da imagem do Mar de Kraken (3), num caso em tudo muito semelhante ao ocorrido no Mar de Ligeia. Confirmando definitivamente estarmos perante uma lua com um oceano líquido em constante transformação, desenvolvendo-se por consequência num ambiente vivo, dinâmico e em adaptação e evoluindo num mundo aparentemente jovem e prometedor, abrindo muitas perspetivas a uma futura expedição a esta lua de Saturno por parte da nossa espécie – ou não fossemos uma espécie migrante por nómada.

 

(imagens: photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:07

21
Nov 14

Mais uma vez lua TITÃ se volta a para o veículo alienígena CASSINI de modo a que os terrestres se convençam definitivamente que o satélite natural de SATURNO está vivo – em MOVIMENTO e TRANSFORMAÇÃO.

 

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Titã – Maio 2013/Agosto 2014

 

Na região de Titã denominada por oceano de LIGEIA duas novas ilhas parecem ter aparecido no mar de KRAKEN (entre Maio de 2013 e Agosto de 2014), uma das maiores extensões de hidrocarbonetos da gigante lua de Saturno.

 

Estas imagens obtidas pela sonda CASSINI (vizinha de Saturno e a quase 1,5 biliões de quilómetros da TERRA) poderão ser (segundo cientistas do MIT) ondas ou em alternativa material sólido.

 

Titã é a maior lua de Saturno e a segunda de todo o SISTEMA SOLAR. Além de ser o único a ter uma atmosfera densa e ter áreas cobertas por matéria no estado líquido (lagos hidrocarbonetos/METANO).

 

(imagem – JPL/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:19

09
Out 14

Alguns cientistas pensam que os oceânicos líquidos de Titã (de metano e de etano) são a prova de que este mundo pode ser habitável. Sendo no entanto pouco provável a existência de qualquer forma de vida – o que não significa que as transformações a ocorrer não propiciem o seu aparecimento futuro.

 

Nas suas constantes observações em torno dos corpos celestes integrando o Sistema Solar, os cientistas terrestres viraram-se desta vez para o planeta Saturno e em particular para uma das suas luas Titã.

 

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 Titã – Mar de Ligeia
(um dos maiores oceanos desta lua de Saturno)

 

Neste caso motivados pela curiosidade do aparecimento numa região de Titã – conhecida como Mar de Ligeia (e onde anteriormente nada existia) – de uma pequena e misteriosa ilha que num só ano terá duplicado de tamanho.

 

Muitas explicações começam a surgir sobre este fenómeno ocorrido neste vasto oceano de Titã – num corpo celeste que muitos cientistas já consideraram como um dos mundos mais parecidos com o nosso – desde a possibilidade de serem vagas à superfície, objectos flutuando no oceano ou outra coisa qualquer de desconhecido e misterioso (e porque não causado pela mudança de estações nesta lua de Saturno).

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:54

17
Dez 12

“Depois de sermos pioneiros na descoberta do novo mundo, eis chegada a hora de nos lançarmos na conquista de outros mundos”

 

I

A Missão

 

Na FOX NEWS a NASA chamou a si o protagonismo do anúncio da descoberta efetuada pela sonda TQ-2012

 

Na sua primeira missão exploratória no interior do Sistema Solar, a revolucionária nave espacial portuguesa TQ-2012-Magalhães – tripulada por cinco especialistas aéreo-espaciais qualificados nos Centros de Formação Avançada da AMAL – detetou recentemente na lua de Saturno Titã e utilizando os radares e sensores nela instalados, um sistema sequencial e interligado de vales sugerindo a formação e a existência de um rio nesse local.

 

Rio no polo norte de Titã

 

Após a realização de algumas órbitas de maior aproximação ao satélite Titã, o técnico responsável pelo estudo geológico de todos os corpos celestes visitados ao longo desta viagem de investigação e de conhecimento espacial, realizou algumas medições básicas iniciais, tendo chegado à conclusão de que o rio se estenderia ao longo de cerca de 400Km desde a sua nascente até à sua foz, desaguando num grande oceano.

 

E a sua semelhança com o rio Nilo

 

Por outro lado – e em sentido contrário ao que pensavam até hoje os cientistas norte-americanos – a cor negra do líquido presente em Titã não se deveria à presença de hidrocarbonetos, mas à inexplicável capacidade de absorção da luz por parte desse mesmo líquido de propriedades visuais misteriosas. Recorde-se que este rio foi detetado no polo norte desta lua de Saturno e que este é o único mundo do Sistema Solar em que um líquido se movimenta à sua superfície.

 

Habitantes de Titã festejando a passagem da sonda portuguesa TQ-2012

 

Segundo o especialista em hidrologia planetária pertencente à missão – numa exposição que provocou grande impacto entre a comunidade científica portuguesa – o líquido presente em Titã seria água e não como se pensava erradamente o metano, sendo o seu ciclo muito parecido ao Ciclo da Água existente no nosso planeta. Seria um mundo habitado maioritariamente no polo norte e os seus habitantes estariam concentrados em urbes construídas à volta desses luxuriantes cursos de água.

 

II

Na Espuma da Missão

 

À chegada da sonda Huygens Titã apresentou-se erradamente como um planeta morto e parado no tempo

 

Há cerca de quinze anos atrás – a 15 de Outubro de 1997 – uma sonda automática oriunda do planeta Terra – pretensamente não tripulada – estabeleceu contato com a superfície de Titã, com o objetivo prioritário de registar durante a sua aterragem o maior número possível de dados relevantes sobre a sua atmosfera e outras indicações importantes sobre as suas principais caraterísticas geológicas. As únicas imagens disponibilizadas ao público por essa altura mostram uma superfície gelada, seca e desértica, pejada de pedras de média dimensão dispostas ao longo de toda essa área visível e estendendo-se sem fim até aos limites do horizonte.

 

A cientista britânica Alderin-Polock imaginou a vida em Titã com criaturas – parecendo águas-vivas – flutuando em nuvens e rios de metano. Mas porque não flutuando em água ambientalmente adaptada?

                                                    

Sabe-se agora – após as espetaculares descobertas realizadas pela sonda TQ-2012 – que essa zona de Titã conhecida como Xanadu, se encontrava um pouco distante da orla costeira onde iria desaguar o rio recentemente descoberto, numa zona com vastos locais desérticos de areia e outos sedimentos resultantes da erosão provocada pela água. Mas a maior descoberta foi a de que em Titã a água teria uma temperatura de congelação diferente daquela registada na Terra, devido à particularidade da existência na sua composição de uma substância com efeitos retardantes e que operaria como um termóstato natural, criando uma película de proteção em volta de todos os elementos e mantendo assim a temperatura dos materiais a níveis aceitáveis para a sua sobrevivência. O que se passaria também com os seus seres vivos indígenas, cujo corpo estaria protegido das condições extremas ambientais que lhe poderiam ser proporcionadas pelo planeta, por introdução no seu sistema biológico dessa mesma substância misteriosa.

 

(dados retirados: NASA – imagens: NASA e Google)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:59

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